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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:23

Relembrando a primeira mensagem :

I - A Step of Harmony

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Shira Yarin. A qual não possui narrador definido.


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Buggy
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptySex 10 Jun 2016, 12:26


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Parceria



Um revolucionário? Bem, eu já deveria ter imaginado. Ele quer causar danos a um estabelecimento ligado ao governo mundial, porém não deseja suas riquezas. Além do mais, ele nos usou para continuar agindo sob a mesa. Uma tacada de mestre, sem dúvidas. Pelo menos isto também me agrada, ao menos um pouco: afinal, quero que meu nome seja reconhecido, respeitado, temido! Não é por isso que fui ao mar?

A resposta foi vaga, mas acredito que descobrirei mais com o tempo. Bem, pelo menos, agora os revolucionários não serão meus inimigos, e talvez até possa virá-los ao meu favor. Isto é um ás em minha mão, sem dúvidas. Bem, tive minha resposta, mesmo que eu pudesse ter deduzida-a. Não faz sentido implorar por mais: ele não me responderia nunca. Porém, acho que o enigma já está desvendado! Incrível... Todo este sofrimento, este esforço... e finalmente vi minha recompensa.

Parece que eu e meu mais novo companheiro vamos rumar para Wars Island. O convite foi aceito, o tempo passou, e era hora de partir. Seria bom ir o mais longe possível, nos afastar de todos estes caçadores sedentos por sangue. Fora da ilha, fora do Blue; e seria ideal sair o mais rápido que pudermos. Virar-me-ia ao garoto e diria:

Heh, não se preocupe. Minha tendência é só ficar mais forte; afinal, apenas estou meio fora de forma. Então, agora somos parceiros. O que me diz de irmos para outro blue, para fugir dos caçadores? E, futuramente, rumar à temida Grand Line? O mítico mar... ir sozinho até lá é suicídio, não acha?

Após estas palavras, recolheria todas minhas coisas, ouvindo a resposta do moleque. Não, tenho que chama-lo pelo nome. Agora somos companheiros. Ouviria a resposta de Shira, e ficaria um certo tempo em silêncio, organizando minhas coisas para partir. Eu então lhe diria:

Você é um músico, não é? Parece que somos dois artistas. Eu era um ator, um ventríloquo, e um mágico. Isto, nos meus anos em que trabalhei no circo. Somos mais parecidos que parece; somos dois artistas, que participaram de uma trupe de algum tipo, e, sobretudo, temos grandes ambições. Verdade seja dita, acho que esta parceria dará muito certo!

Seria entusiasta em minha declaração, retirando meu chapéu, deixando um sorriso nem tão falso radiar em meu rosto. Tudo pronto. Sairia do recinto, levando todas minhas coisas, e o chapéu dentro de meu saco vazio. Os caçadores provavelmente vão procurar por algum homem com um chapéu parecido ao meu, já que é a característica mais gritante de meu traje. Minha cabeça nua, seguiria o garoto de cabelos espetados.

Ficaria atento a qualquer caçador que se aproximasse, sem nunca deixar de agir naturalmente. Tentaria me camuflar aos passantes, me passando por um simples civil. Rumaria até o barco, a pistola sempre escondida, e embarcaria quando o avistasse. A peça estava quase encerrada.






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GM.Kekzy
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptySeg 13 Jun 2016, 22:53

Página 12 ⁞ Post 33 ⁞ Status: Normal


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Harmonia

O desenrolar dessa trama me surpreendeu. Não é que foi uma boa ideia se meter em toda essa confusão?

Mesmo com a vida tendo ficado por um fio, agora eu podia deleitar dos frutos dessa empreitada. Ou estaria enganado? Pensando melhor, creio que esse seja apenas o começo, o início de uma longa história. Nero estava rico, com mais dinheiro do que já tive em toda a minha vida. Espero que ele lembresse da minha parte, eu não me arrisquei com ele para nada.

Agora, a minha parte do trabalho — sorriria amistosamente para ele — O combinado, lembra? Mas você merece mais da metade, estava nessa antes de mim, pague me o quanto achar justo. — diria. E era verdade, não era um mercenário, e se iamos ser companheiros, que eu soubesse melhor com quem estava andando. Isso é um teste.

Agora eu compreendo, o guarda na verdade era um revolucionário infiltrado, e na verdade eu que o devia, não ao contrário. Seria grosseria não retribuir o presente. Não tenho muita coisa, mas posso oferecer algo. Seu presente para mim é um ato honrável, fico até feliz por existirem pessoas assim.

Devo agradecer, e muito — pegaria as botas e as trajaria — Como posso retribuir? Penso que dinheiro não lhe interessa, pode ser uma canção? — caso ele aceitasse, pegaria o meu violino imediatamente e tocaria uma música para ele, acompanhada de minha doce voz. Uma improvisação sobre um valente revolucionário. Ao fim, o perguntaria — Mesmo com o lance das duas perguntas, poderia me dar o seu? O meu é Shira. Gostaria de tê-lo em minha memória, quem sabe no futuro não nos encontremos — sorriria, e ofereceria um aperto de mão para o ardiloso revolucionário.

Olharia para Nero e o responderia, sua presença da um ar de irmão mais velho. Sua aparência, no entanto, é de um velho não muito amigável. Ele era inteligente, racional, formavamos uma boa dupla.


Wars Island, não soa um lugar muito receptível... Mas que mal faz trocar uma merda pela outra, né? — riria, dessa vez sem nenhuma atuação, apenas emoções puras — Quanto a essa Grand Line, me parece um bom lugar para ganhar a fama que pretendo ter. Tô dentro. — apertaria sua mão com força, selando um pacto. Agora seria oficial. Apesar da idade, ele era bastante parecido comigo, e agora entendia por que havia sentido aquela sensação antes, ele era dos meus. Todo artista de trupe é uma só família.

Me despediria, e então rumaria em direção ao porto, logo atrás de Nero. Apesar de tudo, agora estaríamos fora da nossa zona de conforto, e precisávamos andar alertas. Estaria atento a qualquer indício do clã Ant-Bullet aos arredores, e agiria normalmente, era apenas mais um papel, dessa vez um cidadão comum. Contato olho a olho era a pior coisa que poderia fazer, logo os evitaria. Procuraria entrar no bendito barco e sumir dali.

E que a sorte estivesse conosco.





Off:
 







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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptySab 18 Jun 2016, 12:12

E assim a dupla estava oficialmente formada. Nero e Shira começavam, juntos, uma boa jornada que poderia lhes trazer diferentes frutos. O primeiro trabalho já havia sido feito e o musicista reclamava sua parte. Isso, claro, sem esquecer-se de sua gratidão. Tanto com o atirador quanto com o revolucionário. O magro homem sentava-se e a ouvia a doce melodia de Shira reverberar pelo local. Mas, no instante em que se pedia o nome, a face do homem dava um sorriso misterioso.


- Nomes são poderosos, Shira-kun. Talvez nos encontremos novamente, talvez não. Ainda assim, melhor ficarmos por aqui. Já está na hora do embarque, vamos. -


Juntos os três saíam e começavam a caminhada na direção do porto. Os animais haviam feito um grande estrago na rua na noite anterior, como era bem possível observar. Vários edifícios danificados, locais com aparência de que foram queimados, pedras soltas por vários lugares e um olhar desolado nos cidadãos. O clã trabalhara incessantemente e, pelo menos, poucas vidas haviam sido perdidas na confusão. Os poucos transeuntes na rua não permitiam que o trio se misturasse a multidão.

Um grande foco de incêndio, entretanto, surgia em um ponto afastado na cidade, repentinamente. Atenção da multidão atraída, foi fácil chegar ao porto.


- Entrem nesse barco. A passagem suas já está comprada. É um barco com refugiados que perderam a casa e não tem como sobreviverem na ilha. Eles procurarão emprego em Wars.  -


O homem apontava para uma embarcação pequena, onde mais de trinta pessoas amontoavam-se ali. Não era uma cena agradável, pois podia-se notar que várias estavam com o rosto inchado de chorar, usando apenas roupas do corpo ou ainda carregando uma mala improvisada. Mas, pelo menos, em breve estariam seguros.
Orientações:
 

Citação :
Citação :
Shira Yarin:

Posts: 33
Ganhos: Violino, máscara, botas level 1
Perdas: -x-

Citação :
Nero Blackwater:

Posts: 35
Ganhos: Garrafa de bebida (0/10), bilhete, mapa da cidade, mapa do zoológico, tinteiro (8/10), pena, 300.000 berries, carne, saco vazio, isqueiro (8/10), algemas e pistola
Perdas:200.000 berries
Vício: 5/10

Citação :
"Doctor":

Posts: 3
EdC: 0
Ganhos: -x-
Perdas: -x-

Citação :
Vlad Nishiyama RESETOU:

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Buggy
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptyDom 19 Jun 2016, 11:30


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Refugiados



A decadência humana... Todas estas pessoas estão no fundo do poço, não têm mais nada. É, realmente, uma tragédia. Um enorme peso na minha consciência me importuna quando penso que eu fui uma das causas de tudo isto. Nunca imaginei que os animais fossem causar tanto estrago. Mas, bem, não se pode chorar sobre o leite derramado. Eu ajudei a causar uma catástrofe, mas foi pelo meu próprio bem. Sim, é egoísta, mas não deixei o circo para salvar o mundo. Abandonei aquela vida para me salvar.

A multidão está claramente abalada. As emoções estão à flor da pele, e isto quer dizer que eles podem facilmente ser manipulados. É apenas necessário canalizar a tristeza, o desespero, o ódio e a ira que os refugiados estão sentindo, e usar todas estas forças para o meu proveito. Apenas tenho de me certificar que nenhum caçador está aqui, e poderei usufruir de toda esta instabilidade psicológica.

Entraria na embarcação, tentando arranjar um pequeno espaço por onde eu possa me espremer com Shira. Porém, antes de embarcar, procuraria por qualquer homem da justiça: um caçador, um marinheiro, um agente...  Então, aguardaria que zarpassem, sempre atento com meus arredores. Não quero que um pequeno larápio pegue meu dinheiro tão duramente merecido; caso alguém chegasse perto, eu mostraria minha pistola, discretamente, apenas para lhe assegurar que ele não pegaria a quantia sem qualquer consequência.

Assim que estivéssemos em alto mar, eu erguer-me-ia, e andaria até o ponto mais elevado da embarcação, caso não houvesse nenhum homem da justiça a bordo. Visto por todos, eu chamaria a atenção das pobres almas no barco, e bradaria, minha voz exprimindo uma clara determinação, mas também pesar e revolta:

Homens! Vocês não acham isso um absurdo? Por causa de uma falha do governo, do clã Ant-bullet, que permitiu que pequenos larápios e delinquentes destruíssem nossas casas, surrupiassem nossas fortunas, vandalizassem nossos tesouros, queimassem nossas terras, nós teremos que nos mudar! Pois eu digo, Malkiham Island pertence à sua população! Nós devemos exigir nossos direitos, de ter uma segurança, uma residência digna! Nós devemos reivindicar uma reconstituição de tudo que perdemos! O governo não pode simplesmente nos mandar resolver nossos problemas em outro lugar! Eu digo, basta! Basta as corrupções e truques sujos de Krieg, basta a irresponsabilidade do clã Ant-Bullet! Devemos nos mobilizar! Devemos até recorrer à violência, se eles não nos escutarem! Em Wars, nós devemos ocupar um local público, para que Krieg, em seu trono confortável, nos ouça! Devemos reivindicar nossos direitos!

Meu discurso seria inflamado, visando mobilizar toda aquela multidão. Seria, digamos, uma retribuição para Kotomine por tudo que ele havia feito. Criar militantes da revolução, enquanto eu mesmo me beneficio! Já era mais que hora de eu ser o ventríloquo neste show de marionetes! Afinal, mover massas é muito mais simples que mover um indivíduo.

Caso algum homem se aproxime de mim com intenções não pacificas, eu pularia para o meio da multidão, a mão sobre a pistola, e pedindo por ajuda da massa. Iria em direção de Shira: afinal, um chute no meio de um aglomerados destes seria mais seguro que um tiro.








OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptyDom 19 Jun 2016, 15:48

Página 12 ⁞ Post 34  ⁞ Status: Normal


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Rumo a Wars

Fomos guiados para o barco, e entraria nele, a nossa passagem para longe dos problemas que aquela ilha tinha a nos oferecer. Era com pesar que observava todas aquelas pessoas ali, desabrigadas, buscando a esperança do inicio de uma nova vida.

Não me sentia culpado, aquilo aconteceria de um jeito ou de outro com eles. Os revolucionários teriam libertado os animais e causado aquele alvoroço todo, só fizemos pegar carona em suas ações. E eu não era tão diferente deles, estava buscando uma nova vida que nem todas as pessoas infaustas ali.

Estava na companhia de Nero, e ficaríamos bem ali, tínhamos como nos defender. Isso, se não houvessem caçadores ali, o que eu esperava que não, podíamos lidar com um ou outro, mas isso causaria um imenso alvoroço. Todas aquelas pessoas estavam na miséria, eu não podia salva-las, e nem era da minha conta suas vidas, a minha cabeça estava por um fio e não estava em uma posição tão melhor que eles.

Era admirável o trabalho que o clã Ant-Bullet exercia naquela cidade, eles não eram por si mal elementos, mas uma vez que estavam do lado inimigo eu não podia fazer nada por eles. Espero que não sejam eles a estar comandando esse navio, e sim os revolucionários.

Nero parecia meio inquieto, era de se esperar. Pelo pouco que conhecia do homem, ele devia estar planejando algo, apesar de fraco, era bastante inteligente.

- Só não exagere - o alertaria, prevendo alguma trapalhada que ele pudesse fazer.

Observaria melhor o lugar, e tentaria me misturar com as pessoas ali, me atribuindo a mesma expressão triste e desolada deles com as minhas habilidades. Restaria esperar por chegar em Wars Island, estava cansado ainda e não podia me meter em confusão.


Spoiler:
 



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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptySex 24 Jun 2016, 22:41

Narração
Mesmo com essa confusão toda, além das condições físicas e mentais das pessoas, Nero não poderia deixar de pensar em maneiras de controlar a população a seu favor, bom, não diretamente mas talvez despertando a ira contida em cada um. Porém o homem sentia-se culpado de certa forma, afinal de contas também tinha sua participação na trama, por outro lado Shinra não acreditava que a culpa deveria cair em suas costas, pois para ele de um jeito ou de outro isso aconteceria naturalmente, típico pensamento de um defensor dos animais. De qualquer forma, os dois adentravam a embarcação sentando-se em alguns espaços de madeira ainda vagos, não era algo completamente confortável, mas suficientemente bom para uma carona.

O atirador desconfiado fitava as redondezas em busca de justiceiros por ali, que possivelmente poderiam se aproveitar da fraqueza da situação para tentar algo, mas aparentemente não conseguia localizar nada, ao menos não com as características clássicas de alguém assim. Já o taekwondoka se esgueirava entre as pessoas do local, procurando manter-se discreto, sua expressão mudava aderindo ao padrão do barco, rosto triste e desolado como a maioria. O barco entrava em movimento rumo ao seu destino, entrava nos longos cursos marítimos balançando mais que o esperado, enquanto a única terra visível era a triste ilha de Malkiham Island repleta de destruição. Assim como alguns de seus habitantes que rumavam para outro local em busca de uma vida nova, em alguns outros barcos espalhados pela região.

Era nesse cenário que Nero planejava iniciar seu plano, com palavras pretendia conquistar o carisma daqueles cidadãos desesperados e sem objetivo de vida, cheios de necessidades, mas mais vulneráveis que o normal para algum tipo de manipulação. Nero erguia-se de pé passando a caminhar até algum ponto mais alto que o normal, acabava por encontrar uma espécie de degrau que levava até a parte navegável do navio, local onde estava o navegador direcionando o leme. Prosseguia para iniciar seu discurso, na tentativa de despertar a revolta e indignação sobre os homens que lá estava, sendo assim passava a subir os degraus e se aprontar para as falas, mas não antes de ser alertado pro Shinra.

- Só não exagere. - Comentava, para quem sabe evitar ações inoportunas por parte do homem.

- Homens! Vocês não acham isso um absurdo? Por causa de uma falha do governo, do clã Ant-bullet, que permitiu que pequenos larápios e delinquentes destruíssem nossas casas, surrupiassem nossas fortunas, vandalizassem nossos tesouros, queimassem nossas terras, nós teremos que nos mudar! Pois eu digo, Malkiham Island pertence à sua população! Nós devemos exigir nossos direitos, de ter uma segurança, uma residência digna! Nós devemos reivindicar uma reconstituição de tudo que perdemos! O governo não pode simplesmente nos mandar resolver nossos problemas em outro lugar! Eu digo, basta! Basta as corrupções e truques sujos de Krieg, basta a irresponsabilidade do clã Ant-Bullet! Devemos nos mobilizar! Devemos até recorrer à violência, se eles não nos escutarem! Em Wars, nós devemos ocupar um local público, para que Krieg, em seu trono confortável, nos ouça! Devemos reivindicar nossos direitos! - Discursava o atirador de forma confiante.

Passavam-se alguns momentos de silêncio, onde as pessoas aderiam o que estavam acontecendo, e logo, segundos depois passavam a levantar suas mãos e gritarem concordando com as palavras, alguns por sinal sem nem saber do que se tratava. Dessas palavras em diante, Nero parecia estar mais popular que o normal entre aqueles indivíduos, com Shinra era um pouco diferente pois muitos deles não sabiam sobre a ligação entre os dois. De qualquer forma o jovem apenas desejava descansar, ainda mais após os últimos acontecimentos, entretanto provavelmente não seria possível tão cedo agora que algumas pessoas se aproximava de Nero, e consequentemente do Taekwondoka devido ao discurso.

Primeiramente, uma espécie de tumulto acontecia com falas de todo o lado, mas logo passava e deixavam eles em paz, porém um deles ainda estava lá, era um homem de meia idade com vestes negras, cabelo encaracolado e olhar indiferente no rosto. Possuía um pingente com uma moeda pendurada, carregava-o em mãos e se aproximava de Shinra enquanto puxava papo com Nero.

- Uhuhu. Boas palavras meu senhor, muito bem falado. Você leva jeito para essas coisas, e tem alguns truques interessantes, mas o que acha disso? - Elogiava e questionava ao mesmo tempo, enquanto passava a balançar a moeda diante os olhos de Shinra e prosseguindo com suas intenções. - Quando eu encostar na sua testa, você irá dar um cochilo, estou vendo nos seus olhos que já está cansado, uhuhu. - Cochichava para o jovem, em seguida colocando os dedos na testa de Shinra, que caía para trás dormindo na mesma hora, mas antes de chegar ao chão era aparado por uma mulher.

O homem estranhamente estalava os dedos e fazia com que tudo voltasse ao normal, gargalhando um pouco após o fim da performance, voltava sua atenção para Nero esperando uma reação por parte dele. Enquanto isso Shinra acordava, deitado sobre o colo de uma mulher loira de olhos azuis, que por sinal lhe encarava esperando que estivesse bem, mas logo tomava a palavra, verificando suas condições.

- Bom menino, esta tudo bem com você? - Questionava, antes de direcionar seu interesse para outro assunto. - Olhaa, mas que pelo instrumento que você tem Aqui! Não seria nada mal me deixar tocar um pouquinho, vai só um pouquinho, posso? - Insistia balançando as mãos, tentando convencer Shinra de sua própria maneira.

Off:
 

Histórico do Buggy:
 

Histórico do Kekzy:
 
 
Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS


____________________________________________________


Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptySab 25 Jun 2016, 11:49


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

Hipnose



Como assim? O que diabos este estranho acabou de fazer com Shinra? Ele simplesmente o fez dormir com um leve toque... Seria isso... hipnose? Já ouvi falar de algumas pessoas que usavam estes truques, apenas rumores, mas eu nunca realmente havia visto um hipnotizador em ação. E é impressionante. A utilidade desta técnica é indiscutível! Imagine as possibilidades! Porém... eu mal entendo o que ele fez exatamente! O único jeito de aprender esta coisa maravilhosa seria pedindo ao home para que ele me ensinasse... Ugh... Espero que ele não peça nada em troca.

Hmm, vou deixar Shira só com aquela senhora. Afinal, parece que ela está louca pelo seu violino! Heheheh! Pois bem, vou conversar com aquele homem estranho; ele pode me ensinar coisas que eu realmente quero saber. Vou tentar fazer com que fiquemos um pouco mais isolados; o tumulto que causei já havia se acalmado, mas mesmo assim seria preferível não haver intromissões. Ajeitando meu chapéu, andaria calmamente até o estranho. Ele é bem parecido comigo, a bem da verdade: vestes escuras, meia-idade... Quem sabe conseguimos nos entrosar. Perto dele, começaria a falar, a voz séria:

Parece que você nocauteou meu amigo, não é? Bem, sabe o que faço com pessoas que mexem assim com meus companheiros? Eu abriria  um sorriso neste momento, para estabelecer uma cumplicidade. Eu lhes peço para me ensinar como fazer isso. Heheheheh!





~Aprendizado Perícia Hipnose ~






Huhuhu... Então você quer aprender a hipnotizar? Bem, pelo discurso que ouvi, você já é bem habilidoso com palavras!

O homem me leva a um lugar mais calmo do barco, perto do navegador. Ele sorri discretamente, segurando seu pingente.

Mas é claro que quero, hehehe! São belos truques, estes que você faz. Acho que um homem como eu faria bom uso dele, não é?

Pisco para o homem, e ele solta uma gargalhada abafada. Sentamo-nos sobre um degrau da embarcação, perto do leme, e o estranho começa a explicar. Sua voz é calma e melodiosa, como se fosse de mel.

Muito bem. Irei te ensinar, e veremos o preço depois. Huhuhuhu! Meu amigo, a hipnose é uma técnica bem recente. Ela consiste em fazer o alvo, que pode até mesmo ser você, entrar em um tipo de transe: neste momento, o sujeito estará com a atenção focada no hipnotizador, enquanto sua consciência não consegue perceber outra coisa que não seja você; tudo isso causa uma certa fragilidade mental, onde o homem é extremamente suscetível a sugestões. Por exemplo, eu apenas sugeri ao seu amigo que ele dormisse, e ele acatou minha ideia. Huhuhuhu...

É muita informação em um espaço de tempo muito curto, mas eu sinto que entendi tudo. Além do mais, aquilo é perfeito para mim! As pessoas iriam ser manipuladas com extrema facilidade! Um sorriso em meu rosto, balanço a cabeça em aprovação, perguntando:

Heh, entendi. Então hipnose é deixar o sujeito a sua mercê. E como chego a esse estado?

Ora ora, seu bonachão. Não é exatamente estar a sua mercê, mas acho que você entendeu o sentido. Agora, para conseguir hipnotizar alguém... aí vem a parte mais difícil. Melhor você se preparar.

Acomodo-me melhor sobre o degrau, sacando meu tinteiro e o mapa da cidade. Nunca mais ia precisar daquilo mesmo. Melhor guardar como caderno de notas! Assim, começo a anotar o que o homem falava.

Antes de tudo, o sujeito deve estar relaxado. O ambiente deve estar silencioso, e deve se ter certeza que não haverá quaisquer interrupções. Isto pode levar a hipnose por água abaixo, ou, pior ainda, destruir completamente a mente do sujeito. Tome cuidado com isto. Bem, além do ambiente, você deve induzir o alvo a relaxar: com palavras ou gestos. As palavras devem ser monótonas, lentas, calmas. Elas não devem mudar bruscamente. Os gestos devem ser como as palavras: lentos, calmas, graduais. Olhe, vou fazer uma demonstração com você.

Ele me faz deitar, e eu olho ele com um certo receio. E se alguém interrompesse? Era um risco a ser tomado. Deitado, ouço as palavras do homem, calmas, sem sentimentos, melodiosa:

Acalme-se, amigo. Relaxa seus ombros, seu pescoço, sua coluna, seus braços, seus quadris, suas pernas, seus pés. Não há por que se preocupar. Agora, imagine uma luz justo atrás de sua cabeça. Ela está ao lado de cérebro, e escorre lentamente até o pescoço, passa ao lado de seu coração, se espalha em sua barriga. Acalme-se, relaxe.

Nesta altura do campeonato, eu estou tonto, quase dormindo. É uma sensação tão pacifica... Até o homem estalar os dedos a frente de meu rosto. Sobressaltando, saio da breve transe. Estou assustado! Tão facilmente me deixei ser levado... Deus.

Viu? O truque da luz é usado muitas vezes, assim a mente também é relaxada. Percebeu o tom de minha voz também? Vamos lá, tente comigo.

Ce-certo. Vamos começar. Calma, amigo. Relaxe seu corpo. A cabeça, o pescoço, os ombros! Eles estão tensos demais, deixe seus músculos a vontade. Relaxe as pernas, os braços. Agora... É...

A luz! Ah, você esqueceu! Se você não se lembrar, apenas continue pedindo para que relaxe o corpo, até relembrar a parte mental! E não fique mudando de tom de voz! Olhe, não precisa que seja realmente uma luz; pode ser qualquer coisa, contanto que o movimento dela seja lento, calmo, e no interior do corpo do sujeito. Na verdade, este truque é para que ele se concentre em seu interior, assim fechando sua consciência periférica. Vamos lá, tente de novo.

Acalme-se, senhor. Relaxe seu corpo inteiro; os músculos rígidos devem desaparecer. Respire fundo, amoleça seus ombros, seu pescoço, seus braços, suas pernas. Agora, imagine, mel escorrendo no interior de seu corpo. Ele sai de cima de seu cérebro, escorrendo lentamente para o pescoço, e chegando ao peito. Ele envolve seus órgãos, e continua escorrendo para baixo, raspando em suas paredes corporais...

AHhhhhh! Ufa, quase entrei em transe! Se você um pouco melhor nisso, eu podria ter sido hipnotizado. Muito bom, realmente muito bom. Você leva jeito. Agora vou te ensinar a induzir sugestões durante a transe, e como tirar o sujeito dela. Pegue suas notinhas, huhuhu! Pois bem, vou começar a explicação. Sua voz DEVE, imperativamente, se manter no mesmo tom. Se, neste momento de transe, o sujeito levar um choque, todo seu psicológico pode ser abalado. Calmamente, apenas sugira ações para o sujeito, que ele as aceitará e as cumprirá. Após isto, conte até três, e estale os dedos em frente aos olhos do alvo, que ele sairá da transe. Hum, acho que você entendeu o básico. Por que não tenta com um dos refugiados, estas pobres almas?

Ele então chama um dos homens, ele é pequeno e franzino. Meu professor temporário o faz deitar. Ele ainda está desconfiado e receoso, mas confia em mim após o discurso que fiz. Ele estando devidamente acomodado, começo a falar, minha voz como me foi instruído:

Não se preocupe, você não sentirá nada. Relaxe seu corpo inteiro; os músculos rígidos devem desaparecer. Respire fundo, amoleça seus ombros, seu pescoço, seus braços, suas pernas. Agora, imagine uma luz dançando atrás de seu crânio. Ela dá algumas voltas nele, e desce lentamente até o pescoço. A luz roça nas paredes de sua garganta, e segue até o braço direito, lentamente, tocando na ponta dos cinco dedos. Depois, a luz vai ao seu peito, e encosta em todos os órgãos: ela lambe o coração, o pulmão, e chega à barriga. Relaxe. Você agora está em transe.

Ele estava com os olhos ao céu, vidrado. Ele nem parecia estar no mesmo mundo que nós. Sua boca aberta, ele parecia estar quase desmaiado, ou mesmo morto. Olho para o meu professor, e ele faz sinal para que eu prossiga.

Agora... o que acha de se levantar? Dito e feito. O homem se ergueu, sem nem mesmo perceber o que estava fazendo. Agora, erga você está dentro do mar. Está vendo? Peixes estão te envolvendo, a corrente te puxando... Mas você respira sob a água.

Para minha surpresa, o homem está nadando no ar, esticando o braço para agarrar alguns peixes que estão em sua imaginação. A hipnose parecia ter funcionado. Mas era hora de parar. Estalei os dedos na frente de seu rosto, e ele caiu no chão, se contorcendo loucamente.

Deus, o que eu fiz?!

Mas o homem cuidou da situação, agarrando o refugiado firmemente e dizendo:

Calma, calma. Quando eu contar a três e estalar os dedos, você irá acordar. UM, DOIS, TRÊS!

Durante a contagem, ele me olha, com um rosto de desaprovação. Eu esqueci de contar até três, e lhe dizer de acordar! Burro! O homem se levantou, de volta ao normal, porém com uma certa dor de cabeça. Esta passou perto.

Hum, acho que você entendeu como hipnotizar. Só tome cuidado para não esquecer a contagem e ordem!

Agradeço ao meu professor, um sorriso no rosto, porém os olhos repletos de decepção. Mas, afinal, quem acerta algo tão difícil de primeira?

[center]

~ Fim do Aprendizado~


Assim que desembarcássemos em Wars Island, eu procuraria por algum bar. Estava morrendo de sede, sobretudo sede de whisky. Chamaria Shira, e iríamos até um destes estabelecimentos. Lá, pediria por uma boa e velha garrafa de whisky, e pagaria a soma. A outra havia sido sacrificada para minha sobrevivência, mas juro que farei excelente uso desta! É uma promessa, whisky!

Minha preciosa bebida em mãos, eu partiria até a estação de zepelins. Tenho que me afastar ao máximo destes caçadores sanguinários, ou posso acabar sendo esfolado e esquartejado ao mesmo tempo. Chegando lá, com Shira, pediria dois ingressos para... bem... seria bom ir a uma das ilhas mais próximas da Grand Line. Loguetown, Baterilla, Ilusia... Por que não Ilusia? Sabe se lá o que o Destino me reserva lá. Compraria dois bilhetes para o zepelim rumando a Ilusia, e embarcaria. Quanto mais longe deste maldito clã Ant-Bullet, melhor.






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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptyDom 26 Jun 2016, 20:01

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Misterioso

A viagem seria longa, mas apenas a ideia de estar ali, navegando novamente e construindo um novo futuro me deixava em uma situação familiarmente confortável.

Não me esqueceria dessa ilha, Malkiham, pois foi aqui que tive a minha primeira aventura de verdade, a primeira faísca de liberdade que poderia ter em minha vida. Era bom gozar de livre arbítrio para fazer o que bem entendesse, apenas seguindo os meus instintos mais naturais. Era a sensação de ser livre que eu almejava, e aquele era apenas o começo da minha história. Talvez, muito provavelmente, eu não ganhe fama alguma com tudo o que aconteceu aqui, mas havia feito aquilo que me deu vontade, conceder a tão sonhada liberdade para aqueles animais. Além disso, havia saído dali com um novo companheiro, o qual eu já sentia uma certa confiança, apesar de ser cedo para criar laços tão fortes. Então, não é como se Malkiham tivesse ficado para trás, ainda carregávamos um pouco dela conosco.

Falando em Nero, ele continua a me impressionar, é um velho inteligente em minha concepção, e esperto em tudo que se diz respeito. No entanto, não sei bem os seus objetivos com todo esse teatro. Ele ficou bem popular após um discurso, bem elaborado a princípio, explorando em muito dos sentimentos desses refugiados que nos rodeiam. Talvez seja uma forma de se vingar do clã Ant-Bullet, ou quem sabe uma forma de nos promover segurança aqui no barco, caso algum caçador de recompensa daquela organização tenha embarcado será muito fácil livrar-se dele a partir de agora.

Destarte, acho que ele acabou exagerando um pouco, e atraiu atenção demais. Vejo um estranho aproximar-se dele, sinto certa ardilosidade vinda dele, além de uma aura misteriosa. Ele parece bastante confiante e nada abalado com toda aquela situação, diferente da maioria esmagadora daquele pequeno navio. Eu devia observar isso, é um fator importante, identificar quem é quem aqui, para evitar maiores problemas. Ele se aproximava de mim, enquanto mantinha a conversa em aberto com Nero. Uma distração. Posso presumir que ele saiba da nossa relação.  Ele se aproxima demais, mas não demonstra nenhum sinal nítido de más intenções. Ele possuía um pingente, que logo me chamou a atenção, e antes que eu pudesse reagir o estrago já estava feito. Tudo ficou preto.

***

Acordei assustado, com a imagem de uma moeda gravada em minha mente. Foi tudo muito de repente, e também inesperado. Não cheguei a pensar que encontraria alguém aqui dotado de tais habilidades. Ele era um ilusionista, é claro, reconhecia - talvez um pouco tarde demais - ele como tal por na minha antiga trupe existir alguns com os mesmos dons. E devo dizer que nem entre um grupo dos mais variados artistas era um conhecimento comum.

Percebi então - mais uma vez atrasado - que estava deitado sobre o colo de uma bela donzela. Seus cabelos brilhavam como o sol, e seus olhos eram mais claros que o céu. Era uma dádiva concebida pelos deuses para aquele mundo. Se o destino permitisse, quem sabe ela não estava ali para encantar a minha vida. Suas doces palavras entoavam meus ouvidos, e eu me encontrei em meus devaneios, pouco prestando atenção em seus dizeres, mais fissurado em sua beleza. Estava radiante de encontrar um tesouro tão rico em um lugar tão triste, era um arco íris em meio a um céu triste, repleto de nuvens escuras e sem vida. Apesar de toda ilusão criada por mim, havia captado o seu pedido, mas o meu violino era apenas meu, e não deixaria nem a mais linda mulher por suas mãos nele. Entretanto, não me era certo ser rude com uma mulher.

- Sua presença é uma honra e agradeço seus cuidados - recobraria a postura, oferecendo a minha mão para ajuda-la a levantar-se também  - Mas ao invés disso, deixe-me oferecer uma canção, uma tão bonita como a senhorita - ficaria em postura para tocar, a impecável posição de um verdadeiro violinista. Caso ela aceitasse, puxaria o arco do instrumento e correria pelas notas. Era uma música não só para ela, mas para alegrar todos ali, e seria tão alegre quanto as emoções que ela me proporcionara. Se ela realmente insistisse, tentaria adiar o quanto possível puxando conversa - É uma artista também?

Feito isso, me voltaria para Nero, ele parecia estar aprendendo coisas interessantes com aquele ilusionista. Pensando bem, combina bastante com o velho, e se é verdade que a arte corre em suas veias creio que ele seja capaz de introduzir-se nos caminhos das ilusões. Mas quanta ousadia dele, já estar evoluindo a esse ponto, conheci pessoas que nem chegaram perto de realizar tal façanha, e se ele está buscando algo novo e ficando mais forte - com certeza ele conseguirá mesclar isso com suas artimanhas -, eu não posso ficar para trás, caso queira o acompanhar nessa jornada.

Esperaria o ilusionista terminar o que tinha de ser feito com Nero e o abordaria assim que possível. Sairia dali com algo a mais, um conhecimento que me agregaria algo, uma habilidade que potencializaria minhas capacidades. Se entraria nesse mundo obscuro com Nero, precisava estar apto para tal, não está nos meus planos repetir o mesmo sufoco passado no futuro.

- Senhor, vejo que é tão habilidoso com os truques quanto em esconder sua presença, você estava a nos observar antes, não é? E ao menos pudemos perceber. Se é capaz de passar seus conhecimentos para o meu amigo,  tamém poderia me conceder tal favor?   - o abordaria na primeira oportunidade, quando as atenções não estivesse mais voltadas para nós.

~Início do post de perícia: Furtividade~

Além dos truques que nos havia mostrado, o ilusionista também sabia como ser furtivo. É uma habilidade interessante, e extremamente útil, se bem usada. E eu consigo imaginar algumas centenas de possibilidades para aplicar esse conhecimento. Se eu já o possuísse as coisas teriam sido mais fáceis no zoológico. Mas é aquele ditado, né? Antes tarde do que nunca.  

Quando começamos então? — me pronunciei, apressado.

Já começamos, garoto — ele me respondeu.

Não compreendi, a princípio. Ele falava de um modo tão misterioso quanto o próprio era.

Esse barco está lotado, seu dever é não chamar atenção, ser o menos ruidoso possível, não atrair olhares, ser invisível. Você acha que consegue?

Não. Eu tenho certeza — abri um sorriso orgulhoso. Era hora de mostrar o meu potencial. Ele pareceu aprovar a minha reação.

Sente-se ai e me escute, primeiro você precisa de alguns ensinamentos teóricos — ele ordenou. Como estava no papel de aprendiz, apenas obedeci. Cruzei as pernas e me sentei, erético.

Ele andou de um lado para o outro, com a mão no queixo, estava pensando. Talvez escolhendo as melhores palavras para transmitir a ideia que queria, ou até ponderando se realmente devia me ensinar. Não iria saber se não perguntasse, mas não optei por interrompe-lo.

Ótimo, você é quieto. Eu gosto desse silêncio — assenti com a cabeça. Foi um teste? — Se você fosse impaciente eu pararia de te ensinar nesse exato momento, mas você parece ter o que é necessário. Ser furtivo exige não só habilidade, mas uma enorme paciência, saber agir no momento certo. — continuei a assentir com a cabeça, sem fazer nenhum ruído, atento.

Se esse foi um teste, foi fácil demais.

Você sabe como os animais conseguem se mover tão silenciosamente, garoto? Mesmo na mata, pisando em folhas, algumas espécies são capazes de manter-se tão quietas que o único som que você escuta é o do vento. Sabe como eles fazem isso? Instinto. Você deve se adaptar ao ambiente, não ir contra ele, mas fluir com ele — ele deu uma pausa.

Repeti as palavras com ele. Se adaptar ao ambiente, fluir com ele. Um lampejo de compreensão acendeu em minha mente. Isso era exatamente o que eu tinha feito ao entrar ali. Me misturar ao ambiente, adaptar-se. Adotar a mesma postura que os outros ali presentes para não ser notado. Devo ter deixado isso transparecer em minha expressão, ele conseguiu ler meus pensamentos com clareza.

Isso mesmo. Você foi furtivo sem saber, mas isso é apenas uma parte do que engloba realmente a furtividade. Seu amigo, por exemplo, foi o contrário, extravassou e chamou muita atenção — eu entendi suas palavras.

Fiz uma pequena reverência. Ele era sábio em relação a isso, e eu o aprendiz. Reconhecia minha posição. Ele arqueou as sobrancelhas surpreso, não devia estar esperando tantos modos assim. Entretanto, nada falou.

Você precisa prestar atenção no ambiente. Desenvolver uma mentalidade para isso. Darei alguns exemplos, se você está em uma floresta e tem um galho na sua frente,  você não deve apenas se abaixar, você tem que tomar cuidado com as folhas e fazer isso com cuidado, para evitar seu farfalhar. Isso pode fazer a diferença entre ser notado ou não. Entre a vida e a morte. — continuei a assentir — Procure sempre andar perto de coberturas, como um animal faria, evite lugares abertos, os obstáculos estão ao seu favor, lembre-se. Sabe, alguns acham que ser furtivo é apenas não produzir sons, mas não é só isso, você provou isso para si mesmo hoje. Agora, foco. Outra coisa importante é: mantenha um ritmo, faça seus passos estáveis; pense no modo como um gato se move ao perseguir uma presa. O som de seus passos devem ser mínimos e uniformes, sons aleatórios são notados com mais facilidade.

Tudo isso fazia sentido na minha cabeça. Usar o ambiente ao meu favor. Manter-se estável e com passos uniformes. Ele continuou, aquela era apenas a parte teórica. Seria fácil captar as informações, eu era bom nisso. O verdadeiro desafio começava com a prática.

Mova-se próximo ao chão. Ao se agachar, você utiliza menos força nos passos, fazendo menos barulho. Distribua bem o peso entre os seus músculos, também utilize os braços, não fazer uso deles é um erro de principiantes. Também existe uma forma ideal de se pisar, não pise com o calcanhar primeiro, isso era produzir um ruído e assim é mais difícil adaptar-se a irregularidades no terreno, abuse das pontas dos dedos. Nunca escolha um caminho só por que ele é curto, escolha aquele que te deixa menos visível, entendido? — fiz que sim com a cabeça, repetindo mentalmente.

Uma vez que fizesse isso, não esqueceria mais. Mover-se próximo ao chão. Distribuir o peso na musculatura. Utilizar os braços. Pisar com as pontas dos dedos. O melhor caminho é aquele que te deixa menos visível. As lições iam ficando mais densas, ele estava com receio de eu não captar tudo? Ele subestimou a minha capacidade mental. Isso era fácil, até demais.

Essa é importante: saiba quando ficar parado. Muitos cometem erros ao não saber a hora de parar e esperar. Paciência é um dom. E lembre-se, sempre esteja no controle de sua respiração, com bons ouvidos é possível encontrar uma pessoa apenas com o som de uma respiração alta, o mesmo vale para os seus batimentos. Respire de forma lenta e constante, não use a boca, apenas o nariz, a saliva produz muito barulho. Parece besteira, mas não é. Você também terá que muitas vezes passar por locais difíceis, ser flexível e bom com acrobacias é uma grande vantagem, se souber fazê-las em silêncio. Seja tranquilo como águas calmas — eu abri um sorriso indiscreto para ele. Ele captou a mensagem.

Saber a hora de parar e esperar. Controlar a respiração e os batimentos. Tranquilo como águas calmas












~ Fim do post de perícia ~

Nosso primeiro objetivo era se distanciar dos caçadores o quanto pudêssemos, sabe-se lá quantos mares eles seriam capazes de atravessar por vingança, era melhor garantir nossa sobrevivência. E apesar de ser contraditório, iríamos buscar isso na chamada Grand Line. Desembarcando em Wars Island, buscaria um local para acalmar os ânimos, Nero com certeza nos conduziria para algo assim. Não tinha interesse de obter nada ali, apenas chegar o mais rápido possível para o nosso destino, e acompanharia o velhote para a ilha que nos parecesse mais conveniente.


Spoiler:
 





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Última edição por Kekzy em Seg 11 Jul 2016, 22:19, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptyTer 28 Jun 2016, 00:03

Narração
Enquanto Nero se ocupava com as multidão que lhe cercava devido as suas sábias palavras, Shinra conseguia algum momento sozinho para analisar melhor as coisas, e com clareza ver tudo o que havia conquistado durante sua jornada em Malkiham. De fato haviam causado um tumulto, mas não se pode se prender apenas a coisas ruins, afinal de contas todos aqueles animais do zoológicos continuariam presos se não fosse por sua bravura, uma ideia que o jovem simplesmente não poderia conviver. Entretanto a sensação de liberdade tanto para os libertos quanto para quem o fez, era algo inigualável e só poderia trazer mais motivação para seguir em frente rumo ao desconhecido, apesar de que o atirador não possuía tanta convicção quanto a isso.

Nero percebia a felicidade e liberdade de outra forma, uma forma mais racional do que física, talvez até mesmo por sua experiência e conhecimento mundano devido a idade, algo que ele sempre buscava por mais. Acabara de influenciar uma multidão com suas próprias intenções, certamente algo a ser dado mérito, mas não o suficiente para satisfazer o atirador, que por sinal não poderia deixar de notar as habilidades de um homem em meio aos demais, apenas com um toque conseguia derrubar seu parceiro. Shinra nem sequer conseguia sentir a presença do ilusionista enquanto ele se movimentava, era pego de surpresa e, logo quando o garoto finalmente compreendia as palavras e poderia pensar em alguma coisa, já estava na escuridão dos sonhos com seu corpo em queda. Algo que era evitado não muito tempo depois, por uma mulher jovem e bonita.

- Parece que você nocauteou meu amigo, não é? Bem, sabe o que faço com pessoas que mexem assim com meus companheiros? Eu lhes peço para me ensinar como fazer isso. Heheheheh! - Falava Nero comicamente, logo após ver que seu amigo estava bem e a salvo.

O ilusionista não aparentava ser do tipo "professor", mas por gostar do jeito de Nero e seu modo de agir, decidia por aceitar sua proposta e lhe ensinar tudo o que possuía conhecimento, algo que poderia facilitar, e muito, as coisas para o manipulador, sendo assim partiam para outro local estando um pouco mais Isolados (Aviso: perigo de morte) dos demais antes de prosseguir. Não demoravam muito para encerrar as formalidades e partir para os ensinamentos, mas enquanto isso quem possuía algo a mais para resolver era o Taekwondoka. O jovem voltava a consciência acordando de seu pequeno transe induzido, e já dava de cara com uma linda mulher lhe fazendo uma série de perguntas, o qual provavelmente não possuía respostas específicas, deixando a comunicação cada vez mais complicada.

- Sua presença é uma honra e agradeço seus cuidados. Mas ao invés disso, deixe-me oferecer uma canção, uma tão bonita como a senhorita. - Respondia Shinra, enquanto erguia-se de pé novamente com a ajuda da moça.

- Ah, obrigada! Uma canção? - Agradecia, questionado ao mesmo tempo, mais como algo retórico. - Claro, tudo bem. Me mostre sua melhor música! Aceitava, fazendo um pedido, que também servia como incentivo.

Shinra animado tocava uma música que preenchia harmoniosamente os ouvidos de todos naquele barco, de fato uma melodia animadora, que por sinal também deixava exposto seus sentimentos naquele momento. Algo que certamente chamou a atenção da garota e conseguiu lhe arrancar um sorriso. Não havia sido a maior das canções, mas o suficiente para agradar quem estivesse prestando atenção na sincronia das notas, inclusive o ilusionista que terminava as explicações e assuntos a serem tratados com Nero. Não demorava muito para que o jovem saísse de perto da garota, atrás do homem que ajudava seu amigo, afinal de contas Shinra também buscava por conhecimento e de forma alguma queria ser deixado para trás nesse quesito.

- Senhor, vejo que é tão habilidoso com os truques quanto em esconder sua presença, você estava a nos observar antes, não é? E ao menos pudemos perceber. Se é capaz de passar seus conhecimentos para o meu amigo, também poderia me conceder tal favor? - Questionava ao ilusionista, também procurando por um professor.

- Uhuhu, então o que temos aqui é raro. Aliás uma bela combinação por sinal, melodia e palavras, isso forma uma bela dupla. Bom garoto, não posso garantir que sou tão bom como você pensa mas tento faço o possível, entretanto com você não deve ser difícil aprender o que deseja, afinal de contas é preciso uma concentração e tanto para entrar em transe sem nenhum relaxamento. - Respondia elogiando o garoto, logo aceitando sua proposta, e agora era professor duas vezes em um dia.

Dessa vez era Nero que era deixado de lado devido ao aprendizado, e a garota que antes estava com Shinra agora passava a lhe observar conversando com o ilusionista, devido aos seus próprios objetivos. Entretanto a viajem se aproximava de seu destino final, já era possível observar as terras de Wars Island logo a frente, e não restava duvidas de que chegariam lá em mais alguns minutos. A mulher, anteriormente já tendo observado a proximidade entre os dois homens, se aproximava de Nero vagarosamente e se punha a observar o horizonte também aguardando pela chegada na próxima ilha, mas não ficava calada até lá, decidia por puxar papo.

- Esse seu amigo é bom mesmo com música, emm. Só não entendi ainda o que meu pai quer com vocês. - Comentava, passando a coçar a cabeça um pouco confusa, mas ainda sorridente com a situação, enquanto esperava que Shinra terminasse os assuntos com o ilusionista.

De qualquer modo o barco chegava até a costa de Wars, atracando sobre o porto onde chegavam ao destino final, logo em frente, como de costume, estava localizado uma taverna onde a maioria dos visitantes passava o tempo bebendo e conversando.

Off:
 

Ilusionista:
 

Loira:
 

Histórico do Buggy:
 

Histórico do Kekzy:
 
 
Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS


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Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptyTer 28 Jun 2016, 19:39


Post: Where: Malkiham Wheater: Time:

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Hmm... Então o pequeno Shira vai também ter algumas aulas com o ilusionista? Interessante... Provavelmente ele irá aprender o mesmo que eu. Realmente, a técnica parece muito útil, sobretudo para nós dois. Só espero que nós façamos bom uso disso. O mais surpreendente desta súbita decisão do garoto foi o fato dele deixar os braços desta bela dama. Afinal, nesta idade, geralmente, os jovens estão sobrecarregados de hormônios! Hehehe... A mulher é filha do ilusionista, então, talvez conheça algo de interessante. Não custa nada tentar descobrir, e puxar um papo. Minha voz melosa e calma, responder-lhe-ia:

Ora ora, senhorita. Ele realmente é bem habilidoso com a música; é seu dom, afinal. Hehehe... Charmoso o garoto, não? Me lembra a mim mesmo, quando eu era jovem: ambicioso, criativo, aberto. Me faz pensar em todos esses anos que gastei.

Só de pensar nisto, meu coração já aperta. Quantos anos foram jogados no lixo naquele simplório circo? Sim, devo admitir que ele me salvou de Micqueot, mas sem dúvida desperdicei tempo demais lá. Saí para o mar tarde demais, já estou velho, e o mundo está muito menos aberto para mim. Pelo menos o garoto ainda carregava as esperanças de uma vida inteira por sua frente; ele era cheio de esperança, de ambição e, sobretudo, de coragem. Algo que eu nunca tive. Meu punho se apertaria, pensando em como fui, e ainda sou, fraco. Sou um covarde manipulador; talvez um dia possa corrigir esses defeitos. Porém, velhos hábitos dificilmente se desfazem.

Mas eu não poderia matutar sobre isso por tempo demais. O passado está no passado, e tudo que posso mudar é o futuro. Deixar minha marca, compensar toda esta vida perdida... sim, sim. Esqueça tudo isso Nero. De volta à realidade, olharia para o mulher com um sorriso discreto, enquanto lhe diria:

Senhorita, seu pai tem uns truques na manga deveras interessantes. Hipnose, não é? Heheh, estamos partindo para o mar, tentando fazer nossos nomes, e precisaremos de todo o conhecimento possível para isso. Afinal, o conhecimento é a chave para tudo!

Aquela última frase poderia até ser usada como lema por mim. Sorridente, observaria o mar, os olhos vazios. Wars Island, a famosa ilha de Kurama. Uma pena que não posso ficar muito tempo ali: os caçadores provavelmente estão chegando em massa, revirando as ilhas vizinhas: tenho que pegar logo um zepelim e dar o fora deste Blue. A partir dali, ignoraria a mulher. Não que eu não goste dela, apenas que... desejo um tempo só. Para pensar em tudo e nada. Estou velho mesmo. Continuo a pensar, a ponderar sobre o passado, a me preocupar sobre o futuro...

Novamente, a crise de meia-idade me ataca. Droga! Preciso manter isso longe de minha mente, ou entrarei em depressão. Estamos chegando em Wars, e é melhor eu ficar atento! Assim que saíssemos da embarcação, pisando sobre o solo da ilha, olharia em volta de mim. Assim que avistasse o ilusionista ou a mulher, eu lhes diria, com um tom acolhedor:

Vocês foram muito gentis conosco, sabem? Hehehe... O que nos dizem de virem conosco? Planejamos ir a algum outro Blue!

Seria bom ter mais pessoas no grupo; afinal, aliados são mais úteis que qualquer outro truque existente. Se eu quisesse me tornar um figurão na escala mundial, não poderia fazer isso sozinho. Mas nada me impede de trocar constantemente de parceiros! Droga, droga! Estou pensando como um covarde manipulador de novo! Isso será um defeito difícil de corrigir.

Há algo que eu precise fazer antes de partir? Hum... Realmente, eu estou com sede. MUITA sede. Se eu não tivesse sacrificado o whisky... Droga, droga. Teria que ir até um bar para me revitalizar. Andaria com um passo apressado até algum estabelecimento, perguntando aos passantes se eles conheciam seu paradeiro. Assim que alcançasse um bar, entraria no local discretamente e pediria por uma garrafa de whisky. Pagaria o necessário, e deixaria o local rapidamente. Não quero me arrastar por essas bandas por tempo demais.

Minha preciosa bebida em mãos, eu partiria até a estação de zepelins. Tenho que me afastar ao máximo destes caçadores sanguinários, ou posso acabar sendo preso, torturado, morto. E eu realmente não quero isso. Chegando lá, com Shira, e talvez o ilusionista e sua filha, pediria dois ou quatro ingressos para... bem... seria bom ir a uma das ilhas mais próximas da Grand Line. Loguetown, Baterilla, Ilusia... Por que não Ilusia? Sabe se lá o que o Destino me reserva lá. Compraria dois bilhetes para o zepelim rumando a Ilusia, e embarcaria. Quanto mais longe deste maldito clã Ant-Bullet, melhor.





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MensagemAssunto: Re: I - A Step of Harmony   I - A Step of Harmony - Página 12 EmptyQui 30 Jun 2016, 16:26

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Rumo a GL


O
dia havia sido produtivo, e se eu tinha realmente aprendido algo que pudesse introduzir nas nossas futuras campanhas já estava valendo.

É interessante como você conhece novas pessoas quando viaja assim, desde que havia saído de casa várias personalidades bem peculiares esbarraram no meu caminho. Se na Grand Line houver pessoas ainda mais incríveis, com certeza é para lá que vou.

Eu e Nero formávamos uma boa dupla, agora nós dois fomos introduzidos na arte de manipular. Nero com truques, eu com música e palavras. Tenho certeza que o futuro nos reserva um monte de desafios. Posso não ser forte como muitos outros, mas com certa ardilosidade é possível derrubar inimigos ainda mais fortes.

Eu ainda não havia lhes tirado um nome, mas creio que eles não me ofereceriam. Como o revolucionário disse, os nomes são poderosos. Até Nero demorou para dizer o seu, enquanto eu fui demasiadamente ingênuo e entreguei o meu na primeira oportunidade. Não é coisa que se faça. Essa é uma das lições que irei levar daqui em diante.

De toda forma, com Wars Island já a vista, não posso fazer nada melhor do que apreciar a paisagem, e torcer para que eventos interessantes nos esperem. A adrenalina de antes, eu gostei de sentir aquilo, e quero mais uma dose de aventura. O nome da ilha já é bem sugestivo, e já ouvi falar sobre ela, enquanto navegava por esses mares com a minha trupe, porém não lembro de ter passado nela, por algum motivo.

É bom se distrair um pouco, não que eu precise, qualquer coisa já chama a minha atenção. E gosto de observar essas pequenas coisas, até por que é nelas que residem os pequenos detalhes que ninguém percebe, e que várias vezes já se mostraram úteis. Me despediria do ilusionista e de sua filha, é claro, prometeria que um dia voltaríamos a nos encontrar, se o destino quisesse.

Depois dessa viagem, precisávamos tirar um tempo, não gosto de lugares com tanta gente e preciso relaxar. Não quero ir para uma taverna, Nero parece esse tipo de homem, mas não estou afim de entrar nesses lugares tão decadentes. Prefiro esperar do lado de fora, e assim faria. Esperaria encostado na parede, do lado de fora, observando o movimento, era o que podia fazer de útil, enquanto provavelmente Nero iria procurar alguma bebida alcoólica de segunda, vi a tristeza em seus olhos na última vez que ele sacrificou a sua outra whisky.  

Aliás, não conhecemos a ilha, e acho adequado perguntar sobre onde ficaria a tal estação de zepelins, sendo assim perguntaria pela informação para alguma pessoa que identificasse como apta a responder e ao mesmo tempo que não pudesse me causar problemas. Quando Nero saísse, já esperava ter em mãos essas informações.

Seguiria para a estação, onde Nero compraria o meu ingresso, por que ele é rico, eu não. E assim partiríamos para onde quer que fosse, provavelmente para um lugar mais próximo da Grand Line. Tchau queridos Ant-Bullet.




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