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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rebirth! Quebrando o gelo

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptySeg 4 Jan - 16:26

Relembrando a primeira mensagem :

Rebirth! Quebrando o gelo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yoshikatsu Nnoitra e Shimizu Hikari. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Wesker
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptyQui 25 Fev - 10:59


Jogando Conversa Fora


Via Leon oferecer um cigarro para Johnny. Sendo bem sincera posso dizer que cigarros não são o tipo de coisa que eu recomendaria para alguém, mas naquele caso em especial Krieg parecia precisar de algo que fosse lhe fazer esquecer de tudo aquilo. Olhava para os dois por alguns segundos, vendo daquele ângulo, Leon parecia ainda maior do que já era... Seria parente de algum gigante? Era interessante como eu iria viajar com aquelas pessoas e não sabia quase nada sobre a maioria delas, talvez fosse o momento de começar a conhecê-las.

– Ok... Onde está aquele padre? – Perguntava aquilo para mim mesma enquanto me punha de pé. Caminharia pelo navio buscando pelo loiro, não o da coroa, o outro. Durante a caminhada tentaria examinar melhor a embarcação para conhecer o lugar em que estava. Se conseguisse encontrar quem eu procurava, sorriria amigavelmente e me apresentaria dizendo – Sou Ada. Ada Spice Rock. – Diria acenando e sorrindo para o padre – E você, não é realmente um emissário da deusa deles. É? – Diria aquilo, agora esperando que ele se apresentasse. Com Leon e Krieg ocupados, havia escolhido aquele homem para ser o primeiro dos desconhecidos na embarcação que eu conheceria. Enquanto esperava repararia em meu casaco e meu corpo, ainda sujos de sangue. Mal podia esperar para nos distanciarmos daquela ilha para que eu pudesse tirar tudo aquilo. Esperaria o padre responder quem era, e então perguntaria:

– E como veio parar nesta ilha? Pelo jeito todos nós aqui acabamos ali por ironia do destino. Exceto o Krieg, claro.

Referia-me ao fato de que Johnny era o único naquela embarcação que era realmente um nativo da ilha. Esperaria pela resposta do padre, e imaginava que ele também fosse me perguntar como cheguei até ali. Caso isso realmente acontecesse eu diria – Resolvi começar minha própria jornada. Atrás dos meus objetivos, sabe? Aí resolvi começar as cegas no North Blue, na ilha que ficasse mais distante da Grand Line, que é o meu maior objetivo agora. Acabei entrando numa fria, se é que me entende. – Tentava usar aquela piada para descontrair e avaliar o senso de humor do padre, mesmo sabendo que não era muito boa. Não havia citado o meu pai, não achava que seria o momento de dizer aquilo para um desconhecido. Talvez eu pensasse no caso se ele me perguntasse depois. Em todo caso, depois de toda a conversa eu faria um comentário para que pudéssemos continuar a conversar:

– Mal posso esperar para ficar longe daqui logo. Não aguento mais esse frio.
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Akuma Nikaido
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Akuma Nikaido

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptyQui 25 Fev - 16:10

Sad songs


Se não fosse por Katsu, talvez eu houvesse me afundado ainda mais na tristeza e melancolia. A verdade é que eu me culpava pelo estado de Iona e não conseguia deixar esse pensamento de lado. Se ao menos eu tivesse saído sem avisar a ela, a loira não teria me seguido e não estaria nessas condições de agora. Encontrava-me deitada junto com a garota, na vã esperança de que o calor de meu corpo e a minha presença pudessem ajudá-la a despertar daquele estado de choque profundo que ela entrara.

Ouvindo a entrada de Katsu, sentei-me na cama e olhei-o apenas por um momento, antes de abaixar um pouco a cabeça e esconder meu olhar. Sentia vergonha, como se os houvesse decepcionado. Inicialmente mantive uma recusa, mas a insistência do garoto fez com que eu reconsiderasse.



~ Ele deve estar preocupado comigo, para insistir esse tanto... Talvez seja mesmo uma boa ideia tocar... ~


Devagar fui retirando o instrumento da caixa que o guardava e olhava-o novamente. Sua aparência rústica somente o deixava ainda mais lindo, em minha opinião. Ficava alguns segundos admirando-o, antes de, finalmente, colocá-lo em posição para iniciar a melodia.

Eu não tinha nenhum som em mente para tocar, mas tampouco precisava. A música é nada mais que a expressão de nossas almas e, naquele momento, eu estava bastante propensa a deixar a melodia fluir. As primeiras notas começavam a sair, enquanto eu improvisava juntamente.



Música para ouvir nesse instante (melodia):
 

All alone
Sorry, my bad
How could I be
So selfish

Should never let you come
Nor should I allow you to go
Now I'm here all alone
Over and over

This will not end here
I'm too small to set you free
Now you 'gal will listen me

So near

You are so near

I will rescue you
Just count on me, girl
Won't abandon you
Will you be
Waiting
For me?

.
.
.

Just open your eyes
I'm right here, can't you feel?
Trying to wake you my dear

So please...

Don't hate me, I surely tried
But I'm too young, you should've known

I have failed but please
Come back

To me

To me

Enquanto as notas saíam e minha voz fluía, sentia-me tão transparente quanto a água da mais pura das fontes. Lágrimas desciam de meu rosto, peroladas, percorrendo minha face enquanto libertava-me de toda aquela aflição e culpa que me assolavam. O poder da música era algo realmente incrível. Apesar de toda minha melancolia, sentia-me um pouco melhor por extravasar tudo de ruim que, aos poucos, afogava-me em um mar de desespero e agonia.

- Canto bem pior do que toco, eu sei haha. Queria ter uma voz melhor, mas faz parte, fazer o que -

Brincava com minha inabilidade no canto. Não que eu desafinasse ou algo do tipo, mas não conseguia fazer com que minha voz envolvesse tanto os outros quanto um verdadeiro cantor. Como minha mãe. Ouvia o elogio de Katsu e seu pedido e, dando uma risada tímida, responderia o garoto, dizendo:

- Talvez mais tarde, sim!? Já deixei todo mundo esperando, acho que é hora de ir um pouco lá pra fora! -


Guardaria o violino com delicadeza e deixaria-o dentro de sua caixa no quarto, antes de, dando a mão ao garoto da coroa para, enfim, sair para o convés.





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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptyQui 25 Fev - 23:31


   


Bíblia Sagrada! (Em Construção)




Exorcismo.




Nada de pessoas vomitando, tendo memórias do cadáver destroçado ou vertendo uma lágrima sequer por ele. Eles todos agiam como se tudo aquilo nunca tivesse acontecido. Como se não tivessem acabado de tirar uma vida.

Edgar Murphy, sentado e encostado à amurada do navio, olhava para cada um deles... Todas as pessoas tirando o habitante de Fernand Ice Island que veio com eles.. Todos eles, exceto ele...

Eram todos demônios.

Caminharia na direção de sua caixa de sakê com um olhar concentrado e ao mesmo tempo distante. Era uma mistura de olhar doentio e entediado, uma espécie de cansaço. Era o olhar de quem sente nojo de cada coisinha ao seu redor, ou de alguém que tenta segurar o vômito.

Caminharia na direção de sua garrafa de sakê, e ficaria ao lado dela.

Levaria a mão na direção de uma das garrafas de sakê, quando uma voz viria interromper-lhe

– Sou Ada. Ada Spice Rock. - Dizia a garota peituda. Assim que se virou para ela, um flash veio à sua mente, e ele se lembrou do momento em que ela pegou o cabo da katana em meio à neve e a usou contra o homem indefeso.  E você, não é realmente um emissário da deusa deles. É?

No fundo dos olhos do padre, era possível ver uma gigantesca indiferença. Aquele era o olhar de alguém que não está sentindo absolutamente nada, em verdade, mas que sente que deve sentir um profundo desprezo pela pessoa à sua frente. Em sua mente, estaria apitando um alerta vermelho de Deus, que o mandaria acabar com todos ao seu redor.

Mas, ao invés disto, ele sorriria.

Abriria os braços na direção de Ada, como se estivesse prestes a abraçá-la.

- Ah, sim... Eu sou mesmo um enviado dos deuses, mas não de freya... - Caminharia na direção dela, e fecharia seus braços em torno do corpo dela. - E neste exato momento eles estão me falando algo... - Diria, apertando ela em um abraço forte, e deslizando uma das mãos suavemente, em um movimento que lembrava a dança de uma serpente, através das costas dela...

...Na direção de sua katana. - Me dizendo para ser o enviado a puni-los pelos assassinatos frios. - Diria, quando sentisse sua mão cercando com força o cabo da katana dela.

Daria um longo passo para trás e apontaria a katana da aspirante a pirata na direção do pescoço dela.

- EU ESTOU TOMANDO ESTE NAVIO EM ASSALTO, COMO PUNIÇÃO POR VOCÊS SEREM ASSASSINOS. COM ISTO, EU TENHO A INTENÇÃO DE FAZÊ-LOS SOFRER E SE LEMBRAR PARA SEMPRE DE RESPEITAREM A VIDA HUMANA. - Diria, encostando a katana no pescoço de Ada. Se virando para Krieg, continuaria - É O SEGUINTE, KRIEG, EU NÃO TENHO PROBLEMAS COM VOCÊ, QUE SE ARREPENDEU DO QUE FEZ DO FUNDO DO CORAÇÃO E PRETENDE MUDAR. E, ALÉM DISTO, GOSTARIA DE DEIXAR CLARO QUE, SE NÃO FOSSE POR MIM, AQUELE QUE IMPEDIU QUE SEU POVO ENTRASSE EM GUERRA CIVIL, TODAS AS PESSOAS QUE VOCÊ JÁ CONHECEU E AMOU ESTARIAM MORTAS. SE É GRATO AOS ASSASSINOS, DEVE SER MUITO MAIS A MIM. E É POR ISSO QUE PEÇO QUE NÃO SE ENVOLVA. - Diria com uma voz profunda e penetrante. Alguns dizem que tudo o que o padre fala sai com um quê de liderança, e que sua voz é profundamente encantadora. E ele estaria usando esta habilidade agora.

Olharia ao seu redor, ainda com a katana no pescoço de Ada. Observaria as velas, o mastro e suas cordas e mediria sua distância em relação a elas. Observaria a posição do timão do navio, e sua distância em relação a ele. Também observaria a posição de cada uma das pessoas daquela tripulação, e suas distâncias em relação a ele. Observaria até mesmo a altura do sol, e a direção dele em relação a si mesmo (às suas costas ou à sua frente).

Com uma das mãos, seguraria uma das garrafas de sakê e a quebraria no chão, um pouco à frente de si mesmo. Com um movimento rápido de mão, pegaria a segunda, também a quebrando no mesmo lugar que a outra. Então, viraria o resto da caixa no chão, jogando uma por uma das garrafas ali, deixando apenas uma sem quebrar. Quebraria as garrafas de forma a fazer com que o líquido que se espalhasse, afastasse a si mesmo do resto do bando, mas que, ao mesmo tempo, o deixasse de costas para o mastro do navio, sempre tendo cuidado para que nenhuma das duas garrafas deixasse o líquido cair em seu corpo.

- Bem vindos... - Diria, sacando sua própria katana e batendo uma katana contra a outra, esfregando as duas lâminas em cima do álcool, o mais rápido e forte que poderia, de forma a fazer com que faíscas surgissem e caíssem sobre o sakê, fazendo com que ele se inflamasse e começasse a tocar fogo no convés do navio, dando um passo para trás. Faria fricção nas duas armas até ver que o fogo começava a acender. - AO PURGATÓRIO!! - Assim que visse o fogo começando a surgir, daria um salto para trás, a fim de não se queimar.

Guardaria as duas katanas, uma, colocando na bainha a que pertencia, e a outra, prendendo no cordão à sua cintura, em sua roupa (que é aonde a bainha da outra katana também está presa.). Pegaria a garrafa de sakê que haveria poupado, e seguraria ela com a boca...

Esperando que a grande quantidade de álcool utilizada espalhasse o fogo rapidamente, e com a intenção de que o fogo lhe afastasse do resto do grupo, Edgar Murphy sairia correndo na direção do mastro do navio, onde estaria o cesto, e começaria a subir nele pela escada..


''Tomara que o navio não pegue fogo completamente... E que dê tempo de eu acabar com eles rápido pra resolver isso...

E falando nisso, droga.. Eu deveria ter conferido os botes salva-vidas.. Será que vai ter como eu fugir no final caso tudo dê errado? Ou melhor.. Quando eu acabar com eles.. Será que vai ser possível pô-los nos botes..?''





               
- HP: 120/120

               
SP: 62/62









Spoiler:
 

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''.....''

- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptySex 26 Fev - 8:05


Leon Strongheart

O padre insano!




Leon ouvia a cada palavra de Krieg enquanto apreciava seu cigarro, não sabia direito como ele havia se envolvido naquilo tudo e nem sabia como as coisas funcionavam ali naquele lugar, única coisa que tinha certeza é que havia ajudado a salvar Natasha, por ter prometido isso a ela. - Você diz coisas parecidas com oque meu velho sempre falava! Esse fardo pode e acho que não vai te deixar mesmo, o importante agora é oque vai fazer daqui para frente! - diria tomando o isqueiro novo - Bem isso agora só depende de você, boa sorte com isso! Até lá, vamos aproveitar a viagem! - Diria enquanto subia as escadas para o leme.

O barco se colocou em movimento e agora aproveitava a sensação de velejar, seguiria o rumo ali em pé com as mãos ao leme e seguindo as orientações de Krieg, que lhe ofereceu algo valioso, conhecimento, não poderia negar uma oferta tão boa - Isso será esplendido, meu amigo! Seguirei o curso, assim que puder venha me ensinar sobre isso! - E seguiria a viagem ali.

Quando ouvisse a comoção do Padre, eu desceria pela escada calmamente observando o que se passava, ouviria as palavras daquele alucinado e naquele momento uma sensação de puro desprezo bateria ao ver todo o saquê derramado "Mas que merda essa cara ta fazendo!?" Começaria a se aproximar um pouco até chegar perto do saquê derramado, mas sem chegar a pisar sobre ele - Você não sabe bosta nenhuma do que aconteceu lá para nos chamar de assassinos, seu merdinha! Seguinte cara, vou te dar duas opções! A primeira é parar de derramar toda essa bebida boa que foi presente dos nativos e soltá-la, ai esquecemos esse seu surto psicótico! Já a segunda é, mata ela logo para poder jogar seus dois corpos inertes aos tubarões! Então, o que vai ser? - Eu esperaria observando o que aconteceria e já procurando alguma brecha para poder agir, já me armando com as soqueiras.




Post: 0018~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue 

Notes: • Vício: 1/10 contando o da aventura velha
• Ganhos: -Canivete de pescador
- Manoplas
- Algumas adagas
- Algumas balas
- Casaco de frio
- Isqueiro Novo(19 usos restantes)
- maço de cigarros(19 cigarros)

• Perdas: - 4 cigarros


Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptySex 26 Fev - 17:11

Hikari & Nnoitra

Nnoitra entrou para o quarto onde estavam Iona e Hikari, ao que parecia ele havia conseguido distrair um pouco a mente da pequena garota que logo tocou uma bela música em seu novo instrumento. Aquilo parecia ter renovado seus ânimos e ambos de mãos dadas foram saindo do quarto para o convés.

Leon & Edgar & Ada

A viagem seguia e o sol já estava a se por no horizonte, Krieg e Leon mais ao alto tomavam conta do leme e do curso quando uma música fraca podia ser ouvida por um tempo, Ada e Edgar também podiam ouvi-la fracamente. Quando ela acabou Ada foi até o padre que a abraçou, um erro comum confiar em desconhecidos, ainda mais do tipo alucinados como aquele ali, Edgar sacou a espada da garota e a rendeu gritando ali para todos, Leon e Krieg ouviram e já foram descendo as escadas, ao mesmo tempo em que Nnoitra e Hikari saíam para o convés. O sol estava atrás da embarcação e os seus raios já iam se acabando, Leon, Krieg, Nnoitra e Hikari estavam mais atrás do mastro bem em frente às escadas do barco ao lado do mastro, uma dupla de cada lado, enquanto Edgar e Ada mais perto da proa com o mastro e os demais a sua frente.

Todos

O padre agora começava jogar as garrafas de saquê no chão, aquilo somado a estar com Ada sob custódia faziam seu ferimento doer, além disso os movimentos de se abaixar para pegar as garrafas repetidamente não afetavam apenas ele, mas a garota que sentia a lâmina gelada em seu pescoço, aquele esforço fazia-a perder as forças nas pernas devido a seu ferimento e Edgar teve de sustenta-la com sua própria força, para mantê-la ali com ele. Antes que ele acabasse de jogá-las, Leon foi o primeiro a falar dando uma espécie de ultimato, mas logo Krieg tomou a frente já pisando sobre o saquê e se aproximando um pouco mais de Edgar e de Ada – Rapaz, não sei o quanto você bebeu, mas essa garota que você está segurando ai é a responsável por me fazer enxergar meus erros e foi ela quem decidiu arriscar a própria vida para repará-los, ela nem ao menos tinha alguma coisa a ver com isso! Vamos solte-a e pare com essas baboseiras, chamar pessoas que fizeram o bem aquela ilha de assassinos assim sem nem ao menos saber oque aconteceu, não está fazendo a vontade da deusa de forma alguma, ainda mais com esse seu julgamento totalmente errôneo! Ouça o grandão ali e para com isso! –

As palavras de Leon e de Krieg afetaram Edgar, realmente ele não sabia nada do que havia acontecido, chegou durante uma luta, que até onde tudo indicava era a luta entre um dos sequestradores e o grupo que ajudou a salvar Natasha e agora estava ameaçando Ada, ele mesmo não estava cumprindo suas palavras sobre o respeito da vida humana e principalmente o direito de explicação antes de um julgamento, mesmo que divino, de alguém. Aquilo o fez hesitar por um momento, mas tomado por todo o momento ele ainda assim continuou, jogou mais uma, duas garrafas ao chão e sacou sua outra katana. No momento em que quis criar as faíscas, teve de soltar Ada que caiu sentada a seus pés, não tinha forças suficientes para fazer aquilo e segurá-la ao mesmo tempo, não no estado de seu ferimento e foi nesse instante que Krieg disparou de onde estava e ao mesmo momento em que as duas lâminas se chocaram e faíscas começaram a ser formadas no impacto, ele já estava saltando sobre Edgar e por cima de Ada. As faíscas colocaram as botas de Krieg em chamas e com o agarrão dele, rolava ele e Edgar ao chão da proa do navio, para a sorte de todos as faísca não atingiram o saquê a frente e apenas atearam fogo as botas do homem. Edgar com o impacto dos corpos se chocando deixou as katanas caírem ao chão e agora tinha Krieg sobre ele o segurando e com as botas em chamas começando a passarem para seu próprio robe, o calor em suas pernas começava a aumentar rapidamente.

Todos agora deviam agir rapidamente, se não evitassem que os dois rolassem para cima da bebida derramada, o fogo se alastraria por todo o convés do navio, Krieg e Edgar poderiam sofre queimaduras em suas pernas se o fogo demorasse a ser apagado e queimasse todo o couro de animais das botas do homem e o robe do padre, a esse ponto as chamas dali que iluminavam o lugar e o sol já havia sumido de um lado enquanto a luz prateada da lua começava a surgir ao horizonte a frente do navio, mas ainda sem iluminar algo além das nuvens. Leon podia ver a seu lado dois barris de comida que estavam cobertos por uma lona, Yoshikatsu estava bem próximo do mastro e a seu lado estava Hikari, o jovem podia ver um esfregão encostado sobre um punhado de corda e Hikari um balde vazio a seu lado, mas perto da beira da embarcação. Ada estava sentada e sua perna já começava a parar de doer, enquanto Edgar tinha de cuidar de Krieg sobre ele.
Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptyDom 28 Fev - 18:14

Not again


No momento em que chegava ao convés, era surpreendida com o padre insano tentando tomar o navio e ameaçando a vida de Ada. Senti meu coração bater forte no peito enquanto revivia a imagem de Natasha tomando o tiro porque não finalizei o sequestrador, bem como de Iona entrando em colapso logo após. E, por um instante, fiquei estática, vendo toda a cena se desenrolar.


~ Não, de novo não...! ~


Por sorte, a fala do homem para Krieg, vangloriando-se como o salvador, ajudou-me a despertar de minha letargia. Uma fúria intensa, como nunca havia visto antes, subia por meu corpo, dando-me forças que até então não havia sentido.


- VOCÊ IMPEDIU O QUÊ? ORA, SEU PEDACINHO DE MERDA! A ÚNICA COISA QUE VOCÊ FEZ, ALÉM DE IMPLORAR PELA VIDA, FOI MATAR UM ESPADACHIM. SIM, MATAR! NOS ACUSA DE SER ASSASSINOS, MAS É COMO A GENTE! -

Dava uma curta pausa após a primeira explosão, apenas para prosseguir falando.

- MAS SE SOU UMA ASSASSINA, É PORQUE DEFENDI IONA. A MESMA IONA QUE, AGORA, VOCÊ AMEAÇA A VIDA, POIS ELA ESTÁ EM COMA E VOCÊ ESTÁ TOCANDO FOGO NO NAVIO. INDEFESA! A MESMA IONA QUE, SE NÃO FOSSE POR ELA, ASSIM COMO POR MIM, ADA, LEON E KATSU, TERÍAMOS VISTO UM BANHO DE SANGUE NA ILHA E NATASHA TERIA SUMIDO. PORQUE VOCÊ NÃO FEZ ABSOLUTAMENTE NADA, OUVIU BEM?  -


Eu tremia a cada palavra nova que dizia. Sentia uma raiva descomunal me assolar e, dessa vez, munida pela raiva, sabia que podia fazer o que não tivera coragem antes. Sacava a besta, antes pendurada junto ao cinto de meu vestido e encaixava o dardo, mirando na direção do padre, imobilizado pelo grande peso de Krieg sobre ele.


- VOCÊ É UM PADRE? POIS BEM! QUE VÁ ENCONTRAR COM SEU DEUS NO INFERNO! MALDITO!  -  -


Terminava de dizer, pronta para atirar. Não estava pensando bem, sabia que estava tremendo e que isso podia prejudicar minha mira um pouco, mas, naquele momento, não hesitava. Dispararia não uma nem duas, mas três vezes, sucessivamente, contra o corpo de Edgar, caído no chão. Tentaria mirar nas partes mais expostas de seu corpo, a fim de evitar ao máximo atingir, sem querer, Krieg ou qualquer outro da tripulação. Mas estava desorientada no momento. Não havia pensado sequer na possibilidade da ondulação natural do navio desviar minha mira. Isso sem contar com a própria tremedeira em minha mão que me impedia de fixar um ponto, como sempre fiz. Em condições normais eu deveria ter medo. Medo de errar e atingir um aliado. Mas eu estava anestesiada. A única coisa que sentia era a dor. A dor proporcionada pela possibilidade de perder alguém que me preocupava. Eu via em vermelho. Vermelho como a fúria que cegava todo o resto a meu redor, tornando o homem o único centro de meu foco. Vermelho como o sangue que esperava derramar dele. Pelo visto meu pai não era o único demônio na família.





Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptyDom 28 Fev - 21:16


   


Bíblia Sagrada! (Em Construção)




Redenção.


– Rapaz, não sei o quanto você bebeu, mas essa garota que você está segurando ai é a responsável por me fazer enxergar meus erros e foi ela quem decidiu arriscar a própria vida para repará-los, ela nem ao menos tinha alguma coisa a ver com isso! Vamos solte-a e pare com essas baboseiras, chamar pessoas que fizeram o bem aquela ilha de assassinos assim sem nem ao menos saber oque aconteceu, não está fazendo a vontade da deusa de forma alguma, ainda mais com esse seu julgamento totalmente errôneo! Ouça o grandão ali e para com isso! Por algum motivo, agora Edgar se sentia hesitante. Talvez, quem sabe, não estivesse seguindo o seu próprio julgamento de deixar que as pessoas deem uma explicação divina para tudo o que haviam feito.

Embora ele já tivesse certeza desde o momento em que viu a forma como eles mataram um inimigo, lutando como quatro contra alguém sozinho... Mesmo após ele ter visto que eles tiveram uma chance de rendê-lo, ao invés de dar o ataque final. E, ainda assim, mesmo com ele tendo visto que eles tinham agido normalmente após estraçalhar completamente o corpo do homem, conseguindo até mesmo fazer piadas e agir como se nunca tivessem feito aquilo. E, mesmo sabendo, que pessoas inocentes e realmente bondosas ficariam dias afetadas após ter tirado a vida de alguém, mesmo que o motivo para aquilo fosse defender outra pessoa ou legítima defesa - o que, em verdade, eles não tinham feito. Uma vez que poderiam ter rendido o inimigo no final.

Mesmo com tudo aquilo, e sendo impelido por um pensamento que partia de uma espécie de sanidade, uma fantasia gerada por uma ilusão de Deus falando com ele, ele hesitou.

E, ainda assim, mesmo que suas intenções não fossem matar nenhuma das pessoas ali dentro, mas apenas roubar o navio para que eles se sentissem arrependidos e culpados, e pensassem no que haviam feito, como ele mesmo havia proferido em voz alta. Mesmo com suas intenções sendo fazer eles passarem não por uma punição, mas por uma espécie de exorcismo, um purgatório, pensando também na própria elevação espiritual deles, por algum motivo, ele hesitou.

Ele havia visto que eles salvaram Natasha, mas pra ele aquilo já não importava tanto, uma vez que eles haviam cometido o maior pecado de todos ao final - e por puro capricho. E era por aquilo que ele os estava punindo, e não os matando, mas, ainda assim, sentiu-se novamente um Carrasco, por algum motivo absurdo.

Parado, sentiu Ada cair na frente dele de joelhos, mas ignorou ela. Pois sua hesitação havia passado, e ele já podia voltar a continuar seu plano de tomar o navio.

Bateu as duas katanas e criou uma faísca, mas, enquanto assistia à pequena esfera de fogo subir no ar, Krieg já agarrava ele pelo tórax e o lançava no chão. Olhando para as costas do homem, conseguia ver enquanto a faísca caía em câmera lenta. Acompanhou a faísca com os olhos arregalados, enquanto começava a ser lançado para trás junto com o homem, enquanto sua incandescência luzia no ar e ela descia na direção do alcool... Onde ela nunca caía. Coincidentemente, a faísca caiu sobre a bota de couro do homem, e, mais absurdo ainda, ela pegou fogo.

Quando caiu no chão e sentiu o impacto de suas costas retumbar, e fazer o ar sair do seu pulmão. Naquele momento, em que se engasgava com a dor e com a quantidade de ar que saía de sua boca, e seu corpo quicava se remexendo, naquele instante, ele teve uma outra revelação: Agora, Deus estava contra ele. E provavelmente muito irritado, pois estava até mesmo alterando as leis da física.

''Um pedaço de bota de couro, algo que, por si só, já é quase impossível de ser queimado facilmente.. Acaba de entrar em chamas com apenas uma faísca em um mar gelado, e tudo isto, apenas para tocar fogo na minha roupa?'' ele pensava assustado naquele absurdo.

O som das duas katanas que saíram de suas mãos ressoava em sua cabeça, um som de metal tremendo e do som que ele fez assim que tocou na madeira, e aquilo afetava sua mente. Mas não tanto quanto a decepção de ter Deus contra si de novo, mesmo após tanto tempo...

Naquele momento, ao invés de lutar e se rebater, permaneceria parado. Sabia que se mexesse muito poderia fazer o navio pegar fogo, e fazer o fogo até mesmo se espalhar em sua roupa. Talvez aquilo fizesse sua ideia para vencer todos dar certo, mas já não valia a pena, agora que Deus estava contra ele.

Por isto, se manteria parado e deixaria que o homem lhe rendesse, para não correr o risco de piorar tudo aquilo.

- VOCÊ IMPEDIU O QUÊ? ORA, SEU PEDACINHO DE MERDA! A ÚNICA COISA QUE VOCÊ FEZ, ALÉM DE IMPLORAR PELA VIDA, FOI MATAR UM ESPADACHIM. SIM, MATAR! NOS ACUSA DE SER ASSASSINOS, MAS É COMO A GENTE! - A voz estridente rasgaria seus ouvidos com voracidade, e faria seu cérebro vibrar com violência. - MAS SE SOU UMA ASSASSINA, É PORQUE DEFENDI IONA. A MESMA IONA QUE, AGORA, VOCÊ AMEAÇA A VIDA, POIS ELA ESTÁ EM COMA E VOCÊ ESTÁ TOCANDO FOGO NO NAVIO. INDEFESA! A MESMA IONA QUE, SE NÃO FOSSE POR ELA, ASSIM COMO POR MIM, ADA, LEON E KATSU, TERÍAMOS VISTO UM BANHO DE SANGUE NA ILHA E NATASHA TERIA SUMIDO. PORQUE VOCÊ NÃO FEZ ABSOLUTAMENTE NADA, OUVIU BEM?  -


De olhos fechados, ele ouviria cada palavrinha daquela garota, e deixaria que seu cérebro as digerisse, recebendo cada uma daquelas palavras como uma chicotada, ou uma hora ajoelhado em grãos duros de milho. Ouviria cada uma daquelas palavras como uma punição necessária, e que o faria se elevar.

- COMO OUSA ME DIZER QUE EU NÃO FIZ NADA, AO MESMO TEMPO EM QUE ME ACUSAR DE MATAR UM MALDITO ESPADACHIM? - Ele explodiria, ouvindo tamanha ingratidão nas palavras da garotinha. - ENQUANTO VOCÊS VIAM UMA GUERRA CIVIL ENTRE AS DUAS VILAS SE FORMANDO, VOCÊS SE AFASTARAM DA VILA E FORAM ATRÁS DO ASSASSINO, POIS VOCÊS NÃO SE PREOCUPAVAM EM SALVAR AS DUAS VILAS DA MATANÇA QUE UMA GUERRA CIVIL CAUSARIA, OU DO ÓDIO ETERNO QUE CADA UMA DAS CRIANÇAS SENTIRIAM PELAS CRIANÇAS DA OUTRA VILA, AS CULPANDO PELA MORTE DOS PRÓPRIOS PAIS, E DA MALDIÇÃO QUE SERIA LIDAR COM ISTO... TODO O AMBIENTE SERIA ENVENENADO E APODRECERIA PARA SEMPRE!! MAS, AINDA ASSIM, VOCÊS AO INVÉS DE PENSAREM POR UM SEGUNDO SEQUER EM AJUSTÁ-LOS NO SENTIDO DIPLOMÁTICO, SAÍRAM EM UMA CAÇADA. POIS É SÓ NISSO EM QUE PENSAVAM: MATAR, MATAR, E MATAR!!! TANTO, QUE MESMO ESTANDO EM UMA LUTA INJUSTA E COVARDE DE QUATRO CONTRA UM, E MESMO TENDO RENDIDO O OPONENTE AO FINAL, O QUE VOCÊS FIZERAM FOI MATÁ-LO POR UM PURO CAPRICHO MALDOSO, E AGORA AGEM COMO SE NÃO TIVESSEM FEITO NADA, QUASE COMO SE FAZER O BEM COMPENSASSE O MAL!! - Tossiria durante longos segundos, e de forma descontrolada. Tossiria por momentos que pareceriam infinitos para ele, e lutaria para tatear o ar com o fundo da garganta e sugá-lo desesperadamente, para então voltar a tossir novamente, quantas vezes fosse necessário, até sentir que estaria bem o suficiente para continuar. - Eu não matei ninguém.. Eu pude matar o inimigo, quando deixei que ele furasse meu peito de propósito para abrir uma brecha e acertar seu braço... Eu poderia ter-lhe acertado o pescoço.. Eu tenho consciência de que eu poderia.. E no final eu ainda tive certeza de pedir para que ele fosse tratado... Cada um dos inimigos que vocês mataram, eu tentei resgatá-los... Eu não sou nenhum assassino... Não mais... E só queria que vocês percebessem o quanto é errado o que vocês fazem. Eu machuquei a amiga de vocês, e tenho consciência disto.. E até mesmo Deus está me punindo por isso.. - Falaria com um olhar sincero, um que lembra um cachorro que acaba de ser escorraçado. Um verdadeiro olhar de cachorro sem dono.. Não estava em seus planos matar Iona, mas, pelo contrário, salvá-la dela mesma. Assim como não estava em seus planos machucar Ada.. Agora sentia um verdadeiro arrependimento.. E aquilo poderia ser visto pela sua forma melancólica de enxergar as pessoas daquele navio, principalmente a garotinha, que, até mesmo já fora sua amiga, e, além do mais - DROGA MINHA ROUPA ESTÁ PEGANDO FOGO!! - Lembraria-se.

- VOCÊ É UM PADRE? POIS BEM! QUE VÁ ENCONTRAR COM SEU DEUS NO INFERNO! MALDITO!

Arregalaria os olhos e esperaria os tiros.

Ao fim daquilo tudo, tendo tomado o tiro ou não, tentaria se arrastar para trás com as mãos e rolar em torno de si. Se arrastaria para trás para ter certeza de que não tocaria no álcool e faria o navio pegar fogo..

Assim que tivesse certeza de que o fogo havia se apagado - o que não deve ser tão difícil, em um mar frio, pararia deitado.

- Certo... Certo.. Algo me diz que comecei errado.. Vamos terminar isto em uma conversa..




               
- HP: 120/120

               
SP: 62/62









Spoiler:
 

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''.....''

- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptyDom 28 Fev - 23:23


Diplomacia


”Tudo bem. Você mata, ou mato eu?”

Sabe quando sua cabeça não processa direito as informações e você tem que rever mentalmente tudo aquilo o que acabou de acontecer? Pois é, estou passando por uma dessas situações agora. Então pode me ajudar a botar as ideias em ordem? Vamos lá, não é complicado. É só me ouvir com atenção enquanto eu conto passo a passo de toda aquela loucura que acabou de acontecer. Ahhh, você pode me ajudar? Muito obrigada, talvez vocês que nos observam aí não sejam tão sádicos como eu pensava que fossem. Pois bem, vamos lá.

Mini Flashback On

Me apresentava para aquele padre buscando conhecer melhor as pessoas que estavam comigo no navio. O homem, além de excêntrico, parecia ser algum tipo de idiota ou pervertido ao tentar me abraçar assim que nos conhecemos. Confesso que fiquei meio sem reação no momento, não sabia o que ele esperava conseguir com aquilo “Deve ser coisa de padre” pensava. E naquele momento eu percebia que no mar não se podia confiar em ninguém, nem mesmo em um padre. Daí pra frente, as coisas ficavam um tanto quanto estranhas.

– O que você está...

Dizia quando sentia a mão do padre deslizar por minhas costas, mas não tinha tempo de repreendê-lo e nem mesmo terminar a frase. Em poucos instantes via minha própria espada ser sacada pelo homem e apontada para o meu pescoço. Colocava as mãos para cima vagarosamente enquanto ouvia o homem falar idiotices como nos punir e de que era o grande salvador da ilha... Dá pra acreditar? Ouvia tudo aquilo estática, enquanto me remoia por dentro com a raiva causada pelo fato de que o religioso havia se aproveitado de minha boa vontade para conhecer melhor as pessoas naquele navio.

– Oh... Droga!

É isso, obrigada por ter me ouvido. Acredito que agora eu tenho conseguido organizar bem as ideias, então vamos ao que interessa.

Mini Flashback Off

E lá estava eu, rendida por um padre tarado que havia se aproveitado da minha boa vontade não só para me render, como também para se aproveitar da situação e me alisar durante aquele abraço “É com isso que você está brava, sério?” Nada daquilo eu poderia perdoar. Mas confesso, que o pior mesmo foi ouvir a voz de Hikari. Que tipo de pessoa doentia seria capaz de deixar aquela garotinha daquele jeito? Inaceitável. Estava bolando uma maneira de reagir quando via o padre começar a jogar todo o nosso saquê “A situação dele só piora” Antes havia ouvido Leon dar um aviso ao padre, algo sobre matar ela logo para que dois corpos sejam jogados no mar. Espera aí...

– O quê?

”Hahahahahaha! Grandão filho da mãe!

Confesso que também acharia graça se não fosse por termos realmente uma maldita espada no nosso pescoçoAhh... Verdade, me esqueci disso.” De qualquer modo, era a vez de Krieg falar depois. Suas palavras me tocavam profundamente, os nativos daquela ilha tinham no seu coração o calor que faltava para aquele lugar. Em todo caso, o rum começava a ir ao chão e logo eu o acompanhava após o idiota ter me deixado cair. Confesso, mesmo com todas aquelas coisas bonitas que Krieg havia falado... O padre havia acabado de passar dos limites.

Via Krieg pular em cima do inimigo e derrubá-lo ao chão, e via também suas botas começarem a pegar fogo pelas faíscas geradas pelas espadas. Ouvia o barulho das lâminas tocando o chão após a queda do padre, e sabia que deveria pegá-las para fazê-lo pagar por aquilo. Me apoiaria sobre a perna boa para ficar novamente de pé, e tentaria caminhar o mais rápido possível sem forçar minhas pernas até o local onde encontrasse as espadas caídas. Nesse momento pegaria uma delas com meu braço bom e jogaria para o lado oposto do convés, longe do padre. Pegaria então a outra espada e começaria a empunhá-la. Ouvia a argumentação entre Hikari e aquele maluco, e sentia a adrenalina fluir ainda mais em meu corpo ao perceber o que a garotinha estava prestes a fazer. Aquilo... Eu simplesmente não podia deixar a garotinha sujar suas mãos com aquele idiota.

”Você vai estragar tudo! Deixa que eu assumo daqui, tudo bem?”

Segunda Personalidade

Odeio tomar o controle assim de forma tão brusca, mas vocês viram que era estava prestes a estragar tudo. Hikari precisava fazer aquele tipo de coisa para crescer, toda criança precisaria disso em minha opinião. Se bem que aquela mocinha já havia de certa forma deixado a sua marca naquela ilha, não é? Em todo caso, agora posso focar toda a minha atenção em ensinar uma lição aquele idiota. Observaria todo o desenrolar daquilo enquanto caminharia em passos lentos na direção do padre. No caminho possivelmente veria sua rendição e o ouviria pedindo pra conversar. Engraçado não é? Justamente aquilo que pretendíamos fazer antes de ele começar com toda aquela diversão.

– Conversar? Hahahaha! Claro, vamos conversar! – Diria caminhando em passos lentos na direção dele, ainda com a espada em mãos, e com um sorriso no meu rosto – Sabe padre, você não foi o único a tentar salvar vidas naquela guerra. Eu e a garotinha que você fez o favor de deixar totalmente puta também nos esforçamos para evitar que acontecesse, ou ao menos atrasá-la. – Apontaria a espada na direção de Hikari no momento em que citava a garotinha, e continuaria andando até estar bem na frente dele. Durante o percurso eu diria – Nós matamos sim aqueles homens. Eu não sei bem como funciona na sua religião, mas para mim pessoas que sequestram garotinhas e querem te matar merecem morrer. E olhe para o lado bom, eles nem sofreram antes de morrer, poderia ter sido pior. Imagine só se eles tivessem enlouquecido no meio de um navio em alto mar. Não seria horrível? – Diria aquilo de forma sarcástica, e ficaria bem a frente do padre. Tudo o que sabia é que ele tinha uma ferida na região do peito. Pararia de pé bem ao lado do padre que estava deitado, e embainharia a espada. A outra provavelmente teria se importado em dar ao cadáver uma boa visão da parte de dentro da minha saia, mas eu não me importava com aquilo. Afinal, um padre merecia ao menos uma boa lembrança antes de ir para o inferno – Mas você quer conversar, não é? Claro, eu gosto de conversas! Hahaha

Usaria meu pé bom para pisar com toda a força em seu peito – Vamos começar de novo, sim? Pode me dizer o seu nome? – Diria aquilo ainda com um sorriso, mas este já havia se tornado sádico a algum tempo. Logo começaria a pisar ainda mais no peito do padre, várias vezes, até que alguém viesse me impedir. Gargalharia a cada pisão, uma risada sádica que eu esperava que ele jamais esquecesse. Diria – Acha que somos demônios, é? Isso é porquê ainda não experimentou o inferno! Hahahahahaha! – E continuaria a pisar, periodicamente mudaria meu alvo para seu rosto e sua região intima, mas meu foco seria com certeza a feria no peito. Ao final daquilo tudo, ou após ser parada por alguém, eu diria ao padre:

– É, foi ótimo conversar com você! Hahahahaha!

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptyTer 1 Mar - 16:30


Leon Strongheart

Bagunça generalizada!




Aquilo não era algo de se esperar numa hora dessas, Leon podia afirmar isso de pé juntos, mas a vida não é divertida sem suas surpresas, sendo essas boas ou ruins, sendo essas sagazes ou estúpidas, claro essa li se mostrava estúpida e apesar de toda a comoção que estava acontecendo ou por acontecer, ele não se importava muito o que o ajudava a agir mais calma e friamente. Quando viu Krieg levar o homem ao chão, pode ver as faíscas incendiarem sua bota "Por isso eu não pisei no saquê, mesmo que não sirva para incendiar algo nessas águas geladas, mas mesmo assim é melhor evitar alguma queimadura".

O fato agora era que Krieg estava com o padre no chão, ambos se chamuscando, ao lado de Leon uma lona cobrindo barris "Isso deve bastar" Agarraria a lona e jogaria em cima dos dois para abafar o fogo bateria com as mãos abertas até ver que ele se extinguisse. Hikari se mostrava em um estado perigoso, Leon mais do que ninguém entendia o que se passava dentro dela, aquela fúria incontrolável, mesmo que não soubesse de seus motivos, mas o que estava acontecendo lhe era bem familiar. A discussão entre ela e Edgar era acalorada e talvez aquilo não terminasse bem para um grupo de pessoas em um mesmo barco em alto mar, ainda mais sendo seu barco, Leon deveria intervir uma vez que disse que se o padre parasse com aquilo, não iria lhe fazer mal, sua palavra deveria ser cumprida.

- Parem os dois agora!! - Diria ao ver o que a pequenina estava prestes a fazer e tentando tomar a arma de sua mão e segurá-la para o alto onde ela provavelmente não alcançaria com aquele tamanho todo dela, se precisasse até mesmo daria um safanão para que ela caísse de bunda e realmente soltasse a arma. Então me voltaria para o padre - NÃO SEI MERDA NENHUMA DE GUERRA CIVIL, DESDE QUE FUI PARAR NAQUELA MALDITA ILHA AQUELES QUE RAPTARAM A MENINA NATASHA ME ATACARAM SEM PESTANEJAR, SOU UM GUERREIRO E ENFRENTO A MORTE NA MESMA MOEDA, COMO ME SAI MELHOR QUE ELES E AINDA NÃO ERA MEU TEMPO DE IR PARA VALHALL, ELES FORAM ANTES DE MIM! - respiraria fundo um momento - Eu não havia falado com ninguém, apenas encontrei a menina presa e dei minha palavra de que iria salvá-la!! Agora de onde você tirou uma batalha de quatro de nós contra um, e ainda um que pudesse ser rendido?! No momento em que você apareceu, todos estávamos feridos e lutando para resgatar ela, quando me dei por mim aquele homem já estava no chão morto com uma adaga atravessada das costas a seu peito. Quando chegamos no porto o outro também já estava morto, quem ficou carregando um cadáver para lá e para cá foi você! Não me venha com sermão algum quando nem ao menos tem direito algum de me repreender por algo! -


A esse Leon já podia estar perdido em meio a discussão e não ver as mudanças em Ada e principalmente o que estava a fazer e ao perceber ela chutando o padre, teria de pará-la, não a culpava por estar com raiva e com vontade de até mesmo tirar a vida dele, mas agora não era o momento. Entregaria a arma de Hikari para Krieg, ele parecia o mais sensato ali, uma vez que o loiro mais uma vez ficava atônito, ele devia ter algum problema. Puxaria Ada pela cintura envolvendo os braços e a tirando do chão, então daria alguns passos para trás a afastando enquanto dizia a ela - Você tem todo o direito, mas esse não é o momento, cuide de sua amiga pequenina por enquanto! - Então tomaria as cordas que estavam perto do mastro e voltaria a Edgar - Você entende o por que de eu te amarrar agora! Mas vamos conversar assim que fizer isso! -

O amarraria e deixaria ele sobre os cuidados de Krieg - Fique de olho nele, ok? Agora podemos conversar e me encostaria no mastro - Comecemos do começo, me chamo Leon e fui parar nessa ilha por capricho de meu velho! Vaguei pelo gelo onde encontrei uma cabana com um cadáver de um nativo, enquanto avaliava o que havia ocorrido ali um homem me atacou e eu o sobrepujei, ele ainda deve estar morto la do lado de fora, junto dos lobos e da outra mulher! Essa cabana tinha uma passagem para umas celas, onde estava Natasha quando eu disse que iria salvá-la! Lá surgiram o homem que foi morto com a flechada no olho e a mulher domadora de lobos! Ao enfrentá-las Ada ali e um outro cara apareceram e lutaram ao nosso lado, todos saímos feridos menos o da coroinha ali que tem seus acessos de demência, ele simplesmente se desliga como você pode ver. Depois de derrotarmos ela, sim derrotarmos era uma luta de vida e morte e assim como você viu depois disso ela também morreu lutando e não depois de "rendida"! Depois encontramos aquele homem que você viu cair duro e por fim chegamos ao porto com vocês! - Esperaria uns segundos e terminaria - Ao que parece todos aqui estavam seguindo um mesmo objetivo, sabendo ou não, que era o de salvar Natasha e a ilha, então não vamos nos matar agora que aquilo passou! Me expliquem agora a parte que não sei, quem são? De onde vieram? Por que esse cara tentou tomar o navio querendo seguir alguma justiça divina? E principalmente... ate quando esse cara da coroa vai ficar ali parado que nem ameba? Isso é bizarro! -





Post: 0019~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue 

Notes: • Vício: 2/10 contando o da aventura velha
• Ganhos: -Canivete de pescador
- Manoplas
- Algumas adagas
- Algumas balas
- Casaco de frio
- Isqueiro Novo(19 usos restantes)
- maço de cigarros(19 cigarros)

• Perdas: - 4 cigarros


Legenda: -falas-
"pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptyQua 2 Mar - 11:17

Onices 2/5



___Simplesmente não entendia porra nenhuma do que estava acontecendo, segundos atrás estava eu, todo fofinho tentando fazer a coitada da Hikari se distrair, tenho a brilhante ideia de tirá-la do quarto, do lado do corpo inerte de Iona e acabava levando ela pra outra fossa. ' Caraca... Essa menina vai chegar na Grand Line maluca... ' Era a única coisa que eu pensava quando observava as ações loucas do homem de deus, aliás, por que será que eu não consigo entender uma palavra que esse cara diz?

___Observaria o desenrolar daquela confusão, observaria já com um certo receio, certo, o tal "padre" pegou Spice como refém, e até onde eu conheço, essa dai não bate muito bem da cabeça, é tipo uma TPM ambulante, e com a cabeça da mais nova já toda bagunçada, também entrava em TPM, logo... duas garotas + TPM = Fodeu geral. É matemática básica. Apesar de me preocupar um pouco com Spice, tudo já estava certo, ela estava fora de perigo, por mais que o babacão do padre com a ideia retarda de todo fodido criar um "motim"? Não sei se esta é a palavra certa para descrever o ato, mas enfim, mesmo o padre arregaçado de tanto apanhar, creio eu, já que o cara mal conseguia andar, em tal estado ele acreditava que seria capaz de derrotar todos nós? E qual o intuito de botar fogo num barco que você está? ' Deve ser algum tipo de religioso suicida... ' Colocava a mão no queixo e olhava para o céu pensando, na real, eu estava dando a mínima para aquela confusão, se quisessem punir o cara ou não, por mim tanto faz, estou tomando conta do meu nariz, ficaria somente esperto com esse carinha, a partir de agora.

___Mas eu tinha um trabalho muito importante para fazer, chamava-me, quase gritava-me, o esfregão e o balde. ' Eu... Um príncipe, reduzido a um mero cleanning manager? Hum ' Iria em direção ao esfregão, e bem... Não tinha muita habilidade com a arte da limpeza, já que minha vida toda eu nunca havia precisado limpar praticamente nada, exceto quando mamãe ficava uma fera por que eu sem querer derramei suco no chão para desenhar nossa família. Felizmente, eu já havia visto pessoas limpando, logo tinha uma noção do que fazer, pegaria o esfregão e ignorando completamente os outros ( Ou talvez só distraído demais com a limpeza ) começaria a passar o esfregão no local onde a bebida havia sido derramada. Me daria conta que precisaria do balde também para torcer o esfregão quando acumulasse de liquido, portanto arrastaria também o balde e começaria a trabalhar.

' Puxo ou não puxo Hikari? '
Das garotas, sem dúvida a mais nova era a que eu mais simpatizava, mas eu não queria que sobrasse pra mim, poderia puxa-la para dizer minhas próximas palavras, mas tenho certeza que eu ia rodar também. Então falaria sozinho e com todos ao mesmo tempo.
- O céu está bonito, olhem! - Apontaria para o céu, tanto faz como ele estava, acho que eu só queria quebrar um pouco aquele clima, eu estava empolgado e feliz por sair daquela geleira, eles não?  


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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 13 EmptyQui 3 Mar - 20:28

Todos os ânimos estavam exaltados no momento, logo que Krieg  levou Edgar ao chão, ele parou de resistir, algo estranho para o homem, mas que apenas o manteve sem fazer nada desnecessário. Um lona logo caiu sobre os dois que podiam sentir palmadas grandes e o fogo se exaurindo  e já não se queimavam mais, o que queimava naquele momento era a mistura de emoções no peito da pequenina Hikari, rugia como um leão, dava para perceber que ela tremia de raiva e até mesmo lágrimas se formavam em seus olhos, com todo seu tamanho não estava para brincadeiras.

Edgar se arrastou e permaneceu sentado, ouviu a garota e a respondeu, aquilo não parecia ir acabar bem quando a sede de sangue e o senso de que não poderia cometer o mesmo erro de tirar a vida de alguém que ameaça quem ela protege, a faziam ter a sede de sangue. O primeiro dardo cortou o ar e passou próximo entre Kireg e Leon, cravando na madeira entre as pernas de Edgar, nesse instante o ruivo foi rápido e tomou a arma da garota que insistia em querer puxar o gatilho, ao pondo de que ele teve de forçar e ela cair sentada ao chão. Agora foi a vez dele falar e ele começou no mesmo tom dos dois, antes de voltar a falar normalmente, Krieg apenas observava, mas quase ninguém ali percebeu o que Ada estava a fazer, estavam presos no debate e não demorou para Edgar sentir a sola da bota dela em seu peito, uma vez forte o fazendo perder o ar e a segunda mais fraca, já vendo Leon tirando ela dali. Sua ferida não voltou a abrir, mas doía e precisaria de uns segundos para recuperar o fôlego.

O alto ruivo amarrou as mãos de Edgar para trás e o deixou ali sentado, Krieg apenas acenou com a cabeça, demonstrando que iria ficar de olho dele, ele preferia não se intrometer muito no que estava acontecendo, afinal aquele foi o grupo que corrigiu seu erro, agora eles teriam de se resolver por si só. Leon encostou no mastro e continuou suas perguntas, cabia agora a eles responderem ou não.

Também ali, mas totalmente indiferente ao que estava acontecendo, uma figura peculiar ficava quieta, apenas ouvindo e observando. Depois de todos falarem, ele chamou suas atenções, não por que queria, mas pela forma que agia, ele tomou o esfregão e o balde, meio desengonçado começou a lavar aquele álcool do chão, ele parecia viver em um momento totalmente diferente a eles que o observavam até ouvirem ele falar do céu.

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