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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [CF] Primeiros passos em uma nova estrada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptyTer 05 Jan 2016, 13:08

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] Primeiros passos em uma nova estrada

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Gregory W Ross, Kurihara L Riki e Yukimura Sanada. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptyQua 27 Jan 2016, 13:57

O grupo de recém conhecidos chegava ao bar indicado por Gregory, que nem sabia o porquê de ter ido aquele local já que não se lembrava direito de como era, na verdade ele só tinha uma vaga lembrança de que ali havia um bar, não se lembrava de como era ou quem era o dono, nada do tipo.
- Procurem uma mesa, eu pegarei as bebidas. – Disse o líder temporário da expedição, e assim os demais o fizeram. Akane tomou a liderança indo até uma das mesas redondas acerca de uns 5 passos de distância do bar, e a uns 10 de distância dos outros presentes, que estavam no canto, conversando em em voz baixa, muito baixa, até mesmo para que a boa audição de Gregory pudesse perceber o que falavam.

Foi seguida pelo megalomaníaco Kurihara, que neste momento, já não possuía nada de bom em sua aparência, o tiro que havia recebido no ombro tinha aberto uma grande ferida por onde agora saia muito sangue, maior parte de sua roupa, agora possuía uma cor rubra, seu tom de pele branco, conseguira ficar ainda mais branco, a dor já se espalhava do ombro para as demais regiões do corpo, sua visão demonstrava turbidez. Se sentou sentindo um alivio por não mais precisar sustentar o peso de seu corpo com suas pernas.

Por último veio a distraída Sofia, aos tropeços enquanto mancava, sentou-se desajeitada, seu pé doía muito, latejava como se fosse explodir a qualquer instante, a caminhada fez forçada fez com que perdesse muito mais sangue do que teria perdido caso tivesse permitido que Gregory a carregasse, assim como o boxeador de cabelos brancos, ela também estava meio zonza, sem conseguir organizar os já desorganizados pensamentos.

A espadachim estava muito melhor que os dois demais, mas agora, devido ao sangue já ter “esfriado” em seu corpo, também começava a sentir incomodo na sua coxa direita, o ferimento sangrava, não tanto quanto os demais, mas o suficiente para sujar a sua perna. Ela observava os companheiros de mesa, os analisando, e chegava a conclusão de que precisavam ser tratados de imediato.

Enquanto isso, Gregory que se encontrava em frente ao velho barman, tinha a sua conversa na tentativa de reunir informações.
- Duas garrafas de rum. – O velho o encarava por alguns segundos, em seguida virava de costas e pegava, na estante de bebidas, duas garras opacas e se voltava entregando as bebidas. – 10mil berries... – Sua voz era rouca e severa.
- Ei... Por acaso eu conheço você? Por algum motivo eu lembrei desse estabelecimento enquanto caminhava pelas ruas, talvez só uma memória vaga. – O homem o encarava, continuando a limpar os demais copos da mesa, sem lhe dizer uma palavra sequer, Gregory podia perceber, além da grosseria do homem, que realmente o conhecia de algum lugar, mas não conseguia se lembrar de onde.
- Mais uma coisa... Sabe me dizer por que existem marinheiros na ilha? Se não me engano, o QG da ilha foi destruído há um tempo, e o capitão dele fugiu para Baterilla... – Finalmente havia conseguido tirar do homem aquela expressão severa, o velho sorria de forma sarcástica, abaixava a cabeça, escondendo o rosto por alguns instantes, e depois levantava, falando em voz baixa.
- Me surpreende alguém conhecido como você não saber do que está acontecendo na ilha... – Fungou o barman. – O QG da ilha será reconstruído. Depois de tanto clamor da população devido ao crescente crimes, piratas e revolucionários que se instalou por aqui... – Fez uma pausa e se curvou sobre o bar na direção do aspirante a pirata. ]– Mas isso é o que eles querem que a população acredite, a verdade, é que um nobre está vindo para a ilha, um dos grandes, a essa altura já deve ter chegado na verdade. Veio conhecer as beldades de nossas modelos, e a esposa dele, certamente veio PELOS modelos. Com sua influência ele conseguiu fazer com que a marinha e o governo mandassem homens de volta para cá, mais para a proteção desse nobre do que pela importância da ilha... – Voltou a posição normal.
- Idiotas! Esse cara já tem uma guarda própria enorme, os famosos capas azuis... – Dessa vez o velho não falava mais com Gregory, e sim com ele mesmo.
Conseguindo o que queria o boxeador loiro retornou para a mesa com a bebida e os copos, e 10mil B$ mais pobre, e assim, deram início às apresentações, iniciada pelo mesmo. Foi seguido por Kurihara, que começou a contar sua história, era perceptível o seu transtorno, sua voz rouca, sua mão começava a tremer, ele piscava os olhos fortes como se estivesse sofrendo com visões que não conseguia se livrar, o sangue em suas mãos lhe causava repulsa, como se não pertencesse a si mesmo, e sim aos seus parentes mortos, sua cabeça começou a doer, e com muita dificuldade, conseguiu concluir a história, mas ainda estava em choque.

Foi seguido por akane, que passou pelo mesmo, as memorias que vinham a sua cabeça, a frustração, o sentimento de impunidade e inferioridade, não tinha o que era necessário para salvar aqueles que amou, os sonhos que possuía, ideias fúteis de um futuro com a família, se misturavam com a dor da perda e o ódio pelos causadores daquilo. Estava a ponto de colapsar, mesmo com seu temperamento calmo tentando compensar isso, mas só conseguiu ser salva pelo sabor ardente do rum que descia por sua garganta, sua mão tremia tanto que derramou alguns gotas da bebida na mesa enquanto a levava até a boca de forma desesperada, babou ao ingerir a bebida, mas por fim se acalmou.

Sofia observava sem entender o que estava acontecendo, mas mesmo assim, prosseguiu contando sua história, agora meio acanhada, pela dor e sofrimento que seus mais novos companheiros haviam passado.

A médica por fim se levantou, tropeçando, e foi até o barman.

- Com Licença, sabe onde posso arranjar um kit de primeiros socorros na cidade? – O velho o encarava e depois olhava para trás dela, quase que apontando com os olhos, se akane se virasse, perceberia quem ela e seu grupo haviam deixado um rastro de sangue no chão do bar.
- Se você não percebeu mocinha... Isso aqui é um bar, não um centro de informações ou hospital... – A encarou fixamente e deu as costas indo até outro lado do balcão, se abaixando e pelo som, revirando algumas coisas. Retornou com coisas em sua mão e jogou sobre o balcão. – Vocês irão limpar a bagunça que fizeram. Isso é um bar da periferia, brigas e sangue são comuns, mas logo meus clientes vão chegar, e no início do dia. O bar sempre esta limpo.
Em cima do balcão se encontrava uma agulha curva com uma linha negra, esparadrapos, retalhos e pano branco, limpos, uma pinça e uma pequena tesoura cirúrgica.


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Wander
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptyQui 28 Jan 2016, 03:56


Recebi algumas informações importantes em minha conversa com o mal-humorado. Agora o que aquele velhinho estranho de antes disse passando em meio a batalha fazia mais sentido. Segui até a mesa tendo em mente que deveria informá-los sobre isso, mas acabei iniciando a conversa com o que iria saciar minha curiosidade.

Notei que Sofia tinha perdido uma boa quantidade de sangue no caminho, o que me fez ficar preocupado. Apesar disso, fiquei focado ouvindo cada um com atenção. Agora os conhecia um pouco mais, e a cada palavra dita ali me causava uma sensação de que poderia confiar neles. Eles contaram seus passados e deixavam claro que todos naquela mesa passaram por tragédias o que, para mim, os tornavam fortes. Isso fazia me identificar, já que depois do incidente em minha infância tive que aprender na marra que cada erro e toda situação ruim me deixaria mais forte. Além de histórias, um nome conhecido por mim era dito pelo outro boxeador, o que me animou a continuar com a conversa.

- Eu não gosto de me prender ao passado, pois acho que esquecer as lembranças deixadas pelas tragédias é essencial se você quer seguir em frente sendo forte... Mas creio que devo deixar isso de lado, já que me contaram suas histórias. Há alguns anos, eu era uma criança medíocre e fraca que vivia como um hospede em um QG de revolucionários. Após um ataque a essa base, fui separado de um familiar que eu tinha e acabei forçado a sair de minha zona de conforto. - Apertaria meu copo com força, deixando escapar um pouco do estresse que essa memória me trazia. Eu era fraco, não pude fazer nada além de aceitar a morte e mesmo sobrevivendo não pude me sentir feliz, graças a grande mudança em meu jeito de viver. - A partir daí, tive que trilhar um caminho árduo e espinhoso junto a um mentor sem noção do que poderia me matar. Apanhei muito, passei por situações apertadas, perdi amigos em minha frente e já vi cenas que fariam pessoas vomitar por repulsa. Já tenho tantas cicatrizes que cheguei ao ponto de me acostumar... Eu diria que na verdade elas me dão mais força para seguir em frente. - Pararia de falar por um tempo, ao notar que tinha estendido demais tudo aquilo. Meio envergonhado, olharia para o rosto deles, temendo que me taxassem de metido. Queria beber mais um gole do rum para que pudesse disfarçar, mas era arriscado ficar bêbado nessa situação. - Quer saber? Foda-se. - Ignoraria a opinião deles e sorriria e com isso, sem perceber, acabaria agindo como um masoquista que gosta do fato de sua história ser trágica.

- Quanto a esse nome, Kurihara, eu o conheço sim. Ele agia junto a um parente meu num bando pirata... Wander Winterfell, o meu pai. - Ah... A origem do nome que me trouxe tantos problemas. Minha mãe foi tão apaixonada que até depois de ser abandonada ainda colocou esse nome em seu filho. Aquele nome saia de minha boca carregando um pouco de ódio, mas me perguntava por onde ele estaria nesse momento. Em meus pensamentos, tinha a impressão que ele seria forte, já que vive no mar das lendas desde o meu nascimento. - Wander... Uma de minhas metas é encontrá-lo um dia e chutar sua bunda. - Deixaria meus pensamentos escaparem, falando baixinho.

- Já ia esquecendo... Falei com o barman e ele me contou sobre o que tá rolando. Tem um nobre chegando na ilha e para não fazer feio a marinha está reconstruindo o QG. Além disso, o nobre tem uma guarda própria chamada ''Capas azuis''... Foi isso que aquele velho disse, certo? Isso quer dizer que eles virão aqui. Devemos sair, certo? - Pararia de falar e pousaria minha mão sob o ombro deles para puxar-lhes mais para perto. - Se formos sair, caso não tenham ideias para onde irem, posso levá-los para a casa de meu mentor, lá poderemos nos recuperar e esperar a poeira baixar. - Sussurraria, seguindo a dica que o sujeito misterioso de antes nos deu. Agora que me tornei um pirata, desejava agir em grupo com aqueles três.

Caso algum deles desse outra ideia de lugar, os seguiria até o lugar sugerido. Se aceitassem a minha ideia, seguiria até a cabine velha da ilha e depois continuaria o caminho em busca da casa de Sirzek. Mas se os três achassem melhor ficar no bar eu não questionaria, apenas ficaria também para agir em conjunto a eles.




OFF:
 

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Falas
Pensamentos
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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptySex 29 Jan 2016, 00:52


Após limpar seus lábios, como quem limpa lábios sujos de batom nas extremidades, sujos da bebida devido o fato de suas mãos terem tremido enquanto ela entornava o copo em sua boca e o falar à respeito do passado que lhe dava arrepios grandes demais para que pudesse falar sobre o assunto sem que sua sanidade estivesse em jogo. Moça tomando a atitude de ser solidária com os demais companheiros obtivera as ferramentas necessárias para tratá-los, apesar do modo rude como fora recepcionada pelo barman.

Caminhava então até a mesa novamente e abaixando-se pegaria o pé de Sofia colocando um dos panos limpos sobre o colo e pegando uma das garrafas de bebida entornava um pouco na ferida da garota olhando para o rosto da mesma com frieza, como se não fosse nada. Usando então a pinça após passar um pouco da bebida na mesma também, na falta de fogo, extrairía o projétil do pé da garota cuidadosamente e exporia à ela mostrando diante do rosto.

- Que perigo, que perigo. Mais um pouco e teria te deixado aleijada. - diria ela.

Prosseguiria com o procedimento, costurar a fenda deixada pela bala no pé da moça tomando cuidado para não feri-la ainda mais teria delicadeza enquanto o fizesse e selasse o ferimento com esparadrapo, simultaneamente ouviria Gregory contar sua história. Novamente faria uma pausa encheria o copo e tomaria um gole de Rum, seu corpo clamava por aquilo e só o sabor da bebida começava à deixá-la um pouco mais leve. Liberaria um breve sorriso de canto e terminaria de limpar a ferida de Sofia colocando o pé da mesma no chão.

- Prontinho. - diria por fim antes de tomar mais um gole de seu copo, dessa vez um maior que o anterior.

Liberaria um sorriso malicioso olhando para Kurihara enquanto levaria a mão ao queixo cruzando os braços e observando a camisa suja de sangue. Olharia para Gregory com o mesmo sorriso enquanto ele ainda falava e logo voltaria à olhar para Kurihara. A moça já estava sentindo-se levemente alterada por causa do rum, mas ainda estava lúcida, seria preciso muito mais daquilo para deixá-la completamente embriagada.

- Shiroi-kun... Tire a camisa por favor. - diria fechando os olhos com a mesma frieza habitual com que costumava falar. Olharia para ele então séria - Seu ombro, preciso ver como ele está. - diria ela num tom autoritário, mas ainda baixo para que apenas eles conseguissem ouvir.

Sua função era tratar os ferimentos de todos, então caso ele fizesse o que ela pediu abaixaria aproximando o rosto do ferimento com seriedade e profissionalismos examinaria o local, para saber se havia algum projétil alojado no mesmo como era o caso de Sofia, ou se era apenas um ferimento superficial. De qualquer forma limparia o ferimento, puxando uma cadeira e sentando-se de frente para ele enquanto manteria a concentração em seu ombro. Após limpar a ferida faria o mesmo que fez com a outra moça derramando um pouco de rum sobre o ferimento para desinfectar e caso houvesse o tal projétil o arrancaria da mesma maneira que fizera com Sofia, se não houvesse apenas costuraria usando a agulha e a linha negra que tinha conseguido. Faria enfim um curativo com os retalhos de pano e esparadrapos

- Você é um homem de sorte, mas um pouco e poderia ter sido mais grave. Não gostaria de perder um braço gostaria? - diria ela sem encará-lo, ainda focada na ferida. Olharia de canto uma única vez e se levantaria. - Terminamos aqui.

Caso ele se recusasse à tirar a camisa daria de ombros apenas, mesmo contrariada e o encararia de maneira assustadora e fria

- O sangue que está jorrando é seu... Portanto, é você quem vai morrer, não eu. - diria ela fria como de costume.

Ouvia à respeito dos tais capas azuis e ficava em silêncio por algum tempo ainda intrigada com os caras no canto escuro do lugar. Olharia de canto mais uma vez e voltaria os olhos para Gregory novamente.

- Que belo começo pra uma recém chegada de Baterilla. - diria com desdém à seu próprio respeito - E eu pensando que teria um dia normal e arrumaria um emprego num hospital, sou mesmo uma tola, sempre envolvida com piratas e afins. - diria olhando para a porta. - Guie-nos, Sr. Winterfell ou... Caso alguém tenha uma sugestão...- diria por fim encarando os demais.

Os seguiria para onde quer que fosse o tal local, ela já tinha visto que se separar daqueles encrenqueiros seria impossível no momento. Estava ansiosa para saber mais à respeito dos tais capas azuis, seria interessante poder dar de cara com eles, mas não agora, ainda tinha os seus próprios ferimento à tratar e os de Gregory também, mas por serem superficiais deixaria para depois. Guardaria então as ferramentas que obteve para os curativos e daria uma última olhada no velho barman antes de rumar junto dos outros para onde quer que fossem.

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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptySab 30 Jan 2016, 20:14


Pelo jeito a médica finalmente havia conseguido aquilo de que precisava para tratar do seu ferimento, não que isso fosse lá um grande alívio, pelo que Akane havia falado em sua introdução e na primeira vez que falou após matar aquele marinheiro podia notar que não era lá muito equilibrada. Era bem provável que pudesse fazer o procedimento bem mais doloroso do que o esperado, só para me ver com medo do que ia acontecer ou sentindo dor, vai se saber. Mesmo assim deixei que ela pegasse o meu pé sem maiores questionamentos para que essa cuidasse dele, mesmo com uma expressão de receio estampada no rosto enquanto Akane colocava um pouco de bebida sobre seu pé, lembrando que ela já havia bebido naquele dia e imaginando se isso poderia fazer ela cometer algum erro.

Aquilo doía bastante, era difícil manter o pé parado enquanto ela removia a bala do ferimento, e todo aquele sangue escorrendo também era bem amedrontador para mim, então eu acabava fazendo algumas caretas que sem dúvida podiam ser hilárias se vistas por outra pessoa, mas para mim não eram nem de longe razão para rir. Finalmente ela removia o projétil, e me surpreendia de algo tão pequeno ter feito tamanho estrago e causado toda aquela dor, e ela ainda brincava comigo mostrando a bala e falando outra vez na chance de eu acabar aleijada com algo tão simples. Depois disso, ela continuava a mexer com meu machucado, costurando a ferida com uma agulha e linha que esperava serem limpas, enquanto eu segurava para não acabar soltando um gemido de dor com aquilo.

Depois dela ter terminado o seu trabalho, eu descia com o pé no chão, testando como me sentia pisando com ele no chão, eu ainda sentia uma forte fisgada por conta do machucado, mas pelo menos sabia que não ia sair sangrando. “Melhor manter meu pé longe do chão por mais algum tempo. Não quero acabar soltando está costura fazendo muito exercício.” Pensei, erguendo o pé e mantendo a perna sustentada em cima da outra de novo, para manter este seguro longe do solo. Enquanto isso, ela começava a ouvir o que Wander tinha para falar sobre a situação na ilha e o que poderiam fazer em seguida, também reparando no tratamento dado por Akane para Kurihara.

- Se ajudar, eu posso cobrir meus olhos! – Eu falaria rindo um pouco caso este se recusasse a tirar a camisa para que a médica pudesse tratar do seu machucado. Depois disto, eu me voltaria para Gregory, após este falar o que pretendia, e diria, dando de ombros. – Tudo bem se quiser a gente pode voltar para lá. Mesmo que me pareça que fazer isso seria declarar que você não consegue se virar sem a ajuda dele, mas é só minha opinião... mas se estiver tudo bem para você quem sou eu para rejeitar o convite.

- Pessoalmente, eu acho que seria melhor tentar achar algum modo de escapar daqui logo. Quando mais rápido deixarmos o porto menores as chances de nos depararmos com este nobre e seus brinquedos... – Completava, após uma leve pausa durante a qual verificava as condições da minha arma, reparando no acabamento e balanceamento dela e prestando atenção no que poderia melhorar.


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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptySeg 01 Fev 2016, 20:00


Apesar de Akane não ter ficado satisfeita com a atitude do velho barman, acabou conseguindo o básico do que iria precisar para cuidar dos ferimentos dela e das demais pessoas do grupo, voltou a mesa, justo quando Gregory começou a falar.
- Eu não gosto de me prender ao passado, pois acho que esquecer as lembranças deixadas pelas tragédias é essencial se você quer seguir em frente sendo forte... (...) – Akane colocava os materiais sobre a mesa, suas mãos ainda tremiam um pouco devido ao transtorno de ter falado sobre o seu passado. O mesmo acontecia com Kurihara, que neste momento mal conseguia prestar atenção no que o boxeador de cabelos loiros estava dizendo.

Mesmo sobre o efeito de suas memorias traumáticas Akane seguia em frente com os tratamentos, iniciando pela jovem sofia, ela colocava alguns dos pedaços de pano sobre a perna, em seguida movia o pé de sua paciente e o repousava sobre os panos brancos que não demoraram a se tornar rubros. Sofia tentava manter a calma, mas ela já tremia, em sua testa era possível notar gotículas de suor. A doutora limpou os materiais com a bebida, a usou também para desinfetar e queimar o ferimento da paciente distraída. Sofia quase gritou, mas no último instante conseguiu se segurar mordendo os lábios deixando escapar apenas um gemido de agonia, o ardor parecia penetrar pela ferida como milhares de pequenas agulhas e essa dor subia pela sua perna direita, como uma corrente elétrica, com destino ao seu cérebro.
Sofia segurava a foice com sua mão direita, e a cadeira em que se sentava com a esquerda, apertando com toda sua força. Akane fria e experiente parecia ignorar a garota que sofria com o tratamento sem anestesia, seguia em frente trabalhando com a pinça para remover a bala.

Gregory ainda falava, assistindo aquela operação precária, parecia falar perdidamente, sua atenção não estava nem em suas palavras, nem no show de sangue e gemidos que assistia, todos os recentes acontecimentos passavam por sua mente, ele tentava entender como havia chegado até ali com aquelas pessoas. Fazia isso sem estar consciente até mesmo de seus pensamentos.

Kurihara também olhava com atenção, o cheiro de sangue se espalhou pela mesa, não percebeu se já aquele odor já estava ali devido aos seus ferimentos, ou se tinha aparecido somente agora.

A cada movimento milimétrico da pinça era uma tortura para Sofia que se esforçava para não mover a perna e dar um chute em sua médica. Não demorou para que Akane removesse o projetil, que havia se alojado bem abaixo de um nervo, alguns dos ossos do pé da garota tinham sido parcialmente destroçados, seus nervos também foram danificados, mas mesmo com tudo isso, a medica não se preocupou em tratar melhor o local.
- Que perigo, que perigo. Mais um pouco e teria te deixado aleijada. – Falou mostrando a bala para Sofia, que olhava assustada para aquele pequeno projetil, estava prestes a desmaiar, havia perdido muito sangue, e toda aquela dor e tensão não fazia bem a ela.
Akane prosseguiu costurando a ferida, novamente a jovem ferreira era tomada pela dor, mas dessa vez, mais tranquila por saber que o pior já havia passado.

Tendo terminado com a garota, a médica alcoólatra se voltava para o boxeador de cabelos brancos.
- Shiroi-kun... Tire a camisa por favor. – Disse Kazumi com uma voz um pouco leitosa, não que ela percebesse isso. Seu sorriso era meio bobo, já estava um pouco alterada pelas dozes de rum que havia entornado, o teor de álcool daquela bebida em específico estava acima das do rum normal.
Em contra partida Kurihara, que só havia bebido um copo ardente da bebida, estava meio aéreo, não sabia dizer exatamente o porquê, certamente pela mistura do seu trauma, com a perda de sangue e corpo mal acostumado ao álcool. Nem seque respondia a pergunta da garota.

- Seu ombro, preciso ver como ele está. – Falou a médica, tentando se impor mais. Não houve resposta imediata. Sofia estava preparada para dizer algo mas o choque da operação sem anestesia a deixou abalada de mais por uns instantes para poder dizer o que tinha intenção, mas nem precisou. Kurihara meio que no automático, ainda aéreo, começou a tirar sua camisa, deixando o ferimento à vista. Não era possível identificar muita coisa em meio a todo o sangue, por isto a doutora iniciou limpando o local.
Tratou da ferida da mesma forma que havia tratado a de Sofia, queimando o local, removendo a bala e costurando o local, não havia ossos avariados, apenas musculo e alguns pequenos nervos. O homem agonizava tentando segurar a dor daquela cirurgia de emergência, não gritou, mas chegou perto. Por fim Kazumi fez um curativo no ombro do navegador - coisa que não fez em Sofia.
Você é um homem de sorte, mas um pouco e poderia ter sido mais grave. Não gostaria de perder um braço gostaria? – Falava ela. O aparente dono do bar, que estava na mesa ao lado limpando-a com um pano, pareceu ter ouvido a fala da jovem.

- Você é uma péssima médica. – Falou ele com uma voz que não parecia demonstrar nenhum sentimento relevante.

- Guie-nos, Sr. Winterfell ou... Caso alguém tenha uma sugestão... – Finalizou Akane.
- Pessoalmente, eu acho que seria melhor tentar achar algum modo de escapar daqui logo. Quando mais rápido deixarmos o porto menores as chances de nos depararmos com este nobre e seus brinquedos... – Disse Sofia após algumas outras frases.

Pelo visto estavam chegando a um consenso. O bar estava começando a ter clientela, todos que entravam reparavam no rasto de sangue que levava até a mesa onde os 4 encrenqueiros estavam. E a cada cliente, o dono do bar parecia chicoteá-los com um olhar, provavelmente irritado com a sujeira.

De repente a luz da entrada da porta era totalmente bloqueada, deixando o bar iluminado apenas pela luz interior e a de duas janelas. Um homem assustadoramente grande estava do lado de fora, era possível ver suas pernas, ele se curvou e adentrou no bar, que por sorte era alto o suficiente para que coubesse todos os seus 3m de muito músculos deformados, estava sem camisa, possuía um cabelo negro bem penteado raspado nas laterais e usava óculos escuros.
Até então o bar estava começando a ressoar com os murmúrios de conversas dos clientes, mas assim que o homem entrou, todos se calaram.

- Olha só o que achei aqui... – Disse ele com uma forte voz rouca. Atrás do “gigante” era possível ver a silhueta de um homem de estatura normal, Kurihara e Gregory se o olhassem o reconheceriam como sendo um dos 3 que causaram toda a confusão hoje, no início do dia, ele parecia ainda estar ferido e sem condições de lutar.
- Então... Esses são os homens mortos. – Conclui o homem.

O velho então, interviu. – Sem brigas dentro do bar. – O gigante o olhou com um sorriso no rosto. O velho continuou, sacando uma arma que nenhum dos 3 ali já tinham visto, era grande e parecia pesada, ele segurava no corpo da arma, a sacudiu e fez-se ouvir um som seco e um tanto aterrorizante. “CLIK- CLAK”
- Toguro!... Lá... Fora. – Disse o velho com uma voz calma, mas autoritária que depois de olhar para o grande homem, olhava para o grupo.

Se alguém do grupo olhasse para o fundo do bar, poderia ver os quatro que estavam lá, antes de terem entrado, todos de pé, ainda nos locais onde cada um estava, como se tivessem acabado de se levantar. Cada um deles carregava consigo uma besta. Era possível ver dardos nas mãos de dois dos quatro.
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptySeg 01 Fev 2016, 22:25

Epic sax guy  Pire-Pipire-Pipire-Pire-piratinha (8) Epic sax guy







Ver Sofia passar por todo aquele sofrimento era desconcertante e nada agradável, mas pude arrancar dali cenas lindas... O sorriso malicioso de Akane, as caretas e gemidos de Sophia. Cada ação feita por aqueles anjos me causava arrepios e me fazia ficar cada vez mais apaixonado. Decidimos ficar no bar ao invés de evitar um conflito e passei esse tempo observando a beleza das duas - Huhuhu... - Encarava ambas com um olhar meio curvado, graças ao grande sorriso malicioso que ia de canto a canto em meu rosto. Aquele tempo sentado com elas me fazia parar para imaginar fantasias amorosas com ambas... Em um de meus sonhos acordado, acabei imaginando uma vestida de diabinho e a outra de anjo. Estava realmente alegre com aquilo.

- Olha só o que achei aqui... Então... Esses são os homens mortos. - Aquela voz me acordava de meus devaneios, fazendo meus ouvidos quase sangrarem de tão chata que ela soava. Só de ouvir aquilo, meu sentimento de alegria mudava de imediato para uma irritação que transparecia em minha expressão.

Levaria meu as costas de minha mão até o canto de minha boca e limparia a baba que tinha descido em meu momento de distração. Em seguida, ergueria meu olhar com o cenho franzido, o encarando com um olhar sanguinário. - É serio que você vai nos encher o saco? - Me ergueria de minha cadeira, ainda o encarando, sem fraquejar. - Tudo bem então. Vai lá pra fora, otário. Eu vou lá logo em seguida. - Diria com uma voz ríspida, afim de intimidá-lo. Ele podia ser grande, mas para mim, esse cara é bem menor que eu. - Kurihara, cuide das duas garotas que pegamos de refém. Eu luto com esse cara. - Falaria isso para que Sofia e Akane conseguissem ficar fora da mira do barman enquanto eu estivesse fora.

Após tudo isso, se a briga fosse levada para o lado de fora eu seguiria até a porta, caso não, eu faria o possível para levar a confusão para fora, nem que eu tivesse que pular pela janela ou usar de fintas para conseguir passar pelo brucutu e chegar na saída. Uma vez estando do lado de fora, procuraria meu oponente. Deixaria ambos os punhos erguidos em minha frente durante o combate, posicionando-me como um boxeador. - Ele é grande e musculoso, então provavelmente seu ponto fraco é a movimentação. - Era o que meu instinto me dizia, e usava isso para elaborar uma tática arriscando em cima de meu palpite. Não demoraria muito para fazer minha primeira ação, já começaria correndo em disparada em direção à lateral do brutamontes.

A primeira coisa que eu faria era tentar levar a luta para um espaço mais aberto, como uma das ruas. Tentaria passar por Toguro simplesmente correndo do seu lado, tentando passar longe de seu alcance de ataques. Mas caso não conseguisse só passar correndo estando longe dos seus ataques, eu tentaria o driblar, fingindo que continuaria naquela direção mas acabaria parando e mudando minha direção repentinamente, dando um impulso para o lado contrario e começando a correr longe de seu alcance mais uma vez, buscando sair do beco. Caso isso desse certo mas ele não me seguisse até uma das ruas, só o que me restava era lutar ali mesmo.

Depois disso, em qualquer que fosse o cenário de luta, começaria tentando correr em volta dele me mantendo fora do alcance de seus ataques. Mas também poderia me adaptar para correr dentro de seu alcance, caso não tivesse espaço. Com isso, tentaria testar a movimentação corporal dele.

Caso eu conseguisse chegar nas costas dele por ele ser lento, eu me aproveitaria para dar um impulso em direção ao inimigo, em busca de atacá-lo pelas costas. Começaria usando de uma joelhada com a perna direita em suas costas, seguido de dois socos e um chute com a perna esquerda, assim tentando aplicar o máximo de dano que conseguisse antes que ele se recuperasse. Depois do ataques eu recuaria para trás com alguns pulos, me afastando um pouco do alcance do inimigo.

Na hipótese de ele conseguir se mover normalmente mesmo tendo aquela estatura, só me restaria desistir de pegá-lo pelas costas, mas não jogaria fora aquela minha primeira ação em ficar correndo em sua volta. Eu pararia de circundá-lo para finalmente correr em sua direção, com punhos erguidos e confiança inabalável. Assim que eu entrasse em seu alcance de ataque, tentaria evitar possíveis ataques contraindo meu corpo para sair da rota do ataque. Mas o que importava era que eu concretizasse meu objetivo, que era surpreendê-lo dando um impulso para o lado e mais outro impulso, tentando me posicionar em sua lateral. Uma vez estando em seu flanco, efetuaria uma joelhada mirando suas costelas e também direcionando um soco em direção à sua têmpora.

Depois desse primeiro momento de tentativas, seguiria para a segunda etapa de minhas ações: A espera de um contra-ataque. Esperaria que ele viesse até mim e aguardaria por seus ataques com atenção. Caso ele não viesse, eu usaria de chacotas e provocações e também me aproximaria dele, para que enfim ele efetuasse algum ataque contra mim.

Caso o ataque fosse um golpe direto, como, por exemplo, estocadas ou socos retos, eu jogaria o corpo para o lado e também contrairia meus músculos para levar meu corpo para longe da trajetória do ataque. Em seguida, retaliaria usando um soco com a mão direita na barriga do brucutu e emendaria esse ataque com um soco com o punho esquerdo em direção ao queixo dele. Com esses ataques, procurava ter a chance de atordoar o inimigo ou tê-lo recuando.

Na possibilidade de seus ataques serem baixos, como, por exemplo, rasteiras ou golpes contra o meu saco, eu agiria rapidamente e pularia para trás, saindo do alcance do ataque inimigo. Após a esquiva, sem demoras eu efetuaria um impulso em direção à lateral do meu adversário, com o objetivo de me posicionar em seu flanco. Dessa forma, aproveitaria sua distração com o ataque de antes para usar de um pulo para alcançar sua cabeça e poder atacá-lo com dois socos de ambos os punhos: Um em direção à sua têmpora e outro em sua nuca, buscando diminuir suas chances de bloqueio.

Se fosse tentado golpes altos em minha direção, como socos em meu rosto ou cortes em horizontal, eu me abaixaria e rapidamente direcionaria um soco na virilha do inimigo ou em seu joelho, dependendo de qual estivesse mais fácil de ser atingido. Após o primeiro soco, arriscaria subir em um uppercut direcionado ao seu queixo.

Caso ele tentasse golpes na diagonal, pularia para o lado oposto o qual o golpe vinha e, imediatamente após o ataque, direcionaria um chute lateral em direção às costelas do gigante. Em seguida, me dirigiria para seu flanco para aproveitar sua distração com o ataque e efetuar um giro em meu tronco para dar um soco potente na sua mandíbula e em seguida já emendaria um golpe em suas costas usando o cotovelo.

Porém, haveria a chance dele não vir até mim, e com isso eu avançaria até eles ficando meio arqueado para a frente e, no ultimo instante, efetuaria um impulso para o lado direito buscando chegar na sua lateral. Após isso, golpearia sua cabeça com um soco e depois dirigiria outro soco para suas costelas e em seguida recuaria com vários pulos para fora de seu alcance.

Caso eu fosse atacado a longa distancia, tentaria esquivar pulando para os lados. Nessa situação, começaria a me mover em zigue-zague, buscando me aproximar. Quando estivesse em uma distancia em que eu pudesse atacar, arriscaria aplicar um chute na virilha de meu oponente, visando desestabilizá-lo. Também tentaria aplicar um soco em sua barriga em em sua cabeça. Se eu fosse atacado, pararia minha ofensiva para recuar usando impulsos para trás.

Depois que eu efetuasse minhas ofensivas, me manteria longe do alcance inimigo, seja usando passos rápidos, corridas, fintas ou pulos, apenas me manteria longe para que ele pudesse se cansar e também para que eu tivesse espaço para pensar em novas ações tendo como base os resultados de minha ações de antes.

Nos casos de ataques direcionados a mim, eu tentaria sempre usar de contrações e movimentações de qualquer parte de meu corpo para ter certeza de que sairia da rota de ataques ou para pelo menos evitar que eu seja atingido em pontos vitais, como a cabeça por exemplo. Caso tivesse espaço, usaria também pulos e impulsos para fugir do alcance dos ataques. Sempre evitaria ir de encontro a paredes em minhas esquivas ou ser encurralado, para isso eu buscaria sair da cola de obstáculos. Depois de efetuar esquivas contra ataques de curta distancia, eu contra-atacaria usando empurrões, para desestabilizá-lo e também para afastá-lo.

Se mesmo com as esquivas eu estivesse para ser atingido, eu posicionaria meus antebraços em frente ao ataque, para usar a dureza de minha manopla afim de evitar me ferir demais. Caso algum ataque me machucasse, tentaria superar a dor e me pôr de pé mais uma vez, para continuar com minha ofensiva caso eu ainda não tivesse terminado as duas etapas as quais eu tinha pensado.

Tentaria também ficar atento ao cara que tinha apanhado na briga de antes e que acompanhara Toguro até o bar. Caso ele tentasse se intrometer, eu tentaria evitar seus ataques com as defesas já descritas antes e, se eu tivesse a oportunidade, tentaria o tirar de vez de combate o debilitando ainda mais, usando a mesma estratégia de contra-ataque que tinha em mente para usar no brutamontes. Mas caso ele não me atacasse no momento em que eu pretendia usar um contra-ataque, eu apenas procuraria me aproximar dele, mantendo-me atento para evitar suas ofensivas, e em seguida buscaria aplicar vários socos, alternando entre rosto, barriga e costela.






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Última edição por Wander em Ter 02 Fev 2016, 19:46, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptyTer 02 Fev 2016, 18:34




O Filho Único

"Chaotic."



- Shiroi-kun... Tire a camisa por favor. - Akane dizia, referindo-se a mim. Sua voz parecia levemente alterada pelo teor alcoolico da bebida que havia ingerido anteriormente, e seu sorriso me intrigava. Eu não percebia tanto do que passava a ocorrer nos momentos seguintes, mais parecia embriagar-me na mistura perigosa da primeira bebida ingerida com a dor penetrante nos músculos de meu ombro.
Quase que sem perceber, puxava os braços para fora do casaco que utilizava, deixando-o cair para trás, por sobre a costa da cadeira, e, de seguida, erguendo a camisa social que utilizava, despindo por completo a parte superior de meu corpo.

Akane parecia experiente, tratando do ferimento com cuidado e arrancando o projétil que quase se enraizara em meus nervos. ~ Tsc, isso é doloroso. ~
Ao fim do tratamento e aplicação do curativo, trajaria novamente a minha camisa branca social, abotoando-a como um perfeccionista o faria, não deixando que qualquer botão ficasse fora da ordem, por fim, puxaria a gola para cima, não dobrando-a. Apesar de ter a característica de manter tudo sempre organizado, apenas eu podia criar um padrão de organização aceitável. Aquele era o meu padrão.

- Então... Esses são os homens mortos. - Eu já avançava meus braços novamente pelas mangas de meu casaco, começando pelo direito, e em seguida inclinando meu corpo para acomodar o esquerdo, puxando a veste para a frente e ajustando-a em meu tronco. Naquele momento, apenas observaria o brutamontes que acabava de entrar, parecendo buscar briga. - Kurihara, cuide das duas garotas que pegamos de refém. Eu luto com esse cara. - O encararia por alguns segundos. Era um homem de grande fé, de qualquer forma.

- Tudo bem. Faça isso, Gregory. - Diria, esperando que o rapaz saísse para seu combate. De seguida, afastaria-me da cadeira, olhando o local em volta e percebendo a nova posição do grupo ao fundo. - Vocês aí. Saibam que eu não pretendo lutar no estado em que estou... - Começaria dizendo, abrindo os braços enquanto chamava atenção com a voz. - Não nos atrapalhemos sem motivo, eu proponho. - Iria de passos lentos e inofensivos até uma cadeira nas proximidades do grupo, não demonstrando abalo ou medo, já que eu certamente era superior àqueles seres. - Sou Kurihara Riki. - Questionaria, sentando à alguma cadeira próxima do grupo e ajustando-me corretamente à ela. - Quem são vocês, pois não?









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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptyQua 03 Fev 2016, 00:32


Eu me sentia bem tonta agora que parava para prestar atenção, algo que realmente fazia bem raramente, e começava a me perguntar o que poderia estar provocando aquilo, só então reparava nos olhares lançados pelo dono do bar para nosso grupo e no sangue que havíamos deixado derramar em nossa rota de fuga. Comecei a imaginar que se os marinheiros na ilha possuíssem um cão, eles sem dúvida poderiam encontrar a gente fácil pelo cheiro, mas com aquela trilha eles provavelmente só não nos seguiriam se fossem cegos. Quando eu começava a abrir minha boca para falar alguma coisa sobre o assunto, alguém me interrompeu, fazendo eu erguer os olhos para eles, a vista um pouco embaçada. “Sorte que não bebi, se já estou ficando tonta desde jeito sóbria imagine se eu aceitasse a bebida.” Pensava, virando o meu olhar para o lado de Akane, pensando que ela também deveria ter perdido algum sangue e mesmo assim se encheu com álcool, sem dúvida ela não estava em condições para um combate, muito menos Kurihara. Quem tomava iniciativa era o único que ainda estava intacto no grupo, Gregory, pelo menos ele parecia fazer alguma coisa além de ficar babando em cima das pessoas.

- Como assim reféns? Eu não sou refém nenhuma! – Eu acabava deixando escapar com o que ele dizia, sem nem perceber a estratégia do companheiro, e parecendo até mesmo bastante irritada com a ideia. Afinal de contas, não sou nenhuma donzela indefesa para acabar sendo tomada como refém por ele dessa maneira, se não fosse pelo machucado no pé eu mesma teria dado uma surra nele ali. Caso fosse interrompida, eu ficaria bem irritada com a interferência e olharia ameaçadoramente para a pessoa interferindo, mas em voz baixa. – Que foi?

Eu então via Gregory sair do local tentando levar a briga para o exterior, pensava em seguir ele, mas eu mal começava a me levantar e colocar o pé no chão e me via forçada a parar minha ação, fazendo uma leve careta de dor com a dor que sentia no pé. Não conseguiria fazer qualquer coisa naquele estado, até levantar-me parecia um verdadeiro martírio com aquele ferimento estúpido, e tudo que eu podia fazer era observar enquanto Gregory tentava resolver tudo por conta própria. Eu então reparava em Kurihara seguindo para a mesa aonde estava o bando de sujeitos que interferiu na cena, todos armados com bestas, um tipo de arma funcional mas arcaica. Se bem que uma besta de repetição rápida poderia ser uma arma extremamente poderosa, e com munição especial poderia ser realmente algo a ser temido, mesmo assim eu era mais uma fã de balistas. Acabava perdendo o rastro de pensamento por alguns instantes novamente, imaginando possíveis projetos de bestas e algumas armas de cerco, e me esquecendo totalmente do rastro de sangue, e da luta do Gregory também, imaginando a possibilidade de uma besta-espada, seria mesmo muito legal.

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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptyQua 03 Fev 2016, 16:02


Havia pouco tempo que Kazumi estava na cidade, mas uma cosia ela já havia notado: Aquele lugar era bem movimentado, na verdade movimentado até demais pro gosto dela. Depois de cuidar dos ferimentos de seus companheiros sentia-se um tanto alegre demais e zonza devido o tanto de rum que havia consumido. Adorava se sentir daquele jeito, era melhor para lidar com problemas, entretanto havia um pequeno detalhe: As vozes que invadiam o bar. Era uma voz conhecida, mesmo assim ela não pareceu assustada ou surpresa. "Como cães, retornam junto da matilha, que belo covarde", pensava ela enquanto observava Kurihara abotoando a camisa e dava um leve sorriso de canto cobrindo os lábios com a mão de forma ligeiramente sensual.

Olhava então ao redor notando que o dono do bar estava com uma postura hostil para eles, armado. Era isso, estavam todos cercados, de um lado o tal Toguro, do outro o barman e sua arma, além disso os outros homens no canto escuro, estavam com problemas, grandes problemas. Ficava um pouco mais séria enquanto se aproximava de Sofia e ouvia as palavras de Gregory, apesar de alcoolizada ainda mantinha a lucidez, era hora de parar de se embebedar, entretanto o problema maior não era esse, mas sim o fato de a garota com o pé ferido começar à falar o que botaria o plano todo à perder.

Imediatamente a jovem ruiva tentaria passar o braço por detrás do pescoço da garota e cobrir a boca dela para impedir que a mesma falasse e estragasse os planos dos demais, chutaria o pé machucado não com muita força, mas com o suficiente para fazê-la sentir a dor e esquecer-se do que ia dizer, tirar-lhe a concentração era o foco. Se conseguisse tapar a boca de Sofia Kazumi a puxaria para perto de si enquanto com a outra mão tentaria puxá-la pelo braço e segurar-lhe a boca para que ela não terminasse de falar.

- Calada, ou eu arranco sua língua - sussurraria ao ouvido de Sofia antes de dar início à encenação. - Oh Não! Por favor... Deixe-nos ir Sr. Pirata. - diria à Gregory fingindo-me de vítima. - Já cuidamos de suas feridas como pediu, apenas poupe-nos, Por favor. - piscaria para Gregory por fim como um sinal de que tinha entendido tudo.

Colocaria Sofia na cadeira em seguida empurrando-a e a forçando á se sentar encarando-a com um olhar de repreensão e frieza no momento seguinte e olharia outra vez o pé dela, na certa o ferimento poderia ter se agravado devido o chute. Akane se agacharia no instante seguinte e voltaria à cuidar da ferida examinando-a, dessa vez com mais cuidado, tentaria colocar os ossos no lugar e caso necessário, fazer todo o procedimento de limpeza e fechar os pontos outra vez dessa vez fazendo um curativo por fim.

- Por favor não faça coisas assim, é perigoso Sofia-Chan... Alguém pode morrer. - diria com uma expressão amigável e um sorriso no rosto como o de uma psicopata enquanto apertaria de leve o pé para que ela sentisse um pouco de dor.

Apesar de bêbada ela não era tonta ao ponto de se deixar levar assim tão fácil. Observaria Kurihara deixando que ele agisse, não se envolveria com aquilo, tinha outras preocupações no momento. Olharia na direção do barman esperando que ele tivesse baixado a arma, me levantaria então e o encararia ainda um pouco zonza devido à bebida.

- Irei limpar a sujeira, apenas seja compassivo comigo e minha amiga, por favor. Não queremos confusão. - diria ela ao dono do bar assim que terminasse de cuidar dos ferimentos de Sofia novamente.

Caso tudo desse certo então a ruiva pediria por um balde d'água e um esfregão e limparia o chão do estabelecimento do local, precisariam de uma distração antes que pudesse pensar num jeito de sair dali. Ela precisava fazê-los acreditar que eram apenas reféns nas mãos de dois piratas e assim livra-las de um tiro e fazer com que os demais baixassem a guarda em relação às duas. Limparia o chão enquanto observaria o desenrolar da situação com Kurihara, ainda tentando manter os olhos em Sofia e no barman, caso ele não acreditasse em sua história e sua cara de boa moça. Assim que terminasse sorriria para o barman, cambaleando um pouco ainda zonza por causa da bebida e se aproximaria dele entregando-lhe o que havia pegado, se ele tivesse lhe entregado de fato o esfregão e o balde.

- Desculpe o transtorno, estávamos no lugar errado, na hora errada. - diria fazendo uma reverência para o mesmo. Ela sabia que o velho era durão, mas resistiria à sua voz encantadora e sua aparência inofensiva?

Caminharia de volta para a mesa por fim para tratar o ferimento em sua própria perna, mesmo sendo superficial, ainda precisava de tratamento e assim que estivesse bem poderia ajudar de alguma forma melhor do que esteve fazendo até então.

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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptyQua 03 Fev 2016, 22:04

Gregory


O boxeador estava em um transe, um dos melhores que podia imaginar para aquele dia, observava Akane trabalhando e Sofia sendo tratada, estupefato com a beleza das duas, e elas realmente era muito belas. Sofia com seu ar mal humorado e muito distraída, mas mesmo assim com sua beleza inocente. Akane séria e determinada parecia irradiar de tão atraente. Gregory sonhava com coisas indecentes, sorrindo sem perceber, mas quem poderia julga-lo afinal?
Infelizmente aquele seu momento foi interrompido por uma voz desagradável aos seus ouvidos, ele não viu o momento que o portador da voz havia adentrado no local. Quando virou seu rosto, apenas viu aquele enorme homem falando aquelas baboseiras. O seu momento havia ido por água a baixo, não estava mais no clima, estava irritado.
- É sério que você vai nos encher o saco? – Falou tomando sua decisão, prosseguiu pedindo para que o seu mais novo oponente fosse para fora, para que pudessem resolver isso lá.

Gregory não viu, pois estava muito concentrado no oponente, mas o dono do bar deu um sorriso ao ouvir a fala do rapaz loiro, e a arma que ele carregava como se estivesse pronto para ser disparada, foi posta sobre o ombro.

- Kurihara, cuide das duas garotas que pegamos de refém. Eu luto com esse cara.

- Tudo bem. Faça isso, Gregory. – Ouviu a voz tranquila e confiante do companheiro.

Antes de sair ele ouvia uma breve discussão entre as garotas, ao se virar, via Akane dando uma piscadela para ele, nesse momento seu coração acelerou.
Toguro estava de pé na frente da porta, não tinha como sair sem passar por ele, mas o mesmo olhou para o canto do bar, grunhiu e deu as costas, se curvando e saindo do estabelecimento. Foi seguido pelo seu acompanhante ferido, este por sua vez, mancava e aparentava estar com dor. Logo depois o portador de má fama como um perigoso criminoso de cabelos loiros saía para o ar mal cheiroso do beco onde ficava localizado o bar. Agora ele prestava mais atenção no local, o beco era um local entre várias construções, dava na rua direta tanto pela direita, quanto pela esquerda, possuía cerca de uns noventa metros de comprimento, e apenas quatro metros de largura, sendo que havia diversas latas e lixos espalhado pelo local pouco iluminado.
Toguro estava parado a uns 2 metros de Gregory, parado, com um sorriso estampado no rosto severo, era uma visão muito desagradável.
As paredes do beco variavam a cada metro, a alguns passos do boxeador havia uma escada que dava em uma janela de um quarto no segundo andar de uma casa, em outro canto a parede era irregular e com concreto mal colocado que fazia pontas que pareciam ser bem perigosas, em outro lado era uma parede lisa e cheia de musgo, em outro um amontoado de blocos de pedra irregulares.

O boxeador iniciou sua movimentação assim que percebeu que o grandalhão não sairia dali, bloqueando a saída da esquerda. E na direita, havia cerca de 5 homens, no fim do beco, que pareciam armados com paus e bastões. Começou circundando o grandalhão para testar sua velocidade, mas este nem se moveu.
Gregory aproveitou e investiu contra as costas do homem, acertando-lhe com uma joelhada, dois socos, e um chute. O grandalhão tremia, e o boxeador notava que havia causado danos pelas marcas deixadas no corpo do oponente, mas este não caía e não se movia muito, ele era muito resistente.

- hahahahahaha, bom, você é forte! – Disse o homem virando-se para Gregory. – Isso torna tudo mais divertido!! Se me vencer nenhum dos meus amigos irão lhe fazer mal algum.

O boxeador ficava em guarda, esperando pelo ataque do inimigo.
- Minha vez! – Bradou avançando correndo contra seu oponente, preparando um soco com o punho direito, mas isso já era esperado, Gregory evitou o golpe se deslocando para a esquerda e percebendo que o inimigo era realmente lento. Aproveitando para acerta-lo com um golpe na barriga. O oponente grunhiu. Mas de repente o loiro aspirante a pirata pareceu ser atingido por uma barra de ferro em suas costas, próximo ao trapézio. Não foi uma barra de ferro, e sim o grande cotovelo de Toguro, a dor percorreu seu corpo e sua visão ficou embaçada. Não pode nem ver a joelhada que veio em direção a seu abdômen, esta, que o fez voar 2m, fazendo-o cair de costas em uma lata de lixo. Estava sem ar, e ombro direito estava dolorido, devido a cotovelada esquerda do inimigo. Mas pelo visto seus golpes causavam dano no inimigo, só precisaria de uma boa estratégia, e de persistência para derruba-lo.

Novamente o oponente, confiante em sua força, ficava parado, aguardando por seu pequeno inimigo. – HAHAHAHAH! Da próxima irei esmagar sua cabeça com meu punho! VENHA!


Sofia e Akane


Sofia ao ouvir a voz do homem e perceber o que estava acontecendo, ficou um tanto quanto preocupada devido ao estado em que se encontrava o seu grupo, tentou se levantar para ajudar, mas percebeu que ainda não conseguia, não tinha o que fazer a não ser deixar que Gregory cuidasse da situação. Mas sua distração e seu mal humor não contribuíam para o plano do boxeador. - Como assim reféns? Eu não sou ref... hmmm.. hmmm!!! – Antes que pudesse concluir sua fala sua boca era tapada pela mão de Akane que chutou pé ferido da garota, um movimento rápido e astuto vindo de uma pessoa semiembriagada, a medica não tinha gostado nem um pouco daquela situação, estava tão bem enquanto apenas observava Kurihara com olhares sedutores.

Tinha agora que parar de beber e começar a agir.
– Calada, ou eu arranco sua língua – Sussurrou ela ao ouvido da ceifeira distraída. - Oh Não! Por favor... Deixe-nos ir Sr. Pirata. – Fazia uma péssima interpretação de donzela, primeiro por não ser uma boa atriz, segundo por estar um pouco alta devido ao álcool. Concluiu e pisco para o loiro boxeador.
Soltou Sofia tentando a colocar na cadeira a frente, mas a garota era mais pesada do que ela imaginava, e acabou ficando onde estava. Sofia não havia gostado nada daquilo – Que foi? – Indagou enraivecida sentindo dores no pé.

- Por favor não faça coisas assim, é perigoso Sofia-Chan... Alguém pode morrer. – Disse e em seguida voltou-se para o ferimento de sua mais nova colega, notou que tinha feito um trabalho incompleto, e que tinha de refazer o que tinha errado. Abriu o ferimento, arrumou os ossos, removeu os fragmentos muito pequenos, voltou a costurar e dessa vez, fez um curativo.

Em seguida a garota se dirigiu ao barman, que estava agora recostado, conversando com Kurihara, tinha perdido muito tempo tratando do pé de Sofia.
- Irei limpar a sujeira, apenas seja compassivo comigo e minha amiga, por favor. Não queremos confusão. – O velho concordou com um acenar de cabeça, e apontou para um balde e um esfregão ao lado do balcão. Akane fazendo o que havia dito, limpou as manchas de sangue do chão do bar.

- Desculpe o transtorno, estávamos no lugar errado, na hora errada. – Falou antes de retornar para a sua mesa e cuidar de seu ferimento na coxa que a cada passo latejava mais.
- Não precisa fingir mais garota, é uma pior atriz do que médica. – falou o barman rudimente.


Kurihara


O navegador ferido colocava sua roupa, metodicamente arrumando sua camisa, abotoando cada botão com uma precisão incrível, apesar de se denominar o senhor do caos, parecia apreciar e muito uma “ordem”, mover seu braço direito era dolorido, afinal cada movimento mexiam o ombro ferido, tentava suprimir a dor e não demonstra-la. Ele acreditava ser imbatível, nem tomava consciência de que estava muito ferido e de que precisava se manter em repouso, afinal, para ele aquilo não era nada.
Em seguida colocou sua jaqueta, mantendo-se perfeitamente arrumado. Bem... Quase isso, suas roupas ainda estavam sujas de sangue, agora já seco, e não mais pegajoso como antes, o cheiro incomodava aqueles que estavam sentados mais perto do rapaz, mas ele não parecia se importar.

Neste momento o homem grande já havia adentrado no bar, Kurihara o viu entrar, mas não pareceu se importar com nada do que disse nem sequer com sua aparência amedrontadora. Gregory se disponibilizou para enfrentar o homem, e o homem de cabelos prateados aceitou sem muita hesitação, apenas após uma breve encarada.
Afastou a cadeira e olhou em volta, ao fundo estava quatro homens armados com bestas, eles não se vestiam como marinheiros, nem tinham capas azuis, estavam vestidos normalmente, com calças e camisas diversas, porém suas faces eram sérias, pareciam saber o que estavam fazendo. Em sua frente, as duas garotas se debatiam, discutindo parecendo crianças.

- Vocês aí. Saibam que eu não pretendo lutar no estado em que estou... – Falou o senhor do caos enquanto abria seus braços, e sentia a pontada de dor em seu ombro direito, fazendo com que não conseguisse levantar direito seu respectivo braço. Os homens o olharam. Nesse momento o homem que parecia se chamar Toguro já havia saído do bar e Gregory o acompanhava, os quatro portadores de besta, pareciam relaxar, e abaixar as armas.

- Não nos atrapalhemos sem motivo, eu proponho. – Dizia enquanto se movia com cautela em direção ao grupo do fundo. Os homens o olhavam, sem dizer sequer uma palavra, ou mudar a expressão séria de suas faces. O boxeador puxou uma cadeira próxima ao grupo e se sentou virado para eles – Sou Kurihara Riki – Sua voz era agradável de se ouvir, e parecia trazer uma calmaria no local, sua aparência, mesmo ferido, ainda era boa. Porém, assim que falou seu nome um dos homens do grupo fez uma careta de reprovação.

- Quem são vocês, pois não? – Os outros três homens olharam para aquele que fez a careta, como se esperassem a reação do mesmo, mas este nada disse, apenas olhou para o lado de Kurihara, de onde vinha o suposto dono do bar.
- Creio que isso não seja da sua conta meu jovem. – Disse o dono do bar, este que já não carregava aquele trabuco que era a sua arma de fogo. – Mas gostei da ação do seu colega, a decisão dele me poupou uma baita sujeira aqui. E de sujeira, já basta a que vocês fizeram. – O velho se recostava na parede do fundo do bar, do lado da mesa dos besteiros.

- Tsc... Não tem porque tanto mistério velho... O Gregory tem uma péssima fama nessa cidade... E esse ai, ao contrário de sua voz, não possui um nome muito agradável de se ouvir. – Falou o menor dos homens, um baixinho atarracado e careca.
- O Jerry está certo... Mas mesmo assim... Digamos que fazemos parte... – Fez uma breve pausa, o homem que tinha anteriormente feito uma careta. – Da resistência. – Ele era alto, magro, com cabelos castanhos lisos caindo até os ombros, aparentava ter seus 30 anos. – Então garoto. O que você e as garotas “sequestrada” – Ele enfatizava a última palavra e fazia aspas com as mãos – Querem?
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 6 EmptyQui 04 Fev 2016, 16:36

Determinado!  Piratinha Determinado!







Sem a opção de levar a luta para um espaço mais aberto, a luta entre dois lutadores progredia no meio daquele lixão a céu aberto. Eu tinha golpeado o gigante uma boa quantidade de vezes, mas aparentemente aquele cara era do tipo que luta atacando as armas do inimigo com o próprio corpo. O golpe que aquele cara tinha me dado parecia ser o retorno de todos os meus ataques. Aquilo me afetava, mas não tanto quanto o fedor que entorpecia meus sentidos. - Cof, cof... Aaargh... - Por consequência do golpe do desgraçado, sentia meu peito apertar e perder o fôlego. O observava e via que ele estava cheio de sim por ter me acertado daquele jeito.

Era difícil me recuperar, mas tentaria continuar puxando ar respirando fundo o ar fétido daquele beco. Me vinha em mente a piscadela que aquela ruiva sedutora tinha me dado... Meu rosto ficava vermelho e minha respiração fraquejava novamente por um breve momento. Eram as emoções do homem incrivelmente apaixonado pelas mulheres que sou. - Eu com certeza vou falar com ela depois disso... - Respiraria fundo, tentando mais uma vez pôr a mente e a respiração em ordem. - ...Por isso... - Me levantaria de cima daquele lixo, posicionando-me mais uma vez como um boxeador. - ...VOU ACABAR DE VEZ COM ESSE CARA! - E então avançaria em direção ao meu oponente, ficando em meu alcance de ataques.

Assim que chegasse até ele a primeira coisa que eu faria era tentar atacá-lo em seu abdômen com um soco, mas claro, não esqueceria minhas esquivas, pois a partir daqui eu evitaria seus golpes contraindo meu corpo de forma a sair da rota de seus ataques. Se essas esquivas não fossem o suficiente para escapar usaria de pulos e impulsos para evitar o ataque e também para me posicionar em seu flanco, ou seja, estaria tentando me manter perto dele. Agora era hora de começar a usar ataques rápidos, esquivas ágeis e movimentação de pés ligeiros... Minha ideia nesse momento seria lutar como um verdadeiro boxeador, abusando de minha grande agilidade para me aproveitar do ponto fraco inimigo.

Depois de meu primeiro ataque, estando em entre minha movimentação constante eu faria mais um movimento ofensivo, dessa vez melhor elaborado. Giraria meu tronco, erguendo o punho direito e tentando ignorar a dor em meu ombro. - SOCÃO QUEBRA-MORAL! - E então avançaria o punho esquerdo, golpeando com força e firmeza o abdômen do inimigo. Essa era minha técnica, a qual eu usava para desestabilizar o oponente e criar espaço para mais golpes ao fazer ele recuar.

Caso Toguro fosse pego pela técnica e acabasse sendo atordoado pela potencia do golpe, eu aproveitaria para direcionar o punho direito com direção ao seu queixo, deixando o metal de minha manopla beijá-lo violentamente através de um soco. Após esse golpe, me movimentaria usando passos ligeiros para ir até sua lateral e aplicar um pisão em seu pé e também direcionar dois socos em suas costelas. Logo em seguida, giraria tendo a perna direita como apoio e aplicaria uma rasteira no brutamontes. Depois desses ataques, eu recuaria alguns passos para ficar longe do alcance inimigo para que assim eu pudesse ver o resultado de tudo aquilo.

Se ele não fosse pego pela minha técnica ou se ele não fosse desestabilizado pela força do golpe do socão quebra-moral, e também caso ele recebesse a sequencia de ataques consecutivas à técnina mas não fosse derrotado, eu deveria agir rápido. Me impulsionaria para seu flanco, onde eu tentaria dar um chute lateral em direção a sua bunda. Depois desse golpe, não ficaria parado, seguiria até suas costas com passos ligeiros e, uma vez estando lá, pularia e tentaria golpear sua nuca com um soco com a canhota e também aproveitar para imprensar uma joelhada em suas costas. Se conseguisse tudo isso, após dar os golpes em suas costas, eu chutaria a dobra de seus joelhos e esperaria ali por alguma movimentação por parte do brutamontes para que eu tentasse agir de imediato para contorná-lo mais uma vez para atacá-lo pelas costas com socos.

Na situação de em algum momento ele tentasse me atacar, usaria minhas esquivas e logo em seguida eu tentaria achar algum ponto em que ele deixou aberto graças a sua ofensiva e buscaria direcionar um soco neste local.

Caso ele agarrasse meu braço ou perna com apenas sua mão em algum momento, usaria disto como uma vantagem, pois eu atacaria seu cotovelo com joelhadas ou com cotoveladas, dependendo do membro o qual ele agarrou. Com isso, buscaria quebrar ou impossibilitar seu braço.

Na hipótese dele tentar agarrar meu corpo, eu me afastaria dele com pulos e depois tentaria encontrar alguma brecha para contorná-lo para prosseguir com meus ataques. Se apenas me afastar não fosse o suficiente, eu arriscaria um golpe perigoso, tanto pra mim quanto para ele: Pularia com a perna posicionada de forma a aplicar uma ''voadora'' no rosto de Toguro.

Nos casos de ataques direcionados a mim, como já especificado, eu tentaria sempre usar de contrações e movimentações de qualquer parte de meu corpo para ter certeza de que sairia da rota de ataques ou para pelo menos evitar que eu seja atingido em pontos vitais, como a cabeça. Caso tivesse espaço, usaria também pulos e impulsos para fugir do alcance dos ataques. Evitaria ir de encontro a paredes em minhas esquivas, para isso eu buscaria sair da cola de obstáculos.

Se mesmo com as esquivas eu estivesse para ser atingido, eu posicionaria meus antebraços em frente ao ataque com o objetivo de usar a dureza de minha manopla afim de evitar me ferir demais. Caso algum ataque me machucasse, tentaria superar a dor e continuar meu plano de ataque.

Tentaria também ficar atento ao cara que tinha apanhado na briga de antes e que acompanhara Toguro até o bar. Caso ele tentasse se intrometer, eu tentaria evitar seus ataques com as defesas já descritas antes e, se eu tivesse a oportunidade, tentaria o tirar de vez de combate o debilitando ainda mais, usando socos com alvos alternados entre cabeça, costelas e barriga.

Caso os capangas do brutamontes resolvessem entrar na briga, eu me afastaria do gigante e também deles para ficar em frente ao bar. - Kurihara! Chega aqui que eu acho que as coisas vão esquentar! - Se o gigante teria direito a aliados, por que não seguir a mesma ideia?

Socão Quebra-Moral:
 

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