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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [CF] Primeiros passos em uma nova estrada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyTer 5 Jan 2016 - 13:08

[CF] Primeiros passos em uma nova estrada

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Gregory W Ross, Kurihara L Riki e Yukimura Sanada. A qual não possui narrador definido.


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Wander
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyTer 5 Jan 2016 - 13:59

Acordei aos poucos, sem me mover. Estava levemente assustado... Fazia tempo que não lembrava de minha família, cheguei ao ponto de viver pensando que não tinha uma. O sonho foi breve, pois reviveu tantas emoções que acabei acordando repentinamente, como em um pesadelo. Suspirei e decidi deixar esses pensamentos de lado. Meu corpo ainda doía graças aos treinos rígidos de meu mestre Sirzek, conhecido como ''Velho Filho da Puta'' pelos mais íntimos. Se já não bastasse as surras, ele sempre tirava uma com a minha cara, e dessa vez ele me brigou a dormir no telhado de sua cabana. Estava deitado em cima de algumas folhas que reuni antes, e observava o céu, imaginando quando começaria a seguir meu rumo sozinho.

Era mais um dia de minha estadia em Briss Kingdom, aquela cidade que me agradava pela quantidade de mulheres belas. Só de pensar, já me animava, e aquele volume em minha calça - que sempre ocorre nas manhãs - demonstrava isso. Mas não demorava muito para que viesse a frustração... Eu não sou muito bom em agradá-las, embora tente o meu máximo.

Ah... As ruivas. Tão sensuais que não consigo ignorar uma. Mas as loiras me atraem demais, também... Hm, por falar nisso, tem aquela loira que eu tive que bater no grupo de caçadores de recompensa que veio atrás do grupo do Sirzek. Ela era bem gostosa. Mas, parando para pensar, será que aqueles caras do grupo dela vão ficar bolados? - Parei pra pensar um pouco, com os olhos fechados e um sorriso malandro no rosto.

Depois das reflexões e lamentações matinais, ergueria meu corpo e me espreguiçaria, reclamando mentalmente sobre as dores. Desceria do telhado da moradia de Sirzek e depois daria uma boa olhada em sua residencia enquanto me dirigia à entrada. - Ei, Velho! - Gritaria antes mesmo de entrar - Tô saindo. Vou usar o dinheiro que tenho para comprar algo em alguma loja de armas na cidade. Tem alguma a me recomendar? - Se ele me indicasse alguma, seria bom eu ir até ela, já que não haveria problemas com a reputação que tenho. - Mais uma coisa... Não demorará muito até eu decidir ir embora. Você sabe bem que eu não sou um revolucionário. Se for para ser um, seria apenas por interesse... Vou ser aquilo aquilo que todos acham que devo ser: Um pirata. Serei aquele que chegará em Laftel e roubará tudo aquilo que aquele homem reuniu. - Sairia logo em seguida.

Seguiria caminhando até a cabine velha da cidade e de lá eu procuraria a loja que Sirzek tivesse recomendado, no caso dele tiver me indicado uma, caso ele não tivesse me dito sobre alguma loja, apenas procuraria por qualquer comércio de armas.

- Uma manopla, por favor. - Seria direto com o vendedor, já mostrando meu dinheiro. Assim que a manopla estivesse em suas mãos, daria o dinheiro e depois sairia, equipando as luvas. Depois disso, sem nada para fazer, apenas observaria a movimentação das ruas, procuraria por beldades e concentraria em ouvir qualquer coisa interessante nas ruas.

OFF e Objetivos:
 

____________________________________________________

Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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Última edição por Wander em Seg 22 Fev 2016 - 15:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyTer 5 Jan 2016 - 16:25

~O Começo da Vingança~


Estar naquela ilha era como ver um filme de terror pela segunda vez. Lembranças de seu passado quando criança viam a tona em sua mente, como estilhaços de vidro diretamente em sua cabeça. Ainda não aceitava ter sido enganado, ter perdido seus pais, ter perdido sua vida! Mal conseguia dormir em paz sabendo que Zoar estava vivo por aí. Sem mais delongas, Yukimura acordava na velha casa de seu já falecido mentor, Brutus. O local não era lá grande coisa, apenas uma casa térrea com três cômodos, mas tinha aquele carinho especial, pois foi lá que ele viveu os 6 anos de sua vida sem seus pais.

"Poxa isso aqui tá uma bagunça" - Começava a pensar - "Acho que já está na hora de me desprender daqui e continuar trilhando meu caminho... Essa é última vez que piso aqui mestre! Obrigado por cuidar de mim e ter me ensinado à como ser um adulto, mas agora eu realmente preciso partir!" - Yukimura iria para a rua da cidade, para que pudesse sentir o sol em seu rosto e deixar o vento passar pelo seu corpo, como numa espécie de cerimônia de renascimento, pois agora não tinha mais como voltar, na verdade Yukimura não tinha mais salvação desde o momento que Zoar tinha entrado na sua vida, enganando-o e roubado o cruzeiro que trabalhava. Mas o momento mais marcante de fato foi ver seus pais morrerem injustamente na mão dos ricos, marinheiros e agentes do governo por falsa alegação de cooperar no assalto dos piratas, isso o garoto não podia perdoar, por isso queria tanto arrumar pessoas que o ajudasse a chegar na Grand Line para matar Zoar e fazer o máximo de tormento possível para a marinha e o governo.

-Zoar! Me aguarde!!! - Deixaria escapar um grito, não era para menos, sempre fica irritado ao pensar nesse homem. A ilha em si contribuía para a sua raiva, ele odiava Briss Kingdom, achava um lugar feio cheio de gente fútil, apenas preocupadas com aparências, considerava a população do lugar um monte de bonecos vazios, sem alma.

"Primeiro de tudo, eu preciso arrumar uma arma para que possa matar Zoar... O problema será encontra-lo na infame Grand Line, vou precisar de um grupo para isso, mas... como eu vou fazer isso??" - Pressionaria a sua testa com as duas mãos, num sinal de dificuldade para pensar - "Ahhhhhh que droga, mal sei por onde começar... Vamos pelo básico, vou a procura de uma lança."

Pensando em como poderia começar sua vingança, decidiu ir pelo óbvio, o qual seria arrumar uma arma. Tentando evitar ao máximo confusão de início, obviamente, pois não tinha sequer uma arma e também não lidava muito bem a socos e pontapés. Portanto o mais coerente à se fazer seria tentar comprar uma lança em uma loja de arma que parecesse ser mais "humilde", pois não tinha muito dinheiro. Levando em conta que encontrasse , pois ele viveu seis anos na ilha, diria para o vendedor ou vendedora da loja:

-Oi, eu quero uma boa lança que custe menos de cinquenta mil berries... A propósito, teria alguma coisa para que pudesse amarra-lá em minhas costas?


Dados escreveu:

╠1/15 Post(s) sem comer doce
╠ Objetivos: Juntar com o bando e conseguir uma lança por enquanto

OFF:
 
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyTer 5 Jan 2016 - 17:06

"Welcome to Gravity Falls"


A casa de Steve havia ficado em algum lugar lá atrás. Uma bela mansão que passara de seu avô para pai, de seu pai para ele e seus irmãos, agora como ultimo dos Bakers não podia retornar para o local onde sua família efetuara tamanho esforço. Se fosse o pequeno Baker de uma outra época, ficaria totalmente assustado, tremeria de medo por não saber onde ir, por estar sozinho sem seu amor, filhos e família, mas ele sabia exatamente onde ir.

O caminho era meio óbvio na cabeça do carpinteiro, iria até uma loja de armas mais próxima, compraria um bom calibre, capaz de pelo menos atravessar um crânio no meio e seguiria até a casa de Tom e o encheria de pequenos buracos. Não seria bem uma vingança e sim um ato de mostrar que ninguém trai sua confiança… Quem eu quero enganar? Steve esta louco para ver o seu melhor amigo implorando pela vida, pedindo perdão e a morte, poi o homem estava realmente interessado em uma vingança lenta e demorada.

Enquanto seus suaves passos seguiriam em direção a loja de armas onde o homem comprara seus antigos pares de revolveres, seus olhos estariam afiados e atentos. Qualquer reação estranha, qualquer sombra o perseguindo, marinheiros o observando com aquele olhar de “Eu conheço você, é o cara que dizem ser um revolucionário.”, não que isso importasse pois o homem mataria cada um deles sem nem mesmo piscar ou retirar o seu sorriso do rosto, pelo menos quando tivesse suas armas ele poderia fazer isso.

Por um segundo desviaria o olhar para os céus afim de notar o clima que se juntava a cima de sua cabeça, fosse Sol ou Chuva. Tinha interesse no clima, interesse em tudo, pois gostaria de lembrar exatamente como seria esse dia para que sua cabeça pudesse recriar a cena da morte de Tom inúmeras vezes até a hora de morrer e ir dessa para uma “melhor”. Steve parara para pensar naquela frase e achou um tanto engraçada. “Que pessoas iriam desta para a melhor? Somos todos os mesmo tipos de monstros, sejam civis, marinheiros, piratas e até os revolucionários, nunca irá mudar nada! Isso é um tanto hilário.” Sem se desviar do foco e do caminho, aquele pensamento ficaria em sua cabeça um tempo, desde que ficara na ilha, aprendeu a gostar de “conversar” consigo mesmo.

Um sorriso suave que tornava o contorno dos lábios um tanto graciosos, surgiria em sua boca, de certa forma estava feliz. Pelo menos seus filhos e amada não viveram tempo o suficiente para ver no que ele se transformou, no monstro psicopata que nunca mais voltaria a ser o bom e amado pai que um dia já fora. Agora não passava de um caçador de cabeças, lutando até o dia de sua morte e até o dia da morte de todos. Isso resumia a mente de Steve, resumia a mente de um homem que já não tinha pelo que viver.

Chegando na loja de armas observaria se a mesma estava fechada ou não. Na pior das hipóteses perguntaria olharia em volta em busca de alguém para lhe dar informações. Os passos se manteriam mansos, enquanto caminhasse na direção da pessoa e a supreenderia falando em um tom alto.

- Bah! Ei, você mesmo! Onde tem uma loja de armas próxima?  - Se ele começasse a fugir de Steve, o mesmo correria atrás dele tentando diminuir qualquer distancia que o outro inventasse de criar. Por fim seguraria o ombro da pessoa e falaria em um tom mais baixo, porém deixando sua aparência ficar mais séria. Sorriso sumindo, as sobrancelhas se tornando uma linha reta e os olhos castanhos mais vazios do que as cavidades nos rostos de um defunto.

- Acho que você não entendeu, meu bom coleguinha! Eu quero comprar armas, mas não quero ser obrigado as usar em você entendeu? - Ele aguardaria para que a pessoa esboçasse algum sinal de medo, para depois soltar uma grande gargalhada e instintivamente dar um tapinha no ombro desta. - Você devia ter visto a sua cara, sério!!! - Os olhos voltaria a ficar sérios. - Então, onde fica? - Esperava que depois dessa a pessoa respondesse, mas se não, teria que procurar por outra pessoa de preferencia uma que não parecesse sentir medo e não fosse um marinheiro.

Encontrando a sua rota, lançaria seus passos largos naquela direção sem hesitar, quanto mais rápido fizesse aquilo, mais rápido poderia brincar no novo parque de diversões que era o mundo. No local de compra olharia bem a fachada e tentaria avaliar se o local era de fato uma loja de armas, sendo uma desta, entraria, abrindo a porta indo diretamente para o balcão. Apertaria o queixo entre o polegar e os outros dedos, enquanto analisasse cada arma de fogo ali dentro, não tinha muito dinheiro e não era seguro assaltar uma loja de armas estando desarmado.

Colocaria uma das mãos a frente de uma pistola e esticaria o dedo, falando. - Esta aqui, me vende ela!!! - Caso não visse a pistola diria a quem quer que vendesse.- Arranja uma pistola para mim? Parceiro! - Quase em tom de suplica, enquanto olhava nos arredores para ser se não o olhavam feio. Voltaria a falar quando ele pegasse a arma. - Também preciso de um coldre de cintura e de balas, o máximo que der - Se conseguisse o kit completo, pelo dinheiro que tinha colocaria as balas na pistola, a pistola no coldre e o coldre na cintura. Se o dinheiro desse para as balas e arma mas não o coldre, colocaria as balas na arma e a arma no bolso da calça.

Depois de armado sairia a passos largos, em direção a casa de Tom, tinha certas contas a acertar com o seu velho e bom amigo Tom. Só de pensar no nome dele, um sorriso brotaria nos cantos dos lábios de Steve Baker, que anseava por um tiroteio
Objetivos escreveu:
- Comprar armas
- Matar Tom e fazer Steve se vingar
- Se juntar ao grupo

As coisas não precisam ocorrer nessa ordem.
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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyQua 6 Jan 2016 - 1:22


Algumas pessoas nascem para serem felizes, crescer, se casar, ter filhos, conseguir um bom emprego, viver tranquilamente, se aposentar e por fim morrer. Esse não era o caso dela. Seus olhos frios encaravam o horizonte, era impossível determinar o que se passava por sua cabeça. Talvez estivesse pensando em Baterilla e como foi bom ter saído daquele lugar antes que sua presença naquele lugar deixasse de ser completamente invisível, antes que algum Marine notasse que ela era uma ameaça ambulante, um vulcão adormecido prestes à entrar em erupção. Seus olhos vermelhos podiam apenas estar vagueando por uma infinidade de lugares que ela sonhava em conhecer ou apenas fugindo do passado sombrio que lhe perseguiria incessantemente até o fim de seus dias.

A ruiva respirou fundo sem mudar a expressão, era hora de se mexer ao invés de ficar parada ali olhando para o nada. Já estava de pé havia horas, o sono não lhe foi fiel aquela noite e a abandonou próximo ao raiar do dia, por isso resolveu tomar um pouco de ar e olhar o Oceano, sozinha. Companhia agora era o que menos queria, afinal qualquer pessoa estragaria o momento de homenagear as belezas do céu e do oceano com seu silêncio e profundos sentimentos entregues com um simples olhar. Fechou os olhos por um segundo acolhendo as imagens em sua mente enquanto se lembrava do quanto havia sofrido para chegar até aqui.

"O caminho não foi fácil, Pai" - ela pensouenquanto a respiração se tornava um tanto mais pesada, como se estivesse prestes a chorar, mas não o fez. Seus olhos se abriram assumindo um tom ainda mais frio e inexpressivo do que antes, um tanto sombrio por sinal.

Os dias em Baterilla lhe fizeram assim, era esse o preço da maturidade. Foi esse o preço do conhecimento, a vida de seus pais, seu direito de defesa e sua sanidade comprometida. Tudo isso foi o que ela pagou por causa daquela coisa insignificante, mas não era hora de ficar ali de braços cruzados. Chegar a Briss Kingdom foi só o primeiro passo para sua missão, agora era prosseguir no caminho e alcançar seus objetivos.

Daria então as costas para o mar e a bela vista do local e sairia em busca de seus objetivos. Ela podia não aparentar por sua postura calma e seu jeito indiferente, mas estava preocupada com algo. As mãos estavam inquietas e ela estalava os dedos um a um da mãos esquerda sem auxílio da destra em sinal de inquietação, olhava para os lados em busca de algo ou alguém talvez.

Havia chegado a Briss tinha muito pouco tempo, ainda não conhecia nada por ali e precisava de um lugar para trabalhar antes de mais nada, antes de dar seguimento a sua missão, ela precisava de um disfarce ou um simples lugar onde ela poderia fazer bom uso de seus conhecimentos. O que mais atraia a jovem na cidade era a velha história que havia ocorrido naquela cidade antes que ela viesse ao mundo, o tal ataque dos piratas ao QG da Marinha.

"Caras assim seriam bem vindos em Baterilla" - pensava ela enquanto caminhava.

Qualquer um que se opunha aos Marines e ao Governo já merecia sua consideração, portanto ajudar piratas e afins era um hobbie, desde que pagassem e prometessem causar algum estrago nos chamados "mocinhos" da história. Não importava se os piratas saqueariam a cidade ou ateariam fogo ali em algum momento, desde que estragassem os planos dos Marines estaria satisfeita. Mas isso seria muito difícil de acontecer, já que segundo diziam as más línguas, não houveram sobreviventes Marines no local, porém ainda havia Baterilla não tão longe dali e seus oficiais de meia tigela na certa rondavam Briss periodicamente.

Recuperou o foco, não era hora pra pensar em vingança ou em ver o circo pegar fogo. Antes de arrumar o tal serviço ou lugar para ficar ela ainda estava desarmada e isso não era bom. Vendeu sua única espada para completar as economias da viagem em Baterilla e agora não tinha armamento algum a sua disposição, portanto dirigiria-se para a loja de armas mais próxima em busca de uma espada, algo simples. Lâmina firme, afiada, leve e delicada, nada muito chamativo, porém que fosse excelente para furar ou fatiar quem quer que se colocasse em seu caminho.

- Quero uma espada. Leve e afiada de preferência. - diria assim que chegasse frente ao balcão da loja. Não estava ali para enrolação então seria rápida - Agradeço se ela vier com uma bainha e custar no máximo 50 mil berries. - o olhar frio e inexpressivo ainda tentando impor respeito sobre o atendente. Assim que obtivesse a arma que tanto desejava a embainharia colocando-a ao lado direito da cintura e buscaria algum hospital ou lugar que estivesse precisando de médicos, tinha uma pesquisa para terminar e muito trabalho a fazer.


Objetivos:
 

OFF:
 

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Fala - "Pensamento" - Narração

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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyQua 6 Jan 2016 - 3:09




O Filho Único

"Fearless."



~ O medo.

Os passos seriam calmos. Sem pressa alguma, na verdade. Afinal, a pressa acabaria com toda a diversão do trajeto. ~ Todos agem conforme seu medo. ~ Era o que me passava à cabeça enquanto tentava caminhar pelas ruas da cidade, buscando observar atentamente as movimentações, por mais singulares que fossem, era a sua diversão divina. Tinha prazer em ver as pessoas em seus ofícios habituais. Prazer em imaginá-las em situação de desespero, ou qualquer outra da qual não tivesse nada a perder. ~ Sem medo: Bestas liberadas. ~

Manteria as mãos enfurnadas ao interior de meus bolsos, era desnecessário qualquer esforço com minhas armas de combate. Afinal, talvez minhas palavras fossem tão efetivas quanto, dado o atual momento. ~ Sinto estar preparado. A entrada da Grand Line já não é segredo para mim.

Conhecimento.

Conhecimento sempre fora o meu único obstáculo desde a morte da minha família. Afinal, meu destino já havia sido traçado. Escrito e descrito à pincel dourado, embebido no éter dos deuses... Consumido pelas chamas do Destino, e consagrado como um Novo Deus Puro. ~ Esse serei eu. Só me falta Poder... ~ A imagem do antigo Rei dos Piratas me veio à mente, junto de um turbilhão de ideias e inspirações. Prosseguiria andando pelas ruas. Procurava, de forma mais simples e rápida possível, uma loja qualquer onde eu pudesse encontrar armamentos.

~ ... E pessoas dispostas a se sacrificar pelo mesmo ideal. ~ Um sorriso se montaria em meus lábios, expandindo-se de forma sutil. - Uma... - Começaria, logo após adentrar na loja, por um momento esquecendo de minhas intenções ali. - ... Manopla. - Pagaria o necessário, mantendo o tom de voz calmo e prepotente. Superior. Divino.

~ A busca por poder... Começou, tsc.













Objetivos:
 

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Falas da Aggy
Falas de Players Aliados
Falas de NPCs Aliados
Falas de Inimigos




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Takashi Kiyoshi
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyQua 6 Jan 2016 - 17:47







Takashi Kyoshi
O Atirador Psicopata




Gregory W Ross

  Aos poucos, o jovem boxeador de cabelos loiros despertava, com sua visão ofuscada pelos raios solares e o incrível som de pássaros, que sobrevoavam juntos em meio ao infinito céu azul. O menino que se encontrava solitário no momento, refletia sobre todas as mulheres belas que se encontravam na cidade. Algumas ruivas, outras loiras, no final, tudo que importava é que eram belas mulheres.
  Finalmente, após toda aquela reflexão e pensamentos sem sentido, Gregory se levantava e se espreguiçava, assim como toda pessoa normal faria. Após descer do telhado, o mesmo observava a pequena residência em que morava detalhadamente.

  -Ei, Velho!Tô saindo. Vou usar o dinheiro que tenho para comprar algo em alguma loja de armas na cidade. Tem alguma a me recomendar? - Gritava o garoto para seu mentor enquanto entrava em sua casa.

  -Você é bom usando seus punhos, acha que deve comprar que tipo de arma?Um bastão? - Respondia ironicamente o homem que se encontrava ocupado construindo algo.

  -Mais uma coisa... Não demorará muito até eu decidir ir embora. Você sabe bem que eu não sou um revolucionário. Vou ser aquilo aquilo que todos acham que sou: Um pirata. Serei aquele que chegará em Laftel e roubará tudo aquilo que aquele homem reuniu! HAHAHA - Dizia o jovem boxeador se retirando de casa e indo em direção a cidade.

  Durante sua caminhada, o garoto sem uma recomendação de seu mestre, buscava encontrar uma loja de armas, porém não era tão fácil assim. Após um longo tempo procurando, o menino avistou uma pequena loja. Seu interior continha diversas armas, com uma incrível variedade. Possuía lanças,espadas,facas,revólveres, e todo tipo de arma imaginável.

    -Olá, o que o senhor deseja? - Dizia uma jovem loira e carismática que logo se dirigia com um sorriso para Gregory.

    -Uma manopla,por favor. - Dizia o mesmo sendo bem direto para a bela menina.

    -Obrigado, volte sempre! - Respondia a menina logo após entregar as manoplas para o menino e guardar o dinheiro.

   A cidade que parecia inicialmente meio deserta, se encontrava cada vez mais cheia, assim como o Sol brilhava cada vez mais forte. Belas mulheres passavam pelo local, com diferentes características. Algumas acompanhadas de  homens, outras de crianças, e uma pequena quantidade até mesmo solitárias. O menino agora com suas manoplas se encontrava parado, em meio ao grande movimento que o cercava,observando tudo ao redor.

  -Ei! Você! é Baker,certo? O carpinteiro assassino! Eu vou matar você ! - Dizia um homem desconhecido em meio a multidão. Sua voz era grossa e rouca, aparentemente vinha de um homem grande não muito distante.

  Havia mais três homens em meio a confusão, porém aparentemente, um se encontrava sozinho contra outros três.O provável Baker se encontrava imóvel, enquanto encarava o outro.As pessoas que percebiam a confusão logo concentravam suas atenções ao redor dos dois homens, mas o que faria o jovem boxeador? Ignoraria a confusão e iria para outro local, observaria tudo com atenção de longe ou iria tentar interferir?

Yukimura Sanada




  Passaram-se longos seis anos desde que a vida do pobre garoto havia sido destruída, porém as lembranças de seu passado ainda atormentavam sua mente, despertando no mesmo ódio por pessoas da alta sociedade, do governo e marinheiros, que foram de certa forma responsáveis pela morte de seus pais. Agora o menino se encontrava sozinho, disposto a se tornar um pirata e seguir para a Grand Line atrás de Zoar, o homem responsável pela revira-volta na vida do jovem lanceiro.
  Após observar o local a sua volta e refletir sobre tudo que o acontecera até ali, o garoto estava decidido a deixar definitivamente a moraria de seu mestre e dar início a sua jornada, honrando a memória de seu mestre e indo atrás de sua vingança.

  -Zoar, me aguarde!!! - Gritava o menino instintivamente após pensar no homem que tanto odiava.

  "Primeiro de tudo, eu preciso arrumar uma arma para que possa matar Zoar... O problema será encontra-lo na infame Grand Line, vou precisar de um grupo para isso, mas... como eu vou fazer isso??Ahhhhhh que droga, mal sei por onde começar... Vamos pelo básico, vou a procura de uma lança.'' - Pensava o menino enquanto iniciava sua caminhada pela cidade que tanto odiava.

  Os locais que o garoto passava se encontravam cada vez mais movimentados, inicialmente eram poucas pessoas, porém quanto mais perto da cidade mais pessoas o cercavam. Para o jovem lanceiro, achar uma loja de armas parecia fácil , pois ele vivera 6 anos na ilha. O grande problema era encontrar uma loja ''humilde''. O menino procurou bastante porém a única loja que achou se chamava ''Kingdom Arms''. Nela haviam diversos tipos de armas, desde armas brancas até armas de fogo poderosas, as paredes exibiam um belo tom dourado e as prateleiras eram de uma vidraça aparentemente resistente.Ao entrar no estabelecimento, o menino percebeu outro garoto que se retirava do estabelecimento e parava perto do local, talvez esperando alguém.Ele carregava manoplas consigo e tinha cabelos loiros.

  -Ei, você! Deseja algo?Meu nome é Nina, prazer! - Dizia uma menina olhando para o lanceiro, que logo se aproximava da mesma.

  -Oi, eu quero uma boa lança que custe menos de cinquenta mil berries... A propósito, teria alguma coisa para que pudesse amarra-lá em minhas costas?

  -Tome, custa 30.000! E isso é para amarrá-la em suas costas. - Respondia a menina entusiasmada como sempre.

  Assim como em toda negociação, a jovem pegou o dinheiro e o menino pegou a lança juntamente de uma faixa marrom, para que pudesse prender o armamento em suas costas. Ainda dentro da loja, o menino observou que um movimento estava se formando do lado de fora, não muito distante, aparentemente uma confusão, o que o mesmo faria?

Steve Baker



Se tem alguma coisa que pode fazer um homem bom atingir o topo da insanidade e despertar um desejo imparável de vingança é aquilo que chamam de traição. Uma família inteira massacrada e quase extinta por causa de outra, esse é o peso que carrega o sobrenome Baker.Um sobrevivente com sede de vingança que possui fama de criminoso, é tudo que restou. Neste exato momento, o imparável Steve seguia pelas ruas de Briss Kingdom a procura de uma loja de armas próxima, para que pudesse comprar uma arma e saborear sua vingança.
 
Durante sua caminhada, o homem prestava bastante atenção a sua volta, reparando nos mínimos detalhes da cidade, que se encontrava um tanto quanto vazia.Algumas pessoas passavam pelo homem e mantinham um olhar intrigado, como se o conhecessem de algum lugar porém não se recordassem totalmente. Em meio a sua caminhada, o atirador parou por um momento e virou seus olhos para o céu, refletindo consigo mesmo sobre os mistérios da vida. Depois uma breve caminhada, o homem encontrou uma loja aparentemente chique, com a pintura vermelha e uma enorme prateleira de armamentos.

  -Olá! Acabamos de abrir! O que o senhor deseja? - Dizia uma linda menina detrás do balcão.

  O homem se aproximou com passos largos do balcão, onde se apoiou e observou bem as armas que ali se encontravam

  -Esta aqui, me vende ela!!!Aliás também preciso de um coldre de cintura e de balas - Dizia o homem animado apontando para um revólver na prateleira.

  -Toma aqui a arma. Sobre o coldre, desculpe mas acabou. A arma custa 30.000, sendo assim sobra dinheiro para 4 cartuchos de 8 balas, totalizando 50.000 . - Dizia a menina enquanto entregava o revólver com a munição e recolhia o dinheiro.

  O homem então agora armado saía do estabelecimento com o objetivo de chegar até a casa de seu ex amigo Tom. Logo após sair do local, três homens o paravam e começavam a atrair uma multidão para si mesmos, como se uma briga estivesse perto de acontecer.

  -Ei! Você! é Baker,certo? O carpinteiro assassino! Eu vou matar você ! - Dizia um dos homens,com um olhar furioso em sua face.

  Baker se encontrava parado em frente aos homens, com a pistola carregada e outros 3 pentes de munição guardados no bolso de sua calça, o que ele faria? Evitaria a confusão ou entraria de cabeça na mesma?

Akane Kazumi



  A espadachim de cabelos e olhos escarlates se encontrava parada em meio as pessoas que passavam pelo local atual, observando o mar, que se movia lentamente para um lado e para o outro. O vai e vem das águas na terra fazia um barulho aconchegante, assim como o cantar dos pássaros que alegres sobrevoavam o local. Depois de tanto refletir sobre seu passado e os motivos que a levaram até ali, a mesma levantava-se, dando as costas para o mar enquanto decidida dava início ao seus objetivos. Inicialmente a ideia da jovem era um disfarce, trabalho, ou qualquer coisa que desse início a uma nova vida naquele lugar, que até então pouco conhecia.
  Rapidamente, a mulher se lembrou que estava desarmada, coisa que significava perigo constante, sendo assim, a mesma decidiu procurar uma loja de armas mais próxima, para que assim pudesse conseguir uma espada e assim tanto se defender quanto fatiar quem entrasse em seu caminho. Por sorte, a menina se encontrava perto da loja, conforme o dia passava, o sol ficava cada vez mais forte, igualmente as pessoas, que cada vez mais tomavam conta do local. A loja ficava perto de uma praça, que aparentemente era como um centro comercial.

  -Quero uma espada. Leve e afiada de preferência. - Dizia a espadachim ao entrar na loja e se aproximar do balcão, onde se localizava uma menina.

-Olá! Aqui está, esta é perfeita para você! E já vem com uma bainha preta e vermelha inclusa!Custa 30.000 - Sorria a menina enquanto entregava a espada e recolhia o dinheiro.

  Após pegar arma e se retirar da loja, a menina agora armada ficava surpresa com o tanto de pessoas que estavam se movimentando na cidade. Em alguns minutos, era como se a quantidade de pessoas tivesse dobrado. Grande parte das pessoas, envolvia quatro homens, que pareciam discutir ou algo do tipo. O que faria a espadachim? Continuaria seu caminho para o hospital ou interferiria?


Kirihara L Riki



  Sozinho, o jovem boxeador caminhava pelas ruas de forma lenta e sutil, observando cuidadosamente o local ao seu redor, as pessoas que o frequentavam, o que faziam e até mesmo como eram suas expressões nas horas de apelo pela própria vida e desespero. Suas mãos até então se encontravam dentro de seus bolsos, sem utilidades, apenas esperando o momento em que pudessem ser úteis. No momento, o único poder que o jovem precisaria era aquele vindo da sua boca, as simples porém não dispensáveis palavras.Na busca por armamentos, o jovem caminhava pelas ruas, com um breve sorriso, refletindo sobre tudo aquilo que poderia o tornar um novo Rei dos Piratas. O jovem já possuía o grande dom da liderança, então não seria tão difícil, tudo que precisava era apenas poder e confiança, não só em si mesmo mas também de um bando, que pudesse o apoiar e dar a vida para que seus objetivos fossem cumpridos.

  O dia se encontrava belo, raios de sol tomavam conta da ilha, o que significava um bom dia para o comércio. O lugar parecia um ninho de formigas, se encontrava com um grande movimento e algumas lojas, como as de roupas, se encontravam lotadas. Porém, a loja na qual o jovem procurava até então se encontrava vazia.

    -Uma...Manopla! - Dizia o menino logo ao adentrar o local, quase esquecendo o seu pedido.

-Você é do daquele tipo meio confuso né? Haha! Hoje os negócios estão bons, muita gente comprando armas.Já vendi manoplas,espadas e revólveres.Pretendem fazer uma guerra? - Dizia uma menina de cabelos loiros atrás do balcão.

  Após pegar as manoplas, equipá-las e dar o dinheiro a moça, o homem antes mesmo de sair do estabelecimento, percebia uma confusão se formando, porém não conseguia enxergar claramente, graças a grande quantidade de pessoas que cercavam o local. O que seria aquilo? Promoção? Briga? O jovem só saberia indo até o local.



Atendente Amorzinho:
 


Três Caras:
 



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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyQui 7 Jan 2016 - 6:52

BEM VINDOS A QUEDA DA GRAVIDADE!!!!!!!!!


O tiroteio batia a porta de Steve Baker e como um bom e velho sangue frio maluco que era, não deixaria esta oportunidade de ouro passar batido. Os três homens que queriam um embate com o Carpinteiro Assassino, pareciam… Bem estúpidos por querer lutar com alguém que tivesse essa alcunha, mas não era só isso… Eles pareciam, criminosos, mais criminosos do que o próprio atirador, pensar nisto fez o homem soltar um risinho quase doce ao som de quem ouvisse.

- Criançada, vocês são bem ingenuo, não acham? - A voz rouca viajaria pelos ouvidos de todos que estivessem nos arredores, pela altura que mesma sairia da boca do Baker. - Podem começar a correr, coleguinha, vou contar até 3. - Levantaria a mão esquerda com três dedos levantados, enquanto a direita repousava na cintura, antes que um dos dedos abaixasse, sacaria a pistola coma direta. - VAMOS BRINCAR, SEUS RAPAZINHOS TRAKINAS!!!! - Os lábios irromperiam em um sorriso e então em uma gargalhada tão imensa que soaria estrondosa para qualquer um, todos saberiam que se tratava de um maníaco, um louco sem sanidade.

A palma da mão três dedos ficariam envoltos ao cabo da arma no bolso. Steve retiraria rapidamente a mesma para não perder nenhum tempo, durante a subida o indicador iria para o gatilho, enquanto o polegar subiria para a trava. Dobraria o polegar para destravar a arma, o braço completamente esticado a sua frente, a arma estava na altura de seu rosto enquanto sua mira se encontrava na altura do olho. Os olhos castanhos de Baker calmos e vazios notariam, quase mortos, o cano da arma seria movimentado pelo pulso, caso fosse necessário moveria o pulso para trás (levantar o cano da arma) ou para baixo (abaixar o cano da arma) e se ainda fosse mais necessário deixaria a arma se afastar do rosto e ele usaria o braço para movimentar.

Giraria todo seu tronco com a arma e tudo mais em direção ao inimigo mais próximo e deixaria o indicador fazer o trabalho de disparo. A bala de uma arma é algo rápido e que faz bastante estrago, pelo menos é o que Steve imaginava e contava com isso. Ele endureceria os músculos quando fizesse o disparo, não iria querer que a arma saísse voando ou que arma voltasse contra seu rosto. Agora ele estaria se preparando para uma esquiva necessária contra aqueles três adversário e para isso abaixaria a pistola na altura da cintura para evitar se atrapalhar com a mesma.

Se os golpes fossem verticais, diagonais ou estocadas e não simultanêos, o homem tentaria correr para longe do golpe ganhando distancia entre os inimigo. Sua voz rouca voltaria a falar durante sua pequena corridinha para fugir. - Quase, ein parceiro? Acho que vocês três não estão em sincronia amigos… Mas relaxa eu tenho um jeito de consertar isso, sincroniza-los perfeitamente. -

Contra golpes simultâneos, não teria escolha, precisaria olhar atentamente a direção dos ataques e achar uma brecha, fosse um golpe muito lento, um ataque que deixasse uma grande abertura para passar. Aproveitaria dessa brecha para se possível, girar uma cambalhota para longe deles, ou caso fosse necessário, correr em direção da parede da loja de armas, pisar  duas vezes na mesma como se pretendesse escalar e pular para outra direção longe dos “Assassinos de Baker”. Os lábios se apertariam em um bico e uma bufada de ar sairia como um assovio que transparecesse o pesamento do carpinteiro “Ui, que medo!”.

Com uma distancia seria novamente seu momento de atacar e acabar com eles. A pistola desta vez estaria na altura de seu rosto, a mira mais uma vez sob o olho direito. O castanho escuro de seu olhar cintilaria com a arma, juntos eram uma dupla mortal e Steve sabia muito bem disso. Usaria o ombro para subir e descer a mira, ao invés do pulso e o tronco para girar sua posição se necessário, rapidamente moveria o conjunto em direção ao lutador mais próximo e fingiria que puxaria o gatilho, ele provavelmente se esquivaria. Se o fizesse e se não o fizesse  o homem ajustaria a mira mais uma vez e atiraria, antes que tivesse chance de se recompor.

Depois disso diria bom e alto tom. - Cordialmente eu sinto que minha presença está sendo requerida em outro local, meus bons duelistas!!!! - Colocaria alguns passos para trás e em seguida giraria todo seu corpo na maior velocidade que o próprio Baker conseguiria. Dobraria os joelhos e iniciaria a corrida, coluna um pouco curvada para sempre e a arma na altura da cintura para evitar que fosse atacado ou coisas piores. Algumas vezes daria uma espiada para trás para ver se não lhe atiravam nada e se assim fosse, tentaria sair do caminho do projétil ou seja lá o que fosse."Estúpidos primatas imbecilizados!" O pensamento o faria sorrir de orelha a orelha, ele sabia que eles tentaria o seguir e assim esperava, pois na próxima vez que Baker virasse para vê-los eles estariam mortos.

Ele continuaria correndo e procurando por um beco onde pudesse entrar, mas só entraria quando ele estivesse o vendo virar no beco, então ficaria esperando um tempo se fosse necessário até entrar naquilo que ele chamava de "cova ao ar livre". O carpinteiro entraria e ficaria de costas para as paredes do beco, apenas observando seus inimigos entrarem no mesmo.

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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyQui 7 Jan 2016 - 15:22



- Reunião dos infames -

Era um dia ensolarado, com uma melódia de cantos de pássaros e várias mulheres belas para me alegrar. Não era um dia bom para me decidir começar a trilhar o estressante caminho da pirataria, mas já havia adiado demais. - Carpinteiro Assassino? - Pensei, me recordando desse nome infame. O destino parecia estar ao meu lado, pois logo ao lado já encontrava a oportunidade de chamar a atenção da população e da marinha. Tentaria conter o riso ao ouvir o atirador solitário falando com seus carrascos e já começaria a andar lentamente pela rua, em direção aos três homens. - Esses caras... Arrumando confusão em frente a loja de uma garota tão inocente... - Em meu caminhar, eu não demonstraria qualquer interesse na briga, apenas me aproximaria em silencio da lateral daquele que estivesse na ponta daqueles três indivíduos.

Continuaria até chegar ao lado de meu alvo e então, repentinamente, meu punho arrancaria em um soco rápido direcionado à têmpora do cara. Aquela era a largada... O começo de minha trajetória na pirataria.

Dando certo ou não, após essa iniciativa que tive eu estava envolvido com o combate e, tendo isso em mente, me afastaria do alcance deles usando impulsos para trás, com os punhos erguidos, olhos de fúria e esbanjando confiança em seu olhar. - Já devem ter ouvido sobre mim nessa cidade... Sou Gregory Ross, aquele que vai quebrar a cara de vocês - Permanecia sério, com um olhar intimidador.

A partir daí, começaria outra etapa de minha ofensiva: A espera de um contra-ataque. Esperaria algum deles avançar contra mim e caso isso não acontecesse, me aproximaria de um deles para atrair seus ataques e novamente pularia para fora de seu ataque, com o objetivo de puxar sua atenção para mim, para que eu ganhasse um oponente.

Caso o inicio da etapa de contra-ataque desse certo e eu tivesse um oponente vindo contra mim, esperaria seu ataque pacientemente. Assim que o ataque viesse, o que eu faria seria apenas esquivar. Ficaria atento à movimentação inimiga e reagiria conforme fosse o melhor para escapar e em seguida contra-atacar.

Caso o ataque fosse um golpe direto, como, por exemplo, estocadas ou socos retos, eu jogaria o corpo para o lado e também contrairia meus músculos para levar meu corpo para longe da trajetória do ataque. Em seguida, retaliaria usando um soco com a mão direita na barriga do adversário e emendaria esse ataque com um soco com o punho esquerdo em direção ao queixo do inimigo. Com esses ataques, procurava ter a chance de atordoar o inimigo ou tê-lo recuando.

Na possibilidade de seus ataques serem baixos, como, por exemplo, rasteiras ou golpes contra o meu saco, eu agiria rapidamente e pularia para trás, saindo do alcance do ataque inimigo. Após a esquiva, sem demoras eu efetuaria um impulso em direção à lateral do meu adversário, com o objetivo de me posicionar em seu franco. Dessa forma, aproveitaria sua distração com o ataque de antes para atacá-lo com dois socos de ambos os punhos: Um em direção à sua têmpora e outro em sua nuca, buscando diminuir suas chances de bloqueio.

Se fosse tentado golpes altos em minha direção, como socos em meu rosto ou cortes em horizontal, eu me abaixaria e rapidamente direcionaria um soco na virilha do inimigo ou em seu joelho, dependendo de qual estivesse mais fácil de ser atingido. Após o primeiro soco, arriscaria subir em um uppercut direcionado ao seu queixo.

Caso tentassem golpes na diagonal, pularia para o lado oposto o qual o golpe vinha e, em seguida, me dirigiria para o flanco do inimigo para aproveitar sua distração com o ataque e efetuar um giro em meu tronco para dar um soco potente na mandíbula de meu adversário e em seguida emendar um golpe em suas costas.

Porém, haveria a chance deles não virem até mim, e com isso eu avançaria até eles ficando meio arqueado para a frente e, no ultimo instante, efetuaria um impulso para o lado direito buscando chegar na lateral daquele que estivesse na ponta. Com isso, golpearia sua cabeça com um soco e depois dirigiria outro soco para suas costelas e em seguida recuaria com vários pulos.

No caso de mais de um viesse, não me amedrontaria, também avançaria na direção deles e, assim como na outra tática, no ultimo momento eu me impulsionaria para o lado, ficando no alcance de apenas um dos inimigos e aproveitando isso para golpear sua cabeça com dois socos de ambas as mãos, para depois recuar.

Para a possibilidade de ataques de longa distancia, eu faria as mesmas ações que tinha em mente no caso de nenhum deles tivesse avançado, só que me aproximaria em zigue zague e assim que chegasse nos inimigos, efetuaria os ataques descritos e em seguida me afastaria, movimentando-se sem parar em zigue zague.

Se em algum de meus movimentos conseguisse atordoar o inimigo, eu aproveitaria para efetuar dois soco potentes mirando seu abdômen e queixo.

Depois que eu efetuasse minhas ofensivas, me manteria longe do alcance inimigo, seja usando passos rápidos, corridas, fintas ou pulos, apenas me manteria longe para que eles pudessem se cansar e também para que o marceneiro tivesse a chance de pegá-los desprevenidos.

Se, mesmo com minhas estratégias, eu fosse atingido por algum adversário lutador de curta distancia, tentaria agarrar com ambas as mãos o que ele tinha usado pra me atingir para puxá-lo abruptamente para perto de mim e, rapidamente, soltar a mão direita para tentar desferir vários socos em sua cabeça e pescoço, com o objetivo de nocauteá-lo.

Por último, é importante realçar que eu não efetuaria esquivas apenas quando planejava atacar. A qualquer momento, poderia usar de pulos e impulsos para tentar fugir dos golpes e também contrairia meu corpo para ter certeza de que sairia da rota do ataque. Como ultimo recurso, caso eu percebesse que um esquiva não iria dar certo, eu tentaria bloquear o ataque usando minhas manoplas.

Se a briga terminasse, me aproximaria do Baker falando - Ei, eu acho que conheço sua reputação nessa cidade. Sou Gregory W Ross, pretendo ser um pirata conhecido. A primeira coisa que preciso é de uma recompensa pela minha cabeça... Creio que um ''carpinteiro assassino'' poderia arranjar algo que atendesse seus objetivos e que também ajudasse nos meus, certo?



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Última edição por Wander em Sex 8 Jan 2016 - 12:16, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada EmptyQui 7 Jan 2016 - 16:37

~Primeiro Sangue~

Yukimura seguiu para comprar sua lança, chegando a loja teve um leve impacto. Ele encontrou uma bela moça vestida com uma simples peça de roupa, e não aquelas roupas exuberantes da famosa "ilha da moda". Enfim, não teve tempo para nada, pois logo foi abordado com uma saudação amigável da atendente, a qual denominava-se "Nina". A garota foi rápida e prática, trouxe-lhe logo sua requisitada lança e ainda uma faixa marrom para que o garoto amarra-se a lança e tivesse suas mãos livres.

-Obrigado - Diria seriamente, porque não confiava nas pessoas e era um pouco tímido, mas não deixaria de aproveitar a proximidade para dar uma inspecionada nas curvas da moça, o que uma olhada tem de mau? Se perguntava. Mas é claro que tentaria olhar disfarçadamente, fingindo estar observando a lança.

Sua olhadinha boba não teve muito tempo de duração, pois ali na rua em frente a loja estava havendo uma confusão. Pessoas começavam a se aglomerar e infelizmente devido à isso, não podia saber o que se passava ali. "Mas que merda toda é essa?!" - Começaria a pensar - "Julgando pela aglomeração de pessoas, pode ter sido um pirata ou até mesmo um revolucionário que se deu mal, ou uma briga qualquer, quem sabe". - Tamparia a boca com sua mão direita, na classe pose de quem está tendo uma idéia - "PERFEITO! Se eu ajudar alguém com problemas assim, posso pedir uma ajuda em troca!".

Seguindo com seu plano arquitetado, Yukimura seguraria sua lança com a mão esquerda, deixando-a na horizontal, para que pudesse pressionar levemente a ponta da lança com seu indicador direito, até que saísse um pouco de sangue de seu dedo. Com isso, esperava avaliar se a lança seria capaz de penetrar o corpo de um homem. Após inspecionar a qualidade do armamento, apoiaria a lança no balcão e pegaria a faixa marrom que lhe foi dado. Amarraria-a na barriga, na altura necessária para que a lança não fique batendo no chão e atrapalhe seu movimento. Deixaria o nó feito ao lado esquerdo do abdômen.

Respiraria fundo, deixando todo o ar estufar seu peito, depois o soltaria pouco a pouco, em um lento e monótomo assopro. Viraria para o balcão uma vez mais a fim de pegar a sua lança, segurando-a fortemente com seu braço esquerdo para que não a deixasse cair em meio a confusão.

Claro que gostaria de chegar ao local da briga furtivamente, mas não tinha nenhuma perícia na área, todavia esperava que o tumulto ocultasse de certa forma a sua chegada. Enfim, sairia à passos largos da loja, empurrando com os ombros as pessoas que estivessem em sua frente, além de ficar falando "sai, sai, sai".

Contando que chegasse ao núcleo da confusão, tentaria ouvir alguma coisa para entender o que estava acontecendo. Se realmente fosse uma briga como imaginava, contaria quantos homens estavam nesta e também seus armamentos, além de olhar quais daqueles aparentemente era o mais forte e/ou com melhor armamento, dando destaque para aquele que tenha alguma arma de fogo. Para garantir que tenha uma visualização de todos os ângulos, daria a volta por meio das pessoas para procurar armas escondidas. Entretanto, sua maneira de ataque seria a mesma para homens armados ou não, apenas daria preferência ao que foi listado acima.

Tentaria abusar do elemento surpresa e também utilizaria movimentos de combate simples, visto que sua lança não era lá grande coisa. Com a mão direita seguraria na base da lança e deslizaria a esquerda em direção a ponta da lança até quanto seu braço permitisse. Flexionaria levemente as pernas, deixando a esquerda na frente da direita. Aproveitando sua alta capacidade de aceleração, tentaria realizar uma estocada surpresa na perna que estivesse mais próxima de Yukimura. Com sua boa precisão, tentaria realizar o golpe de cima para baixo na diagonal, partindo da coxa e indo em direção ao joelho. Em seguida, pisaria na panturrilha da perna ferida, tentando fazer o homem cair e também para puxar sua lança para fora. Considerando que tudo até aqui deu certo, bateria com o a ponta não cortante da lança na nuca do homem, tentando nocauteá-lo ou apenas joga-lo de no chão, pois o objetivo de Yukimura não era matar, apenas deixa-los incapacitados.

-Esse aqui era amigo de vocês? Melhor correr para ajuda-lo em!! - Diria rindo para os outros (apenas falaria se conseguisse derrubar o homem).

Tendo derrubado o primeiro homem, pularia para trás para preparar-se ao bloqueio dos outros que sobrariam (ficaria na mesma posição de guarda que fez ao atacar). Para golpes não simultâneos ou não na horizontal, seguraria a lança na vertical com as duas mãos e a moveria para frente, deixando o golpe acertar a lança. A mesma coisa para os golpes na diagonal e vertical, apenas mudaria a direção da lança para a horizontal. Para golpes simultâneos, pularia no meio da multidão se escondendo atrás das pessoas, pois com muitas pessoas em volta seria difícil sofrer outro ataque simultâneo.

Depois de todos os movimentos de batalha, olharia para a(s) pessoa(s) que estava ajudando e diria:

-Eai, eu te ajudo e você me ajuda, o que acha? - Aguardaria para ver como seria o desenrolar da situação.
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