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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 E Deus Disse: Que Haja Surras

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Roy Collins
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MensagemAssunto: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:21

Relembrando a primeira mensagem :

E Deus Disse: Que Haja Surras

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Ada Spice Rock. A qual não possui narrador definido.


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Buggy
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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptyQua 27 Abr 2016, 17:25

O encontro era inesperado para todos: Ada e Leon pareciam ter ficado bem felizes em reencontrar Edgar, mas o padre não parecia tão satisfeito. Ele havia se afastado da tripulação, mas ela parecia sempre voltar ao seu encontro. O onista havia ido até a mansão com intenções completamente opostas de seus companheiros: matar Alonne. E, pelo jeito, Leon e Ada estavam mais inclinados a se aliarem ao homem. Edgar estava em um dilema.

Frente a frente com o navegador, o religioso levantou sua espingarda, e, ao mesmo tempo, o caolho desembainhou sua espada. O clima havia ficado mais tenso, e foi apenas acalmado quando o padre pôs a arma sobre seu ombro. Com isso, abraços e cumprimentos foram trocados, e apenas o caolho continuava reservado:

É bom você não causar nenhum problema por aqui, padre. Se não controlar sua loucura, pode deixar que nós a controlaremos na base da força. Aliás, eu não sei o que você estava fazendo aqui, e sorte sua encontrar com esses seus amigos. Não toleramos pessoas desconhecidas em nosso perímetro. Muito bem, sigam-me, irei lhes apresentar ao grande Alonne.

Os cavalos se aproximavam lentamente da entrada da mansão, enquanto Edgar e Ada conversavam discretamente. Algumas mensagens codificadas eram dadas, para que os dois pudessem entender toda a situação; o caolho aparentemente estava curioso em saber o que os dois estavam falando, mas ficou quieto. Afinal, não desejava ser um incômodo. Após o final da pequena conversa, Ada se virou para o homem de tapa-olho e lhe fez perguntas sobre Alonne. Este franziu suas sobrancelhas enquanto respondia, sério:

Sir Alonne não gosta que falemos de sua vida... anterior. Mas, acho que posso falar algumas coisas sobre ele. Afinal, vocês não são do governo, nem conectados a nobreza. Bem, seu nome real não é Sir Alonne, mas sim Montblanc Royce. Há anos, ele participava da corte de Lvneel como herdeiro. Mas, logo, um maldito Azrel nasceu, e retirou a coroa da cabeça dele. Indignado, nosso líder iniciou uma revolta, um golpe de estado, mas foi derrotado e exilado. Agora, ele está recuperando suas forças, para um dia retomar Lvneel para si. Droga, acho que falei demais.

Com essas palavras, os quatro desceram de seus cavalos e começaram a entrar no local. Era suntuoso, e parecia ter sido decorado de um jeito improvisado para parecer um palácio ou um castelo. Um longo tapete vermelho ornava o chão, o teto possuía alguns lustres repletos de velas, estátuas em forma de cavaleiros faziam fila em volta dos visitantes. Atrás destas esculturas, várias janelas deixavam a luz entrar, estas ficavam a dois metros do chão. No canto mais longe da entrada, havia uma escada de madeira em espiral, que levava ao segundo andar, e outra ao porão. À direita e à esquerda dos visitantes via-se duas entradas, que estavam fechadas por grandes portas de ferro. No final do corredor, erguia-se um trono, feito em pedra bruta, e visivelmente construído em cima da hora. Sobre ele estava sentado uma figura inesquecível.

Ainda maior que Leon, o homem era robusto e imponente. Seu corpo inteiro era coberto de uma armadura negra, polida perfeitamente. Seu elmo possuía a forma da cabeça de um leão, e o resto era extremamente bem trabalhado, vestes de batalha dignas de um lorde. Mas a armadura era coberto de arranhões, amassados, manchas de sangue. Parecia usada, e o tempo havia desgastado um brilho há muito apagado. Mas este homem, sem duvidas, era alguém com quem se deve tomar cuidado; um cavaleiro em uma armadura reluzente é um homem que nunca teve seu metal realmente testado.

Ao ver os visitantes, o cavaleiro sacou uma espada tão grande quanto ele, a fincou sobre o chão, e se ergueu lentamente, apoiado sobre a arma. Por alguns segundos, o silêncio reinou, com Sir Alonne encarando o trio. Logo, o antigo nobre falou, sua voz retumbante preenchendo toda a sala, e fazendo os corações dos três vibrarem:

Estes são os nossos aliados? Muito bem. Fique de olho neles, Eygon, para evitar qualquer... traição. Senhores, senhora, bom conhece-los. Vocês terão sua recompensa, no momento certo. Dispensados. Aguardo vocês hoje a noite, neste mesmo lugar.

Após estas palavras, Eygon, o caolho, puxou os três para fora da sala. Não parecia muito sensato desobedecer uma das ordens deste Sir Alonne. Fora da mansão, eles puderam perceber, pelo céu, que já estava no meio da tarde. Mas Edgar percebeu uma coisa ainda mais interessante para ele; atrás da mansão, havia um bote, provavelmente usado pelo enorme cavaleiro. Não havia nenhum guarda por perto, parecia tão simples de apenas ir pegá-lo...
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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptyQui 28 Abr 2016, 02:07


   






E Deus Disse:



Observou o bote parado no fundo da casa. Seus instintos de ladrão e moleque de rua acordaram automaticamente, e ele percebeu que roubar ele seria uma tarefa extremamente fácil. Em instantes ele poderia estar longe daquela ilha e de todo o problema que era estar nela.. Poderia simplesmente fingir que os marinheiros fizeram um trabalho bem feito, e que sua mensagem seria o suficiente para desestabilizar tudo.. Mas aquela não era a pessoa que Edgar Murphy era. Talvez o Carrasco, talvez Ladrão, e talvez até mesmo Padre. Mas não Edgar Murphy.

- Bom, Ada. Acredito que esteja na hora de eu dar o meu sermão. - Diria, se soltando do homem que o havia puxado para fora da casa, dando meia volta, e entrando no lugar em que estava de novo.

Abriria as portas do salão onde estava o Sr Alonne empurrando ela com as duas mãos, e caminhando com a graça de um cisne sobre o tapete vermelho. Falaria para todos os que estavam presentes, mas principalmente para o senhor Alonne:

- Algo interessante sobre o que está acontecendo na cidade hoje: Os seus guardas estão espalhados por aí, planejando o ataque à loja de vinhos e a dominação da cidade, o que significa que o Sr, Sr Alonne, está fazendo jus ao seu nome de Senhor Sozinho mais do que nunca. - Começaria, usando de sua voz penetrante para aquilo, para que todos ficassem presos a ela enquanto falava. - Quantos porcentos dos seus homens são necessários para tomar a cidade? Estenderia as mãos na altura dos ombros, como se demonstrasse dúvida através do gesto. Talvez metade? - Estenderia as mãos para alguém que estivesse próximo a ele, como se perguntasse para ela. -  Talvez três quartos? - Agiria como se estivesse fazendo uma pergunta da mesma forma de antes, só que para alguém que estivesse do outro lado. -  O que importa é que eu sei que, se o plano de vocês era tomar a cidade ainda hoje, e estamos quase de noite, toda a sua tropa deve estar bastante espalhada. O que reforça a minha teoria de que o senhor está mais fraco do que nunca aqui. - Terminaria, estendendo a mão para ele com um meio sorriso arrogante, como se fizesse uma sugestão.

Se viraria de costas para o Senhor Alone, e agiria como se estivesse andando para longe dele, embora que lentamente. E, de repente, se viraria de volta para ele, erguendo um dos dedos na altura do queixo como se pensasse em algo, e caminhando em passos lentos e despreocupados. O complexo de showman de Edgar estava aparecendo, e, embora estivesse correndo risco, sua mente estava a mil, e ele não conseguia pensar no medo.

- O que me leva a pensar.... - Pararia de andar. - Será que se você tivesse algum inimigo aqui dentro... Não seria este o momento perfeito para ele te atacar? - Sugeriria, fazendo mais uma vez um gesto que demonstrava dúvida. - E quais são as vantagens de te atacar? Bem.. O plano que eu e os meus companheiros tivemos quando me fizeram procurar a sua localização, era justamente te achar no seu momento mais vulnerável, e então derrotar você aqui dentro. Para que, uma vez que te entregássemos para a marinha, eles concentrassem as forças deles em escoltar você para a prisão da marinha, e, desta forma, se enfraquecessem na proteção à loja de vinhos. - Mentiria, apostando toda a sua persuasão naquilo. - Usar a sua fraqueza para enfraquecer a Marinha, e então, poder trapacear os dois. Este era o plano. - A verdade, é que ele falaria o plano em voz alta, usando toda a capacidade da sua perícia Liderança, dizendo o plano que havia acabado de pensar para Ada e Leon, a fim de convencê-los a se unir a ele naquilo. Ao menos, seria bom convencê-los de que também roubaria a loja de vinhos para que eles ficassem do seu lado. - Mas acontece que eu também traí eles, e chamei a Marinha até aqui. Eu conheci um dos seus atiradores em cima da torre, e no momento, todos eles já devem ter sido derrubados pelos marinheiros. Em breve a marinha estará vindo pra cá, atrás da carroça de vocês, e tudo estará acabado. - Dizer que havia traído os companheiros era uma forma de fazer com que eles não pudessem sair do seu lado. Afinal, se ele apenas dissesse que os três estavam juntos traindo Alonne, Ada e Leon poderiam atacar Edgaar e matá-lo para provarem não estar traindo Alonne. Mas, ao dizer que também os havia traído, apenas matar Edgar não seria o suficiente para provar a inocência, pois iriam matá-lo de qualquer forma. O que só os obrigava cada vez mais a entrar em seu plano.. Além disto, dizer que havia encontrado um dos atiradores dele acima de uma torre, era revelar uma parte do plano dele desconhecida pelo público para ele. O que reforçaria ainda mais a sua mentira. - Estando todo o seu plano arruinado, e eu diante de você, prestes a derrotá-lo e roubar eu mesmo a loja de vinhos, eu acabo de me lembrar de algo... Sendo mais específico... Um trecho bíblico. - Sorriria.


Levantaria as duas mãos acima da cabeça, e apontaria os dedos para baixo, como se estivesse prestes a soltar um feitiço:

- A PALAVRA DO SENHOR É ABSOLUTA... - Começaria - TUDO O QUE ELE DIZ, SIMPLESMENTE ACONTECE. NA VERDADE, TODAS AS COISAS QUE EXISTEM SÓ EXISTEM POIS FORAM DITAS POR ELE. - Desceria as mãos lentamente, até chegar num ponto em que estivesse com as duas palmas apontadas na direção dele, abertas na altura do peito. Um dos seus olhos estaria meio fechado e o outro aberto, com um olhar de quem descreve algo. Enquanto suas mãos estavam como se delineassem algo. - ABENÇOADO É AQUELE QUE, NO SEU NASCIMENTO, É BEM DITO POR DEUS... - Giraria um meio-giro em torno de si, e ficaria de costas para ele. - ANTES, TUDO ERA ESCURIDÃO. MAS, UM DIA, DEUS DISSE: QUE HAJA A LUZ, E HOUVE. E ENTÃO, ELE SEPAROU A ESCURIDÃO DA LUZ. EM OUTRA OCASIÃO, ELE DISSE: QUE HAJA A TERRA, E A TERRA PASSOU A EXISTIR. E QUANDO ELE DISSE, QUE HAJA VIDA, ELA TAMBÉM SURGIU. - Moveria as mãos ao redor do corpo enquanto falava, colocando a mão nos lugares simbolicamente, como se estivesse soltando um poder para fazer as coisas aparecessem. - QUANDO ELE DISSE: QUE HAJA HUMANOS, NÓS TAMBÉM EXISTIMOS. MAS DEUS... DEUS NUNCA DISSE: QUE HAJA MALDADE. ELE DISSE, QUE HAJA O LIVRE ARBÍTRIO.. E A PARTIR DESTE LIVRE ARBÍTRIO AS PESSOAS COMEÇARAM A SER PERVERSAS... MAS ELE NÃO PODERIA DEIXAR AS COISAS AO ACASO. ELE TERIA QUE FAZER AS COISAS SEREM MELHORES PARA TODOS.. TERIA QUE CRIAR PESSOAS QUE PUDESSEM ACABAR COM AS PESSOAS RUINS.. E POR ISSO ELE DISSE: QUE HAJA PESSOAS BOAS. - Ergueria as duas mãos para o alto, em outra cena dramática. - ... E HOUVERAM... - Diria falaando sobre o ombro, olhando para trás e parando de andar. - MAS AS PESSOAS BOAS NÃO ERAM O SUFICIENTE PARA ACABAR COM A MALDADE DO MUNDO. E ALGO AINDA ESTAVA CRAVADO NO FUNDO DA GARGANTA DE DEUS.. - Se viraria mais uma vez para Alonne, com as mãos no cabo da espada, sem tirar os olhos de cima dele. - E ENTÃO, PARA REFREAR AS PESSOAS RUINS, ELE DISSE MAIS UMA FRASE. DO FUNDO DE SUA GARGANTA DIVINA, QUE RETUMBA COMO OS CÉUS, ELE DISSE UMA ÚLTIMA COISA E DEIXOU QUE OS HUMANOS SE RESOLVESSEM ENTRE OS BONS E OS MAUS. E, COMO UM PADRE, EU POSSO TE DIZER COM EXATIDÃO QUE, MAIS UMA VEZ, SUA PALAVRA SAGRADA SE FEZ ABSOLUTA, E QUE ELA ESTÁ SEMPRE A FAVOR DAS PESSOAS BOAS. COMO UM PADRE, POSSO TE DIZER PARA TEMER, E, INCLUSIVE, DAR UM PASSO PARA TRÁS E DUVIDAR DE SI MESMO. EU, COMO UM PADRE, POSSO TE DIZER PARA ATÉ MESMO TENTAR DESISTIR... POIS DEUS DISSE... - Puxaria a katana da bainha, ouvindo enquanto a sua lâmina se debateria em um som liso mas ao mesmo tempo áspero. Algo entre um lençol se arrastando sobre a superfície superfície de uma cama e o rugido de um leão. Gritando diretamente para fora do que a prendia, indo de encontro à resistência do ar e a partindo: - E Deus disse... Que haja surras. - Apontaria a kaatana diretamente na direção de Alonne, como quem diz: E houveram.

A princípio, não atacaria, e apenas esperaria a resposta do homem na sua frente. Sua ideia era recrutar Ada e Leon para aquele plano bastante lucrativo, uma vez que daria mais segurança para eles enfraquecer a marinha ao entregar Alonne e fazer ela escoltá-lo. E, além do mais, abaixar a guarda pelo fato de achar que não teriam mais nenhum outro inimigo na ilha.

Estaria atento para ataques de qualquer pessoa.

Caso fosse receber um tiro de longe, ou algo do gênero, saltaria para algum dos lados a fim de se desviar. Caso fosse receber um ataque em horizontal ou estocada, daria um passo longo para trás, e então, assim que os pés tocassem no chão, daria um outro para o lado oposto ao do golpe ao mesmo tempo em que usaria a katana para rebater o golpe para o lado. Se o ataque fosse vertical ou diagonal, daria o passo para trás da mesma forma, rebatendo o golpe para o lado em que não estava indo.

Se esquivaria do máximo de ataques possíveis, sempre escapando para o caminho com o menor número de inimigos.






               
-

               









Objetivos:
 

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''.....''

- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptyQui 28 Abr 2016, 14:33


Leon Strongheart

Mudança de planos: que hajam as surras!




"Mas que bela merda!!"Não sei por que ainda me surpreendia com a atitude de Edgar, seria de se esperar por algo assim vindo dele, o próprio que tentou atear fogo em um navio em alto mar, sem ter uma rota de fuga e o que ele fez agora traria uma mudança de planos totalmente nova para o curso de nosso saque. Poderia sentir as veias saltando em minha testa quando ele começou aquela cena, maldito padre biruta, acabou com meus planos. Nesse momento já abanaria a cabeça negativamente e viraria para Eygon lhe entregando minha nova bandeira do bando - Segure isso pra mim, eu cuido desse filho da puta maluco! - Falaria com raiva, mas apenas ali fora, não interromperia Edgar e começaria a andar calmamente para dentro do salão, já vestindo as manoplas.

O que faria agora? Teria que mudar totalmente o plano, até que finalmente ouviria algo interessante que ele falava, realmente aquilo de escoltar o Royce poderia ser parte de uma boa distração e como Edgar não sabia que Nnoitra e Hikari se infiltrariam na marinha, quando tudo começasse eles poderiam causar um tumulto ainda maior, nos proporcionando uma chance melhor do que antes... e melhor, o saque seria inteiro nosso. Bastardo maldito, não é que essa sua loucura pode nos render um esquema melhor que o anterior e sem depender desse brutamontes?! Naquele momento não acreditava que iria entrar naquela loucura de cabeça, mas algo tinha de ser feito depois de tudo que ele falou e rápido, por que se a marinha realmente estivesse a caminho, era melhor não enrolar.

Pararia na porta de costas para Eygon e ligeiramente inclinado para Ada e faria um sinal para ela, tentando evitar que Eygon visse, passaria o polegar na garganta e com os olhos tentava passar a mensagem para ela "Pode acabar com esse cuzão ai agora!" e então entraria. Me admirava ver como Edgar conseguia dar esses "sermões" dele e mentia tão mal como quando nos encontramos, mas em tudo que ele disse ouvi algo que me interessou "Que hajam as surras! Ta ai um bom mandamento!" Me aproximaria um pouco mais, alguns passos para dentro, suficiente para que meu alcance de Alonne fosse certo, e perto de Edgar. Manteria minha raiva apesar de mudar de ideia, queria que o Royce pensasse que eu ia tratar mesmo de Edgar - OOOE! VOCÊ É UM DESGRAÇADO MALUCO MESMO.....- Nesse momento eu já começava a me preparar, tencionar os músculos e me colocar em postura...
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Então terminaria minha fala -... Mas eu gosto disso!!! - E partiria com tudo executando minha técnica - Dairyu...- exclamaria enquanto estivesse em pleno ar como uma bola de canhão na direção de Royce, sim de Royce e não de Edgar -... no TEKKEN! Finalizaria a fala junto do golpe que visava bem o meio do rosto do enorme homem, com toda aquela armadura, era o melhor lugar para atacar. Você pode me perguntar por que fazer isso? Por que eu tinha de aproveitar esse momento de surpresa para acertá-lo e afastar ele daquela enorme espada dele, para possibilitar uma melhor luta nossa contra Alonne, ele era imenso, sua armadura mostrava traços de experiência de combate, deixá-lo se preparar não era a melhor ideia. Pois então faria isso com o intuito de separá-lo de sua arma, pegá-lo de surpresa no processo e atacar direto no ponto em que julgava ser onde poderia causar algum dano, tenho confiança em minha força, poderia fazer homens maiores que eu saírem voando(Até 240kg) e com certeza tentaria com ele.

Claro que ele poderia e provavelmente iria reagir, porém daquele tamanho e com aquela enorme armadura, eu apostava em minhas chances. Completando o golpe eu tentaria, ainda com o movimento, arrancar-lhe o capacete com a minha outra mão, para facilitar um pouco a luta para Edgar e eu e então usaria de um chute no peitoral de metal, com a sola do pé, não para danificá-lo, mas sim usar ele para pegar impulso e me afastar dele - Vamos padre, não fique ai parado! As surras estão apenas começando! -

Claro que tentaria não ser descuidado, meu ferimento na barriga tinha acabado de se curar por completo, não queria um novo tão cedo assim, por isso tentaria evitar que ele me agarrasse durante minha movimentação e ainda ficaria atento aquela escadaria e as grandes portas fechadas, era possível que houvessem mais capangas ali e seria só questão de tempo aparecerem. Ficaria atento para saltar de lado em casos de disparos de armas e procuraria manter a distância tanto de Royce quanto de outros possíveis inimigos sempre saltando para fora da linha de ação deles, essa luta... estava apenas começando.

Dairyu no Tekken:
 



Post: 008~ Rename: -X- ~ Location: Miscqueot Island - North Blue 

Notes: •Ganho: Perícia Costura
•Perda: -20.000 berris
• Vício: 6/10
• Cigarros: 18
• Isqueiro: 8 usos

Legenda: -falas-
"pensamentos"

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptyQui 28 Abr 2016, 21:40

”Padre maluco...” Edgar e sua loucura não paravam de me surpreender. Havia acabado de conhecer o tal Alonne, que pelo jeito era realmente um nobre. Eu sei que você esteve acompanhando a história toda até agora, já que não tem nada melhor para fazer. Mas só para desencargo da minha consciência, que tal um pequeno Flashback? Vamos lá.
Pequeno Flashback On


Imponente, com uma armadura negra e ainda maior que Leon, lá estava Sir Alonne. Ou Montblanc Royce, como preferir. Sua espada também era gigantesca, e me chamava atenção. Talvez se ele morresse por acaso, eu poderia acabar ficando com aquela arma. Será que conseguiria manusear bem aquilo com o meu tamanho? Isso eu teria de descobrir. A voz do homem de armadura fazia jus ao seu tamanho. Logo ele dava uma ordem para que o tapa-olho nos tirasse da sala, e o seu cachorrinho o obedecia e nos puxava para fora dali. Tudo bem, ao menos eles seriam uteis em nosso plano. Agora, tudo indicava que teríamos de esperar até a noite cair...

”MASOQ...”
[size]Pequeno flashback off
[/size]

E Edgar havia desobedecido a ordem, entrado novamente naquela sala e agora estava fazendo um sermão para Royce e mandando todo o planejamento por água abaixo. Leon não parecia estar muito feliz com aquilo, e entregava a bandeira de nosso bando para Eygon segurar. Não o culpava pelo que ele iria fazer com Edgar, às vezes a maluquice do padre passava dos limites... Apesar de que, no momento, eu estava mais interessada em saber onde aquilo tudo iria dar. Sentia as batidas aceleradas do meu coração, e a adrenalina que já se espalhava pelo meu corpo vendo toda aquela baderna acontecer.

Continuava ouvindo o falatório do loiro e vendo a trajetória do ruivo, até que via Leon parando de andar e voltando o corpo levemente para o meu lado. Um sorriso puramente sádico surgia em meu rosto ao ver o sinal que ele fazia. Sim, ele havia decidido seguir o plano de Edgar, e sendo assim eu também seguiria. Colocaria minha mão direita no cabo da katana, sentindo meu coração se acelerar cada vez mais à medida que minha mão se aproximava desta. Quando ela se fechasse em volta do cabo, eu diria:

– Me desculpe Eygon... – Nesse momento eu começaria a puxar a katana do modo mais forte e veloz que pudesse, começaria a mover meu corpo em cento e oitenta graus na direção do caolho – Mas eu nunca gostei de você. – E não mentia. Meu objetivo com aquele movimento era atacar o inimigo o mais rápido que podia, aproveitando-me talvez do fato de ele estar segurando a bandeira para que pudesse retardar sua reação. Mirava a katana em um corte horizontal no tórax daquele homem. Mas claro, não esperava que ele fosse ficar parado.

– Vamos ver do que é capaz, tapa-olho! Deve ter um motivo para ser o cãozinho preferido do Alonne.

Diria aquilo com sarcasmo após o golpe. Naquele momento, o calor da batalha já teria tomado conta de mim e uma das poucas coisas que havia conseguido ouvir do final do discurso de Edgar era o novo mandamento. “Que Haja Surras!” Pensava, ainda com o mesmo sorriso no rosto. Aquilo era totalmente diferente dos lobos em Fernand Ice, eu estava mais forte, e sabia que o adversário também era mais forte. Não só isso, diferente dos lobos, humanos são mais imprevisíveis... E expressavam a sua dor de uma forma bem mais graciosa. Como eu havia previsto no momento em que pisei naquela nova ilha, teríamos um grande dia. E este era apenas o começo.

No caso de ser atacada por golpes horizontais eu tentaria bloqueá-los com minha espada em vertical e em seguida tentaria empurrar a katana para frente, tentando afastar o adversário. Em seguida eu tentaria atingi-lo com uma estocada mirando o ombro que segurava a espada, e me afastaria em seguida. No caso de golpes na vertical ou diagonal, eu tentaria colocar minha espada também na diagonal (diagonal oposta, no segundo caso) tentando bloquear o ataque. Em seguida, caso tivesse algum sucesso nisso, tentaria também empurrar a katana para frente visando afastar o meu adversário para logo em seguida tentar atingi-lo com um corte vertical de cima para baixo mirando todo o seu tronco. Faria esses movimentos de defesa e contra-ataque quantas vezes fossem possíveis e necessárias... Sem tirar o sorriso sádico do meu rosto em nenhum momento.

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptySex 29 Abr 2016, 11:35

Edgar havia acabado de iniciar uma verdadeira batalha. Frente a frente com o imponente Sir Alonne, ele discursava, incriminando-o e se vangloriando, como um verdadeiro orador deveria fazer. Suas palavras idealistas ecoavam pelo salão, e paralisava todos que as escutavam. Fora da mansão, os três ouviam atentamente seu discurso, boquiabertos. O padre era o centro das atenções, e parecia inflamar seus companheiros. Nem mesmo suas ocasionais tosses atrapalhavam o sermão. Sir Alonne, de pé em frente ao seu trono, com o peito estufado e o corpo reto, não esboçava nenhuma reação, e aguardava o final das palavras de Edgar. O desfecho finalmente veio, como um desafio:

Que haja surras.

Alonne finalmente respondeu, sempre calmo atrás de seu elmo, retirando a gigantesca arma do solo:

Tolo. Você ainda acredita nestas fábulas? Deus criou a maldade; pois, para o dia existir, deve haver noite. Para a luz existir, deve haver escuridão. Para a bondade existir, deve haver maldade. E, para a paz existir... DEVE HAVER GUERRA!

O nobre então ergueu sua arma e apontou de volta ao padre, aceitando seu desafio. A katana reluzia com a luz alaranjada que entrava pelas janelas, e clamava por sangue. Este era o estopim da batalha.

Na entrada da mansão, Eygon franzia suas sobrancelhas e sacava sua katana. Não iria deixar tal desafio impune, principalmente por um louco como aquele. O caolho já começava a se dirigir para o salão, até que Leon o interrompeu. Ele cuidaria daquilo. Mas o espadachim relutava em ficar de fora, e seguia o ruivo. Pelo menos, seguiu até Ada falar com ele. Automaticamente, Eygon se virou, e deu de cara com a lâmina da mulher. Mas seus reflexos eram rápidos, e ele conseguiu bloquear com sua própria arma.

Os dois espadachins pareciam dançar com as katanas. O caolho correu em direção de Ada e, em um piscar de olhos, já estava a seu lado, executando um corte na diagonal, de baixo para cima. Por muito pouco, ela conseguiu bloquear o golpe, empurrando a lâmina e contra-atacando em seguida. Porém, visivelmente, Eygon era um lutador muito experiente: um pulo para trás, ou melhor, um mortal foi mais que suficiente para sair de perto da zona de perigo. Ele parecia ser perito em acrobacia, e não seria nada fácil derrota-lo.

Sem nem perceber, Ada havia se afastado da mansão, e agora lutava ao lado do lago. Ele parecia fundo, e uma sombra estranhamente grande rondava por aquelas águas... De costas para o lago, mas ainda a um metro da beira, ela encarava seu adversário. Ele arfava, e seu único olho estava sedento por sangue. Aquela batalha só terminaria com um derrotado no chão, em uma poça de seu próprio sangue.

No salão, Leon mostrava claras intenções de atacar o padre. Perto de Edgar, ele parecia se preparar para um golpe sobre o religioso... mas, no último instante, o alvo mudou, e o ruivo voou sobre Sir Alonne. Durante a investida, o cavaleiro teve tempo apenas de fincar a espada no chão novamente, e receber o impacto do golpe. O soco foi desferido em seu rosto, com força, mas Leon sentiu como se houvesse batido em uma parede de concreto. O enorme homem pareceu deslizar um pouco, sua arma cortando lentamente o chão, e seu corpo se curvou para trás. Por causa da distância, o ruivo não conseguiu alcançar a cabeça de Sir Alonne, e teve que chutar o peito do homem para fugir. Ou ao menos tentar.

Após ter sido jogado para trás, o cavaleiro jogou seu corpo para frente em uma velocidade espantosa, e seu punho completamente revestido de armadura crescia aos olhos de Leon, que ainda estava no ar. O golpe veio com uma força incrível, e atirou o ruivo para a entrada, fazendo-o colidir com o solo. Este conseguiu se reerguer, com uma certa dificuldade, mas ainda estava na luta. Olhou novamente para Sir Alonne, Leon percebeu que o golpe havia feito um grande amassado sobre seu elmo, mais um para a coleção. O cavaleiro, após socar seu inimigo, disse com sua voz grave e retumbante:

Não... me... subestimem!

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptySex 29 Abr 2016, 15:40


Leon Strongheart

Mudança de planos: que hajam as surras!




"Pro inferno que com essa armadura...Subestimar como se com meu melhor golpe eu sentia que socava uma parede?!" Esse era um oponente digno, um obstáculo a ser vencido e ele é... forte. A prova disso era minha cara ainda entorpecida pelo golpe dele que me fez ser jogado contra o chão e de volta a entrada do lugar. Um sorriso começava a surgir em meu rosto, meu espírito de guerreiro despertara e isso só acontece mesmo com oponentes de grande calibre e a voz de Alonne que tomava conta do lugar, era como um chamado para esse meu lado. - Oe Edgar! Isso vai ser interessante, vou tentar abrir caminho batendo de frente com ele, tente de algum jeito passar por aquela armadura, ela pode ser um problema! -

Começaria a tirar aquele casaco de peles o deixando ali no chão e então sacaria ambas adagas que possuía, segurando elas com as lâminas para baixo para serem apenas uma extensão de meus socos, a luta de verdade estava para começar, tínhamos um verdadeiro tanque para desmantelar, cabia agora a mim e a Edgar desempenharmos bem os papéis que precisássemos. - Royce! Antes de mais nada... Merchant Hag pediu para que eu lhe dissesse que, ela gostaria de vê-lo novamente! Precisava te dizer isso, antes de te apresentar os grandes portões dourados de Valhalla! - Na verdade matá-lo não seria proveitoso para nosso plano, mas em momentos como esse, o foco em minha mente e coração eram de derrotá-lo como fosse preciso.- Agora podemos começar isso de verdade!-

Partiria correndo em sua direção, sabia que ela não era tão lento como parecia, tinha bastante força e principalmente essa maldita couraça metálica por todo o corpo, mas tinha confiança em mim. Teria de lutar de forma inteligente, não sabia direito do que o padre era capaz, então tentaria me concentrar e lutar como se ele não estivesse ali e tirar proveito de minha luta para lhe assegurar algumas aberturas. Esperava do fundo do coração, que ele não fosse igual Nnoitra e não travasse no meio de uma luta.

Usaria de minha velocidade e força para tentar moldar essa luta, me aproximaria dele rapidamente, aquele espada era imensa e levar um corte dela não era uma opção, então estaria atento para evitá-la quando ele fosse brandi-la. Pretendia atacar primeiro novamente e quando tivesse alcance eu iria desferir um jabs rápido contra sua cabeça novamente, posso não causar dano, meu melhor  golpe apenas amaçou aquele maldito elmo, mas ele restringe um pouco da visão e golpes rápidos como esse podem servir para criar momentos cegos, era nisso que acreditava. Soltaria um... dois seguidos com rapidez, batendo e recolhendo o braço e após pelo menos um dos golpes tê-lo acertado, nesse ínfimo momento em que o oponente não me enxergaria e apenas no máximo meu punho que o acertou, flexionaria os joelhos e me inclinaria para o lado, tentando escapar de sua linha de visão, algo que complica aqueles grandes como eu ou maiores, então rapidamente tentaria projetar o braço em um arco para fincar a adaga na parte de trás do joelho, não podia me dar ao luxo de só mirar nas partes protegidas dele e um dos lugares menos protegidos de armaduras, são as juntas. Deixaria a adaga cravada lá se fosse bem sucedido, pelo menos assim sua movimentação seria limitada.
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Claro que sabia que ele não iria me deixar ficar batendo nele como se fosse um saco de pancadas, principalmente depois de ter amassado seu elmo, esperava que ele me atacasse a qualquer momento, podia ser antes de meu primeiro golpe, entre os seguintes, ou até mesmo depois de minha sequência, eu precisava estar atento e por isso  tentaria evitar ficar próximo do lado onde empunhasse a espada. Aos sinais de possíveis golpes, tanto da lâmina como dele próprio, como aquele soco que me fez voar, eu tentaria me esquivar me projetando para fora do golpe e procurando me colocar na melhor posição possível para seguir com minha ofensiva. Repetiria esse processo até acabar com meus golpes ou ser forçado a recuar, pois se percebesse que não conseguiria seguir com os golpes sem escapar de levar algum dano significativo, sim os danos leves eu tentaria suportar em prol de poder atacá-lo pois boxeadores corajosos trocam golpes com o inimigo, tanto para medir a força deles, quanto para impor a própria, então no caso de danos significativos eu tentaria me esquivar me projetando para trás e para fora do alcance do golpe, me afastando para poder ter outra oportunidade de atacar depois.

Outra coisa que precisava evitar com afinco, era um agarrão daquele homem, ser prensado entre metal não parecia algo muito agradável, chego a cogitar cortes leve no lugar disso, então manteria minha defesa como havia planejado e considerando que ser pego levaria a uma situação muito ruim. Essa minha primeira investida servia tanto para tentar ganhar alguma vantagem no embate, quanto para conhecer melhor as extensões das habilidades de Sir Alonne, tinha grandes expectativas de que ele seria um grande oponente.


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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptySex 29 Abr 2016, 23:26

O caolho parecia ser tão silencioso enquanto lutava quanto era normalmente. Mas também era habilidoso, precisava admitir isso. Em rápidas trocas de golpes, ele defendia meu ataque surpresa e me atacava, eu defendia seu golpe e contra-atacava, vendo o homem desviar. Não seria uma luta fácil, eu sabia daquilo, e nem por isso o sorriso sádico que possuía desde o início do confronto deixava de estar em meu rosto.

– Mexe-se como uma mulher – Dizia – Mas será que luta tão bem quanto uma? – Completava a frase, ainda sorrindo, enquanto o desafiava com aquilo e apontava a espada em sua direção.

Neste momento eu percebia onde estava, não mais dentro da mansão. Estava a frente do lago, prestes a dar um mergulho se não tomasse cuidado. Aquele adversário havia me levado até aquele lugar sem que eu nem percebesse, por isso deveria tomar cuidado para não cair ali “E não descobrir o que é que vive ali dentro...” Pensava. Havia uma sombra se movendo dentro do lago, eu havia conseguido ver. E uma bem grande. Seja lá o que fosse que morava ali, eu tinha certeza de que estava sedento por carne... E esperava que não fosse a minha carne. A cada segundo aquele confronto se tornava mais interessante, e era nesse momento que eu olhava nos olhos de meu adversário e via o desejo por sangue em seu olhar. Tão puro quanto o meu:

– Ótimo, gosto desse olhar. Seria uma pena se eu arrancasse esse seu olho também.

Ria de forma sádica após o final da frase. Ficar próxima daquele lago com toda a certeza não seria uma boa ideia, por isso sabia que teria de ser a primeira a avançar, e assim o faria. Rapidamente começaria a correr na direção de meu adversário, sem alterar minha expressão facial, e ao me aproximar tentaria dar um passo para a sua esquerda ao mesmo tempo que tentava atingi-lo com um corte horizontal de minha espada. A intenção era virar o jogo, e fazer com que Eygon ficasse mais próximo que eu do lago. Com este movimento, esperava dar-lhe poucas opções esquiva que fossem fazer com que eu continuasse a mais próxima do lago naquela luta. Claro que não esperava que ele não fosse tentar um contra-ataque, mas inicialmente pretendia não dar-lhe tempo de fazer isso antes que meu plano já tivesse obtido êxito.

Logo depois de meu primeiro ataque (caso houvesse tempo), eu tentaria saltar na direção de meu adversário usando a katana em um ataque diagonal de cima para baixo e da direita para a esquerda tentando atingir-lhe na região do tórax e, principalmente, fazer com que se aproximasse ainda mais do lago. Se eu fosse atacado a qualquer momento tentaria por em ação alguns planos de contra-ataque, sem nunca tirar do rosto o mesmo sorriso sádico que estava presente.


Primeiramente caso o adversário tentasse um ataque horizontal eu colocaria a katana em diagonal a frente do metal do adversário tentando bloqueá-lo e logo em seguida tentaria mover-me para a lateral deslizando a minha espada na espada do inimigo sem deixar de bloqueá-la, me vendo livre da zona de alcance da arma do adversário eu tentaria avançar novamente em sua direção e usaria a katana para tentar um golpe horizontal na direção de seu tronco. Caso o adversário tentasse me atacar com uma estocada eu tentaria mover-me para uma das laterais enquanto levava a katana contra a arma do adversário tentando desviar sua rota para o lado oposto ao qual eu me moveria. Em seguida daria um rápido passo a frente para que desta vez eu pudesse tentar acertar-lhe uma estocada mirando o peito esquerdo.

Por ultimo, se um ataque vertical ou na diagonal viesse em minha direção eu faria como antes. Tentaria bloqueá-lo posicionando a katana em diagonal (diagonal oposta, no caso de ataque inimigo em diagonal). Caso obtivesse sucesso nisso eu tentaria aproximar rapidamente meu corpo do corpo de Eygon sem empurrá-lo, e tentaria usar meu joelho para acertar sua região intima. Em seguida, caso isso funcionasse, agora sim eu tentaria empurrá-lo dali para então poder me aproximar e tentar um corte na vertical de cima para baixo mirando toda a região de seu tronco. Usaria destas estratégias de defesa e contra-ataque quantas vezes fossem necessárias.

Se visse que estaria me aproximando inevitavelmente do lago eu tentaria usar minha katana em movimento de bloqueio ou esquiva dos mesmos jeitos citados anteriormente, mas mudaria o contra-ataque. Neste caso eu tentaria força-lo a trocar de posição comigo durante o empurrão, girando trezentos e sessenta graus sem permitir que saísse de meu bloqueio. Só então eu realmente tentaria empurrá-lo para trás, e então tentaria atingi-lo com uma estocada mirando o seu peito esquerdo. Minha intenção ali seria principalmente dar um fim na luta atingindo-o ou fazendo com que caísse no lago e fosse engolido por seja lá o que estiver lá dentro. Em todo caso, pretendia no mínimo deixá-lo em uma posição mais desfavorável que a minha.

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptyDom 01 Maio 2016, 23:22


   






É como o inimigo disse. Para haver um paraíso...



Tinha acabado de fazer um dos discursos mais inteligentes de sua vida, expondo uma ideia bastante absurda e improvável, que chamava carinhosamente de plano. A verdade é que Edgar havia simplesmente acabado de arriscar tudo naquelas palavras: Caso não tivesse enxergado algum ponto, Ada e Leon poderiam matá-lo. Ainda que Ada e Leon não o matassem, eles poderiam ser derrotados por Eygon e Alonne. Ainda que Ada, Leon, Alnone e Eygon não conseguissem matá-lo, a marinha poderia chegar a qualquer momento e fazer aquilo.

Por isso, enquanto tinha a katana apontada para Alonne com um sorriso arrogante no rosto e um olhar de confiança, ouvindo todo o silêncio que todos haviam feito após o absurdo insano que havia acabado de ser aquele discurso, ele piscou. Piscou mais uma vez, e abriu a boca, impressionado com o que havia acabado de dizer. Havia feito tudo aquilo pro um lapso de loucura, gerado pela impressão que havia tido de que Deus estava do seu lado e o havia mandado fazer aquilo. Mas, por algum motivo, aquilo havia acabado de passar.

Com a katana ainda apontada para Alonne, ele abaixou o braço levemente e encarou ele com um olhar de assustado, quase pedindo desculpas por tudo que havia acabado de dizer.

Tolo. Você ainda acredita nestas fábulas? Deus criou a maldade; pois, para o dia existir, deve haver noite. Para a luz existir, deve haver escuridão. Para a bondade existir, deve haver maldade. E, para a paz existir... DEVE HAVER GUERRA! - Edgar fecharia os olhos com força no momento do grito do homem, e voltaria a pôr a katana na bainha.

A enorme espada de Alonne era apontada para Edgar, que dava um passo para trás, encarando a luz alaranjada decair sobre ela.

Atrás de si, conseguia ouvir duas katanas sendo sacadas. Provavelmente as de Ada e Eygon, prontos para matá-lo. Leon entrava na sala, seus passos raivosos - OOOE! VOCÊ É UM DESGRAÇADO MALUCO MESMO.... Edgar fechou os olhos com força, e se preparou para a inevitável pancada. Em sua mente criativa, nenhuma ideia sobre como escapar de quatro inimigos poderosíssimos, estando um deles tão perto dele chegava. Por isso parou, e, se tivesse de morrer ali, Deus saberia o que deveria acontecer... -... Mas eu gosto disso!!!

Respiraria fundo e abriria os olhos, bem no tempo de assistir enquanto Leon aplicava toda a sua fúria ruiva diretamente na testa de Alonne, e fazia o homem se arrastar vários metros no chão. No momento seguinte, Leon recebia uma pancada direta do cavaleiro ainda estando no ar, e voava de uma vez na direção da porta. De boca aberta, Edgar assistiu aquela impressionante troca de ataques. ''Ele vai mesmo enfrentar um gigante por causa de algumas palavras minhas??'' se perguntava, impressionado.

- Não... me... subestimem! - O cavaleiro dizia, e Edgar levava a mão à kaatana novamente.

- Oe Edgar! Isso vai ser interessante, vou tentar abrir caminho batendo de frente com ele, tente de algum jeito passar por aquela armadura, ela pode ser um problema!

Edgar encararia o enorme Alonne, e toda a sua armadura cheia de amassados. Era verdade que se tornava ainda mais difícil para Leon derrotar ele com aquela armadura, e que, para que pudesse ter alguma chance de vencer aquele homem, alguém teria de dar um jeito nela.

- Sem Deus, todos os homens estão pelados. Eu vou lidar com essa armadura!! - Diria Edgar, mas logo após isso um pensamento engraçado lhe ocorreria: Haviam dois inimigos, Eygon e Alonne. Para dois aliados: Ada e Leon. Independentemente de quem vencesse ou perdesse, a ilha estaria salva. Tinha certeza de que Leon poderia enfraquecer o gigante o suficiente para estragar o plano dele, e de que Ada poeria fazer o mesmo com Eygon. E também tinha certeza de que os marinheiros poderiam chegar ali a qualquer instante. E, graças a esse pensamento engraçado, ele percebeu que enquanto as pessoas se ocupavam umas com as outras ele poderia pegar o bote e fugir da ilha. Talvez Wars Island, ou até mesmo Lvneel...

Dando meia volta, Edgar começaria a correr na direção da porta da mansão, prestes a fugir.

Em seus olhos, passaria a imagem das escadas que levavam para o andar superior... O que será que tinha lá em cima? Olhando um pouco mais para cima, ele podia ver mais uma coisa que chamaria sua atenção... E, para baixo, ele podia ver finalmente um plano se concretizando.

Pararia de correr arrastando os pés sobre o tapete, e se viraria na direção da escadaria, sentindo seus pés se acelerando novamente. Subiria os degraus das escadas em alta velocidade, e, uma vez lá em cima, estaria atrás de apenas uma coisa: A adega.

Piratas e criminosos sempre tinham pelo menos uma garrafa de rum consigo, e, sendo assim, ele olharia dentro das salas do andar de cima, procurando por essas garrafas. Assim que achasse, pegaria o máximo possível de garrafas que conseguisse com as mãos, e correria na direção de algum lugar das escadarias onde pudesse ver o andar de baixo. Uma vez neste ponto, lançaria as garrafas de álcool para o andar de baixo, tentando fazer de uma forma que cercassem os dois lutadores e que também caíssem no tapete....

Caso em alguma das salas ele encontrasse inimigos, antes ou depois de conseguir as garrafas de álcool, ele daria meia volta e sairia correndo. Caso antes de sair correndo algum dos inimigos tentasse acertá-lo com um golpe, se agacharia caso o golpe fosse em horizontal acima da cintura, e saltaria por cima do golpe - tomando cuidado com a cabeça e até mesmo dobrando o pescoço para a frente para não se bater em nada - caso ele fosse abaixo da cintura. Caso fosse uma estocada ou um ataque vertical, daria um passo para o lado e assistiria o golpe passar na frente de seu rosto, sacando a katana e usando ela para bater na arma do atacante a pondo para baixo, para que pudesse sair correndo. Caso fosse um ataque em diagonal, daria um passo para trás e veria a direção em que o golpe estaria indo, para que pudesse dobrar a cintura na mesma direção que o golpe, e, assim, se esquivar dele. Uma vez tendo esquivado do aataque, fosse ele qual fosse, daria meia-volta e sairia correndo...

Ao fim das ações dos últimos dois parágrafos, fossem elas quais fossem, iria até um local em que tivesse fácil acesso até os lustres. Ao menos, o local em que o acesso fosse o mais fácil possível. E, uma vez neste local, correria na direção dele e saltaria, usando de todo o seu conhecimento em Acrobacia para chegar na altura do lustre e se agarrar nele, em algum lugar em que não fosse ser queimado. Uma vez se segurando ao lustre, se balançaria de um lado para o outro, colocando o máximo de seu peso nele. Seu objetivo é que o lustre se desencaixasse do teto, ao balançar de um lado para o outro com tamanha força. E que, graças a isso, ele pudesse cair em queda livre na direção do andar de baixo. Caso não conseguisse, sacaria a katana e tentaria acertar o lugar do lustre que o prendia ao teto.

Uma vez tendo feito isso, usaria sua acrobacia para se mover na direção do tapete, e, assim que estivesse próximo a ele, soltaria o lustre e faria um rolamento para absorver o impacto, sem ainda parar, ele continuaria correndo para a frente.

Seu objetivo era apenas um: Iria tocar fogo naquele lugar e transformá-lo no inferno, para que, desta forma, o calor fosse tão intenso que ficar dentro de uma armadura seria insuportável.

É como o inimigo havia acabado de dizer. Para haver um paraíso, é preciso que haja o inferno.






               
-

               









Objetivos:
 

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''.....''

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptySeg 02 Maio 2016, 20:55

Leon e Edgar haviam percebido a força incomum do enorme cavaleiro. Além de seu tamanho, ele possuía força, e uma defesa extremamente resistente. Nem mesmo o golpe mais forte de Leon fora capaz de derrubá-lo. Teriam que dar um jeito naquela armadura, ou nunca conseguiriam derrota-lo. Os dois se posicionaram para a luta; mas Edgar não lutava como a maioria. Sem perder tempo, ele correu para a escadaria, e chegou no segundo andar da mansão, deixando Leon só contra o temível inimigo.

O ruivo decidiu atacar primeiro: receber um golpe desta enorme espada estava fora de questão, quanto mais deixar seu adversário com qualquer brecha. Logo após se levantar, Leon começou a dizer algo para Sir Alonne que o fez ficar parado. Não sabia o que a tal Merchant Hag valia para ele, mas certamente deve ser muito preciosa ao cavaleiro, já que sua mera citação o fez hesitar. Talvez isto fazia parte do plano do ruivo. Em um movimento rápido, ele se aproximou do espadachim, e socou duas vezes seu elmo, golpes que não surtiram nenhum efeito aparente.

Mas, logo em seguida, Leon se agachou e sacou uma adaga, pronto para usá-la. O movimento foi estranhado por Sir Alonne, que certamente não esperava tal coisa. A lâmina se aproximava da pequena brecha na armadura, e tudo apontava para o sucesso da investida. Mas o ruivo viu, pouco a pouco, a bota de ferro do cavaleiro crescer, até um ponto em que ela atingiu seu peito com força. Com o golpe, Leon ficou sem ar, e foi jogado para trás. Mas um aspecto havia dado certo: a adaga estava bem fincada atrás de seu joelho, pendendo, e deixando escorrer o primeiro filete de sangue.

Porém, o cavaleiro contra-atacou; após desestabilizar seu adversário com um chute, ele girou em torno de si mesmo, fazendo sua arma raspar o chão e levantar devagar, até acertar o ombro de Leon, que foi atirado para longe novamente. O movimento havia sido sereno, executado sem pressa, porém rápido e gracioso. Este manejava bem a arte da espada. Porém, para a sorte do ruivo, aquela lâmina não era afiada. Seu potencial mortífero havia se desvanecido com os anos, ao ponto da arma se transformar praticamente em uma maça. Leon conseguia se levantar, desta vez com muita dificuldade, e seu braço latejava. Mas havia conseguido desabilitar bastante o formidável cavaleiro.

No segundo andar, Edgar procurava por uma adega loucamente. Havia tido mais uma ideia improvisada, desta vez ainda mais louca e mortífera. Após um tempo de procura, acho algumas garrafas de rum em um armário. Não era exatamente uma adega, mas havia álcool o suficiente. O padre agarrou cinco destas, e correu em direção das escadas. Naquele ponto, que já era bem alto, ao menos a dois metros do chão, o religioso começou a atirar a bebida ao salão. Ele desejava cercar os dois combatentes, mas sua pontaria não era das melhores; as garrafas aterrissaram por todo o lugar, e, logicamente, o cavaleiro percebeu a presença do onista.

O guerreiro começou a andar em direção de Edgar, mancando, sua arma em mão e pronta para ser usada, quando o padre pulou para a beira de um pilar, uma saliência estreitíssima, onde ele mal conseguia ficar de pé. Logo após, ele se jogou sobre o lustre, se balançando de um lado para o outro. Sob a estranha cena, Sir Alonne estava pronto para ataca-lo assim que o religioso caísse. E assim foi; com o lustre, Edgar caiu sobre o cavaleiro, que o agarrou com sua mão livre. O espadachim puxava seu colarinho, e erguia sua espada. Um golpe, sem dúvidas, fatal. Mas, pelo menos, o fogo se espalhava rapidamente pela sala, tampando a entrada e o caminho para o porão, mas a escadaria guiando ao segundo andar ainda estava livre.

Fora da mansão, Ada e Eygon prosseguiam com seu embate, ao lado do suspeito lago. A mulher sabia muito bem que cair naquelas águas não seria a melhor opção, e queria fazer de tudo para se afastar de lá. Por isso, ela iniciou a nova investida, correndo em direção de seu adversário, e tentando golpear horizontalmente com sua espada. Mas os reflexos do caolho eram incríveis: em um movimento rápido e acrobático, ele rolou por baixo da lâmina, desviando completamente do corte, e girou seu corpo novamente, visando atacar as costas de Ada. Mas esta golpeou ao mesmo tempo, fazendo com que as lâminas se chocassem, fazendo o som do metal retinir.

Após a investida da mulher, era a vez de Eygon atacar. Ele parecia ter ficado ainda mais veloz, e atacava fenomenalmente rápido; Ada mal tinha tempo de bloquear os golpes apropriadamente, quanto mais de contra-atacar. Mas a sequência chegou ao seu fim em um momento, e foi encerrada por um chute forte no tórax da mulher, que teve que dar alguns passos para trás. O golpe havia acertado o estômago, e Ada possuía certas dificuldades para inspirar o ar. Por alguns segundos, ela até sentiu vômito chegando em sua garganta, mas logo se recompôs. Eygon estava perigosamente perto do lago; ele havia voltado a uma distância segura de Ada após a sequência. Ele arfava pesadamente, e parecia não ter percebido a distância entre ele e a água, e, sobretudo, a coisa que lá morava.

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptyTer 03 Maio 2016, 01:40


   






Apenas mais uma oportunidade.



Um mar de chamas já começava a abafar a sala com o seu calor, e cercava Edgar quase completamente. Seu pescoço, era puxado para cima pela força que estava sendo aplicada à gola de sua camisa. Seu corpo pendia solto no ar, enquanto esperava pela lâmina do oponente que começava a subir. Em breve poderia ter o corpo penetrado pela arma, e, ainda que conseguisse sobreviver, estaria tão fraco e gripado que as chamas poderiam engoli-lo em sua fumaça negra, se agarrando às placas dentro de seus pulmões e impedindo que o oxigênio atravessasse: Morrer afogado em fumaça. Uma morte perfeita para um perfeito desgraçado.

Conseguiria ouvir o som das chamas, o som da lâmina partindo a resistência do ar em sua direção, e também o som do próprio tecido da sua roupa sendo puxado. Preso, não teria como fugir. Gripado, não teria como sobreviver. Perfurado, teria uma morte lenta e ainda mais dolorosa.

Se alguém apenas olhasse essas coisas, certamente acharia que Edgar estava prestes a morrer.

Mas é preciso olhar além de um simples corpo sofrendo algo e se balançando no ar. Os tempos de Edgar apenas ser um corpo, sem diferencial algum, no meio de uma pilha de outras pessoas sem diferencial algum já havia passado. No dia em que virou Carrasco e Ladrão morreu ele se transformou de um corpo inerte para outro. No dia em que Carrasco morreu e virou Padre ele também virou um outro corpo inerte. Mas, no momento em que Padre morreu, Edgar Murphy ganhou um nome próprio. E, como alguém de nome próprio, ele tinha uma personalidade própria. Que poderia ser percebida no seu olhar.

Além do corpo que pendia preso no ar, das chamas que tomavam o lugar, e da lâmina que subia em sua direção, deve-se notar este olhar. Um olhar levemente apertado em seriedade, com as orbes azuis pressionadas pelas pálpebras com marcas de olheiras. Um olhar que não apenas enxergava as dificuldades pelas quais ele estava passando. Não, aquele não era um olhar doutrinador, que faz o seu usuário se ajoelhar perante o que o mundo lhe impõe. Muito pelo contrário. O olhar de Edgar Murphy seria um olhar visionário, um olhar libertador, e, acima de todas as coisas, seus olhos cerrados, concentrados e determinados seriam um olhar que, sobre todas as coisas ruins, enxerga apenas mais uma oportunidade.

Era o olhar do homem que venceria aquela luta.

Sacaria a sua própria katana com a mão direita, ao mesmo tempo em que moveria a mão esquerda na direção do oponente. Com a katana, ele não tentaria bloquear o ataque do oponente ou atacar o oponente de volta. Não, aquilo não combinava com sua mente aberta. E com suas mãos, tampouco tentaria parar o ataque.

Usaria a katana para cortar a gola da própria camisa que era usada para prendê-lo, e, ao mesmo tempo, e abusando de toda a sua ambidestria e acrobacia, colocaria a mão esquerda sobre a espada que vinha em sua direção subindo para cortá-lo, e, uma vez livre da gola, faria um rolamento sobre a espada, desviando-se do ataque ao usar o próprio ataque do oponente como apoio.

Assim que terminasse o rolamento, continuaria correndo sobra a espada do inimigo, na direção do rosto do mesmo, abusando da provável surpresa pela qual ele estaria passando. E, assim que estivesse de frente com ele, pularia em cima de seu rosto, e, aproveitando-se do próprio oponente, saltaria na direção de um outro lustre.

Uma vez no lustre, usaria a mão que não estava usando a katana para se agarrar no mesmo, e, da mesma forma que antes, se balançaria de um lado para o outro. Deste vez, seu objetivo não seria apenas queimar as coisas ao redor.

Afinal, você por acaso alguma vez já tocou em uma panela quente? Seu dedo por acaso já passou pela sensação de, acidentalmente, encostar no ferro ardente? Se sim, você deve saber o quanto o seu único reflexo é apenas o de tirar o dedo da panela, e o quanto a dor insuportável continua fazendo seu dedo latejar mesmo longe do fogo.

Alguma vez já parou para pensar que a panela poderia estar presa à sua cabeça, e que a única forma de tirá-la, seria pondo todos os seus dedos em sua superfície?

Desesperador, não?

O Carrasco encararia o homem abaixo de si, se balançando no lustre e imaginando no quanto não seria torturante ter a cabeça presa em chamas férreas.

- BOM, EU SOUBE QUE LVNEEL ACABOU PERCEBENDO O QUANTO VOCÊ SERIA UM PÉSSIMO REI... - Diria, ainda se balançando. Seu objetivo seria ofender o oponente e chamar sua atenção, para fazê-lo se descontrolar. - BEM, AQUI ESTÁ A SUA COROA!! - Berraria, com a intenção de chamar atenção do homem.

Colocaria todo o seu peso de forma a ir na direção do oponente e derrubar o lustre contra ele.

Muito provavelmente seria atacado no ar, para essa possibilidade, usaria suas habilidades acrobáticas para jogar o seu peso para algum dos lados - mesmo que tivesse de se apoiar no ataque do oponente para isso - e continuar indo na direção do oponente, a fim de acertar o lustre diretamente na cabeça dele e fazer com que as chamas explodissem em seu elmo. Não no rosto, nem nos olhos, mas diretamente no elmo. Todo o calor de repente atravessando as camadas de ferro, e se acumulando em seu couro cabeludo, e se juntando a todo o calor ao redor e simplesmente atravessando a cabeça do inimigo, mas nada de danos eternos ou letais, como a morte. Apenas a punição que ele mereceria.

Uma vez tendo feito isso, Edgar cairia no chão em um rolamento, e se viraria de costas para encarar o inimigo, guardando a katana.






               
-

               









EXPLICAÇÃO:
 

Objetivos:
 

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''.....''

- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 4 EmptyTer 03 Maio 2016, 21:11

Minha troca de golpes com Eygon continuava equilibrada, nenhum dos dois lados cedia e o som de metal batendo em metal podia ser ouvido constantemente. O perigo de um de nós dois cair naquele lago permanecia constante, mas isso não parecia importar a ninguém naquele confronto. Na verdade a única coisa que parecia importar naquele momento era quanto tempo o adversário aguentaria continuar com aquela luta. O maior problema que eu estava enfrentando na luta? Bem...

”O filha da puta é rápido. Tenho de admitir isso.”

Pensava aquilo enquanto defendia os golpes executados pelo caolho, cada vez mais velozes. A movimentação continuava até que o adversário finalmente me acertava com um chute no tórax e me fazia recuar. Tossia algumas vezes após ser atingida, aquela gripe não me ajudava muito na luta, mas ao menos sentia que os efeitos de Fernand Ice já estavam acabando. Mas os efeitos do chute não pararam naquela tosse, sentir a força daquele pé por pouco não havia feito com que eu colocasse para fora o vinho que havia tomado mais cedo. Apesar de ter sido atingida, eu sorria:

”Veja só, parece que se mover desse jeito também causou alguns danos nele.”

Foi o que a outra disse, conseguia ver que o adversário havia ficado muito cansado depois de toda aquela troca de golpes, e eu não era a única com dificuldades para respirar naquele momento. E nesta mesma hora outra coisa me chamava a atenção, o tapa olho estava bem próximo do lago, havia se afastado para me evitar e de tão concentrado na batalha nem havia percebido onde tinha ido parar. Meu sorriso aumentava, ficando novamente tão sádico quanto no início da luta, estava determinada a sair como a vencedora de todo aquele confronto, e viver como uma verdadeira pirata deve viver.

– Muito bem Eygon. Vamos ver quanto tempo você consegue continuar fugindo.

Ao final daquela frase eu começaria a avançar novamente contra o espadachim, colocando a minha katana a frente do corpo para que esta chamasse sua atenção, mas tomaria o cuidado de manter sempre a minha mão esquerda próxima da bainha da espada enquanto a soltava aos poucos. Ao me aproximar usaria a katana para tentar um corte diagonal da direita para a esquerda e de cima para baixo, mirando no tronco do caolho. Não esperava que aquele ataque acertasse, eu esperava que ele tentasse evita-lo de algum modo, e seria aí que começaria a minha verdadeira estratégia. Caso Eygon bloqueasse o ataque, eu pegaria a bainha da espada e a levaria diretamente contra o maxilar do inimigo, tentando desestabilizá-lo. Logo em seguida eu tentaria me aproveitar da possível distração causada no inimigo para tentar atingi-lo com uma estocada da katana mirando no ombro do braço com que este segurava a katana. Em seguida tentaria usar a bainha para atingir a parte de trás do joelho esquerdo do inimigo, usando em seguida o meu joelho para atingir a sua região intima e tentando finalizar com um corte horizontal mirando em seu tórax, e em seguida tentaria dar um “tronco” em seu corpo, tentando jogá-lo no lago.

Caso ele tentasse se esquivar do primeiro ataque da minha katana, tentaria usar a bainha para ataca-lo em sua rota de esquiva, mirando sua cabeça ou sua barriga (o que estivesse mais próximo). Dando certo, logo em seguida eu tentaria acertar Eygon com um corte horizontal da direita para a esquerda mirando seu peito, seguido de outro golpe com a bainha da espada mirando seu estômago. Em sequência eu tentaria atingi-lo com um chute do meu pé direito em seu joelho esquerdo, e tentaria finalizar com um “tronco” tentando empurrá-lo na direção do lago.

Caso o inimigo tentasse me atacar em algum momento antes, após ou durante o meu ataque (não dando tempo para que eu execute meus movimentos), eu tentaria me defender e continuar contra-atacando sempre que possível, para que ao menos pudesse deixa-lo ainda mais cansado. No caso de golpes verticais ou em linha reta (como estocadas) eu tentaria mover-me para um dos lados a fim de me esquivar e se necessário tentaria ainda colocar a katana a frente do ataque para pará-lo. Juntamente dos meus movimentos de esquiva e bloqueio eu tentaria contra-atacar com a bainha, tentando usá-la para golpear os dedos da mão com que o inimigo segurava a espada. Em seguida tentaria usar a espada para tentar contra-atacar com um corte vertical de baixo para cima mirando no olho bom do adversário.

Se Eygon tentasse algum golpe horizontal eu tentaria bloqueá-lo com a espada em vertical ao mesmo tempo em que tentaria usar a bainha da katana para atingir o queixo do caolho. Logo em seguida me aproveitaria do golpe para tentar atingir o adversário com um chute de minha perna esquerda mirando o seu joelho direito, e por ultimo tentaria atingi-lo com uma estocada mirando em seu tórax. Por ultimo, no caso do inimigo tentar me atingir com um golpe em diagonal eu tentaria bloqueá-lo com a katana posicionada na diagonal oposta e ao mesmo tempo tentaria usar a bainha da espada para atingir o seu pescoço. Com o bloqueio bem sucedido eu tentaria empurrá-lo para a direção do lago com minha espada e em seguida tentaria atingi-lo com um corte diagonal de cima para baixo e da esquerda para a direita que atingisse o inimigo de seu ombro até a cintura.

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