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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:23

Relembrando a primeira mensagem :

I - A Step of Harmony

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Shira Yarin. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptyDom 13 Mar 2016, 19:17

Tendo, por fim, notado que os números que encontrava seguiam um padrão, Nero iniciava sua busca rumo ao endereço mencionado no terceiro papel recebido. Ao procurá-lo no mapa, encontrou-o equidistante aos dois outros pontos que encontravam-se mais longe, os quais, se seguissem a lógica, seriam os pontos 6/8 e 8/8. Com o local em mente, seguia o caminho até chegar nele.

Uma vez lá o que encontrava era um local um tanto comum: uma feira. Barracas estavam dispostas em ambos os lados da rua, de maneira praticamente igual. Oito vendedores anunciavam seus legumes de um lado, enquanto artesãos e cozinheiros, berravam sobre seus produtos do outro. Quinze vozes que formavam uma verdadeira cacofonia, além, é claro, dos pedestres e clientes que formavam uma multidão ali. Podia ser cedo ainda, mas muitos já aproveitavam para fazer compras ou apenas comer algum alimento vendido nas barracas. O que Nero deveria notar ali?

Perto do lago, Vlad contava sua história e parecia ter um desfecho positivo para o jovem.

- Entendo... É uma pena que tenha vindo parar aqui, não quero envolver inocentes nisso. Mas não posso te deixar sair sem que o chefe autorize. Mas tome aqui o seu cigarro.-

Vlad podia sentir muito prazer quando o cientista acendia um cigarro e punha em sua boca, deixando-o tragar um pouco. O movimento do jovem para tentar afrouxar as cordas que o prendiam era num momento preciso, quando ambos os captores entretinham-se na atividade de acender aquele bem, tão precioso ao prisioneiro. Dessa forma, tal tentativa de fuga passara desapercebida para ambos. Com o cigarro na boca, o jovem poderia finalmente começar a fumar, mas teria de ser hábil o suficiente para não deixá-lo cair no chão. Especialmente porque suas mãos ainda estavam presas. Ambos os sequestradores voltavam a conversar, dessa vez mais longe, deixando Vlad completamente sozinho. Se conseguisse, ao menos, pensar em um modo de fugir, a hora seria essa.
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptyQua 16 Mar 2016, 17:46


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Mapa



Mas que diabos? Não há nada de mais aqui! É só uma feira comum, que vende produtos absolutamente normais! Ou eu errei novamente, ou Kotomine está zoando com minha cara. De que maneira tal local poderia influenciar na segurança do zoológico? O mistério está me matando! Preciso desvendá-lo logo, preciso mostrar minha capacidade! Mas, não há dúvidas, este endereço é importante para o serviço. Afinal, por que raios Kotomine  o teria me dado? Todo elemento é crucial, até os detalhes mais triviais.

Observo a feira com mais atenção, atento a todos os detalhes possíveis. As pessoas, o chão, os edifícios, os vendedores. EUREKA! Como pude estar tão cego por este tempo todo? São quinze mercadores, sete de um lado e oito do outro! Novamente, este padrão retorna à minha frente! Como Kotomine planejou tudo isso, eu não faço a menor ideia. Talvez sejam os mesmos mercadores que sempre comparecem ao mesmo local, ou algo do tipo. A bem da verdade, eu creio que seja uma pessoa ainda mais importante que ele que organizou tudo isso. Quem foi, eu não posso dizer.

Ao descobrir isto, analisaria meu mapa novamente, com atenção redobrada. Muito conveniente, o endereço é equidistante às duas outras marcas, que deduzo que são a 6/8 e a 8/8. Droga, não consigo pensar direito sem anotar o necessário, seja a marca no mapa ou qualquer outro pensamento. Por sorte, estou justo ao lado de vários mercadores. Já sou bem familiar com esses salafrários: eles venderiam até a mãe se pudessem. Então erguer-me-ia e aproximar-me-ia de uma das tendas, e pediria para comprar um lápis simples. Se o preço ultrapassasse 5 mil berris, eu tentaria barganhar ou passaria para a próxima tenda.

O lápis em mão, ou não, voltaria a minha reflexão. Primeiramente, poria a marca no local onde agora estou. Assim feito, haveriam sete pontos de interesse no mapa; segundo a lógica, faltaria um, já que precisa se ter todas as etapas do caminho; agora, conheço sete de oito. Além do mais, confirmaria novamente a frase: "O destino é desprovido de significado, a menos que o caminho esteja repleto de conhecimento. A jornada é tão importante quanto seu fim." Talvez no mapa, após ter todas as marcas, possa se discernir algo. Uma indicação, uma dica, um caminho.

Bem, o último ponto é simples; uma marca no mapa é sempre equidistante às duas mais próximas. Isso implica que, entre cada um deles, há a mesma distância. Sim, sim. Espere, deixe-me ver se está correto: digamos que o 3/8 esteja a 400 metros do 2/8 e do 4/8. Então 4/8, que é equidistante a 3/8 e 5/8, ou seja, estará a uma distância de 400 metros de 5/8. É, eu tinha razão; os pontos estão a mesma distância dos mais próximos. Nunca tive muitas aulas de matemáticas, mas, no circo onde trabalhei, eles faziam questão que eu soubesse ao menos os básicos. Pois bem, sabendo de tudo isso, e que a última marca será ou 1/8 ou 2/8, procurarei no mapa um buraco nessa simetria. Lá, criarei um compasso improvisado com meus dedos, pegando a distância entre cada marca, e vendo quando os dois círculos com tal raio se encontravam. Se estou bem pensando, haveriam dois pontos possíveis; marcarei os dois, por via das dúvidas.

Muito bem. Com todas as marcas no mapa, eu deveria começar a ver algo. Hmm, os pontos formam um octógono regular. Se bem conheço Kotomine, ele me entregou isto com o intuito que eu decodifique-o. Que pontos de interesse há em um octógono? Algo único, próprio a ele... Tudo que posso pensar é o seu centro. Para encontra-lo, eu tenho que traçar a mediatriz de cada lado, se bem me recordo. A interseção entre tudo isso vai ser o local onde tenho que ir... creio eu. Bom, não tenho a nada a perder! Meu deus, quem estou enganando? Tenho tempo a perder, e não posso me permitir mais erros bestas.

Mais uma reflexão feita, eu erguer-me-ia e partiria ao centro do octógono. Iria com muita pressa, temendo mais um erro e mais uma perda de tempo. É a melhor teoria que faça sentido; mas ainda falta bastante do serviço, e torço por não mais errar. Que Deus me escute!





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Última edição por Buggy em Qui 24 Mar 2016, 11:01, editado 1 vez(es)
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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptyQui 24 Mar 2016, 08:43

Nero encontrava-se cada vez mais perto da resposta que buscava. Quando percebia o padrão dos mercadores, começava a sacar o que poderiam ser os pontos. Comprava uma pena com tinta para escrever por 5 mil berries e, então, começava a fazer suas contas matemáticas. Acreditava que conseguiria traçar um octógono, mas, por mais que tentasse visualizá-lo, só haviam 7 pontos formando o polígono. Era um heptágono, afinal. Mas ainda era um polígono regular. E traçando onde os pontos encontravam-se, ele achava, ainda, um mesmo centro em comum. E assim chegava em um beco. Um beco tão escuro e estreito que poderia ser facilmente ignorado pelas pessoas. Um olhar bastante atento, entretanto, conseguiria ver que havia uma porta cinza, de mesma cor da parede, no fundo do beco, dando para uma... casa? Ou seria outra construção? Era difícil distinguir pela posição. Mas uma maçaneta saindo da parede era ainda menos provável que uma porta. Além disso havia, ainda no beco, algumas lixeiras, repletas de lixo. Nenhum outro aspecto podia chamar atenção, ao menos por hora.

Na floresta, perto do lago, Vlad havia sido deixado em paz fumando seu cigarro, mas era difícil fazê-lo sem poder usar as mãos. A bituca, em algum ponto, acabou caindo na grama a seu lado, mas, embriagado pelo aroma inebriante do tabaco, o jovem acabou não reparando. Nem seus sequestradores, já que encontravam-se longe. Shira via, do alto do morro, aquilo tudo acontecer, bem como o fogo que começava a se formar e poderia consumir não só a floresta, mas também aqueles dois jovens sequestrados e seus captores.
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptyQui 24 Mar 2016, 11:04


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Portão



Bem, parece-me que desta vez eu acertei. Já era hora! Era um heptágono, não um octógono, mas o resto creio estar correto. O centro da forma, como eu pensava, me guiou a um lugar isolado e envolto em escuridão e mistério; afinal, é bem o estilo daquele homem tão enigmático: Kotomine. Sinto a adrenalina começar a tomar conta de meu corpo, assim como a tensão e uma imensa curiosidade. O que há por aqui? Qual a relação deste local com o zoológico? E, acima de tudo: Quem é Kotomine? As perguntas parecem estar se somando cada vez mais, criando um turbilhão de dúvidas em minha mente. Porém, pouco a pouco, sinto estar mais perto de descobrir toda a verdade. E assim que desvendar toda esta história, poderei finalmente decidir o que fazer a respeito. Tal escolha decidirá meu futuro, sem dúvidas.

O beco está deserto, escuro e é estreitíssimo. Geralmente locais assim são escolhidos como esconderijo de segredos; e não é isso que estou buscando? Entro no local, atiçado pela curiosidade. Meu coração está a mil, e estou animado como nunca estive. Até hoje, nunca havia me deparado com tantos mistérios, tão bem escondidos. É um marco para o início de minha nova vida, e não posso fazer feio. Lá dentro, respiro fundo, me acalmando, e examino o ambiente.

Oras, mas não parece haver nada aqui! Apenas uma parede cinza e umas lixeiras! Mas que raios? Deve haver algo a mais. Vamos, Nero, apure seu olhar. Tenho que ser mais atento. Ahá! Sabia que havia algo mais. Uma maçaneta saindo da parede? É isso mesmo? Não, deve ser uma porta camuflada. Ninguém seria louco o suficiente para instalar isso em uma parede. Ao menos assim acho eu. Bem, não tenho nada a perder mesmo... Andaria para a porta e giraria a maçaneta, puxando-a ou empurrando-a em seguida. Provavelmente estaria trancada, mas valia a tentativa.

Caso não conseguisse entrar no recinto, viraria meu olhar para a lata de lixo. Não sou muito fã de dejetos, mas parece ser a única coisa digna de ser reparada por aqui. Andaria até as lixeiras e arregaçaria minhas mangas. Não gosto de sujar-me, prefiro meu casaco de couro intacto. Torcendo o nariz, começaria a olhar atrás e do lado das latas, procurando por algo de valor. Logo depois, encararia o entulho e faria uma careta. Ugh. Não vou enfiar minha mão lá dentro não. Mas tenho que checar o interior! Ah, mas que desgraça! Certo, eu jogaria os detritos no chão e procuraria um item útil com o olhar. Só espero que não seja em vão.

Se nada disso me levasse a entrar no recinto, seria hora de parar de coçar a superfície e começar a analisar mais profundamente. Daria a volta do beco, olhando atentamente tudo que lá estivesse; desde a menor fresta em uma parede ao mais insignificante objeto perdido sobre o chão. Seria extremamente minucioso, e tomaria todo o tempo que fosse preciso. É essencial poder passar daqui para continuar o serviço. Caso alguém me interrompa, eu diria:

Droga, perdi minha chave... Como diabos vou poder entrar agora?

Não sugeriria que fosse minha casa, já que talvez nem seja uma residência. Porém, se a pessoa se declarar como a proprietária do recinto, eu responderia:

Não, não, estou falando da minha casa. Droga, droga. Não como a dias, e meu dinheiro está lá, trancado. Meu bom senhor, você poderia me fazer a gentileza de oferecer algo para comer, ou um pouco de dinheiro?

Minha intenção, sem dúvidas, seria de adentrar o recinto. Mas ganhar um pouco de dinheiro ou de comida de bônus não faz mal a ninguém.




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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptySab 26 Mar 2016, 15:30

Página 6 ⁞ Post 14 ⁞ Status: Normal


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Set Fire

Sonhos... Faz tempo que não tive um. Já faz um tempo, todo dia durmo e acordo como se nada houvesse acontecido, como se parte de mim faltasse, algo distante e inalcançável, que deixa um vazio em mim.

Me lembro do meu último sonho, e já fazem anos, o dia em que sonhei com aquele sentimento que me preenchia, dava essência para o meu ser, e não deixava um único vazio em minha incompletude. Era a liberdade, uma liberdade sem igual, eu e toda a vastidão do oceano, com todo um mundo para explorar. E a minha música, levada aos quatro cantos do mundo pelo vento.

Minhas mãos esfregavam o meu rosto, com delicadeza, para expulsar o sono. A minha visão se recuperava do seu estado turvo, e um bocejo me despertava para mais um dia. Me dava a ficar de pé, sob a sombra da copa da árvore que escolhi para me abrigar durante o cair da noite. Estava no zênite do monte, e a minha visão era ampla ao meu redor, já podia ver e apreciar a paisagem, aproveitar a natureza, como gostava de fazer, mas algo chamou a minha atenção.

Esfreguei meus olhos novamente para ver melhor, e visualizei um grupo de homens distante. Se me perguntassem, não parecia ser um encontro amigável. Já havia me metido em confusão demais, e não pretendia me meter onde não era desejado, muito menos se tratando de atividades ilícitas. Eu não queria mais problemas com aquele tal clã Ant-Bullet, algo me diz que um próximo encontro com eles não seria muito agradável para o meu lado, e que as coisas poderiam acabar desastrosas para mim. E uma boa sorte para aquele homem que eu incriminei.

Eu REALMENTE não queria me intrometer, mas eles não estão ajudando. Eu não queria MESMO. Eu não sei o que fazer, não sei se devo fazer o que estou pensando, mas se não agir logo a floresta inteira pode entrar em risco. Pode ser exagero, mas eu não posso dar chances para isso acontecer. Droga.

Me certifiquei de que o violino estaria bem guardado comigo, e disparei em descida do monte com toda a velocidade que me permitia, com cuidado para não tropeçar e fazer daquilo algo trágico. Se sentisse insegurança e que me desequilibraria me atiraria em uma rasteira, deslizando por todo o percurso do morro e evitando obstáculos pelo caminho rolando para os lados. A última coisa que queria era uma contusão na cabeça.

Descendo até a base da colina, aceleraria rumo ao foco do fogo, se fosse pequeno e eu fosse capaz de apagar com a sola do meu sapato eu pisaria nas pequenas chamas, até abafar todo o potencial incêndio. Não sendo mais possível controlar as labaredas, eu correria em direção ao homem preso e o livraria de sua mobilização se conseguisse, não estando preso por algemas ou semelhantes. Ainda, se o fogo o alcançasse e eu não tivesse tempo para isso, eu o ergueria nos meus braços e o levaria como podia, ou simplesmente o arrastaria pelo chão no intuito de salva-lo se a força não me permitisse.

Os homens poderiam ser um problema, mas eles eram o segundo perigo ali, o fogo seria mais perigoso. Porém, o foco sendo pequeno e uma vez apagado, eu não me meteria nos seus assuntos internos.

Ei, tenham mais cuidado, não vão querer incendiar a floresta, isso estragaria os seus planos, seja lá quais forem eles, não? Enfim, só vim apagar isso, não pretendo interrompê-los. — e sairia dali, desconfiado, prestando atenção na movimentação atrás de mim.

Criminosos são sempre imprevisíveis, e se eles avançassem contra mim viraria em um giro já alvejando o rosto do mais próximo com um chute, e rolaria para o lado afim de escapar do golpe desferido. Também faria a mesma coisa caso o incêndio se alastrasse, iria embora dali com o prisoneiro deles, me dando de costas propositalmente, e quando eles se aproximassem agiria, lembrando de rolar para longe das chamas.

Off:
 







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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptyTer 29 Mar 2016, 07:35

Tão perto, e ainda assim tão longe. Nero descobria o beco e, principalmente, a maçaneta na qual deveria ir, mas essa estava trancada. Não girava no momento que ele tentava abri-la. Virando-se para o lixo, começava a procurar algo nele, tão dispersamente que não notara uma pequena portinhola abrindo-se acima da maçaneta. Um par de olhos o fitava, por fim. E, pelo que parecia, divertia-se com o homem fuçando o lixo. Somente após Nero desistir de checar o lixo é que, por fim, pôde notar aquele olhar fitando-o. Uma voz grossa saía de detrás daquela porta.

- QUAL A SENHA? -

Nero não desconfiava, assim como nenhum outro cidadão de Malkiham, do perigo que estavam para correr. Perigo, pois lá na floresta o fogo começava a queimar realmente rápido, como se consumisse alguma substância altamente inflamável. Shira tentava, entretanto, ser o salvador da pátria. Corria a toda velocidade morro abaixo e rapidamente chegava no local onde o fogo começara. Cedo demais para salvar um dos presos. Aquele desmaiado com o lábio ferido. Tarde demais, entretanto, para salvar o fumante. O fogo pegara justamente em volta dele e, na altura em que chegara próximo, o fogo já havia-o consumido de tal forma que mesmo Shira sabia ser impossível. Arrastando o homem inconsciente para longe, ouvia vozes gritando:

- KUSO!! O IDIOTA DEIXOU O CIGARRO CAIR. VAMOS PEGAR A NOSSA MÁQUINA PRA APAGAR ISSO, ANTES QUE A SEIVA PROPAGUE PRA TODA A FLORESTA E PERCAMOS TUDO!! O CHEFE VAI NOS MATAR SE ISSO OCORRER!

A voz não era estranha pro músico, e, no fundo, sabia que conhecia a dona daquela voz. Afinal, era um musicista e sons não passavam batido a seus ouvidos. Mas o barulho do crepitar das chamas, o grito de susto esganiçado da mulher e, principalmente, o fogo expandindo-se atrás dele, enquanto corria com o desmaiado por suas vidas, faziam com que isso ficasse em segundo plano para ele. O que fazer?
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptyQua 30 Mar 2016, 17:41


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Senha



Que homem mais serelepe! Ele esperou eu me sujar com estes dejetos horrendos, checar todas as desgraças lá dentro, me impregnar com este odor repugnante, para chamar minha atenção! Sinto vontade de espanca-lo, esganá-lo, matá-lo... Mas devo me concentrar e me controlar; afinal, tenho que terminar este serviço o mais rápido possível. E este par de olhos que parece se divertir tanto comigo deve ser meu passe de entrada.

Me aproximaria dele, chegando perto o suficiente para que ele sentisse meu cheiro de lixo. Afinal, este maldito merece sofrer tanto quanto eu. Já quase colado à porta, começaria a pensar. Uma senha? Interessante... Não me lembro de Kotomine ter mencionado nada sobre isso, nem ter falado algo estranho e fora de contexto. Nos documentos que ele havia me entregado... sim! Eu já tinha considerado essa possibilidade! Era a frase... a frase... puxa vida, não consigo me lembrar! Que maldição... Vou ter que pegar o bilhete de novo.

Em frente ao par de olhos, esticaria minha mão para dentro de meu bolso, procurando pelos papéis. Tiraria todos eles e separaria o bilhete, guardando os outros de volta. Ao relê-lo, declararia em voz alta a senha:

O destino é desprovido de significado, a menos que o caminho esteja repleto de conhecimento. A jornada é tão importante quanto seu fim.

Ao lhe dizer a senha, esperaria pela sua resposta. Se estivesse correta, aguardaria a abertura da porta, secretamente regozijando-me de minha astúcia. Incrível! Mais uma bola dentro! E entraria no recinto, o sorriso dissimulado, e abaixando o chapéu para cumprimentar o possuidor do par de olhos. Após cumprimenta-lo, lhe diria:

Muito bem, aqui estou. O que precisa que eu faça?


Caso, por algum infortúnio improvável, minha teoria estivesse errada e o homem se recusasse a abrir a porta para mim, eu diria, com um rigor militar e estufando meu peito:

Abra logo a porta! Aqui é o clã Ant-Bullet! Fui enviado pelo próprio Mikhan para checar o local!

Se eu tivesse sorte, ele se intimidaria e me deixaria entrar. Caso, apesar de minhas tentativas quase infalíveis, eu falhasse em passar por aquele mil vezes maldito par de olhos, eu daria a volta do quarteirão, buscando outros jeitos de entrar no recinto.






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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptyQui 31 Mar 2016, 19:59

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Runaway

A colina ficava cada vez mais para trás, e o vento era jogado no meu rosto enquanto deslizava até a planície. Meus olhos brilhavam ao brilho do fogo que começava a se formar, e logo englobaria toda a floresta.

"Mais rápido. Mais rápido!" — não mais deslizava encosta a baixo, aos tropegos me levantava na descida e começava a correr em direção aos reféns, o mais rápido que podia. Quase tropeçava, e não sairia inteiro se isso acontecesse, meu joelho ainda latejava um pouco, mas meu esforço para salvar a floresta não podia ser em vão, engoli a dor e me equilibrei, continuando em disparada ao foco do incêndio.

"Tarde demais, droga. Droga. Droga! — pisava no fogo na inútil esperança de apagar as pequenas labaredas, mas não importava o que eu fizesse, eu não tinha meios para parar o fogo, já estava fora do meu alcance, mesmo em seu primordio.

Estava arfante, e o som dos meus batimentos ecoavam pelo meu corpo, preso ao desespero, e incapaz de fazer algo. Fraco demais para fazer alguma diferença. Mordi os lábios em fúria comigo mesmo, e o gosto de sangue se expandiu em minha boca. Urrei, soltando toda a frustação para fora, e agarrando o braço de um dos homens com violência. Se ele estivesse acordado, iria gritar de dor. O segundo prisioneiro estava ao meu alcance, não deixaria ele morrer ali, mesmo que minha intenção inicial fosse salvar a floresta. Lancei meu braço para agarra-lo, mas subitamente as chamas subiram dos seus pés para a cabeça, cobrindo-o por completo. Senti o calor no meu rosto, e cai para trás com o susto, apavorado.

Nenhuma palavra saiu da minha boca, apenas a minha respiração tão alta enquanto boquiaberto, com as mãos apoiadas no chão enquanto olhava o homem crepitar em uníssono junto a todo o resto do que era queimado. Percebi, então, que as chamas ficavam cada vez maiores em uma velocidade espantadora, e me vi sendo consumido pelo fogo ali; fui tomado pelo terror, e tentei me recompor,  andando com ajuda das mãos nas minhas tentativas falhas de me levantar. Cheguei ao homem quase caindo por cima dele, desesperado, agarrei o seu braço mais uma vez e corri com todas as forças para me distânciar do perigo eminente.

A adrenalina tomava conta de todo o meu corpo, e se eu estivesse queimado ao menos saberia, mas tive forças o suficiente para me tirar, junto ao homem, da área de risco, e quanto mais me distânciava mais o estalo das chamas aumentavam, a destruição só aumentava. Olhei para trás e vi um mundo arder cada vez mais em vermelho, e o suor escorria sobre meu rosto, e um sentimento mais quente que o próprio fogo começava a crescer dentro de mim, quanto mais pensava naquilo. E entre os barulhos de socorro da floresta uma voz familiar alimentava esse monstro dentro de mim. Era uma voz feminina, e eu só havia conhecido uma única mulher por aqui, ela era musicista. Inaceitável.

Andaria mais, até ter certeza que estava a salvo do fogo, e atiraria o corpo do homem em algum lugar onde ele pudesse ficar escorado. Eu podia ser fraco, principalmente contra a natureza, mas não me deixaria vencer tão facilmente por lixos, por alguém que nefasta a beleza natural, se fosse com o mar... Pensar nisso me enchia de raiva, a empatia que me botava nessa situação, eu era devoto ao mar, e amava isso, a natureza. Pessoas assim não tem o direito de se nomear músicos, ninguém com as mãos tão imundas poderia tocar a delicadeza sutil da música. Isso vai além de uma ofensa.

Estralei meus pés, e joguei o cabelo para cima, longe dos olhos. Voltaria, observando o enorme estrago e usando tudo aquilo como força para aumentar a minha determinação à base do ódio. Se escutei bem, eles apagariam aquilo de alguma forma, como não sei, mas observaria-os distante, focando em identificar a dona da voz conhecida. Eu só queria ver o seu rosto.

Uma vez que conseguissem exterminar quase todo o incêndio eu iria em suas direções, por trás, aproveitando o ainda existente barulho do fogo para me aproximar. Havendo algum homem, ele seria o meu alvo, e eu botaria a mão sobre o seu ombro, e quando ele se estivesse virando, giraria com toda brutalidade que conseguisse, desferindo um chute com o calcanhar em seu rosto, continuaria com uma joelhada afiada rumo ao seu queixo ou estômago, e terminaria com um chute em suas costelas para atira-lo no chão, usando o pé oposto ao primeiro golpe; se possível, direcionaria-o para as chamas, para dar-lhe o gosto do próprio veneno. Tendo a chance de revidar em algum momento, eu esquivaria curvando o meu corpo para golpes altos, afim de escapar e prosseguir com a minha sequência de golpes, ou usaria de pulos acompanhados da mesma progressão marcial para evitar infortúnios rasteiros ou em meia altura.

Olharia para a mulher, austero, com toda a minha fúria controlada:

É isso?! E você se nomeia como uma artista?! Você não tem esse direito! Você não é nada além de lixo! E eu achei que tinha encontrado alguém interessante, como a vida é hilária! Se mande daqui, e NUNCA mais apareça na minha frente novamente, ou eu farei questão de arrancar o seu instrumento de suas mãos, onde quer que ele esteja! — falaria com toda a pujança que tinha, ainda furioso.

Era capaz deles terem meios de revidar, mas eu estava cego para isso, a única coisa que enxergaria era eu, uma floresta sem vida, e uma decepção para todos aqueles que se chamam de músicos.



Off:
 







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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptySeg 04 Abr 2016, 17:51

Apesar de levemente irritado, Nero punha a cabeça para pensar e lembrava-se daquele bilhete, talvez uma senha. Chegando bem próximo da porta, a ponto do homem de dentro querer afastar-se, dizia a frase que lhe comprava a passagem para dentro. Com um ranger, a porta abria-se e permitia a entrada do homem em um recinto bastante espaçoso. Uma sala com cozinha e, ao fundo, um quarto com uma cama. Provavelmente deveria haver um banheiro, mas o garoto não podia ver. Não havia nenhum artigo de luxo ali, mas obviamente a pessoa possuía certo prestígio financeiro, para ter um lugar assim tão grande. Mesmo que a entrada fosse tão escondida assim. Já dentro, perguntava o que queria que fizesse. Uma cara de espanto tomava conta do guardião, que, agora Nero podia ver, não passava de um jovem (devia estar na faixa dos 20 anos) magricela, com cabelos pretos espetados e olhos castanhos.


- Como assim o que quero que você faça? Kotomine me disse que já havia lhe passado o serviço. Você não mapeou os pontos fracos do zoológico? Rapaz, isso era pra estar pronto pra ontem! Nossa inteligência identificou que os criminosos devem atacar hoje, a noite mais escura do mês! Precisamos de reforçar a segurança lá urgente! -


A voz exasperada mostrava descrença e, principalmente, inquietude. O homem parecia completamente agitado e, de fato, Nero havia pisado feio na bola. Preocupado em entender os sinais, invertera a ordem e achara o informante antes de ter a informação. Isso fora um erro crítico e, agora, deveria ter apenas algumas poucas horas para poder recolher os dados e passar a tempo para seu empregador.

Na floresta, enquanto isso, Shira tentava salvar o primeiro homem apenas para vê-lo consumido pelas chamas. Esse era o fim de Vlad. Doctor, porém, ainda era salvo pelo andar rápido de Shira, o qual salvava-o com maestria. Enquanto terminava de correr e raciocinava que Ellie provavelmente estaria ali, a musicista e o cientista juntos acionavam uma máquina que, com uma pressão violenta, succionava a água do lago e jogava no local, abafando as chamas e inundando aquela região da floresta, apagando o fogo.

Shira tentava aproveitar aquele momento para pegar a dupla de surpresa, completamente enfurecido pela mata morta. Só que ele não contava com o detalhe de que, naquele urro dado há pouco, havia sido ouvido por Ellie. A garota possuía uma excelente audição e, novamente, ouvira seus passos, apesar do fogo. No momento que o musicista tentava atingir o cientista, sua colega de profissão abria enormemente a perna, levantando-a e bloqueando o golpe do garoto. Com uma habilidade magistral, Ellie continuava o giro, forçando a perna de apoio para o ar e tirava completamente o ponto de apoio de Shira, jogando-o ao chão. Com uma leveza incrível, caía com o joelho sobre o peito do garoto. Ironicamente, entretanto, era pesada o bastante para que Shira permanecesse imóvel.


- Acalme-se, garoto! Acha que, se quiséssemos que o incêndio ocorresse, teríamos nos preocupado em apagá-lo tão rápido!? Sinto tanto quanto você pela floresta destruída, foi um acidente infeliz. Mas respeito sua admiração pela natureza. É ela nossa obra-prima e preservá-la é nosso dever, eu sei bem. Encare a realidade! Ninguém aqui está feliz com o corrido.


Dizia, após ouvir as palavras do ataque de fúria do companheiro. Sua voz doce e suave acalmava Shira de uma maneira impressionante, parecia quase mágica. O que, afinal, estava acontecendo por ali?
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptySeg 04 Abr 2016, 19:08


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Último Recurso



Bosta! Agora eu pus tudo por água abaixo! Estraguei todo o serviço! Mas que tolice deplorável, que erro ridículo, imperdoável! EU SOU UM IDIOTA! Fiz toda a parte difícil, e esqueci de fazer o necessário! Fiquei tão animado, tão entusiasmado com este reles enigma, que me seduziu tão facilmente, que ignorei a real parte do trabalho! Meu deus, que vergonhoso! O que faço agora? Pus a charrete antes dos bois, comecei a construção da casa pelo telhado! Vim aqui, no local onde deveria ser meu ponto final, como primeira destinação! Kotomine deve estar decepcionado comigo!

Calma Nero, calma. Entrar em pânico agora não irá resolver nada. Pense, faça trabalhar essa máquina obsoleta que chamo de cérebro! O que posso fazer agora? Bem... O garoto disse que os criminosos iriam atacar nesta noite, não é? Isto me dá uma margem de, no mínimo, umas 6 horas para mapear todos os pontos fracos. E, quem sabe, explorar um deles para meus próprios interesses. Mas isto fica para depois, agora tenho que me apressar! Rapidamente, me viraria para o homem, um sorriso esperançoso falso estampado em meu rosto, que ressentia apenas vergonha.

Calma, meu senhor! Ainda vou terminar o serviço antes do anoitecer, mas há algumas coisas interessantes que já descobri! Os esgotos são um caminho impenetrável e, muito provavelmente, o ponto forte do zoológico! O clã Ant-Bullet está de olho nos criminosos também, e deve nos ajudar com a defesa. Bem, vou-me embora para encerrar o serviço, e volto em breve, se Deus quiser!

Terminaria minha frase acenando para o anfitrião, com uma expressão determinada e rígida. Então, sorriria para ele, como se quisesse acalmá-lo. Eu estava agora em um limbo, onde o mínimo escorregão poderia significar o completo fracasso deste serviço, pelo qual gastei tanto tempo! Ou talvez, um erro poderia representar meu êxito! Deixo isto nas mãos do destino; não é a toa que se trata da coisa mais misteriosa do universo!

Mas que diabos? Estou perdendo tempo com pensamentos filosóficos? Esta minha idade, viu... Estou ficando meio gagá, sem dúvidas! Rápido, preciso ir ao zoológico! Sem mais delongas, abriria a porta novamente e deixaria o local, correndo o mais rápido possível. Não estou acostumado a esforçar muito meu corpo, já que odeio ficar suado, mas a situação exigia tal medida drástica. Ignorando tudo e todos a minha volta, tentaria alcançar meu destino o mais rápido possível.

Lá, começaria a dar a volta das paredes ou grades exteriores, checando por algum buraco ou falha na proteção mais básica. Afinal, passar por ali é a atitude mais óbvia em um assalto. Após isto, entraria no zoológico propriamente dito. Sem ser indiscreto, daria a volta do parque animalesco observando cada jaula atentamente, cada muro, cada buraco, cada tampa, cada alçapão, cada porta, cada edifício, cada pessoa! Reviraria o local de cima a baixo, sem deixar passar um mero centímetro cúbico passar pelo minha averiguação! Tomaria meu tempo, para não perder nada, mas também não enrolaria. Caso algum guarda me parasse ou me interrogasse, eu apenas responderia, sério:

Perdi meu anel! Ele é feito de malditos diamantes, e estou procurando por ele há horas!

Não citaria Kotomine, ou um ataque de criminosos. Se pedisse por minha opinião, eu diria que é no mínimo estranho alguém querer os pontos fracos de um lugar tão rico. E, ainda mais, prometer uma soma tão exorbitante de dinheiro. No meu ponto de vista, os criminosos são Kotomine e seus companheiros. Veremos, esta noite, a mais escura do mês. Mas, sem dúvidas, é a que mais trará coisas para fora da escuridão.




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MensagemAssunto: O   I - A Step of Harmony - Página 6 EmptySex 08 Abr 2016, 20:44

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The Lady

Minha aproximação na surdina não ocorreu tão bem quanto o planejado, e logo me via no chão, para minha surpresa.

Era Ellie, o que me surpreendia, não esperava tamanha habilidade dela com as pernas, quando era tão delicada tocando sua harpa; e a delicadeza de seus movimentos, era a mesma de sua melodia, refinada. Talvez até fosse melhor que eu, não me surpreenderia mais. Eu a subestimei, mas ela ganhara meu reconhecimento nisso, e eu não precisava de mais provas para confirmar o quanto ela era boa. Ainda assim, eu não podia perdoa-la.

O peso de seu joelho sobre o meu peito me imobilizava, e eu não poderia bater em uma mulher, mesmo que ela fosse perigosa, não foi isso que me ensinaram e minhas virtudes e memórias são as únicas coisas que carrego da minha família; eu não cairia em depravação, mesmo que isso me custasse caro. O jeito era ficar ali e ouvir o que ela tinha a dizer.

...

Me senti mais calmo, a sua voz era doce e suave, como mel, e apaziguava toda a tensão em meu corpo. Mas o seu joelho ainda me pressionava e começava a incomodar a minha respiração.

Você não pode dar uma aliviada para eu respirar? — daria um toque no joelho dela, indicando a minha intenção.

Respiraria fundo e passaria algum tempo pensando.

Dizem que as palavras de uma doce mulher é o pior veneno, mas acredito no que fala agora, existe verdade nisso, mesmo que seja uma antítese às minhas ações. Perdão, senhorita, poderia me redimir? — me levantaria, tirando a sujeira da roupa se ela me permitisse, me ajoelharia e daria a minha mão para ela — É uma desonra para mim maltratar uma dama, então me permita lhe mostrar bons modos. — sendo atendido, botaria a minha outra mão sobre a dela, com uma cortesia, e me levantaria.

Eu não tenho real interesse no que se passa aqui, mas se a minha ajuda for necessária para preservar a floresta contem comigo, por agora. — falaria em seguida, mais servero — Mas sou obrigado a ter certeza, vocês não farão mais nenhum mal para ela, certo? — continuaria, mais manso caso me dessem razão, dirigido para Ellie — Também sou obrigado a perguntar uma última coisa, me concederia uma conversa quando possível? — falaria cordialmente.

Ajudaria ambos caso precisassem, quanto mais fosse salvo da floresta melhor, era a única razão de eu ter me intrometido, não era minha culpa se outras pessoas resolveram lidar com as personalidades erradas. E na minha esperança de ter um tempo com Ellie para propor algumas coisas, residia minha vontade de aprender novos caminhos. Era uma chance que não podia desperdiçar, a experiência para levar a minha música para outro patamar estava ali, eu só precisava agarra-la.

Spoiler:
 
Objetivos:
 





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