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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Pronto para começar! A formação da Red Legion!

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptySeg 11 Jan 2016, 13:41


Por alguns instantes foi possível ver o tamanho da vergonha que Haru estava simplesmente pela cor de sua pele. Talvez nem se ele ficasse o dia inteiro sem roupa em baixo do sol ele ficasse tão vermelho como ficou depois do grito de introdução que o garoto de cabelos azuis claros deu. Ele entrou em choque. Ficou estático por alguns segundos e olhando rapidamente para todos os lados, checando se todas as pessoas do bar tinham olhado para ele. – Por que!? Por que comigo!? – Ele choramingava em sua cabeça enquanto escutava a chuva de palavras que o garotinho mandava em sua direção.

Assim que as pessoas do bar começavam a retomar suas atividades e a ignorar os três, Haru começava a se acalmar e a diminuir a vergonha que estava sentido no momento. Assim ele poderia finalmente receber as informações que Hizy, que era como se chamava o garoto de cabelos azuis, dizia. Ele começava a se apresentar e em seguida apresentava a garota que estava ao seu lado. Ela era a irmã dele e era completamente diferente dele, tanto em aparência como em atitude. Quando Haru olhava para a mesma para cumprimenta-la, ele tomava um susto pela presença ameaçadora que ela emanava e pela forma de como seus olhos fuzilavam os dele.
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Haru poderia ser alto, ter um corpo forte e ter olhos de um tom ameaçador, mas por dentro ele é tão tímido que chega a ser um pouco covarde, principalmente com mulheres. Definitivamente aqueles dois não eram normais.

Apesar de todo constrangimento, Haru foi forçado a sentar próximo de Hizy. O garotinho insistiu para que o homem de olhos vermelhos sentasse ao seu lado e sem muita relutância ele assim o fez. Hizy fez questão de mostrar o quão insistente ele poderia ser. Aproximando seu rosto do de Haru e indagando-o com muitas perguntas ele fazia com que o homem se encolhesse no canto de sua cadeira. Haru não estava com medo de Hizy e sim de sua irmã que o olhava como uma tigresa olhava para o predador que quer comer o seu filhote. – Meu deus! O que essa mulher tem de errado!? – Ele se perguntava enquanto ouvi as perguntas de Hizy. - HARU-SAN! Você é daqui, de Conomi? Nós somos do distante reino de Alabasta! – Após ouvir as palavras de Hizy, Haru se ajeitava em sua cadeira, afastando-a alguns centímetros para poder respirar.

Com todas as perguntas que o garoto fez, ele escolheu logo querer saber de onde Haru tinha vindo. Fazia pouco tempo que ele tinha sido arrancado de sua terra natal e isso ainda mexia um pouco com o rapaz, que segurava para não deixar suas emoções saírem. – Bem... – Ele começava a fala ainda pensando em um jeito de contar, pois sabia que se falasse algo muito triste Hizy ia fazer um escândalo. – Eu... Digamos que minha ilha não existe mais. – Ele falava forçando um sorriso e olhando para eles como se quisesse dizer “não pergunte mais”.

Para sua sorte, a comida que eles tinham pedido finalmente chegara e assim a atenção era voltada totalmente para esta. Sem muita cerimonia todos avançavam em direção ao prato que era dissolvido. O prato tinha uma aparência única e um sabor inigualável, provavelmente a melhor comida que Haru tinha provado, já que sua alimentação era baseada em ervas e carnes de lebres e raposas. Por um momento, enquanto comida, Haru pode sentir a felicidade e esquecer-se do seu passado recente. No final, já de barriga cheia, uma visita inusitada aparecia: o cozinheiro. Ele se dirigia a mesa onde estavam e perguntava aos três o que tinham achado da comida, apesar de ele poder ver a resposta na cara dos três. Antes de sair, o mesmo também contava como tinham conseguido aquele peixe, que era mais que inusitado para Haru.

- Essa foi uma raridade única no nosso cardápio. Como sabem, estamos no mar do leste e esse peixe não é típico aqui. Na verdade, ele se quer é típico nos mares do sul, foi um achado e tanto. Aliás, é um animal de águas profundas. É como se as correntes tivessem mudado e algo o tivesse espantado das profundezas para trazer tal animal até a superfície. Algo assustador... Mas isso são só histórias de marinheiro... – De fato Haru não entendia de muita coisa que ele falou, somente que ele teve a oportunidade de comer um peixe muito exótico, deixando-o muito feliz.

De estomago cheio e sabendo que não teria mais que ficar junto daquela dupla de contrastes, Haru anunciava sua partida e rapidamente saia do local, mesmo com Hizy fazendo uma cena para que ele permanecesse com eles. – Ahh... Me desculpe, Hizy, mas sabe... Humm... Eu tenho que... Sabe, fazer algumas coisas. – Era uma desculpa esfarrapada, mas era o que ele tinha naquele momento. – Obrigado por dividirem a comida comigo. – Logo após falar ele se dirigia ao balcão com mais um pouco de dinheiro em sua mão. – Olá, eu queria um maço de cigarros e um isqueiro, por favor. – Assim que tivesse comprado o que desejava, ele pegaria os itens que tinha comprado e sairia do local. A principio Haru iria precisa de uma arma para não ficar desprotegido e por isso ele tinha ido procurar por uma loja que pudesse lhe fornecer tais armas. Ao adentrar na loja ele pode ver que as armas que tinha a venda estavam em um estado bem ruim e isso fazia com que ele saísse imediatamente do local. – Acho que não vou comprar aqui... – Ele falava para si mesmo já tirando um cigarro do maço e acendendo-o com o isqueiro, se tivesse conseguido comprar. – Acho que vou começar a procurar pelos revolucionários... – Sem mais delongas Haru começava a se dirigir para o interior da ilha, sem antes perguntar algo para algum desconhecido que estava andando próximo dele.

- Olá. – Ele tentava falar, ainda que estivesse um pouco envergonhado. – Queria saber onde posso encontrar os revolucionários da ilha. Acabei de chegar na ilha vindo de outra ilha cheia de revolucionários e queria saber como poderia me juntar a eles. – Haru sabia que era arriscado perguntar algo desse tipo e em voz alta por que eles poderiam estar observando-o nesse exato momento, mas era um risco que ele teria que correr. Caso a pessoa respondesse algo, ele iria então agradece-la com um cumprimento e em seguida iria se dirigir par o local que lhe foi indicado. Se ele não tivesse uma resposta descente, iria se dirigir a outra pessoa e faria a mesma pergunta até conseguir alguma resposta.

Se Haru tivesse conseguido chegar aonde os revolucionários poderiam estar, ele iria até o local e procuraria falar com um deles. – Olá, eu queria me juntar ao exercito revolucionário.
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Raizen
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptySeg 11 Jan 2016, 14:44


Depois de um breve discurso, o Rei vermelho junto com o Duque azul e Axell adentravam no estabelecimento. Ao entrar, o ruivo percebeu que muitos olharem se voltavam para os três e ficou alguns segundos parado ali mesmo pensando em seu próximo passo. Ray já havia conversado com os irmãos do seu lado sobre o que eles fariam a seguir: ele iria até o balcão tentar descobrir algo enquanto os outros dois iriam ver se conseguiam algo pela taverna. Raymond sabia da fama que tinha junto com os outros dois e isso fazia com que o mesmo agisse com bastante cautela em tudo que faria a seguir. O rapaz caminhava lentamente até balcão e sentava na primeira cadeira disponível próximo ao barman, colocando 20.000 berries em cima da mesa em troca de uma garrafa de saquê. O ruivo pegou a garrafa de forma discreta e a amarrou entre os panos de sua veste por baixo da armadura.

" Hmm... Passo um completo, agora vamos ao passo dois... " - o rapaz refletia enquanto guardava a sua garrafa de saquê. Ray ficava bem atento as pessoas em sua volta.

- Ei... eu ouvi dizer que nessa ilha havia um revolucionário... Sabe onde eu posso encontra-lo? - o ruivo dizia em um tom de voz alto de forma proposital para que as pessoas mais próximas pudessem ouvir, afinal, se o barman não soubesse responder, alguém que teria ouvido pudesse.

Enquanto conversava com o barman, o Rei Vermelho olhava para os lados atento a qualquer movimento suspeito. Com a ajuda de sua visão aguçada, ele podia enxergar até os mínimos detalhes de qualquer coisa que parasse para observar. Raymond era um homem desconfiado de tudo, e não era para menos, devido a sua fama ele sempre foi perseguido ou evitado por todos os tipos de pessoas. Ele mantinha uma expressão um tanto "marrento" sentado na cadeira com as pernas um pouco separadas e apoiadas no pé da cadeira. Os seus dedos estavam entrelaçados apoiando o queixo no mesmo, seus olhos vermelhos chamativos exploravam todo o local na medida do possível tentando notar algo suspeito.

Se Ray percebesse que alguém fizesse um movimento suspeito contra ele, o mesmo iria procurar se desviar de um possível ataque usando toda a sua precisão e agilidade, desviando do jeito mais apropriado. A velocidade dele era além do normal, ele certamente era um homem bem ágil e perigoso quando queria. Se nada disso tivesse ocorrido, o ruivo apenas manteria a sua posição esperando a resposta do barman com a sua guarda bem fechada e torcendo para que Tidus e Axell tivessem encontrado algo interessante.



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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptySeg 11 Jan 2016, 16:22

Para minha surpresa Ray havia deixado a ilha em que nascemos por um motivo bem parecido com o nosso, porém ele parecia bem mais decidido e certo quanto o caminho que desejava trilhar, não que fosse uma surpresa já que ele sempre foi assim. Ao ouvir nessa história foi a vez do rei vermelho nos dizer seus planos, enquanto ouvia suas palavras um leve sorriso discreto se abriu involuntariamente em meu rosto, sorriso que surgiu juntamente a uma sensação estranha, o que era aquilo que estava sentindo? Uma energia estranha estava tomando conta do meu corpo, seria esperança? Após todos esses anos isso era algo que quase não sentia mais, porém o discurso de Ray parecia finamente me dar um proposito, um caminho pelo qual procurei tanto tempo.

“Esse cara sempre aparece nos momentos certos e sabe o que dizer, até parece que ele estava nos seguindo todo esse tempo.” – Voltei meu olhar na direção de Axell que parecia tão animado quanto eu ou talvez até mais.

Assim que terminou seu discurso o rei vermelho esticou suas mãos em nossa direção, aguardando nossa respostas em relação a sua oferta. Antes que pudesse dizer ou fazer algo, meu irmão tomou a iniciativa, era tipico dele se jogar de cabeça nessas situações.

Se nós queremos mudar o mundo? Ray, se você for o meu mapa, eu serei a ponta de sua lança. A partir de agora compartilhamos o mesmo desejo e futuro. – Determinado como sempre, nem parecia a mesma pessoa que estava me repreendendo por gastar nosso dinheiro com cigarros.

Bem, você ouviu ele. – Estiquei minha mão para me ajuntar a dos outros dois. – Afinal de contas o que seria do rei sem o duque? – Um largo sorriso se abria em meu rosto, a sensação de nostalgia era ótima, após anos finalmente estamos reunidos novamente, mas desta vez por uma causa muito maior do que causar confusão em uma vila.

Reunidos com nosso antigo companheiro adentramos a taverna confiantes e, logo que adentramos o estabelecimento me deparei com uma cena bem tipica, olhares curiosos em nossa direção, lugares como aquele sempre atraia o pior da sociedade, pessoas desconfiadas e desesperadas, claro que também havia aqueles que passam por ali apenas para conseguir informações ou saciar seus vícios, no caso nós nos encaixávamos nas duas ultimas opções. Continuei a caminhar em direção ao balcão com uma expressão séria, eventualmente meneava minha cabeça de um lado para o outro, mantendo-me atendo a movimentação.

“Lugares assim costumam rondar os mais diversos rumores, é realmente um bom lugar para se reunir informações sendo um recém chegado na ilha. Por outro lado é bem fácil se deparar com encrenqueiros e caçadores de recompensas, não que nossa cabeça tenha algum valor, ao menos eu acho que não.” – Aquele ambiente sempre me fazia ficar tenso e muito mais atendo do que de costume, pois querendo ou não minha aparência chamava a atenção em lugares como aquele.

Como nossa intenção era recolher informações decidi me sentar um pouco afastado de Ray, meu destino também era o balcão, já que tinha de comprar meus cigarros e um isqueiro novo, mas visaria me sentar um pouco mais para o lado, para cobrir uma área maior. Assim que chegasse no balcão puxaria uma cadeira e me sentaria.

Ei, barman. – Chamaria o barmen retirando 20 mil berries do bolso e logo em seguida batendo no balcão. – Eu quero um maço de cigarros, e me traga um isqueiro também.  – Aguardaria que meu pedido fosse entregue e então efetuaria o pagamento.

Com meus cigarros em mão procuraria por um lugar onde houvesse pessoas conversando, a tipica rodinha onde os rumores eram espalhados. Mas não me sentaria junto a este grupo, ficaria no balcão, porém o mais perto possível. Enquanto aguardava por uma informação ou ação relevante, estrearia o meu maço de cigarros, apanharia um dos cigarros e colocaria na boca sem acender.

Hmmmm... Revolucionario, ein... – Murmurava comigo mesmo enquanto  com minha mão direita acendia o cigarro utilizando meu novo isqueiro. – Nem posso imaginar a cara que o velho vai fazer quando descobrir. – Um sorriso sarcástico se abria em meu rosto ao tentar imaginar qual seria a reação do meu pai ao descobrir que seu filho virou um revolucionário.

Daria a primeira tragada em meu cigarro, a sensação era ótima, para algumas pessoas aquilo poderia ser exatamente o oposto, mas encher meus pulmões com aquela fumaça e depois soltar aos poucos me acalmava de uma forma sobrenatural, aquilo fazia com que todas as preocupações e problemas sumissem por um momento, talvez fosse exatamente por isso que eu havia começado a aquele habito. Enquanto aguardava algo acontecer me manteria atento ao meu redor, caso notasse alguma aproximação hostil tentaria me esquivar da maneira mais apropriada dependendo da trajetória do golpe. Também voltaria minha atenção uma vez ou outra para Axell e Ray, caso algum dos dois corresse perigo eu não pensaria duas vezes antes de correr em sua direção para ajuda-los. No mais me manteria atentando as informações e boatos que pairassem no ar, tentaria conseguir o máximo de informações possíveis antes de me reunir com o rei vermelho e o meu irmão novamente.


Histórico:
 

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptySeg 11 Jan 2016, 17:28



~ Donde Vêm os Peixes Elefantes? ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | Post: 03

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Uma flecha que lhe perfurara o peito. Uma flecha com o mais dos mortais venenos em sua ponta - Arrependimento - perfurara-lhe o coração, espalhando-se por todo o seu corpo, obrigando-o a sentar-se, pálido, sem-graça e em desânimo óbvio. O brilho de seus olhos brilhavam mais do que o normal, lacrimejando sem chorar. Cabisbaixo, compreendia o erro que fizera ao perguntar àquele homem donde havia vindo. Compreendia que não só ele e Aisha, mas muitas mais pessoas compartilhavam de um passado triste que preferiam guardar nas profundezas de seu ser. Sair por ai perguntando sobre o passado dos outros era impropriado, agora entendia e nunca mais o voltaria a fazer. De agora em diante, quando conhecesse alguém, esperaria ansiosamente pelo dia em que esse alguém confiasse o seu passado à ele, de livre e espontânea vontade.  

O empregado que os servira voltava à mesa com aquilo que seria uma história bastante intrigante aos ouvidos do pequeno e curioso aventureiro, varrendo o que abalava a sua pequena mente para longe. - WHOAAAUU!! - Seus olhinhos reluziam ao ouvir aquela história, ou rumor. Questionava-se no que poderia ser tão assustador para fazer aquele peixe nadar centenas, ou até mesmo milhares de quilómetros de sua casa?! Erguer-se-ia, quase que se debruçando sob a mesa, pisando o banco em que estava sentado e encarando realmente interessado o garçom. - Senhor, o que mais você sabe sobre essa história?! Que tipo de criatura obrigou-os a fugirem para cá?! Donde eles realmente vieram? Né, né, né?!?! - Toda aquela agitação que lhe percorria a alma rapidamente desaparecera com a decisão do convidado de cabelo azul profundo como uma tempestade que se despedia.

Mesmo implorando com o olhar, Haru decidia não ficar. Estava um pouco aborrecido consigo mesmo, talvez fosse por sua culpa. Talvez, tivesse trago à tona memórias que o homem a muito decidira esquecer. – Ahh... Me desculpe, Hizy, mas sabe... Humm... Eu tenho que... Sabe, fazer algumas coisas. –  Levantando-se de ímpeto, curvar-se-ia ligeiramente, encarando os próprios pés descalços e empoeirados. - Haru-san... peço imensas desculpas! Realmente... Há coisas que não devem ser perguntadas...  - Ergueria seus olhos, fitando fortemente os do adulto até corar sua bochechas. - Espero que num futuro próximo possamos nos encontrar novamente. Até breve, Haru-san! Hi! Hi! Hi! - Terminaria, desfazendo a expressão séria que levava na face, e, abrindo um longo e honesto sorriso ingenuamente infantil.

Voltar-se-ia para o empregado, esperando por uma resposta sobre suas perguntas anteriores. Estaria ansioso e qualquer um poderia notá-lo. Todavia, antes que decidisse fosse o que fosse, primeiro tinha que perguntar à sua irmã o que ela achava de tudo aquilo. - Né, nee-chan, o que você diz?! Não ficou com vontade de investigar, né?! né?! né?! - Seus olhos pareceriam implorar a sua pequena irmã que o deixasse ir investigar sobre aqueles peixes. Afinal, o que poderia acontecer de perigoso?! Recebendo um "sim", a pequena criança levantaria os braços o mais alto que conseguisse no ar, num salto de alegria e num uivar festivo. - WUUAAA!  Nee-chan, você é a melhor! - Pegaria nas mãos de sua irmão e dançaria a roda dela por uns instantes. Contudo, se a resposta fosse negativa, emburrado, sentar-se-ia no chão com o mindinho direito no nariz - Nee-chan... baka... - E era assim que agiria até que fossem embora.

Antes que saíssem, pegaria algumas moedas que tinha nos bolsos para ajudar a pagar a conta, não sabia se seriam o suficiente, porém, sabia que não podia deixar tudo nos ombros de Aisha. Também ele tinha que ajudar com aquilo que podia.




   
Histórico escreveu:

Post: 03
Ganhos:
Perdas: - 5 mil berries |
Bónus: Fome saciada por 2 dias. |
 

Objectivos escreveu:

[X] Comer;
[ ] Comprar uma flauta "árabe" dourada;
[ ] Comprar um bastão de madeira;

Off escreveu:
Bem, eu realmente não postei muita coisa porque não sabia o que fazer  e porque o rato do meu pc não está funcionando TT.TT Não sei o que fazer... Ora ele dá, ora ele para sem porquês ù.ù que frustrante!!! Desculpa o post verdadeiramente fraco, Kekzy e Raven, o próximo vai ser melhor u.u Acho ^.^''  
Thanks Panda

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Haki; (╯✧∇✧)╯
[ ] Caçar 10 Recompensas; ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Caçar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ

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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptySeg 11 Jan 2016, 20:07



And now, what to do?



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No final das contas, Haru realmente acabara indo embora. Apesar dele não ter explicado muito bem o motivo, o homem acabou se despedindo sem grande cerimônia de deixando os dois irmãos no restaurante, obviamente após pagar a sua parte. Graças a isso, Aisha relaxou mais um pouco, uma vez que agora não havia ninguém tentando se aproximar demais deles dois. E, mesmo assim, alguma coisa continuava a lhe dizer que Haru não representava nenhuma ameaça; talvez pelo fato dele agir de modo um pouco reservado e tímido, ou mesmo porque o seu passado também aparentava ter tido os seus problemas. Talvez isso tivesse feito a garota se identificar um pouco com ele? No final das contas, tudo o que podia fazer era suspirar. "Bem, pelo menos, nós não tivemos nenhum problema...e a comida era muito boa também." Ela pensou, se permitindo dar um sorriso pequeno, mas singelo.

Foi aí que, ao pensar na comida, a garota se lembrou das palavras ditas pelo empregado do restaurante, falando algumas coisas estranhas a respeito do peixe que tinham acabado de comer. Hizy, como já era de se esperar, parecia ter ficado muito interessado na história, de modo que não se conteve nas perguntas, tamanha era a animação: - Senhor, o que mais você sabe sobre essa história?! Que tipo de criatura obrigou-os a fugirem para cá?! Donde eles realmente vieram? Né, né, né?!?! - ele dissera. Normalmente, Aisha pouco se interessaria por coisas desse tipo - ela gostava de comida boa, sim, mas não costumava procurar saber de onde ela vinha - porém, quando a menção de "algo assustador" chamou a atenção da jovem. Não sabia exatamente o que poderia ser, mas já viajara pelo mundo com seu pai, e vez ou outra, eles se deparavam com situações misteriosas - a maioria das quais se mostrava algo bem longe do esperado. Talvez aquele pudesse ser o primeiro passo a ser dado para que eles seguissem os passos de seus pais? Aisha escutaria o homem responder, então, esperando tirar algo de útil de sua resposta.

Uma vez que o homem já tivesse acabado, Hizy certamente não perderia tempo para tentar descobrir mais sobre aquilo. - Né, nee-chan, o que você diz?! Não ficou com vontade de investigar, né?! né?! né?! - ele perguntaria, provavelmente muito ansioso para o que quer que eles fossem descobrir com tudo aquilo. A garota ficaria pensativa por um momento, pois não tinha certeza se aquela era realmente a melhor escolha a se fazer. Tinha que se acostumar, no entanto; agora que seus pais não estavam mais ali, ela, como irmã mais velha, tinha de tomar conta de seu irmãozinho e fazer as decisões certas. Agora, se algo desse errado, seria culpa dela e somente dela, e Aisha não podia suportar a ideia de ver algo como aquilo acontecendo de novo. - Hmmm...é, acho que podemos acabar achando alguma coisa bem interessante. - ela sorriria para o irmão, levantando-se da cadeira. O garoto ficaria bem animado com a resposta, o suficiente para mais uma vez gritar com toda a força dos pulmões, em comemoração. Ele pegaria em suas mãos e dançaria à sua volta por um momento, arrancando-lhe uma risada sincera.

- O-obrigada pela comida... - ela diria ao atendente que cuidara de seu pedido, e dirigiria-se até a saída do estabelecimento, ainda segurando a mão do irmão. Se iam atrás desse tal do pescador que pegara o tal peixe, provavelmente, o melhor lugar para se visitar era o porto. Porém, ela também acabou se lembrando de algumas das lições de luta de seus pais; se eles acabassem encontrando algum tipo de problema ou confusão, era melhor estarem prontos para lutar. - Vamos passar numa loja de armas, antes. As aulas de luta do papai vão ajudar muito daqui pra frente. - ela daria um curto sorriso, e tomaria a frente de seu irmão, começando a caminhar pelas ruas de Shells Town em busca da loja que procuravam. Durante todo o percurso, ela estaria atenta a todo e qualquer estranho que tentasse se aproximar - por mais que Haru não tivesse feito nada suspeito, isso não significava que a próxima pessoa agiria da mesma maneira. Se alguém se aproximasse demais dela ou de seu irmão, teria certeza de olhar nos olhos do mesmo de maneira ameaçadora; e, se por acaso, alguém a tocasse sem que ela percebesse, não pensaria duas vezes antes de girar num chute com o calcanhar, afastando-se e levando o irmão consigo. Só relaxaria mais um pouco quando estivessem na loja, e lá, decidiria o que fazer a seguir...


SO FAR AWAY...
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@Lilah


Citação :
Post: 3
Ganhos: -X-
Perdas: 5.000 Berries
Vício: 03/15
Conhecidos: Hizy | Haru
Extra: Fome saciada por 2 dias (Awwww Yeaaaa)

OFF:
 

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptySeg 11 Jan 2016, 23:26

Conhecendo mais um estranho
A minha apresentação não foi lá daquelas que encantam as pessoas, principalmente porque meu jeito espontâneo as vezes mostra um lado bobo, mas nada exagerado, é meu jeito mesmo. No entanto esse homem que se denominou Fury aparenta ser uma pessoa extremamente culta, observadora, sábia e inteligente no que fala. ~ Tão bom ter pessoas assim para conversar, mostra que o mundo não está totalmente tolo com coisas fúteis. Olhava para meus cabelos rosas enquanto alisava com meus dedos, e ele indagava sobre minha procura.

Na verdade explicar toda os acontecimentos que me levam a ir para um lugar como esse seria tolice da minha parte, ainda mais quando não o conheço e sei se posso confiar. Entretanto deixa-lo a mercê da dúvida seria arrogante, então nada como explicar um pouco em linhas difíceis de serem compreendidas. - Bem, eu estou aqui mesmo por um motivo bem diferente do que a maioria vem procurar neste lugar. É por causa que preciso achar certas pessoas que estou em .. Olhava fixamente para os olhos de Fury e ao meu lado se aproximava o garçom com um outro copo de água.

- Diví .. Inesperadamente era interrompida pelo desajeitado empregado que derrubara água em meus seios. ~ Que droga!!! Apertava meus punhos e os levava diretamente para cado lado de minha cabeça. - Muito obrigado por fazer isso. Exclamava com raiva e com muita vergonha mesmo sabendo que poderia ter sido um acidente. ~ Por favor bochechas, não corem!! Contudo isso não vem ao caso, tanto é que estamos numa taverna onde diversas mesas cercam esse lugar e a atenção dele deveria ser dobrada. - Fury, perdão por ter que sair, mas é que vou me secar. E assim partia com rapidez para o balcão, caso alguma pessoa estivesse no caminho procuraria desviar passando em volta das mesas.

Ao chegar ao balcão estenderia meu corpo para frente, deixando meus cotovelos no balcão e com rapidez perguntaria para o atendente mais próximo. - Poderia me ver um pano para secar? E com o bufar da respiração procuraria tentar me acalmar, mas não poderia esquecer de agradecer após a entrega do pano. - Obrigada. Deste modo passaria com calma e em movimentos circulares nos seios, até ver que toda aquela quantidade de água tivesse sido seca. Porém o que vinha após isso era o mais intrigante de tudo, um ruivo falando em voz alta sobre encontrar alguém do grupo que almejo. ~ Quem é esse cara? E a curiosidade despertava dentro de mim.

Com calma e sutileza nos meus passos aproximaria dele, e assim que chegasse ao assento mais próximo dele sentaria com as pernas separadas. Inclinaria um pouco minha coluna para frente e assim começaria um diálogo. - Sabia que isso é um veneno para seu organismo? Com o olhar distante viajaria nas memórias daqueles dias terríveis que vivi no passado, lembrando desde a parte em que presenciei cenas horríveis contra minha pessoa, de meus pequeninos amigos até quando os revolucionários salvaram-me. Certamente isso sempre me deixa pensativa nos momentos oportunos, ainda mais como esses.

- Desculpe nem me apresentar, mas é que escutei você falar de estar procurando por um revolucionário e me interessei bastante. Meus dedos das mãos batiam contra o balcão proporcionando um som parecido com os trotes de cavalos. - Meu nome é Hanna e tenho o mesmo propósito que o seu, mesmo sendo uma garota. Direcionava meu olhar envolvente e sorridente para o dele, não mostrando fraqueza e nem medo. É claro que isso não significa que estou debochando dele, jamais. É para demonstrar que não importa qual o gênero ou características de pessoas, mas a singularidade é que mostra o quão forte uma pessoa é. - Gostaria de te acompanhar nessa procura por eles se não for incomodar .. Finalizava olhando para todo seu rosto.


Histórico de Hanna:
 

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptyTer 12 Jan 2016, 00:47

com eles era relembrar o ponto chave de meu passado e uma verdadeira esperança para o futuro. ~ Sinto o mesmo de antigamente, que a qualquer momento estaremos em uma aventura gigante, mudando o rumo da história de cada um... Cara, isso é mágico. ~ Não demonstrava isso por fora, não poderiam saber que eu tinha o coração tão mole assim, algumas poses precisavam ser mantidas.

E lá estava eu, caminhando para mais um bar, era impossível não ver um lugar desses e não lembrar de inúmeras histórias, quase todas indignas, afinal, era um bar e não uma igreja. ~ E ainda assim me sinto tão  a vontade aqui... ~ O simples pensamento fez transparecer um sorriso bobo em minha boca, os caninos exageradamente pontudos a mostra para qualquer um que estivesse olhando. Ergueria as mangas brancas de minha blusa até a altura de meus cotovelos e ajustaria a peça ao meu corpo novamente dando uma bela puxada na gola. ~ É sempre importante chegar com certo estilo. ~

A porta abriu e imediatamente me veio a decepção. Depois de caminhar tanto e por tantas ilhas, quando se encontrava um lugar como esse se espera que tudo tenha valido a pena, pelo menos um pouco. Esperava uma festa, mulheres ou pelo menos  um local animado. Não parecia ter muito disso ali. ~ Tidus é oficialmente horrível em achar lugares... ~ Teria dito isso em alto e bom som como de costume, mas resolvi não estragar o momento.

Notando que o azul foi para um lado e o vermelho para o outro me virei e parti em busca de informações. ~ Odeio fazer isso, não sei omitir as coisas. ~ Pensava com uma das mãos afagando minha nuca. Estava parado no meio do bar tentando fazer um rápido julgamento das pessoas que estavam ali, que se dano o papo de não julgar ninguém. Viu um homem sentado sozinho, não parecia fazer o tipo vilão e também parecia ser o tipo de pessoa razoável para se manter uma conversa. ~ Não é vilão, confere. Vou conversar sem iniciar uma briga, confere. ~ Certo, esses eram os meus critérios para fazer uma pergunta sobre revolucionários.

Me aproximaria do homem sem pressa, de longe eu notava seus cabelos, era raro encontrar mais pessoas com a cor azulada além de mim e de meu irmão. Faria um sinal com a cabeça, como quem pede licença para sentar, mas não esperaria uma resposta. Olharia por volta de 3 segundos para seu rosto  respiraria fundo e  então abriria um sorriso sincero, apesar de tudo aquilo me divertia - Eu me chamo Axell, aquele é Ray e aquele é meu irmão Tidus. Nós procuramos um grupo de revolucionários. Você por acaso é um revolucionário? Conhece algum? - Se eu percebesse que estava realmente interessado, eu me aproximaria um pouco e diria um pouco mais baixo, minha mão direita tampando a lateral de minha boca correspondente a direção de Ray ou Tidus. - Eu não sei muito sobre esse grupo de revolucionários, Ray disse umas coisas legais e eu concordo com a motivação dele, se souber algo e não quiser me falar, dê uma chance a ele. - Olharia para ele. - Tem essa cara de invocado mas não é tão durão assim.  Além disso, se quisermos mudarmos nossos caminho e do mundo, ele pode ser a chave. Nem que for só por unir um grupo. - Voltaria meu olhar para o homem, dessa vez estava com um sorriso somente labial, de alguma forma aquilo tinha me inspirado.

Estava completamente a vontade no bar. Sentia uma boa presença vinda do homem a minha frente. Na verdade eu sentia um pouco de fome, mas o homem também parecia ser interessante. Se ele saísse para falar com Ray eu permaneceria na cadeira, precisava descansar um pouco depois andar tanto.




Citação :
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Vantagens: Aceleração e adaptador.
Desvantagens: Ma fama.
Perícias:  Acrobacia, corrida e luta de rua.
Ganhos:
Perdas:

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptyTer 12 Jan 2016, 02:36

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A interação parecia correr bem e a jovem Hanna se mostrava bastante carismática. Entretanto a prosa foi bruscamente interrompida por um banho que a jovem recebia. Sua blusa branca ficava praticamente transparente e senão fosse pelo cigarro em seus dedos, Fury teria ficado sem reação ao deparar-se com aquela cena sensual. Uma tragada providencial lhe tirou daquela situação e com os olhos fechados enquanto exalava a fumaça pôde ouvir o “até breve” da jovem que saía deixando-o novamente sozinho.

É… Ainda não estou pronto para interagir com uma mulher ainda… Desde o ocorrido, não consigo ser eu mesmo!

A audição aguçada do ex-policial o mantinha focado no que ocorria no bar e fez com que ouvisse as palavras há tanto aguardadas. Havia mais alguém com ideais revolucionários e ele estava falando com… Hanna!? - Heh… - Um sorriso irônico surgia em sua face ao mesmo tempo em que um jovem de cabelos azuis iguais aos dele pedia para sentar-se ao seu lado. Fury ignorou o gesto, mas não conseguiu ignorar as suas palavras, pois eram tudo que ele desejava. Fácil, fácil demais.

- Ok… Entretenha-me!

E assim encostaria as costas na cadeira, acenderia um novo cigarro e daria um bom gole no rum enquanto esperaria por mais informações de Axell, enquanto isso aproveitaria para escutar o que o Ruivo falaria com os demais. Havia motivos para desconfiar. Revolucionários agindo igual piratas, poderia ser um plano da Marinha pra encontrar traidores. Donovan era desconfiado, mas não chegava a ser paranoico, então bastava ouvir argumentos capazes de lhe convencer para que a curiosidade e a vontade de ser um revolucionário falassem mais alto e ele acompanhasse o grupo.

Será que o Exército seria tão descuidado assim? Falando abertamente, sem medo de um possível ataque?

Fury esperaria pela(s) resposta(s) de Axell e mais palavras do Ruivo para tomar uma decisão. Enquanto isso, passaria os olhos no bar para ver se havia alguém mais prestando atenção e que possa ser um perigo imediato ao possível novo grupo. Eles eram inconsequentes? Talvez, mas era possível notar a animação e o real entrosamento. Eram boas características e passavam confiança. Todavia, precisava manter os pés no chão e avaliar o perigo, tanto o que havia ao redor de sua mesa quanto o existente no grupo, afinal não os conhecia, mas por hora daria uma chance aos idealistas.

Histórico:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptyTer 12 Jan 2016, 22:35

Página 1 ⁞ Post 03 ⁞ Land: Conomi


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The Red Legion

"
Sua timidez não lhe permitiam passar mais tempo junto da dupla. Sua cota de sociabilidade já havia se esgotado por aquele momento e sair dali era uma das únicas coisas que Haru queria. Mas é claro, não sem antes comprar um maço de cigarros para saciar seus vícios.

Ainda no restaurante, Hizy e Aisha decidiam seus próximos passos, e as ideias já vinham na cabeça do garotinho. Encantado com a pequena história do cozinheiro ele cismou com o extraordinário peixe que haviam experimentado agora e quase pula a mesa com brilho nos olhos, cheio de perguntas, como há de ser com uma criança.

Calma, pequenino. É uma história de marinheiro. Eu não acredito nessas baboseiras. Mas se quer bem saber, é melhor falar com os próprios. Certas coisas quando contadas trazem má sorte... — a sua expressão ficou mais sofrida e os traços em seu rosto pesados. Só assim pode-se perceber quanto ele era velho. Além disso, ele mancava, mesmo que só um pouco, algo perceptível se você parecesse para analisar.

Fugir. Foi o que Haru fez. No momento em que despejava a sua parte para quitar a dívida da refeição ele aproveitava para comprar o que tanto queria - e o que tanto o fazia falta. Abrindo mão de vinte mil berries pelo conjunto, fora os cinco mil da comida, o que resultava em metade do seu dinheiro. Os vícios tem o seu preço. Por fim, ele saiu do local rapidamente, deixando para trás apenas algumas desculpas esfarrapadas e histórias mal contadas. Para longe, do outro lado das docas, onde ficavam os estaleiros e as lojas de armas, além de uma ferraria. Mas pensando melhor, ferro e maresia não eram uma combinação ideal, e as armas dali não pareciam ter um aspecto tão atrativo.

Pensou e repensou. Logo, Haru decidiu ir por fim buscar aqueles que veio procurar, os tais revolucionários.

Enquanto isso, Hizy perturbava sua irmã para investigar mais a fundo sobre o mistério do peixe. Ele estava realmente fascinado. E se a animação de antes parecia grande essa foi ainda maior. Aisha concordara em buscar por algumas informações adicionais sobre o que poderia estar acontecendo. E segurando a mão de seu irmão com todo o cuidado e proteção que tinha eles saíram em direção ao porto, onde podiam encontrar o que procuravam. Mas antes, passariam nas lojas de armas, assim como Haru. E mais uma vez, um encontro inevitável.

Dessa vez, os dois chegavam bem na hora que o rapaz que compartilhara com eles uma refeição perguntava para um velho marinheiro que carregava uma sacada de peixes.

Se quer uma resposta, vá a taverna sem nome. Não é difícil de achar. Isso se você quiser mesmo encontrá-los. — soltou uma gargalhada — Que os bons ventos te guiem, rapaz! E viva aos revolucionários! — ele olhou para os dois que chegavam. Alternou os olhares e continuou — Seus amigos? É bom ver garotos tão jovens com ideais tão belos, quem me dera ser mais novo e relembrar as memórias de um dia de glória. — só então parou um pouco de falar, esfregando os cabelos de Hizy e os deixando cheirando a peixe — Pois como queiram, encontrem a taverna sem nome e falem com o velho Rath, digam que um marujo cansado mandou-os visitar! Pois bem, agora tenho o que fazer, essas coisinhas não se vendem sozinhas! — gargalhou mais uma vez, abrindo um sorriso contente. E levou os peixes que arrastava na rede para longe. Peixes que não eram dali.

E mais uma vez os três estavam ali, se encarando. Um mal entendido. E um silêncio mortal. Haru tinha o que queria na mão, mas agora estava indesejavelmente acompanhado, e algumas explicações provavelmente teriam que ser feitas.



A sua ambição era grandiosa, e Ray destemido, não possuía medo de falar de seus ideais ali. Com uma garrafa de saquê em mãos ele revelava suas pretensões para o barman.

Era um homem idoso, de cabelos brancos espetados, esguio e de avental, nada parecia ter de especial, senão o jeito como segurava as coisa, que estava mais para estranho. Suas sobrancelhas se ergueram ao ouvir sobre os revolucionários. E ele veio em sua direção com um copo.

É uma grosseria não compartilhar uma bebida com os mais velhos, jovem rapaz. — e estendeu o copo, esperando ser servido — Para quê o procura? Aliás, de onde escutou que existia um revolucionário nessa pacata ilha? — o vovô aguardava a resposta, mostrando algum interesse. Ofereceria um brinde se assim tivesse a bebida.

Ray se mantinha atento, como um bom líder faria, olhando ao seu redor. Ele viu o garçom derramar propositalmente a água nos seios da garota mais ao lado, as feições do seu rosto o entregaram, mesmo que por instantes. Também viu o homem ao lado da garota olha-la, assim como viu ele desviar o olhar rapidamente para seu cigarro. Mas o que ele não deixara passar era o sorriso que o velho barman segurava por trás do rosto carrancudo.

Tidus também se sentara na cadeira ao lado e era atendido pelo garçom, pois o barman estava interessado em Ray, e de certa forma também nele, mas a conversa com o ruivo era de seu extremo interesse. O Duque Azul entregou vinte mil berries e recebeu seu próprio maço de cigarros e um isqueiro. Na mesa do lado muitas pessoas se reuniam, pois um velho anunciava que as histórias começariam. Todos ansiosos. Tidus pulou duas cadeiras para o lado para escutar melhor. Algumas crianças entraram no bar, pelo menos umas três, e logo cinco, e em minutos tínhamos dez pequeninos sentados no chão do bar.

E então, o que você vai contar hoje vovô? — um dos garotos perguntava.

O que vocês quiserem, vocês sabem, eu sei todas as histórias desses nove mares.

Mas não são apenas quatro mares? — indagava um segundo.

Não, garoto. São nove. Os quatro mares que você conhece, mais dois mares na grande rota e os dois mares dos monstros. E um mar há muito tempo esqueciedo. É sobre ele que você quer escutar?

Não. Eu quero escutar sobre o dia em que a ilha foi libertada do povo tritão.

Sempre a mesma história. — o velho suspirou — Pois bem, aqui começamos. Há tempos atrás, antes de você conhecer se quer a luz... — foi interrompido.

Um tritão invadiu a ilha trazendo um exército de centenas de homens-peixes, eles escravizaram a população e anos mais tarde a Aurors libertou o povo após o grande combate do ex-sargento da marinha com o grande e poderoso tritão Mamoru. Já sabemos essa história de trás para frente, por que não conta algo novo? — o outro garoto chorou com a interrupção do colega.

Pois bem, meu sábio pequeno, me diga o que quer escutar.

Eu quero escutar sobre a promessa do Mamoru. — algumas pessoas do bar se calaram.

Isso é asneira, é história para assustar criança! Vá para sua casa dormir pivete! — um dos bêbados sentados a mesa reclamou com histeria.

Deixe o garoto. E isso não é história para criança dormir. Pois bem, aqui vamos. Há muitos anos atrás...

Tidus foi interrompido pelo garçom, que o atrapalhou e começou a contar em como as coisas andavam difíceis em casa.

... E no soar da terceira trombeta marinha ele retornaria. Dessa vez, com uma legião de cinco mil tritões, cada um com a força de dez homens. — consegui pegar o final da história. Uma história de marinheiros. As crianças aplaudiram, deixaram uma moeda de cem berries na mesa cada uma e correram para o lado de fora.

No bar sem nome, Axell se separava do trio e ia buscar informações, assim como os outros. Ele procurou atentamente por alguém de boa aparência, alguém interessante, que pudesse lhe oferecer o que procurava. Seus olhos encontraram um homem de aspecto peculiar, com alguma familiaridade, e foi com ele que resolveu falar. Ele sentou ao seu lado após uma reverência respeitosa. Logo, soltou a boca com extremo descuido, e falou além da conta para um completo estranho. Talvez tivesse se precipitado, ou sentido algo daquele homem, ou apenas se sentia muito confortável naquele bar.

A sorte de Axell foi que Hanna, a garota de cabelos rosas havia se retirado por alguns instantes devido a um "acidente", e ele pode conversar a sós por alguns minutos. Enquanto isso, Hanna ia até o balcão e pedia um pano. O velho barman interrompeu a conversa com Ray e a ofereceu um pano para a moça secar-se, o que foi um belo show para o velho tarado. Ela estava furiosa, mas logo a emoção passou e deu lugar a curiosidade após ouvir um comentário do homem ruivo. Seu interesse logo foi despertado e ela se aproximou com suas intenções e puxou conversa. Ela aparentava um pouco nervosa visto que batia incessantemente na mesa, e não era para menos, seria um grande momento de sua vida, mesmo que ela ainda não soubesse.

No meio de tudo isso, ou melhor, no canto escutando tudo o que passava naquele bar, Fury se surpreendia com a facilidade que havia achado aqueles que procurava. O que não era bem a verdade, ainda eram apenas aspirantes aos ideais revolucionários. Mesmo com alguma desconfiança, o que era de se esperar de um homem um tanto cauteloso, ele ouvia de ouvidos abertos as ideias ali lançadas. Era tão cauteloso que tratou de observar o bar em busca de potenciais inimigos, mas apenas as pessoas do balcão prestavam atenção na conversa, isso era, o ruivo, o homem de cabelos azuis, Axell, Hanna e o barman, assim como o garçom. O restante do bar escutava uma história antiga de marujos contada por um velho, que se o rapaz quisesse ele também escutaria com alguma atenção. Aliás, enquanto degustava de sua bebida, ele não mais segurou, era a vez de Fuhrer assumir o controle.

Um barulho grave e seco ecoou. Apenas aqueles dotados de uma incrível audição escutaram. Vinha do lado de fora, a quilômetros de distância dali, mas foi alto o suficiente para chegar com alguma fraqueza até ali.

O barman parou por alguns instantes, imóvel, algo estranho, era o que parecia para as pessoas normais, mas para aqueles que também escutaram aquilo fazia sentido, ele tentava prestar atenção no som. Logo voltou ao normal, esfregando a mão no rosto e voltando para a conversa com o ruivo.

Vocês quer se juntar aos revolucionários então, não é isso? — cortou qualquer fala que Ray estivesse falando, com alguma pressa.

Spoiler:
 




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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptyQua 13 Jan 2016, 04:07

Enquanto tragava meu cigarro algo inusitado aconteceu, um pequeno grupo de crianças começou se juntar próximo a mesa de um senhor de idade, achei estranho aquela turma estar em um lugar como esse, mas as outras pessoas pareciam achar aquilo normal como se acontecesse com frequência.

“Eeer...  Acho que esse lugar não é tão sinistro quanto eu imaginei que fosse, ou talvez seja ainda mais, difícil dizer.”– Continuei fumando meu cigarro como quem não queria nada enquanto tentava ouvir o motivo de tanta gente se reunir próximo a aquele velho.

A conversa iniciou com um garotinho perguntando ao senhor o que ele iria lhes contar hoje, aquilo confirmava a teoria daquela cena se repetir com frequência, continuei prestando atenção, mesmo que não parecesse nada demais, era apenas um velho contando histórias para um bando de crianças em um bar, bem, na verdade não era exatamente a coisa mais comum do mundo. Em todo caso algo naquela conversa chamava minha atenção, o fato de ser citado nove mares.

“Han, do que esse velho esta falando? Nove mares? Durante minhas viagens ouvi falar dos mares além da Red Line, mas não imaginava que existiam tantos assim.” – A conversa começou a me interessar, aprender mais sobre o mundo foi um dos motivos de ter me tirado de casa. Por dentro estava torcendo para o jovem dizer que queria ouvir sobre o tal mar misterioso, mas seu resposta negativa frustrou minhas expectativas. – “Aaaarg!” – Baixei levemente minha cabeça, frustrado com a situação.

Mesmo decepcionado por não ser capaz de ouvir a história do nono mar, a história que o senhor começou a contar também era bem interessante, ainda mais por se tratar de algo que realmente acontecer na ilha em que estávamos. Continuei prestando atenção de forma discreta, eventualmente tragava meu cigarro e soltava a fumaça pelo canto da boca. O grupo estava bem agitado, um garotinho até interrompeu o velho e contou a história a sua maneira, aparentemente eles estavam realmente fartos daquela história.

“Haaaan... Então algo assim realmente aconteceu nessa ilha?!” – Arregalei os olhos, espantado com aquele acontecimento, não fazia ideia de que algo como aquilo realmente havia acontecido naquela ilha tão pacifica. – “Tritões invadindo a superfície para escravizar a humanidade. Parece o tipo de história que se conta para atrair turistas e assustar crianças.” – Não tinha certeza se aquela história era verdadeira ou não, mas as pessoas pareciam bem certas sobre sua veracidade.

Tudo corria bem, até que um jovem mencionou que desejava ouvir sobre a promessa de Mamoru, nesse momento algumas pessoas se exaltaram, voltei a minha postura seria, apoiei os cotovelos no balcão e juntei as mãos enfrente ao queixo. Mas bem quando as coisas estavam ficando interessantes o garçom começou a desabafar sobre sua vida infeliz como se alguém ligasse.

“Puta merda! Na melhor parte esse idiota vem reclamar da sua vida de merda?!” –Revirei os olhos e retirei o cigarro da boca com a mão direita, desdenho com a situação. – “Por que esse cara não engasga com a própria saliva, morde a linguá ou coisa do tipo?” – O sentimento de ódio começava a crescer no meu interior, minha vontade era de pegar a cabeça daquele garçom e socar contra o balcão para que ele calasse a boca, na verdade estava simulando aquilo em minha mente naquele exato momento, mas ficou só na imaginação.

Quando finalmente consegui ouvir o que o velho estava falando, a história já estava no final, bufei um pouco frustrado, coloquei meu cigarro novamente na boca e dei outra tragada, tentando me acalmar. As ultimas palavras do velho acabaram me intrigando, mas as outras pessoas pareciam não levar muito a sério, talvez por medo de realmente ser verdade ou simplesmente por ser um absurdo.

“Heen... Um tritão derrotado que jurou vingança, se essa história for verdadeira e aquele homem peixe possuir um pingo de orgulho, eu não duvidaria de suas palavras...” – Vingança, um dos desejos mais profundos e fortes dos seres vivos, não era algo com quem se devesse fazer piadas ou menosprezar.

Aproveitando que o grupo de pessoas estava se dissipando me levantei do banco onde estava sentado e comecei a caminhar na direção do senhor, retirei uma moeda de 100 berries do bolso e a colocaria sobre a mesa onde o velho estava sentado assim que chegasse próximo a mesma, puxaria uma cadeira e me sentaria.

Desculpe a intromissão, eu estava sendo no balcão e não pude deixar de ouvir sua história, isso realmente aconteceu? Algo dessa magnitude devia ter se transformado em um marco histórico. – Mantinha um leve sorriso amigável no rosto enquanto olhava na direção do idoso. –Eu adoraria ouvir mais sobre Mamoru. Ah, e quem sabe alguma coisa sobre o tal mar misterioso que mencionou, ha ha. – O sorriso em meu rosto se abria cada vez mais, me sentia uma criança animada com histórias.

Aguardaria uma reação ou resposta do senhor, como havia perdido parte da história aquilo havia me incomodado, mas na no fundo aquilo havia mexido comigo de outra forma, como um acontecimento como aquele não virou um marco histórico conhecido no mundo todo? Um exercito de tritões escravizando uma ilha inteira? Um ex-marinheiro como salvador? Era uma surpresa aquilo não estar em livros famosos, mas talvez houvesse um motivo para que isso fosse varrido para debaixo dos panos. De qualquer forma, conseguindo ou não mais informações com aquele senhor de idade, continuaria sentado a mesa fumando o resto do meu cigarro até que algo ou alguém chamasse minha atenção, manteria-me atento a movimentações suspeitas e tentaria me esquivar da melhor maneira possível caso alguém tentasse alguma gracinha.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 3 EmptyQua 13 Jan 2016, 15:35


Após adentrar no estabelecimento, Ray ia até o balcão, pegava uma bebida em troca de 20.000 berries e logo em seguida perguntava sobre os revolucionários com um tom de voz um tanto alta de forma estratégica. Ele não era nenhum gênio, mas certamente era uma pessoa bem inteligente e que na maioria das vezes tinha um bom plano para lidar com uma coisa nova. O motivo de ter perguntado  com aquele tom de voz era chamar a atenção do maior número de pessoas próximas a ele, pois o mesmo não tinha tempo a perder pra sair conversando de pessoa por pessoa. Aparentemente o Rei Vermelho tinha acertado em fazer aquilo, pois logo o barman que parecia já ter uma idade avançada e que também havia o servido mostrou interesse e foi até um tanto ousado vindo em direção do jovem com um copo vazio.

- É uma grosseria não compartilhar uma bebida com os mais velhos, jovem rapaz. Para quê o procura? Aliás, de onde escutou que existia um revolucionário nessa pacata ilha? - perguntava o homem com o seu copo estendido. Ray permanecia ainda com o mesmo olhar sério, o encarando e logo respondia.

- Eu paguei caro pela a minha bebida e não gostaria de bebe-la agora, porém... Se você me passar algumas boas informações, talvez possamos tomar um gole. - o ruivo dava uma pequena pausa e mantinha o seu olhar bem centrado no velho com a mesma expressão facial que estava quando começou a conversa. - Já estive em algumas ilhas e viajei muito... Em uma de minhas viagens eu ouvi dizer que a Conomi Island era uma ilha de revolucionários... Então eu fiquei interessado. - dizia de forma bem discreta e direta.

Após dizer tais palavras, Raymond se manteve bem atento e enquanto conversava com o barman, os seus olhos não podiam deixar de passar alguns certos detalhes, como o casal que estava na mesa do lado, alguns rostos que ele tinha visto na entrada a alguns minutos atrás; a garota de cabelos rosa e o rapaz com o cabelo azul. Percebia que um garçom derrubava de forma proposital um pouco de água nos seios da garota e isso o fazia ficar um pouco desconfiado, mas nada assim tão alarmante. Não demorava muito e aquela mesma garota interrompia a conversa do Rei vermelho com o barman para pedir um pano e enxugar o "acidente". Enquanto a garota se limpava, Ray não pôde deixar de notar onde ela mexia e como fazia, por mais que estivesse tentando se manter sério para extrair as informações que queria, suas bochechas ficavam levemente rosadas ao ver aquela cena um tanto sensual, ele ficava olhando aquilo fixamente por alguns segundos e quando se deu conta do que estava fazendo ele rapidamente tentou se recompor e desviou o olhar para o outro lado, suas bochechas ainda estavam um pouco coradas e uma leve gota de suor escorreu pela testa, tentando disfarçar o máximo possível.

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Raymond era um homem um tanto tímido quando se tratava de mulheres bonitas, por alguma razão que ele mesmo desconhece ele não gosta que seja percebido admirando uma mulher ou algo parecido, ele não gosta de aparentar "fraquezas" algumas. Após desviar o olhar da garota, ele observava o que Tidus estava fazendo, o que parecia ser bem interessante mas o ruivo não conseguia escutar nada. Não demorava muito e logo a mesma garota se aproximava para dizer alguma coisa, ao perceber a aproximação da mesma, Ray ficou um tanto nervoso porque a primeira coisa que passou pela cabeça dele foi ela vir comentar do que ele estava fazendo antes; olhando para os seios dela.

- Sabia que isso é um veneno para seu organismo? - ela dizia olhando para ele. A princípio Ray não entendeu do que ela estava falando, mas logo veio em sua mente a bebida, acreditando que era sobre a mesma.

- Hmm... Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo. Felizmente o meu é apenas isso. - o ruivo respondia olhando diretamente nos olhos dela, seu olhar era vermelho e penetrante, devido a sua visão aguçada os seus olhos eram bem chamativos. Depois de mais algum tempo conversando, a garota se apresentava como Hanna e dizia que havia se interessado sobre o assunto dos revolucionários.

- Prazer, Hanna... O meu nome é Raymond King Walker. - após se apresentar, Ray dava uma pequena pausa e aproximava o seu rosto mais do dela, ainda a olhando no fundo dos olhos, ele fazia isso porque acreditava que os olhos mostram a alma da pessoa e quando queria saber se alguém era confiável ou estava falando a verdade, a encarava no fundo dos olhos. Depois de ficar bem próximo da garota, por mais que ela fosse bonita e deixasse Ray um pouco tímido, ele precisava saber se deveria ou não contar mesma, logo decidiu contar.

- Bom... Eu estou aqui nessa ilha com dois amigos e nós pretendemos entrar para o exército revolucionário e eu nesse exato momento estou tentando obter informações sobre o suposto núcleo que existe aqui... - ele dizia ainda bem próximo do rosto dela e com um tom de voz baixo, para que apenas a garota pudesse ouvir, ou pelo menos ele achava que apenas ela ouviria. - Se você quiser vir conosco será bem vinda... Mas esteja preparada para tudo. Eu não julgo ninguém pelo sexo, já conheci muitas mulheres poderosas então se esse realmente é o seu objetivo, eu ficarei feliz em partilhar os nossos. - dizia olhando nos olhos da garota cara-a-cara para ver se a mesma iria fraquejar.

Não demorava muito e logo e logo Ray notava que algo estranho estava acontecendo. Ele não sabia o que era, pois para ele estava tudo normal, mas a expressão facial do barman não o enganava. Um homem que estava tão ousado e falando abertamente como ele, do nada fica imóvel e parecia bastante preocupado, o ruivo sabia que estava acontecendo algo, mas não sabia o que. Antes que Ray pudesse dizer qualquer coisa, o homem velho dizia.

- Vocês quer se juntar aos revolucionários então, não é isso? - dizia já um pouco menos preocupado, mas ainda parecia tenso. A expressão de Raymond mudou de séria para um olhar mais determinado e com um leve sorriso no rosto.

- Eu nasci para ser um revolucionário! - dizia em um tom mais alto mas ainda sim não tão alto, um tom normal, porém era forte e determinado. - Eu tenho mais três pessoas comigo, e nós queremos nos juntar ao exército. E aí? Sabe de alguma informação? - finalizava a sua fala com aquela pergunta.

O Rei Vermelho estava bem determinado, mas ao mesmo tempo bem desconfiado de tudo, principalmente depois da reação do barman a alguns minutos atrás. O ruivo estava com os punhos cerrados e sua guarda bem fechada, ficaria olhando para todos os lados de forma discreta para observar a reação de todos e estava pronto para realizar uma manobra defensiva tanto para se proteger, como para proteger Hanna, que era a sua mais nova companheira. Raymond pretendia se esquivar de um ataque da melhor maneira possível e também faria o mesmo com a garota do seu lado, mesmo que precisasse a empurrar com as mãos ou os pés para protege-la. Caso o barman de alguma forma soubesse de algo e fosse contar ou mandar o seguir enquanto os levaria para um lugar específico, Ray diria em um tom de voz um pouco mais alto para que Tidus e Axell escutassem.

- Tidus! Axell! Vamos! - e logo sairia do estabelecimento para ir ao local destinado. Ray não chamaria o nome de Hanna pois a mesma já estava do seu lado. A todo momento estaria com sua guarda fechada e preparado para o combate, tentando se esquivar sempre e proteger quem estava do seu lado.




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