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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rebirth! Quebrando o gelo

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptySeg 4 Jan 2016 - 16:26

Relembrando a primeira mensagem :

Rebirth! Quebrando o gelo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yoshikatsu Nnoitra e Shimizu Hikari. A qual não possui narrador definido.


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Katsu
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptyQui 7 Jan 2016 - 9:09

Vamos pra Fernand Island, vai ser legal. Você disse. ¬¬ Akuma -'-


___Quando finalmente encontrava outro ser humano naquele deserto congelado, ia de encontro feliz por ter alguma companhia, por saber que não era o único ali, afinal se tinha uma garotinha provavelmente deveria ter mais pessoas, mas como nada é perfeito...

- AAAAH!!

___O grito sairia no susto, no pisar que afundava todo meu corpo em um buraco negro de gelo. Ficava ali caído ainda, tentando compreender a situação ou em choque, qualquer um dos dois. Estava sentado com uma forte dos nas nádegas, tinha caído de quantos metros? Cinco? Dez? Não,  Provavelmente não tinha caído de uma altura muito grande, ou eu agora estaria num estado ainda mais de semi-morto. Ao meu redor o que tinha? NADA. Eu poderia muito bem acreditar que havia caído em alguma caverna ou túnel de gelo, cercado por todos os cantos e ali mesmo eu pereceria, mal havia iniciado a jornada e já tinha encontrado o fim? ' Aaahh.. Que merda! ' Ouvia vozes ao longo do caminho, mas eu não enxergava a um palmo a minha frente, se tivesse algo para fazer fogo eu poderia iluminar o lugar para mim, mas se eu tivesse algo para fazer fogo não estaria congelando lá em cima.

- Oooi? Alguém ai?

___Tentaria me levantar e averiguar o estrago que a queda teve sobre mim quando andasse, daria alguns passos no escuro me certificando de que pisava em um lugar firme. ' Esse lugar fica cada vez mais chato! Malditos ' Xingava novamente Kan e Nábis em minha cabeça, se não fosse pela estupidez deles, eu estaria no paraíso agora.

- E você? Já acabou de me ferrar!?!?!? Olharia para o alto como se resmungasse com o céu. Colocaria a mão na cabeça para me certificar que a coroa estava ali, se não estivesse com certeza entraria em pânico, me colocaria ajoelhado no chão e começaria a passar a mão naquele solo frio, poderia congelar meus dedos, mas não desistiria até encontrar minha preciosa coroa. Por fim me abraçaria afim de tentar diminuir o frio que se estendia do dedão do pé até o topo da cabeça. Tentaria alcançar o buraco de gelo por onde eu havia caído, para assim subir de volta e encontrar a garota novamente que aliás parecia muito alta para o rosto de bebê que tinha. Colocaria as mãos em volta da boca como se imitasse um megafone.

- Vou dar um jeito de sair daqui e te alcanço ok? Não saía dai!! Gritava para a garota, esperava que ela pudesse ouvir e ficasse no mesmo lugar que estava. ' Talvez seja mais seguro se ela ficar perto de mim.. Hmm...' - Você pode pular aqui também!! Eu te seguro! Em seguida voltaria a abraçar meu corpo, mudaria minha posição e gritaria para o local de onde vinha as vozes, já andando para lá, é claro que tomando todo cuidado do mundo, pisaria forte algumas vezes na frente, porém mantendo a base na outra perna para assim verificar se o próximo local de solo era firme ou não. Daria. Cada. Passo. Assim. Afim de evitar outra surpresa.

- EEEII! Alguém ai??

___Gritava, se não conseguisse alcançar o topo para voltar para cima, minha única solução seria que essas pessoas me encontrassem, ou isso ou acabar perdido em um labirinto de gelo ausente de luz. Se alguém me encontrasse daria logo meu jeito de explicar a situação e com um sorriso larga pediria por roupas e o caminho de volta para o topo. Tentaria ainda manter a boa fé e acreditar que teria algo de útil naquele lugar, manter o sorriso no rosto o máximo de tempo possível, mas estava realmente sendo uma tarefa difícil ver alguma coisa boa naquele buraco.


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Iona
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptyQui 7 Jan 2016 - 10:34


Iona L. Walker

What!? I am just having some fun





Não tinha nenhuma pretensão enquanto caminhava, apenas andava de um lado ao outro com os braços por trás do corpo, observando aquela ilha que não parecia assim tão mais vazia. Julgava ter tido sorte no local de desembarque, visto que em apenas algumas passadas já encontrava aquilo que deveria ser uma vila. Ao menos pensava que aquele amontoado de gelo fosse o mais próximo que fosse encontrar de vila naquela ilha, me pegava ignorando os aldeões pelos primeiros momentos enquanto ficava cara a cara com aqueles iglus. Tinha ouvido falar sobre eles durante a viagem, mas ouvir sobre e vê-los eram coisas bem diferentes. Olhava de um lado e de outro, girando a cabeça de casa para casa. Achava incrível em como todos viviam casas como aquelas, queria dizer, era gelo. Nunca pensei em morar em nada feito de gelo.

Daria um ponto pela forma daquelas casas, outro por ter me espantado em gostar daquela ilha e um ultimo pela conversa que ouvia. Sentia um sorriso brotando no rosto enquanto girava o pescoço para acompanhar as fofocas. Sequestro? Ursos? Guerra? Guerra contra ursos que sequestram garotas? Pelos Blues, tudo isso acaba de ficar muito mais interessante. Ficava esfregando uma mão contra a outra enquanto ouvia. Um homem repleto de piercing, duro como o gelo gritava, contava sobre como todos tinham inveja do que tinha e de sua família, mas estava mais interessado no nome que ele gritava e no plano que desembuchava. Gostava da ideia da guerra para esquentar as coisas, mas gostaria ainda mais de saber qual a relação da garota com ursos sendo afastados. Eles jogavam ela como goma de mascar para os montrengos? Achava que poderia descobrir um pouco mais se tivesse um tanto a mais de tempo, mas sabe de uma coisa? Por que perderia uma oportunidade como aquelas de atirar lenha a fogueira?

- Então é isso? Vão todos sair correndo na calada da noite em um ataque suicida? Comentava me pondo a frente das pessoas. - Quer dizer, nada contra passar todo o resto do dia aqui só pensando. Pensado no que a garotinha que foi sequestrada deve estar passando agora, pensando no quando os próximos ursos viram, pensando em todas as armadilhas que Jhonny Krieg colocou pelo caminho. Afinal, ele foi esperto o bastante para roubar a garota, acho que ele também é esperto para deixar algumas surpresas no caminho daqueles que tentem ir ao resgate. Dizia enquanto dava de ombros e ia de um lado ao outro, dando ênfase em tudo que falava. - Se quiser posso perder tanto tempo quanto possível apenas cantando tudo que pode dar errado em seu plano, mas acho que ambos pensamos que o resgate da garota é bem mais importante, certo? Falava diretamente ao homem que discursava. - Quer ela de volta em segurança? Melhor mandar um destacamento a frente do resto, um bando que vai entender tudo que está acontecendo para garantir que não haja enganos quando o restante chegar. Se quiser ter qualquer certeza, mande um punhado de seus melhores homens e façamos um acordo, sabe sou uma ótima caçadora. Não completava a frase, sabia dos caçadores de recompensa, mas não mentia por completo, sempre ouvia que adorava caçar encrencas. - Acho que ainda não me apresentei, sou Iona, e vim aqui ser a melhor esperança que podem ter.



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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptyQui 7 Jan 2016 - 11:14

Secrets and misteries


Skorz gentilmente cedia-me um de seus casacos que, apesar de ficar extremamente grande em mim, era confortável e quente o bastante para me aquecer. Segurando-o da melhor forma que pude para impedir que ele se arrastasse sobre o gelo e perdesse o calor conservado. Ouvi suas explicações, tanto a respeito dos ursíneos quanto dos buracos, tomando atenção especial quanto a esses últimos para não ser vítima deles.


- Muito, mas muito obrigada mesmo, Skorz-donno. E eu não entendo uma coisa... Se o outro lado é um local sagrado e, pelo que disse, muito melhor, por que vocês não foram para lá também? E, aliás, como eles conseguem viver com os ursos? -


Ao contrário da última vez, na qual encontrava-me bastante agitada, dessa vez as perguntas foram feitas de modo bem mais calmo, dando tempo para não deixá-lo confuso, como suspeito que acontecera da última vez. Eu não conseguia entender como as pessoas viviam em harmonia com os ursos (e, é claro, se não fosse me harmonia a essa altura ou os humanos ou os animais já teriam sido exterminados) e porque o outro lado da família não se mudou também. Não que esse frio não fosse... interessante, mas se o perigo aqui era tanto, não me parecia um local bom para criar sua família.  


Infelizmente aquele homem e sua tribo pareciam estar com grandes problemas a caminho. Um homem magricela aproximava-se avisando de que aquela tribo provavelmente estava prestes a entrar em uma guerra que não era sua. Eu não precisava me intrometer, é bem verdade, e talvez sair de fininho fosse a melhor ideia. Mas confesso que estava curiosa para conhecer esses ursíneos. E retribuir o favor daquele homem que me ajudou não seria nada mal também.


Por alguns segundo mantive-me calada, pensando no que fazer. Essa população simples vivia apenas com o que eles produziam, e eu podia imaginar que nenhuma arma de fato era feita ali. Então, se chegasse a ponto de realmente ocorrer uma luta, não seria uma guerra, mas sim um massacre. Batalhar agora não seria uma solução, e duvidava que qualquer um conseguisse convencer a população a fugir. Dessa forma só tinha uma solução a ser feita: tentar apaziguar os ânimos. E, para isso, encontrar a filha desse provável chefe militar era a única opção viável.


- Skorz-donno, deixe-me ajudar. Mostre-me como chegar a esse homem. Vou tentar conversar e convencê-lo de que não foram vocês. Conte-me, por favor, tudo que souber e puder me dizer sobre quem é esse homem que está querendo atacá-los, quem é a filha dele e porque ele suspeita que foram vocês. Ah, e se puder me mostrar um mapa dessa ilha também, facilitaria a minha rota até ele. -


Dizia, retirando o capuz que cobria meu rosto e deixando-o novamente à mostra. Meu semblante ainda era pacífico e sorridente, mas demonstrava toda a minha determinação em ajudá-los. Mostrava, também, um pouco de minha excitação por poder conhecer mais sobre essa ilha. Minha curiosidade era imensa e parecia que nunca seria completamente saciada.


E por falar em curiosidade, ao girar a cabeça para os lados de forma a tirar alguns fios de cabelo que teimosamente caíram na frente de meus olhos, notei uma garota com ainda menos roupas que eu próxima de nós. A pobrezinha deveria estar congelando naquele frio todo! Aproveitando que o casaco cedido a mim era imenso, resolvi estender a generosidade à garota também.


- Ei, você! Quer se aquecer aqui comigo? Tem espaço o bastante nesse casaco pra nós duas! Qual o seu nome? -


O sorriso, marca típica no meu rosto, mesclava-se com a confusão que me passava na cabeça. Tinha a sensação de já ter visto aquele rosto em algum momento em minha vida. Sabia que provavelmente era só uma impressão mesmo, mas era curiosa a sensação que me passava pela mente, como se eu devesse conhecer essa garota de algum lugar.




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

Alek:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptyQui 7 Jan 2016 - 12:05


Leon Strongheart

The Shack!





Passo após passo, Leon lutava contra aquele frio que o assombrava como um predador daqueles que espreita sua presa ferida, esperando calmamente para se deleitar num banquete. Não tinha noção de quanto tempo estava andando em sua busca por alguém, quando ao longe começou a avistar algo em destaque naquela imensidão branca, oque seria?! Ao se aproximar, não podia negar que sentia um pequeno alívio, mesmo que aquela espécie de cabana fosse precária e com ânimo foi a porta do lugar, será que havia alguém ali?! Era feita de madeira, de onde diabos arranjaram madeira naquele deserto gélido?!

Sem perder mais tempo, tentou abrir a porta que resistia um pouco pela neve acumulada, mas seu ânimo de estar encontrando um abrigo o fazia vencer os tremores de frio e vencer aquela pequena barreira. Mal teve tempo de dar um passo adentro, que como um soco um mal cheiro invadiu seu nariz e inundou seu olfato com desgosto. - Oh... Mas que merda é essa?! - Dizia enquanto sacudia a cabeça e momentaneamente esquecia do frio se afastando um pouco. Porém não era pior do que ficar ao lado de fora e cauteloso entrou no lugar, o chão tinha sangue espalhado e mais ao fundo o motivo daquele  odor, um corpo congelado e morto, talvez se não fosse aquele ambiente aquele corpo estivesse ainda mais desfigurado e fedorento, não sabia ao certo a quanto tempo aquela pessoa estaria morta.

Leon não estava confortável como esperava, apesar de madeiras no formato numa fogueira jazerem ao centro do lugar, não tinha como acendê-la então não teria nenhuma utilidade. Sabia que não era boa ideia permanecer ali por muito tempo e seu humor já piorava apenas de pensar que teria de bater os dentes lá fora, lutando contra esse inimigo persistente para não ficar igual aquele corpo. Percebeu um tipo de baú mais ao fundo e ao que parecia não havia mais nada ali na cabana, então estava na hora de ver se haveria algo útil. Primeiramente vasculharia o corpo a busca de alguma arma, dinheiro ou outra coisa que pudesse ser útil, avaliaria as roupas também para ver se algo era aproveitável, não estando com o cheiro impregnado, manchas de sangue ou rasgos. Depois de tomar o que pudesse do corpo, se achasse algo, era a vez de verificar aquele baú, daria mais alguns passos cautelosos até ele, seja lá quem ou oque houvesse feito aquela bagunça ali, poderia ter deixado algo para trás ou ainda estar por perto, então todo cuidado era pouco. Chutaria de leve algumas vezes o objeto tentando não fazer tanto barulho e averiguando se não havia perigo, para então tentar abri-lo o que parecia ser fácil uma vez que o destino por pura peripécia havia lhe favorecido e vendo que não havia tranca.

Assim como fez com o corpo, analisaria o conteúdo procurando por coisas que lhe pudessem ser úteis, será que os deuses estavam olhando para ele se divertindo com infortúnio ou o presentando com boa sorte, não sabia oque lhe aguardava, mas faria seu caminho para sobrevivência. Depois de verificar tudo, estaria na hora de voltar a sua jornada e tomaria a coragem para partir, do lado de fora já se encolheria novamente, vasculharia com o olhar os arredores para ter certeza que não havia nada ali, fecharia novamente a porta e se certificaria de limpar as botas para não deixar um rastro daquele sangue em seu rumo, não queria ter de se encontrar tão cedo com o causador daquela morte.

Voltaria ao seu duelo com o persistente clima, passo por passo, insistente e respirando forte para tentar manter sua temperatura, ali não seria seu túmulo e sua busca por alguma alma viva, vilarejo ou o que quer que fosse encontrar, continuava.



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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptyQui 7 Jan 2016 - 12:53


   


Bíblia Sagrada! (Em Construção)




Paraíso.




A neve anestesiava uma das bochechas do padre caído no chão com o seu frio, e o mar avançava e retrocedia contra seus pés no momento em que ele escapuliu do pesadelo e recobrou a consciência.

- Você é novo aqui? - Falava uma voz feminina à sua frente. Edgar levantou o pescoço o tirando da neve e piscou duas vezes a encarando. - Eu te ajudo - A garota o levantou pondo os braços abaixo de suas axilas, e quando percebeu já estava em pé e com ela do lado. Um tanto quanto confuso. ''O que está acontecendo...?'' - Não sei o que estava fazendo aí, mas... Suas roupas parecem bem congeladas... Espero, claro, não ter impedido um ato de suicídio, hahaha.

Piscou mais uma vez, e sentiu enquanto sua visão se esfumaçava até um blur e então voltava a ter foco.

- Suicídio? Não.. Não.. - Começou, agora observando bem o rosto da mulher que havia acabado de salvá-lo. Uma sacerdotisa? E aqueles olhos azuis-escuros... Eram o tipo de olhos que faziam jus às suas cores. Como o Oceano. Não era um azul límpido e claro. Era um azul-escuro e furtivo. Do tipo que só existe no fundo do mar, e que pode guardar todo tipo de surpresa dentro de si. Aqueles eram os olhos do mistério. E Edgar Murphy era um aventureiro. - Mas se eu fosse me matar você certamente impediria um suicídio.. Digo.. No bom sentido, é claro. Você seria uma pessoa amigável que me ajudaria a não me suicidar e.. - Se interrompeu e olhou ao redor.

- Bonito, não é? - Ela falava e sorria pra ele. E foi naquele momento em que ele descobriu a primeira diferença da nova religião dele para a última que ele pregava: ''Padres certamente não serão proibidos de terem mulheres..''

Estava instigado a conhecê-la.

- Cuido para mantê-lo assim. Não é fácil, já que nosso clima é tão frio.

Ele olhou melhor ao redor, e percebeu que estava em uma espécie de templo gelado. Diante da sacerdotisa de alguma religião que ele desconhecia. Observando aquela harmonia perfeita entre verde e branco, e vendo o quanto a névoa ajudava a compor a imagem perfeita daquele templo, ele percebeu que algo deveria estar errado. Aquilo era simplesmente bom demais para ser verdade. Respirou fundo e arregalou os olhos. Olhou para trás. Ele tinha nadado naquele mar gelado e estava seco?

- Você parece meio idiota... Qual é o seu nome? - Ela perguntou, encarando ele. Aquela não era uma pergunta que ele ouvia muito, e aquilo o fez confirmar ainda mais a sua teoria. Algo estava absolutamente errado com tudo aquilo. Durante anos em sua vida tudo o que havia desejado era que alguém perguntasse seu nome, que fosse notado. E agora aquela garota linda lhe perguntava o seu. Realmente havia algo de errado. E ele já sabia o que era. - Me chamo Sarah. Sarah Hasina.

Edgar se ajoelharia no chão e se viraria de costas para ela, começando a chorar de bruços e cobrindo o rosto com as costas da mão.

- DEUS MISERICORDIOSO... - Ele começou, chorando ainda mais alto. - EU NÃO MERECIA O PARAÍSO.. EU NÃO MERECIA.. MAS VOCÊ ME PERDOOU... DEUS MISERICORDIOSO... - Ergueria o braço para trás, ainda cobrindo o rosto para que a garota não o visse chorar. - EU NÃO AGUENTO OUVIR A RESPOSTA OLHANDO PARA VOCÊ... ME DIGA SEM RECEIO ALGUM, POR FAVOR... - Começaria, chorando ainda mais alto e ainda ajoelhado em uma posição ridícula. - EU ESTOU MORTO, NÃO ESTOU?

Caso ela dissesse que não, se levantaria e diria:

- Ora, ora.. - Diria já sem chorar. Na verdade, como se nunca tivesse chorado. - Bem que eu senti que não mereceria o paraíso. - Estenderia a mão para ela apertar. - Eu me chamo Edgar Murphy, e sou um adepto do Onismo... E... - Sentindo o frio crescendo cada vez mais, ele diria: -...Um dos nossos mandamentos é Não Congelarás Até A Morte. Poderia me arranjar algo mais quente? E talvez me apresentar um pouco sobre a ilha...

Caso ela dissesse que ele estava morto, se levantaria e diria:

- Bem.. Eu não pude realizar os meus sonhos mas ao menos estou no paraíso. - Começaria. - Eu só esperava que o paraíso fosse um pouco menos gelado, mas não tem problema... - Caminharia na direção do templo e começaria a observá-lo. - Você poderia me apresentar melhor o paraíso? As suas regras e leis.. E bem, qual é a verdadeira religião? É você quem a ensina? - Ele perguntaria para ela.

Seguiria ela para onde quer que ela o levasse, ansioso para conhecer os lugares.





               
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptyQui 7 Jan 2016 - 14:20


The Winter Is Coming…


– Ahh!  Graças a deus…

Dentre outro arrepio de frio, sentia-me feliz por finalmente ter encontrado uma aldeia no meio daquele Iceberg. Os iglus me chamavam atenção, aquelas casinhas feitas de gelo eram uma coisa que eu nunca esperaria ver na vida. Ao mesmo tempo em que admirava sua estrutura, me perguntava como uma coisa daquelas poderia manter alguém aquecido. Logo minha atenção saía daquelas coisas peculiares e se focava no homem a minha frente que conversava com uma garota de cabelos púrpuras vestindo um casaco que parecia ser grande demais para ela. No exato momento em que ele falava, eu parava de andar por alguns instantes e olhava para o chão, agora com medo de que este pudesse estar cedendo.

– Uff... Acho que o mais importante é me livrar desse frio primeiro.

Dizia aquilo para mim mesma pouco antes de começar a dar outro passo para à frente, até que via um homem correndo de um jeito bastante esquisito e parecendo bem desesperado. Aquilo chamava minha atenção e eu parava para assistir a cena enquanto o homem quase tropeçava em seus próprios casacos ”Hahahahaha, olha só aquele cara! Que idiota! Hahahaha!” Confesso que também achava engraçado, mas naquele momento resolvia não rir e apenas prestar atenção no homem enquanto este dizia a causa de toda aquela pressa. ”Ai meu deus! Eles vão entrar em guerra? Já é natal por acaso? Não podia receber presente melhor. Hahahahahaha!”

A outra parecia alegra. Já eu, estava preocupada com aquela gente. Eles não pareciam ter armas ou coisas do tipo para se defenderem dos homens que pretendiam atacar a qualquer momento, mas já havia visto uma criança ali, podiam haver outras... Além de mais pessoas indefesas. Não seria uma guerra, seria um massacre. ”Consegue sentir? É o cheiro do caos se aproximando. Hahahaha!”  E ela tinha razão, o caos que estaria esperando por aquelas pessoas era gigantesco, e por mim também se eu não saísse dali. ”Sair? Ahhh, não vai rolar. Tente aproveitar o momento querida, você não queria uma aventura? Aí está a chance de mostrar pro nosso querido paizinho que podemos qualquer coisa... Até mesmo defender uma aldeia em uma guerra. E claro, nos divertimos com isso.

Por alguma razão eu concordava com a outra, respirava fundo e via fumaça branca sair de minha boca. Ainda esfregando as mãos em meus braços para me aquecer, dava mais alguns passos à frente até que via que a garotinha me notava e vinha falar comigo. Sua voz gentil me oferecia o aconchego de seu caso que, confesso, viria a calhar no momento. Sorria ao ouvir aquilo e então daria mais alguns passos para me aproximar.

– Me chamo Ada. Obrigada pela oferta, achei que congelaria nesse lugar. – Então me juntaria a garota sob o casaco, afim de me livrar de todo aquele frios e dos arrepios que percorriam todo o meu corpo. Seu sorriso era bonito e jovial, por algum motivo, sentia que já a havia visto em algum lugar, mas não conseguia me lembrar onde. Resolvia então apenas sorrir de volta para ela. Só depois de tudo isso é que conseguia refletir sobre tudo o que havia escutado, inclusive a fala da garota que parecia estar disposta a ajudar a evitar aquele conflito. Só então começava a dizer:

– Me desculpe a intromissão mas... Vão atacar vocês? Tem armas aqui? Espadas, lanças... Qualquer coisa. Se realmente acham que vocês sequestraram a filha de alguém e estão dispostos a ir a guerra por isso, não acho que sejam capazes de parar. – Desde o início da fala meu semblante havia se tornado sério. Realmente não achava que homens cuja vida dos filhos estão em perigo fossem capazes de ouvir alguma argumentação. Aquelas pessoas precisavam de defesas – Vocês precisam de defesas, podem usar todo este gelo prestes a ceder para acabar com boa parte deles caso aconteça uma invasão, mas também precisarão de armas. Posso ajudar a bolar um plano se assim desejarem.

Tentava manter todo o tom de voz para expressar a seriedade do que dizia, mas entendia que talvez eles não fossem simplesmente aceitar o que falava uma completa estranha. Olhava então para a garota e pensava novamente em seu plano, que apesar de difícil de se realizar não me parecia de todo ruim. Depois de alguns segundos refletindo ainda voltaria a dizer – Mas o plano da garota também é bom. Talvez se encontrarem isso que eles querem, e for provado de que não sejam vocês, seja possível evitar um banho de sangue.

Mesmo com o casaco, ainda era possível sentir muito frio. Não entendam errado, eu não idiota o suficiente para querer ajudar pessoas que nem conheço a lutarem contra outras pessoas que nem conheço... Ao menos de graça. O que queria ali, era ter a minha primeira grande aventura para provar ao meu pai que era melhor que ele. E de quebra, ganhar como recompensa uma arma, dinheiro e o mais importante... Uma passagem só de ida para fora daquele Iceberg gigantesco.

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptyQui 7 Jan 2016 - 23:56


Em um sobressalto Viper deu um passo para traz alarmada. Com o coração pulsando nas veias observou bem diante dos seus olhos o garoto despencar no escuro sob um buraco que rompeu de baixo de seus pés. Dentro de seu capuz enormes orelhas em alerta tentavam se desvencilhar involuntariamente do laço que as prendia causando uma incomoda dor, nesse momento soube que não poderia conter-las por muito tempo. O único ser vivo, ou a essa altura não tão vivo assim diga-se de passagem, que havia encontrado desde que chegou a ilha se encontrava de baixo dela no exato momento, há sua volta o deserto gélido de Fernand Ice Island parecia seguro de olhos curiosos que provavelmente não receberia seus membros logomorfos de maneira hospitaleira, visto que não eram muito comuns nessa região. Viper abaixou o capuz receosa e libertou suas orelhas sendo tomada logo em seguida por uma sensação de alivio, agora a menina usaria sua audição sensível para tentar detectar até mesmo os menores ruídos provocados pelas rachaduras no solo frágil evitando cair nas covas.

Fitando o buraco com um sorriso travesso estampado no rosto pensou “Parece que as coisas começaram a ficar mais divertidas por aqui.

Se ouvisse o que o menino loiro gritara do buraco, a mink faria beicinho e diria.

- Tive uma ideia melhor! Você fica ai enquanto eu exploro a ilha eeee…- colocava a mão no queixo enquanto fingia pensar dramaticamente -  Quando eu voltar, se eu voltar e não tiver nada melhor para fazer… talvez eu te ajude.

Daria uma gargalhada e iria embora na direção da placa de perigo. Nesse momento tudo o que a menina conseguia pensar era no que de fato seria tão perigoso após a placa. E isso a deixava estranhamente excitada.

Com os devidos cuidados Viper seguiria para a região aparentemente perigosa, porem com os ouvidos e olhos atentos para qualquer casualidade.

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Última edição por Lullaby em Sex 8 Jan 2016 - 11:23, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptySex 8 Jan 2016 - 3:21




O Filho Único

"Fearless."



- Muito, mas muito obrigada mesmo, Skorz-donno. E eu não entendo uma coisa... Se o outro lado é um local sagrado e, pelo que disse, muito melhor, por que vocês não foram para lá também? E, aliás, como eles conseguem viver com os ursos? - Hikari perguntava, agradecendo pelo casaco e as explicações.

- Não fomos para lá exatamente por ser um local sagrado. Nosso Deus não nos permite ir àquele local. Os Ursos que vivem lá são prova disso. Guardam aquela área divina. Porém, de alguma forma, a filha do Khars consegue manter os ursos calmos... Por isso eles conseguiram viver lá. Porém, apenas os mais corajosos foram, muitos dos que ainda estão aqui, assim como eu, temem que o poder da garota Natasha não seja duradouro. - Dizia o homem.

Poucos momentos depois, após perceber que uma segunda garota se aproximava, Hikari a oferecia proteção junto de si, sob o mesmo casaco. - Me chamo Ada. Obrigada pela oferta, achei que congelaria nesse lugar. - A garota sorria. Sentia-se bem, de certa forma, pela generosidade alheia.

Mais a frente, ao centro da organização de iglus, um homem aparecia, indo de encontro ao magricela que havia acabado de chegar com a informação. Abaixava-se ao lado do mensageiro e falava algumas coisas inaudíveis por conta da distância. O povo, aos poucos, aglomerava-se também em torno dos dois.

Enquanto isso, Hikari repassava um pequeno plano para Skorz, revelando o que poderia fazer para ajudá-los. Juntamente dela, Ada revelava as suas preocupações, que pareciam afetar também ao homem, que mudava completamente o seu semblante. - Nós... Nós não temos muitas armas. As poucas que temos conseguimos trocando bens com os mercadores que passam por aqui, em ocasiões raras. Nunca precisamos delas, na verdade... Eu... Eu sequer sei lutar. Não acho que alguém aqui saiba realmente... Nos defender do ataque não seria uma boa ideia. Mas ficar parado e esperar a morte é pior... - O homem erguia sua mão direita, arrumando sua postura e coçando o rosto em preocupação. - Se acha que pode fazer alguma coisa pelo nosso povo... Tome aqui. - Ele puxava de um de seus casacos um pedaço velho de mapa, entregando-o para Hikari. - Estamos por aqui. - Apontava no mapa. - Os Ursíneos moram nessa ilhota separada. A Terra Sagrada. Tomem cuidado, não sei que tipo de punição pode recair sobre vocês... Ah. Isso pode ser útil. - Dizia, pegando seu machado do chão e entregando-o para Ada, que aparentemente era mais velha. - Pra lá. - E apontou para um dos lados. - Tem uma estrada de neve demarcada à blocos de gelo. Essa é a Ice Road. Caso a sigam deverão alcançar A Goela. Por aqui. - E apontou para a área estreita no mapa, responsável por ligar ambas as regiões.



...



- Oooi? Alguém ai? - Katsu levantava-se, sentindo uma dor bastante incomoda nos ossos dos membros inferiores, mas nada que o impedisse de andar. Soltava alguns resmungos e depois gritava para a garota lá fora, tentando fazê-la o ouvir. - Tive uma ideia melhor! Você fica ai enquanto eu exploro a ilha eeee… Quando eu voltar, se eu voltar e não tiver nada melhor para fazer… talvez eu te ajude. - Ele a ouvia dizer, sua voz ecoando pelo lugar escuro em que estava o rapaz. A garota, por sua vez, era uma teimosa e traiçoeira, podia-se perceber.

Com cuidado, Katsu passava a andar no escuro, mas não demorava nem mesmo um minuto até que uma luz surgia bem a frente, em uma curva feita pelo túnel de gelo. - OLÁA?!... Pera aí... Shhhh... Já volto... Ouvi uma garota por aqui... Quem sabe não seja... - Interrompia-se o homem ao virar na curva do túnel, iluminando todo o seu comprimento com uma lamparina à óleo, suspensa por sua mão destra. Katsu, nesse momento, podia perceber que o túnel não estava vazio. Alguns caixotes estavam espalhados por todo ele, destampados e contendo algumas rochas. Pareciam ser frutos de alguma escavação. Podendo observar melhor o túnel naquele momento, notava-se alguns alicerces de madeira por toda a sua extensão, mantendo-o suspenso. E, atrás do garoto, havia mais túnel, este o qual não chegava a ser iluminado pela luz do estranho. - Oraoraora... O que temos aqui?!


...


De forma um tanto quanto desconfortável, Leon examinava o cadáver na cabana, percebendo que toda a sua roupa estava com cortes e manchada com bastante sangue. Definitivamente havia sido assassinado de forma brutal. Procurando em seus bolsos apenas encontrara um caderno com algumas páginas em branco, outras tinham escrituras, mas a grande maioria havia sido arrancada. Seguindo para o baú, Leon pôde perceber, ao chutá-lo antes de qualquer coisa, que haviam marcas de empurrão laterais deixadas por ele na madeira do chão, e também na parede. Posicionado de joelhos de frente para o baú, o abriu, conseguindo encontrar um pequeno canivete de pescador e algumas iscas já apodrecidas.

- Quem é você?!?! - Uma voz assustada surgia detrás dele. Ele podia ver um homem espiando-o pelas frestas da madeira da cabana, e que em seguida seguia para a porta de madeira, empurrando-a mas tendo uma pequena dificuldade em abrir por conta do atolamento na neve. - Maldito! - Em breve, o homem entraria enfurecido na cabana.


...


As pessoas permaneciam em silêncio, ouvindo às ordens do homem de piercing, Khars. Pareciam todas preocupadas com a situação, nenhuma delas havia, de fato, enfrentado uma guerra. Tampouco lutado em uma que tivesse seu próprio povo como inimigo. - Então é isso? Vão todos sair correndo na calada da noite em um ataque suicida? - Uma voz se destacava na multidão, assim que Khar encerrava seu anuncio. Iona parecia não querer perder a oportunidade que obtivera, e continuava a falar. - Acho que ainda não me apresentei, sou Iona, e vim aqui ser a melhor esperança que podem ter. - Ela terminava. Todos a observavam em silêncio, e, o líder tinha uma expressão de choque. Sentia-se humilhado, e, talvez, pressionado pela atitude da garota, ou talvez pelas condições que a guerra estava lhe custando.

- Natasha... Minha filha... Você promete trazê-la de volta? Prometa por seu pescoço e eu lhe darei os homens de que precisa. - Mesmo naquela situação, o homem era bruto, rígido. Tendo uma resposta positiva de Iona, Khars viraria para os homens que empunhavam armas em um bloco atrás de si, em torno de seis, sendo uma mulher. - Stacy. Eles estarão sob seu comando. Partirão imediatamente, farão o que for necessário para localizar Natasha. Armem-se e partam pela Ice Road. - Os seis que acompanhariam Iona, incluindo a mulher, seguiam até os caixotes, recolhendo espadas, faquinhas, soqueiras e pistolas. Se preparavam para marchar pela estrada no início da vila, apenas esperando por Iona.


...


Já seguia por alguns minutos pelo caminho que a placa a havia guiado. Era um caminho estranho, aliás. Passava bem à beira do mar, e à todo o percurso Viper pode observar as placas de gelo se chocando contra a água ao seu lado direito, sendo deterioradas. Mais à frente, porém, algo cativou sua atenção: Podia ver uma caverna ao lado esquerdo do caminho, que adentrava em um paredão glacial, e dela, um choro infantil. Alcançando a entrada da formação glacial, pôde ver uma pequena garota, deitada ao chão frio e coberta com várias peles de urso. A garota, sozinha, chorava.


...


Tudo parecera tão mágico, cativante, e, principalmente, real.

Edgar jogou-se ao chão, curvando-se e pondo-se de joelhos. Sentia uma profunda emoção quando a realidade do ocorrido parecia lhe atingir. - DEUS MISERICORDIOSO... EU NÃO MERECIA O PARAÍSO.. EU NÃO MERECIA.. MAS VOCÊ ME PERDOOU... DEUS MISERICORDIOSO... - Enquanto isso, Sarah gargalhava de forma inaudível atrás do loiro. Seus olhos brilhavam e suas expressões faciais se assemelhavam a de uma criança. - EU NÃO AGUENTO OUVIR A RESPOSTA OLHANDO PARA VOCÊ... ME DIGA SEM RECEIO ALGUM, POR FAVOR... EU ESTOU MORTO, NÃO ESTOU? - A garota parou de sorrir, enquanto Edgar esperava por sua resposta. Conteve algumas poucas risadas, e, por fim, respondeu, com a mão cobrindo os lábios inferiores, ainda com um sorriso estampado nas feições.

- Sim, você está. Hahaha. Bem vindo ao paraíso.

O Padre parecia comovido. Aquela resposta, pelo visto, bastava para sanar suas dúvidas. - Você poderia me apresentar melhor o paraíso? As suas regras e leis.. E bem, qual é a verdadeira religião? É você quem a ensina? - A garota segurava um sorriso travesso enquanto agarrava as mãos do loiro e o puxava, para o bosque.

- Por onde começar...? Bom, nesse santuário cultivamos Freya. Nossa deusa da fertilidade e do amor. - Sorriu, gesticulando para o local em volta, verde. - Somos bastante gratos a ela por sermos capazes de cultivar o que comemos. - Os dois chegavam mais perto da mesa por sobre o pedestal, donde cresciam vigas. - Nossas leis?... São as mais simples. Não fazemos com os outros o que não gostaríamos de receber, porém, exatamente por essa lei, possuímos uma política bem rígida e vingativa... Mas, na maior parte do tempo estamos aqui... - Sentava-se por sobre a mesa, puxando Edgar para consigo, que podia ou não sentar. -... agradecendo à Freya por nosso alimento e pelo dom da minha irmã, que mantém o perigo longe da nossa aldei...comunidade celestial. Ah, e a propósito... Todas as nossas oferendas amorosas são feitas bem aqui, nesse altar em que estamos. - Dizia, sorrindo. Não parecia se importar de sentar ali, tampouco de arrastar alguma outra pessoa para fazer do mesmo.

- AH! Sabe de algo bem legal?! - Levantou-se, virando-se de costas para o padre e levando os braços, flexionados por sobre seus ombros, até as costas, onde tateava as vestes. - Vou te mostrar minhas asas... SARAH!! - Ela parava, virando-se para encarar alguém que chegava, por trás de ambos, correndo pelo resto do bosque. - SUA IRMÃ NATASHA FOI SEQUESTRADA PELO KRIEG! SEU PAI ESTÁ ARMANDO O NOSSO PESSOAL E IRÁ COMEÇAR UMA GUERRA LOGO AO CAIR DA NOITE! VENHA, ELE PEDE SUA PRESENÇA!!!ONZE

Sarah parou. Em choque. Seu sorriso habitual tornava-se em um rosto de preocupação urgente e desespero. Virou para Edgar, e com um sorriso de "deixe-me cuidar disso", despediu-se. - Me desculpe. - E correu, acompanhando o garoto mensageiro em frente, seguindo pelo bosque. Caso Edgar resolvesse seguí-la, chegariam a uma grande vila, onde várias pessoas se aglomeravam em torno de armamentos encaixotados. Junto deles, um homem comunicava seu povo:

- Assim que cair a noite, tendo o retorno ou não desse grupo de ataque inicial que enviamos, iremos atacar com todos os nossos homens preparados. A prioridade é apenas uma: Resgatar minha filha Natasha das mãos do invejoso Krieg. Invadiremos todo o seu território e o enforcaremos até que, engasgado de seu próprio sangue, revele a localização do nosso tesouro mais importante! - Os homens bradavam, agitando seus pés no chão de terra e neve.

- Aquela que nos mantém vivos nessa terra fértil! - Um "HA-WOO! HA-WOO! HA-WOO!" podia ser ouvido por toda a tribo.

- A abençoada de Freya, Natasha! - "HA-WOO! HA-WOO! HA-WOO! "

- E ao fim da guerra que travaremos, seremos vitoriosos, homens! E festejaremos em nome da nossa deusa durante toda uma semana no Santuário! - "HA-WOO! HA-WOO! HA-WOO! " Ele agitava os seus homens, parando por um momento e sorrindo ao ver sua filha, ao fim de toda aquela multidão, acompanhada ou não de Edgar.

- E como prova de minha gratidão... Ao Heroi da Batalha... Darei a honra de ser o centro do ritual, tendo à sua disposição minha filha mais velha, Natasha Hasina!

HA-WOO!
HA-WOO!
HA-WOO!

Spoiler:
 















Mapa:
 

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Falas da Mao
Falas da Aggy
Falas de Players Aliados
Falas de NPCs Aliados
Falas de Inimigos




RIP:
 


Última edição por GM.Kurihara em Sex 8 Jan 2016 - 13:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptySex 8 Jan 2016 - 11:22


Viper seguia pela área perigosa, agora mais do que nunca os efeitos do clima frio começavam a ser considerados pela moça. Suas extremidades do corpo pareciam ter sido afetadas pela redução de fluxo sanguíneo fazendo com que os dedos das mãos, pés, orelhas e nariz estivessem profundamente gelados e insensíveis. Enquanto andava mexia inquietamente o que podia para ter certeza de que ainda estavam no seu devido lugar, no mesmo momento em que o vento gélido vindo do mar a sua direita eriçava todos os pelos do seu corpo e lhe causava arrepio na espinha. O frio claramente seria um problema e a fome voltara a atacar seu estomago severamente. Mas em nenhum momento considerou voltar e procurar uma civilização em busca de abrigo e alimento, há muito tempo a curiosidade da menina havia lhe levado o bom senso para longe.

Suspirou e logo criou uma nevoa branca que saia de sua boca, achara tudo aquilo divertido já que isso nunca havia acontecido antes em quanto vivera, suspirando propositalmente enquanto caminhava tentava fazer com que o ar criasse formas variadas, até que avistou um enorme paredão de gelo no qual tinha uma caverna, Viper o fitou encantada o imponente e monumental projeto da natureza. Um choro infantil trazia seus pensamentos a deriva de volta a realidade. Franziu o cenho e se aproximou cautelosamente até que por fim avistou uma garota deitada no chão coberto por várias peles de urso, olhou a sua volta e constatou que provavelmente não haviam mais pessoas. A ilha estava ficando mais movimentada do que gostaria.

Os olhos da mink alternavam o foco entre as peles quentinhas e reconfortantes que a garota possuía e o rosto choroso.

- Você não vai se importar não é? - Diria enquanto se juntava a garota sem pedir permissão para compartilhar das peles.  - Então... porque está chorando sozinha?

Não que Viper se importasse muito, mas estava focada em ser amigável para não ser expulsa de dentro do agasalho, estava congelando la fora.

- Então por acaso você teria algo para comer ai?

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptySex 8 Jan 2016 - 12:43

Lucky (w.o.)man


Ouvir a resposta do nativo sobre os ursíneos deixava-me ainda mais interessada nesse caso. Ele não possuía motivos para mentir para mim e, de fato, não faria sentido eles raptarem a garota sendo que não queriam viver naquele local. Eles estavam para entrar, por engano, naquela guerra. Já a resposta da garota com quem agora dividia o casaco deixava-me ainda mais espantada.


- Ada-chan, então? Meu nome é Hikari, mas pode me chamar de Kari, se assim preferir! -


Exclamava, com um sorriso no rosto. Achava interessante ela ter o mesmo nome da filha de Wesker-senpai. Uma coincidência incomum, podemos dizer. Talvez eu tivesse perdido mais tempo admirando a menina com quem agora trocava calor, mas ver dois homens cochichando perto de mim e a população se reunindo em volta deixava-me curiosa para saber o que estaria acontecendo. Infelizmente para mim, não era hora de ficar sabendo isso, pois, naquele mesmo instante, traçava com Skorz e Ada um plano para a sobrevivência daquela tribo. Ouvia atentamente o que ambos tinham a dizer e, checando o mapa dado pelo nativo, assenti enquanto dava um sorriso.


- Deixe comigo, irei fazer o meu melhor! Ada-chan, se possível, poderia ajudá-los a se defenderem? No caso das negociações falharem, seria bom que tivéssemos algumas defesas na cidade. E já que não temos armas e os moradores daqui são pacíficos, talvez pudéssemos atrair o povo adversário para os locais onde o gelo é mais fino e pode se quebrar mais facilmente... -


Refletia, enquanto tentava criar coragem. Respirando fundo algumas vezes, contava até cerca de dez para, por fim, sair do conforto de meu abrigo quente. Quando senti o frio bater novamente em meu corpo, arrependi-me instantaneamente de ter abandonado o casaco, mas era necessário.


- Como vou encontrar com os ursíneos, não seria sensato que eu o fizesse utilizando um casaco da sua tribo. Ada-chan, fique com ele. Voltarei o mais rapidamente possível. Ah, e uma última questão. Por acaso poderiam me ceder algum instrumento musical? Um violino, de preferência. Talvez um mercador tenha trocado um com vocês. Tenho certeza de que, se eu chegar lá tocando alguma música agradável, tenho mais chances de ser bem recebida. -


E, tendo dito essa despedida, partiria rumo à localização dos ursíneos, utilizando o mapa e as referências dadas por Skorz. A cada passo meu tomaria cuidado para não quebrar o gelo, muito embora acreditasse que, leve como era, isso era uma possibilidade ínfima de ocorrer. Mas na situação de pisar e sentir o gelo cedendo, faria força rapidamente com o pé naquele local, buscando saltar o mais longe possível, indo para o local que me parecesse mais seguro. Ao longo do trajeto, a cada nova dúvida que tivesse sob onde seguir, orientaria-me novamente pelo mapa, buscando localizar com precisão a passagem indicada por Skorz.


Assim que atingisse A Goela, e, portanto, adentrasse o território dos ursíneos, começaria a tocar uma música calma e alegre com o instrumento musical que me fora dado. Caso, entretanto, não tivesse recebido instrumento algum, apenas iria cantarolar um pouco. Caminharia até encontrar algum nativo e, então, tentaria estabelecer um diálogo, apresentando-me da seguinte forma:


- Olá!! Meu nome é Hikari!! Qual o seu? -


O frio incomodava-me bastante, mas não o suficiente para me impedir de reparar em tudo a minha volta. Desse modo, desde a saída do vilarejo até a chegada aos ursíneos, procuraria admirar, ao máximo, a paisagem ao meu redor, bem como aproveitaria para tentar esquentar-me com movimentos nos braços e esfregando minhas mãos o quanto podia. Estava, ainda, principalmente atenta à possibilidade de encontrar algum urso polar no caminho, já que estava adentrando o seu território. Nesse caso, tentaria passar o mais tranquilamente possível, a fim de que não atiçasse o animal contra mim. Mas, na impossibilidade disso, tentaria correr o mais rápido possível daquele bicho, esquivando-me, se necessário fosse, de algum ataque seu. Para a esquiva iria procurar mover-me do jeito que imaginasse ser o mais seguro, podendo saltar para qualquer lugar longe do animal (e que não me oferecesse outro perigo, obviamente) ou até mesmo abaixar-me ou rolar para outro canto. Preferencialmente iria procurar um abrigo onde fosse pequeno demais para que o urso conseguisse passar, como uma caverna ou a proteção de um buraco em uma árvore maior, caso houvessem destas no território dos ursíneos. O mais importante, sem dúvida, era manter-me segura, pois, do contrário, não poderia ajudar Skorz ou sua tribo.




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

Música tocada/cantarolada:
 

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Última edição por Akuma Nikaido em Sex 8 Jan 2016 - 13:21, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 2 EmptySex 8 Jan 2016 - 13:08


Leon Strongheart

Fast thought!!





Agradável aquela situação não era, já estava costumado a ver corpos mortos, mas a forma com que aquele homem estava, havia morrido de forma grotesca e talvez nem ao menos tivesse tido a chance de lutar e morrer honrosamente podendo continuar seu combate eterno no paraíso. Suas roupas? Lixo. Seus pertences? Apenas um caderno com folhas em branco, poucas escrituras e principalmente paginas faltando, não custava nada levar aquilo consigo e então guardaria em seu bolso esquerdo da jaqueta. O próximo na fila era o baú e logo que os baques contra a madeira ecoaram pela cabana, Leon pode observar que ele parecia ter sido arrastado, tanto o assoalho quanto a parede tinham marcas, qual seria o propósito daquilo, bem talvez depois de ver o conteúdo ele o arrastasse no sentido contrário para ver se havia algum motivo para aquilo, mas na hora o frio o incomodava e precisava ver se  haveria algo quente e aconchegante guardado ali.

Se ajoelhou ali a frente da urna, talvez assim conseguisse esticar um as costas ali dentro com todo seu tamanho. Logo que levantou a tampa de madeira gelada, mostrando o tesouro que ali jazia,não deu pulos de alegria, mas também não seria de todo inútil o que estava em seu interior. Um pequeno canivete de pescador e iscas que a muito já deixaram de prestar, mal teve tempo de fazer qualquer coisa e uma voz vinda de fora o chamou a atenção, parecia frustada de alguma maneira e o olhar daquela pessoa por entre os espaços das taboas fez Leon ter a sensação de impaciência, pelo jeito não era para ele estar ali e ao ver o homem tentando abrir a porta e o bravejar do mesmo, deixaram claro que não poderia ser um bom encontro. O que faria agora? Tinha de agir rápido, assim como fez com ele, a porta não seria um grande empasse para o homem, falar algo, talvez não houvesse tempo para que o homem que já não parecia que iria lhe dar boas vindas, o ouvisse com a razão, tinha de agir.

Leon usaria o que tinha em mãos, com o punho direito seguraria o canivete com a lâmina voltada para baixo de seu punho e enxeria a mão esquerda com as iscas podres. Seu coração pulsava forte, a adrenalina que corria por seu sangue naquele momento já o fazia esquecer de onde estava e do que passava nas ultimas horas, poderia estar perto de um combate iminente e de ser culpado por algo que não cometera. Dando uma meia volta sobre ele mesmo e pisando forte com a perna esquerda contra o chão, tomaria impulso com toda a força que conseguisse juntar na hora e partiria correndo para a entrada, jogando as iscas em seu punho esquerdo contra o homem na entrada e se impulsionando para frente com um salto, tentaria socá-lo com o punho direito em seu queixo, se projetando já para fora da cabana e por cima do homem. Se conseguisse acertar o golpe e cair sobre ele, apoiaria a lâmina do canivete contra seu pescoço tentando rendê-lo bravejando - PARADO AI!!!! QUEM É VOCÊ E O QUE ESTÁ FAZENDO AQUI?! FOI VOCÊ QUE MATOU AQUELE CARA?! - Usaria de seu peso e força para tentar mantê-lo no chão, atento para evitar que ele pudesse sacar alguma arma, se precisasse enquanto falava, o sacudiria contra o chão para tentar intimidá-lo ainda mais e não deixar inspirar alguma ação a não ser as resposta que queria.

Caso não conseguisse acertá-lo de primeira, mas conseguisse rendê-lo, assim procederia, caso contrário, me afastaria dele e me colocaria em posição de luta, andando naquela neve devagar circulando ele e então faria as mesmas perguntas. Se ele partisse para o ataque e não usasse o diálogo não haveria mais opção, teria de abatê-lo, dependendo se ele estivesse armado com armas de longa distância, tentaria chutar neve/gelo contra ele e então partiria contra ele novamente, agora tentando uma estocada contra seu estômago e então tentando desarmá-lo, já se fosse alguma arma de alcance menor ou lutador de corpo a corpo, esperaria que ele viesse contra si, se movimentar naquele tipo de terreno pode não ser muito fácil e tentaria usar aquilo a seu favor, assim que o homem o alvejasse, tentaria se esquivar tirando seu corpo do foco do golpe saindo de lado e então tentando cortá-lo com um golpe semelhante a um soco, mas que não alveja o homem, mas sim passar a seu lado deixando a lâmina transpassar seu pescoço.

Não importava como procederia Leon estava decidido a ditar os passos que o destino estava para dar, em último caso aquele homem era uma ótima fonte de roupas quentes.
 


Post: 003 ~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue 

Notes: • Qualquer dúvida só avisar, procurei usar bem das minhas vantagens nesse post.  
• Vício: 4/10 contando o da aventura velha
• Ganhos: -Canivete de pescador
• Perdas: N/A
Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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