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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rebirth! Quebrando o gelo

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:26

Relembrando a primeira mensagem :

Rebirth! Quebrando o gelo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yoshikatsu Nnoitra e Shimizu Hikari. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptyQui 14 Jan 2016, 00:41


   


Bíblia Sagrada! (Em Construção)




God Bless You.




Um terço da katana entrava no corpo de Edgar Murphy, e a sua primeira reação foi dar um ganido e chorar.

- AINNN - Ele fez, sentindo a pontada aguda entrar em sua barriga. Mas ele não poderia passar aquela imagem, não. Ele era o enviado de Freya. - Ora, ora.. - Ele falou forçando uma voz séria, sentindo a espada doer novamente. - AINNN - E começou a ofegar de dor, respirando e expirando. E então fingiu que aquilo era tudo uma gargalhada desde o começo, e usou toda a sua persistência para manter um sorriso falho.

- Não tenho dó de amadores que acham que sabem lutar ou que podem salvar o mundo... Últimas palavras?

Aquelas palavras flutuaram no ar e entraram diretamente em sua mente. Mas não de forma suave ou sutil. Elas entrariam nele como um soco. Um balde de água fria. Um choque de realidade. ''Últimas palavras?''.

Quantas vezes ele já não tinha feito a mesma pergunta para aqueles que iria executar, com o seu complexo de showman?

Observou novamente aquela criatura grotesca que era seu inimigo. Seus cabelos ruivos e chamativos, suas roupas femininas, seu sorriso perverso. Observaria ele com calma, e não mais com o olhar de quem enfrenta um inimigo. Mas com o olhar de quem sente piedade. Não do oponente, mas de si mesmo. De quem era. A forma mais profunda de compaixão e empatia.

E era neste momento, que ele sentiria Deus. Uma sensação de que todas as coisas ruins que acontecessem em algum motivo, e de absoluta confiança no que deve fazer.

- Ouça com atenção estas minhas últimas palavras... - Ele falaria com sua voz de quem quer chamar atenção, a fim de paralisar o oponente na posição em que ele estava, e o fazer querer ouvi-lo. - Eu já fui como você, sabe.. o pescoço do oponente estava a fácil alcance. Um pouco de distração e poderia cortá-lo. - O tipo de pessoa que matava sem pena alguma. Que achava que, por ter alguma vantagem sobre os outros, tinha direito à sua vida.. E o tipo de pessoa que eu era.. Eu não tenho problema que este tipo de pessoa morra.. - Continuaria falando, se virando para o oponente e o olhando nos olhos. Segurando o cabo de sua espada com ainda mais força. - Eu não conhecia o Onismo, a minha atual religião. E eu não era nem mesmo batizado nela.. E como esperar as graças de Deus, se eu, além de não seguir os ensinamentos do Onismo, ainda não era batizado nela? - Ele falaria, levando a mão até a katana do oponente com a mão livre e a segurando com toda a força, impedindo que o oponente a puxasse. - Então vamos direto ao ponto. Primeiro ensinamento do Onismo: Mantenha sempre sua mente aberta às possibilidades, e sempre saiba julgar novamente as coisas em que já tinha pensado, até ter certeza. Mas só para não ter certeza. - Tentaria paralisar o oponente ainda mais com suas palavras. O seu pescoço estava mais perto? - Segundo Ensinamento do Onismo: Eu ainda não pensei. Mas eu posso te deixar para descobrir, e nós poderemos ter uma boa conversa no futuro. Por ora, só faça o bem às pessoas. - Seguraria a katana do inimigo com ainda mais força. Não a soltaria nem se sua mão sangrasse. - Pronto, a cerimônia de batismo do Onismo está sendo encerrada. Graças a ela, você poderá entrar no nosso paraíso sem problemas.. Eu não tenho sakê, e por isso você terá que se banhar em sangue para que ela seja encerrada de verdade..

E neste momento ele sorriria.

- Em nome de mim, em nome de você, e de tudo que poderia fazer bem para todos... - Diria com a mesma voz meio cântico que usava na igreja, para chamar a atenção das pessoas. Mas este era o problema: Na igreja, ele sempre falava um texto pronto. Até então, ele sequer saberia o que falar, e estaria inventando tudo com a sua mente criativa. Mas, a partir daquele momento, um branco simplesmente viria à sua cabeça. Diversas imagens de várias bíblias diferentes preenchiam sua mente, e ele não sabia ao certo qual utilizar para seu primeiro ritual.

E neste momento ele resolveria compensar o seu branco com atitudes, como sempre fizera como showman. Daria um passo para frente e enfiaria a katana do oponente ainda mais dentro da própria barriga, ainda a segurando com força, de forma a tentar impressionar ele.

- .... Deus te abençoe, vadia. - Terminaria com uma frase do único livro que poderia vir à sua cabeça em um momento de dor como aquele: O Diário de Davy Jones.

Após enfiar a katana do oponente ainda mais dentro de si, se aproveitaria da situação para também atacá-lo.

Poderia atingir seu pescoço, mas sabia que aquele não era o caminho, e sua intenção era dar-lhe segundas chances.

E é por isso que estocaria a katana no braço que o oponente utilizava para empunhar a katana, de forma a impedi-lo de usar ela novamente, independentemente do quão forte ou masoquista ele fosse. Pois um braço inutilizado não pode ser consertado com apenas força de vontade ou ignorando a dor.

Saberia que o dano que afligiria a si mesmo seria muito maior que o dano que o oponente receberia, mas não se importava.

Agora, ele finalmente tinha um poder que o inimigo não possuía: Ele era reconhecido. Tinha pessoas que o amavam e curariam seus ferimentos, diferentemente do seu inimigo.

- Deus te abençoe, vadia. - Repetiria, já com a katana enfiada no membro que o oponente utilizava para lutar. - Deus te abençoe. - Falaria, sorrindo. Com a esperança de que Deus realmente o abençoasse.





               
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptyQui 14 Jan 2016, 07:42




O Filho Único

"Chaotic."



- Ow não é minha culpa se caí nesse buraco, mas que bom que encontrei vocês almas caridosas! - Dizia Katsu, já tendo retirado sua camisa úmida, atado à cintura e vestido o casaco que lhe fora oferecido.
- Não me leve à mal garoto... Caridade não enche meu prato. Você irá retornar o favor.

Por fim, o rapaz parecia feliz em encontrar a oportunidade de sair daquele deserto. Distraía-se com tais pensamentos enquanto, seguindo os dois estranhos que iam à frente, percorria o decorrer do caminho. - Sou Mitsuo Felly, e ele é o Moghor Tery... Nnoitra, certo? - Katsu pôde ouvir, sendo essa, a única conversa que tinham durante o percurso.


...


- Ficarei feliz em ajudar como puder. - As pessoas em volta a encaravam, como se fosse louca. Ada olhou para os lados, e, mesmo de mãos erguidas, parecia que ninguém além dela mesma apoiaria o líder. Um silêncio mantinha-se pelos momentos seguintes, enquanto que, aos poucos, as pessoas deixavam o circulo que haviam feito em volta de Jhonny, passando a aglomerar-se em um outro ponto, bem mais distante. De lá, Ada podia ouvir cochicos indistinguíveis e até mesmo pessoas que se indicavam à novo líder da tribo.

Ada parecia não perder a calma com aquela falta de apoio, pelo contrário, continuava planejando junto do homem de cabelos azuis, passando a questioná-lo sobre uma posível localização do Andarilho.
- Era segredo, mas... Eu acho que ele tinha construído um cais ao litoral norte da ilha... Era possivelmente de lá que ele trazia os alimentos que doara à nossa tribo durante algum tempo em que tivemos fome... Eu... Eu confiava naquele homem! - Suas veias pareciam saltar da testa. O rosto numa mistura de desespero e ira.

- Aqui. É para aquela direção, ao que me lembro. - Entregava um mapa de papel à Ada, marcando, antes, um X onde indicara ser o tal porto privado. Em seguida recolhia sua própria katana, antes encostada ao pé de seu trono. - Porém temo que você não terá ninguém para a acompanhar... Veja só, hahaha... Eles parecem já estar decidindo o novo rei. - Seu olhar parecia distante, perdido. Um sorriso bobo ao rosto, desesperado.

- Eu irei com ela, se me permitir, Majestade. - Uma voz surgia de trás, alguém que assistira a cena o tempo todo, sem falar nada. - Me chamo Skorz, e acho que vou aprender a usar esse machado hoje.


...


Desesperada ao ver sua amiga recém-encontrada ser baleada tantas vezes, Hikari despertava-se para a luta. Deixava a harpa cair de lado, tombando ao chão e quebrando sua estrutura frágil e antiga de madeira.
Pouco se importando com aquilo, a garota avançou pelo campo de batalha. Parecia enfurecida, desesperada. Seus passos a levavam velozmente por entre as pessoas que lutavam pela Goela, evitando-as e se dirigindo à ilha principal, onde conseguia, sorrateiramente, pegar em mãos um dos rifles deixados ao chão por um atirador derrotado. Podia ver, naquele momento, que Iona fazia força para pôr-se de pé novamente, como se buscasse por mais um momento naquela briga, e, aproveitando daquele momento de distração dos atiradores, Hikari despejava seus tiros, alojando alguns contra o tronco de um dos atiradores, virando-se para o outro, e, pressionando o gatilho algumas vezes, atingia um segundo atirador com mais uma saraivada, seguido de um terceiro. Naquele momento, porém, o som que havia feito já era suficiente para alarmar o atirador restante de um novo perigo, o qual virava-se para a garota, e, instintivamente, começavam a disparar.

Hikari desviava habilmente de todos os tiros do atirador, os quais acabavam atingindo a neve, levantando instantâneos esguichos de areia branca ao encostar com o solo. Enquanto isso, após atingir um dos espadachins da ponta com uma cabeçada inesperada, Iona forçava-o a andar junto de si, a sua frente, porém, seu peso, somado a todos os ferimentos que a garota possuía, acabava sendo demais para a sua persistência. Iona acabava por desistir de resistir, sem ter forças para continuar. Caía novamente ao chão, o espadachim por cima de seu corpo, sua espada já perdida por algum lugar da batalha, mas, com as mãos, tentava manter os braços de Iona presos ao chão de neve, também utilizando de suas pernas contra as delas e o seu peso. - Como vai, docinho? Seus ferimentos estão doendo? - Abaixava, lentamente, sua cabeça, abrindo a boca e deixando sua lingua sair enquanto a direcionava ao ferimento de bala no ombro de Iona. Parecia ser tão doente quanto o ruivo, líder deles.


...


- Vamos achar seu pai e a sua amiga - Dizia Viper, erguendo-se das cobertas, seguida da garota, que ia atrás, levando todo o pano por sobre os seus ombros, aquecendo-se porém parecendo sentir certa dificuldade em carregar tudo. - Yosh! - Ela parecia se animar, pouco antes de ambas entrarem no escuro túnel. Naquele lugar, apenas a visão de Viper as salvaria.


...


Edgar parecia se assustar com o que lhe era dito. Não parecia certo ele receber a sentença de "Últimas Palavras". Aquilo, de fato, era algo que ele fizera antigamente, quando, sem nome, se achava superior às pessoas sentenciadas, e abusava de sua humanidade para agradar um público que lhe idolatrava.

Seu rosto, daquela posição, quase encostava no do Ruivo. Seus olhos, auto-de datapiedosos, puseram-se a encarar os do oponente. Parecia conseguir entender aquele homem tão bem quanto entendia o seu antigo eu. E sentia pena de si mesmo, talvez, por já ter sido daquele jeito um dia.

- Ouça com atenção estas minhas últimas palavras... - Começava a dizer. Sua mão canhota segurava firmemente a espada do Ruivo, prendendo-a a seu tronco. O ruivo encarava Edgar de volta, almejando por se distanciar do garoto enquanto escutava suas palavras seguintes. Com desespero, fazia força para puxar a lâmina de sua espada para fora do corpo do padre, que fazia força para mantê-la ali enquanto continuava suas últimas palavras, a expressão ao rosto mantendo-se inalterada apesar da dor extrema.



- Primeiro ensinamento do Onismo: Mantenha sempre sua mente aberta às possibilidades, e sempre saiba julgar novamente as coisas em que já tinha pensado, até ter certeza. Mas só para não ter certeza. - Dizia. O Ruivo não parecia estar realmente seguindo o raciocínio de Edgar, apenas escutava suas palavras, e, desesperava-se cada vez mais por não estar conseguindo desenterrar sua própria espada. - CALA A BOCA! - Sua expressão, anteriormente zombeteira e maliciosa, parecia ter-se convertido completamente. Naquele momento, mais assemelhava-se a um demônio, cujo desesperava-se ao ser exorcizado pelas palavras santas de um padre.

Apesar do descontrole de seu oponente, Edgar continuou, ditando o batismo de sua própria religião. - Eu não tenho sakê, e por isso você terá que se banhar em sangue para que ela seja encerrada de verdade.. - O sorriso surgia em seu rosto, parecia uma malícia, que parecia ironizar as expressões anteriores do Ruivo.
Deixando o sorriso de lado e já mudando sua voz para algo mais grandioso, parecia finalizar seus ritos. - Em nome de mim, em nome de você, e de tudo que poderia fazer bem para todos... - Improvisava, rapidamente, com o único livro divino que lhe vinha em mente naquele momento de coragem, enquanto segurava a espada do inimigo com força em seu tórax, dando mais um passo a frente e quase encostando com o Ruivo, sua mão esquerda sangrava. Já a direita...

*FLAP*

- .... Welcome to the jungle, bitch. Deus te abençoe, vadia.

A lâmina do padre atravessava a carne do braço de seu oponente, cortando as ligações nervosas e cravando no osso, o qual se tornara um obstáculo que não conseguira cortar em apenas um golpe.

- GHYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH!! - O homem urrava de dor, perdendo força no braço de sua espada e acabando por largá-la, ainda ao tronco de Edgar, cujo tinha sua própria espada presa ao braço do ruivo. - O-O-O..?! GHYAAAAHAHAHAHAHHA! - O homem parecia não se decidir. Sofria com a dor, ao mesmo tempo que entrava em delírio de prazer com ela. Seus olhos se arregalavam e sua expressão enlouquecia. Levava sua mão saudável até o braço cortado, apertando seu ferimento por instinto, enquanto que recuava de Edgar à passos cambaleantes para trás. Naquele momento, o ruivo parecia beirar à loucura, e também, à morte.

Parara, por um segundo, deixando de lado as expressões de prazer e dor e assumindo algo bem próximo àquela cara que fazemos ao tocar no bolso e não sentir o celular. - Deus te abençoe, vadia. - O padre lançava, pouco antes de, assumindo um sorriso de aceitação, o ruivo caísse da borda d'A Goela com a espada presa ao braço, em direção ao mar gelado que se chocava contra as rochas brancas abaixo.

- Deus te abençoe. - Finalizou, quando ele mesmo tombou para trás, exausto e de costas ao chão, com a katana de seu oponente presa ao seu tórax. Uma troca justa, talvez. E agora, ambos poderiam descansar.


...


Leon saía de sua cela, dirigindo-se à mesa ao centro do âmbito e recolhendo todos os itens por ali, equipando as manoplas em suas próprias mãos, guardando as duas adagas ao cinto e algumas bolas de chumbo no bolso. Com cuidado, retirou um dos cigarros velhos que encontrara no cadáver anterior, encaixando-o em seus lábios e acendendo-o com o isqueiro usado (6 usos restantes). A primeira tragada lhe invadia os pulmões, trazendo-lhe o aconchego de volta.

- Oe... Ooooooe! - Dizia, após jogar uma das bolas de chumbo na garota dormindo na cela adiante. Rapidamente e assustando a garota que acabava de acordar - e parecia demorar para digerir tudo -, Leon se explicava, além de se apresentar.

- L-Leon... Watashi wa... Natasha.

Nesse momento, antes que a garota pudesse continuar dizendo qualquer coisa, Leon podia ver a chegada de outros três indivíduos através do túnel.

- Quem é você?! - Uma mulher de madeixas azuis se aproximava, juntamente de outros dois homens, um deles tinha os cabelos loiros com uma coroa ao topo de sua cabeça. Era impossível de ver seus olhos. - Não deixaremos que leve a garota, se é isso o que veio fazer. - A mulher puxava uma faca das vestes e entregava ao garoto de cabelo loiro. - Não tenho outra arma disponível. Cuide desse babaca, nós tempos que levar a garota o quanto antes para o navio. - A mulher, juntamente do outro homem, cuidavam de abrir as celas, liberando os dois lobos, que a seguiam obedientes, enquanto Natasha era pega nos braços do homem. Ambos estavam rodeando os garotos para alcançar a cela de saída, pareciam ter pressa.


...


Ao fundo Viper podia ver a luz. Não fora um túnel tão largo, no entanto, sequer tinha qualquer coisa de interessante, além de vários caixotes com pedras retiradas das escavações do túnel. Prosseguindo, acabava por alcançar o fim daquela passagem, dando de encontro à uma situação um tanto quanto assustadora: Em sua frente podia ver uma mulher de madeiras loiras caída sobre o chão, sangrando por todo o seu corpo, enquanto que um homem de casaco a mantinha presa com seu próprio peso. Parecia estar tentando assediá-la, pelo visto.

Um pouco ao lado, um atirador disparava tiros contra uma garota pequena, que apenas desviava, mas que talvez não fosse conseguir continuar por muito tempo sem se cansar.
Ao fundo, bem mais atrás, podia ver o cenário de uma guerra. Pessoas lutavam e se cortavam sobre uma ponte estreita de pedra. Algumas caíam, exaustas, com ferimentos horrendos. Pelo visto, a Candy Mountain estava realmente do outro lado do túnel, ou pelo menos, algo tão divertido quanto.









mapa:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptyQui 14 Jan 2016, 10:55

A bloody tale


Todo o meu ímpeto e sangue fervente me recompensavam com uma belíssima atuação, digna de elogios. Veloz como o vento, avancei sem medo e obtive, com sucesso, o rifle que usei para eliminar, sucessivamente, três dos quatro atiradores. A força de vontade de Iona criara, para mim, uma distração praticamente perfeita. Só não foi porque a loira resolvera avançar em um dos espadachins, em vez de se atracar com o último atirador restante. Com ele já atento, precisei começar a esquivar-me de seus disparos, o que dificultava-me fazer uma mira decente. E pior: eu também já estava começando a me cansar e, em breve, acabaria sendo atingida. Precisava encerrar logo com essa batalha, ou teria sérios problemas.


Talvez o meu maior trunfo nesse instante fosse minha capacidade de raciocínio avantajada. Conseguia perceber padrões que passariam desapercebidos a outros. E era com isso que contava. Enquanto trocávamos tiros, certamente o atirador também fizera seus movimentos e acreditava eu que podia prever para onde ele iria quando eu disparasse novamente. Raciocinaria rapidamente e, chegando a uma conclusão, tão logo desviasse do próximo disparo dele, pararia minha movimentação e faria meu esperado último tiro, mirando no local que imaginava estar o tronco dele. Dessa vez deixaria que o recuo me jogasse para trás, sem, contudo, permitir que a mira se desestabilizasse. A intenção era dificultar um possível novo disparo do atirador, ao modificar minha posição. Na hipótese de ter sucesso, procuraria disparar mais algumas vezes, aproveitando-me da provável surpresa do alvo, para eliminá-lo de vez. Não podia permitir que ele ainda estivesse em condições de atirar mais.


Sabia, entretanto, que minha ideia podia dar errado também. Tanto por não encontrar um padrão previsível para atirar quanto por errar meu disparo. Em qualquer um dos casos, jogaria o fuzil no chão e, com o que me restava de fôlego, ganho certamente devido à descarga de adrenalina que percorria meu corpo, correria em zigue-zague na direção do atirador, procurando desviar de seus tiros. Eu era leve e não sabia lutar no mano-a-mano, mas quem disse que eu precisava combater? Ao chegar próximo a ele, tentaria enganá-lo com uma finta, como se estivesse tentando ir para trás dele e, então, faria um rolamento para a frente, indo a seu encontro. A ideia era acertá-lo com toda minha força e peso em sua genitália, derrubando-o de dor. Com isso feito, poderia tomar seu fuzil, ou pegar algum outro próximo, e atirar novamente, uma vez que certamente ele estaria incapacitado por um tempo.


Por todo o tempo, estaria atenta com meus sentidos à luta que ocorria atrás de mim também, apenas para tentar afastar-me de possíveis golpes que sentisse, mais do que visse, vindos em minha direção. Quanto ao atirador restante, mesmo que fosse atingida por uma de suas balas, o que esperava, sinceramente, não acontecer, ainda procuraria continuar com meu plano, pois sabia que parar agora significaria minha morte. Tentaria manter-me com toda a força de vontade enquanto continuaria a avançar e executar a minha ideia.


Caso algum de meus planos desse certo e o último atirador finalmente fosse derrotado, pararia, ofegante, e, pegando o fuzil, começaria a mirar para atingir os espadachins inimigos, começando por aquele que debruçava-se sobre Iona. Tomaria muito cuidado ao disparar, certificando-me de levar em consideração o coice da arma, dessa vez apoiada no solo, comigo deitada atrás dela. Tomaria cuidado também com o vento e com a mira, sendo extremamente meticulosa, de forma a não atingir nenhum aliado por engano. Dessa vez não teria mais ninguém para me atacar, de modo que podia mirar com bastante calma. E aí sabia que minha precisão era praticamente infalível para uma distância tão curta.


Sentia-me cansada e exausta, mas não baixava a guarda ainda. A batalha não terminaria até que todos os oponentes estivessem devidamente eliminados. E isso incluía o ruivo que lutava com o padre. Não sabia como aquela luta se desenrolava, mas tinha a péssima sensação de que o tal enviado de Freya havia sido enviado de volta para ela.


~ É, meu corpo vai doer horrores quando tudo isso terminar... ~




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptyQui 14 Jan 2016, 13:43


Leon Stronghold

The guy with the
crown!





- Natash.. uhn- Leon se virando um pouco pode ver a chegada de mais pessoas pelo túnel, uma mulher e dois homens, um deles usando uma coroa e com olhos escondidos, seria ele o líder deles? Bem aquilo logo ficaria claro com a mulher entregando uma lâmina para o rapaz e despachando ordens, aquilo o lembrou do homem da  cabana, seria ele o parceiro desses caras? Leon olhando para cima falaria - Vocês devem estar de brincadeira comigo... - Se voltaria para o rapaz da coroa e diria - Sou Leon Strongheart, desde que fui largado nessa encosta congelante eu vaguei no frio até encontrar a cabana ali de cima, onde um homem me atacou e eu o matei me defendendo, provavelmente é companheiro de vocês! Ele me atacou assim como você está prestes a fazer agora, se fizer isso vai acabar como ele! - Diria sacando duas lâminas do seu sinto e segurando uma em cada mão com a lâmina para baixo, assim como fez com o canivete anteriormente - Eu nem sabia onde estava e quem é essa garota, mas agora fiquei com vontade de salvar ela de suas mãos! Vou te dar duas opções loirinho da coroa, parar de ser um pau mandado desses dois e se juntar a mim, dividiremos todo o loot que fizer dessas caras, além de salvar a Natasha aqui... ou - Leon cerraria os olhos e flexionaria os joelhos, pronto para partir em ofensiva se fosse preciso, falaria mais grave agora e com clima mais pesado - Você não vai passar de um cadáver sem vida em alguns instantes... por puro capricho do destino! -

Agora tinha mais inimigos, sabia que seria mais complicado, ainda mais em um lugar fechado, teria de lutar de maneira a usar o pequeno espaço para enfrentar o menor número de inimigos por vez e não ser cercado. Além dos três, agora os dois lobos pareciam ser os pets da mulher mandona, teria de lidar com eles logo depois do loiro, que provavelmente seria o primeiro a lhe atacar. - Natasha... aguente um pouco ai que logo mais eu te solto, tudo bem?! - Leon estaria preparado, aguardaria a resposta do rapaz, sendo ela com palavras ou ações, se ele o atacasse, iria de encontro o mais rápido que pudesse mantendo uma postura diagonal referente a ele mantendo o lado esquerdo do corpo mais a frente, alvejando com a mão esquerda a mão em que ele empunhasse a faca, brandindo seu punho em um movimento diagonal visando abrir a guarda dele e com sua lâmina incapacitar aquele braço dele, na sequência pararia de avançar para usar de seu tamanho como vantagem e manter a distância de maneira que o acertasse com sua envergadura e não fosse acertado sem que ele tivesse de avançar, estaria atento não somente a ele, mas aos outros inimigos, se deixasse uma abertura a ele as coisas complicariam. Nesse momento se ainda pudesse atacar desferiria um gancho vindo da altura de seu cinto, rotacionando cintura e ombros para acumular toda a força em seu golpe, mirando o queixo do rapaz, acertando ou não tentaria correr para a cela por onde havia chegado ali para manter apenas a parte aberta dela como caminho entre seus inimigos, ele e a saída.

Caso algum dos outros o tentasse atacar em qualquer momento, tentaria sair da frente do golpe com movimento de lado, se aproximando da cela por onde havia decido para que pudesse diminuir as possibilidades de ataque deles, assim se fosse atacado ali, pelos lobos Leon iria esperar o avanço deles para que pudesse se projetar para o lado enquanto socava na direção da cabeça deles deixando a lâmina para que os cortasse, já se fossem qualquer outro dos demais ali, procuraria manter sua distância com um soco cruzado aberto da direita para esquerda, de maneira que o se o golpe não acertasse em cheio, ainda houvesse a possibilidade da lâmina fazer algum estrago e em seguida um golpe mais rápido recolhendo o braço direito de dando um direto com o braço esquerdo mirando o centro dos olhos do inimigo, recolhendo ele logo depois sempre tentando usar de seu tamanho como vantagem ali. Ainda havia a possibilidade de um deles ter uma arma de fogo, já que havia encontrado balas nesse lugar, por causa disso tentaria manter sua postura de boxe o tempo inteiro encolhido em seu próprio corpo e sempre pendulando de um lado para o outro para não ser um alvo tão fácil assim naquele cômodo e se em algum momento visse que apontariam a arma para ele tentaria dar um pequeno salto para o lado para sair da mira, além de continuar pendulando.

Se por pura peripécia dos deuses o loiro caísse as tentações de sua proposta e fosse se juntar a ele contra seus companheiros, Leon diria a ela - Um lobo e a mulher para você e o outro e o cara para mim, se ainda estiver muito difícil eu cuido da minha parte rápido para te ajudar! - E assim se voltaria para eles mantendo sua estância de batalha e andando para o lado devagar indo na direção da saída e assim executar seus ataques e defesas (mesmo esquema da parte de cima).



Post: 006(7 se contar o da primeira aventura) ~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue 

Notes: • Vício: 1/10 contando o da aventura velha
• Ganhos: -Canivete de pescador
- Manoplas
- Algumas adagas
- Algumas balas
- Casaco de frio
- Isqueiro(6 usos restantes)
- 1 cigarro
• Perdas: N/A
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptyQui 14 Jan 2016, 15:43


   


Bíblia Sagrada! (Em Construção)




Em Frangalhos.




Edgar Murphy encarava o céu daquele lugar gelado, enquanto sentia a neve ao redor de seu corpo anestesiar suas feridas novamente. Mas aquilo não diminuía nem um pouco sua situação: Possuía uma espada encravada em seu tórax, e agora percebia que fora loucura fazer aquilo, por mais que Deus o tenha dito que aquele era o caminho. E agora? Um movimento errado e talvez tenha o coração ou o pulmão perfurados. E aquilo em seus lábios.. Era sangue? De onde ele sequer havia vindo? Suas roupas estavam rasgadas, seu corpo estava destruído, e ele tinha sérias dúvidas sobre se sobreviveria ou não. O seu corpo estava completamente em frangalhos, mas a sua alma, em compensação..

- HAHAHAHAHA.. - Ele gargalharia alto, com um sorriso sincero. Deus realmente o havia abençoado, e todos estavam derrotados ao seu redor. A vila estava salvo, e não haveria guerra. E agora tudo o que ele precisaria fazer era ir atrás da garota e resgatá-la, o que seria muito mais fácil agora que todas aquelas pessoas eram suas para interrogar. Tudo estava indo dentro dos conformes, e ele conseguia ler através das linhas tortas dos acontecimentos. - HAINNNN - Ele falaria, sentindo a pontada.

Pararia por um instante, e olharia as pessoas ao seu redor no campo de batalha, assistindo com calma tudo o que aconteceria, tentando ficar atento. Assim que encontrasse alguém que acreditasse estar ''do seu lado'', e que estivesse em condições, diria:

- EI, DESGRAÇADO, ME LEVE ATÉ A VILA PARA EU TER CUIDADOS MÉDICOS, EM NOME DE DEUS.. - Mas não era como se ele sentisse que Deus pedisse para cuidar dele. ''Droga, acabo de cometer um sacrilégio..'' - Digo, por favor...

Caso conseguisse chegar até o vilarejo com a ajuda de quem quer que fosse, ele diria aos aldeões:

- EU TIVE O MEU CORAÇÃO QUASE PERFURADO POR UMA ESPADA, E, NO ÚLTIMO SEGUNDO, A DEUSA FREYA FEZ A ESPADA IR PARA O LADO!! - Diria, mas não como uma mentira. Mas como algo em que ele realmente acreditava. E era no momento a partir daquilo que a mentiria realmente viria: - E EU TIVE UMA REVELAÇÃO DE UM HOMEM RUIVO COM O BRAÇO MACHUCADO. ELE VAI VIR PELO MAR, E ELE TEM UMA INFORMAÇÃO SOBRE A LOCALIZAÇÃO DA GAROTA DESAPARECIDA!! TRAGAM ELE ATÉ AQUI, LHE DEEM TRATAMENTO MÉDICO E.. NÃO SEI, AMARREM ELE. SÓ ENTÃO FAÇAM PERGUNTAS... E... SEM TORTURA... ELE GOSTA DE TORTURA.. FAÇAM CÓCEGAS. - E viraria o rosto de lado, dormindo, como se tivesse morrido. - Ah, e algum desgraçado me dê anestesia e tire essa espada infernal de dentro de mim...




               
- HP: 120/120

               
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptyQui 14 Jan 2016, 19:04

l
A Sociedade do Gelo


”Hahahaha! Viu? No momento do desespero é que as pessoas mostram quem realmente são.”

Ela tinha razão, via aquelas pessoas me olharem como se eu fosse louca após erguer minha mão e aos poucos via elas começarem a se afastar dali. Alguns, mais ambiciosos, já até se candidatavam para substituir Jhonny. Quando perguntava ao homem de cabelos azulados sobre a localização do tal Andarilho, ouvia-o dizer que havia um porto ao norte em que ele poderia estar e ainda conseguia ver um pouco do desespero daquele homem que era claramente esboçado em seu rosto e sua voz.

”É, para um bom samaritano ele parece estar realmente bem distante. O que será que o nosso “coleguinha” quer evitar ficando tão longe?”

Aquele pensamento surgia ao vermos o lugar no mapa em que Jhonny havia marcado um X, no extremo norte da ilha. Via o homem pegar sua própria katana, provavelmente seria aquela a arma que ele me entregaria. Suas palavras seguintes apenas confirmavam o que eu já sabia, estaria sozinha naquela missão suicida para restaurar a paz naquela ilha “Ahh, droga. Por que vou fazer isso mesmo?” Me questionava por aquelas ações, mas era tarde demais, já estava muito envolvida para querer simplesmente voltar atrás. Era nesse momento que uma voz já conhecida chegava aos meus ouvidos oferecendo apoio, olhava para trás com um sorriso em meu rosto, talvez o primeiro desde a partida de Hikari, e me surpreendia ao ver Skorz oferecendo-se para ajudar.

– Skrorzw!? – Exclamava surpresa e, de certa forma, alegre. Não achava que teria alguém para me ajudar em minha empreitada e muito menos que este alguém seria aquele homem que antes eu julgara ser um medroso. Mas ainda assim, já tinha certa afeição por ele por ter sido a primeira pessoa que conheci e a me receber bem naquele iceberg.

”Ahn? Eu também não acredito... Esse é o mesmo covarde que vimos antes? Hahahaha! Que divertido!”

– Será ao prazer tê-lo ao meu lado. – Diria aquilo com um sorriso em meu rosto enquanto pegaria o machado que havia ganhado antes a fim de entregá-lo ao homem pálido. Entregaria o machado para que este segurasse seu cabo, com a parte cortante voltada para mim, como gesto de amizade. Em seguida me voltaria para o líder da ilha e pegaria a espada assim que possível e prenderia a bainha a minha cintura. Ainda assim, me preocupava com Jhonny, nas condições em que estava ele poderia acabar enlouquecendo naquele lugar... Ou mesmo morrendo em um golpe de estado. O que eu deveria fazer?

”Você tem duvidas queridinha? Essas pessoas tem que estar do seu lado. Convença-as.”

Ela tinha razão, era isso que eu deveria fazer. Mas antes, me voltaria para o líder da tribo e diria em voz baixa para que apenas eu, Skorz e ele pudéssemos ouvir – Jhonny, tome cuidado se for ficar aqui. Essas pessoas podem estar desesperadas, então não se sabe o que podem fazer. Em todo caso, vou tentar uma coisa... – Dava alguns passos a frente, agora tomaria fôlego para falar mais alto, e tentaria fazer com que minha voz fosse ouvida por todas as pessoas usando de todos os meus dons naturais que possuía nesse (voz encantadora) para que pudesse convencer aquelas pessoas que provavelmente ainda planejavam o que fazer. Mas o que dizer, detestava deixar aquilo acontecer mas para aquela situação... O melhor seria que a “outra” tomasse o controle. Aos poucos minha visão enegrecia, e antes que eu pudesse perceber, já não era mais eu no comando.

Segunda Personalidade On


O sorriso em meu rosto provavelmente seria a mudança mais notável. Fazia quanto tempo que eu não assumia? Um mês? Em todo caso, estar novamente no controle era maravilhoso, ainda mais em uma situação tão empolgante quanto aquela. Desabotoava meu casaco até pouco abaixo dos seios para que estes pudessem ser vistos, qual seria a vantagem de escondê-los afinal? E além do mais, gostava de sentir aquele ar frio tocando a minha pele nua. Infelizmente não teria muito tempo para aproveitar, tinha uma plateia para convencer. Estufando o peito, tentaria juntar fôlego o suficiente para dizer impondo a minha voz a toda aquela multidão.

– Eeeeeeei! Olhem aqui! – Diria com o braço esticado para cima enquanto movia minha mão como se acenasse para todas aquelas pessoas. Usava o tom de voz mais sensual que conseguia – Ohhh, obrigada! – Diria quando todos, ou apenas alguns olhassem – Tenho uma coisa muito, muito importante para dizer. – Faria uma pequena pausa – O que acontece é que se perderem tempo sem fazerem nada os outros vão simplesmente chegar aqui e destruir tudo o que vocês amam e querem proteger. Aqueles que forem espertos, virão comigo para o norte da ilha para capturar o verdadeiro culpado por isso tudo e recuperar a garotinha. Os outros, podem montar uma defesa aqui. Os que quiserem morrer, que continuem discutindo sobre quem vai ser o novo rei. – Dizia ainda sorrindo, mas sabia que obviamente todo o efeito causado pela sensualidade na voz teria sumido com um discurso daqueles. Agora me viraria para Skorz e diria, dando uma piscada para o homem logo depois:

– Está pronto para ir, Skorz-san?

Logo depois disso tomaria a frente no caminho, seguindo na direção indicada por Jhonny. Tentaria observar se mais alguém havia vindo me acompanhar após o discurso ou se no mínimo haviam ficado dispostos a montarem uma defesa para aquele lugar. Para aqueles que me acompanhavam, diria no início do caminho – Bom, estamos aqui para buscar a garota e proteger as terras de vocês. A partir de hoje senhores, somos a sociedade do gelo – Diria brincando com o fato de termos formado um grupo que estava indo em direção a morte apenas para proteger aquele iceberg. Em todo caso, para fugir da monotonia no caminho, perguntaria a meu acompanhante depois de algum tempo de viajem:

– Me diga Skroz-san, por que é que resolveu ajudar? Não é só por causa do meu rostinho bonito, não é? Jhonny fez algumas coisa muito,muito más. – Dizia em um tom que ao mesmo tempo poderia soar sarcástico e provocante, mas não no sentido de deixá-lo bravo. Caminharia prestando atenção no caminho e nunca dando passos desatentos, sempre verificando se o gelo no local estava firme antes de pisar ali com os dois pés. Se não estivesse firme, apenas tentaria buscar por outra rota.

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptySex 15 Jan 2016, 11:32

Han? Eu? Capacho?


' Irei?
___Caminhava com aquele casal estranho e engraçado. Tudo parecia muito bom pra mim, estava indo em direção ao meu passe para a saída da ilha, o que mais poderia me agradar? Finalmente ir embora daquele buraco congelado era a melhor noticia de todas.

- Nnoitra, Yoshi, Katsu. Tanto faz - Eram tantos que eu nem me importava mais o modo como me chamavam. - O nome de vezes rima já perceberam? Shishishi - Diria rindo enquanto em minha cabeça fazia uma curta rima com os nomes ' Katsu caiu na caverna e encontrou Moghor Tery, isso empatou a foda dele com Mitsuo Felly ' Eu sei, não sou bom nisso... MAS provei que rima.

___Estava tudo indo bem demais né? Tinha que ter algo ruim naquilo. No momento que eu via a garota presa naquela cela minha mente saía do lugar, eu nem mesmo lembrava de receber a faca da mulher.

' Jane...

___Aquela pobre garotinha refletia o meu motivo para ter saído de casa, nesse momento Jane deveria estar no mesmo estado que a menina, eu encarava-a firmemente enquanto via na garota o corpo de Margaret. Por que estavam fazendo isso? Por que eles tinham que levá-la? Era só uma criança... Saía de meu transe e apertava firmemente a faca, meus braços deveriam tremer de raiva, aquelas lembranças, havia reprimido a tristeza e a raiva por muito tempo para que quando encontrasse Jane ela me visse sorrindo como sempre, mas aquilo era crueldade, eu ajudaria aquele casal a fazer com aquela garotinha o mesmo que fizeram com Jane? ' Será... Será que eles estão entregando ela pro governo.. Para servir de escrava para os nobres?

___Passaria a mão nos cabelos até encontrar a coroa e aperta-la enquanto ouvia o homem em minha frente, apesar de ouvi-lo nada mais ali me chamava atenção. Aos poucos ia me acalmando, isso era uma noticia boa certo? Se eles estavam levando a garota para nobres então eles sabiam onde achá-los, logo eu estava a mais um passo de encontrá-la... Colocava meu sorriso no rosto de volta com a mesma excentricidade de sempre. - Fiuuu... - Assoviava com o impressionante tamanho do cara em minha frente que já se armava esperando pelo combate. - Uaau. Você é grande hein - Me intimidava em nada, se tem uma coisa que meus tios me ensinaram é que as pessoas só são fortes na Grand Line, se esse cara estava no mesmo buraco que eu, então era tão fracote quanto eu, por enquanto é claro.

- Eu? Capacho deles? Shishishi. Não não, eu só empatei a foda deles sem querer, por puro capricho do destino. - Dizia sorrindo para o cara, em seguida me viraria para o casal dizendo em alto e bom tom. - Vocês não acham que vou ser cúmplice de vocês só por que me deram uma blusa, né? - Jogaria a faca para o alto com pouco força, de modo que ela fizesse uma pirueta no ar e voltasse para minha mão. - Obrigado por serem gentis comigo. - Agradeceria de verdade, apesar de rudes, o casal havia me dado ajuda quando eu estava precisando urgentemente, infelizmente para eles eu não sou muito fã de sequestros. ' Somos dois e eles quatro, os animais são o maior perigo, devem ser mais ágeis, portanto deveria acabar com eles primeiro, mas ele deve tentar defender a dona ou seja lá o que, posso usar essa confiança dela no lobo para dar o primeiro ataque nela, ao menos incapacitá-la de se movimentar, preciso de informações sobre os recebedores e do navio. Em seguida ataco o lobo. ' Meu raciocínio apesar de extenso vinha automaticamente.

___Correria em direção a mulher com todo gás, buscaria atingir minha velocidade máxima nos primeiros passos, porém não atacaria diretamente, esquivaria-me primeiro caso o lobo agisse como defensor da mulher e me atacasse, portanto daria um mergulho por cima do animal. indo para a lateral da mulher giraria do chão até o topo, sendo que o primeiro golpe seria um corte na parte de trás do joelho da mesma, e o segundo seria cravar a adaga na barriga desta, se minha ações dessem certo eu estaria em pé ao lado de Mitsui e a faca perfurando algum órgão, retiraria a faca e me prepararia para o lobo, esquivaria caso este viesse em minha direção, realizaria o utilizando a mulher, uma vez que se a faca estivesse presa nela, eu a utilizaria como alavanca para girar o corpo da mulher, coloca-lá de costas para o lobo e de frente para mim.

___Como já havia visto que o homem possuía uma arma de fogo, também ficaria alerta caso em minha corria ele resolvesse dar-me um tiro, vendo que ele estava com a arma apontada para mim eu me adiantaria e lançaria-me para a lateral como se me jogasse ao chão afim de sair da mira do mesmo. Caso durante meu primeiro ataque a mulher reagisse primeiro, eu me esquivaria indo para trás dela, sem pressa de atingi-lá, buscando sempre em primeiro lugar minha própria proteção, e seguiria com os mesmos movimentos de outrora. Se durante a execução do corte e da estocada ela se virasse para me atacar ou reagisse de alguma forma eu rolaria lateralmente afim de sair do ataque e iria de encontro ao lobo, em último caso, poderia deixar o animal morder meu braço para que eu pudesse enfiar a faca em sua garganta.

___Em instante nenhum eu pararia de sorrir, no fim das ações eu levantaria os ombros para cima e diria. - Não é pessoal.


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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptySex 15 Jan 2016, 14:55


Iona L. Walker

Now this is hella fun!







O plano era simples, sair do caminho para depois acabar com os atiradores. Odiaria que qualquer um deles atingisse Hikari. O problema era igualmente simples, havia perdido mais sangue do que esperava. Estava exausta, cansada demais para aguentar até mesmo meu próprio peso. Sentia os lábios rachados e a garganta seca, ainda conseguia forçar-me um pouco pelo campo de batalha, acertava um espadachim e o arrastava para longe. Poderia atira-lo na água gelada, mas o melhor que gostaria de fazer seria arrancar um punhado de informação dele mesmo. Socar a cara daquele homem até que ele cuspisse a verdade junto de seus dentes, por tudo que acreditava, tinha cada vez mais vontade de fechar a mão e deixa-lo beijar um punho coberto por ferro.

Tinha uma falha fatal naquele plano, estava fraca. Cansada o bastante para parar no meio do caminho, caindo com o maldito espadachim por cima de mim. Os músculos doíam, as feridas então. Cair de costas na neve gelada fazia com que apertasse a mordida e cada parte de meu corpo com um espasmo de dor. Ofegava e tinha a vista turva, mal conseguia prestar atenção o bastante no que o maldito acima de mim falava, mas sabia, sentia o que aquele homem tentava apenas pela forma como me segurava. Novamente não tinha forças para simplesmente empurra-lo, ele estava desarmado e eu com o corpo incapacitado. Da ultima vez que observava Hikari ela lutava contra um atirador, estava longe para saber como estava nesse instante, para vê-la precisaria me levantar, mas não tinha condições de fazê-lo, enquanto não tirasse aquele peso de cima de mim.

- Doendo? Nada disso grandão. Sentia o corpo tremer, medo ou frio? Não me importava mais tanto. Olhava para cima mostrando parte do pescoço ao home. - O que acha de resolvermos tudo...de outro modo? Sorria deixando uma intenção meio clara.

Sentia o estomago revirando com o nojo de pensar naquela ideia, mas era o melhor plano que poderia ter, não tinha forças para atacar diretamente nem ao menos me mover, então convidava-o a se aproximar. Esperava que ele se aproximasse então atacava. Esperaria que ele estivesse próximo o bastante, então em um único movimento avançaria com os dentes contra o pescoço do homem, mordendo e puxando enquanto mantinha a pressão. Esperava arrancar-lhe o pescoço? Claramente não, não tinha força para tal, mas mesmo que breve, qualquer ferida que conseguisse causa-lo poderia colocar as coisas a meu favor, por isso morderia e lutaria até o ultimo instante, tentaria me libertar da prisão com o movimento, tentando rolar por sobre ele para então tentar golpea-lo de baixo a cima, murros ou cotoveladas, não sabia como fazer pois não tinha plano rela nenhum, apenas lutaria e me debateria tanto quanto possível.


Post: 004 ~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptySab 16 Jan 2016, 07:48




O Filho Único

"Chaotic."



Hikari, observando os movimentos de esquiva de seu oponente, acabava por bolar sua estratégia de vitória. Em um tiro seguinte, acabava atirando na linha de esquiva do seu oponente, atingindo-o no tronco, exatamente onde ele tentava desviar. O atirador, derrotado, caía ao chão, sangrando e largando sua arma. Já livre de foco, a garota virava-se para onde estavam os espadachins que combatiam a trupe que viera com Iona. Seus tiros saíam rapidamente, e logo ela conseguia - sem sequer ser percebida pelos inimigos - acabar com os espadachins ali, errando, porém, alguns vários tiros por conta da distância em que estava, e acabando por acertar o braço de uma das mulheres que acompanhavam Iona. Ela parecia bem, entretanto.


...


Como dito no post anterior Enquanto Tery e Felly subiam a escada em direção à cabana, deixando que Katsu cuidasse do intruso, os dois mais pareciam querer conversar.
Apesar de ser grato à ajuda dos dois, Katsu odiava sequestros, os quais sempre o traziam lembranças ruins de sua amada. - Obrigado por serem gentis comigo. - Dizia por último, se referindo aos dois que já conseguia alcançar a cabana através da escada, porém, Felly ainda pudera ouvir, e, de cima, respondia algo, que nenhum dos dois lá embaixo puderam distinguir em palavras. Enquanto isso, Leon falava algo para Natasha, mas sem certeza de que ela o teria escutado. - Um lobo e a mulher para você e o outro e o cara para mim, se ainda estiver muito difícil eu cuido da minha parte rápido para te ajudar! - Pareciam entrar em acordo, apesar de que ambos os seus alvos já estivessem lá fora desde o post passado.

- Leve a garota ao Pequeno Mestre. Eu seguro eles. - Ouviam a voz feminina dizer, podiam a ouvir, dessa vez, acima deles, pelo buraco da escada.
- VENHAM MALDITOS! - A ouviam dizer, mais tarde.


...


- O que acha de resolvermos tudo...de outro modo? - Dizia, enfraquecida, enquanto olhava para o alto, deixando seu pescoço à mostra. O homem, que agora parava de lamber o ferimento do ombro da garota, virava-se para seu pescoço, em êxtase. - Boa garota. - O homem respondia, pouco antes dos dentes da loira cravarem-se em seu pescoço, segurando-o com toda a força que ainda lhe restava. - YAAAAAAAAAHHHHH! ASSIM MESMO! - Ele respondia, levando sua própria boca ao pescoço de Iona e mordendo-a com bem mais força aplicada. Ele, entretanto, parecia adorar aquela sensação dolorosa.

*BLOW*

Parecia adorar, antes de um tiro certeiro se enterrar contra seu crânio, vindo detrás de Iona, tido o disparo feito pelo rifle não fuzil de Hikari, que se apoiava ao chão para ter a máxima precisão.


...


- EI, DESGRAÇADO - O educado Edgar Murphy chamada um dos homens do grupo de exploradores, os quais já terminavam seus combates, por conta da ajuda de Hikari. - Digo, por favor...
- Claro. Lhe levaremos junto de todos os outros feridos. Apenas estamos recolhendo os espólios dos corpos inimigos. - Dizia, enquanto chegava outro membro do grupo, o qual parecia ter voltado à tribo, trazendo um carrinho de mão. - É aí que você vai.


...


- Jhonny, tome cuidado se for ficar aqui. Essas pessoas podem estar desesperadas, então não se sabe o que podem fazer. Em todo caso, vou tentar uma coisa... - Ada dizia. Parecia preocupada com o golpe de estado que o povo parecia estar preparando, mas, de todo o caso, Jhonny respondia de forma neutra. - Está tudo bem. Sempre os governei bem. E se eles realmente não me quiserem mais no poder, eu reinvidico meu cargo. - Sorria.

Antes de finalmente sair, Ada sentia a necessidade de ter certeza de fazer sua parte quanto à segurança daquele homem. Sua segunda personalidade assumia, tomando uma postura um tanto quanto mais livre, desabotoando suas vestes e pondo parte do seu corpo à mostra. - Eeeeeeei! Olhem aqui! - A grande maioria o fazia, dando atenção à garota. Paravam por um momento, e muitos apenas olhavam para o seu decote, mas, ao ouvirem o que a garota dizia, pareciam se enfurecer um pouco. - Estamos cuidando da defesa. Sem problema quanto a isso. - Dizia um deles, e todos pareciam concordar, voltando a falar sobre seus planos defensivos e o próximo governante.

Ada, portanto, pusera-se a sair, chamando Skorz consigo, que parecia já conhecer alguns embalos do machado, demonstrava isso cortando o ar em sua frente, empolgado. - Acho que isso será interessante.

Ambos saíram da tribo, sozinhos, já que falhavam em conseguir apoio adicional. Andavam por um longo caminho de estrada em gelo, seguindo a direção apontada por Krieg. - Me diga Skroz-san, por que é que resolveu ajudar? Não é só por causa do meu rostinho bonito, não é? Jhonny fez algumas coisa muito,muito más.
- Haha... Eu sei... A questão é que... Eu tive uma família antes. Eles foram empolgados para a terra dos Ursíneos, e acabaram morrendo para um grupo deles... Isso antes de Natasha nascer. - Podiam ver, pelo caminho, algumas aldeias ao longe, assim como algumas geleiras, picos e elevações. - Eu sei o quanto essa garota é importante pro povo deles. Ela mantém todo aquele povo vivo por causa de seu dom, além de que ela tem um pai... Não quero que outra pessoa passe pelo o que eu passei. - Ele dizia, quando, à frente, podiam ver-se aproximando de uma cabana. Parecia simples, à madeira, o que de certa forma era estranho numa ilha como aquela. Sua porta estava entreaberta, e de seu interior podiam ouvir alguns grunhidos selvagens, assim como a voz de uma mulher, que balbuciava alguma coisa inaudível, mas que fazia os grunhidos se acalmarem.

Bem mais longe, porém, podiam ver um homem de vestes marrons e estranhas para a ilha. Em seus ombros, carregava um saco de pano, provavelmente carregamento de alimentos retirados da cabana, já que suas pegadas na neve pareciam ter saído de lá.
- VENHAM MALDITOS! - Ouviram, pouco antes de ver uma mulher sair do interior do casebre, juntamente de dois lobos cinzas, que a seguiam um de cada lado. - Meu trabalho é uma droga. - A ouviam resmungar para si mesma. Parecia não tê-los vistos ainda, já que estava de lado para eles, de frente para a porta da cabana, como se esperasse algo sair de lá.


...


- O que houve com você?! - Sarah parecia perplexa, enquanto olhava para o corpo ferido de Edgar, deitado em uma cama improvisada de pano, ao lado direito de Iona, que jazia sobre uma parecida, de braços abertos. Os outros feridos iam sendo organizados junto deles, por ali, em meio a todo o povo que se juntara a seu redor. - EU TIVE O MEU CORAÇÃO QUASE PERFURADO POR UMA ESPADA, E, NO ÚLTIMO SEGUNDO, A DEUSA FREYA FEZ A ESPADA IR PARA O LADO!! - Edgar forçava-se, gritando para a multidão. Prosseguia, portanto, contando de sua suposta visão do homem ruivo pelo mar. O público parecia realmente acreditar em suas palavras e alguns até mesmo se deslocavam para uma direção, provavelmente onde encontrariam a praia. - Ah, e algum desgraçado me dê anestesia e tire essa espada infernal de dentro de mim... - Sarah olhava para o rosto de Edgar. Por sua expressão, parecia incomodada com algo. - Hm.. Não temos anestesia, mas eu posso fazer o melhor que puder. Vou pegar as ferramentas. Não saia daí... Nem se puder. - E se ergueu, sorrindo ironicamente enquanto se distanciava, correndo para um dos iglus.









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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptySab 16 Jan 2016, 18:35

Pause


Meu plano era bem-sucedido e, com um disparo certeiro, eliminava mais um atirador. Restava, agora, os espadachins que, um a um, eram derrubados, a começar por aquele que se debatia com Iona. Errava, entretanto, alguns vários tiros, devido à distância, o que imediatamente colocava-me com uma meta na cabeça. Precisava melhorar minha pontaria urgentemente.


Aproximava-me, então, correndo, até Iona. Colocava o rifle de lado e usava toda a minha força para empurrar o corpo sem vida do espadachim de cima da garota. Ajudava-a a se levantar e, então, com um dedo, cutucava-a várias vezes na altura do peito, olhando-a extremamente furiosa.


- DA... PRÓXIMA... VEZ... QUE... QUISER... BANCAR... A... HEROÍNA... TENHA... CERTEZA... DE... QUE... VAI... VOLTAR... INTEIRA... BAKA!! -


Falava, quase que aos berros. Carregava o rifle com minha mão direita enquanto deixava que Iona se apoiasse no lado esquerdo de meu corpo. Sabia que ela estava em péssima forma agora, mas precisávamos nos reagrupar e voltar com os feridos antes de mais nada. Sabia que ainda tinha de localizar a garota raptada, mas, sinceramente, minha prioridade havia mudado. Agora queria certificar-me, primeiramente, de que Iona encontrava-se a salvo e em segurança. Conferia se a boina de Ada-chan estava em minha cabeça ainda e, se não estivesse, pararia por um instante para recolocá-la antes de levar a loira de volta para o vilarejo.


Entristecia-me um pouco saber que a harpa que me fora dada havia se quebrado, mas nada podia fazer. Agora que a adrenalina ia, aos poucos, se esvaindo de meu corpo, começava a sentir-me novamente com frio e cansada também. Já na vila e com Iona deitada em uma cama improvisada, virava-me para um cidadão qualquer que estivesse próximo e pediria:


- Será que poderia me arrumar um casaco ou cobertor? Estou congelando aqui brrrr -


Apesar do frio, não achava-o de todo desconfortável. Achava-o fascinante e até mesmo sabia aproveitar aquela sensação, pouco conhecida por mim, uma vez que em Avalon era sempre verão.


Início do aprendizado: Primeiros Socorros


Em meio à minha distração ao pedir por algo para aquecer-me, um senhor chegou e ajoelhou-se ao lado de Iona, verificando seus ferimentos. Curiosa, imediatamente agachei-me a seu lado e perguntei-lhe:


- O que o senhor está fazendo? -


O senhor parou por um instante e, olhando para mim, respondeu-me educadamente.


- Estou avaliando o estado dela para prestar os primeiros socorros. O rapaz aqui do lado está em uma situação pior, então no momento não posso cuidar dela direito. Então aliviarei os problemas dela e, depois, volto aqui. -


- Será que o senhor poderia me ensinar como fazer? É algo que gostaria de aprender -


- Não tenho tempo para parar agora, mas irei falando em voz alta tudo que estou fazendo. Se for esperta, vai entender e pegar o porquê. -


Para a minha sorte, eu era bem inteligente e acreditava que, se me fosse explicado, eu conseguiria entender os princípios básicos. Desse modo, prestava atenção enquanto via o homem aferir o pulso de Iona e ouvia sua explicação.


- A primeira coisa que devemos fazer ao prestar socorro a alguém é ver se não estamos em perigo também. De nada adianta tentar salvarmos uma vida e virarmos uma nova vítima, correto? Mas como estamos aqui já na cidade, não há problemas. Nós trabalhamos com uma técnica chamada ABCDE, onde A significa Airways, isso é, nós verificamos se as vias aéreas não estão obstruídas e, caso estejam, procuramos desobstruí-las. -


Enquanto dizia isso, colocava a mão abaixo do nariz de Iona, a fim de senti-la respirar. Fazia isso por aproximadamente vinte segundos, o que dava-me tempo de sobra para refletir.


~ Bom, o primeiro passo depois de garantir que estamos seguros é fazer com que a pessoa respire. Ok, isso é bem intuitivo, afinal, se ela não respirar, rapidamente entrará em colapso e morrerá. Esse tempo que ele espera deve ser para verificar se o ritmo respiratório está regular ou se está instável, presumo eu. ~


- Aqui eu fiz os passos A e B. B responde por Breathing, isso é, respiração. Se houvesse alguma obstrução em suas vias aéreas, ela estaria fazendo muita força para respirar e, entretanto, não conseguiria. Ao verificar que sua respiração está normal, posso dizer que os passos A e B estão ok. Agora estou fazendo o C, que é de circulation, ou seja, estou verificando se o sangue está chegando nos seus órgãos, apesar da hemorragia. -


E, enquanto dizia isso, olhava para os lábios de Iona e para as pontas de seus dedos, retirando os calçados da garota. Eu conseguia entender facilmente que os locais escolhidos eram extremidades que, na falta de uma oxigenação adequada, seriam os primeiros locais a ficarem sem perfusão sanguínea. E, de fato, sua explicação seguinte confirmava-me meu pensamento. Prestava atenção agora enquanto o médico levantava-se, pronto para sair.


- As letras D e E significam disability e exposure, isso é, qual o nível de consciência da vítima e quais as causas que a levaram a chegar àquele estado. Vou agora tratar de pacientes mais graves e você pensa sozinha porque não estou verificando essas duas letras. Adeus. -


E, dizendo isso, saía correndo. Nesse meio tempo Sarah havia se afastado do enviado de Freya, que jazia ao lado de Iona. Minha mente trabalhava rapidamente, repassando o que o homem havia me ensinado.


~ Então a primeira coisa é verificar se o ambiente não oferece risco para mim mesma. Depois que eu tiver certeza que está tudo certo é que vou atender a vítima, seguindo o ABCDE. Primeiro checo se as vias aéreas estão desobstruídas. Se não estiverem, tenho de tentar modificar a posição da cabeça da pessoa para abri-las e permitir a passagem do ar. Em seguida verifico se a pessoa está, de fato, respirando. Caso não esteja aí preciso fazer uma ventilação mecânica até que ela consiga se reestabelecer. O boca-a-boca seria uma técnica útil. Depois disso tenho de verificar se o coração está bombeando direito e, caso não esteja, preciso fazer a massagem cardiopulmonar. Somente então checo o nível de consciência da pessoa que, no caso, não precisava, já que Iona está acordada e alerta. E, por fim, tento descobrir o que causou aquilo na pessoa, o que também é dispensável já que vimos ela sofrer os ferimentos a bala, assim como essa mordida no pescoço. Por isso o médico não verificou esses dois últimos no caso dela... ~


Acrescentava ao conteúdo aprendido com o homem os conhecimentos prévios que já tinha visto com meu pai em algum momento no passado. Mas, se antes os conteúdos encontravam-se soltos, agora conseguia conectá-los e, finalmente, sentia-me pronta para prestar adequadamente os primeiros socorros a uma pessoa.


Fim do aprendizado: Primeiros Socorros


Apesar de saber que ainda tinha uma tarefa a cumprir, procurava descansar um pouco agora, pois, do contrário, sabia que seria incapaz de dar prosseguimento com o meu dever. Sentava-me ao lado de Iona e observava-a. Eu tinha várias perguntas a fazer a ela, mas ainda não era a hora correta. Apenas descansaria, mantendo-me, entretanto, em alerta para caso precisassem de mim. O rifle roubado de um dos atiradores jazia parado a meu lado, para caso fosse preciso utilizá-lo, muito embora agora achasse que estávamos seguros.




Objetivos:
 

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Última edição por Akuma Nikaido em Sab 16 Jan 2016, 18:51, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 5 EmptySab 16 Jan 2016, 18:38


A viagem pelo túnel foi a coisa mais entendiante que fizera desde que desembarcou na ilha. Por sorte o túnel não era muito largo, e logo deixou os caixotes de pedras para traz alcançando o final da passagem. Gradativamente a luz forte foi dando lugar a um cenário um tanto inesperado.

Alarmada rapidamente levou suas mãos em direção as orelhas que pareciam captar aleatoriamente até os menores ruídos em batalha. Com seu corpo curvado seus cotovelos encostavam no chão gélido enquanto seus joelhos eram cobertor por neve, seus braços entrelaçavam-se em volta da cabeça tentando se acalmar, havia sido pega de surpresa e o som de todo esse tumulto repentino impedia que se concentrasse. Com o peito cheio deixava o ar escapar pela boca devagar, repetindo isso duas ou três vezes até que sua mente parou de processar todos os sons que lhe tomavam a audição. Concentrou-se apenas em um. Um som pulsante não muito longe de onde estava.

Ergueu seus olhos pelas frestas entre seus braços e vasculhou o campo de batalha, até que seus olhos repousaram em um garota caída ao chão, seus longos fios loiros estavam espalhados pelo plano, a pele pálida revelava um ferimento de bala, e o som pulsante vinha de seu coração palpitante no peito. A menina ofegante tentava se desvencilhar de um homem que a prendia contra o chão e lambia seu ferimento.

O som de tiros romperam logo ao lado, suas balas iam em direção a uma menininha que desviava com tamanha destreza dos projéteis. Mesmo parecendo cansada e exausta mantinha-se de pé. Se prestasse muita atenção, podia ver em seus olhos que planejava algo para se livrar do atirador inconveniente. Foi então que revidou os tiros com uma só bala atingindo o homem no tronco.

"Ela sabia onde ele estaria"  - Ponderou

O homem derrotado caia no chão largando a arma enquanto a menina voltava a disparar mais uma rajada de balas contra outro grupo.

Viper se recompunha olhando para a menina ao seu lado. Seguraria sua mão verificando se ela estaria bem e oferecendo conforto caso estivesse assustada. Logo arrastaria a menina pelo braço forçando-a a acompanha-la enquanto andava em direção as pessoas remanescentes - apenas para não perde-la de vista e sem machuca-la - e gritaria com um sorriso de orelha a orelha: Adoro festas, pena que não recebemos um convite.

Viper ficaria atenta a qualquer movimento ou som suspeito, afinal, ainda não sabia se eram inimigos ou amigos.  

Objetivos:
 

Contagem:
 

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