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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos    Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos  EmptySeg 4 Jan 2016 - 21:49

Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Spencer Spiegel. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos    Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos  EmptyQua 6 Jan 2016 - 5:02

O sangue de uma besta que perambula pela noite sedento por sangue, o sangue de um assassino, esse era o sangue que corria pelas veias de Spencer, até aquele dia, até o dia em que teve seu peito perfurado pela lâmina pertencente ao seu melhor amigo, naquele momento todo o sangue podre que corria pelo seu corpo jorrou e banhou a espada do inimigo, de certa forma aquilo o purificou, mas também o matou...

Os olhos do jovem de cabelo esverdeado se abriam de forma súbita, ele poderia sentir seus membros retomando os movimentos um por um novamente, o jovem quase teria um momento de felicidade ao acordar de um de seus devaneios, mas logo encararia a decepcionante verdade, ele ainda se encontrava em Shells Town, aquela ilha de pura área urbana, repleta de de comércio e construções desnecessárias, cheia de pessoas cruéis e lembranças que nuncas seriam esquecidas enquanto Spencer não abandonasse aquele que era o único lugar que ele poderia chamar de lar, mas o jovem de cabelo esverdeado nunca foi de fugir, Spencer sempre cuidou dos seus problemas ao modo antigo, as enfrentando, pode-se dizer que ele e um homem um tanto quanto antiquado.

Spencer havia se perdido em seus pensamentos enquanto se encontrava sentado em algum tipo de banco planejando o plano para aquele dia, tudo que ele queria era sair daquele "buraco do inferno", carinhoso apelido concedido a Shells Town por tal, mas para isso ele precisava de Berries, e quem não precisa? Mas isso já havia sido planejado pelo rapaz, ele utilizaria a única que sabia fazer para ganhar dinheiro, matar, Spencer utilizaria de seus conhecimentos como assassino para caçar a escória, o rapaz não possuía nenhum senso de de justiça, e nem ligava para tal, tudo que ele precisava era um jeito de ganhar dinheiro fácil e rápido, e nada mais fácil que caçar aspirantes a piratas em troca de algumas moedas.

O rapaz não possuía mais identidade, não tinha nenhum familiar vivo, e nenhum amigo, pelo menos não mais, ninguém questionaria o motivo dele estar fazendo aquilo, ele era apenas um estranho, era como se ele tivesse sido apagado e reposto no mundo em um momento diferente da história, tudo que restava-lhe era manter-se na "surdina". O jovem ergueria-se de onde fosse que ele estivesse sentado, levaria ambas as mãos até os bolsos de seu terno, e não demoraria para notar:

"Cacete, eu perdi minha arma. Como vou caçar esses ratos sem minhas presas?"

Ao enfiar as mãos no bolso o jovem certificaria-se que seus 50.000 Berries estavam no lugar, nesse momento ele se dirigiria ao centro da cidade, em busca de um aglomerado de comércio para que assim, pudesse comprar suas "presas". Caso chegasse ao local em segurança e encontrasse uma loja de armas de fogo ele se aproximaria, e pediria pela pistola mais comum, porém de qualidade, caso conseguisse exercer a primeira parte de seu plano êxito, procuraria um loja que vendesse cigarros e fósforos por perto, e repetiria o mesmo processo.




Objetivos:
 

Citação :
Legenda

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MensagemAssunto: Re: Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos    Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos  EmptyQua 6 Jan 2016 - 18:52

A Raposa

O fim de tarde em Shells Town aliviava o calor com a presença de uma chuva leve e animava as pessoas do lugar.  Aquilo era um alívio após um dia tão quente.  Spencer sentia seus cabelos úmidos assim como suas roupas, no entanto se sentia bem fisicamente.  A temperatura agora lhe era agradável, afinal.

O que ainda importunava aquele jovem era a traição recente.  O desejo de vingança levantava seus olhos em uma só direção, e estava pronto para começar o seu grande plano.  No entanto, ainda precisava de ajustes.  Precisava de uma boa quantia de dinheiro, e nada melhor que as recompensas da marinha para preencher esse vazio no bolso.  Levantou-se do velho banco e caminhou em direção à uma loja de armas.  Esse seria o primeiro passo para a sua conquista, comprar uma arma e enfim caçar um procurado.

Após certificar-se que ainda possuía ao menos 50 mil berries, tomo o rumo em busca da fazedora de viúvas.  Não demorou a chegar à uma loja que apresentava cheiro de mofo.  Sentiu sua garganta coçar, ainda mais quando viu um homem obeso de barba ruiva limpando umas prateleiras.  Pediu então uma arma de fogo, e tal ato acabou assustando o vendedor, que despencou de uma pequena escada. - Uma arma hein! RAhR...RAhR...RAhR! Eu tenho o que você precisa, jovem! – O homem se levantou com dificuldade, e pegou uma caixa onde uma arma bem polida era guardada. - O valor é B$30 000, e os cartuchos custam B$5 000 cada... – Então o ruivo levantou a sobrancelha direita e mexeu estranhamente as orelhas. - Vai querer? – O jovem então negociou a pistola e mais um cartucho de balas, e em seguida saiu para a loja ao lado onde poderia encontrar outros itens.  Lá, uma senhora gentil o vendeu uma carteira de cigarros e uma caixa de fósforos, acabando com os últimos centavos do atirador.

Ao sair da loja, Spiegel avistou uma carroça derrapando e em seguida virando em uma esquina.  Uma garota caiu para fora e os cavalos se desequilibraram.  O veículo se despedaçou em uma parede bem perto ao atirador, e a garota estava com dificuldades para se levantar.  Estava com uma perna machucada. Era bonita, apesar de possuir orelhas pontiagudas e até uma cauda. De sua anca, pendia um coldre com dois revólveres, um de cada lado. - Não fique parado olhando! Me ajude! – Gritou para Spencer, que observava a toda a situação.  Ao longe, vinham outras duas carroças subindo a rua, e mais alguns homens montados em cavalos.  Aparentemente perseguiam a moça.

Moça misteriosa:
 
Spoiler:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos    Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos  EmptyQua 6 Jan 2016 - 21:10

Havia uma grande variedade de palavras para descrever aquela loja, e nenhuma delas tinham uma boa descrição, o cheiro de mofo invadia as narinas de Spencer de forma sorrateira e o vendedor não era um colírio para os olhos, mas ele estava disposto colaborar com os interesses do jovem, Spencer nunca foi uma pessoa seletiva, naquela etapa do campeonato estava disposto a comprar do próprio Diabo. Um homem totalmente desprovido de decência, mas Spencer devia admitir, ele possuía um produto de qualidade, a arma estava guardada em uma caixa, estava bem polida, e não deixava a desejar para algo que custava míseros 30.000 Berries, infelizmente esses míseros trocados eram mais da metade do que o jovem possuía no momento, visto que qualquer tentativa de pechincha era inútil, resolveu pagar o valor proposto pelo homem e levar um cartucho extra, e logo seguiria para alguma outra loja com a intenção de comprar cigarros e fósforos.

Spencer já se encontrava do lado de fora, estava com um maço de cigarros em uma mão e uma caixa de fósforos na outra, esperaria alguns segundos antes de tomar a decisão de retirar um cigarro do maço para fumar naquele instante, mas algo o impediu, a visão de uma bela moça, derrapando em alta velocidade sobre uma carroça, ao fazer a curva em uma esquina próxima os cavalos se desequilibrariam, assim causando a queda da moça do veículo, a carroça continuou sem a jovem até impactar-se contra uma parede próxima de Spiegel. O jovem não teria reação nenhuma a não ser ficar atento aos estilhaços do veículo, rapidamente redirecionaria sua visão a jovem, realmente a jovem era muito bonita, mas Spencer nunca teve um fraco por "mulheres", ou pelo menos quase mulheres, mas algo além de sua beleza chamou a atenção do rapaz, a jovem possuía um coldre que abrigava dois belos revólveres, no qual atraíram mais sua atenção do que os fartos seios da moça, logo seus pensamentos eram interrompidos pela voz da mesma:

- Não fique parado olhando! Me ajude!

Logo Spencer notaria que a jovem havia ferido a perna, e de longe poderiam ser avistadas mais dois veículos semelhantes ao da moça poderiam ser avistados, estavam se movendo praticamente na mesma velocidade que a jovem, não demoraria para notar que se tratava de uma perseguição, Spencer não se importava com quem era o mocinho e o vilão, tudo que ele viu foi a bela oportunidade de ganhar duas armas novas.

Spencer enfiaria os cigarros e os fósforos em seu bolso e rapidamente se movia em direção da jovem, assim até que ficasse 1 metro de distância da jovem, garantiria que os "vilões" ainda estavam em uma distância segura, fixaria seu olhar nos revólveres da moça e diria em tom irônico:

-São belos revólveres esses que você tem ai.

Claro que ele faria esse comentário com segundas intenções, esperava que a jovem fosse inteligente o suficiente para entender que se tratava de uma chantagem, e caso ela não jogasse as armas para ele, ele não reagiria diante a situação. Caso ela se recusa-se a dar-lhe os revólveres Spencer se sentaria ao lado da jovem e diria:

- Hmm, okay, tenho certeza que os homens que estão te perseguindo serão mais compreensíveis.

E então esperaria até que os homens se aproximassem, para ela perceber que ele estava falando sério, mas caso ela continuasse a se recusar, ele não teria outra escolha a não ser tentar pegar o corpo da jovem no colo e correr para dentro dos aglomerados de loja, em uma área na qual o veículo dos homens não seria capaz de adentrar.

Mas caso ela cooperasse, Spencer recolheria os dois revólveres do solo e verificaria a distância que os homens estavam, caso estivessem muito perto, de forma que não houvesse forma de escapar a pé, Spencer sacaria a arma que haveria acabado de comprar, a destravaria, e esperaria eles se aproximarem, até que na hora certa miraria em um dos cavalos de cada carroça, com a intenção de ferir o cavalo, de modo que ele caísse e derrubasse os homens da carroça, casso acertasse, tentaria pegar a jovem no colo como antes planejado e correr até um lugar seguro, mas caso errasse, não teria escolha a não ser pegar a jovem e correr.




Objetivos:
 

Sobre sua narração:
 


Citação :
Legenda

-Fala
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MensagemAssunto: Re: Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos    Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos  EmptyQui 7 Jan 2016 - 15:18

Dead End

- São belos revólveres esses que você tem ai. – Spencer via na situação uma oportunidade para extorquir o dinheiro da moça.   – O quê???? NÃO! – A garota ficava com uma expressão indignada, enquanto Spencer sentava-se a seu lado. - Hmm, okay, tenho certeza que os homens que estão te perseguindo serão mais compreensíveis. – Parecia calmo, enquanto a moça estava nervosa.

- Eu vou te colocar na cadeia depois que tudo isso acabar?!?! – Spencer então olhou para os homens que se aproximavam e resolveu se movimentar.  Completamente sem modos, colocou a moça sobre os ombros e correu para o complexo de lojas, para os becos. - AHHH! – A moça gritou quando foi apanhada, mas precisava deixar o local.  Spiegel ouviu disparos, mas não podia olhar para trás naquele momento.

A noite já estava chegando, e precisavam se esconder de um grupo que os perseguia agora a pé.  Deram azar, e entraram em um beco sem saída.  A moça se soltou de Spencer e caiu sobre alguns sacos de lixo, em seguida sacou um de seus revólveres. - Eles devem estar em cinco! – E apontou para frente a esquina do beco, esperando que alguém aparecesse. - Maldito Columbus!


Naquele lugar haviam apenas um amontoado de lixo e caixas de madeira.  Algumas tábuas e tubos, e mais algumas portas trancadas para as construções adjacentes.  A noite ia caindo, e os gritos e passos apressados chegando ao beco iam aumentando de intensidade.  Spencer precisaria se proteger, já que ouviu sons de disparos enquanto corria.  O tempo era curto, e o atirador precisava pensar.
Off:
 

histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos    Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos  EmptySab 9 Jan 2016 - 1:32

O sol já estava se pondo, e logo desapareceria no horizonte, os sons dos disparos eram ouvidos por toda parte, Spencer poderia sentir a adrenalina sendo liberada e se dissipando em seu sangue, a respiração ofegante a os batimentos acelerados do coração, consequências da fuga de Spencer de pessoas nas quais não fazia nem ideia de quem eram, tudo para livrar uma Mink qualquer de morrer em uma calçada naquela ilha imunda que era Shells Town, pode-se dizer que Spencer era um bom samaritano. Ambos seguiam um curso sem rumo, até se depararem com uma grande parede restringindo a passem, um beco sem saída, mas os velozes passos de Spencer havia dado uma vantagem aos dois, estavam a frente dos perseguidores, nesse momento a jovem de peitos fartos se soltaria dos braços do jovem e se jogaria sobre alguns sacos de lixos naquela no canto daquela viela, sacaria seus belos revólveres com precisão e diria:

- Eles devem estar em cinco!

Spencer estamparia uma expressão de decepção em seu rosto e diria em tom irônico como resposta ao comentário da moça:

- Ah obrigado, eu estava louco para saber a quantidade de homens que iriam me espancar até a morte nesse beco sujo.

A noite começava a cair, os passos apressados e gritos começavam a ser ouvidos a alguns metros do local, Spencer daria alguns passos para trás e flexionaria seus joelhos até cair sentado no chão enquanto apoiava suas costas na parede que simbolizava o fim da vila, ignoraria qualquer comentário da jovem diante a situação, e começaria a fixar o seu olhar em todos os objetos que se encontravam no beco naquele instante, ele não demonstraria nenhuma preocupação, porém montaria uma estratégia naquele momento, nada como uma boa e velha situação de vida e morte para fazer sua mente funcionar, algo que não utilizava a muito tempo, notaria o amontoado de sacos de lixo e as caixas de madeira, os sacos de lixo poderiam ser usado de camuflagem para a jovem, que era o que interessava os homens, e as caixas de madeira poderiam ser usadas de escudo caso ocorre-se um tiroteio. Spencer estamparia um leve sorriso do rosto, ergueria-se do solo e diria:

- Se esconda de baixo desses sacos de lixo, caso eles não sejam o suficiente para cobrir todo o seu corpo rague-os e se cubra com o próprio lixo, não faça barulho e mantenha seus revólveres destravados, atire na hora certa.

O jovem não se daria o trabalho de explicar qual seria a hora certa, confiando que a jovem saberia quando seria o momento de atirar, caso a jovem reclamasse por se tratar de lixo, Spencer daria um leve suspiro e diria:

- Okay, vamos ao plano B, ficamos parados aqui e somos mortos.

Caso a jovem ainda se recusasse a se esconder ele questionaria se ela possuía outro plano, caso possuísse ele procuraria segui-lo a medida do possível. Mas caso ocorre-se bem até ai, Spencer sacaria sua arma, a destravaria e a posicionaria em um ponto estrategio e de fácil saque, caso as coisas esquentassem, caso ainda tivesse tempo Spencer pegaria algumas caixas de madeira e as posicionaria umas em cima da outra de lado, formando um tipo de barreira.

E então o plano entraria em ação, Spencer esperaria os homens chegarem, ao chegarem ele os recepcionaria de braços levantados, simbolizando sua rendição diante os homens, logo era de se esperar que eles direcionassem toda sua atenção ao homem. Como Spencer não era quem eles procuravam, não era de se esperar que eles disparariam contra ele, eles ainda precisavam que ele informasse a localização da moça, pelo menos é isso que Spencer pensava, caso eles perguntassem pelo paradeiro da moça, Spencer responderia:

- Ela, cavalheiros lamento informar-lhes mas não faço ideia de quem estão falando.

Era de se esperar que os homens ficassem agressivos após essa resposta, caso eles se preparassem para atirar e fosse tarde demais para esperar a reação da moça Spencer esperaria o momento certo para sacar sua arma, atirar no primeiro homem que estivesse em sua frente e se jogar atrás das caixas de madeira, e manteria se atirando nos momentos mais propícios, assim provocando um tiroteio.

Caso eles fizessem outra pergunta ou repetissem a mesma Spencer diria em um tom calmo e irônico:

- Eu acho que  agora é o momento certo...

E caso a mulher se revelasse de seu esconderijo ele sacaria sua arma o mais rápido possível e dispararia contra os homens em conjunto com a moça. Mas caso o esconderijo da moça fosse descoberto de cara o homem repetiria a ação, sacando sua arma oculta, e disparando rapidamente contra cada um dos homens enquanto se jogava atrás das caixas de madeira.

Caso o plano desse certo o homem verificaria se não estava ferido, caso estivesse usaria de seus conhecimentos de primeiro socorros para tentar estancar o sangramento e limpar a ferida por um tempo, até que fosse até um hospital. Iria até a jovem e verificaria seu corpo, caso ela estivesse com algum ferimento além da perna repetiria o mesmo tratamento que fez em si, e a ajudaria a andar até os dois chegarem a um hospital.

Mas caso o plano desse errado e os dois fossem baleados, mas Spencer ainda permanecesse vivo e consciente, se fingiria de morto e esperaria os homens irem embora, e caso conseguisse se levantar iria andando até a moça (caso ela ainda estivesse ali) e verificaria se ela estava viva, caso estivesse morta, Spencer iria até a rua cambaleando em direção ao hospital, mas caso ela estivesse viva, ele repetiria a ação junto a moça.




Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos    Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos  EmptySeg 11 Jan 2016 - 20:59

Sons do Vale da Morte

A noite era recebida ao som de disparos nas vielas de Shells Town, e passos apressados levantando água das poças.  A garota estava suando às bicas, apesar de todo o frescor daquele fim de tarde. Quanto a Spencer, digamos que estava ficando no mesmo estado. - Ah obrigado, eu estava louco para saber a quantidade de homens que iriam me espancar até a morte nesse beco sujo. – Caiu sobre as nádegas no chão, pensando no que fazer.  Tinha as suas vantagens, mas perdia em número contra aquela gang que não demoraria a chegar. Se sentiu melhor quando conseguiu pensar em algo. - Se esconda de baixo desses sacos de lixo, caso eles não sejam o suficiente para cobrir todo o seu corpo rasgue-os e se cubra com o próprio lixo, não faça barulho e mantenha seus revólveres destravados, atire na hora certa. – Recebeu um olhar de decepção por parte da jovem mink, que retrucou.  - Esse é o plano genial?

- Okay, vamos ao plano B, ficamos parados aqui e somos mortos. – Então a moça bufou, levantando a franja que cobria sua testa com o sopro.  Agarrou-se em alguns sacos e girou para o lado, deixando seu corpo cair no chão assim como os sacos de lixo sobre si.  A cauda se movia como um membro à mais, que lhe ajudou a arrumar o disfarce.  Spiegel recebeu uma piscadela por entre uma fresta, e soube que estava tudo pronto.  Mas ainda não estava.  Spencer teve tempo de posicionar a sua arma sobre alguns caixotes, que poderia usar posteriormente como uma barreira (caso as coisas saíssem do controle).

Spencer precisaria ser convincente e firme no que iria dizer, no entanto lá no fundo já sabia como isso iria acabar.  Viu então cinco homens se aproximarem às pressas pelo beco, e os encarou.  Estavam suados e ofegantes.  Pararam repentinamente ao ver a figura de Spiegel no fim do beco, e observaram com desconfiança. - A garota rapaz... Onde ela está? – Perguntou um sujeito magricela, de olhos atentos.  Devia ter por volta de 40 anos e fumava.  Isso explicava a voz rouca e os dentes amarelados.  Usava um sobretudo marrom, e um pingente vermelho sobre o peito que chamava atenção, em formato de cruz.  Cabelos compridos e soltos sobre os ombros, que escorriam um creme barato. - Você a trouxe pra cá?

- Ela, cavalheiros lamento informar-lhes mas não faço ideia de quem estão falando. – Spencer estava com os cabelos molhados tanto com a água da chuva quanto com o suor.  Os outros homens se vestiam do mesmo modo que o que questionava Spencer.  Havia um careca, um anão, uma moça e até um mink tigre.  Todos empunhavam seus revólveres, mas o que se pronunciava usava duas pistolas ao mesmo tempo, diferentes dos demais. - Nós te vimos rapaz.  Não queira nos fazer de bobos. – O homem se aproximava à passos lentos, olhando para os lados à procura da garota.

Foi então quase que em sincronia, que Spencer e a misteriosa raposa se movimentaram.  Spiegel se lançou em direção à sua arma, alertando a gangue que procurou abrigo na mesma hora.  Alguns tarde demais. A raposa acertou o velho falador na testa, fazendo-o cair de costas no chão, sem vida no instante seguinte.  Spencer atingiu um disparo na barriga do anão, que caiu e rolou para um lado em busca de proteção.  Os outros se protegeram atrás de vigas e latas de lixo. - Vagabundaaaa! – Ouviu-se durante a troca de disparos, mas não se sabe quem gritou.  Spencer aparentemente só queria provocar o tiroteio, visto que só atirava sem nenhum foco.  Perdeu-se 5 disparos, e logo precisaria recarregar. Ainda entre os sacos de lixo, a garota segurava uma pistola usando sua cauda, e disparava três ao mesmo tempo.  Então ela se encostou em uma parede, se protegendo, e puxou um den den mushi. - Tenente! Estou cercada nos becos atrás do mercado.  Preciso de reforços!

A tensão aumentou ainda mais quando mais disparos foram ouvidos.  Spencer observou o grupo ser massacrados por uma equipe da marinha sem dó nem piedade.  E não haviam se passado nem 5 minutos desde a ligação da mulher raposa.  Pôde sentir alguma segurança enfim. Estava tudo acabado (?).  Caminhando imponente, um homem alto usando um uniforme de Sargento se aproximou, se apoiando sobre uma bengala. - Que dia, hein Missy?  Acabou jogada no lixo? HAHAHAHAHA! – A moça o olhou furiosa, e começou a gritar. - ELES ESTAVAM CERCADOS? POR QUE NÃO OS RENDEU? – E recebeu um olhar de desdém do sargento, que olhou logo em seguida para Spencer. - Eu acabei com a ameaça.  Ela deveria me agradecer, não deveria? HAHAHAHA!

A garota então olhou para Spiegel e sorriu. - Você me salvou, e eu agradeço.  Está ferido? – Então olhou de cima a baixo para o rapaz, que notava agora seu ombro sangrando.  Não ficou parado, e tratou de fazer um curativo improvisado no local do ferimento.  - Levem-no até uma enfermaria.  Tratem do rapaz que prestou um serviço à comunidade. – O sargento então sorriu falsamente para Spencer, e em seguida para a moça. - Você manda, Sargento Missy. – Então se virou para sua equipe, que ainda verificava os corpos. - Vocês ouviram pessoal! Essas são suas ordens!
Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos    Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos  EmptyQui 14 Jan 2016 - 7:51

Cada disparo que ecoava por aquele beco, o som das gotas de sangue que se camuflavam entre o som da chuva, o som dos corpos já sem vida caindo sobre o chão frio e úmido, cada um daqueles sons unidos formavam uma leve e doce melodia, e subitamente se originava o grande solo com uma sequencia de disparos e os últimos suspiros dos criminosos que ainda viviam, aquilo era um deleite para seus ouvidos, aquilo fazia-o sentir tão vivo...

Estava tudo acabado, seus olhos se abriam subitamente diante aquela situação de conflito, o solo estava banhado pelo sangue daqueles que já não estavam mais entre nós, a pistola de Spencer se encontrava mais leve, definitivamente ele havia efetuado disparos, sua única duvida era, ele havia acertado alguém? Spencer não demoraria a notar a companhia de marinheiros junto a eles naquele beco imundo, em particular um deles que aparentava ter grande intimidade com a jovem Mink, o rapaz permaneceria quieto por alguns segundos, olhando fixamente para o pingente em forma de cruz que era utilizado pelo velho, que foi o primeiro a dialogar com Spiegel, e de repente seria surpreendido por uma pergunta bem humorada do marinheiro que se apoiava sobre sua bengala:

- Eu acabei com a ameaça. Ela deveria me agradecer, não deveria? HAHAHAHA!

Spencer estamparia um leve sorriso no canto do rosto e responderia de forma irônica e alegre:

- Você mais do que eu deve saber que nossa donzela em apuros não é dotada de bons modos.

E logo a jovem mink tomaria a frente no dialogo:

- Você me salvou, e eu agradeço. Está ferido?

Spencer rapidamente faria uma leve vistoria em seu corpo antes de responder a pergunta da moça, e notaria um corte profundo em seu ombro, o rapaz aparentava ter sido parcialmente acertado por um disparo, a bala não teria se alojado em seu copo, teria acertado-o de raspão, causando apenas um corte superficial, o corte poderia ser facilmente sanado por um curativo improvisado e técnicas de primeiros socorros, o ferimento não seria notado apenas pelo jovem, mas também pela moça, que sem resposta do jovem ordenaria aos seus subordinados que acompanhassem Spencer até uma enfermaria, o rapaz cogitaria em negar a generosa proposta, mas resolveria concordar com os termos da moça, áleas era de graça. O jovem se ergueria do solo úmido e guardava sua pistola na parte interior de seu terno, seguindo para a enfermaria acompanhado da moça e de seus subordinados.

O jovem os seguiria e colaboraria com os marinheiros na medida do possível, o jovem se manteria calmo durante o caminho até a enfermaria, durante o trajeto até o destino dos dois, Spencer procuraria o melhor momento para perguntar a moça em um tom amigável:

-Então sargenta, você vai me contar quem eram seus amiguinhos lá atrás?

Após receber uma resposta satisfatória não questionaria pontas soltas ou nada sobre a história que a moça provavelmente o contaria, o jovem estava curioso sobre tudo aquilo, mas de certa forma ele não se importava, ele apenas continuaria o trajeto até o possível QG da marinha, mantendo um dialogo casual com a Mink se fosse possível. Caso chegassem na enfermaria sem problemas ou imprevistos, Spencer contribuiria com o tratamento do médico(a) que o tratasse sem questionar, e procuraria aprender um pouco mais sobre medicina observando as técnicas de tal para curar o ferimento. Caso tudo procedesse como o previsto, após o tratamento e até comer alguma coisa, Spencer procuraria se encontrar novamente com a Mink, caso ele a encontrasse ele responderia qualquer pergunta sobre seu tratamento de forma positiva, e então faria um pedido a moça, em um tom alegre porém falaria de forma séria:

-Bom sargenta, chegou a hora de você retribuir o favor. Relaxe não quero seus revólveres e nada de aspecto sexual, eu preciso de um favor seu, eu pretendo conseguir alguns Berries caçando procurados pelo governo, e eu acho que você como uma representante da lei pode me ajudar, eu preciso que você me de informações sobre alguém que esteja com a cabeça a premio pelas redondezas, ou pelo menos me passar o nome de alguma outra pessoa que possa me passar essa informação, será que pode me ajudar sargenta?

Como uma integrante da marinha e com tal patente era de se esperar que ela pudesse ceder uma das informações para Spencer, e dependendo de sua resposta, ele a agradeceria, e antes de se despedir garantiria que pudesse a procurar quando tivesse problemas com a lei ou precisasse de contatos na marinha, dar um leve sorriso e se despediria da moça. Antes de sair do QG ou seja lá onde ele estivesse ele procuraria se alimentar e repor seus suprimentos, e então seguiria as informações passadas pela moça.

Caso ela tivesse lhe passado as informações sobre um procurado com uma recompensa que valesse a pena o esforço, ele seguiria as informações passadas pela moça, e começaria a seguir os passos de tal na medida do possível, esperando que as informações passadas por elas não fossem tão limitadas a ponto dele não saber por onde começar. Ele visaria vigiar algum local passado pela moça, ou contatar e interrogar nomes relacionados ao procurado em busca dele.

Caso a moça passasse o nome de alguém que pudesse passar as informações para Spencer, ele procuraria pela pessoa, e ao encontra-lá ele avisaria que havia sido enviado pela Sargento Missy, e realizaria a mesma pergunta, e caso a pessoa o passasse as informações ele realizaria as mesmas ações em busca do procurado.

Mas caso a moça não soubesse o responder, Spencer iria até o QG, ou caso já se encontrasse lá procuraria por um mural com os cartazes de procurado, tendo como exigência um preço no minimo razoável que não rendesse muito trabalho ao jovem, caso encontrasse realizaria o os mesmos passos com a informação que o cartaz o cedesse.




Objetivos:
 

Off:
 

Citação :
Legenda

-Fala
"Pensamento"
Técnica

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MensagemAssunto: Re: Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos    Cápitulo I - A Balada Dos Anjos Caídos  EmptySex 15 Jan 2016 - 15:23

A Mão Negra

Spencer concordou em ir até a enfermaria da Marinha, seguindo o esquadrão que dizimou os criminosos que lhe atacavam. Lá eles trataram de seu ferimento, assim como o da Sargento Missy.  Quando teve uma oportunidade, decidiu perguntar sobre toda aquela situação para a autoridade.  Ambos estavam acompanhados apenas de enfermeiros do lugar, que pareciam não lhes dar muita atenção. - Então sargenta, você vai me contar quem eram seus amiguinhos lá atrás? – Spiegel merecia saber afinal.  Agora tinha uma bandagem envolvendo seu braço, e havia levado alguns pontos.

- Certo, acho que você tem o direito de saber.  Estou à procura de um criminoso, que é o braço da organização Main Noire aqui na ilha.  Uma organização de mercenários, que executa qualquer pessoa a mando de quem paga.  Seu nome é Morten Columbus.  Atualmente sua recompensa gira em torno de B$1 200 000,00. Foi designado recentemente para o cargo e pouco se sabe sobre ele.  Acredito que por ser inexperiente talvez seja descuidado, no entanto sempre que chego perto de alguma pista, algo estranhamente acontece e me afasta da linha de investigação.  Você mesmo pôde ver tudo de perto lá no beco. – A moça parecia desconfiada, e com razão. Sua própria instituição não parecia lhe ajudar.  Uma das enfermeiras entrou no lugar e entregou uma espécie de pudim sem sabor, e quando a garota provou, fez uma careta.

- Bom Sargenta, chegou a hora de você retribuir o favor. Relaxe não quero seus revólveres e nada de aspecto sexual, eu preciso de um favor seu, eu pretendo conseguir alguns Berries caçando procurados pelo governo, e eu acho que você como uma representante da lei pode me ajudar, eu preciso que você me de informações sobre alguém que esteja com a cabeça a premio pelas redondezas, ou pelo menos me passar o nome de alguma outra pessoa que possa me passar essa informação, será que pode me ajudar sargenta? – Perguntava o rapaz que recebia um olhar desconfiado da garota. - Acho que pode sim.  A Marinha vigia meus passos, então acredito que talvez a ajuda de alguém de fora seja necessária agora. – Ela então pegou uma pequena corrente de um de seus bolsos, com um pingente reluzente com a forma de uma cruz vermelha. - Pegue.  Todos eles usam essas coisas, parece ser algum tipo de seita.  Nenhum deles tem medo de morrer em prol da organização, o que atrasa bastante as investigações.  Ah, e tente não ser pego pela própria Marinha.  Dificilmente daria tempo para eu livrar a sua cara.  Vou continuar meus esforços investigando por conta própria, no entanto estarei chamando toda a atenção para mim. – Ela então afastou os cabelos dos olhos, e avisou. - Não tenho nenhum cartaz por aqui, mas você pode encontra-lo pela cidade facilmente. Você deve ir agora mesmo, antes que o Sargento Nigel venha fazer perguntas.  Eu começaria pelo porto se fosse você. – E então pegou uma revista em uma mesinha, e começou a folheá-la enquanto Spiegel saia pela porta da enfermaria.  No caminho pelo QG, encontrou o que precisava.  O Cartaz de Morten Columbus, com as suas informações de recompensa.

A chuva já havia cessado quando Spencer chegou ao porto.  Lá, o trabalho ainda era intenso na área de carga e descarga de embarcações.  Meretrizes ali estavam como de costume, observando clientes em potencial e conversando entre si.  Também haviam marujos jogando cartas e consumindo bebidas de teor alcoólico, enquanto esperavam seus colegas terminarem seus respectivos trabalhos para quem sabe também desfrutar daquela noite tropical.
Histórico:
 
Para o avaliador:
 
Off:
 
Columbus:
 

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