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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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Roy Collins
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MensagemAssunto: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:23

Relembrando a primeira mensagem :

I - A Step of Harmony

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Shira Yarin. A qual não possui narrador definido.


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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptySab 13 Fev 2016, 21:40

Página 4 ⁞ Post 12 ⁞ Status: Normal


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All in

Correr, essa era a minha única opção. E que outra opção teria? Enfrentar dois brutamontes? Não, isso nem passava pela cabeça, o resultado seria mais que óbvio.

Meus pés estavam leves como penas, e a adrenalina tomava conta do meu corpo, e nem a dor no meu joelho pode me impedir de me mandar dali. O grito atiçara a raiva dos guardas, inflamando-a como fogo, e eu não queria estar perto o suficiente para me queimar. Agora, quem estava com problemas era eu, mas o peso nos meus ombros se foi, eu havia dado a ele uma chance, cabia ao homem aproveitá-la. A única coisa que faltava era conseguir escapar dali.

Minha respiração estava pesada, um suor frio me descia a testa e ameaçava entrar nos meus olhos, passei a mão e joguei a gota fora enquanto corria. Não era cansaço em si, mas a adrenalina e o estresse da situação, era a primeira vez que ousava fazer algo assim, das tantas coisas que podiam dar errado, tenha uma certeza, cada uma delas passou pelo menos duas vezes pela minha cabeça.

Desviei a rota de fuga para um beco, era ali que terminava, o homem ainda me seguia pelo barulho de seus passos, mas eu estava a frente e o despistaria ali. Engano meu. Meus pés deslizaram pelo chão em um freio repentino, meu joelho roxo quase me fez cair, e meu coração acelerou tanto que podia sentir seus pulsos subindo pela minha garganta e correndo pelos meus pulsos. Recuei rapidamente para trás, três passos, pronto para correr para a direção oposta, dei de cara com o outro perseguidor estava encurralado. Não. Não! NÃO! Isso não podia estar acontecendo. Não deveria estar acontecendo, não era esse o plano, como pude acabar encurralado?!

Droga...
Droga...
DROGA!

Isso não está certo, não era pra acontecer, eu havia feito tudo certo... Onde falhei? Droga, de novo, xingaria todos os palavrões que conhecia e também os que não conhecia, danem-se os modos, se tivesse tempo para isso, claro, mas não tinha. Estava preso, não tinha para onde fugir, cercado como um coelho pronto a ser abatido por sua presa. Eu precisava de um plano, e rápido. Mas o que fazer nessa situação? Observar, olharia com toda atenção que o tempo me permitisse ao redor, precisava encontrar algo que me ajudasse, tinha que haver algo, não podia acabar assim, logo quando eu havia posto as mãos no violino, não queria abrir mão dele...

A pressão imposta pelos dois homens em cima de mim era intensa, nunca sentira algo parecido, nunca estive tão perto de cair dessa corda bamba que era a minha situação. Um passo em falso e o jogo havia acabado para mim. Já havia mentido, trapaceado, enganado, uma vez na cadeia eu não sairia de lá por um bom tempo e isso estava fora dos meus planos. Não que eu tivesse um, estava perdido naquela ilha, mas convenhamos, seria um atraso na minha vida que eu não poderia me dar o luxo. E aliás, eles não eram a marinha ou o governo mundial para eu me preocupar em não reagir.

Precisava de algo, alguma coisa que me permitisse ganhar alguma vantagem, uma parede escalável, um cano em que pudesse subir, uma lata de lixo - ou algo em que pudesse ganhar altura - para usar como apoio para um salto rumo aos telhados. Algo. Desespero. Tinha uma bomba relógio em minhas mãos prestes a explodir, precisava me livrar dela.

Para cima era a opção mais viável, mas fazer isso seria difícil. Precisava de algum ponto de apoio para por os pés e me impulsar com um salto para cima, agarrar com as mãos a borda do telhado e subir. Não tendo nada como apoio tentaria correr contra a parede nessa curta distância e chuta-la para fora, o beco apertado provavelmente me proporcionaria condições para isso, chutando as paredes rapidamente alcançaria o nível dos telhados, agarrando-os e subindo - lembrando de jogar as pernas para cima para não serem agarradas pelos homens. Era a minha melhor opção, pois usar as pernas era algo que eu sabia fazer, e bem, e o violino estaria seguro comigo. Mas algo já havia dado errado nos meus planos, estava mais precavido, mais atento, meus sentidos tão afiados como podiam naquela situação de perigo. Não era só a minha melhor alternativa, mas a minha única, pois não conseguiria dribla-los em um lugar tão apertado, mesmo sendo esguio eu reconheço meus limites.

Na minha desesperada esperança eu sabia de uma coisa, se isso falhasse minha única alternativa era lutar. Logo, o jeito deles me pegarem era quando eu já estivesse correndo contra a parede, provavelmente pelo primeiro ou segundo chute se fossem rápidos, eles tentariam me puxar pelas pernas, pelo menos era o que previa, e prevendo isso eu desviaria contra a outra parede, remexendo bem os pés e pernas para escapar de suas mãos e daria um chute duplo nos dois homens enquanto caia, minha habilidade em acrobacias me proporcionariam alguma segurança no movimento, e quando caísse no chão deixaria o violino rolar para o lado, atirando-o sem força, o suficiente para não me machucar com ele na queda.

Agora minhas mãos estariam livres e aproveitaria esse curto momento em que eles tivessem sido pegos de surpresa pelo meu golpe - muito provavelmente já que suas mãos estariam indo em direção as minhas pernas, e não protegendo seus rostos -, pousaria-as no chão e giraria para obter força para mais um golpe giratório contra os homens, levando o meu calcanhar em velocidade contra seus rostos, mirando mais adentro, perto da orelha para se esquivassem tivesse chances de acertar o queixo, precisava de um golpe em cheio para deixa-los atordoados.

Eu precisava fazer ser uma luta de um único lado e não dar chances para eles, era a minha única chance, então assim que desse o golpe - acertando ou não - deixaria as minhas pernas caírem rapidamente, ainda com sua velocidade, me apoiando sobre as mãos e abrindo uma espécie de escala, tendo que girar todo o corpo junto com o apoio dos braços para acertar nos seus pontos de equilíbrio, os joelhos. Seria uma bicuda na região posterior, onde além de doer bastante teria a chance de derruba-los caso acertasse em cheio. E, conseguindo derrubar algum deles, ou os dois, usaria ainda meu impulso para desferir um chute lateral em seu queixo, jogando-o contra a parede, estenderia o braço para pegar o violino e segura-lo firme e me alavancaria com a energia rotacional para disparar contra o beco, agora livre.

Era a minha única chance, precisava fazer dar certo.



Spoiler:
 




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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptyTer 16 Fev 2016, 18:57

As coisas iam de mal a pior para Nero, dentro de sua cela.  


- Que engraçado. Alguém que fale de modo tão culto é um assistente de uma loja de instrumentos musicais? Nãããão, não mesmo. Talvez meu subordinado tenha lhe prendido de modo errado mesmo, mas tenho certeza que você tem alguma história, senhor...? E espero que me conte a verdade. Aí talvez eu te libere daqui. -


O homem se mostrava impassível e, inclusive, ignorava a segunda fala de Nero. Retirava seu sobretudo e demonstrava um corpo musculoso por baixo, cercado por tatuagens tribais em todo o braço esquerdo. Estava na cara que ele não era um soldado qualquer e que, dessa vez, Nero estava enfrentando um linha-dura. Teria de tomar cuidado com suas palavras se quisesse sair dali.

Shira, enquanto isso, pensava rápido para tentar escapar da prisão. E via três caixas empilhadas ali perto que poderiam ser sua salvação. Rapidamente saltava sobre elas e usava-as de apoio para, então, saltar para o telhado. Uma ótima ideia. Melhor ainda quando, ao pegar o impulso das caixas para o telhado, a pressão exercida a quebrava, liberando uma enxurrada de pregos, que, pegando os guardas de surpresa, deixavam-nos bem espetados. Ambos gritavam de dor momentaneamente, tentando tirar aqueles pedaços de ferro de seus corpos, enquanto o violinista no telhado assistia a cena. O que ele faria agora?  

Orientações:
 

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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptySex 19 Fev 2016, 15:36


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Ultimatum


Ora, mas que maldito caçador. Pelo jeito ele não é nenhum demente, e devo tomar cuidado com isso. Além do mais, não posso me permitir de cometer mais pequenos erros tolos. Mentira sobre mentira, conto sobre conto, um momento tudo isso irá estourar sobre minha cara. Preciso... preciso dar meu all-in e sair deste lugar dos infernos. Perdi tempo demais, minutos que podem vir a ser preciosos. E, se os números forem apagados antes de eu vê-los, o serviço irá por água abaixo. Meu próximo show deverá ser... decisiva.

Olharia fixamente para o guarda por alguns segundos, poria a palma de minha mão sobre o rosto e, relaxando meus músculos e soltando um longo suspiro, começaria meu conto, minha voz quebrada e desolada:

Muito bem. Se você quer tanto saber sobre minha vida, aqui vai. Há 5 anos, eu vivia diferentemente. Minha situação financeira era excelente: eu era o que chamavam de burguês, e meu trabalho era de ponta. Eu era um grande mercador ricaço, afinal. Pois bem, com dinheiro, vêm mulheres, como sempre. Porém, naquela época, eu estava preso em um triângulo amoroso com duas mulheres. E, ó, destino cruel, as duas ficaram grávidas de meu filho. Fui um fraco, um covarde. Não pude me responsabilizar de minha traição e... e... EU FUGI! Eu admito! Peguei todas minhas riquezas e desapareci, forjei minha morte. Desde então, vivi à noite, com vergonha demais para aceitar meu erro, e me escondendo dos outros. Sou apenas um fantasma, hoje, e nada mais. Está satisfeito?

Essa última frase seria citada com muitas emoções misturadas: nostalgia, desespero, tristeza, melancolia. Eu ergueria meu rosto e, lágrimas de crocodilo rolando livremente, meus beiços tremendo como papéis ao vento, diria:

P-pronto. Minha vida está em trapos, e sou um canalha dos grandes. E nada poderá mudar isso. Mas, se há algo que possa ser elogiada de minha vida, é que ela é limpa. Posso sair?

Ao encerrar meu pequeno espetáculo, me lembraria de meus tempos no circo. Ás vezes, o dono me selecionava com alguns outros para fazer um pequeno teatrinho para o público. Ao final, meu espírito sempre ficava satisfeito por ter feito o público sentir empatia com meu personagem. Por sorte, o guarda se emocionaria com minha história. Era minha chance de sair desta maldita cela.

Caso o homem mascarado me perguntasse por que não havia dito isso antes, eu apenas responderia, enxugando minhas lágrimas:

É um assunto delicado que sempre me leva a... a um colapso emocional.





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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptySeg 22 Fev 2016, 00:05

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Chaos

Eu estava encurralado. Aperriado. Mas, logo vi aquela ínfima luz no fim do túnel. Olhei para as três caixas ao lado da parede e logo tudo se clareou em minha mente. Brilhava forte, havia alcançado o fim do túnel.

Dei uma rápida olhadela para as caixas e para o telhado, meu corpo reagia diante do desespero de estar encurralado antes que pudesse focalizar as caixas novamente, pulei sobre elas. Senti uma pontada no joelho, como se algo o perfurasse, aquela dor aguada, a do segundo pior tipo para mim. E se você não sabe qual é a pior posso dizer que nunca sofreu de verdade. E para um músico como eu, apegado aos sentimentos e emoções, pilar de nossas obras, ser sentimental se torna inevitável. E... como posso dizer, vocês já devem ter notado isso.

Rangi os dentes com uma careta, não era acostumado a ignorar a dor, mas não podia fraquejar naquele momento. Soltei um grunhido e meus pés tocaram os telhados. Não percebi, mas minha respiração estava pesada, fiquei segurando-a todo esse tempo, e soltei todo o ar preso em um enorme alívio, deixando-me relaxar.

Já estava prestes a correr em disparada, pois os homens poderiam subir ao telhado da mesma forma que eu fiz, mas um som peculiar me chamou a atenção. Olhei para trás. A caixa caia, me imaginei caindo junto a ela, meu coração acelerou. Poderia ter sido assim, mas a sorte parecia tender ao meu lado. E, como dizem que o mundo vive em equilíbrio, alguém devia pagar com a má sorte, e os azarados da vez eram os dois guardas.

A caixa se espatifava no chão, espalhando alguns pedaços de madeira pelo chão junto de uma enxurrada de pregos. Esses perfuravam os pés dos guardas e eles pareciam pular no chão, tentando evitar os objetos e achar um local seguro para se firmar. Não consegui não rir, dois homens brutos, possantes, gemendo de dor. Aonde havia parado toda aquela masculinidade e arrogância? Bem, com certeza não estava próxima daqui. Levei a mão até a boca, cobrindo as risadinhas enquanto meu abdômen se contraia de tanto rir enquanto me curvava involuntariamente.

Já me virava para ir embora, mas não, me virei novamente para eles, sentando no telhado com as pernas "em borboleta".

Bem — fiz uma longa pausa, balançando a cabeça para os lados, como se me divertisse com aquilo, deixei um riso sair — Sabe aquele cara? Eu não o conheço, foi uma feliz coincidência da vida, mas enquanto vocês estão aqui a sua sede irá ruir, e adivinha quem será o responsável por isso? A resposta não sou eu. Boa sorte com seus — fiz uma aspas com a mão. Me senti idiota por fazer isso, mas todo artista passa por isso enquanto encena algum papel — Aliados — completei, deixando bem claro o sarcasmo.

Me levantei, passando as mãos na roupa para tirar a poeira. Me virei deixando-os com sua luta particular contra os terríveis pregos. Não conseguia conter o riso ao pensar nisso dessa maneira. Agora tinha um telhado a atravessar, e se aquilo não fosse arriscado fazer durante a noite eu realmente precisava rever meus conceitos de perigo. E, por algum motivo a mais, algo me dizia que fazer aquilo não era uma boa ideia.

Dei uma longa e revigorante exalada, não de ar, mas de coragem. Também não era uma das pessoas mais corajosas que alguém poderia conhecer. Possuía mais defeitos do que você poderia contar em um dia, apesar de não chegar a ser covade, só não estava acostumado a situações difíceis e acabava por... usar pessoas inocentes para me salvar.

Suspirei.

Certo, talvez eu fosse um pouco covarde, mas prefiro chamar de inteligência.

Daria meu primeiro passo cautelosamente no telhado, e pisaria onde não houvesse telhas — se assim fosse a estrutura dele —, onde geralmente é a parte central do telhado. Andaria cuidadosamente, como se minha vida dependesse disso a cada passo, e dependia. E caso eu pisasse em falso tentaria me segurar em algo antes que caísse, com força, e me ergueria de volta. O violino, claro, era prioridade máxima, independente do que acontecesse, meu corpo em troca de sua proteção era algo que eu não pensaria duas vezes em fazer.

Meu objetivo era sair dali, ir para algum canto longe da sede daquele clã. Aliás, eu não gostava deles, não depois de tudo, então a mentira, se eu pudesse atrapalhar eles com aquilo assim faria, jogar um contra o outro e causar desconfiança entre os próprios, esse era o jogo que podia fazer, não me faria trabalho então não costuva nada mexer um pouco com eles. Enfim, buscaria um lugar para descer, um lugar seguro, como um cano ou mais caixas. Me certificaria de não estar sendo seguido olhando para trás e para baixo, e quando estivesse longe dali procuraria por um lugar para passar a noite. Uma pousada seria boa, mas um canto naquelas colinas de antes, debaixo de uma árvore, não seria uma opção para se deixar de lado. Não esperaria muito procurando uma hospedaria, e logo iria para além dos limites da cidade, para perto da natureza, era a minha primeira opção para dizer a verdade, preferia ficar longe da confusão urbana, pelo menos até a poeira baixar.

Procuraria uma árvore que fizesse bastante sombra quando amanhecesse, e que não tivesse sinais evidentes de tocas perto, como buracos, não sabia se animais dormiam em outros cantos além deles. Encostaria minhas costas contra o tronco, abraçaria o violino, juntando-o ao meu corpo, e fecharia os olhos lentamente, até cair em um sono profundo e revigorante.

Amanhã seria mais um díficil, talvez mais do que fora hoje.





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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptySab 27 Fev 2016, 11:39

Escuro. O vazio assustador chamava a atenção de Vlad. Estaria ele morto? Sua última lembrança era ter encontrado aquele estranho com o dedo na boca e, de repente, tudo ficando escuro. Sua cabeça latejava. Ainda estava vivo. Sua respiração era abafada, sinal de que tinha algo cobrindo sua cabeça. Um pano preto, provavelmente, a julgar pela escuridão completa.

Longe dali, Nero conversava com o caçador e contava sua nova história. O homem a ouvia e parecia ponderar o que lhe era dito.  


- Eu entendo essas coisas. Também já cometi erro parecido, sabe? Só preciso confirmar se você não tinha ligação com aquele que fugiu daqui e, então, te liberarei. Tem algum álibi para... -


E, nesse momento, os dois soldados do clã que haviam perseguido Shira retornavam. Seus corpos estavam cobertos de pregos praticamente. Sangravam e estavam arfantes. A fala do violinista mais cedo havia deixado-os em estado de alarme. E correram de volta para a sede.

- MIKAN, SENHOR! PROBLEMAS! -

O vice comandante do clã Ant-Bullet, ao ver seus subordinados assim, imediatamente afastava-os de perto da cela e começava a conversar baixo com eles. Alguns murmúrios eram trocados e, por fim, o homem retornava, abrindo a cela de Nero.

- Pois bem, parece que você está limpo mesmo. Pode sair. Sobre o que te falava mais cedo de segundas chances... Todos nós temos direito a uma. Aproveite, pois bem, a sua. -

Naquele instante, Shira já se encontrava longe. Longe da civilização. Longe do clã Ant-Bullet, mas não completamente afastado de outras pessoas. Havia encontrado uma árvore no topo de um morro e dormira instantaneamente. Somente ao acordar é que se daria conta, já com o sol nascendo, que acampara perto de um lugar estranhamente suspeito. No morro abaixo de onde estava haviam 4 pessoas sentadas em torno de uma fogueira. Amarrados numa árvore com um pano preto encobrindo seus rostos, encontravam-se duas pessoas. Estavam imóveis, mas pareciam estar vivos. Duas barracas, ambas com tamanho suficiente para comportar três pessoas cada, estavam arrumadas ali perto. Não muito longe dali, um lindo lago brilhava sob a luz do Sol, que acabava de despertar. O que o garoto havia descoberto?

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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptyDom 28 Fev 2016, 18:44


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Liberdade



Heh, meu plano deu mais certo que o esperado. A empatia que Mikan ressentiu para com a minha história, e a sua capacidade de compreender o que lhe é falado auxiliou no êxito de minha mentira. Quase que o caçador me pede um álibi válido, algo que não possuo, porém a sorte parece estar do meu lado. Os homens que haviam me prendido há alguns instantes voltaram, visivelmente tendo sido alvo de alguma armadilha ou algo do tipo. Talvez tenha sido aquele filha da mãe esperto que causou isto; não, disso eu tinha certeza.

A porta aberta, minha liberdade restaurada. Finalmente sairia daquela maldita sede do maldito Clã Ant-Bullet, e poderia prosseguir com meu dever. Enquanto preparava-me para deixar a cela, o homem me deu um conselho, uma frase inspiradora, que, a bem da verdade, era bem brega e clichê. Mas mesmo assim, ela me fez refletir: O que estou vivendo agora nada mais é que minha segunda chance na vida; de ser alguém grande, reconhecido. E eu pretendo aproveitá-la ao máximo. Era mais uma crise de meia idade crônica que me atacava.

Senhor, me desculpe, poderia me devolver minha garrafa de whisky? Sabe, é o que me mantém ligado a minhas raízes...

Pela primeira vez, eu não contaria uma mentira para obter algo que desejo. Realmente, a bebida me relembra de minha vida trabalhando no circo, uma época onde tudo era muito mais fácil... Dizem que não pode se remoer o passado, mas também não podemos esquecê-lo. Mas, acima de tudo, eu quero muito o meu whisky, minha boca já está salivando de sede.

Assim que tivesse pego a bebida, ou ter sido negada de tê-la de volta, eu finalmente deixaria o local, ponderando no caminho. Mas que diabos aconteceu para os caçadores estarem tão alarmados? Algo de importante ocorreu; e eu tenho um pressentimento que Kotomine me arrastou no meio disso. Ao chegar na rua, olharia para os lados, pensando no que fazer. Maldição! Quase me esqueço das marcas na parede! Mas que idiotice a minha! Assim que estivesse fora da sede, correria dando a volta do edifício, procurando os números. Caso os achasse, anotá-los-ia em minha mente. Quase que perco uma dica de Kotomine: e tal coisa não poderia ocorrer nunca.

Com os números em minha mente, pensaria um pouco no que fazer. E logo cheguei a uma conclusão à qual não concordava plenamente, porém era o mais sensato no momento. Dormir. Sim, dormir. Em uma missão tão importante e com tanto lucro potencial. Mas tudo que eu menos gostaria agora seria voltar à prisão por vadiagem, e ter que confrontar novamente os caçadores do maldito clã Ant-Bullet. Por isso, procuraria um abrigo simples, um local onde possa estar escondido de olhares curiosos, mas também de uma ocasional chuva ou ventania.

Assim que acordasse, provavelmente ao raiar do sol, ergueria-me, alongando meu corpo e tirando sujeiras de minhas vestes. Afinal, dormir na rua ou sobre a terra não é a coisa mais confortável do mundo. Beberia um pouco de meu querido whisky, se ainda tivesse-o, e me poria a caminho da próxima marca no mapa. Estaria na hora de encerrar aquele trabalho de uma vez por todas, e pegar o dinheiro que me é devido. Sem mais erros, sem mais distrações.











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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptyQua 02 Mar 2016, 22:48

Scientists Don't lie?
Acordava em meio a escuridão, seus sentidos já não eram mais os mesmos diante tal falha, abrindo seus olhos apenas enxergava o preto a sua frente lhe sufocando durante sua respiração. De fato não era nada do planejado, em um momento estava em uma floresta vasta e verde, algum tempo depois jogado aos prantos em algum local escuro sem nem ao menos saber onde havia parado. A vida é cheia de altos e baixos e não estava facilitando nem um pouco a Vlad alcançar seus objetivos, mas ainda não havia chegado a hora de desistir.

O jovem espadachim desnorteado ergueria seus punhos e pés, verificando a situação em que se encontrava atualmente, algum tipo de corda ou fita que lhe atrapalhasse em possíveis movimentações. Caso nada estivesse lhe impedindo arrancaria o pano de sua cabeça, aliviando a respiração, observando logo em seguida o local a sua volta para se localizar mentalmente mesmo que pouco devido a seu conhecimento limitado sobre a parte interna de Malkiham. Porém se algo estivesse imobilizando seus membros e impossibilitando uma maior liberdade de movimentos, jogaria seu corpo para o lado na tentativa de deslocar o pano de sua face e então começar a analise local.

" Como diabos eu vim parar nesse lugar? Ainda pouco estava vendo aquele louco com o dedo colado na cabeça. Será que foi ele? Não, não eu saberia. Será que eu desmaiei? Hmm, preciso de comida se for esse o caso, e cigarros, claro, cigarros!" pensava enquanto olhava a sua volta por alguns segundos.

Além de observar a paisagem em seus arredores, procurava também por alguma pessoa que poderia estar por perto e talvez esclarecer algumas de suas dúvidas, ou apenas complicar mais. Se por acaso encontrasse algum indivíduo no local, olharia vagarosamente para o pano preto e novamente para a cara da pessoa, logo após indagando com receio.

- Ei, onde eu estou? O que aconteceu? Você tem um cigarro?

Sem noção nenhuma do que estava prestes a fazer, Vlad apenas deixaria que o destino seguisse seu rumo por mais estranho que lhe parecesse. Sua situação atual não era das melhores, mas ficar parado não era uma opção agradável.

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Última edição por Far em Ter 08 Mar 2016, 22:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptySab 05 Mar 2016, 10:33

Finalmente liberto, Nero obtinha sua garrafa de whisky e saía do edifício, lembrando-se de verificar a numeração do lado de fora. Podia ver o guarda limpando o local da pichação, mas ainda estava bastante claro os números 4/8. Saindo de perto o mais rápido que podia, o senhor acabava dormindo em um beco que encontrara por ali. Ao amanhecer, bebia um gole de seu whisky para ajudar a despertar e, em seguida, punha-se em caminhada para o próximo ponto, a sudoeste de onde estava a sede do clã. Chegava exatamente em uma esquina, onde via uma placa separando a rua 5 da rua 8. No mais, o local parecia totalmente deserto. Um terreno baldio mostrava-se frente a onde estava e, nas outras esquinas, apenas casas simples. Nero queria terminar logo o serviço e, se pusesse sua mente para pensar, talvez conseguisse adiantá-lo bastante.

Longe dali, na floresta, Vlad tentava levantar-se mas via-se preso por algo que firmemente aderia-o ao chão. Tentava jogar seu corpo para o lado, mas tampouco obtinha sucesso. Conseguia, ao menos, entretanto, tirar o pano de sua cabeça, podendo respirar fundo e ver o cenário à sua frente. Podia ver cordas amarrando seus pés juntos e não seria difícil deduzir que eram cordas também que o amarravam à arvore atrás de si. Ela era fina o bastante para permitir que os braços do jovem dessem a volta para trás dela, mas grossa o bastante para não se quebrar facilmente. Estava no mesmo acampamento onde encontrara o outro cara, e via-o desmaiado em uma árvore ao lado da sua. Ele estava sem o capuz, mas seu lábio superior estava inchado e com sangue coagulado. Pelo jeito quem os prendera havia retirado o dedo colado ali à força. Mais à frente via uma mulher, de rara beleza, sentada próxima a alguém que certamente parecia um cientista. Usava um longo jaleco branco e óculos, além de ter um cabelo arrepiado em um jeito estranho. Vlad tentava falar com ambos e, então, o cientista respondia a ele.


- Então você foi o primeiro a acordar... Parece que eu perdi a aposta, Ellie-san. Pois bem, posso te dar um cigarro, mas antes você vai me contar quem você e seu amigo são e o que faziam aqui, bisbilhotando nosso acampamento. Não somos muito fãs de gente curiosa, sabe?... -


Ao lado do cientista dava para ver uma clava de madeira e, ao notá-la, Vlad podia sentir sua cabeça latejar de dor. Estava claro que fora assim que ele e o estranho Doctor desmaiaram anteriormente.
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptyDom 06 Mar 2016, 16:35


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

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Hmmm, acho que estive fazendo tudo errado até agora. Aqui, neste local vazio e sem nenhuma importância aparente, consigo deduzir isso. Afinal, por que diabos Kotomine me faria vir a este lugar inútil para proteger o zoológico? Não faz o menor sentido! Mas que diabos, ele não poderia ter me dito exatamente o que fazer nesse serviço? Não. Não, ele não poderia. Pois, se ele houvesse dito, teria tirado toda a graça no negócio, não é mesmo? Afinal, não era isso que eu mais desejava? Enigmas cada vez mais difíceis, que testassem incessantemente meu raciocínio? Pois bem, está na hora de refletir, e desta vez ser metódico e frio.

Sentar-me-ia no chão, recostado sobre a parede mais próxima, e poria os papéis de Kotomine em minha frente, analisando-os. O que aprendi desde minha última reflexão? Vamos ver. Algumas informações banais, como a lei contra a vadiagem e coisas sobre os esgotos da cidade. Uma informação um pouco mais importante: o clã Ant-Bullet está temendo algo, como foi provado pelo terror dos subordinados do maldito Mikan. E, em cada marca no mapa, um número a vista: 3/8, 4/8 e agora estou na interseção da rua 5 e da rua 8, ou seja, 5/8. Vejamos como posso utilizar tais informações novas.

Primeiramente, os números. Tal maneira de apresenta-los possuía alguns significados diferentes. Poderia ser uma divisão; muito improvável. Poderia ser uma nota; improvável também. Em algumas ocasiões, pode ser usado para identificar um salmo religioso; este é ainda mais improvável. Porém, há um significado bem possível para esta organização de números: etapas. Seria a terceira etapa de oito, a quarta e a quinta. Até faria sentido, visto em conta a mensagem exaltando o caminho a ser seguido. Mas, tenho que me lembrar de algo: isto não é um jogo. É uma missão, que deve ser realizada rápida e eficientemente. Então, se Kotomine ou algum de seus subordinados já marcou os números lá, quer dizer que o local já foi checado. Além do mais, há apenas seis marcas no mapa da cidade, sendo que deve haver oito etapas. Deduzo que há dois locais que estão sobrando, e meu trabalho seria de checa-los.

Talvez este equipamento seja de Kotomine. Cada local que ele averiguava, ele marcava no mapa por onde ele já passou. Pois bem, preciso checar uma marca que não está no mapa. Isto apenas me deixa com uma possibilidade: o endereço que me fora entregado. Talvez aquele fosse o meu próximo destino desde o começo, mas perdi tempo indo às outras marcas. Maldição! Agora apenas tenho que torcer para que meu raciocínio esteja certo. Afinal, são apenas teorias boladas por mim. Um gênio pode se permitir de errar uma vez, mas, se errar sempre, não pode ser considerado um gênio. Por isso, creio em minha inteligência para ir ao local certo.

Erguer-me-ia e leria o endereço, memorizando-o. Logo depois procuraria por um passante que pudesse me indicar como ir para lá, ou preferivelmente leria no mapa a localização, se ela estivesse lá. Assim que soubesse o caminho até o endereço, andaria para lá, o passo apertado, desejando recobrar tempo. Sempre me repito para que eu cesse de errar, mas infelizmente sou cabeça-dura demais.





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Última edição por Buggy em Sab 12 Mar 2016, 18:54, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptyTer 08 Mar 2016, 22:13

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Vlad tirava o pano de sua cabeça com um pouco de esforços, suas tentativas não estavam dando certo afinal o jovem parecia estar bem preso na árvore, poderia não ser o local mais apropriado para se manter alguém sobre custódia, mas o espadachim não era nenhum brutamontes para se livrar tão facilmente. Observara logo então mais detalhadamente os devidos culpados de toda aquela confusão, mais ao lado também o estranho homem já com os lábios livres. De fato não esperava um cientista se envolver com tais atos, no entanto poderia ser favorável a Vlad, cientistas costumam ser pessoas mais sensatas e focadas.

" Não era bem isso que esperava encontrar, um cientista e uma mulher? Que dupla em! HAHAHA. Mesmo assim não posso subestimar esses dois, tenho que prosseguir com cautela se quiser meus cigarros. Ah e claro sair daqui. Bem, espero que ele esteja falando a verdade, cientistas não mentem não é? Vamos descobrir." - pensava Vlad observando atentamente as palavras do cientista.

- É uma pergunta bem interessante, quem sou eu? Digamos que sou apenas mais um viajante navegando nesse mundo, ou apenas outro ninguém. Acabo de chegar em Malkiham, estava procurando pela cidade mas tudo que via eram árvores, ao menos até achar esse cara aqui do lado. - Comentava enquanto apontava com a cabeça para o homem desmaiado ao lado. - Perguntei a ele como chegar a cidade, e bom... O que recebi foi uma pancada na cabeça. Bom, minha parte do acordo está feita, onde está meu cigarro?

Esperava que o esclarecimento seria o suficiente, pois não possuía interesse algum com relação ao acampamento de quem quer que fosse, no pior dos casos continuaria mantido como prisioneiro, portanto não havia nada a perder com seu pequeno discurso. Buscando um plano B, o jovem moveria as suas pernas e braços o máximo que conseguisse para ver o quanto sua situação estava complicada, procuraria também por objetos largados próximo a si no chão. Caso nada conspirasse a seu favor olharia para a mulher que estava calada até o momento, tentando iniciar um diálogo com intuito de testar o fator sorte juntamente a talvez um talento de conversação, quem sabe? Tudo era aceitável nesses momentos.

- Ei moça, você também vai me deixar aqui jogado? Estou começando a ficar entediado, sabe? Poderia ao menos ter a presença de uma linda dama ao meu lado, para me animar um pouco.

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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 5 EmptyDom 13 Mar 2016, 19:17

Tendo, por fim, notado que os números que encontrava seguiam um padrão, Nero iniciava sua busca rumo ao endereço mencionado no terceiro papel recebido. Ao procurá-lo no mapa, encontrou-o equidistante aos dois outros pontos que encontravam-se mais longe, os quais, se seguissem a lógica, seriam os pontos 6/8 e 8/8. Com o local em mente, seguia o caminho até chegar nele.

Uma vez lá o que encontrava era um local um tanto comum: uma feira. Barracas estavam dispostas em ambos os lados da rua, de maneira praticamente igual. Oito vendedores anunciavam seus legumes de um lado, enquanto artesãos e cozinheiros, berravam sobre seus produtos do outro. Quinze vozes que formavam uma verdadeira cacofonia, além, é claro, dos pedestres e clientes que formavam uma multidão ali. Podia ser cedo ainda, mas muitos já aproveitavam para fazer compras ou apenas comer algum alimento vendido nas barracas. O que Nero deveria notar ali?

Perto do lago, Vlad contava sua história e parecia ter um desfecho positivo para o jovem.

- Entendo... É uma pena que tenha vindo parar aqui, não quero envolver inocentes nisso. Mas não posso te deixar sair sem que o chefe autorize. Mas tome aqui o seu cigarro.-

Vlad podia sentir muito prazer quando o cientista acendia um cigarro e punha em sua boca, deixando-o tragar um pouco. O movimento do jovem para tentar afrouxar as cordas que o prendiam era num momento preciso, quando ambos os captores entretinham-se na atividade de acender aquele bem, tão precioso ao prisioneiro. Dessa forma, tal tentativa de fuga passara desapercebida para ambos. Com o cigarro na boca, o jovem poderia finalmente começar a fumar, mas teria de ser hábil o suficiente para não deixá-lo cair no chão. Especialmente porque suas mãos ainda estavam presas. Ambos os sequestradores voltavam a conversar, dessa vez mais longe, deixando Vlad completamente sozinho. Se conseguisse, ao menos, pensar em um modo de fugir, a hora seria essa.
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