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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 E Deus Disse: Que Haja Surras

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MensagemAssunto: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:21

Relembrando a primeira mensagem :

E Deus Disse: Que Haja Surras

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Ada Spice Rock. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptyQui 12 Maio 2016, 22:18

Após o incêndio, apenas cinzas restam. Por alguns segundos, os três combatentes ficaram sem reação, absolutamente atônitos. Da fumaça, a mesma figura imponente se mantinha, mesmo após tudo que passou, impecável como sempre. A fumaça subia pouco a pouco, revelando o que ela cobria: lá estava Sir Alonne, parado, o rosto virado para cima. o chão em volta dele era negro, coberto de fuligem. No centro daquele solo devastado, o cavaleiro fincava sua espada, e continuava imóvel. Se ele não estava morto, o que estava fazendo?

O primeiro a esboçar uma reação foi Ada, que se levantou, apesar de seu cansaço, e gritou para Sir Alonne, tentando descobrir se ele estava vivo. Seu chamado ecoou pela planície, mas o cavaleiro não atendeu; não àquele nome. Um calafrio percorreu a espinha de todos em volta. Era como se eles examinassem ruínas de uma civilização há eras perdida, e aguardavam um sinal de vida.

Logo foi a vez de Leon agir. Após pegar a bandeira do chão, o pirata começou a se movimentar. Ele foi o único a ousar se aproximar daquela cena, e seus passos lentos reviravam as cinzas no chão. Frente a frente com o exímio guerreiro, o ruivo pôde examinar seu rosto mais atentamente. Sua bochecha inteira estava negra, queimada, e seu nariz ensopado de sangue. Porém, apesar de todas suas feridas e cicatrizes, ele parecia mais radiante do que nunca: seus olhos brilhavam com um laranja resplandecente, e sua boca esboçava um ligeiro sorriso. Aquele homem estava... em paz.

Mas Leon pouco se importou. Em um gesto rude, ele tentou chutar o peito de Sir Alonne, para afastá-lo de sua espada, mas o velho cavaleiro ainda estava vivo. E ainda tinha um estado suficiente para não ser indefeso. Ele agarrou a perna do ruivo e o jogou para o lado, fazendo-o rolar por dois metros. Suas sobrancelhas se franziram e sua voz retumbante ecoou pelo local, porém desta vez mais fraca.

Ainda não morri, novato. Não sou um tesouro para se pegar espólios de guerra. Nunca aprendeu a lutar com honra?

Suas palavras congelaram todos em seus lugares, espantados. Aquele homem ainda arranjava forças para atirar um gigante daqueles para o lado? E ainda lhe dava uma lição de moral? Aquele, realmente, era um entre um milhão. Seu movimento de defesa não havia modificado sua posição, tendo mexido apenas seu braço.

Mas eu renuncio à batalha. Seu companheiro padre aqui me derrotou, e eu devo aceitar meu destino. O que vai fazer, padre? Minha sina está em suas mãos.

Apenas neste momento Edgar se aproximou de Sir Alonne. Novamente, o religioso discursava com maestria, rogando perdão pelo Sir Montblanc Royce, aquele escondido no fundo da alma de Sir Alonne. Suas palavras pareciam fazer o olhar de Sir Montblanc ficar cada vez mais distante, como se ele se lembrasse de algo. Ao término de seu discurso, Edgar pôde ver algo chocante: uma lágrima escorria pela bochecha queimada de Sir Royce.

Você... é um bom homem. Me lembrou de meus fundamentos, e me impediu de trilhar ainda mais o caminho da desonra. Um bom duelo... era tudo que eu precisava.

Com estas palavras, que quase se transformaram em um suspiro, o cavaleiro que sempre se manteve altivo, imponente, tombou. Sua armadura retiniu sobre o solo chamuscado, mas sua espada prosseguiu fincada. O homem ainda estava vivo, mas finalmente atingira seu limite. Aqueles três haviam derrubado um gigante, tanto físico quanto espiritual.

Desta vez, Leon conseguiu pegar o que queria. Ele despiu o cavaleiro de suas manoplas, enquanto Ada retirou a enorme arma do chão. Os armamentos em mão, os piratas se viraram para Edgar, e Leon se despediu, assim como sua companheira. Logo após dizer adeus ao padre, o ruivo percebeu um destacamento de marinheiros se aproximando, provavelmente indo investigar o incêndio. Ali foi o adeus entre os três; um soco bem dado no estômago, e os piratas desapareceram, correndo para longe. Ficou Edgar, só, curvado sobre sua barriga, quando os marinheiros rodearam-no.

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptySex 13 Maio 2016, 02:19


   






Companheiros.



Você... é um bom homem. Me lembrou de meus fundamentos, e me impediu de trilhar ainda mais o caminho da desonra. Um bom duelo... era tudo que eu precisava.
- Logo após aquela frase, o gigantesco Sir Alonne tombou diante de Edgar Murphy. E as coisas aconteceram exatamente da forma que deveriam ter acontecido.

Edgar estava vivo, Sir Alonne estava morto e, principalmente, Montblanc Royce havia ressuscitado. O carrasco que estava atrás de Edgar, que tinha a aparência dele mesmo, guardou a katana e deixou de existir. Se perdoara, havia compreendido o próprio sofrimento. Já não era mais Carrasco, e sim, completa e genuinamente, Edgar Murphy. Um homem Onista, e que havia acabado de recuperar uma alma perversa com o Onismo.

Uma felicidade tremenda invadia seu corpo, e até mesmo se esquecia de sua testa queimada. Dava um pulo de alegria, erguendo os dois braços bem no alto, e gritava - DEUS, PORRA!!, em completo estado de êxtase.

Logo após isso, enquanto comemorava, se via interrompido, ao assistir Leon e Ada roubando o corpo desacordado do homem.

- Ei, Leon.. Eu não acho que você deveria fazer isso é meio errado.. - Mas o homem continuava. - Sério, ele acaba de dizer que volta a ser honrado.. Talvez ele pudesse... Ei, Ada.. Você também? - continuava, se interrompendo. - Bem, você tudo bem, Ada. Podemos dizer que é um dízimo entregue de forma divinamente forçosa pela causa do Onismo... Ei, Leon. Você não é um Onista então não... Bem, tanto faz. Iria ser confiscado pela Marinha de qualquer forma... - Falava finalmente, dando de ombros.

Os marinheiros começavam a chegar, e eles se apressavam ainda mais em saquear o quase-cadáver.

- Edgar! Foi uma ótima luta, não acredito que sua ideia maluco deu nisso... tsc... temos que ir! - Dizia Leon pra Edgar, se aproximando dele e colocando uma mão em seu ombro. Edgar sorria de volta para o pirata, e começava a pensar sobre o que tinha acabado de fazer com Sir Alonne. - Me desculpe por isso, mas é para seu próprio bem! - Aquela frase confundia Edgar, o que fazia demorar alguns segundos para ativar seus instintos. Um soco acertava bem no seu estômago, completamente certeiro, e ele era obrigado a levar as mãos à barriga e ficar de joelhos.

Sua boca abria, e ele se contorcia no chão, sem ar, e sentindo aquela velha sensação que só é possível com uma pancada no estômago.

- Isso é para seu bem padre, não quer ser associado a piratas, quer?! Boa sorte amigo!

Assistia seus dois companheiros correndo para longe, enquanto sua visão era embaçada pela falta de ar e pela dor de estômago. ''Engraçado...'' pensaria consigo mesmo ''..Após ter salvo o Alonne, enquanto o Leon falava comigo... Eu não sei. Ter salvo o Alonne me deu uma esperança de convencer o Leon e a Ada também.. Talvez eles pudessem ser meus companheiros...'' um sorriso se misturaria à expressão de dor e faalta de ar na sua boca, e ele teria um último pensamento, se despedindo deles com ele. ''Fingir que vai cumprimentar e então atacar? Eu conheço alguém que já fez isso... E acredito que vocês aprenderam como fazer muito bem.''

Cercado pelos marinheiros, Edgar manteria-se com a mão na barriga, e tentando recuperar a respiração.

- Onismo... Onismo... Onismo é a verdadeira religião. Onismo é a verdadeira religião. - Diria até que se fizesse ser entendido. Aquilo era o que estava escrito no cadáver de um dos bispos que ele havia usado como mensagem. Diria aquilo para provar para a marinha que estava do lado deles, e que havia ajudado eles antes ao entregar a mensagem. - Eu escrevi aquilo. Eu avisei sobre os atiradores nas torres. Foi tudo eu. Estou do lado de vocês.. - Diria levantando-se com as mãos para cima. - Bem, se quiserem, posso explicar-lhes tudo o que aconteceu... começaria com o seu tom de showman. - Mas antes, preciso que vocês tratem dos meus ferimentos... - E falava sério, não queria ter uma cicatriz no meio da testa graças à queimadura.

Assim que recebesse os devidos tratamentos, ou caso percebesse que não os receberia e que precisava falar, ele começaria:

- Bem, eu me chamo Edgar Murphy. E eu, hm... Estava infiltrado... Com.. Bem.. Não realmente infiltrado. Bem, como dizer... - Se embolaria nas mentiras, pensando em algo plausível - Eu peguei uma carona desde Fernand Ice Island com um bando de criminosos. Eles chamavam a si mesmos de Piratas da Tormenta, e vieram para cá pois tinham negócios com Sir Alonne. Eles queriam ajudar ele a roubar a loja de vinhos, e os ganhos seriam repartidos. Acontece que eu acabei tendo de vir com eles, pois, se eu dissesse que iria fugir, eles iriam me matar. Mas eu consegui escapar de junto deles algumas vezes, e, numa dessas vezes, eu subi na torre de uma igreja onde eu encontrei um atirador. Eu derrotei este atirador, e roubei informações dele. Logo depois, transferi as informações para os cadáveres que ele havia feito, e lancei eles do alto da torre. E vim correndo pra cá. Uma vez aqui, descobri que.. Hm... Eygon, O Caolho, estava traindo todos. E.. Hm.. Ada e Leon resolveram lutar contra ele e capturá-lo. Mas Sir Alonne não pôde acreditar naquilo... Não... Edgar começaria a se animar com a própria história. - De forma alguma elee poderia acreditar naquilo. Pois Eygon era o seu braço direito. Sendo assim... Ele interveio na luta. E Ada e Leon começaram a lutar contra ele. Percebendo aquilo, eu me aproveitei da situação para tocar fogo na mansão e derrotar todos. E terminei sendo atacado por Sir Alonne... Mas eu revidei, e aconteceu uma luta entre mim e Leon contra o Sir Alonne. Ao final de tudo, eu pude derrotar ele com a ajuda de Leon. E estava prestes a derrotar Ada e Leon agora, mas aconteceu algo inesperado.. Eles dois, que pelo que me diziam faziam parte de um grupo conhecido como Piratas da Tormenta, e navegam um navio chamado de Errante Nortenho (nunca Nortenho Errante), junto com Iona, Hikari e Katsu, bem no momento em que eu ia atacá-los... Algo absurdo aconteceu. Algo de muito absurdo. Uma energia negaativa extremamente poderosa.. Algo que eu nunca havia presenciado antes. E foi quando eu entendi. Eles eram tão perversos, e malvados, que possuíam o próprio demônio dentro do corpo deles. Como padre, eu o reconheço bem. Ele se chama Ba... Hm.. Bata... Hm... Batatanus. Eu quase derrotei Leon, mas, bem no momento fatal, eu percebi a presença demoníaca. E eu o teria matado, se fosse qualquer outro demônio. Mas o Batatanus é um demônio que amaldiçoa pro resto da vida aquele que matar o seu hospedeiro, e por isso eu percebi que não seria seguro. - Inventaria aquela mentira absurda e mal contada em cima da hora, para defender os amigos de um possível assassinato... - Nos últimos momentos, eles atingiram minha barriga e disseram que voltariam. Eles irão tentar capturar o Sir Alonne antes de ele ser preso, e por isso eu acredito que um destacamento ainda maior deveria movê-lo através da cidade até a prisão. Todas as forças devem se concentrar em levá-lo... - encerraria.

Ao fim de tudo, ele diria para eles:

- E, bem, eu vou querer a recompensa pela cabeça de Sir Alonne e de Eygon. A partir de hoje, sou oficialmente um caçador de recompensas... Edgar Murphy...

Falando em Eygon... Edgar procuraria o corpo dele ao redor, ou qualquer vestígio dele. Caminharia por aí até encontrar algo... Será que Ada, uma Onista, o havia matado?

Caso encontrasse algum vestígio seguraria ele nas mãos, e observaria o horizonte.... ''Darei a ela o privilégio da dúvida, e não investigarei sobre a morte dele.. É o mínimo que eu posso fazer para me redimir do que fiz antes... Devo confiar em você dessa vez... Mas, se algum dia perceber que continua cometendo erros, eu me sentirei responsável pela sua vida pecadora, e irei atrás dos Piratas da Tormenta eu mesmo... E eu mesmo irei capturar todos.''






               
-

               











Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptyDom 15 Maio 2016, 10:16

De repente, o campo de batalha havia se aquietado. Sir Alonne estava tombado sobre o solo chamuscado, seus olhos apagados. Os piratas haviam fugido, e lá ficara apenas Edgar e o destacamento de marinheiros. Estes estavam armados, e apontavam suas pistolas e espadas para o padre, que ainda estava recurvado sobre si mesmo. Ele olhou para cima, viu que estava sendo ameaçado, e logo começou a fazer o que melhor sabia: falar.

Primeiramente, ele começou a declarar suas intenções, e pedir assistência médica. Os marinheiros estranharam-no, sobretudo por aquele feito do qual ele se orgulhava tanto: escrever sobre o cadáver de dois padres e atirá-los de uma torre de igreja. Mas o líder do destacamento concedeu os tratamentos:

É... tudo bem então. Jordan, cuide da queimadura dele.

Um dos soldados se aproximou de Edgar, e aplicou um pouco de gelo em sua testa, antes de passar uma pomada. Após os breves cuidados, o padre começou a contar sua história. No início de seu relato, o líder parecia convencido; afinal, Alonne e Eygon eram nomes famosos, com uma grande recompensa por suas cabeças. Mas, ao final da narrativa, quando Edgar mencionou Batatanus, o marinheiro franziu suas sobrancelhas, convencido que o sujeito com quem falava era louco.

Apenas o final da fala do padre convenceu o líder de que Edgar possuía informações importantes.

Piratas da Tormenta? Nunca ouvi falar deles. Mas, se eles forem tentar salvar o Sir Alonne, um homem tão perigoso, eles são nossos inimigos. Obrigado pela informação, senhor. Teremos um cuidado especial com esta escolta. Mas, uma pergunta: onde está Eygon?

Edgar, após a pergunta, começou a olhar para os lados: encontrou um traço da passagem de Eygon; as únicas pistas de seu paradeiro eram o tapa-olho que boiava sobre o lago, e a coloração avermelhada. O marinheiro sem dúvidas percebeu aquilo, e entendeu rapidamente o que havia ocorrido. Afinal, aquele local era famoso por ter uma fera que cresceu demais, e ninguém ser capaz de tirá-la de lá.

Mudando de assunto, Edgar pediu as recompensas dos dois procurados, e o marinheiro respondeu com um sorriso:

Ah, com certeza eu não vou ter esse dinheiro todo! Não sei se você está ciente, mas acaba de ganhar na loteria! Eygon possui uma incrível recompensa de 11 milhões, e Sir Alonne... você não vai acreditar! 18 milhões! Hahaha, aposto que você está feliz, não é? 29 milhões de berries, não é para qualquer um! No QG, você vai poder pegar o dinheiro. Vá, e aproveite seu dinheiro!

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptyTer 17 Maio 2016, 10:57


   






Companheiros II.



Ah, com certeza eu não vou ter esse dinheiro todo! Não sei se você está ciente, mas acaba de ganhar na loteria! Eygon possui uma incrível recompensa de 11 milhões, e Sir Alonne... você não vai acreditar! 18 milhões! Hahaha, aposto que você está feliz, não é? 29 milhões de berries, não é para qualquer um! No QG, você vai poder pegar o dinheiro. Vá, e aproveite seu dinheiro!

Edgar abriu a bocarra com força, e quase sentiu seu maxilar se deslocar. - Vi.. Vinte e nove milhões de Belies? - Ele nunca havia sequer visto aquela quantia perto de si. A bem da verdade, ele nem sabe o tanto que aquilo valia. Quantas coisas eram possíveis comprar? Será que todas as coisas que ele roubou pra sobreviver já chegaram perto de valer aquilo? - Bem.. Digo: Não.. Eu só derrotei eles por acreditar que eles poderiam fazer um mal danado para cidade e.. Hm.. ''Será que Ada e Leon sequer me abandonariam se soubessem que receberiam todo esse dinheiro?'' pensou com um sorriso no rosto, imaginando as caras deles ao ler os jornais. Não terminaria sua frase para o marinheiro, apenas continuaria sorrindo com um olhar bobo, olhando para o nada.

- Bem, pode me dar algo para eu comprovar que derrotei eles e entreguei pra vocês? Eu vou direto para o Q.G agora.. Pretendo chegar antes de vocês.. Não quero nenhum companheiro dele me atacando.. - Esperaria que eles o dessem o recibo e terminassem o tratamento em sua testa, e, assim que conseguisse os dois, poderia finalmente sair.

Pegaria o bote que havia visto pouco tempo antes, e colocaria ele nas suas costas, para que pudesse arrastá-lo. Caminharia através da cidade sem presa, com passos lentos e descansando quando achasse necessário até o Q.G, levando o bote nas costas como uma tartaruga e ouvindo enquanto a parte que não era capaz de carregar se arrastava no chão.

''Que bote pesado... quantas pessoas será que cabem nesse bote? Hehehe...'' ele pensava consigo mesmo no caminho. Mas este pensamento logo foi trocado por um outro. ''Quantas pessoas esse bote terá de aguentar?'', pensaria, percebendo que não havia mais ninguém além dele no mundo. Possuía dinheiro até mesmo para comprar embarcações bem maiores, mas ninguém para acompanhá-lo nelas. Se sentia ainda mais sozinho, agora que os companheiros haviam ido embora. ''Bem.. Eu acredito que é isso. Então está decidido... Irei atrás de novos companheiros. Sem o Leon eu nunca teria derrotado o Alonne, e sem a Ada o Eygon atrapalharia nós dois no serviço de derrotá-lo. Eu preciso converter mais Onistas para me acompanhar.. Não posso ir para Lvneel, pois lá eu poderia ser associado a eles. Vou para alguma ilha mais longe.. Talvez Wars Island. Hm.. Eu nunca conheci Wars Island de qualquer forma... Deve ser uma boa..''

Iria até o Q.G da Marinha, onde entregaria o que quer que fosse a prova de que havia caçado aqueles homens e pegaria o dinheiro. Uma vez com o dinheiro em mãos, iria até alguma loja de navegação. Uma vez nela, pediria por um mapa do North Blue e por uma bússola, com os quais poderia se guiar até outras ilhas daquele blue. Pagaria o preço que o homem pedisse, pois possuiria bastante dinheiro até mesmo para ser generoso com ladrões agora.

Uma vez saindo da loja, se locomoveria na direção do porto... Onde ficaria de olho nas pessoas ao redor dele. Quem sabe algum de seus companheiros o estaria esperando ali para receber uma carona?







               
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Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptyQua 18 Maio 2016, 19:38

Edgar estava embasbacado com toda a soma que havia acabado de ganhar. Em toda sua miserável vida, ele nunca nem imaginara ver a cor de tanto dinheiro. Por alguns segundos, o agora caçador de recompensas não sabia o que fazer, ao ponto de se embrulhar com as palavras, algo raro com ele. Mas logo ele se recompôs, e pediu por ir na frente, por questões de segurança.

Haha, o homem que derrubou Sir Alonne com medo de alguns pequenos capangas? Pois bem, vou te dar um comprovante pelo seu bom serviço. Edgar Murphy, não é? Aqui.

O homem havia lhe entregue um pedaço de papel com o logotipo da marinha, com as anotações: "Derrotou Sir Alonne e Eygon: 29 milhões liberados", seguido por sua assinatura. Com um sorriso e um tapinha nas costas, o marinheiro se despediu de Edgar, que agora estava com uma longa faixa em sua cabeça. Este se reergueu, dirigindo-se ao bote e levantando-o lentamente. Era pesado, e foi necessário muito esforço para pô-lo sobre suas costas. E assim ele foi para a cidade novamente, mas desta vez entraria como um novo homem; um expurgado de seus pecados.

A caminhada era muito longa, e o peso da embarcação fazia com que o padre tenha que arrastar seus passos, e suas pernas começassem a tremer. Já cansado por causa da batalha, o padre mal conseguia andar por entre a grama de Micqueot. A caminhada, se pega fora de contexto, poderia até parecer um tributo feito a alguém ou algo, tão estranha era a ideia de arrastar um bote por metade da ilha.

Após uma longa e penosa jornada, Edgar finalmente atingiu o QG de marinha. Todos estranhavam a peculiar figura que carregava um bote em suas costas. Ele logo adentrou o local, entregou o papel comprovante, e, após receber um olhar totalmente estupefato do balconista, o padre recebeu seu dinheiro, e deixou o lugar. Atrás dele, muitos funcionários cochichavam, provavelmente sobre a soma que ele havia pego.

Ele logo deixou o QG, enquanto a lua cheia iluminava as ruas. Em breve, Sir Alonne passaria por aquela mesma rua, acorrentado e algemado. E naquela mesma rua o plano dos Piratas da Tormenta se iniciaria. Mas isto é outra história. Edgar se contentava em ir a uma loja de navegação, um estabelecimento repleto de pergaminhos e bugigangas. Rapidamente, uma bússola e um mapa do North Blue foram vendidos pelo preço de 80 mil berries, e Edgar deixava a loja.

Já era madrugada quando o onista chegou ao porto, e jogou o bote sobre as águas. Foi neste momento que ele ouviu uma voz quebrada, de idosa, chamando:

Ei, meu bravo menino! Kehehehehe... Uma boa alma como você faria o favor de dar carona a uma pobre velha? Uma viagem sozinho sempre é triste, não acha?

A velha era curvada, coberta com uma manta verde com capuz, que escondia a totalidade de seu corpo. Ela portava apenas uma pequena mala, com trapos salientes por todos os lados, que ela segurava com uma mão trêmula. Era uma conhecida de Leon... Merchant Hag.

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptySeg 23 Maio 2016, 18:09


   






Valor da bondade.



Mesmo carregando um enorme bote nas suas costas, e já estando no limite de seu corpo, Edgar Murphy não se sentia cansado. Na verdade, ele nunca havia se sentido tão disposto e leve. Enquanto caminhava com suas passadas lentas através das ruas tão só iluminadas pela lua de Micqueot, ele refletia sobre a sua vida até aquele momento. ''Eu estou completamente expurgado dos meus pecados... Bem, agora que paro para pensar, fazer o bem é algo extremamente estranho. Quando eu era um Carrasco, todos os dias eu contava quantas cabeças eu havia cortado. E tinha uma ponderação direta e exata do que eu tinha feito. Porém, tendo salvo vida de pessoas de uma ilha inteira, eu sinceramente não posso dizer um número. Quer dizer, se ninguém se machucou, como dizer quantas pessoas foram salvas... ele refletia...

Então, sentiria também o peso do dinheiro. Seria aquela a forma de medir o quanto havia feito o bem naquele dia? O número de moedas? ''Hehehe.. Algo acaba de me ocorrer. Não quero ser ganancioso nem nada.. Mas como eu saberei o bem que eu fiz daqui pra frente, se eu não continuar ganhando dinheiro?''

Colocaria o bote sobre a água, e olharia ao redor. Bem a tempo de achar alguém disposta a receber uma carona.

Ei, meu bravo menino! Kehehehehe... Uma boa alma como você faria o favor de dar carona a uma pobre velha? Uma viagem sozinho sempre é triste, não acha?

- Sim, sim. Claro.. - Andaria na direção da velhinha e levantaria ela. Carregaria ela como alguém que carrega uma noiva durante uma cerimônia de casamento, e a levaria ela até em cima do bote na água, colocando ela em cima dele. Amarraria o bote ao cais do porto, para que ele não saísse. - Um instante, senhora. Eu já volto. Cuide do bote.

Sairia pela cidade, correndo, agora sem o peso do bote, na direção do Q.G da Marinha. Tentaria lembrar do caminho que havia tomado, e, uma vez seguindo ele e chegando ao Q.G, diria para a atendente.

- Bem.. Eu sou Edgar Murphy. O padre, Edgar Murphy. Eu acabei de entregar dois procurados, mas esqueci de avisar que quero me tornar um Caçador de Recompensas. - Seguiria todos os procedimentos pedidos, e, então, sairia do lugar.

''Eu estou morrendo de fome.. E, de qualquer forma, não posso sair de Micqueot sem provar um pouco do vinho..''

Iria atrás de alguma distribuidora de vinho da ilha, ou qualquer barraquinha que estivesse vendendo uma garrafa sequer. Compraria um vinho, e continuaria caminhando, a fim de achar algum lugar que vendesse um jantar rápido para dois.

Assim que conseguisse tudo, pagaria e caminharia na direção de onde estava o seu bote novamente.

Entrando no bote, diria para a senhora:


- Bem, eu tive que fazer algumas coisas... Espero não ter demorado muito... Vamos comer e beber um pouco do vinho, eu nunca havia saboreado algo vindo de Micqueot antes. Eu prefiro só sair amanhã de manhã... Não tenho boas experiências com navegação noturna. Nós podemos dormir no bote... - Diria para ela - Eu estou indo para Wars Island, e a senhora? Bem.. Me desculpe a falta de educação.. Eu me chamo Edgar Murphy.. - Diria, dando risada.

Logo após dizer isso, começaria a comer e conversar com a senhora, enquanto saborearia o vinho.

Uma vez que os dois tivessem terminado, Edgar dormiria com a sacola do dinheiro embaixo da barriga, se abraçando com ela...

Havia quanto tempo que não tinha bons sonhos? Será que seria abençoado com eles agora?

Haveria de descobrir.

Afinal, aquele era o verdadeiro significado de fazer o bem.





               
-

               











Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptySeg 23 Maio 2016, 20:31

Avaliação Frist e Wesker

Frist


Perdas:
● 20 mil berris
● Adaga

Ganhos:
● Perícia Costura
● Bandeira do bando
● Manoplas de Sir Alonne - Manopla level 2 da loja
● Ombro esquerdo inchado por 3 posts
● Joelho direito inchado por 6 posts
● Uma costela quebrada - Necessário tratamento. Assim que tratado, deverá passar 10 posts com uma dor que limita a movimentação


Relação de personagens:
Deixe o player fazer

Exp: 4
EdC: 4

Localização:Micqueot

Wesker


Perdas:
● Katana
● Gripe

Ganhos:
● Grande espada extremamente pesada

Relação de personagens:
Deixe o player fazer

Exp: 4
EdC: 4

Localização:Micqueot




Após o encontro com estranha velha, Edgar se lembrou de algo que deveria ter feito na cidade; por alguma razão, ele não se preocupava com o fato do bote ficar só com a velha, e ele saiu correndo de volta ao QG. A noite já era completa, e o padre mal conseguia ver a um palmo de distância. Pela escuridão, ele avançava rapidamente, talvez até rápido demais para o horário. Porém, por um milagre, ele alcançou seu objetivo sem nenhum contra-tempo. Parecia que Deus estava ao seu lado.

Em frente à atendente, Edgar apressou-se ao realizar o protocolo padrão: assinou alguns papeis, tirou uma ou duas fotos, anotou algumas informações, e logo partiu de lá. Novamente, os trabalhadores no QG estranhavam-no; ele havia sido visto antes carregando um bote, e, apenas alguns minutos depois, ele voltava, apressado como nunca. Mas isso não impediu o padre de se tornar um caçador de recompensas oficial.

No caminho de volta, Edgar sentiu uma enorme fome, e uma estranha necessidade de beber um pouco do vinho de Micqueot antes de deixar a ilha. Afinal, era por isso que o local era famoso! Em um certo ato de bondade, ou até mesmo cavalheirismo, o religioso comprou uma dose dupla do jantar, o que custou 100 mil berris; o vinho poderia ser dos melhores, mas também era dos mais caros!

Quando Edgar voltou à costa, lá estava a velha, sentada sobre o bote; ela parecia estar mexendo em algo entre suas mãos, e estava muito entretida com aquilo. Ao avistar o padre, ela escondeu o objeto em sua manta rapidamente, e continuou olhando para o chão, seu capuz escondendo seu rosto. Ela respondeu a Edgar com o bom-humor habitual dela:

Kehehehehehehe.... Por tantos anos fui uma andarilha, e quase nunca me ofereceram algo... Eu vou para qualquer lugar que puder, só não posso ficar parada por muito tempo... Kehehehehehe... Pode me chamar de Merchant Hag, se sentir a necessidade de usar um nome. O que está esperando? Coma, coma!

A velha se recusava a comer. Estranhamente, ela não engoliu uma migalha do jantar, e passou o tempo todo ora conversando com Edgar, ora olhando para o horizonte.

Foi muito gentil de você me acolher em seu barco... Sabe, quase ninguém me aceitaria aos seus lados... Keheheheheh, medrosos... Mas, agora que venho a pensar, você não deve conhecer. E será melhor que continue assim. Keheheheheheh, nada contra você, só acho que você me expulsaria se soubesse minha identidade.

Edgar, que comia duas vezes uma refeição normal, fitava a velha, prestando atenção em cada palavra sua. Após terminar seu jantar, ele deitou sobre seu saco de dinheiro, e sentiu seus olhos ficando mais pesados, ao som da Merchant Hag que cantarolava, quase como um sussurro:

Me perdoe, Todo-Poderoso, pois eu pequei.
Todos são pecadores, mas eu sou a maior.
Ser justa e honesta, um dia eu já tentei
Mas eu sou profana, e não existe pior.
Então meus pecados, que eu os carregue
Pois essa é minha sina; eu sou a Merchant Hag.


O sono tomou conta do corpo de Edgar, e mais nada importava. O dia fora agitado, e o descanso era mais que merecido. Somente o sol conseguira acordar o padre, que, tentando acostumar seus olhos à clareza, viu que Merchant Hag já estava acordada. Era hora de zarpar.

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptyTer 24 Maio 2016, 22:22

Começando...

- Woooow que dia lindo. - Diria o jovem Soren, independente de como estivesse o dia, enquanto caminhasse nas ruas de Wars Island com seu típico semblante: um sorriso alegre e satisfeito. "Cara, como a vida é boa..." Pensava.

Enquanto caminhava de sua forma solta e calma, passaria os olhos pela cidade reparando nas pessoas e no que estavam fazendo, em seus semblantes, tentando reparar qual era o estado da alma delas, ou seja, como se sentiam. Em algum momento, quando passasse perto o suficiente de alguém, daria uma breve parada dizendo. - E aí *bicho/broto*, beleza? - É claro que ''bicho'' era para se fosse um homem e "broto" se fosse para uma mulher. E então levantaria a mão para que a pessoa batesse, mas se isso não acontecesse disfarçaria sem jeito passando a mão no cabelo para cima, sem se importar muito. - É nóis então.

Estava se dirigindo a uma quitanda, ou algum lugar onde pudesse comprar frutas, se preparando para rumar seu caminho até Wars Island, pois havia ouvido que lá era a melhor ilha para um caçador de recompensas começar, e essa era sua vontade. Caso encontrasse algum estabelecimento onde pudesse comprar frutas, adentraria o mesmo com seu típico sorriso no rosto, e é claro seu andar relaxado. - E ae! - E então se dirigiria a alguma pessoa que pudesse lhe atender, estalando seu dedo para ele/ela. - Ae maluco... - Colocaria uma das mãos nos bolsos, tirando 10.000 berries, colocando-os em cima da mesa ou balcão, se houvesse algum lugar adequado para isso. - Quantas maçãs eu consigo levar por essa quantia de humildes unidades monetárias? - Diria, fitando quem o atendesse. Assim que lhe dissessem a quantidade, responderia. - Então pode colocar numa sacola que vou levar. - E então entregaria o dinheiro, esperando que a pessoa pegasse as maçãs, pegando então sua sacola ainda sorridente, deixando o estabelecimento. - Tenha um dia repleto de boas energias!

Logo após, procuraria por uma loja de armas, entrando pela porta da mesma quase da mesma forma que entraria pela loja de frutas. - Aehooo! - E caminharia até um balcão também, onde pudesse ser atendido. - Ae maluco quanto que custa uma adaguinha simples pra esse bicho grilo aqui? - E quando falasse o preço, independente do que dissesse, daria uma "choradinha". - Pô bicho eu sou mó simples, da um descontinho ae suave. - E também, independente de ter algum desconto ou não, diria. - Tá bom, vou levar. - Isso é, é claro, se seu dinheiro permitisse. Sendo assim, pagaria a quantia e pegaria a adaga, guardando-a e indo então a saída do estabelecimento andando de costas, virado para o vendedor. - Namastê! - Diria, inclinando o tronco levemente para frente, logo em seguida girando sobre os calcanhares e saindo do estabelecimento de vez. Se não houvesse o dinheiro necessário apenas sairia, mas ainda com a saudação.

"Tá..." olharia para a palma da mão esquerda, desenhando com o indicador direito nela, anotando algo em sua 'lista invisível' "...Agora só falta a carona pra Wars." E então soltaria uma leve risada abafada por entre seus dentes, caminhando ainda sorridente na direção do porto.

Alcançando tal lugar, procuraria por algum barco, podendo ser qualquer um, desde um navio pesqueiro a um de comércio, da Marinha ou do Governo, de caçadores de recompensa, tanto faz. Chegaria então até este e se dirigiria a alguém dentro deste/próximo a ele. - E aí, beleza? Tá indo para Wars? - Pegaria na mão da pessoa mesmo que ela não esticasse seu braço para isso, cumprimentando. Se a resposta fosse negativa se despediria saindo em outra tentativa, caso fosse positiva, prosseguiria. - Será que não tem lugar pra mais um nessa embarcação muito louca de vocês? - E se a resposta fosse negativa, apenas iria para outro navio, repetindo o processo. Faria isso quantas vezes fosse necessário, afinal, precisava de uma carona para Wars.
Saudação:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptySeg 06 Jun 2016, 02:25


   






Rotas traçadas.



Kehehehehehehe.... Por tantos anos fui uma andarilha, e quase nunca me ofereceram algo... Eu vou para qualquer lugar que puder, só não posso ficar parada por muito tempo... Kehehehehehe... Pode me chamar de Merchant Hag, se sentir a necessidade de usar um nome. O que está esperando? Coma, coma!

Edgar comeu sem problemas na frente da senhora, mas, aparentemente, ela não iria acompanhá-lo naquele prato. Será que ela estava desconfiando dele? Acreditando que ele estava tentando fazê-la desmaiar com comida envenenada, ou algo do gênero? De qualquer forma, Edgar simplesmente continuou saboreando seu prato.

Foi muito gentil de você me acolher em seu barco... Sabe, quase ninguém me aceitaria aos seus lados... Keheheheheh, medrosos... Mas, agora que venho a pensar, você não deve conhecer. E será melhor que continue assim. Keheheheheheh, nada contra você, só acho que você me expulsaria se soubesse minha identidade.

- Bem, eu duvido muito... Pois eu vim até aqui com o objetivo de consertar as pessoas e fazer o mundo ser incrível para todos...

Após terminar de comer, ele ouviu a cantoria da senhora. Tinha a impressão de que a música era literal, e falava exatamente sobre como a senhora se sentia sobre si mesma... Bem, de qualquer forma, o dia havia sido cansativo. E, sendo assim, iria descansar.

Conforme fechava os olhos, sentindo a brisa do mar e o som da senhora cantando, ele se perguntava que tipo de sonhos terríveis o céu o traria naquele dia....

Seus olhos se fecharam, e sua consciência fluiu para a vacuidade mental que apenas a letargia completa e o relaxamento dos músculos poderia provocar, e então, quando procurou pelos sonhos ruins que pesavam em sua consciência...

A luz do sol postou-se diante de seus olhos, e ele acordou. Nenhum sonho ruim, estava expurgado.

- Bom, parece que você acordou mais cedo.. - Dizia Edgar, sorrindo enquanto levaria uma mão à testa, para tapar a luz do sol. Embora que, na verdade, a luz o satisfizesse bastante. - Já é hora de zarpar... Mas antes... Eu vou dar mais uma olhadinha ao redor, exatamente como eu fiz com você antes. O que será que o destino me reserva ao dar carona para mais alguém?

Então, olhando ao redor, observaria as pessoas dali.

- EU TENHO ESPAÇO PARA DAR CARONA A MAIS UM... ESTAMOS INDO RUMO A WARS ISLAND... ALGUÉM? - Com pessoas entrando a bordo do seu pequeno bote ou não, e avisando que só havia espaço para mais um por uma questão de bom-senso, ele se aprumaria no banco e diria: - ZARPAR!!

Começaria a remar com o bote com todaa a força que possuía, sua intenção seria passar da rebentação das ondas e ir diretamente para o alto-mar, depois do lugar onde as ondas quebram. Uma vez em alto mar, de forma que não fosse tão longe assim da praia, utilizaria seu mapa e sua bússola para se situar usando toda a maestria de sua navegação. Uma vez tendo se situado, usaria sua habilidade de piloto para remar de forma a impulsionar o bote na direção desejada...

- Adeus, Micqueot... Bem-vindos, novos amigos... - Diria ao remar com o sol sobre a cabeça... Um ótimo presságio...







               
-

               











Objetivos:
 

Histórico
Citação :


Ganhos: Bote, 29kk belies (- 180k belies por causa do vinho e dos equipamentos de navegação)
Perdas: Queimadura na testa (já tratada)

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptySab 11 Jun 2016, 10:58

Após acordar, Edgar realizou que a mulher ainda estava na mesma posição, sentada, a cabeça baixa. Parecia que ela não havia tido nenhum descanso a noite, ou quase nenhum. Quando o padre se remexeu para ter uma melhor visão, a velha logo percebeu e disse:

Já acordou? Kehehehehe... Vamos zarpar então! Estou ansiosa para ver seu valor... Kehehehehe...

Logo, Edgar preparava as coisas para partir, mas, por causa de seu espírito benevolente, sobretudo após a expurgação de Sir Alonne, ele desejava ajudar. Ainda havia um lugar no bote, e ele ansiava por mais um acompanhante em uma de suas inúmeras viagens. O religioso se ergueu e começou a berrar, no meio da praia, anunciando a existência de uma carona. Foi nesta gritaria que surgiu um hoem bem peculiar, talvez tão estranho quanto o padre. Era um loiro, sorridente, carregando um grande saco repleto de maçãs, uma adaga, e sem nenhum dinheiro no bolso.

O estranho parecia amigável, e ele se aproximou de Edgar lentamente, e o cumprimentou, pedindo por carona. Algo desnecessário, já que o padre já estava berrando a plenos pulmões que havia uma vaga em sua embarcação. O loiro logo foi aceito, e o barco lotado. Merchant Hag ficava no fundo do barco, mexendo algum objeto entre seus dedos raquíticos, Soren se mantinha no meio, o sorriso estampado em seu rosto, mas os olhos calmos, e Edgar erguia-se na proa da embarcação, ambicioso, e com uma promessa para com ele mesmo: de expurgar os outros de seus demônios, assim como Sir Alonne lhe fez.

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 6 EmptySab 11 Jun 2016, 19:41

Let's Sail

- Um belo barquinho que o você tem aqui, seu padre. - Diria Soren, sorridente para variar, olhando a pequena embarcação em que estava. - Mas bicho, eu estava aqui pensando aqui com meus botões e eu queria perguntar uma coisa... O que leva um padre a viajar para Wars Island, uma ilha que leva a guerra até no nome? Está pensando em converter a ilha toda? "God's Island". Hahahaha... - Quando dissesse a sugestão de nome, levantaria as mãos a altura da cabeça, como se visualizasse aquilo escrito em um grande letreiro.

Ouviria então o que o padre tivesse a dizer, prestando bastante atenção, enquanto o fitaria profundamente, como quase sempre fazia. Assim que terminasse de dizer, o Sol voltaria a falar. - Da hora, bicho... Eu também tenho uma religião, sabe? Ela se chama LIBERDADE, e é a única que não te prende de nenhuma forma. "Todos os homens nascem para serem livres!" Essa é a minha doutrina. - Tiraria uma maçã do saco, passando em sua camisa como se estivesse lustrando a mesma. - A propósito, meu nome é Soren, mas pode me chamar de Sol. Como se chamam? - Direcionaria a pergunta para os dois companheiros de embarcação, se virando para o lado de um e depois para o de outro quando perguntasse. Daria uma mordida na maçã. Se dissessem mais alguma coisa, prestaria atenção também. Em qualquer momento da conversa, tiraria outra maçã de dentro do saco, oferecendo para os dois. - Aceitam um fruto maçânico? - E se eles quisessem, entregaria para eles.

Assim que a conversa morresse, Soren passaria a olhar para fora do barco, acompanhando com os olhos o movimento das ondas ou, se não houvesse movimento, apenas olhando o horizonte, enquanto comia sua maçã. Cruzaria as pernas, colocando um cotovelo sobre uma das coxas, deslizando os dedos de sua mão por seu cavanhaque, ainda com seu comum sorriso estampando suas feições. - Fico imaginando o que estaria passando nos pensamentos do destino pra colocar a gente juntos nesse barco... - Soltaria, sem tirar os olhos do mar. Fato é de que Soren já começava a imaginar em sua mente o que passaria ao lado daqueles dois indivíduos no mínimo diferentes. Para ele, não podiam estar juntos por acaso.
OFF:
 

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