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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rebirth! Quebrando o gelo

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Roy Collins
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Roy Collins

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MensagemAssunto: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:26

Relembrando a primeira mensagem :

Rebirth! Quebrando o gelo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yoshikatsu Nnoitra e Shimizu Hikari. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptySab 09 Jan 2016, 22:23


Leon Strongheart

First steo to Valhalla!





- Então realmente você era o assassino! - Diria o jovem tocando com as pontas dos dedos no rosto, onde havia sido acertado e ainda sentia o formigamento no local amortecido. - Não era nada perto dos golpes de Baldur... Mas valeu pra me acordar nesse frio! - Após os espasmos do corpo acabarem, se aproximaria do defunto e com o pé o viraria de barriga para cima, aquilo havia servido para que  esquentasse um pouco, o momento, a adrenalina, o êxtase daquilo o fizeram se esquecer um pouco de onde estava,mas logo o ar congelante o lembrara.

- Tsc... mais um casaco estragado com sangue... melhor ver logo oque tem com ele que possa aproveitar! - Diria enquanto já revistava o corpo do homem, procuraria por uma arma melhor, se ele havia matado aquele homem deveria ter algo para deixá-lo com tantos cortes como estava, averiguaria se mesmo sujo de sangue ainda dava para aproveitar o casaco ou alguma outra roupa, sua esperança era pouca já que seu tamanho era demasiadamente maior que a média, mas não custava procurar.

Depois de sua busca, limparia o canivete nas roupas do morto, se levantaria e prestaria atenção aos arredores, então pararia e encararia o céu por um instante, ficava imaginando onde estariam agora Baldur e seu bando, talvez nunca mais os visse por pura peripécia dos deuses, iria seguir sua vida da maneira que eles o ensinaram,o caminho dos fortes e dos guerreiros, desbravando o mar e suas aventuras. A passos largos voltaria para a cabana e pararia na porta, encarava o baú, o que será que havia ali?! O que aquele homem estava tão desesperado a esconder?! Estava na hora de descobrir e Leon seguiria até o baú, pararia, suspiraria e o arrastaria pelo caminho que as marcas demonstravam. Esperava que fosse encontrar algum tipo de compartimento escondido, uma passagem ou algo parecido e se assim fosse, avaliaria o que encontrasse, gritaria - OOOOOOOOOEEEE! - para avaliar o quão fundo ou longe aquilo daria e só então com cuidado seguiria por ali, fosse um caminho ou algum tipo de armazém para ver onde dava.

Se não fosse um caminho, veria oque encontraria ali para que pudesse tomar posse, então voltaria a cabana para se preparar para seguir viagem, chega daquela cabana e situação. Fecharia sua roupa deixando o canivete no bolso de maneira simples para se sacar, voltaria a se encolher sobre si mesmo, fecharia a porta e procuraria as pegadas do assassino, se as achasse seguiria viagem começando por elas para ver onde davam, já se não pudesse as localizar, seguiria viagem no caminho contrário da costa de onde viera para procurar algum vilarejo, cidade ou o que quer que haja nesse inferno gelado.
 


Post: 004 ~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue 

Notes: • Vício: 5/10 contando o da aventura velha
• Ganhos: -Canivete de pescador
• Perdas: N/A
Thanks, Lollipop @ Sugaravatars
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptySab 09 Jan 2016, 22:41


As vezes o universo comete graves erros, e conceder a Viper uma excelente visão noturna certamente foi um desses. Ao nascer do sol no horizonte ou até mesmo na noite mas sombria a visão privilegiada da mink se destacava, juntamente com sua audição superior ainda mesmo que entre os da suas espécie. Uma benção? ou uma maldição? Suas habilidades poderiam ser consideradas um grave erro do destino quando imperados por uma curiosidade voraz e insaciável.

As engrenagens em sua cabeça começavam a se mover num ritmo mais intenso, milhares de perguntas sem respostas iam e vinham em sua mente juntamente com fantasias criadas por ela mesma. Uma pequena dor latejante atravessou sua cabeça, e logo cessou. Ao seu lado a garota se virava encolhendo-se na malha sem lhe dar qualquer explicação ou informação relevante. Nas suas costas uma enorme caverna ainda não desbravada no qual suas profundezas a atraia como um marujo sendo seduzido pelas doces canções de belas sereias. Viper sabia a onde queria estar, já se decidira. Mas uma coisa a incomodava, porque havia uma criança sozinha em estado de lamúria em uma caverna fincada em um paredão glacial em numa zona de perigo? Evidentemente ela não parecia querer estar ali tanto quanto a logomorfa.

Viper puxava um pouco da malha envolvendo-se mais ainda em seu aconchego caloroso.

- Não acho que meninas como você deveriam ficar sozinhas no meio do nada. - Pensava alto. -  Então… o que tem seu pai? Quer ajuda para acha-lo?

A Mink ansiava por uma resposta positiva no qual soasse que a menina estaria aqui por conta própria e não precisasse realmente de ajuda, mas no fundo sabia que esse era um sonho distante. Seus planos de explorar a ilha parecia escapar como água entre seus dedos. Então lembrou do menino que deixara em um buraco provavelmente para morrer congelado. Sentiu um arrependimento passageiro e um pequena vontade de retornar para ajuda-lo. Mas como eu disse, a vontade passou tão rápido quanto a passagem do tornado em Oklahoma.

- Idiota - Suspirou baixinho se referindo ao loiro.

Objetivos:
 

Obs:
 

Vantagens:
 

Contagem:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptySab 09 Jan 2016, 23:31


Culpado?


Skorz era o nome do sujeito com quem eu vinha conversando todo aquele tempo. Não demorava muito tempo para descobrir que ele não era o líder naquele lugar, mas felizmente o homem rapidamente me levava até aquele que realmente comandava. Chegávamos em meio a multidão que se reunia e conversava sobre a situação atual. Pareciam haver muitas pessoas ali e no meio de todos eles estava o tal Johnny, sentado em seu trono ao ar livre “Aí está o Johnny!” Ouvia a outra dizer aquilo em minha cabeça, fazendo uma referência a uma história que havíamos ouvido uma vez.

Logo Skorz começava a explicar a situação para o seu líder, e o que eu estava fazendo ali. Para o meu alívio às explicações não duravam muito tempo visto que o homem no trono parecia querer ouvir minha ideia para analisar as opções que possuía. Parecia-me um homem muito mais rude do que a primeira pessoa que eu havia conhecido naquela tribo, talvez ele pudesse realmente governar bem aquele povo, pois o modo como Skors havia me levado a ele já demonstrava que estes lhe respeitavam. Explicava os meus planos para aquele homem, que parecia talvez não gostar muito do que ouvia. ”Arrogante? Ou só idiota?” Dizia a mulher em minha cabeça. Pedia então uma espada a Skorz, mas era o líder quem me respondia.

O tom de sua voz era alta, todos poderiam escutar que eles possuíam as armas que precisavam para se defender ”E assim se sentirem mais corajosos e motivados... Muito esperto.” Pensava aquilo comigo mesma mesmo sabendo que de qualquer modo, a outra acabaria ouvindo o que eu pensava. Não precisava e nem tinha tempo para pensar em uma resposta ao regente, pois ele logo voltava a falar. Dessa vez seu tom parecia diferente do de antes, e aquilo me chamava atenção. Ele se levantava de seu trono, provavelmente algo pesava em sua consciência. Seria culpa?

”Olha, parece que alguém está apaixonado por nós. Não é uma gracinha? E além disso, ele até que bonitinho... Não acha?”

A outra brincava ao reparar que agora Jhonny não tirava os olhos de mim... de nós. As mechas de seu cabelo eram azuis, me lembrava da cor dos cabelos de minha mãe apesar de não serem nem de longe da mesma tonalidade de azul. Na verdade só agora eu conseguia perceber que era ele aquele homem suspeito que havia cochichado algo no ouvido do que havia anunciado o ataque iminente da outra tribo. Retribuía o olhar do homem, simplesmente por que sabia que desviar poderia desmotivá-lo. Com atenção e uma expressão séria, começava a ouvir o que ele tinha a dizer. As primeiras coisas que ele falava já eram o suficiente para me surpreender, fazendo meus olhos me traírem e demonstrarem a expressão de surpresa por alguns poucos segundos, voltando para a mesma face séria logo depois.

”Irmãos?”

Me concentrava após a notícia para que simplesmente pudesse voltar a ouvir o que mais ele tinha a dizer. Não demorava para que a declaração mais impactante do regente chegasse, algo que poderia abalar a todos os que ali estavam. Mas na minha cabeça, aquilo simplesmente não fazia sentido. Mantinha minha expressão séria no rosto por alguns instantes olharia ao redor para tentar descobrir o que se passava na cabeça de seus homens. Logo, voltaria a olhar para Jhonny e diria, com o mesmo ar de seriedade de antes e tentando impor minha voz às dos demais.

– Não, pelo que vi de você posso concluir que é esperto o suficiente para saber o que o sequestro de sua sobrinha traria para este povo. E do jeito que essas pessoas te respeitam, não acredito que este seja o tipo de coisa que você faria inconsequentemente. Não acho que tenha sequestrado Natasha... – Faria mais uma pequena pausa para novamente analisar as expressões das pessoas ao redor, e também as do regente –Não entenda errado, acredito que tenha algum envolvimento sim, mas não de propósito. Conte para nós Jhonny, o que exatamente aconteceu para você se culpar desse jeito?

Perguntava aquilo tentando sempre manter o tom de voz mais sério possível, mas em minha face tentaria demonstrar uma expressão que desse certa segurança ao regente. Ficaria então calada, pronta para escutar o que mais ele tinha a dizer. Havia falado a verdade, aquele não parecia o tipo de homem que seria idiota e egoísta o suficiente para tomar uma atitude daquelas e trazer a guerra para o seu povo. Algo havia acontecido, algo pelo qual ele se culpava incessantemente...

”Hahahaha! Quando chegamos aqui, não achava que as coisas nessa ilha seriam tão divertidas assim!”

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptyTer 12 Jan 2016, 07:36




O Filho Único

"Fearless."



Era evidente que o túnel ao fundo da caverna era um caminho de mistérios. Afinal, quem saberia que tipo de aventuras estariam por lá? Uma montanha de doces, talvez?
- Então… o que tem seu pai? Quer ajuda para acha-lo? - A garota ainda chorava, parecia estar realmente muito mal. Enquanto isso, Viper parecia confortar-se cada vez mais nas peles de urso. - Ele... Ele sumiu... Eu estava brincando com uma amiga mais cedo, e então um homem estranho nos levou para uma cabana... Meu pai... *Snif Snif* Ele tentou me salvar, mas... Ele tava muito fraco, e dormiu no meio da luta... Eu consegui fugir pela caverna e vim parar aqui... Acho que meu pai ainda está dormindo no chão...


...


Numa situação suspeita e, no mínimo, estranha, Katsu começava a pensar nas suas hipóteses a respeito do homem que lhe apontava a arma. - Shishishi não penso que você é uma camareira, uma camareira nesse buraco shishishi boa - Zombava, mesmo à beira da morte. Seu instinto irônico parecia lhe empurrar cada vez mais ao precipício. O homem alinhou a mira da arma e a encostou contra o tronco de Katsu, que apenas continuou falando, dizendo sobre suas origens.

- Bom, bom. Que seja. Você não parece ser um perigo. Junte-se à nós, se quiser... - Encaixou a arma no coldre e voltou-se ao espaço em que estava antes, sentando-se ao beliche debaixo. - Aahh já entendi, estou atrapalhando vocês dois, né? Acredite, o que eu menos quero é estar aqui, então seja legal, me arrume alguma blusa e me diz como faço pra voltar lá pra cima. - Os dois estranhos se entreolhavam.

- Você é um garoto bem intrometido, pelo visto. - Dizia a mulher do beliche superior. - Tome. Vista isso. E se quiser sair daqui, nos acompanhe. Temos que fazer uma entrega em breve. - Disse, jogando um casaco de pele de urso ao garoto e apagando o cigarro que fumava na parede de gelo, utilizando-se de ambas as mãos para catapultar-se para a frente, descendo.

- Já está na hora?
- Sim. Vamos. Aproveitamos e largamos o garoto no navio também. Hmm... Nnoitra, certo? Acho que nosso navio poderá te levar algum lugar que queira, pelo preço certo...


...


Leon apressava-se em verificar os pertences do novo cadáver, verificando que o seu casaco ainda era utilizável e tomando-o para si. De seguida, procurando pelos bolsos, encontrava um isqueiro usado e um maço com dois cigarros amassados, porém, utilizáveis. Talvez, daquela forma, sua ânsia pudesse ser saciada.
Enfim, após verificar os pertences do corpo, voltou sua atenção ao baú, arrastando-o para a lateral e descobrindo a existência de um estreito buraco no chão. Após executar todos os testes referentes à altura, pôs-se a descer, dando de encontro a uma escada vertical, a qual auxiliava sua chegada ao chão.

Abaixo do solo parecia estar numa pequena prisão. O local era bem iluminado por várias tochas espalhadas pelas paredes, e, caso olhasse em volta, se veria no interior de uma cela gradeada, bem parecida àquelas utilizadas em quarteis generais por todo o mundo. Fora de sua cela, uma mesa, um par de manoplas, algumas adagas e balas de chumbo, apesar de não existir qualquer pistola em seu campo de visão. Também, naquele cômodo, outras três celas existiam. Em uma, dois lobos selvagens dormiam. Na outra, uma garota de madeixas brancas dormia por sobre um amontoado de palha. E, por fim, a terceira cela estava vazia, mas, em seu interior, podia ver um longo túnel escavado no gelo.

Diferente das demais celas, porém, a cela em que tinha descido estava com seu portão aberto.


...


Ada parecia não levar muito à sério a revelação de culpa de Jhonny, cogitando até mesmo que o líder da tribo estivesse sendo, de alguma forma, exagerado com relação à sua afirmação. - Eu sou o único culpado dessa história. Raptei a garota sozinho e a entreguei a um homem que queria "estudá-la"... Ele tinha me dito que, se pudesse exanimar o seu corpo, poderia descobrir como reproduzir com outras pessoas o dom que ela possui... Ele acreditava que a Ciência poderia dar todas as respostas, e eu, querendo entender o poder da garota para que todos nós pudéssemos também ir para O Outro Lado, fui seu cúmplice... Ele, o qual se intitulava "O Andarilho", desapareceu. - O homem voltava a olhar para Ada, preocupado. Parecia querer penetrá-la com o olhar, como se visse, nela, sua sobrinha sequestrada.

- Entendo que, depois de saber disso, todos vocês podem ter mudado de ideia quanto a me apoiar nessa guerra... Está tudo bem, eu entenderei. Mas, se mesmo sabendo disso, alguém quiser lutar ao meu lado... Que esse alguém levante a mão, com convicção, que serás aceito. - As pessoas se entreolhavam. Todas. Viravam suas cabeças para todos os lados, procurando pelos atrevidos que se indicassem a apoiar o rei.


...


Iona e Hikari conversavam. Pareciam ter tido a mesma surpresa ao ver a outra em um local tão esquecido quanto aquele. Porém, no momento que o perigo se aproximava, Iona parecia se posicionar como uma protetora, puxando a bochecha de Hikari e mandando-a se proteger, a qual não gostava nem um pouco de ser tratada como uma criança.

- EI! ABERRAÇÃO! Se é idiota o bastante pra falar que você quem sequestrou a garota, por que não me poupa trabalho e já fala onde a meteu? Se começar a falar antes que chegue ai, deixo você voltar com o rabo entre as pernas, belo negocio não acha? - O ruivo soltava uma gargalhada estridente, a qual ecoava pelo local silencioso, apenas não superando o som dos atiradores, que disparavam freneticamente. - Não entendi... Sequestrar a garota?? EU?! HYAHAYAHAYHAYAHAYAAY! Pelo visto você deveria rever os aliados que estão ao seu lado... Será traída facilmente se continuar sendo ingênua assim, HAYAHAYHAYAYAHAYAHAYAHA!

Iona, porém, sequer esperou. Já se posicionava à frente de seu grupo, liderando a colisão de tropas. Focada, ignorou o ruivo de espadas, que até tentou atingir-lhe um corte de sua espada, que acabava por atingir o ar. Iona objetivou a linha de atiradores que se formava atrás, tendo em torno de dez deles.

- NÃO!! Ninguém vai lutar contra ele além de mim! - Gritou, chamando atenção de todos ali, menos de Iona, que já saía enfurecida socando um dos atiradores, que distraira-se com o padre.
Edgar, em contrapartida, não tardou a juntar-se à batalha, preparando sua katana e seguindo na direção do ruivo espadachim. Parecia um duelo perfeitamente justo.

- Venha então, enviado! Não me importo com a sua Freya, Arauto ou qualquer coisa dessa sua religião ridícula. Apenas deixe-me arrancar suas tripas, HAYAHAYHAYAHAYAHA!

O ruivo avançou, sem nem ao menos precisar da provocação de Edgar. Com passos rápidos sobre o chão rígido e posicionando sua katana horizontalmente ao lado esquerdo de seu corpo, puxou-a para seu lado direito, procurando desferir um corte na horizontal contra Edgar, que refletia o seu golpe com um próprio, de cima para baixo, não chegando a empurrar a espada do ruivo, já que este também parecia possuir bastante força. Com rapidez, Edgar saltava para trás após tal movimento, e, dessa forma, seu embate continuava, até que, agilmente, o loiro saltou por sobre o seu oponente, aterrisando atrás e estocando sua espada contra as costas do homem, que gargalhava ao ser perfurado. - HHHMMMMMM! - Gemia, sentindo Edgar forçando suas costas e empurrando-o. O Ruivo virou-se, ponto força contra a espada de Edgar, como se não sentisse a dor que aquilo causava, e ficando de frente para o padre, que acabava por ter sua espada desfincada do corpo do inimigo. Este, no momento, sorria como um louco.

- Minha vez. - Dizia, enquanto utilizava a sua própria espada para, de uma só vez, perfurar o tórax de Edgar, chegando a penetrar um terço de sua lâmina. - Não tenho dó de amadores que acham que sabem lutar ou que podem salvar o mundo... Últimas palavras?


...


Iona, por sua vez, conseguia nocautear com um único soco um dos dez atiradores, os quais ficaram momentaneamente distraídos pela voz do padre que tá morrendo na cena acima. - PAREM ESSA MULHER! - Um dos atiradores dizia, fazendo todos os outros voltarem suas atenções novamente à Iona. Enquanto isso, os lutadores corpo a corpo se direcionavam ao centro da luta, batalhando contra os guardas de Khars.

Alguns tiros eram disparados contra Iona por um atirador, mas ela facilmente desviava, deslocando-se para o lado, enquanto continuava avançando, dispersando os atiradores e forçando-os a formar um circulo ao seu redor. A loira, ainda cercada, parecia só saber de socar. Erguia seus punhos e atingia outro atirador, antes mesmo de este puxar o gatilho. Virando para outro lado da roda, percebera quando um dos atiradores tentava lhe atingir, tendo tempo para desviar deste e avançar nele.

*POW*

O som.
A dor.
O sangue.

Um tiro, vindo de trás, lhe acertara em cheio na costela esquerda, fazendo-a rugir de dor. Como qualquer humano, porém, prosseguiu. Acertou um combo de socos em mais um dos atiradores, porém, outro tiro a atingia por trás, dessa vez, na escápula do ombro esquerdo, o que acabava por comprometer seus movimentos com tal braço. O sangue jorrara de seus ferimentos, caindo por sobre a neve e manchando-a, mas, da mesma forma, a garota continuava, como por instinto humano, persistia. - ELA NÃO MORRE! ALGUÉM PARE ESSA... ESSA... ALGUÉM PARE ESSE DEMÔ...! - Mais um atirador caía, tendo seu rosto afundado pelos socos de Iona.

Com grande esforço agora, porém, Iona virava-se para mais um alvo, restavam seis, os quais eram forçados a chegar ainda mais perto da garota para manter a formação de circulo fechada e sem intercalações. O que, de certa forma, deixava o trabalho da garota cada vez mais fácil. Iona agiu rapidamente com o alvo que tinha marcado, aproveitando que este recarregava o seu rifle naquele momento, e socou-o em diversas partes do corpo, sem pensar em mirar seus golpes ou preparar bons locais, apenas os socava até que caísse. Restavam cinco, e, com os atiradores cada vez mais perto para manter o circulo fechado, foi fácil nocautear um sexto, que já estava logo ao lado do anterior, porém, nesse momento, uma outra bala chegava a atingir Iona, dessa vez, em seu braço direito. A loira, que quase não sentia mais dor por conta de suas ações enfurecidas, finalmente desacelerava.

A loira imbatível caía.










Mapa:
 

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MensagemAssunto:    Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptyQua 13 Jan 2016, 08:21

Danger!! Danger!!


E a batalha eclodia. O sangue ali de muitos fervia. Fervia e vazava de seus corpos. E banhava a neve, tingindo-a de um ruivo tão intenso quanto o próprio líder da facção oposta. E eu tentava estimular meus companheiros com minha música. A desvantagem numérica nossa não podia ser um fator limitante. Mas era. Observava, incapaz de agir, os embates acontecerem. O auto-intitulado enviado de Freya combatia com o líder e parecia ganhar espaço, até mesmo atingir o adversário com uma estocada nas costas. Mas tudo dava errado quando perdia sua própria espada e era atingido de volta no tórax. Podia perceber a gravidade daquele ferimento. Sentia meu cérebro voltando aos anos que acompanhava meu pai em seu ofício. Sabia que podia ajudá-lo, mas não agora. Precisava, antes, que o espadachim inimigo fosse eliminado do campo de batalha. Se, ao menos, como meu pai, eu soubesse utilizar uma espada, poderia tentar algum truque. Mas nem isso. Sentia-me impotente. E o auge foi ao reparar em Iona caindo. A garota já havia, em movimentos espetaculares, levado seis dos dez atiradores. Mas, por fim, tombara. A impotência transformava-se em agonia e desespero. Confesso que me preparei para muitas coisas para não ser pega desprevenida em minha jornada. Mas não havia me preparado para ver uma amiga cair em campo de batalha. Sentia-me entorpecida. Meus dedos pesavam, quase como se estivessem congelados. O que, de fato, poderia ser algo acontecendo. Com um estridor, a harpa caía no solo, logo a frente de meus pés. Quase que, ao mesmo tempo, saía um berro de minha boca.


- IOOOOOOOOONAAAAAAAAAAAAAAA!! -


Lágrimas desciam de meu rosto. E congelavam. E quebravam-se, caindo no chão, após uma nova leva inundar a anterior. E eu corria. Não queria saber mais de ficar parada, sem tomar uma atitude. Apenas corria em direção à loira. Não podia deixá-la morrer ali. Em meu caminho estavam o ruivo e o padre. Talvez eles não se importassem com uma garotinha boba que chorava ao gritar o nome de sua amiga. Ou talvez eu fosse uma distração incômoda. Correndo reto, facilitava virar um alvo, mas também era o jeito mais rápido de chegar até meu objetivo. Desse modo mantinha-me atenta. Atenta o bastante para esquivar-me, com um rolamento ou um salto para o lado oposto, de um possível golpe que viesse em minha direção à curta distância. Rolaria ou saltaria objetivando também diminuir a distância que nos separava. Sempre para frente. Quaisquer cortadas ou estocadas que viessem em minha direção acima de minha cintura seriam respondidas com uma esquiva em forma de rolamento na diagonal oposta ao lado que fora desferido o ataque. Já quaisquer ataques desferidos abaixo de minha cintura seriam mais fáceis de desviar, uma vez que, sendo muito baixa, eles teriam de estar próximos ao solo para me atingir assim. Dessa forma, bastaria saltar para a frente e para o lado oposto ao golpe dado, sem sair muito do solo, apenas o suficiente para ganhar impulso e velocidade. No caso, ainda, de vir um golpe em forma de cortada em diagonal ou vertical, tentaria apenas afastar-me o máximo possível do golpe jogando meu corpo totalmente para o lado oposto, sem avançar, antes de, novamente, continuar a seguir em frente. Esse golpe, afinal, era mais perigoso na situação de uma investida direta.


Meus olhos percorriam rapidamente a cena de batalha e, na hipótese de notar alguma arma de fogo a qual pudesse pegar facilmente, assim o faria (mesmo que estivesse roubando de meus aliados). Pegaria até duas, se assim fosse possível. A intenção de me armar era forte. Precisava agir de alguma forma. Se chegasse até a barreira de espadachins adversários, a ponto de entrar no alcance de seus golpes, e ainda assim não tivesse pegado nenhuma arma de fogo, tentaria ultrapassá-la para aproximar-me ainda mais de Iona e dos atiradores restantes. Para tal, tentaria utilizar a batalha contra os outros espadachins de distração e passar rapidamente pelo lado deles, o mais rápido possível. Afinal, eram quatro adversários contra seis aliados nossos. Eles já estariam em desvantagem e provavelmente não perderiam tempo com uma garotinha. Mas se notasse algum ataque desferido em mim, procuraria esquivar-me agachando-me, caso os golpes fossem altos, ou saltando, caso fossem baixos. E, na impossibilidade de avançar por algum ataque que atingiria-me, buscaria utilizar toda minha impulsão para saltar para trás, recuando por um momento. De toda forma, nesse breve instante em que o agressor se focaria em mim poderia servir como uma brecha para que um aliado o abatesse. E era com isso que contava para, novamente, voltar a seguir em frente.


Chegando desarmada até o pequeno círculo fechado de atiradores, aproveitaria a minha baixa estatura e o fato de estarem ou de costas para mim ou com pessoas tampando sua visão de mim para armar-me com um fuzil dos que já haviam caído. Tão logo o fizesse, começaria a disparar balas sucessivamente, girando meu corpo a cada novo tiro efetuado, de modo a atingir o atirador ao lado do que fora atingido anteriormente. Miraria na região alta de seu tronco, próximo à cervical, já beirando o pescoço, de modo que, caso atingido, pudesse matá-lo ou, na impossibilidade disso, ao menos deixá-lo gravemente ferido, talvez até mesmo tetraplégico, caso atingisse sua medula. Meus pés também estariam bem firmados no solo, pois buscaria afundá-los na neve, de forma a aguentar o coice da arma apesar de minha baixa estatura. Colocaria o cabo da arma de fogo apoiada na frente do meu ombro, fazendo força nessa musculatura, para não deixar o coice desviar a mira da arma. Contava com o elemento surpresa para atingir o maior número possível de adversários antes que notassem o perigo, mas, tão logo eu virasse alvo de algum atirador, saltaria para trás ligeiramente, buscando retirar meus pés do buraco feito na neve e, então, começaria a movimentar-me para todas as direções, aleatoriamente, a fim de dificultar a mira do adversário. Mesmo movendo-me mais devagar, devido ao peso e ao cuidado para não escorregar, o fato de ser tão pequena e estar em constante movimentação, incluindo rotação de meu corpo, dificultaria que fosse atingida. Eram somente mais quatro atiradores e eu acreditava que conseguiria abater ao menos três e distrair o quarto, a fim de salvar Iona.


Já na possibilidade de adquirir uma arma de fogo antes de chegar aos atiradores, aproveitaria-me para já realizar disparos antes mesmo de chegar aos inimigos. Minha mira se manteria a mesma, com a diferença que, caso estivesse com uma arma de fogo menor e mais leve, continuaria minha corrida enquanto disparava, modificando meu estilo de ataque conforme o coice e a mira da arma em minhas mãos. A intenção ainda era uma só: impedir que fizessem de Iona um queijo suíço. Obviamente eu também tinha de preocupar-me em não acertá-la por engano, uma vez que os meus alvos poderiam desviar-se. Dessa forma, sempre que necessário, reposicionaria meu corpo de modo que o atirador no qual mirasse não ficasse em uma reta entre mim e Iona. Dessa forma, mesmo que ele desviasse, o disparo não a atingiria.


Estaria, a todo momento, atenta ainda a ser alvo de disparos dos atiradores, os quais poderiam resolver que a garota já não mais oferecia perigo. Sinceramente, até preferia assim, pois não corria o risco de vê-la receber mais tiros antes que pudesse fazer algo. E, nessa situação, vendo a qualquer momento disparos em minha direção, procuraria esquivar-me saltando rapidamente para algum lado, avançando em zigue-zague, em padrão aleatório. Seria, de fato, mais difícil aproximar-me dos adversários, mas criaria distração suficiente para que Iona pudesse pegar um fuzil e atirar nos quatro adversários restantes. Não sabia se ela era uma atiradora, mas disparar uma arma de fogo não era difícil e, acertar alvos daquele tamanho localizados a menos de cinquenta centímetros, menos difícil ainda.


Não importando o momento, caso fosse atingida, tentaria continuar com o plano, apesar da dor certamente sentida. Contava, para tal, que o frio entorpecesse um pouco meu sentido de nocicepção, permitindo-me avançar. Isso, é claro, e minha força de vontade, que, no momento, dava-me energia e impulsividade para fazer algo que não me imaginaria fazendo em condições normais. Caso, entretanto, não conseguisse dar prosseguimento ao plano, incapaz de avançar, tentaria apenas mover-me como fosse possível, até mesmo rolando no solo, se fosse o jeito, para não me tornar um alvo fácil a novos ferimentos.


Provavelmente meu pai a essa altura já teria um plano de ação perfeito para eliminar os adversários e salvar seus companheiros, mas eu ainda estava muito aquém de sua inteligência e genialidade. Além disso, faltavam-me os recursos materiais. Precisava treinar muito para chegar a seu patamar, mas, naquele instante, fazia de tudo a meu alcance para poder salvar aquela quem gosto.




Objetivos:
 

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Última edição por Akuma Nikaido em Qua 13 Jan 2016, 20:10, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptyQua 13 Jan 2016, 11:30


Iona L. Walker

Now this is hella fun!







O plano era simples, sair do caminho para depois acabar com os atiradores. Odiaria que qualquer um deles atingisse Hikari. O problema era igualmente simples, havia perdido mais sangue do que esperava. Estava exausta, cansada demais para aguentar até mesmo meu próprio peso. Sentia os lábios rachados e a garganta seca, ainda conseguia forçar-me um pouco pelo campo de batalha, acertava um espadachim e o arrastava para longe. Poderia atira-lo na água gelada, mas o melhor que gostaria de fazer seria arrancar um punhado de informação dele mesmo. Socar a cara daquele homem até que ele cuspisse a verdade junto de seus dentes, por tudo que acreditava, tinha cada vez mais vontade de fechar a mão e deixa-lo beijar um punho coberto por ferro.

Tinha uma falha fatal naquele plano, estava fraca. Cansada o bastante para parar no meio do caminho, caindo com o maldito espadachim por cima de mim. Os músculos doíam, as feridas então. Cair de costas na neve gelada fazia com que apertasse a mordida e cada parte de meu corpo com um espasmo de dor. Ofegava e tinha a vista turva, mal conseguia prestar atenção o bastante no que o maldito acima de mim falava, mas sabia, sentia o que aquele homem tentava apenas pela forma como me segurava. Novamente não tinha forças para simplesmente empurra-lo, ele estava desarmado e eu com o corpo incapacitado. Da ultima vez que observava Hikari ela lutava contra um atirador, estava longe para saber como estava nesse instante, para vê-la precisaria me levantar, mas não tinha condições de fazê-lo, enquanto não tirasse aquele peso de cima de mim.

- Doendo? Nada disso grandão. Sentia o corpo tremer, medo ou frio? Não me importava mais tanto. Olhava para cima mostrando parte do pescoço ao home. - O que acha de resolvermos tudo...de outro modo? Sorria deixando uma intenção meio clara.

Sentia o estomago revirando com o nojo de pensar naquela ideia, mas era o melhor plano que poderia ter, não tinha forças para atacar diretamente nem ao menos me mover, então convidava-o a se aproximar. Esperava que ele se aproximasse então atacava. Esperaria que ele estivesse próximo o bastante, então em um único movimento avançaria com os dentes contra o pescoço do homem, mordendo e puxando enquanto mantinha a pressão. Esperava arrancar-lhe o pescoço? Claramente não, não tinha força para tal, mas mesmo que breve, qualquer ferida que conseguisse causa-lo poderia colocar as coisas a meu favor, por isso morderia e lutaria até o ultimo instante, tentaria me libertar da prisão com o movimento, tentando rolar por sobre ele para então tentar golpea-lo de baixo a cima, murros ou cotoveladas, não sabia como fazer pois não tinha plano rela nenhum, apenas lutaria e me debateria tanto quanto possível.


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Última edição por Iona em Sex 15 Jan 2016, 14:53, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptyQua 13 Jan 2016, 11:45

Finalmente, achei que fosse congelar ali


___O cara encostava a arma contra mim, meu corpo ainda tremia, porém não de medo, enquanto conversávamos eu congelava ali, algo tinha que acontecer ou eu levaria um tiro bem no peito ou ficaria quentinho. Por minha sorte a bondade!? Ou seja lá o que fosse do homem sobressaía. Minhas palavras pareciam atingir muito mais a mulher, mas admito que quando ele disse sobre me juntar a eles eu pensei na ideia mais suja que poderia ter, olha que sou bem inocente viu, mas realmente foi o que o convite pareceu. Ao menos eu ficaria quente.

___Em pé eu apanharia o casaco e o vestiria por cima de minhas roupas caso elas já estivessem secas, se minha blusa ainda estivesse úmida eu a retiraria e colocaria o casaco por cima, em seguida amarraria a blusa na cintura.
' Finalmente ' Se o casal pudesse ver meus olhos, provavelmente estaria revirando agora por me aconchegar a algo confortante.

- Ow não é minha culpa se caí nesse buraco, mas que bom que encontrei vocês almas caridosas!

___Diria com um sorriso grande estampado no rosto, antes pareciam pessoas ruins, mas agora estavam sendo até que legais comigo. Estão vendo crianças? Nunca julguem um livro pela capa. Eles conversavam enquanto minha mente quase viajava, eu tinha interesse nenhum na conversa deles até ouvir a frase " navio poderá de levar ", meus olhos poderiam e brilhariam na mesma hora, finalmente uma saída daquele inferno congelado, finalmente uma boa noticia.

- Isso seria ótimo.
' Nossa que sorte a minha, caí num buraco e achei a saída pra ilha, acho que você não é tão mal assim né!? ' Apesar de não muito religioso pensava como se conversasse com um deus ou qualquer outra entidade. Sair dali significava avançar e avançar significava ficar um passo mais perto de encontrar Jane, portanto aquelas pessoas tinham um navio e naquele lugar desértico ter um navio deveria ser raridade, deveria aproveitar a oportunidade para escapar dali e seguir rumo à Grand Line.

___Seguiria com o casal rumo ao lugar que estivessem indo, manteria-me calado no caminho, andando com as mãos sobre a nuca enquanto pensava. ' Preciso aprender a lutar com as mãos, se esse cara tivesse me atacado eu não conseguiria me defender e graças a Kan e Nábis eu estou sem minha arma, tudo bem que era só uma faquinha qualquer, mas ao menos servia para o gasto.


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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptyQua 13 Jan 2016, 14:31


Uma linha tênue marcava seu sorriso enquanto olhos semicerrados ponderavam com cautela o que acabava de ouvir. Dormindo. As palavras que ecoavam pela caverna refletiam em sua alma memórias a muito tempo esquecidas:

- É aqui que separamos os adultos das crianças.

O ranger da porta de madeira dava lugar a uma cena que Viper jamais esquecera. Lembrava-se da luz da alvorada penetrando preguiçosamente, passando por pequenos buracos de bala nas paredes a sua volta. Mesas caídas, cadeiras partidas, vidros quebrados… restos de bebidas se misturava ao sangue das poças ao chão. E em meio ao caos surgiam corpos, mutilados, sangrentos, imóveis, mergulhando num sonho profundo do qual nunca acordariam. Um grito esganiçado rompeu em sua pequena garganta de garotinha de 4 anos, mas logo foi abafado por mãos duras e intransigentes.

A logomorfa balançou a cabeça afastando as lembranças voltando a sua atenção a menina a sua frente.

- Vamos achar seu pai e a sua amiga - Afirmava estendendo a mão.

Viper iria em direção a caverna, mas não há procura de pessoas, e sim de corpos, com a garota ao seu lado ou não. Usaria de sua visão privilegiada para se guiar no caminho.
Objetivos:
 

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Contagem:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptyQua 13 Jan 2016, 17:10


Leon Stronghold

First Loot!





Finalmente aquela sensação de um pouco de aconchego, o frio já parecia como uma fera que não tem a coragem de entrar dentro de sua caverna e espreita do lado de fora esperando por sua saída, aquele casaco mesmo que o tamanho não fosse o seu, parecia servir como uma luva em Leon agora um pouco mais aquecido e confortável. Em seus bolsos encontrou um isqueiro e dois cigarros surrados, que a seus olhos pareciam duas barras de ouro, finalmente poderia dar umas tragadas, até mesmo acender a lareira se ali fosse ficar, mas essa já não era sua intenção, aquele lugar só trazia desgraça e não teria por que ser carrasco de mais alguns desafortunados que ali chegassem.

Como desconfiava, uma passagem estava escondida debaixo do baú e logo percebeu que era possível descer por uma escada que ficava logo abaixo. Ao chegar la embaixo se surpreendeu, não era o que esperava, estava em uma espécie de prisão com quatro celas bem iluminada a luzes de tocha, a em que estava tinha a porta de grade aberta, pelo jeito era o acesso ao lugar e sem demorar muito caminharia para fora dela. Fora da cela em uma mesa estavam um par de manoplas que pegaria e já as vestiria em suas mãos, além de serem ótimas armas para ele, as que mais estava acostumado a usar, serviam de luvas contra o frio. Além delas haviam algumas adagas e balas de revólver, sem a arma, tomaria as adagas e as acomodaria em seu cinto seccionadas uma ao lado da outra e as balas guardaria nos bolsos.

Ao analisar as outras celas percebeu algo curioso, dois lobos dormiam em uma delas, enquanto na outra cela habitada uma garota dormia sobre palha, seus cabelos eram brancos e realmente ninguém ali parecia ter percebido sua presença ali. Sacaria um dos cigarros e os seguraria com os lábios, tomaria o isqueiro em mãos e o acenderia levando a chama a extremidade do papel enrolado. Enquanto o calor fumegava o fumo, começaria a tragar o ar pelo cigarro ajudando a abrasar a ponta e assim que estivesse aceso, com uma mão guardaria o isqueiro apagado e tragaria compridamente e devagar, apreciando a fumaça que infla seus pulmões e ali fica por um instante, até mesmo fecharia os olhos enquanto sua vontade começava a ser saciada e por fim soltaria vagarosamente a fumaça por suas narinas.

Tomando o cigarro por entre os dedos indicador e o dedo do meio, andaria para a cela onde estava a garota, pararia ali na frente e daria mais uma tragada longa e soltaria agora a fumaça pela boca, com a mão direita pegaria uma das balas em seu bolso e tacaria na moça de leve a chamando - Oe... Ooooooe! - enquanto bateria nas grandes como se bate em uma porta até ela acordar, faria isso com tom mais baixo primeiro para tentar não acordar os lobos, mas se precisasse aumentaria o volume. Se ela acordasse perguntaria - Sabe onde estão as chaves, vou te soltar se souber... se não souber quando conseguir ajuda mando virem te soltar. Sou apenas alguém que apareceu nessa ilha por acaso e que me defendendo matei quem quer que mantivesse esse lugar escondido sob a cabana! - Outra tragada enquanto pausaria - Enfim, me chamo Leon, sabe como posso te ajudar ou posso seguir meu caminho por ali?! - apontaria para o túnel na ultima cela.

Se ela o indicasse como soltá-la, assim o faria, mas sempre atento para que ela não tentasse nada, nesse caso se ela fosse o acompanhar, a faria descer primeiro pelo túnel, já se não fosse, esperaria ela ir embora pela cabana antes de seguir seu caminho. Por outro lado, se a garota não soubesse como poderia soltá-la, ouviria tudo que ela dissesse enquanto terminava de fumar o cigarro e então o jogaria no chão e apagaria com a ponta da bota, se viraria  acenaria para ela e responderia brevemente - Tá bem, tá bem... assim que der mando alguém para te soltar ou volto eu mesmo aqui! Até mais! -

De uma maneira ou de outra, partiria dali após apagar o cigarro, salvando ou não a garota e deixando os lobos lá na deles. Seguiria pelo outro túnel agora para ver onde o destino o levaria dessa vez.



Post: 005(6 se contar o da primeira aventura) ~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue 

Notes: • Vício: 0/10 contando o da aventura velha
• Ganhos: -Canivete de pescador
- Manoplas
- Algumas adagas
- Algumas balas
- Casaco de frio
- Isqueiro
- 1 cigarro
• Perdas: N/A
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Última edição por Frist em Qua 13 Jan 2016, 22:04, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptyQua 13 Jan 2016, 21:55


A Verdade…

”Ahh, já entendi tudo. O cérebro dele deve ter congelado nesse frio todo.”

A outra dizia aquilo em minha cabeça depois da explicação de Jhonny. De certa forma, eu concordava com ela. Afinal, sequestrar a sobrinha que aparentemente tinha poderes especiais só para que um desconhecido pudesse estudá-la era uma coisa idiota, e no mínimo desesperada. Pense comigo, quais as chances de um completo estranho realmente querer ajudá-lo em uma coisa dessas sem pedir nada em troca... É... deixa pra lá. Mas ainda assim foi idiota, ele poderia ser algum tipo de pedófilo ou coisa assim, eram poucas as chances de realmente dar certo.

– Andarilho...

Dizia em voz baixa como se refletisse comigo mesma sobre o nome. Fazia aquilo também para não transparecer em meu rosto a expressão que dizia o que eu pensava sobre a total idiotisse daquilo que o líder da tribo havia feito. Via o homem continuar a olhar para mim, e logo depois ouvia-o dizer para que quem quisesse lutar a seu lado mesmo depois de tudo levantasse as mãos. Me sentia confusa, sabia que queria ajudar aquelas pessoas de alguma forma mas neste momento sabia que entrar em uma guerra simplesmente não era a coisa certa a se fazer naquela situação. Imagina que em um momento como aquele, as malditas pessoas que ficavam assistindo tudo o que acontecia em nosso mundo estavam simplesmente se divertindo as minhas custas.

”E então, vamos atrás do tal andarilho?”

”Eu sinceramente ainda preferiria a guerra, mas como o bonitinho aí vai acabar matando a todos nós...”

Respirando fundo, olhava para aquelas pessoas que simplesmente se entreolhavam sem terem coragem de levantar a mão. Não perdia tempo depois disso, e erguia a minha mão o mais alto que conseguia. Depois daquilo, ainda olharia brevemente em volta para ver se alguém havia feito o mesmo. Diria depois de olhar – O que você fez foi errado... E idiota. Mas vejo que está disposto a defender o seu povo, e até mesmo contou a verdade. Ficarei feliz em ajudar como puder.

Havia sido sincera em minhas palavras, mas havia omitido naquele momento que não desejava que houvesse uma guerra. Olharia em volta novamente, para ver quantos iriam continuar a apoiar sua causa, e esperaria para o caso de este querer dizer alguma coisa. Logo em seguida eu falaria – Mas vejo que não deseja trazer a guerra para o seu povo, o que nos deixa uma opção... Precisamos capturar o tal andarilho e fazer ele confessar a culpa, no mínimo achar algo que prove sua participação nisso. – Dizia expondo meu novo plano para aquele homem, logo voltaria a falar – Tem alguma ideia de onde ele possa estar? Vamos, tente pensar em alguma coisa. Se ele não é daqui, provavelmente tem um navio. Alguém deve ter visto um...

Dizia aquilo em voz alta para que todas as pessoas que ali estavam pudessem ouvir. Agora que meu plano havia sido posto na mesa, eu apenas precisava receber as informações... E a espada que eu precisava para iniciá-lo. Apenas torcia para que mais pessoas concordassem em ajudar na proteção da tribo. Ainda em tom sério, iria agora expor a ultima parte de meu planejamento para que esta fosse de conhecimento do líder daquelas pessoas:

– Por ultimo, peço aquela espada da qual me falou antes... E dois de seus homens. Se me permitir, quero eu mesma ir atrás desse tal andarilho. O resto poderia ficar aqui para montarem as defesas deste lugar caso seja necessário.

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 4 EmptyQui 14 Jan 2016, 00:41


   


Bíblia Sagrada! (Em Construção)




God Bless You.




Um terço da katana entrava no corpo de Edgar Murphy, e a sua primeira reação foi dar um ganido e chorar.

- AINNN - Ele fez, sentindo a pontada aguda entrar em sua barriga. Mas ele não poderia passar aquela imagem, não. Ele era o enviado de Freya. - Ora, ora.. - Ele falou forçando uma voz séria, sentindo a espada doer novamente. - AINNN - E começou a ofegar de dor, respirando e expirando. E então fingiu que aquilo era tudo uma gargalhada desde o começo, e usou toda a sua persistência para manter um sorriso falho.

- Não tenho dó de amadores que acham que sabem lutar ou que podem salvar o mundo... Últimas palavras?

Aquelas palavras flutuaram no ar e entraram diretamente em sua mente. Mas não de forma suave ou sutil. Elas entrariam nele como um soco. Um balde de água fria. Um choque de realidade. ''Últimas palavras?''.

Quantas vezes ele já não tinha feito a mesma pergunta para aqueles que iria executar, com o seu complexo de showman?

Observou novamente aquela criatura grotesca que era seu inimigo. Seus cabelos ruivos e chamativos, suas roupas femininas, seu sorriso perverso. Observaria ele com calma, e não mais com o olhar de quem enfrenta um inimigo. Mas com o olhar de quem sente piedade. Não do oponente, mas de si mesmo. De quem era. A forma mais profunda de compaixão e empatia.

E era neste momento, que ele sentiria Deus. Uma sensação de que todas as coisas ruins que acontecessem em algum motivo, e de absoluta confiança no que deve fazer.

- Ouça com atenção estas minhas últimas palavras... - Ele falaria com sua voz de quem quer chamar atenção, a fim de paralisar o oponente na posição em que ele estava, e o fazer querer ouvi-lo. - Eu já fui como você, sabe.. o pescoço do oponente estava a fácil alcance. Um pouco de distração e poderia cortá-lo. - O tipo de pessoa que matava sem pena alguma. Que achava que, por ter alguma vantagem sobre os outros, tinha direito à sua vida.. E o tipo de pessoa que eu era.. Eu não tenho problema que este tipo de pessoa morra.. - Continuaria falando, se virando para o oponente e o olhando nos olhos. Segurando o cabo de sua espada com ainda mais força. - Eu não conhecia o Onismo, a minha atual religião. E eu não era nem mesmo batizado nela.. E como esperar as graças de Deus, se eu, além de não seguir os ensinamentos do Onismo, ainda não era batizado nela? - Ele falaria, levando a mão até a katana do oponente com a mão livre e a segurando com toda a força, impedindo que o oponente a puxasse. - Então vamos direto ao ponto. Primeiro ensinamento do Onismo: Mantenha sempre sua mente aberta às possibilidades, e sempre saiba julgar novamente as coisas em que já tinha pensado, até ter certeza. Mas só para não ter certeza. - Tentaria paralisar o oponente ainda mais com suas palavras. O seu pescoço estava mais perto? - Segundo Ensinamento do Onismo: Eu ainda não pensei. Mas eu posso te deixar para descobrir, e nós poderemos ter uma boa conversa no futuro. Por ora, só faça o bem às pessoas. - Seguraria a katana do inimigo com ainda mais força. Não a soltaria nem se sua mão sangrasse. - Pronto, a cerimônia de batismo do Onismo está sendo encerrada. Graças a ela, você poderá entrar no nosso paraíso sem problemas.. Eu não tenho sakê, e por isso você terá que se banhar em sangue para que ela seja encerrada de verdade..

E neste momento ele sorriria.

- Em nome de mim, em nome de você, e de tudo que poderia fazer bem para todos... - Diria com a mesma voz meio cântico que usava na igreja, para chamar a atenção das pessoas. Mas este era o problema: Na igreja, ele sempre falava um texto pronto. Até então, ele sequer saberia o que falar, e estaria inventando tudo com a sua mente criativa. Mas, a partir daquele momento, um branco simplesmente viria à sua cabeça. Diversas imagens de várias bíblias diferentes preenchiam sua mente, e ele não sabia ao certo qual utilizar para seu primeiro ritual.

E neste momento ele resolveria compensar o seu branco com atitudes, como sempre fizera como showman. Daria um passo para frente e enfiaria a katana do oponente ainda mais dentro da própria barriga, ainda a segurando com força, de forma a tentar impressionar ele.

- .... Deus te abençoe, vadia. - Terminaria com uma frase do único livro que poderia vir à sua cabeça em um momento de dor como aquele: O Diário de Davy Jones.

Após enfiar a katana do oponente ainda mais dentro de si, se aproveitaria da situação para também atacá-lo.

Poderia atingir seu pescoço, mas sabia que aquele não era o caminho, e sua intenção era dar-lhe segundas chances.

E é por isso que estocaria a katana no braço que o oponente utilizava para empunhar a katana, de forma a impedi-lo de usar ela novamente, independentemente do quão forte ou masoquista ele fosse. Pois um braço inutilizado não pode ser consertado com apenas força de vontade ou ignorando a dor.

Saberia que o dano que afligiria a si mesmo seria muito maior que o dano que o oponente receberia, mas não se importava.

Agora, ele finalmente tinha um poder que o inimigo não possuía: Ele era reconhecido. Tinha pessoas que o amavam e curariam seus ferimentos, diferentemente do seu inimigo.

- Deus te abençoe, vadia. - Repetiria, já com a katana enfiada no membro que o oponente utilizava para lutar. - Deus te abençoe. - Falaria, sorrindo. Com a esperança de que Deus realmente o abençoasse.





               
- HP: 120/120

               
SP: 62/62








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''.....''

- Cindy Vallar  

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