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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 E Deus Disse: Que Haja Surras

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Roy Collins
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MensagemAssunto: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:21

Relembrando a primeira mensagem :

E Deus Disse: Que Haja Surras

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Ada Spice Rock. A qual não possui narrador definido.


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Buggy
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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyQui 31 Mar 2016, 19:55

O dia havia amanhecido sobre as vinícolas de Micqueot, e as pessoas saíam de suas casas, vestidas com roupas simples de lavrador, e um colar com uma cruz sempre ao redor de seus pescoços. Eles iam trabalhar, e a ilha estava bem movimentada naquela hora. Esta agitação formava um grande contraste com a praia, que estava vazia. Apenas um barco atracava lentamente na costa, deixando sair cinco pessoas para Micqueot. O primeiro a sair foi Krieg, que aterrissou sobre a areia, esperando os outros desembarcarem. Logo, Leon chegou ao lado do homem e começou a conversar baixo, como se estivesse a dizer algo de confidencial. Suas ideias eram, no mínimo, ambiciosas, e seu ouvinte parecia gostar disso, abrindo um sorriso crescente e concordando com a cabeça.

Sim, sim... Ambicioso, mas temos muito a ganhar... Pois bem, façamos os preparativos, e talvez iniciaremos o empreendimento à noite.

Com a resposta de Krieg, o grupo começou a se espalhar, Hikari e Nnoitra indo para um lado, Edgar, Ada e Leon para outro, e Krieg, só, em uma diração completamente diferente. Leon parecia estar liderando o trio, na vanguarda do pequeno destacamento, e guiou-os para dentro da cidade. Não parecia haver nada de anormal na cidade, com apenas alguns trabalhadores que rumavam para seu compromisso diário nas ruas. Após andar por alguns momentos, Leon apreciando seu tabaco, o grupo chegou a uma série de pequenos comércios. Não se tratava de uma feira, já que todas as lojas eram estabelecimentos fixos.

Aquele local parecia um pouco mais vazio; talvez a hora do rush houvesse encontrado seu término. O trio olhava para os dois lados, examinando os comércios. Havia de tudo: lojas de frutas, de armas, de barcos, de artesanatos, bares... e, no centro da rua, iniciando uma bifurcação, erguia-se uma enorme igreja imponente, com muros brancos impecáveis e uma torre que chegava quase tão longe quanto a vista alcançava. O trio então viu um grupo de homens estranhos, portando terno, chapéu coco, e a maioria com um cigarro na boca, saindo da igreja. Muitos deles possuíam uma maleta grande, que parecia com um estojo onde se guarda violões. Eles dirigiram-se para dentro de um bar fechado, escondido por um vidro fumê. Ignorando isso, Leon virou-se para uma loja que chamava sua atenção.

Era um pequeno estabelecimento, com uma porta por onde até um nanico teria que se curvar, e que parecia nunca ter conhecido manutenção. A parede estava com a pintura desgastada, e o interior era escuro. Mas havia uma placa que atraía Leon: Costuras de todo tipo. Ele logo entrou no recinto, e encontrou uma loja deveras peculiar. Não havia balcão, nem recepcionista, nem estante ou amostra. Via-se apenas uma mulher coberta com trapos de todos os tipos, tão corcunda quanto um ser humano poderia ser, e rodeada de tecidos que formavam um verdadeiro caos. Apenas ela era iluminada, mas não podia se discernir seu rosto. Ao ouvir Leon entrando e fazendo seu pedido, a estranha começou a rir, sua voz rouca e quebrada:

Kehehehehehehe... Finalmente um cliente! Muito bem, muito bem! Só me dizer o desenho, e talvez até te permita me olhar costurando! Kehehehehehe...

Enquanto isso, do lado de fora da loja, Edgar observava a enorme igreja. Realmente, era algo incomum e que tinha uma forte presença. Fitando a construção, o religioso reparou em algo: havia uma pessoa lá no topo da igreja, na mais alta torre, mas apenas podia se reparar sua sombra. Porém, apesar da dificuldade em discernir corretamente a situação, ele conseguiu ver uma silhueta caindo, e outra se aproximando dela, e então o completo desaparecimento das duas. O que havia ocorrido lá no alto? Valeria a pena ir ver?

Ada, ao lado de Edgar, olhava com mais atenção outro elemento. Havia muitos marinheiros no local, patrulhando de um lado e do outro, e checando em todos os estabelecimentos. Sua atitude era mais agressiva que o normal, como se estivessem estressados ou apressados. Porém, quando entraram na loja onde os homens de terno deviam estar, os marinheiros não voltaram. Ada aguardou um certo tempo, mas ninguém saiu de lá dentro, e não pôde ouvir um único som ou ver algo de estranho.


Última edição por GM.Buggy em Dom 10 Abr 2016, 16:24, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyQui 31 Mar 2016, 23:59

Leia primeiro:
 

Micqueot era, como eu pensava, bem diferente de Fernand Ice. A vida na ilha podia ser realmente percebida ainda que ela não parecesse estar em seu dia mais movimentado. Depois de nos separarmos de Krieg chegávamos ao que parecia ser uma zona comercial, e diversos tipos de loja existiam naquele lugar. Apesar de tudo, o que mais me chamava a construção num primeiro momento era a grande igreja que dividia o caminho a nossa frente. Talvez Edgar fosse ter alguma concorrência para impor sua nova religião pelo mundo afinal.

"Ei, parece que temos um grupinho interessante ali."

Ouvia a outra dizer aquilo e então voltava minha atenção para um grupo de homens bem arrumados com grandes maletas e fumando, todos saídos daquela igreja. Nunca fui muito religiosa, mas sabia que ir para uma igreja vestido daquele jeito não era uma coisa que se fazia sempre. Percebia que todos eles entravam em um mesmo bar e ver aquilo aguçava minha curiosidade, mas eu estava ainda mais curiosa para explorar mais aquela ilha. Percebia que Leon havia encontrado o lugar para produzir nossa bandeira, e que Edgar olhava alguma coisa na igreja. Mas minha atenção era voltada para outra coisa, um grupo de marinheiros que parecia estar com muita pressa e revistando todos os estabelecimentos, como se estivessem - Procurando por alguma coisa... - Dizia aquilo para mim mesma. Continuava a observar sua movimentação até ver que o grupo entrava no mesmo bar que aqueles homens de terno haviam entrado a algum tempo atrás.

Olhava com curiosidade para a porta do lugar, esperando que eles saíssem dali. O tempo parecia passar cada vez mais devagar e nem sinal dos marinheiros ou dos homens de terno. De fato, não conseguia escutar nem um ruido vindo do local em que eles haviam entrado. O que poderia ter acontecido lá dentro? Minha curiosidade com aquele fato acabava se tornando maior que o desejo de explorar a ilha, teria outras chances de fazer aquilo mais tarde. No momento colocaria a mão direita no ombro de Edgar e diria ao padre:

- Darei uma passada naquele bar, diga isso ao Leon se possível. Nos encontramos aqui mesmo daqui a uma hora no caso de nos perdermos. Tudo bem?

Tirava a mão do ombro de Edgar e dava as costas para este, começaria a caminhar em direção ao bar, e quando estivesse bem próxima dele tentaria me esconder perto da janela para tentar ouvir alguma coisa. Se não conseguisse respostas satisfatórias apenas fazendo isso, tentaria aproximar-me da porta e puxar a maçaneta lentamente, apenas para que pudesse abrir uma pequena fresta na porta, o suficiente para que pudesse ouvir melhor o que se passava lá dentro. Sem que nenhuma movimentação fosse detectada pela minha audição ou pela minha visão, eu adentraria o local lentamente para que pudesse observar bem o que estava acontecendo.

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyTer 05 Abr 2016, 09:41


   






Corcunda de Micqueot.



Edgar caminhava fascinado com as coisas daquela ilha, olhando para cada uma das coisinhas que ela possuía, e se deleitando em sua arquitetura e nas pessoas que caminhavam nela..

- Quer dizer que chama-lo de Nortenho Errante seria um pecado? Então seria perfeito! A ideia não é que seja um navio pecador? - Ao ouvir aquela frase, seu sorriso esmoreceu e seus passos animados começaram a diminuir. Aos poucos, ele se agachou enquanto caminhava, dobrando cada vez mais os joelhos, até que parou em uma posição pensativa, com a mão embaixo do queixo.

Spoiler:
 

- Oh meu Deus, é verdade. O propósito irrevogável do nome do navio é fazê-lo pecar, mas se você falar o nome dele conforme o propósito irrevogável você estará indo de encontro ao propósito irrevogável. Mas, ao mesmo tempo, se você for de encontro ao propósito irrevogável você o estará revogando... E droga, eu já me perdi nas palavras... - Pensaria, enquanto fumaça brotaria de sua cabeça.

Continuou caminhando e seguindo Ada na mesma posição de pensamento...

Só interrompeu seus pensamentos profundos no instante em que viu sombras estranhas em cima de uma enorme igreja... Aquilo não te dava um bom pressentimento. Teria de averiguar.

Caminharia na direção da entrada da igreja, e, logo após, procuraria por escadas ou qualquer outra forma de subir. Uma vez que encontrasse, seguiria o caminho até em cima, onde, uma vez chegando, observaria tudo ao redor, a fim de descobrir o que lhe fazia ter aquele mal pressentimento...






               
-

               









Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyDom 10 Abr 2016, 16:05


Leon Strongheart

Jolly Roger!




Eu andava calmamente ao lado de Edgar e Ada, não posso negar que a ansiedade de fazer um saque daquele tamanho me atingia fortemente, mas a ideia do que eu devia fazer durante esse dia era clara e nesse momento eu podia aproveitar a descoberta desse lugar. Entre uma tragada e outra pude ver as ruas se desenrolarem, as casas e por fim o que parecia um centro comercial, lojas se espalhavam por ali e destacando-se ao fundo uma imponente igreja, com certeza aquilo poderia ser interessante para Edgar fazer suas doideiras.

Um grupo com trajes parecidos e ao que pareciam instrumentos musicais saim de lá, mas nada que me chamasse mesmo a atenção como uma certa loja com nome simples e aparência mais ainda. - Oe Ada! Acho que vou perder um tempo aqui, pode ir fazendo o que quiser e assim que possível podemos nos encontrar naquele bar, o que acha? - Sem demorar muito me esgueirei por aquela porta, se é que era possível chamar aquilo de porta e não de buraco de acesso, com todo meu tamanho, sentia que poderia estar engatinhando para entrar por ali... nada agradável.

No lado de dentro a aparência apenas confirmava mais como era uma loja singela, não tinha muita arrumação e nem funcionários, apenas uma senhora corcunda coberta por trapos, trapos estes que ao que me parecia se espalhavam por todos os cantos, mas conseguindo minha bandeira, que mal haveria ali, talvez até ficasse mais barato do que eu esperava. Não conseguia ver o semblante da velha, mas me agradava o que ela falava - Hahahaha! Perfeito, eu gostaria de aprender a arte da costura para futuramente ser um ferreiro mais completo!! - Então explicaria para ela e se possível até mesmo faria um esboço em algum pedaço de papel ou até mesmo em algum trapo.

Imagem:
 

Logo depois disso tiraria a saca com todas minhas economias de meu bolso e começaria a contar o dinheiro - Hmm! Quanto vai ficar pela bandeira e pelo ensinamento? Haha! - Diria para ela e então a pagaria antes mesmo de ela começar o serviço, pois quando começasse eu iria estar compenetrado em absorver tudo o que poderia.
off:
 


Post: 003~ Rename: -X- ~ Location: Miscqueot Island - North Blue 

Notes: • Vício: 1/10 contando o da aventura velha
• Cigarros: 18
• Isqueiro: 18 usos
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Legenda: -falas-
"pensamentos"

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyTer 12 Abr 2016, 18:36

A cidade de Micqueot parecia estranhamente movimentada nestas dez horas da manhã. A praça central concentrava uma multidão inabitual, composta somente de adultos no auge de sua idade. Em meio a esse aglomerado, Edgar procurava a entrada da igreja, passando pelo labirinto de humanos. Logo, ele adentrou o recinto religioso, e observou o interior, ainda mais incrível que o exterior. Havia uma estátua enorme da Virgem Maria, rodeada de inúmeras velas e incensos, que exalavam um cheiro doce. Via-se também uma vidraça que cobria quase toda a parede, atrás da escultura, gravada com vários desenhos religiosos. Alguns fiéis oravam, virados para a Virgem Maria, mas o local parecia bem vazio. Ao lado de Edgar, havia uma longa escada caracol, tortuosa e estreitíssima. Este foi o caminho seguido.

Após alguns minutos bem cansativos de escalada, o religioso finalmente atingiu o andar superior. Lá, ele se deparou com um corredor estreito e bem curto. Havia uma entrada no fundo do caminho, à esquerda. Um filete de sangue escorria do cômodo, chegando até a pequena galeria, e alcançando os pés de Edgar. Cauteloso, ele começou a percorrer o passadiço, olhando as paredes, que estavam ornadas de pequenas estantes onde repousavam estatuetas com velas ao lado. Ele então olhou para o interior da entrada, e viu uma cena, no mínimo, deplorável. Dois bispos jaziam sobre o assoalho, sangrando e sem se moverem. Mortos. Ao lado deles, um homem armado de um rifle e com um charuto na boca fitava Edgar, mirando a arma em seu peito. O atirador então lhe disse:

Alto lá, senhor. Identifique-se, e eu pensarei se deixo você sair daqui fora de um caixão.

Enquanto isso, Ada averiguava o estranho bar, que fazia marinheiros desaparecerem. De fora, o local parecia completamente abandonado, com um silencio absoluto. Provavelmente a multidão nas ruas prejudicava muito a tentativa. Curiosa e insatisfeita pelas respostas, ela começou a abrir a porta, com o máximo de cautela possível, porém tal precaução não a impediu de ranger. Lá dentro, nada de surpreendente, quando visto de soslaio. Mas, após uma examinação mais atenciosa, pôde se perceber uma mão, jogada ao lado do balcão. Neste momento, algo gelado e cilíndrico encostou em suas costas. Uma voz calma, baixa, porém firme foi ouvida apenas por Ada:

Entre no bar, lenta e calmamente. Vamos conversar lá dentro.

A loja de costuras da corcunda parecia um universo completamente diferente do vivenciado por Edgar e Ada. Uma sala calma, silenciosa e completamente pacífica. Um lugar perfeito para um aprendizado. Após a proposta de Leon, a velha começou a rir, respondendo:

Kehehehehehe! Muito bem, muito bem! A única coisa mais rara que clientes são aprendizes! Keheheheheheh! Eu só vou cobrar pelo material mesmo, então... 10 mil berris! Keheheheheh!

A corcunda pegou um bolo de tecidos, uma máquina de costura extremamente antiga, com o pedal enferrujado e a madeira devorada por cupins. Ela olhou para Leon, depois para o esboço, e pos o desenho no chão. Seu rosto ainda coberto totalmente pelo capuz deveria estar sorrindo, e ela disse, su voz rouca, aguda e quebrada mais entusiasta que o normal:

Então vamos!

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyQui 14 Abr 2016, 17:50


Leon Strongheart

Jolly Roger!




Não posso negar que aquela velha mulher me arrancou um sorriso naquele lugar, um pechincha o preço da bandeira e ainda por cima daquele aprendizado, pois os 10.000 berris a entregaria com um ar de satisfeito, a meus olhos esse investimento será muito mais lucrativo para minha parte para dela e como cabia a ela estipular o preço, quem era eu para dizer algo?!

- Estou pronto para começar-mos! –





~Começo de aprendizado de Costura~


- Pois venha comigo e traga esse seu esboço, rapazinho! – Ela me chamou acenando com as mãos, eu pude notar como eram enrugadas e calejadas pelo ofício, mas nessa idade ainda dariam conta dele? Comecei a me perguntar quanto tempo ficaria ali, porém, a pressa é inimiga da perfeição e como queria aprender a costurar, tomaria o tempo que fosse.

A acompanhei até uma parte da loja com duas grandes pilhas de trapos e tecidos, ela remexia ali e apontava para que eu pegasse alguns deles que estavam mais ao alto, até que voltou a sua mesa onde me indicou para deixar as coisas. - Muito bem meu jovem, antes de ir realmente costurar, vamos prestar atenção em uma das partes mais importantes de um trabalho bem feito... a qualidade do tecido que irá usar! Veja bem, tome esse pedaço de pano em uma mão e esse pedaço de pano na outra... Sinta a diferença de resistência, elasticidade, grossura... Pois então, um deles será usado para fazer uma bandeira resistente, que enfrentará todas as desavenças do tempo, a maresia, a fúria dos ventos e mesmo assim continuará íntegra e em perfeito estado. Enquanto o outro pode vir a ser uma bandeira que ao zarpar do porto, após algumas poucas léguas, já começará a ceder, rasgar, desbotar... para essa eu não daria nem uma semana de vida útil. Entendeu o que eu quero dizer? Antes de fazer qualquer costura, veja bem o material que irá usar!-

Prestei atenção em suas palavras, com os tecidos a mão, eu os esfregava, esticava, apertada e balançava, fiz tudo para perceber as diferenças. O que ela falava me parecia algo óbvio, mas não fazia ideia de qual dos dois eu usaria para fazer a bandeira. - Hmm! Acho que entendi tudo, esse pedaço que seguro em minha mão esquerda é mais maleável, consegue esticar mais, o ar parece passar por ele mais fácil, acho que suportaria melhor os vendavais, enquanto que esse outro... hmm... ele é mais rígido, acho que solavancos iriam forçar de mais contra as amarras e iria ceder de uma vez, certo? – E mais uma vez a velha me surpreendeu.

Ela acenou com o dedo para que eu chegasse mais perto dela, talvez sua garganta estivesse seca, vai saber. Crock. Ela me bateu na cabeça, sim, eu não esperava por isso também. - Não seja tão burro assim! Pelo que vi, você consegue diferenciar, mas quanto a saber o que usar não passa de um bebê aprendendo a andar! Kehehehehehehe! É ao contrário do que você falou, esse que estica não é nada resistente, ele logo ficaria húmido pela maresia e ao primeiro vento forte que o esticasse, cederia as costuras e iria embora. O melhor para uma bandeira é este aqui, ele é mais robusto, mais resistente, parece uma lona, não? Pois então, este é o tecido que você quer! Agora venha cá, vou te apresentar seus instrumentos! – Ela logo me mostrou uma agulha um tanto grande e um carretel cheio de uma linha preta, parecia ser do mesmo tecido que o que usaria para a bandeira. - A agulha e a linha, você tem que enxerga-las como uma coisa só, a agulha é a parte que guia a linha, a parte que a organiza, como se fosse a cabeça de um corpo, enquanto que a linha seria seus membros, tendões, músculos, ossos, tudo que mantém o corpo junto, para se formar uma linda obra de arte! Agora oque faremos com elas? Bem, vamos fazer pontos e nós que servem para acomodar, prender e moldar o tecido da maneira que queremos. No seu caso é simples, vamos pegar essa parte de trás da bandeira e costura-la para ficar firme e ter um lugar para as amarras. Veja esses são os três pontos básicos que você deve aprender! –

Imagem dos pontos:
 

Ela me mostrou primeiro os pontos feitos a mão e depois me mostrou como usar a máquina, a máquina não era muito problema, era só entender o mecanismo, era como pilotar um barco, só que ali pilotava o tecido pelo local de costura. Então ela pegou a borda do tecido, dobrou e recortou dois círculos sobre essa dobra - Aqui será onde você irá passar as cordas para içar sua bandeira, para isso temos de costurar essa dobra dessa maneira, para que fique resistente e da maneira que deve ficar. Venha cá, primeiro faça o ponto Grego, aqui para fixar essa dobra! – Ela me entregou o tecido, a agulha e a linha e eu tentei fazer o ponto, esse era um tanto simples e apesar de ficar feio, estava dando certo. Pois então ela me deu espaço para usar a máquina, ai que percebi que não era nada fácil costurar, tentei arrumar a linha e preparar o ponto, mas a hora que comecei a mexer os pedais e mover o tecido, percebi que o ponto não foi feito direito e por onde foi, não foi reto, estava... - Uma merda! Que pensa que está fazendo, rapazinho?! Você deve tratar ela como se fosse uma mulher, com cuidado, delicadeza e saber quando ir mais rápido ou mais devagar ! Kehehehehehe! Vamos faça de novo, agora firme uma mão de cada lado do tecido e o estique para passar o ponto e então comece mais devagar no pedal e acelere aos poucos, acompanhando o ritmo da mão, só avance depois de ver que o ponto foi feito! Vá, tente de novo! –

Obedecendo a senhora, eu voltei o tecido, puxei a linha que não havia ficado presa e recomecei, arrumei o ponto, posicionei o tecido e a dobra e então estiquei ele como ela havia me dito. Fui devagar, pedalei pouco e vi o ponto se formando, então levei ambas mãos mais para frente e continuei a pedalar e finalmente os pontos estavam sendo feito e o tecido começou a mostrar a costura, segui assim meio devagar até terminar essa parte. Ela me indicou para fazer de novo aquilo com um dedo de distância da primeira costura e dessa vez consegui fazer um pouco mais rápido. - Isso, agora a dobra esta bem feita, vamos agora fazer o ponto ric-rac, para fixar os círculos e colocando esse pedaço de couro a seu redor, para que a corda não coma o tecido! – Ela tomou meu lugar e fez o primeiro círculo, pareceu tão simples, mas sabia que não seria nada fácil, eu mal havia conseguido costurar em linha reta, agora tinha que costurar fazendo curva.

Tomei o lugar na máquina, coloquei o couro e já que ela tinha arrumado o ponto a ser usado, comecei a tentar costurar, fui devagar, e ao ponto que o nó de linha era feito eu tentei rodar o tecido como ela havia feito, não deu nada certo novamente - Não, não, não! Você não viu como eu fiz? Vire o tecido a cada 2 pontos, senão o couro não vai ficar bem preso ao tecido... desfaça isso ai e faça novamente! – E apenas concordando eu o fiz, dessa vez com êxito, agora a base da bandeira estava pronta, ela foi a máquina e voltou a fazer as carreiras de ponto Grego sobre a dobra, até ela estar totalmente fixada e então me perguntei, porque ela me mostrou 3 pontos e só usamos 2. - Mas e quanto ao ponto flexível reto, oque farei com ele? –

- Esse ponto usamos para costurar o tecido branco, depois de cortado no formato certo, a bandeira, esse ponto é importante pois os outros não são tão suaves, para não deixar o desenho enrugado e nem tão resistentes para mesmo assim segurá-lo junto ao outro tecido. Primeiro, venha me ajudar a recortar o desenho sobre esse pano! – Ela desenhou a jolly roger sobre o pano branco e depois me dando uma tesoura ela começou a recortar - Aqui não tem segredo, é só recortar o tecido seguindo o desenho, na hora de recordar os olhos e os detalhes, só precisa dobrar o tecido que fica bem simples.- E assim o fiz, até que acabei por errar em uma das cabeças da hidra, ela me lançou um olhar de desapontamento e tomou aquela parte de minha mão e arrumou o serviço, apenas deixou ela um pouco menor, mas nada que alterasse o desenho.

- Agora para finalizar a sua bandeira e seu aprendizado, vamos posicionar sobre a bandeira e fazer o ponto flexível reto em quatro cantos para prender o pano branco sobre o negro e depois de fixado levamos para máquina para terminar! – Segui as instruções dela e fui copiando ela, que me ajudava, talvez para não ficarmos a vida inteira ali e então fui para a máquina, o ponto flexível era um pouco mais simples do que eu esperava, pelo menos a mão e apesar de não conseguir deixa-los perfeitamente alinhados como gostaria, ficaram firmes. Então fui para a máquina e calmamente eu fui contornando toda a extensão do desenho, só que no final, acabei por costurar muito para dentro do branco e ela abanando a cabeça veio com a tesoura, eu lembro de ter pensado ali “puta merda, vou ter que fazer tudo de novo”, mas não foi bem assim. - Calma jovem, só cortar a rebarba e vai parecer que nem aconteceu nada! Kehehehehe– E ela concertou meu erro facilmente, terminei a costura e fiquei satisfeito.

- Kehehehehe! Esse foi um bom trabalho, não é uma super bandeira ou uma super obra prima, mas para você, é um ótimo trabalho! Aqui esta sua bandeira, eu irei ler sobre seu bando no jornal, então trate de aparecer por lá com essa bandeira! – E ela dobrou a bandeira e me entregou, eu estava realmente grato a ela, havia sido de muito ajuda para minha pessoa.


~Fim do aprendizado~






Senti que aquele valor que ela havia cobrado não era justo no final das contas, engraçado como nossa opinião pode mudar quando colocamos a mão na massa, não? Pois eu tiraria mais 10 mil berris e entregaria para ela, nem ao menos sabia seu nome, mas gostava da velhinha, aquele dinheiro não iria fazer diferença para mim, quando meu saque a essa ilha estivesse feito. - Muito obrigado, me diga seu nome pelo menos antes que eu parte! – Esperaria por sua resposta e então partiria para fora da pequenina loja dela, para ir ao encontro de Ada naquele bar que havia visto. Levaria a bandeira dobrada por cima do braço e com as mãos aos bolsos, satisfeito e pronto para tomar algo antes de voltar ao barco.


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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyQui 14 Abr 2016, 23:44

Visto do lado de fora o bar parecia silencioso como sempre. Minha curiosidade era insuportável, me fazia querer entrar no local para ver o que estava acontecendo. Com delicadeza, começava a abir a porta do bar e sentia-me ainda mais curiosa quando não notava nada de especial ali dentro. Como seria possível que tantos marinheiros e homens com maletas tivessem simplesmente desaparecido? Começava a olhar em volta buscando por qualquer pista até que algo me chamava atenção.

"Será possível que aquilo ali seja uma..."

Sentia o metal encostando em minhas costas, e seu formato não me deixava muitas duvidas sobre do que se tratava aquilo. "Bom... Acho que esse seria o momento ideal pra falar que precisariamos daquela mãozinha aqui! Hahahaha!" Ouvia a voz falando para que eu entrasse no bar, claro que eu poderia tentar sair daquela situação, mas no momento preferia apenas fazer o que a voz dizia para descobrir o que estava acontecendo ali -Tudo bem, tudo bem... - Eu dizia, em um tom de voz tão calmo e baixo quando o da pessoa as minhas costas. Começaria a caminhar para dentro do bar e tentaria aproveitar esse momento para examinar os arredores e ver se encontrava mais sinais de batalha além da mão. Quando estivesse dentro, ficaria parada e diria:

- Posso me sentar e olhar para quem está apontando uma arma para mim?

Esperaria pela resposta da pessoa, e tendo algo positivo me sentaria na cadeira mais próxima e olharia para quem quer que fosse. Eu poderia estar mais bem calma naquela situação se não fosse pela sensação de peito cheio que eu sentia, talvez devido a gripe que havia contraído em Fernand Ice. O North Blue era com certeza um lugar frio, bem diferente de Shells Town ou das outras ilhas que já havia visitado com meu avô e meu pai. Colocaria o pulso a frente a boca para abafar uma pequena tosse, e então diria a pessoa tentando ao mesmo tempo analizar sua aparência:

- Então, será que uma dama merece um gole de vinho?

Diria aquilo calma mas sarcásticamente, tentando fazer com que a pessoa começasse um diálogo e talvez me contasse como é que marinheiros desapareciam misteriosamente naquele bar... Ou ao menos que ela me fizesse ter a minha primeira luta naquela ilha onde meu unico objetivo era tomar um bom vinho e zarpar.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyTer 19 Abr 2016, 03:36


   






Maculação.



Edgar caminhava pela igreja, e verificava uma religião completamente nova: Nessa religião, eles possuíam uma espécie estranha de santa em estátua. Qual deveria ser o nome dela? Na igreja antiga de Edgar, a qual ele era padre, ele nunca havia ouvido falar sobre nada como uma Santa Virgem. Embora que tenha ouvido sobre histórias parecidas sobre uma moça..

A arquitetura da igreja era bastante bonita, e ele tentou manter ela em mente. [color=silver]''Quando o Onismo for gigante, ele terá no mínimo uma igreja gigante por ilha'', pensou. Mas logo balançou a cabeça. Estava ali por uma missão.

Olhou para um dos lados e encontrou uma escada, que subiu. Chegando no alto, viu uma imagem que era um soco em seus princípios.

Alto lá, senhor. Identifique-se, e eu pensarei se deixo você sair daqui fora de um caixão. - Dizia um homem com um rifle e um charuto para Edgar, com o cadáver de dois bispos diante dele.

Aquela cena aterrorizante faria o coração de Edgar batesse mais rápido e com que sua frequência cardíaca aumentasse instantaneamente.

- Mas que.. Mas que diab.. - Começaria a tossir, e se ajoelharia. O nervosismo faria sua gripe se intensificar. - Explique-se, maldito! - Diria, voltando a tossir e levando uma das mãos para a katana. - Explique-se!

Se as respostas não fossem satisfatórias, ele começaria a se levantar bruscamente e a sacar a katana. Se viraria na direção do oponente, e seus pés e joelhos começariam a impulsionar seu corpo para cima. Na direção do homem com charuto, daquela sua expressão indiferente ao assassinato e pra aquele seu maldito rifle. [color=silver]''Espere aí. Rifle?''[/silver]

- Bem.. Que falta de educação a minha, não? - Diria, voltando a se ajoelhar e sorrindo um sorriso assustado. A katana guardada na bainha. - Sou apenas um humilde servo de Deus, que, na verdade, já estava de saída. Deus te abençoe, amém. - Diria, sem fingir qualquer sentimento, apenas reprimindo o seu ódio. ''Voar na direção dele com esse rifle apontado é suicídio na certa... Eles já estão mortos, sem pressa para vingá-los.'' pensaria, agindo da forma criativa de sempre.

Daria de costas para ele, em uma meia-volta, e esperaria que sua persuasão lhe convencesse de que realmente estava saindo dali. Ou pelo menos que sua voz encantadora deixasse ele confuso, pensamento, ou pelo menos sem reação por alguns instantes. Até que Edgar pudesse sair da vista dele na direção do cômodo em que estava antes.

Assim que conseguisse sair da visão dele, se conseguisse, pegaria uma das velas acesas do outro cômodo com a mão esquerda, e, com a direita, sacaria a katana.

- DESGRAÇADOOOO!!! - Gritaria, ao adentrar o local em que o homem estava outra vez. Esperava que ter saído da sala o tivesse tirado da mira do homem, ou melhor, não esperava nada. Apenas entrou na sala com um plano mal feito e resolveu pô-lo em prática.

Lançaria a vela na direção do homem, sem a mínima esperança de acertar. Muito mais como forma de distraí-lo. E, logo após isso, correria na direção dele em zigue-zague.

Assim que sua katana estivesse próxima do alcance do homem, atingiria o rifle dele, virando a arma para o lado. E, assim que a arma estivesse apontada em outra direção, daria mais um passo para a frente e acertaria o cabo da kaatana na testa do atirador. E então outra vez. E então mais uma. Enquanto que, com a outra mão, seguraria o rifle e o puxaria, de forma que, a cada vez em que a cabeça do homem recebesse uma pancada, o rifle fosse puxado com mais força, a fim de desarmá-lo.

- Bem, agora explique-se! - Diria apontando a katana na direção do pescoço do homem, caso tudo desse certo.







               
-

               









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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyTer 19 Abr 2016, 17:47

A avenida estava pouco a pouco se esvaziando. O sol estava atingindo o zênite, e a hora do almoço se aproximando. As pessoas pareciam estar entrando nos recintos para se alimentarem, tanto compradores quanto vendedores. E, sem fugir à regra, Ada entrava em um bar, porém esta não visava comer. O homem empurrava-a para dentro do recinto com sua arma, e a mulher pôde ver o interior. Várias cadeiras e mesas vazias davam uma sensação de abandono à taverna. Mas logo Ada percebeu que o local estava longe de estar abandonado. Em uma sala dos fundos, a adega de vinhos, estavam sentados seis homens, todos com armas de fogo e alguns com espadas. Eles sorriram ironicamente para a mulher, e deixaram-na se sentar.

Ao acomodar-se em uma das cadeiras rústicas, ela pôde ver o homem que a forçara a entrar no bar: era um homem alto, pelos seus quarenta anos, com um cavanhaque preto, assim como seu cabelo, e que portava um tapa-olho. Ele estava seríssimo, e sentou-se em frente a Ada. Os pulmões desta pareciam estar pesados, entupidos de catarro, e ela tossia com força, tentando eliminar a falta de ar, em vão. Após tossir, ela conseguiu dar uma espiada atrás do balcão, e deparou-se com uma real carnificina. Haviam corpos amontoados, banhados em sangue, com o uniforme da marinha. O destacamento que a atraíra para o bar.

Em resposta ao gracejo da mulher, o homem de tapa-olho não esboçou nenhuma reação, não relaxou suas feições. Porém, atrás dele, um dos atiradores abriu um sorriso amigável e se aproximou de Ada com uma garrafa de vinho, lhe entregando-a. Ele era bem gordo, e disse com um tom jovial:

Ora, eu não vejo mal! Hehehe!

Com essa cena um tanto cômica, os homens começaram a sorrir, a rir abafadamente, até que o caolho interrompa a brincadeira.

Chega disso! O que você estava fazendo? Por que estava nos espionando? Acho até melhor te levar para o Sir Alonne! Ele vai ver o que fazer com você!

Mas, chefe... Ela não é marinheira! Não fez nada de errado...

Silêncio Gluton! Não quer que o plano vá por água abaixo, quer?

Enquanto isso, bem perto do bar, uma outra zona de tensão se formava. Edgar acabara de encontrar um assassinato em flagrante, e estava sob a mira de um rifle. Mas o religioso não parecia perceber o perigo em que estava. Além de estar em desvantagem, ele queria exigir coisas do atirador. Em meio a tosses fortes, que o fizeram se curvar, ele tentava intimidar o homem. Mas este continuava calmo, e atirou ao lado da cabeça do onista, fazendo-o sobressaltar de susto.

Não vá achando que pode pedir alguma coisa nesta situação, idiota.

Com estas palavras e com o tiro de aviso, Edgar parecia ter ficado pálido de medo. Ou seria por causa da gripe? De qualquer jeito, tal coisa foi ótima para sua próxima atuação, que não era das melhores. Em uma cena um tanto pitoresca, este pediu desculpas ao atirador, se ajoelhando, e deixando a sala, meio sem jeito. O homem parecia confuso com o que tinha acabado de ver, e balbuciou, alto o suficiente para que Edgar ouvisse:

Heh? Palhaço.

Porém, alguns segundos depois de sua partida, o onista retornou à sala, correndo rapidamente, uma vela na mão e a katana na outra. Sem perder tempo, ele a jogou sobre o atirador, que rebateu o projétil com o cano de seu rifle. O homem havia se distraído um pouco depois de ficar sozinho com os cadáveres, o que fora um erro fatal. Sem pensar muito, no susto, ele atirou para o primeiro lugar que lhe deu na telha, que foi no chapéu branco de Edgar. O acessório caiu no chão, furado. Mas tal ocorrência não afetou o religioso: com sua lâmina, ele jogou o rifle para o lado, e começou a dar uma surra na testa do atirador com o cabo de sua espada, até que ela comece a sangrar e o homem caia no chão, mal estando consciente, e o religioso pudesse arrancar a arma de suas mãos, ignorando a dor crescente em seu tórax.

Agora sim o onista estava em posição de fazer exigências. A espada encostando na garganta do assassino, Edgar o intimou a dar respostas. Este mal conseguia falar, visto seu estado, e balbuciava algumas palavras:

Foram ordens do Sir Alonne... Ele me pediu para cuidar do setor da igreja, e arranjar um ponto estratégico como atirador. Eu tinha cartão verde para cuidar de quem me atrapalhasse... Por que hoje a noite, nós vam...

O atirador apagou, abrindo sua boca e amolecendo seus músculos. Por um tempo, o religiosa não conseguiria extorquir nenhuma informação dele. Ainda haviam muitas perguntas: o que aconteceria a noite? Quem é Sir Alonne? Edgar não deveria ter sido tão duro no ataque.

Enquanto isso, no mundo pacífico de Leon, a bandeira do bando era feita. Mas aquilo não era o único ganho do homem: ele também havia adquirido os básicos da costura, arte que lhe faria um melhor ferreiro. Ao se despedir da velha, este pediu seu nome. A resposta foi inesperada:

Kehehehehe! Nome? Eu não possuo algo desse tipo. Mas as pessoas por aqui me chamam de Merchant Hag. Ah, um último pedido! Kehehehe! Sei que estou pedindo demais, mas, por favor... Se você encontrar um homem chamado Royce, poderia lhe dizer que quero reencontrá-lo? Se não quiser, entendo... Mesmo assim, faz tempo que não me divirto tanto! Kehehehe!

Com essas palavras, a velha lhe deu as despedidas, e  Leon deixou a estranha lojinha de costuras. Ao sair para a rua novamente, o jovem teve dificuldades a acostumar suas pupilas a luminosidade brusca, e piscou repetidamente, até poder ver claramente de novo. Calmamente, carregando a bandeira consigo, Leon entrou no bar onde se encontrava Ada. Ele surpreendeu o caolho intimidando a mulher, e olhou em volta de si. Por um acaso, ele não percebeu os corpos jogados ao seu lado, e ficou parado, encarando os atiradores. Estes se viraram para o jovem e apontaram suas armas, com o homem de tapa-olho dizendo:

Mais um? Que droga! Tranquem a porta! E você, o que está fazendo aqui?

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyTer 19 Abr 2016, 23:10

Ao que parecia eu não e o desconhecido não éramos os únicos naquele bar. Haviam alguns homens no fundo do local, todos armados e com sorrisos irônicos em seus rostos. São em momentos assim que paro de me questionar sobre o motivo de pessoas em outra dimensão observarem nosso mundo. Às vezes as coisas aqui nos colocavam em situações surpreendentes, um dia após o outro. Quando eu me sentava em meio aquelas pessoas, conseguia reparar em quem havia me levado até ali.

”Esse daí parece ter acordado com o pé esquerdo hoje.”

Um homem de cavanhaque, cabelos pretos e tapa-olho, meu “sequestrador” não parecia do tipo mais amigável. Meus pulmões pareciam mais pesados, uma crise de tosses tomava conta de mim antes que eu pudesse fazer qualquer coisa. “Aquele maldito Iceberg!” Eu pensava. Aproveitava-me do momento para dar uma espiada em volta, e finalmente conseguia encontrar os “coelhos brancos” que haviam me atraído até aquele buraco. Aquela visão era o suficiente para que a outra ficasse atiçada, quisesse participar da ação o quanto antes. E em questão de segundos, não era mais eu no controle daquele corpo.
Segunda Personalidade


Um sorriso surgia em meu rosto, eu estava excitada por estar naquele lugar. A tensão, os corpos atrás do balcão, o sangue, a mão decepada, tudo aquilo servia para me deixar empolgada com o que estava para acontecer. Sem hesitar eu pedia um pouco de vinho aqueles homens, a fim de quebrar a tensão e ver como os outros eram. Por sorte nem todos eram tão carrancudos quanto o tapa-olho, um mais gordinho e sorridente me trazia o vinho que eu havia pedido, não parecia me ver como uma inimiga. Minha estratégia parecia ter dado certo, e servia para tirar a tensão da maior parte daqueles homens. Exceto, é claro, pelo tapa-olho que parecia ser o chefe.

Ouvia o que eles conversavam enquanto abriria a garrafa de vinho e tomaria, sentiria um gostoso frescor na língua, seguido por uma leve queimação na garganta, que, ao mesmo tempo que arde, alivia... A menos, é claro, que a gripe não me permitisse sentir o gosto nem sequer daquele considerado o melhor vinho do mundo. Ao final da conversa dos dois, levantaria a minha mão direita lentamente como uma criança pedindo por sua vez de falar. No momento em que a atenção deles fosse voltada para mim, eu abaixaria a mão e diria:

- Eu não sei o que vocês querem, mas aqueles caras ali atrás do balcão estão me dizendo que somos aliados. – Diria referindo-me aos cadáveres dos marinheiros que ali estavam –Ada Spice Rock. Pirata da Tormenta. – Faria uma breve pausa, para que eles pudessem “digerir” a informação – Agora que já me apresentei, posso saber quem são meus anfitriões?

A partir daí eu começava a pensar que seria o momento de apenas esperar pela resposta daqueles homens, mas era surpreendida pelo acaso quando via Leon entrar no bar e se tornar o novo alvo das atenções... E dos rifles que ali estavam. Sorria ao ver a chegada de meu companheiro de bando, sentia-me calma apesar de todas aquelas armas e hostilidade. Além disso, sentia que meu braço esquerdo começava a melhorar e que eu logo poderia lutar no máximo de minha capacidade novamente caso fosse necessário. Antes que Leon tivesse tempo de reagir, eu diria:

- Oe, Leon! Quer um pouco de vinho? – Diria aquilo estendendo a garrafa em sua direção, ainda que provavelmente ele não estivesse em condições de pegá-la –Pessoal, esse é o Leon. Um dos meus companheiros de bando. – Faria uma breve pausa, ainda sorridente por causa de toda aquela situação – Leon, esse é o pessoal. Tapa-olho, Gluton, o pessoa todo está aqui. Não é ótimo? Eles são muito gentis e estavam para me contar o porquê de terem tantos marinheiros... Hmm... Descansando ali atrás do balcão... – Diria aquilo apontando para o balcão com o mesmo braço que segurava a garrafa de vinho, logo daria outro gole na bebida e diria – Ou colocarem uma bala na minha cabeça. Claro que beber sempre é a melhor opção.

Sobre meu braço machucado:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras - Página 2 EmptyQua 20 Abr 2016, 03:10

[quote="GM.Davy"]

   






Perdão.



Heh? Palhaço. - No momento em que se virou de costas, o coração de Edgar batia em alta velocidade. Seus músculos estavam um tanto quanto travados, e ele teve que fazer o maior esforço do mundo para não olhar para trás, conforme caminhava apenas confiando completamente na capacidade da sua voz e das suas ações de prender a atenção do inimigo. No momento em que ele disse ''he? palhaço.'', o corpo inteiro de Edgar congelou, e ele sentiu sua barriga se revirar. Tinha certeza de que havia uma bala se aproximando de suas costas, e de que, a qualquer momento, uma bala atravessaria seu peito e ele estaria morto. E com dois buracos no peito. ''Não olhe pra trás, não olhe pra trás, não olhe pra trás.. Se olhar pra trás ele vai perceber que você está fugindo..''

Sequer viu o momento em que pegou a vela e sacou a espada, com a mente só voltando a captar as coisas no momento em que estava diante do inimigo, com uma vela na mão e a katana na outra, a mão posicionada ao lado da orelha e se movendo lentamente na direção do oponente durante o lançamento da vela.

- DESGRAÇADOOOO!!! - Ele finalmente se deixava berrar. A vida era uma das coisas pelas quais Edgar mais prezava, e, sendo assim, não poderia simplesmente deixar que aquele homem matasse pessoas sem dar explicações. Teve de se segurar para não voar em cima dele antes, o que não era tão difícil assim, uma vez que ele tinha uma arma apontada contra seu peito.

A vela voou na direção do homem, e, por algum motivo, ele rebateu ela para o lado. Edgar não tinha esperanças de acertá-la, era péssimo de mira, mas ela foi uma ótima distração.

Correu na direção do homem, e, antes que ele pudesse mirar o rifle novamente no padre, este já havia acertado o rifle com a katana, e o puxado da mão do oponente.

Acertou a cabeça dele a primeira vez, e sentiu o cabo da arma afundando a superficial camada de pele que separava o cabo sólido do crânio. Acertou a segunda vez, e sentiu essa camada afundando ainda mais. E então a terceira, que foi quando ele rompeu tal camada e o sangue começou a sair da cabeça do homem.

Com o homem no chão e desarmado, não fazia sentido continuar com aquilo. Por isso Edgar segurou o ímpeto por vingar aquelas vidas, e fez o que um bom Onista faria: Poupou aaquela vida.

- Bem, agora explique-se! - Diria Edgar, apontando a katana para o pescoço do homem.

Foram ordens do Sir Alonne... Ele me pediu para cuidar do setor da igreja, e arranjar um ponto estratégico como atirador. Eu tinha cartão verde para cuidar de quem me atrapalhasse... Por que hoje a noite, nós vam... - E então o homem caiu desmaiado.

- É, acho que passei dos limites... - Disse Edgar, enquanto começava a guardar a katana.

Passou uma das mãos sobre o cabelo e fechou os olhos, começando a massagear a têmpora direita. ''Mas que diabos eu vou fazer?''

Edgar, antes de tudo, olharia para o alto. Tentaria deduzir que horas eram a partir do sol. Quanto tempo será que faltava até a noite? Após isso, se viraria para o homem que havia desmaiado.

''Isso vai ser problemático... Eu não posso descer vários metros de escada com um cara desmaiado nas costas e simplesmente dizer que dois bispos estão mortos aqui em cima... Ou melhor, até posso. E é bem capaz de as pessoas até mesmo acreditarem em mim. Mas tenho uma forte impressão de que este não é o caminho.. Além de quê, eu preciso descobrir o que esse homem tentou esconder... E eu não sei o que as pessoas poderiam fazer com ele.. Nem até onde eu poderia controlar..'' continuaria a esfregar as têmporas com as mãos. ''Acho que a melhor forma é me prender com ele, e descobrir seja lá o que for acontecer.''

Antes de tudo, fecharia a porta que unia os outros lugares daquela torre altíssima à parte em que estava com o homem, procurando alguma forma de impedir que as pessoas entrassem através dela definitivamente.

Edgar olharia ao redor, a fim de achar alguma espécie de corda ou algo do gênero. Assim que encontrasse, iria na direção do homem e tiraria o charuto da boca dele, amarrando as duas mãos dele nas costas em um nó bem feito. Após isto, se afastaria alguns metros do homem e o enxergaria bem, pensando em possíveis formas para ele fugir. Não parecia haver nenhuma.. Desconfortável, andou na direção do homem e chutou a espingarda dele para longe. Só por via das dúvidas. E, além disto, observou bem ele. Procuraria qualquer coisa que houvesse em seus bolsos, em suas meias, calcanhares e mangas. E tiraria tudo dele, afastando aquelas coisas e as pondo longe do homem junto com a espingarda.

Caso não achasse nada com que amarrar o homem, tiraria a própria camisa dele e tentaria improvisar uma corda com ela. E, além disto, com as calças do homem, improvisaria uma corda para prender as pernas dele, além de amarrar os cadarços dos dois sapatos do homem entre eles, de forma a dificultar ainda mais a sua locomoção.

Se afastaria novamente, e encararia mais uma vez o homem. É, aquilo parecia bom o suficiente para ele não fugir.

''Droga..'' diria levando uma mão ao peito, fechando um dos olhos e rangendo os dentes de dor. ''Eu não posso esforçar muito o meu peito...'' pensaria. Há pouquíssimo tempo havia se deixado ser penetrado por uma katana, a mesma que carregava consigo, e por isso não poderia se esforçar tanto. Além disso, a sua gripe era um sério agravante, e ele sentia sua pele muito mais sensível por causa dela. ''Se eu não tivesse uma forte impressão de que isso é o que Deus quer que eu faça, eu já teria fugido e deixado tudo como está...''

Falando em Deus, ver aqueles cadáveres fazia ele se lembrar de algo. Edgar se ajoelharia no chão, e encostaria a testa no piso. - Peço perdão por este homem, senhor. Por ele ter matado. E peço perdão pelo meu atraso também.. Eu deveria ter chegado a tempo de salvar os dois bispos.. Mas eu irei... Irei recompensá-lo. Eu juro que irei... Nem que eu tenha de ficar horas aqui...

Precisava descobrir o plano dele, e o motivo de aquele ponto da torre ser um local ideal para concretizá-lo. Pegaria a espingarda, se agachando com cuidado para não forçar o peito, e se viraria na direção da parte aberta da torre. Usaria a mira da arma, caso ela tivesse alguma, para olhar ao redor. Tentaria ver qualquer indício do que aconteceria naquele dia, olhando ao redor. Começaria investigando lugares altos, pois se precisavam da torre mais alta da igreja para ele, provavelmente teria outras pessoas em locais altos também. E, então, desceria aos poucos, vendo todos os pontos em que pudesse ver com cuidado. Ficaria ali por longos minutos... Investigando tudo o que pudesse....

''Cof, cof.'' pensaria ''Maldiçãao, eu estou tão gripado que até minha mente está tossindo.''






               
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