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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptySeg 04 Jan 2016, 21:57

Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Thwor Moldvay Ironfist . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptyTer 05 Jan 2016, 01:01


     

 Duvida Cruel, um só Objetivo, Matar o Papai!!! 

“ O destino me trouxe ate aqui ” pensava enquanto observava toda cidade, minha busca por vingança e incansável. Mais não era qualquer tipo de acerto de contas era algo que para mim esta acima de tudo, bom precisava aproveitar um pouco da cidade e gastar o pouco dinheiro que possuía. “ Hmm, acho que preciso logo de uma arma e munição, vamos dar uma olhada no que consigo aqui na cidade” Focado em conseguir uma arma Ironfist então começaria a caminhar pela cidade, sempre com passos tranquilo e olhando atentamente as coisas e cada loja por onde passava.

Thwor então pediria ajuda no caso não conseguindo encontrar, falaria com a primeira pessoa com quem encontrasse, com uma voz calma então pediria. “– Gostaria de saber onde fica a loja de armas? Poderia me informa.” Não conseguindo na primeira iria perguntando para outras pessoas, enquanto perguntava manteria sempre seus olhos atentos, conseguindo a informação seguiria para o caminho indicado.

Em seguida assim que chegasse a loja de armas, primeira coisa analisaria todos ao meu redor, apos uma breve observação então seguiria para o balcão em busca de falar com o vendedor, antes na duvida perguntaria se era realmente o vendedor para não pagar nenhum tipo de mico. “– Ola, e o vendedor.” assim puxaria o assunto com quem estivesse no balcão. “ Espero que ele tenha o que eu realmente preciso.” Então voltaria a falar. “ – Estou precisando de uma arma de fogo e munições, quanto custa?” Gostaria muito que tivesse em um preço acessível.

Caso tenha o dinheiro necessário, compraria e se fosse possível pegaria dois cartuchos de bala e guardaria comigo. “ – Senhor, chegou a conhecer algum bárbaro chamado Schar?” Fecharia meu rosto por um momento, aguardando resposta, tinha ouvido dizer que ele foi para a tal de Grand Line, porem gostaria de ouvir de mais pessoas isso. De fato não sabia muito o que fazer no momento pois precisava ganhar dinheiro e então era hora de correr atras de um trabalho ou um jeito de ter dinheiro enquanto posso continuar procurando pelo meu pai.

Enquanto caminharia para fora da loja de armas pensaria. “ Talvez se eu engessasse na marinha, poderia me ajudar a chegar mais rápido ate meu pai, alem de eu ir ficando mais forte ali dentro do QG.” Pararia um pouco de andar, coçaria um pouco a cabeça. “ Isso também pode atrasar um pouco meu lado e eu posso perder muito tempo.” Voltaria a andar minha cabeça entrava em duvida no que fazer, talvez a ideia da marinha não seja ruim, mas de fato precisava de um jeito de ganhar dinheiro. Iria andando pelas ruas de Las Camp, procuraria uma taverna próxima, quem sabe não conseguiria algum anuncio ou algo no próprio estabelecimento.

“ Com calma, tudo pode se resolver .... Pense ... Thwor .... Preciso de informações sob como chegar na Grand Line e na taverna tentarei conseguir isso!!!! Schar prometo uma morte dolorosa, Pai!!!” Assim continuaria andando ate chegar em uma taverna, bar, etc. Na porta olharia todas as pessoas dentro do estabelecimento uma por uma, pesquisaria com quem poderia conseguir informações, no caso de não achar apenas seguira andando.

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MensagemAssunto: Re: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptyTer 05 Jan 2016, 14:43

~~ Narração ~~


O jovem Moldvay peregrinava próximo ao centro da cidade de Las Camp, uma cidade cujo clima não era fixo, mas por incrível que parecesse o sol predominava já alguns dias. A ilha era quase toda composta por casas, condôminos, lojas, laboratórios e o QG da marinha. Enquanto estava convicto de sua vingança contra seu velho pai, Thwor buscava uma arma para que lhe proporcionasse sua futura vingança. Ele andava em meio aos moradores e trabalhadores do local, pois a maioria era comerciário.

Em busca de uma loja de armamentos, decidiu calmamente parar e pedir informações para a pessoa mais próxima. Ao fazer tal ato o jovem químico tinha a sorte de parar uma velha senhora de cabelos brancos, face enrugada e peitos caídos, ao ouvir o garoto de bela aparência terminar sua pergunta, a senhora ficava pasma com tamanha beleza e encantada pela voz excepcional que Ironfist possuía. – Óhhh você não deveria mexer com armas garoto, mas se quer mesmo saber é só descer esse quarteirão até o final e dobrar a direita, você tem uma bela voz meu rapaz! A senhora terminava de falar enquanto voltava a caminhar mostrando um pouco de dificuldades pelo fato de carregar algumas sacolas, provavelmente a senhora recém estava voltando do mercado. Por sorte do atirador que a via uma pessoa que pudesse lhe dar informações, pois na Ilha de Las Camp a maioria fica de um lado para o outro sem tempo para pausas. Enquanto seguia o caminho indicado, o jovem podia sentir o cheiro esplêndido das padarias que lá havia, o cheiro era sublime e fazia qualquer um babar enquanto sentisse. Ao chegar ao fim do quarteirão Thwor dobra para a direita e avista a loja, basicamente seria impossível não enxergar, pois a placa era muito chamativa e bem grade. ‘Gladius Weapon’ era o nome que estava em vermelho negritado na placa. Ao adentrar na loja Moldvay observava diversas armas como pistolas, espingardas, doze e etc. Enquanto analisava algumas armas o vendedor que dava para notar bem sua presença vinha até Thwor e respondia sua duvida. – Mas meu queridinho é obvio que sou! Em que posso lhe ajudar seu lindinho? O homem terminava de falar ao estar encantado com a voz e aparência do jovem químico, de fato era muito estranha sua aparência e sua voz grossa e desequilibrada realmente poderia causar uma impressão ruim em Ironfist.

Seus cabelos longos e roxos se destacavam mais ainda do que seus músculos avantajados e definidos na frente do atirador que por sua vez voltava a falar sem qualquer mudança em sua pergunta, estava tão empolgado nas armas que se quer tinha olhado diretamente para o vendedor. – Humm... A mais batata que possuímos é um revolver simples do valor de 30.000 berris, mas temos outros nesse balcão aqui! Terminava de falar ao mostrar com ambas as mãos um balcão com varias armas excelente, mas com valores exorbitantes. Mas sua decisão pela mais barata o lhe vou a comprar o revolver simples e ainda pedia dois cartuchos extras. – Uhum, deixe-me ver quanto ficou... Pronto um total de 40.000 berris? Ao finalizar o valor para o jovem atirador, imediatamente pagava o vendedor e antes que fosse embora recebendo sua arma e cartuchos, fazia uma ultima pergunta sobre Schar seu pai. O homem de aparência incomum ficava ainda mais eufórico ao ouvir mais uma vez a voz sedutora de Moldvay e lhe respondeu. – Hmm. Não lembro agora, mas quem sabe se formos ali ao meu quarto possamos descobrir? Terminava de falar ao colocar a mão sobre o ombro direito de Thwor e a outra mão ia até a boca com seu indicador mostrando uma posição sexy, mas possivelmente ficando bem grotesca com aquela forma.


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MensagemAssunto: Re: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptyTer 05 Jan 2016, 23:10


     

 Duvida Cruel, um só Objetivo, Matar o Papai!!! 

Enfim tinha minha arma e munições, isso já era o suficiente para minha felicidade um leve sorriso brotava em meu rosto. Arrumaria a arma em minha cintura, um simples revolver, suficiente para ser meu melhor amigo. Guardaria minha munição enquanto ouvia o estranho de cabelos roxo continuar a falar, sua voz me irritava um pouco alem do seu jeito. Ao fim de suas palavras, fazia uma posição meio estranha, logo pensava. “ Iiiii, na moral, em matagal de rola, esse capina com a bunda.” Sempre mantendo a calma com edução tirava a mão do mesmo do meu ombro, queria inventar uma desculpa, mas não conseguia. Era muito mais forte do que eu, precisava dizer a verdade, suava ate um pouco, as palavras da minha boca demorava para sair, numa tentativa de dizer algo que não magoasse, então as palavras saíram da minha boca. “ – Via ........ a ..... aaaaa...... dao.” Em seguida falava rapidamente “ - Desculpe-me mais gosto de mulheres.”

Com isso começaria a sair da loja de fininho, agradeceria ate o momento pela arma e manteria meus olhos sempre atento no vendedor, ser humano e sempre capaz de fazer coisas estupidas no impulso então era bom ficar esperto. “ Arranjar confusão, ira me trazer problemas no momento. Que merda foi essa.” Ele me atacando ou não assim que chegar na porta iria correr e correr muito, sem olhar para trás. Caso ele mostre uma postura agressiva antes de eu chegar na porta, manteria minha ideia de dar linha na pipa, com o pensamento. “ So corre!!!” Ia correr ate a minha perna dizer chega, conseguindo me distanciar do maniaco da loja iria descasar um pouco e tentar pensar um pouco no que fazer. Respiraria bem fundo. “ Hum preciso de informações de como ir para a Grand Line, também preciso de dinheiro ... Procurar um emprego .... Talvez trabalhar na marinha não seria uma ma ideia. Enquanto fico mais forte posso colher mais informações para ir matar o papai.” Uma duvida brotava na minha cabeça ” Preciso tomar alguma coisa.”

Assim caminharia em busca de um bar para refrescar um pouco, essa corrida foi tensa, tinha 10.000B$ talvez sirva para alguma coisa. Manteria meus olhos atentos, na busca de um bar, não encontrando nenhum, perguntaria para algum cidadão próximo, pediria a informação ate conseguir localizar e em seguida caminharia ate o mesmo. Assim que chegasse no bar, olharia todas as pessoas que estivessem no local uma por uma. “ Quem sabe não consiga alguma coisa por aqui.” Em seguida falaria com o atendente do balcão, perguntaria se conseguia alguma bebida com 10.000B$ e aguardaria resposta.

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MensagemAssunto: Re: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptyQua 06 Jan 2016, 14:21

~~ Narração ~~


O jovem atirador se via em um momento embaraçoso, pois ao pensar bem em suas palavras seu ego infelizmente se ergueu das profundezas de sua alma e inevitavelmente ofendeu o vendedor, mesmo que a ofensa fosse algo literalmente normal para os Okamas do mundo, a voz e aparência de Thwor faziam aquela ofensa parecer uma criança falando palavrão, isso fez o vendedor derramar lagrimas pela emoção do momento. Mas em seguida Ironfist se desculpava e o vendedor mesmo em seu momento de euforia aprisionada percebia alguns homens entrarem na loja e saia para atendê-los imediatamente.

Após atender os fregueses o vendedor percebia que Thwor tinha ido embora. Enquanto isso o jovem químico charmoso caminhava em busca de um bar, mesmo com seus passos lentos e seus olhos atentos, sua busca acaba rapidamente, pois um bar próximo do estabelecimento de armas ele achava. Tal bar possuía apenas uma placa com copo de cerveja transbordando e um nome apagado. Muitos entravam e outros saia, a maioria não conseguia ficar de pé, obviamente não precisava ser um gênio para entender a situação. Sem delongas Thwor entra no local por uma porta estilo faroeste antigo, ao entrar poderia ver uma musica tocando e algumas dançarinas obviamente fazendo seu trabalho, agradando os clientes de todas as maneiras, realmente era um tipo de bordel a moda antiga. Algumas ficavam aos lados dos homens rindo e outras levavam para os quartos e claramente fazer o que o jovem pensaria. O interessante era dois marines que estavam sentados nas poltronas que fazia um L em frente a uma mesa de vidro com varias bebidas e mulheres na volta. O jovem ao entrar pela porta percebia um longo tapete vermelho a sua frente levando em linha reta, sobre suas laterais tinham as poltronas e mesas com varias pessoas de todos os gêneros, e uma mulher ao ver o jovem químico se aproximar vinha lhe atender. – Ola senhor! Quer um lugar para se sentar? E algo para beber? Ela terminava de falar ao segurar uma bandeja prateada com alguns copos em cima. Mas sem responder ainda, pode ouvir levemente um papo dos marines que lá estavam próximo dele. – Mas que dia fudido hoje Drax? To cansado pra burro, a maioria desses jovens só quer saber de pirataria e caos! Cadê a nossa geração de homens da justiça e proteção aos civis? Um homem de porte mais velho com apenas a camisa da marinha branca e seu casaco largado ao lado, terminava de proferir enquanto dava um gole na bebida, ele possuía cabelos curtos, porém totalmente brancos, barba branca também e sobrancelhas grossas e negras, mostrava um pouco de seus músculos definidos mesmo mostrando uma idade avançada.

Já o outro marine que estava á sua frente mantinha em uma postura mais elegante e com um sorriso respondia ao mais velho. – Bolden os tempos mudam, mesmo assim você ainda gosta de vir aqui! Enfim os jovens preferem viver livremente do que atender a ordens... Bom, existem muitos privilégios não é verdade doçura? De sua face calma e sigilosa virava uma cara de tarado e pervertido ao tocar nas coxas da mulher ao lado, já esse homem aparentava ser um pouco mais novo, porém madeixas brancas e pretas e uma suíça longa até o final do queixo. Ambos começavam a rir e Thwor com sua genialidade pode talvez conseguir algo daqueles bêbados.


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MensagemAssunto: Re: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptyQua 06 Jan 2016, 22:06


     

 Duvida Cruel, um só Objetivo, Matar o Papai!!! 

Assim que avistei aquela placa do bar, um copo transbordando cerveja meu animo ia la em cima. “ Gostaria muito que meus 10.000B$, possa pelo menos um copo.” Assim pensava, o local estava cheio, deve ser um bom lugar isso me agradava muito. O ambiente em si fazia me lembrar um pouco do tempo que estive com piratas, bom, nunca achei a melhor coisa, porem Thwor tinha vivido bem naquela época e se sentia seguro, apesar de nunca ter sido um bandido. “ Belas dançarinas ... Se relacionar .... ainda nao sei o que e isso, muito tempo estudando ..... Nerd, foque no que precisa.” Darias uns pequenos soquinhos na minha cabeça, me auto corrigindo, pois precisava de um jeito de seguir minha vida, praticamente meu dinheiro tinha acabo e ainda não sabia muito sobre a Grand Line, onde pretendia continuar sua busca para matar o papai.

Em meio a pensamentos alheios, os olhos de Thwor logo focava dois marinheiros que estavam por ali. “ Hum, Talvez a marinha possa me levar para a Grand Line? Dinheiro? Voltar a viver quase em segurança e ...” Meu pensamento era interrompido por uma mulher que vinha me atender, com seus ouvidos ligados, seu coração começa a bater um pouco mais forte, Thwor sempre muito ligado ao destino, tinha certeza que isso era obra dele. Rapidamente voltaria a dar atenção para a moça que me atendia. “ – Tenho apenas 10.000B$ consigo uma cerveja com isso? Se sim eu gostaria.” Aquela imagem dos dois marinheiros ficava passando pela cabeça do Moldvay enquanto o mesmo ainda pensava como ir falar com eles.

Thwor aguardaria sua bebida caso conseguisse comprar, não sabia muito o que fazer ali era um nerd que ficava muito tempo dentro de um navio estudando química e física. Por um momento pensaria em sair correndo dali, mas o destino o trouxe ate a marinha, mesmo não indo ate um QG, então precisava fazer algo e tomar uma atitude, se estivesse com o copo de cerveja na mão tentaria tomar em uma golada só. Entregaria para a mulher, arrumaria sua postura e caminharia ate os dois marinheiros, na metade do caminho pararia e pensaria. “ Vamos la ... espera ele disse privilégios, não espera isso mesmo que escutei.” Tentaria também saber um pouco sobre a tal Grand Line.

Assim que chegasse próximo aos marinheiros, sempre mantendo minha face calma, com um tom suave na voz e então falaria a verdade, embora tinha outras coisas em mente. “ Eu podia falar que era meu sonho ser um marinheiro .... mas não consigo ....” Então as palavras que saiam da minha boca foi. “ - Ola, me chamo Thwor Moldvay Ironfist tenho conhecimento em Química e Física, desculpe-me incomodar, mas gostaria de me tornar um marinheiro, tenho que matar o Bárbaro Schar, que e nada mais que meu verdadeiro pai, descobri um pouco antes da minha mãe falecer que nasci de uma relação sexual forçada.” Respirava um pouco e voltaria a falar. “ – Então jurei vingança, to a um tempo atras dele, mas não tenho recurso para impor justiça eliminando, aparentemente ele foi para a tal Grand Line, que não sei muito bem, aproveitando a prosa com vocês, poderia me falar sobre a Grand Line também?”

Aguardaria a resposta de ambos os marinheiros, esperaria por algo positivo, caso ele me desse alguma informação de como prosseguir para me alistar na marinha então, pararia e pensaria, na informação dita. Se nessa informação ele dissesse que tinha que ir em algum lugar, perguntaria. “ – Sem querer abusar, mas como chego ate esse local?” Em seguida me despediria da atendente e partiria para o local informado seguiria atentamente as instruções para chegar ao local.

Se ele pedisse para seguir então faria, antes me despediria da atendente, observaria atentamente cada detalhe do caminho por onde estaria indo, assim usando um pouco da minha genialidade gravar o percurso. Se ele ou outro marinheiro não soubesse nada sobre a Grand Line, insistiria um pouco sempre mantendo meu tom de voz e calma. “ – Sabe onde posso conseguir informações, senhor?” Estaria muito ansioso e como um sonhador varias coisas passariam em minha mente. Ja imaginaria eu com a roupa da marinha matando Schar e sendo reconhecido pela galera.

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MensagemAssunto: Re: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptySex 08 Jan 2016, 22:18

~~ Narração ~~


O jovem Moldvay respondia a moça que aparentava ser garçonete do local, porém uma garçonete diferente, pois as roupas eram mais curtas e a maquiagem era bem exibida. Thwor pronunciava o valor que carregava consigo que por sinal eram seus últimos trocados, a mulher lhe respondia frisando as sobrancelhas, fechando a cara e mostrando uma voz bem diferente. – Pis... Isso aqui não é lugar para pobretão cai na real e da um fora! Ela proferia e em seguida dava as costas pro atirador e seguia a atender outros clientes.

O fato era que o ambiente além de luxuoso, atraente, reconfortante e meio pervertido, mostrava-se ser freqüentado por pessoas de nível elevado tanto socialmente com principalmente financeiramente. O garoto mesmo assim parecia persistir em ficar no estabelecimento, pois ao decidir se aproximar dos marines tomando uma postura mais estável e definida chegava a frente à mesa e imediatamente os dois homens de idade já avançada fintavam Thwor enquanto o jovem gênio começava a proferir prolongada mente após um suspiro ele voltava a falar, mas era interrompido por um dos marinheiros. – Hááááh... Que chatice! Você é um pirralho de merda e ta falando em matar alguém? BARAHAHARAHAHARHAHAA. Obviamente o homem de porte mais velho proferia e ria debochadamente no final de suas falas, a bebida já estava fazendo efeito provavelmente. Já o outro marine, olhava atentamente para o jovem e via um pouco de si em sua juventude há algumas décadas atrás. – Ei calma Bolden, você acabou de falar sobre os jovens não quererem se alistar! Quem sabe o destino não tenha lhe trazido para confrontar suas falas? Drax parecia mais compreensivel ao terminar de falar enquanto tomava sua face mais séria, Bolden o velhote dava uma boa analisada em Ironfist e sem dar tempo pro jovem esboçar qualquer reação voltava a falar, porém mais sério. – Run... Bom garoto, tu quer ser marinheiro é bem simples, mas não é fácil, é uma vida com regras e regras, você jamais deve desacatar ordens e sempre respeitar as maiores patentes mesmo algumas delas serem bem mais nova em questão de idade. O velho fazia uma cara de como dissesse que idade não era tão relevante em patentes. – Enfim você pode ir ao quartel da marinha, todas as tardes o alistamento fica disponível, eu e meu parceiro viemos de uma missão e estamos desfrutando uma comemoração! Porque algumas missões realmente são bem arriscadas, mas se tu acha que tem culhões é só ir fazer os teste, se passar tu ingressa na marinha no mesmo momento! Agora não enche mais o saco, deixa o vovô aproveitar as delicias desse mundo! Bolden terminava de falar ao passar a mão na cintura da jovem que estava ao seu lado tomando uns drinques.

O velho estava prestes a dar uns amassos na jovem moça, porém Ironfist persistia em saber onde era o quartel ao perguntar para o homem. – Urfa... Mas que diabos! O quartel e gigantesco e ta bem no meio da cidade impossível não saber onde fica agora se não se importa daqui a pouco é meu plantão e eu quero aproveitar um pouco mais a presença dessa jovem. Agora com suas respostas Moldvay seguia para fora do estabelecimento enquanto isso Drax proferia para Bolden. – Você nem falou que era o responsável pelo exame final, ta ficando caduco Bolden? O homem de postura mais rígida e educada proferia com um tom sarcástico. – Ahhh, cala a boca Drax... Não falei porque duvido ele ingressar, parece um palito de fósforo de tão magro! BARAHAHAHRAHRAHAHA. Bolden destacava sua risada caçoando o jovem químico sem saber de suas qualidades, pois o velho estava acostumado com portes físicos exorbitantes e Thwor obviamente não tinha tal coisa, pois o garoto era um nerd, mas o músculo mais eficiente era seu cérebro. Drax percebia a jovem cutucá-lo para lhe dar atenção e o homem ficava vermelho como pimentão e atendia ao pedido da mulher. Thwor tinha suas informações agora bastasse seguir até o QG e definir se realmente tentaria fazer os testes ou não.


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MensagemAssunto: Re: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptySex 08 Jan 2016, 23:21


     

 Duvida Cruel, um só Objetivo, Matar o Papai!!! 

Não ficaria bravo, ate porque de fato era um pobretão do tipo muito pobreta que não tem onde cair morto colocaria um pequeno sorriso no rosto referente a mulher e pensava. “ – Boa garoto, tive 20 segundos de conversa com uma mulher estou melhorando, ate porque elas nunca querem saber de física e nem de química.” Sorria sozinho enquanto pensava, na mente de Thwor tinha sido um grande avanço pessoal. Enquanto era interrompido e sendo debochado no meio de toda boate, manteria minha calma e meu olhar de confiança enquanto pensaria. “ Aposto que ele não sabe calcular o problema relativo da emissão de um elétron onde Ke + Ky = E, hahahhah onde Ke e do elétron e da energia cinetica e Ky representa o antineutrino, isso significa que desprezou-se a energia do recuo nuclear.”

“ - Sim o destino!!!” Apenas ouvia tudo o que os dois tinha dizer ainda aguardando algo positivo, pois acreditaria certamente que o destino não brincaria comigo ou melhor como alguém inteligente eu tinha entendido certo o destino. O velhote falava de regras e mais regras, enquanto apenas pensaria nas mordomias, mordomias e mais mordomias. Apos ouvir ele falar sobre a marinha e as missões difíceis responderia rápido com um tom suave e afirmativo. “ – Sim vovô.” Na minha mente juraria por todos os Deuses que queria dizer senhor, mais a verdade e muito mais forte, não tinha como eu não resistia.

“ Bom apos ouvir o velhote era hora de ir para o Quartel, queria dizer uma coisa, mas vou guarda para quando tiver na porta, ai agradeço ele.” Iria me seguraria caminhando ate a saída, assim que estivesse na porta então agradeceria os marinheiro. “ – OBRIGADO DRAX E MUITO OBRIGADO VELHOTE, A GENTE SE VÊ LA NO QG.” Apos esse grito saia correndo, precisava chamar ele de velhote, não era muito bom em xingamentos, foi o que me veio a cabeça e pra mim parecia muito ofensivo. “ QG ai vamos nos. Ficar forte vingar o papai” Assim continuaria correndo, para o aspirante a marinheiro o pouco tempo que esta em Las Camp, já teria feito bastante exercício físico. “Tô na área, se derrubar é pênalti!” estaria super animado para conhecer o rapaz que iria fazer meu alistamento.

Assim correria ate encontrar o QG da marinha, não parecia muito difícil de encontrar um prédio grande no meio da cidade, assim que chegasse ao Quartel, daria uma pausa, respiraria e logo em seguida entraria dentro de mesmo, passos cuidadosos e olharia bem as coisas em minha volta, me atentaria a todos os detalhes e de cara procuraria a recepção do local, chegando na mesma falaria. “ – Ola, vim fazer o alistamento, um velhote e Drax pediram para eu vim ate aqui.” Aguardaria a resposta da mesma e as instruções, enquanto analisaria as coisas em minha volta olharia se tinha algum cartas de procurado, enquanto pensava. “Rapadura é doce, mas num é mole não”

Se fosse indicado para ir a algum lugar, caminharia ate o mesmo ou seguiria se fosse o caso. Pedindo para eu falar com alguém, se ela não disser onde esta essa pessoa perguntaria onde encontra-la. No caso dela já falar onde ela esta e só ir ate la faria isso. Ambos os caso chegando ate essa pessoa então falaria. “ - Opa, meu nome e Thwor Moldvay Ironfist, tenho conhecimento e física e química, sou atirador e vim fazer meu alistamento na marinha. Um velhote e Drax disse para eu vim ate aqui, quando pedi para me alistar la com eles.” Assim aguardaria resposta do mesmo.

No caso de eu não achar o QG da marinha, então perguntaria para alguém na cidade ou para algum comercio e pediria a descrição de como chegar e usaria um pouco do meu cérebro para decorar o caminho descrito. " Mamãe onde e que você esteja, te juro, vou te vingar, superar qualquer obstaculo ... E também serei reconhecido pela minha inteligencia ...."

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MensagemAssunto: Re: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptySab 09 Jan 2016, 19:18

~~ Narração ~~


Sem delongas Moldvay avançava para o quartel, obviamente não demorava muito para ele avistar a enorme construção na cidade. Ele avistava alguns guardas na porta que lhe fintavam, mas pelo porte físico e pela falta de credibilidade que Thwor transmitia, se quer davam bola para abordá-lo. Sem problemas na entrada, o jovem seguia até a sala da recepcionista, era uma mulher um tanto cômica, pois preenchia algumas planilhas e ao mesmo tempo lia um livro de romance. O químico informava sobre sua inscrição e a moça lhe respondeu sem nem olhar para o nerd. – Aham! Basta seguir até o final do corredor, assim que avistar o campo de treinamento verá uma fila de recrutas novos, faça inscrição e os testes! Ela lia e escrevi, parecia algo normal, mas na realidade era bem complexo de se fazer.

O garoto seguia as indicações e ao chegar até o final do quartel percebia uma saída para um exorbitante campo de areia robusta. Olhava para os lados e via uma fila com alguns homens se escrevendo, era apenas colocar seu nome e seguir o avaliador nada mais do que isso. Após um tempo na fila de inscrições chegava à vez de Ironfist, ele escrevi seu nome e ia até o avaliador, começava a falar como se fosse amigo do homem por sinal. – Blá, blá blá... Não me interessa o que você era, pois agora você é... Sakou recruta! Agora vou te explicar como funciona o quartel, mas antes disso você precisa fazer os testes para verem se está apto no serviço traduzindo, para ver se você não é um borra bosta. Ele possuía uma aparência humana, com cabelos na altura dos ombros e voz extremamente grossa. – Então primeiro teste é você limpar os banheiros do quartel, esse teste é para ver se você está acostumado a cumprir ordens e para ver se consegue cumpri-las parece fácil, mas são 14 banheiros ao total. São três andares e você precisará levar os equipamentos para todos, isso vai até fornecer um pouco de músculos to vendo que ta precisando. Não to nem ai se tu é químico, explorador ou cantor! Basta seguir essa ordem e voltar aqui para retomarmos a segunda etapa. Ao lado do homem a via dois baldes, com alguns panos brancos dentro, um era para usar a água limpa e o outro torcer a água para não deixar o ambiente sujo novamente. – Se não tem nenhuma pergunta pode começar o teste, ahhh leve esses dois para te ajudara limpar! Ele apontava para outros dois novos recrutas. Thwor poderia pensar que seria uma chatice ou muito trabalhoso limpar banheiro, mas ele tinha sorte, pois pela falta de músculos que tinha o trabalho pesado que houvesse tinha ficado para os mais bombados das inscrições.

O jovem atirador notava que os garotos que o instrutor tinha apontado eram dois irmãos, eram gêmeos por sinal, também eram magricelos, eles vinham até Moldvay com uma cara deprimida. – Ahh Joy-Onisan tem certeza de quer fazer isso? O irmão que usava camisa marrom proferia para seu irmão. – Mas é obvio Roy-Otouto...  O pai e a mãe iriam querer isso, agora cale a boca e vamos fazer isso! Já o irmão mais velho argumentava mesmo com sua face mostrando estar anojado da tarefa. Eles eram tão novos quanto Moldvay e possuía cabelos ruivos junto de olhos azuis como o céu.

Irmãos Joy e Roy:
 


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MensagemAssunto: Re: Na vida, não existe nada a temer, mas a entender.   Na vida, não existe nada a temer, mas a entender. EmptyDom 10 Jan 2016, 19:10


     

 Duvida Cruel, um só Objetivo, Matar o Papai!!! 

“Testes, legal adoro isso. Nada vai me impedir, pois tenho uma vingança pela frente ... Schar não pode se esconder para sempre.” Enquanto ouvia o que o avaliador falava, aparentemente limpar os banheiro, não encararia isso como um problema, durante seu caminho ate Las Camp, sempre pegava algum bico temporário na qual incluía serviços gerais e isso já era quase de costume. Apesar da quantidade de banheiros e dos andares não desanimaria, pelo contrario estaria pouco me fedendo apenas faria o que for preciso, ate porque na mente de Thwor a marinha o levaria ate a Grand Line em um futuro, não muito distante.

Analisaria os dois jovens que iriam fazer a tarefa também, enquanto pensaria. “ Que legal, parecem desanimados, porem determinados ... tanto faz, não vim aqui pagar simpatia para ninguém bora trabalhar.” Bom para não parecer arrogante cumprimentaria ambos. “ – Ola, sou Thwor prazer. Bom vou começar o trabalho” Começaria pelo andar de baixo, iria passando de banheiro em banheiro removendo os lixos, procuraria um saco de lixo maior para colocar os do banheiro, se não tivesse pediria um e pediria sacos menores para substituir os sujos, em apos recolher todo o lixo, partiria para o primeiro banheiro do andar de baixo iria limpar todos os vasos sanitários um por um, mantendo sempre minha expressão calma e enquanto limpava pensaria em outras coisas, coisas que me deixaria feliz. “ Preciso calcular meus alvos, hum, A composição de um movimento uniforme é uniformemente acelerado e outro um movimento cuja trajetória é uma parábola. MRU horizontal velocidade v x constante. Um MRUA vertical com velocidade inicial v o para cima. Isso pode aumentar e muito  a minha precisão no tiro.” Iria esfregando o vaso e torcendo o pano sujo no balde adequado, perguntaria se tinha cloro ou desinfetante e uma escovinha, no caso de sim jogaria o cloro, esfregaria por dentro e em seguida daria descarga, assim o deixando limpo, faria isso em um por um.

“ E vai ser um trabalho e tanto, bom preciso usar os cálculos físicos para melhorar ainda mais como atirador e pegar meus inimigo de surpresa, sabendo onde o movimento dele pode chegar e onde posso pega-lo em um ponto futuro.... pode ser interessante.” Fazendo isso logo começaria a passar pano úmido no piso, iria com calma e com toda tranquilidade do mundo, quando percebe-se que o pano estivesse já muito sujo torceria ele no balde, assim voltaria a limpar o chão. Caso alguns dos dois irmãos visse falar comigo sempre responderia com um tom de voz calmo, mostraria sempre um lado amigável e também os ajudaria se fosse preciso. Numa questão de puxarem assunto então perguntaria. “ – Qual e a motivação de vocês para entrar na marinha.” Se perguntassem a minha então honestamente responderia. “ – Ficar forte, saber mais sobre a GL e ir atras do meu verdadeiro pai.”

Caso dentro do banheiro tiver espelho limparia com pano úmido, em seguida passaria pano seco e se possível para poli um pouco de papel. Assim que completasse todos os banheiros daria uma grande espreguiçada e falaria. “ – Bom só falta 2 andares, assim pegaria minhas coisas e levaria para o andar de cima.” Repetiria todo o procedimento feito no andar de baixo e faria o mesmo para o terceiro andar. Terminando certificaria de novo se estava tudo Ok, olharia os 3 andares banheiro por banheiro, estando tudo certo iria falar com o avaliador, não estando limparia de novo. Agora minha postura seria diferente, palavras curtas apenas aguardando instruções, falaria. “ – Banheiros Limpo, o que fazer agora?” Assim ficaria no aguarda da próxima ordem.

Tentaria aproveitar o momento, respiraria bem fundo o trabalho tinha sido puxado e de fato estaria um pouco cansado, porem estaria pronto para a próxima tarefa. Sempre buscando uma oportunidade na vida para conseguir uma grana e ir atras de meu velho pai, alguém que eu realmente era devoto a me vingar. Uma coisa me incomodava um pouco, o que eu queria ser realmente para minha vida, estaria pensando. “ Preciso buscar conhecimentos maiores, só os que eu tenho não são suficiente, talvez depois de me alistar sera interessante estudar um pouco.” Coçaria a cabeça, se o avaliador me mandasse ir para algum lugar iria, no caso de apenas pedir para eu esperar ficaria ali parado.

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