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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Pronto para começar! A formação da Red Legion!

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Axell
Comandante Revolucionário
Comandante Revolucionário


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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptyDom 13 Mar 2016, 00:59

Off:
 







Mantinha o meu sorriso no rosto, o meu único e mais poderoso escudo contra a vida, mas nem minha mais poderosa defesa foi párea ao ver o corpo de Fury no chão. O sorriso se desmanchava, a face caía murcha e se juntava ao olhar perplexo, eu não conhecia bem o homem mas ele estava junto de nós, se alistou e se integrou ao exército revolucionário com todos. A morte finalmente fazia seu peso sobre minha consciência e mostrava com tudo quem realmente mandava ali. Olhava para baixo mais uma vez, a face da perda escancarada e encharcada pela água salgada a minha frente.

- Droga…

Me aproximava dos de mais e apenas via o desfecho de uma brincadeira de Tidus, era surpreendente não ser  eu o desmaiado ali. Ainda que meu irmão parecesse bem e aquilo fosse apenas algum tipo de técnica mental poderosa eu sentia algo ruim sobre aquela dupla, a pouca confiança que eu tinha havia sido perdida nesse momento. Meus punhos se fechavam até ranger, a raiva crescia dentro de mim e seria fácil cortar aquele olho filha da puta em dois. Não se brinca com os Belmont assim.

- Axell… - Era Ray. Sua voz me tirava de um efeito dominó de ódio e raiva criado por mim mesmo. Sem Tidus era ele minha única âncora.

Respirava fundo, o suficiente pro oxigênio voltar a circular pelo meu cérebro e eu agir de maneira correta. Viraria em sua direção e assentiria com a cabeça, um único e lento movimento. Sem demora ergueria Tidus e o jogaria em meu ombro direito, ele era maior e mais pesado que eu mas com cuidado eu conseguiria sem maiores problemas. Tomaria cuidado com suas costas e lateral ferida de seu abdomem, sendo assim o deixaria inclinado em uma posição estranha mas que com meu conhecimento em medicina de merda era o melhor a ser feito.

- Fica tranquilo irmão, logo estará novo em folha e pronto para tomar mais algumas facadas. - Sussurraria isso enquanto caminharia em direção ao navio.

Apenas o deixaria se estivesse nas mãos ou sobre supervisão de algum médico. - Ele está desmaiado por conta de alguma técnica do Otoboshi… - Reviraria os olhos e respiraria fundo. - Mas na verdade os ferimentos dele são nas costas e na lateral do dorso. Eu não sei bem a gravidade mas ele conseguia ficar de pé antes e não parecia perder sangue. Cuide bem dele, por favor! - Abaixaria levemente a cabeça como um breve agradecimento e então me retiraria.

De volta a praia via o pequeno Hizy sofrer como nenhum irmão deveria sofrer. Minha mente fazia a ligação entre os fatos tão rápido quanto o meu coração disparava. Sentia uma angústia forte subindo pela garganta e certa dificuldade para respirar, tudo isso se chamava desconforto, tudo isso era culpa. Nós havíamos falhado e quem havia pagado era Hizy e sua irmã Aisha. Eu tentava de todas as formas parecer forte, tentava me manter com o peito estufado  e imponente mas sentia tanta vontade quanto ele de chorar, minha mão trêmula passava de minha nuca e sem precisão alguma tampava meus olhos, quase segurando na marra o brilho de  brotar. - Hizy… - Ninguém poderia trazê-la de volta, e se ele tinha alguém para culpar eram os dois tritões a nossa frente. Eu sentia raiva, muita raiva, mais do que cabia em meu próprio corpo. Pensava em Tidus no navio e queria mesmo era apoiar o pequeno garoto e ir contra a dupla de peixes. Ninguém tinha o direito de ter tanto o poder, e ninguém tinha o direito de tomar esse tipo de decisão sozinho. Eu não aceitava aquilo de jeito nenhum.

Mas precisava...

Por querer ser um homem de verdade. E por pensar em Hizy e em seu futuro. De agora em diante cuidaria do garoto como mais um irmão em sua pequena família. E começaria agora.

Percebia o olhar sério de Hizy e o impediria antes que estragasse toda sua vida. Faria isso por ele e principalmente por Aisha. Correria usando toda a minha velocidade e aceleração e ficaria entre o pequeno e os dois tritões. Pararia com ambos os braços abertos e se Hizy olhasse e direção ao meu rosto perceberia que eu estava com lágrimas prestes a cair. Com uma mão eu o ergueria até a altura de meu rosto e com a outra eu agarraria seu bastão que sem demora seria jogado com força o suficiente para cravar na areia. - Desculpe... - Daria um soco veloz bem no meio de sua testa, logo acima de seu nariz. Focaria totalmente na precisão do golpe e em controlar minha força. Eu não queria de maneira alguma machucar o garoto, minha intenção ali era somente desorientá-lo antes que se perdesse ainda mais de sua vida.

Com cuidado carregaria o garoto entre meu dois braços, o aconchegando entre meus músculos e vestes. Assim que passasse por seu bastão o pegaria e o levaria junto. A cada passo com ele eu sentia uma carga emocional maior, meu nariz escorria levemente e o olho continuava vermelho prestes a chorar, mas eu não deixaria nenhuma lágrima cair, esse direito era exclusivo do pequeno Hizy. Tentaria deixá-lo no mesmo quarto ou próximo de um dos nossos, tanto Tidus quanto Hanna, se eles acordassem antes poderiam ajudar.

Voltaria e ouviria a ordem de Ray, de fato não esperava menos. Eu estava cansado, havia lutador por  tempo de mais naquela guerra, e havia tirado vidas de mais ali, aquilo era o mínimo que eu poderia fazer. Tiraria minha jaqueta branca e a jogaria na areia, ficaria apenas com a regata já desgastada. A parte ruim do serviço começaria.

Iria direto em direção ao corpo de Fury, tentaria não refletir de mais sobre sua morte, se fizesse isso não aguentaria ajudar na limpeza. Com cuidado o jogaria sobre meu ombro, sem me importar se me sujasse de sangue ou qualquer outra coisa. O carregaria até junto de corpo de Aisha e o colocaria lado a lado. Deixaria Ray cuidar deles, apenas pousaria minha mão levemente sobre seu ombro e então sairia. Eu o conhecia e sabia o que estava sentindo, em outro momento eu conversaria com ele. Algumas coisas realmente precisavam ser sentidas.

Voltaria para os outros corpos, e sendo tritão ou humano eu não o ignoraria, não importaria o peso, tamanho ou até mesmo estado do corpo, eu ajuntaria todos deixando-os sempre lado a lado, todos iguais perante a vida e a morte. Mesmo que estivesse cansado ou que meus músculos começassem a falhar eu não pararia até o último ser retirado. Não ignoraria os que estivessem perto da água, e se não conseguisse carregar eu arrastaria até os outros. Se não conseguisse sozinho e eu coagiria os outros revolucionários a me ajuda e se não ajudassem eu faria assim mesmo. Aquela era a minha maldita missão! E dessa vez nenhum merda de um superior me diria o que fazer, eu faria aquilo por mim mesmo e fodam-se as medalhas e as glórias. Aquilo se tratava sobre honra e dignidade e eu não deixaria nenhum para trás.

Se conseguisse recolher todos apenas sentaria a alguns metros da fogueira, não diria nada, tentaria não sentir nada mesmo sentindo tudo. Apenas veria os corpos sendo queimados até a ordem de subir ao navio fosse dada.



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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptyDom 13 Mar 2016, 01:57

Caminhava com passos curtos e com certa dificuldade, era uma vista extremamente desagradável, corpos e sangue por todos os lados, pensar muito naquilo certamente poderia levar um homem a loucura, apenas vivenciando aquilo para entender como homens bons iam para a guerra e retornavam como pessoas totalmente diferentes, aquilo certamente te fazia ver como a vida era frágil e descartável para aqueles no poder, Mamoru... Por quê? Toda aquela matança apenas para mostrar que os seres marinhos eram superiores? Piada, uma guerra com um motivo fútil que acabou em tragedia para os dois lados, afinal de contas eu não podia considerar aquilo uma vitória para nenhum dos lados, uma derrota total, esse seria um ótimo resumo daquele dia.

Já perto de Axell tentava entender o que estava acontecendo, mas surpreendentemente o olho-peixe-monstro havia escutado meu comentário sobre sua aparência bizarra, para o meu azar ele era mais do que aparentava ser, ele dizia algo sobre ser da realeza ou coisa do tipo, no fundo já deveria imaginar que algo bizarro como aquilo tinha alguma relação com pessoas poderosas, afinal de contas por ter vivido na alta sociedade já tinha ciência de que a maioria era bem bizarra, talvez ele fosse um animal de estimação de algum rei, reis possuem gosto estranho para servos e animais.

O qu... – Antes que pudesse dizer algo o olho gigante daquela criatura se encontrou com os meus, por algum motivo começava a sentir meu corpo diferente, como se estivesse em transe.


~Welcome to My Nightmare~


O céu estava escuro, escuro como se estivesse em um poço sem fundo, não havia brilho das estrelas e nem se quer da lua, era uma completa escuridão sem fim. Voltava meu olhar de um lado para o outro tentando ver algo, mas era praticamente impossível ver alguma coisa que estivesse a um palmo de distância.

Heeeey! Tem alguém ai?! Axell! Ray! Alguém?! – Gritava o mais alto que podia, tentando obter respostas. – Aquela almondega com penas me matou?!

Por mais que gritasse o silencio era total, estiquei os braços para frente com intuito de checar se não havia nenhum obstaculo e então comecei a caminhar. A caminhada era difícil, o solo era extremamente irregular, algumas regiões eram moles, outras escorregadias e até densas, era realmente estranho mas infelizmente não fazia ideia do que podia ser.

Então você finalmente chegou. – Uma voz misteriosa ecoou. – Estive esperando você por muito, muito tempo, como é que te chamam agora? Duque Azul, não é? – Por algum motivo o dono daquela voz parecia me conhecer. – Qual foi, já se esquece de mim?!

Quem esta ai?! Do que diabos você está falando e como sabe disso?! – Começava a ficar exaltado, virava-me de um lado para o outro com os olhos arregalados e respirando mais rápido do que de costume. – Você é algum tipo de ceifeiro que veio buscar minha alma?!

O silencio voltou a reinar, na verdade não um silencio total pois alguns ruídos começavam a ecoar ao longe, não sabia bem de onde, eles pareciam vir de todos os lados. Meus batimentos cardíacos aumentavam, era perturbador saber que havia alguma coisa com você em um lugar vazio e não conseguir vê-la, era como se ela fosse pular em mim a qualquer momento.

Ceifeiro? O quão estupido você se tornou nessa vida? – Naquele momento pude ouvir um suspiro. – É, parece que você realmente não se lembra, então vou refrescar sua memoria. – Um estalo, foi o que ouvi, e naquele momento uma luz bem fraca surgiu não muito longe de mim, dentro da luz uma figura começava a se formar. – Quem imaginaria que você se tornaria um fraco digno de pena, Xavier deve estar se revirando no tumulo nesse exato momento.

A luz foi se aproximando e a figura misteriosa foi aos poucos se tornando nítida, foi quando percebi que era um homem vestido com um sobretudo escuro, sobre seus ombros repousava um manto branca da marinha parecia muito com o de meu pai, possuía os cabeços pretos repicados e seus olhos vermelhos brilhavam como rubi, em sua mão direita o mesmo trazia uma espada um tanto quanto peculiar, era como se ela possuísse um motor entre a lamina e o cabo.

Spoiler:
 

Piada, é isso que você é. – O homem misterioso parou a pouco metros a minha frente. – Mesmo após todos esses anos você não aprendeu, não é mesmo? E que merda foi aquela contra as sardinhas?! Você se deixou ferir não uma, mas duas vezes! Pelo amor de Deus, um golpe seria mais do que o bastante para varrer todos aqueles vermes da praia.

Aquela conversa ficava cada vez mais estranha, do que infernos aquele homem estava falando? Como ele sabia da guerra contra os tritões? Ele estava nos observando?! E onde é que eu estava?! Eram muitas perguntas, mas por algum motivo não conseguia dizer se quer uma palavra, até conseguia abrir a boca e gesticular mas nenhum som saia.

Não fale nada, sua voz me irrita. Enfim, você deve estar confuso não é mesmo? Não se preocupe, tudo vai fazer sentido em breve. – Um trono surgiu bem atrás do rapaz e ele se sentou. – Eu sou Tidus, Yagami Tidus. Esse nome lhe soa familiar? Deveria. Sendo bem direto, eu sou você, ou melhor dizendo, eu fui você em outra vida.

Apesar de estar apavorado com toda aquela situação bizarra aquelas palavras me deixavam ainda mais confuso, como assim eu em outra vida? Eu já tinha sido um gótico que andava com uma espada motorizada? Aquele cara provavelmente estava bem louco para dizer algo assim, ao menos era nisso que eu queria acreditar, mas no fundo por algum motivo louco eu acreditava em suas palavras.

Acreditar ou não é problema seu, eu só estou aqui para lhe dizer, ou melhor, lhe mostrar algumas coisas. – Mais uma vez o homem misterioso estalou os dedos e a luz ficou ainda mais forte, forçando-me a fechar os olhos.

Assim que abri os olhos novamente o que vi foi provavelmente o retrato do inferno, fogo por todos os lados, edifícios e arvores em chamas, corpos mutilados por todos os lados, inclusive no chão por onde caminhei, o que explicava o motivo da irregularidade, além disso havia o cheiro, era algo que não havia sentido antes mas o cheiro era de embrulhar o estomago.

Uma vista perturbadora, não acha? Mas deve estar se perguntando o motivo disso tudo não é mesmo? Antes disso quero que veja outra coisa. – O rapaz se levantou de onde estava sentado e me apontou uma direção.

Voltei meu olhar na direção que havia me sido indicado, foi quando meus olhos arregalaram como nunca antes, meu corpo começou a tremer involuntariamente, minha respiração saiu de controle, era como se meu coração fosse saltar pela boca, não sabia bem porque estava sentindo aquilo, era uma sensação horrível ver o que estava diante de meus olhos, mas por ser com aquelas pessoas mexia muito mais ainda comigo.  

Se lembra deles? Aquele é meu, desculpe, nosso mestre Xavier, Keno um bom soldado e aprendiz, além deles todos os outros eram grandes amigos que nos acompanharam durante nossa jornada em busca da justiça, mas sabe o que encontramos no final? Isso, o inferno! – Furioso o estranho gritava com uma voz estridente.

O que meus olhos viam era a cena de pessoas empaladas em lanças, não uma ou duas, mas centenas, talvez milhares, e por algum motivo sentia que conhecia cada uma daquelas pessoas mesmo que nunca as tivesse visto antes. Lagrimas escorriam pelos meus olhos, suava frio e o sentimento de amargura em meu peito fazia com que respirar se tornasse uma tarefa árdua.

Tudo isso foi nossa culpa! Aqueles que seguíamos nos traíram e, nos deixaram para morrer em uma ilha deserta cheia de aranhas gigantes! Mas isso foi só o começo, pois ao longo do caminho nos tornamos tão podres quanto eles! Deixamos nosso melhor amigo para trás e continuamos seguindo em frente em busca de nossa vingança estupida em nome da justiça! – Uma pequena pausa era feita antes do jovem frustrado retornar a falar. – JUSTIÇA! Isso é só um sonho estupido! Isso é o que a justiça nos trouxe! Nossos amigos nos viraram as costas, a marinha nos virou as costas, dedicamos nossa vida a organização e no fim caímos em uma cilada que havia sido arquitetada desde o começo, o submundo controlava a marinha desde o começo! Não se engane, eu sei que você quer ser um revolucionário agora, mas isso é tudo besteira, não há justiça nesse mundo, a guerra que presenciou é a prova disso! E o fim daqueles que buscam a justiça é esse! – Outra direção foi apontada.

Naquela direção o que meus olhos encontraram foi uma cena bem parecida, corpos e destruição, porém no centro de toda destruição havia algumas estruturas de madeira com pessoas penduradas, a imagem foi clareando e pude identifica-los, Ray?! Axell?! Os outros revolucionários que havia conhecido no bar, até mesmo o pequeno Hizy, todos mutilados como se tivessem sido torturados até a morte.

Esse é o destino dos fracos que buscam a justiça, sua fraqueza e imaturidade vai custar a vida de todos eles! Todos aqueles que você ama vão morrer bem diante de seus olhos e você não vai poder fazer nada por ser fraco! Você e todos que se envolvem com você estão fadados a morte! Essa é a maldição que assombra nossa alma em todas as nossas encarnações e dessa vez não será diferente! – A mão do rapaz apertou o meu ombro com força. – Você vai ver todos os seus amigos serem mortos, um atrás do outro até que não reste mais nada, quando finalmente estiver sozinho e com o espirito em pedaços eu virei lhe buscar mais uma vez. – O rapaz ergueu sua espada, naquele momento nem se quer conseguia mover um músculo, estava completamente paralisado. – Até lá faça o seu melhor, seja alguém melhor do que eu fui, não cometa o mesmo erro que eu cometi.. – Podia jurar que naquele momento vi uma lagrima escorrer de seus olhos, mas no mesmo instante com um rápido movimento sua espada atravessou o meu peito. – Agora vá, veja o que sua fraqueza causou.


~The End~


Abri os olhos assustado, virava-me de um lado para o outro freneticamente, minha respiração estava acelerada e meu coração batia mais rápido do que nunca, o que diabos havia acontecido?! O que, o que... A unica coisa que vinha na minha cabeça era essa repetição de palavras enquanto me virava de um lado para o outro totalmente perdido.

“O que... Mas... Foi um... Sonho?” – Aos poucos fui me orientando. – “O que acabou de acontecer?! Aquele cara... Era só a minha mente me pregando peças?” – Ainda um pouco apreensivo fui tomando nota da situação. – "Não..."

Mesmo tentando ignorar o que havia acabado de acontecer era impossível, aquilo havia ficado gravado em minha mente, a imagem de todos mortos e tudo em chamas, além das palavras de Yagami... Minha fraqueza causou aquilo no passado? E o mais importante, isso aconteceria de novo? Era difícil acreditar naquilo, mas bem no fundo sentia que aquilo era verdade e o sentimento de angustia fazia-me manter um semblante sério e pensativo, beirando o triste.

“Tsc... Que tipo de revolucionário eu vou ser se isso continuar a acontecer?! Olhe o que aconteceu hoje! Todos aqueles corpos... Os inimigos estão mortos, mas o que importa?! Merda, merda, merda!” – Com a cabeça baixa rangia os dentes e fechava os punhos com firmeza, deixando até que algumas veias saltassem. – "Aquele desgraçado... Eu não vou permitir, não vou permitir que aquele futuro se concretize mesmo que isso custe minha vida."

A frustração era inevitável, mas lamentar não mudaria nada, a unica coisa que podia fazer era viver de forma digna para honrar aqueles que se foram e para proteger os que ficaram. Respirei fundo e ergui a cabeça, notei que havia um medico no local para cuidar dos feridos, aguardaria pacientemente até ser chamado e quando fosse minha vez me aproximaria e indicaria os locais onde estava ferido.

É bem aqui na lateral do abdômen e também no canto das costas. – Aguardaria o atendimento e obedeceria as ordens médicas, se queria mudar alguma coisa tinha primeiro de me recuperar fisicamente para não me tornar um fardo, só então sairia em busca dos outros para saber o que havia acontecido, pois até então estava totalmente desinformado sobre real desfecho da guerra.


Histórico:
 

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Última edição por GM.Tidus em Ter 15 Mar 2016, 22:03, editado 1 vez(es) (Razão : Colocando fotenha do meu antigo char mencionado o/)
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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptyDom 13 Mar 2016, 19:52

"Bergentrückung"




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*The will to keep moving forward fills you with determination.


A única coisa que eu conseguia sentir naquele momento era uma mistura de angústia e impotência. Eu tinha me desesperado bastante quando Hanna desacordou, deixando para trás algumas palavras confusas e que rapidamente me confundiram - afinal, se alguém apaga dizendo que  "já está indo embora mesmo", no que mais é que eu poderia pensar? Felizmente, Ray se aproximou e a carregou até um navio que havia se aproximado fazia algum tempo, para tratá-la de seus ferimentos. Aquilo me aliviou um pouco, pois eu sabia que devia haver alguém naquele navio capaz de cuidar dela, e que mais tarde, ela provavelmente estaria novinha em folha. Isso, inclusive, me fez pensar um pouco; se eu tivesse conhecimento médico, mesmo que fosse apenas um pouco, eu poderia ter sido um pouco mais útil, e teria conseguido ajudar Hanna ali mesmo. - Talvez... - ponderei. Não parecia ser uma má ideia, afinal.

Depois daquilo, eu segui junto com o ruivo até o navio, para que pudesse cuidar do corte que eu tinha levado no ombro esquerdo, e que ainda ardia até aquele momento. Comecei a ficar com frio, notando só agora como já estava perto do anoitecer, e mais uma vez suspirando cansado, pensando no quão cansativo e pesado aquele dia tinha sido. Eu esperaria a minha vez de receber o tratamento com paciência, mas sem dizer uma única palavra, ainda triste com tudo o que tinha acontecido, e com a quantidade de pessoas que tinha visto morrer. Eu nunca havia gostado de sangue, lutas, guerra ou morte, e já tivera o suficiente disso tudo no dia em que aqueles agentes invadiram a mansão dos Dreemurr e mataram a todos, exceto a mim. Porém, como que um fantasma do passado, cada uma daquelas coisas tinha voltado para me assombrar hoje, e eu me sentia derrotado por não ter conseguido salvar ninguém. Até mesmo aquele homem, que eu ajudei ao chamar a atenção de um dos tritões para mim, provavelmente nem estava entre nós àquela altura - temia estar certo, mas eu não o encontrei em lugar nenhum na praia, entre os sobreviventes. Mas não podia chorar, porque chorar não traria ninguém de volta. A única coisa que eu ainda podia fazer, era me tornar mais forte - forte o suficiente para que pudesse proteger a todos sem que tivesse de machucar ninguém.

Seria apenas depois de sair do navio enquanto buscava Ray, no entanto, que a realidade finalmente resolveria estapear-me o rosto. Era aquilo que aquela guerra tinha causado. Morte. Dor. Sofrimento. Um garotinho de cabelos azulados - que devia ter mais ou menos a minha idade, e estava ao lado de Axell alguns momentos atrás - chorava e amaldiçoava aos céus de um jeito que eu jamais tinha visto. "Mas foi bem parecido quando aconteceu comigo..." Eu pensei, desviando o olhar. Havia um corpo ao lado do menino, e se ele estava daquele jeito, provavelmente era o corpo de alguém muito importante pra ele. Eu podia não conhecê-lo, afinal, sequer sabia o seu nome, mas eu sabia exatamente o que ele estava sentindo naquele momento. Tudo aquilo me fez lembrar do meu "pai", e algumas lágrimas me vieram aos olhos. Eu suspirei. Tinha prometido a mim mesmo que não iria chorar, não tinha? Juntando um pouco de coragem no peito, eu respiraria fundo e iria até Ray; sentia pena do garotinho, e queria poder fazer alguma coisa para ajudar, mas eu já tinha passado por aquilo. A dor só passaria com o tempo, e mesmo assim, deixaria marcas para sempre. No mais, faria um lembrete mental de falar com ele quando a poeira já tivesse baixado. Mais próximo do ruivo, eu ouviria o mesmo dar a ordem aos homens que ainda estavam de pé: - Vamos todos agora recolher lenha para cremar os corpos... - ele disse, o seu tom parecendo estar um pouco abalado, o que já era de se esperar; aquela guerra atingira a cada um de nós, com feridas visíveis e invisíveis. Seria uma lembrança ruim que nós teríamos de levar conosco por toda a vida.  

Assim como Ray tinha pedido, eu seguiria com o restante dos revolucionários para tentar pegar o pouco de lenha que eu conseguisse carregar. Eu faria o mesmo que os outros soldados para pegar um pouco da madeira, ou simplesmente apanharia alguns galhos nas árvores que estavam caídas ali por perto. Se fosse preciso, usaria a minha faca de cozinha para cortar fora os mais difíceis, e levaria tudo o que conseguisse pegar até o Rei Vermelho. Quando a fogueira fosse acesa, eu teria certeza de ficar bem ali, até que a cremação chegasse ao fim. Eu não podia fugir daquilo, correr para o navio e fingir que nada tinha acontecido. Eu tinha que encarar a verdade, porque do contrário, eu não poderia proteger ninguém. Durante aquele momento, eu me aproximaria um pouco de Ray, puxando de leve o seu manto para chamar a sua atenção. Eu olharia para ele com os meus olhos semicerrados, fitando os dele. Meu rosto estaria um pouco mais sério e rijo do que o normal, mas transbordando com determinação. Eu olharia para a fogueira, e começaria a falar: - Sabe, Ray-san... - meu tom seria baixo, o suficiente apenas para que ele conseguisse me escutar. - ...eu...eu não sei bem o que é ser um revolucionário. O meu pai de criação, que me salvou quando eu era pequeno, era um de vocês. Ele me contou muita coisa sobre como eles salvavam as pessoas e protegiam os mais fracos! - eu fitaria o céu desta vez, procurando com o olhar a lua e as estrelas, e agarrando-me ao brilho das mesma com um sorriso no rosto. Aos poucos, ele desapareceria, e eu voltaria a falar. - Mas eu não sei se é certo matar e ferir pra não deixar que outros matam ou firam. - eu olharia nos olhos dele novamente.

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- Eu sei que eu sou pequeno, que eu ainda sou uma criança. Mas eu quero ajudar essas pessoas, Ray-san. Eu quero ajudá-las sem que isso custe a vida de ninguém. Mas eu não sei se eu sou forte o bastante pra fazer isso... - eu olharia para a fogueira, abrindo os olhos por completo, e revelando as minhas íris de cor azul-acinzentada. - Se eu for com vocês...você acha que eu posso conseguir? - diria, e esperaria por minha resposta. Se Ray dissesse alguma coisa inspiradora ou me apoiasse com aquilo, eu daria um grande sorriso e o abraçaria, sem dizer nada. Acho que palavras simplesmente não seriam necessárias. Do contrário, eu simplesmente daria um meio sorriso e me afastaria dele, um pouco decepcionado. No final de tudo, seguiria a todos até o navio, dando adeus à ilha que por tanto tempo tinha sido meu lar e o de minha família. - Eu prometo que vou carregar os sonhos de vocês comigo. - diria, a qualquer um dos Dreemurr que pudesse me ouvir. Era hora de partir...

...em direção à revolução.



Histórico escreveu:
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Post: 09
Ganhos: Faca de Cozinha; 2 Missões Completas (Evacuação da Cidade + Proteção da mesma)
Perdas: -X-
Extra: Gostaria de pedir ao avaliador para que permitisse leves mudanças na personalidade do meu personagem ao fim da aventura. Isso incluiria adicionar o nome da segunda personalidade, especificar um pouco mais a sua relação para com o Frisk e adicionar a ela o que a guerra mudou dentro do garoto. Foi uma evolução bem mais rápida do que eu esperava, sinceramente, então eu realmente gostaria de poder usar isso na construção dele e-e...

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Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptySeg 14 Mar 2016, 16:42

~~ Narração ~~


Todos subiam no navio e estavam prestes a partir da ilha, lembranças, sentimentos e dor era o que eles carregavam consigo de tal lugar. O principal era, a experiência de vida, isso é fundamental para todos. Alguns conflitos ocorreram antes da partida, algo natural entre tantas pessoas lutando pelo mesmo ideal.

Alguns minutos antes...

Hanna estava quase desabando, mas por sorte Ray leva ela até o navio e auxilia o médico a tratar de seus ferimentos... o doutor leva a moça para a enfermaria e trata de seus ferimentos, utiliza remédios e faixas para deixar tudo limpo e tratado. – Nossa que garota mais linda... está muito ferida e ainda é muito nova, aí o que seus pais diriam sobre isso! O doutor balançava a cabeça enquanto Hanna estava deitada em uma cama, o médico ficava espantado com a beleza da jovem. Enquanto isso, Axell estava prestes a sentar a porrada no superior, pelo fato de ter colocado Tidus em um tipo de sonho, talvez algum com vários okamas e homens nus, mas isso não vinha ao caso. Raymond pronunciava o nome do irmão e isso fazia-o parar, logico que sim, seria loucura atacar um superior ainda mais um do calibre tritão, deveria ser além de forte muito astuto, pois revolucionários são mais espertos do que forte até porque, para viver numa guerra oculta contra o governo a cabeça vinha antes dos músculos, bom, pelo menos era para ser assim.

Hizy estava em um estado extremo de agonia, pavor e raiva. Sua sanidade estava à beira de um colapso, pois era seu último familiar, mesmo que Aisha esteja feliz por seu irmão ainda estar vivo. Oto-sama estava levando o grandão após passar um tipo de oleosidade de seu corpo para o gigante, nesse momento Hizy esbravejava e urrava como uma criança, mas com um ódio sublime no coração, algo natural. O tritão esverdeado olha para o garoto e percebe as desculpas, enquanto o rei vermelho se aproxima com um olhar de triste e culpa por ter liderado de certa maneira mal, mas mesmo mal ainda sim muitos estavam vivos, sua parte foi feita e baixas era algo natural em guerra, mas Ray aprenderia no futuro que salvar a todos é quase impossível, a não ser que ele fique mais forte e possa proteger a todos, pois um Rei é protegido pelos seus súditos, mas um Rei também protege seus súditos.

- Cremar os corpos? Não temos muito tempo, mas é uma boa ideia! Estarei no navio. O tritão oleoso proferia ao encarar o jovem garotinho e de certa maneira mostrar seu imenso olho, uma profunda tristeza, talvez tivesse passado por algo parecido, dizem que com apenas num olhar pode dizer mais que mil palavras, quem sabe Hizy entendesse. Ray após ter aprovação de seu superior, trilha seu caminho até Aisha e a pegada nos braços após ter um momento de agonia e profundo arrependimento, mas de nada adianta passar por tal sentimento, teria que guardar e aprender com seus erros. Após cavar os buracos proporcional a cada morto, puxava sua garrafa de saque e matava seu vício em um momento de afundar as magoas com bebida, nada melhor do que álcool para honrar os mortos.

Erguia seu corpo ficando ereto e limpava suas vestes, logo em seguida partia em busca de lenha para criar uma enorme fogueira e dar início a cremação. Enquanto isso Axell percebia o estado de Hizy, um estado de insanidade quase em seu ápice, porém o espadachim acrobata, desfere um soco na testa e nocauteia o garoto, pegando-o agilmente em seus másculos braços. Pegava o bastão do garoto e começava a caminhar em direção ao navio, após subir a rampa Axell largava o garoto nas mãos do doutor que percebia o estado emocional do jovem e o levava para dentro. Voltava até a praia e ouvia as falas de Ray, mesmo cansado, desmotivado e abalado emocionalmente, buscava ajudar levando corpo de Fury, sujava suas vestes logicamente, mas se quer importava. Caminhava até corpo de Aisha, mas Raymond já havia pegado e levado o corpo. Axell ao chegar próximo de Ray, percebia as covas prontas e largava Fury em uma delas.

Após terminarem a parte de corpos, havia muitos combatentes, aliados firmes e destemidos, mas infelizmente suas vidas foram por agua abaixo literalmente. Mesmo com isso, ainda havia alguns tritões mortos, mas muitos desaparecidos. Alguns corpos eram enterrados e outros cremados pela grande fogueira feita por Raymond, Axell e Frisk que por sinal estava muito abalado, mas ajudava com os pedaços pequenos de madeira que seu corpo suportava ao carregar até o local. O jovem ruivo estava tão arrependido que teve grande capacidade de dar um enterro digno aos seus companheiros, enquanto cremava a outra maioria. Frisk era o único a falar naquele momento, mas Ray estava tão concentrado na chama da fogueira que se quer prestou atenção, o rei poderia se chamar de rei ao perder três membros de seu grupo? Perdas são normais em  guerra, mas a pergunta era ele poderia evita-las?! Enfim, Axell estava tão triste e agoniado com o estado que Hizy se encontrava que também não prestava atenção no garoto ao seu lado. Frisk mesmo jovem e imaturo, conseguia sentir a tristeza dos homens ao seu lado e um silencio tomou conta do local, apenas o barulho das chamas devorando as madeiras podia se ouvir.

Axell andava alguns passos em direção ao seu irmão, colocava seu braço por cima de seu pescoço e carregava-o consigo até o navio. Ray seguia-os com vagarosos passos, fazendo uma última pausa enquanto virava e olhava uma última vez a fogueira. Frisk o seguia também e adentravam no navio, a rampa era colocada para dentro, ancora erguida e poucos minutos depois o navio estavam zarpando até Loguetown.

Atualmente...

Hanna recobrava sua consciência e não via o médico no local, mas percebia seus ferimentos tratados, levaria alguns dias, mas logo estariam curados. Axell estava ainda preocupado com o garoto e seguia até o local junto do doutor, era um quarto e o homem dizia que o jovem ia ficar bem, estava apenas abalado, mas precisaria de um amigo nessas horas, aconselhou Axell a ficar e ajudar o mesmo. Enquanto isso Frisk estava na parte de cima do navio próximo ao tritão azulado, Aghor estava dormindo e parecia cansado. Otoboshi estava em sua sala, pois o navio era dele, havia alguns humanos trabalhando no navio que por sinal era imenso, pois cabia Aghor sem problemas. Raymond via o médico entrar no quarto e falar com Axell, logo em seguida fechava a porta e saia do local fazendo uma face triste pelo garoto, ao ver o ruivo o médico se surpreende e profere. – Hóh, você está bem? Está ferido em algum lugar, Oto-sama pediu para eu ajudar vocês ao máximo, ele é arrogante e grosseiro, mas é um homem de palavra e bem determinado! O médico argumentava ao mostrar um leve sorriso enquanto dialogava com o ruivo. O navio carregava com sigo um símbolo, na maioria dos locais havia ele, era um vermelho com prateado e deixava o Ray intrigado. – Ah... gostou do nosso símbolo, ele representa nossa célula de Loguetown. A proposito bem-vindo a Red Mark, Oto-sama é o representante de Loguetown, se tiver mais dúvidas pode ir falar direto com ele! O médico terminava de falar ao mostrar o símbolo e pronunciar o nome da célula, Ray percebeu Tidus se aproximar dele, tinha recém acordado, mas parecia bem melhor agora. Todas as células revolucionarias possuem símbolos e nomes, aqueles que são de origem dela, carregam consigo para poder entrar em outras sedes.

Red Mark:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptyTer 15 Mar 2016, 03:40

Despertava de meu pesadelo, visão ou seja lá o que aquilo tivesse sido em um navio desconhecido, não fazia ideia de como havia chegado ali e nem o porque, para piorar não tinha ninguém por perto para me explicar o que estava acontecendo, até então aquilo parecia um sequestro... Sequestro... Espera, será que o tritão olhudo havia me sequestrado?! Até agora estava tão atento a guerra e ao que havia acontecido que aparentemente havia me desligado muito do presente.

“Que merda de lugar é esse?! Parando para pensar, minha ultima lembrança foi na praia... Tinha aquele peixe escroto, o tritão surfista e... Um navio? Não me lembro do navio, e por que diabos um tritão teria um navio? “ – Voltava meu olhar curioso de um lado para o outro, tentando encontrar algo que me desse uma dica de onde estava e, começava a caminhar pelo lugar. – “E esse dia continua indo de mal a pior...”

Continuava minha caminhada e a unica coisa que me chamava a atenção era um simbolo que estava espalhado por vários lugares, aquilo era algum tipo de emblema de uma organização? Era bem possível e talvez até obvio, porém não me era familiar e pouco informativo. Não muito tempo depois de começar a andar avistei um rosto conhecido, era Ray próximo a outro homem.

“Oh, finalmente um rosto familiar!” – Sentiam-me um pouco aliviado e até feliz em ver um rosto familiar. – Hey, Ray! – Com o braço direito levantado acenava levemente para o ruivo enquanto continuava a caminhar em sua direção. – Que bom que esta bem, onde estamos e o que aconteceu? Quem eram aqueles tritões na praia? Eu não me lembro de mais nada do que aconteceu após aquela tsunami... Na verdade só lembro de ter encontrado Hizy, depois fui em sua direção e então puff, apaguei com uma luz misteriosa. – Coçava minha cabeça com a mesma mão que havia utilizado para acenar, confuso com toda aquela situação.

Esperava que o rei vermelho pudesse finalmente esclarecer as coisas, principalmente sobre os tritões que estavam na praia e sobre nossa atual localização. Enquanto aguardava uma resposta voltava meu olhar discretamente para o outro homem presente no local, julgando sua aparência e vestes podia jurar que era um médico, e de um médico era do que eu precisava no momento. Assim que Ray explicasse a situação meu próximo passo seria me apresentar para o médico, uma vez que meus ferimentos ainda precisavam de atenção.

Olá. – Diria com um leve sorriso no rosto enquanto me aproximava do médico. – Eu preciso de uma ajudinha aqui, hehe. – Levantaria levemente o braço, mostrando o ferimento na lateral do torso e depois o das costas.

Aguardaria pelos devidos cuidados médicos, meus ferimentos para alguém destreinado como eu não aparentavam ser graves, mas era sempre bom a opinião e cuidados de um profissional treinado. Enquanto recebia os cuidados médicos percebia o quão importante era ter alguém com tais habilidades por perto, eles literalmente salvavam vidas, tirar uma era extremamente fácil, uma criança com uma arma seria capaz disso, mas salvar uma pessoa a beira da morte? Isso sim era algo digno de celebração, e salvar vidas era justamente o que eu buscava. Assim que o medico realizasse os devidos procedimentos lhe faria uma pergunta, ou melhor, um pedido.

Você é realmente bom nisso. Seria pedir muito para que me ensinasse uma coisa ou outro sobre medicina? Eu realmente estou interessado em aprender mais, quero poder ajudar a todos, e os médicos são os melhores quando o assunto é salvar vidas. – Minha expressão seria e focada deixava transparecer minha determinação, toda aquela guerra havia me feito perceber que eu tinha de me tornar mais do que um combatente caso quisesse realmente ajudar, quem sabe a diferença que conhecimentos médicos poderiam ter feito naquela guerra. – Eu gostaria de começar aprendendo mais sobre a anatomia humana, acho esse assunto serve de base para muitos outros.


~Inicio do aprendizado - Anatomia Humana~


Com auxilio do médico iniciei meu aprendizado em anatomia humana, esse era o primeiro passo para me tornar um médico, segundo, se fosse levar em conta meus conhecimentos em toxicologia.

- Muito bem, se você quer aprender sobre anatomia eu vou lhe ensinar. Mas saiba que é uma área bem extensa e que requer muito empenho! – Dizia o médico com um sorriso no rosto que chega até a ser assustador. – Primeiro, se você quer aprender anatomia deve entender que o corpo humano é composto por diversos sistemas, dentre eles temos: esquelético, articular, nervoso, muscular, cardiovascular, respiratório, dentre outros. – Começou a caminhar até uma sala próxima ao local. – Venha, vou lhe mostrar uma coisa para facilitar.

Junto ao médico adentrei o local, na sala havia um esqueleto artificial, ao menos parecia ser, além de livros e mais papeis. O doutor caminhou até perto dos ossos e me apontou uma cadeira bem próximo de onde ele estava, junto a cadeira havia uma mesa e um caderno com lápis. Me sentei na cadeira e permaneci em silencio, mantendo-me concentrado em todos os seus gestos e palavras.

Pois bem, aqui temos uma replica perfeita de um esqueleto humano, assim ficará mais fácil de entender sobre o sistema esquelético do corpo humano. Basicamente esse sistema é composto por ossos e cartilagens. Você provavelmente deve saber de forma rasa o que são os ossos, até uma criança saberia, porém nós médicos temos de saber exatamente como eles funcionam, se alguém te perguntasse o que é um osso, o que você responderia? – Indagou o médico com um olhar sério.

Hum... Agora que mencionou é realmente bem complicado pensar em uma explicação para isso... Mas eu diria que eles são a estrutura base do nosso corpo, como as vigas que sustentam um prédio, além de servir como proteção para os órgãos internos. – Respondia um pouco inseguro, de fato nunca havia pensado bem em como explicar os ossos.

Essa é uma resposta esperada de alguém que não é instruído. Mas tem lá suas verdades nessa explicação, porém um médico deve ser mais especifico. Ossos são órgãos esbranquiçados, muito duros, que unindo-se aos outros, por intermédio das junturas ou articulações constituem o esqueleto. É uma forma especializada de tecido conjuntivo cuja a principal característica é a mineralização de sua matriz óssea. O osso é um tecido vivo, complexo e dinâmico. Uma forma sólida de tecido conjuntivo, altamente especializado que forma a maior parte do esqueleto e é o principal tecido de apoio do corpo. O tecido ósseo participa de um contínuo processo de remodelamento dinâmico, produzindo osso novo e degradando osso velho. O osso é formado por vários tecidos diferentes: tecido ósseo, cartilaginoso, conjuntivo denso, epitelial, adiposo, nervoso e vários tecidos formadores de sangue. Bem, esse é um resumo objetivo, entendeu?

Sim!  E pensar que os ossos eram tão complexos assim. – Meneei a cabeça de forma positiva enquanto realizava algumas anotações no caderno sobre a mesa.

Pois bem, vamos dar continuide então. Além dos ossos, também temos a cartilagem no sistema esqueletico. A cartilagem é uma forma elástica de tecido conectivo semi-rígido,  forma partes do esqueleto nas quais ocorre movimento. A cartilagem não possui suprimento sanguíneo próprio; conseqüentemente, suas células obtêm oxigênio e nutrientes por difusão de longo alcance. Aqui há uma imagem para exemplificar melhor. – O médico puxou um uma cordinha próxima a parede, esticando um cartaz.

Cartilagem:
 

Agora que sabemos a teoria sobre as partes que compõem o sistema esta na hora de nos aprofundar mais. Vamos para a parte importante, a função deste sistema. Suas funções são: sustentação do organismo, proteção de estruturas vitais, base mecânica para o movimento, armazenamento de sais e hematopoética que basicamente quer dizer: suprimento contínuo de células sanguíneas novas.  Em sua breve explicação sobro os ossos acabou acertando de certa forma algumas funções desse sistema.

Mantinha o foco durante toda a explicação, anotava os nomes complicados e fazia um breve resumo com base na explicação que havia acabado de receber, seria loucura anotar tudo, porém era sempre bom anotar os pontos principais, isso ajudava a fixar a informação.

Os ossos são realmente mais importantes do que aparentam, alguns minutos atrás acreditava que sua unica função era de sustentar o nosso corpo e .proteger os órgãos. – Dizia enquanto realizava algumas anotações no caderno.

Certamente a maioria acha isso.  Vamos dar continuidade. Outra coisa importante para se saber sobre esse sistema: o corpo humano é composto por 206 ossos, que são distribuídos da seguinte forma: 27 na cabeça, sendo:  cranio 8 e face 14; 8 no pescoço sendo: vértebras 7 e hioide; 37 no tórax sendo: 24 costelas, 12 vértebras e 1 esterno; 7 no abdome sendo 5 vértebras lombares, 1 sacro e 1 cóccix; 32 nos membros superiores, sendo: 2 cintura escapular, 1 braço, 2 antebraço e 27 mão; Membro inferior 31, sendo: cintura pélvica 1, coxa 1, joelho 1, perna 2, pé 26; 3 ossículos do ouvido médio. – O médico apontava nas partes do esqueleto enquanto dizia cada nome e numero.

Esqueleto:
 

Mais uma vez tomava nota de tudo, principalmente sobre o numero de ossos e sua divisão, eram muitos e talvez fosse difícil memorizar todos, o importante era saber que o total era 206, os membros superiores e inferiores somavam a maior parte desses ossos, claro, o numero de ossos nos membros era o dobro uma vez que possuímos dois, além dos ossículo do ouvido médio, era algo que quase passava despercebido se não prestasse atenção..

O esqueleto pode ser dividido em duas partes, o esqueleto Axial e o Apendicular, o Axial é composto pelos ossos da cabeça, pescoço e tronco, já o Apendicular é composta pelos membros superiores e inferiores, a união do esqueleto axial com o apendicular se faz por meio das cinturas escapular e pélvica. – O médico apontava bem a região da qual estava falando. – Bem, com base nisso já podemos fazer um pequeno teste para ver se você aprendeu uma coisa sobre o sistema esquelético. – O médico colocou sobre a mesa uma folha e apanhou meu caderno. – Sem colar, e, boa sorte.

A folha possuía algumas questões e figuras, decidi iniciar da primeira questão e ir indo uma por uma, como havia acabado de “estudar” as coisas ainda estavam frescas na minha cabeça e certamente colocar em pratica ajudaria a fixar. Apanhei o lápis com uma das mãos e dei inicio a leitura.

“... Função do sistema esquelético, vejamos, ele disse isso no inicio... Se não me engano era de sustentar o corpo, proteger os órgãos internos e... Er... “–  Coçava a cabeça, tentando buscar no fundo das memorias as outras funções. – “Eu me lembro de que são quatro... Claro, ele também serve como uma base mecânica para movimentação! Agora a quarta, ela tinha um nome complicado... Era a função de ser um suprimento continuo de células sanguíneas novas, era algo como hema... Hematopeia? Hematopoetica? Hematopoiética, isso! Hematopoiética!” – Escrevia no papel as quatro funções.

Fui preenchendo as questões uma após a outra, algumas com mais facilidade e outras com mais dificuldade. A ultima questão envolvia quantidade dos ossos humanos e como eram separados, foi o ultimo assunto que o médico havia explicado, além de ter sido o mais complicado por conta dos diversos nomes e divisões. Girei o lápis entre os dedos enquanto pensava na resposta.

“Vejamos, são 206 ossos, qual era a divisão mesmo? Os membros superiores e inferiores eram responsáveis pela maior parte destes, se não me engano era 32 superior e 31 inferior, diferença por um, e claro, isso só de um membro, se formos levar em conta os dois pares são 64 e 62. Em seguida temos o tórax com 37, ele possui mais osso do que um único membro. Em seguida vem o cranio com 22 ossos, ah claro, o abdome com 7, é uma das menores, mas ainda esta falando 6...” – Voltei a coçar a cabeça, foi quando esbarrei em uma de minhas orelhas e me veio em mente o que faltava. – “Claro, os três ossículos de cada ouvido médico, que da o total de 6.” – Abria um leve sorriso no rosto e me levantava de onde estava sentado.

Fui até a mesa do médico e lhe entreguei o papel com as devidas respostas, o mesmo apanhou o papel e se sentou em uma das cadeiras para corrigir. Me distanciei um pouco e fiquei no aguardo do resultado, estava ansioso e mal podia esperar para saber o resultado. Resultado que não demorou muito para sair, o médico havia corrigido e retornava com o veredito.

Você foi muito bem, acertou todas as questões mesmo que em algumas não tenha usado as mesmas palavras do que eu, isso é bom, mostra que você realmente aprendeu e não estava apenas decorando. Enfim, essa foi só uma parte, vamos dar continuidade, há outros sistemas que você precisa entender antes de ser considerado algum tipo de especialista em anatomia. – O médico puxou outra cordinha com um poster. – Vamos falar sobre o sistema de articulações, este é extremamente importante, pois as articulações ou junturas são as uniões funcionais entre os diferentes ossos do esqueleto. São divididas nos seguintes grupos, de acordo com sua estrutura e mobilidade: Articulação Fibrosa, Cartilagíneas e Sinoviais. Vou explicar melhor sobre cada uma delas, mas antes volte ao seu lugar.

Voltei a mesa onde estava sentado anteriormente, o medico devolveu meu caderno de anotações e em seguida se colocou próximo a parede novamente, onde estava passando alguns posteres com figuras e algumas explicações. Mais uma vez voltei toda minha atenção as suas palavras, tudo aquilo que julgava importante ou complicado anotava no caderno.

A articulação fibrosa também é conhecida como articulações imoveis que incluem todas as articulações onde as superfícies dos ossos estão quase em contato direto, como nas articulações entre os ossos do crânio, exceto a ATM. Há três tipos principais de articulações fibrosas sendo uma delas a Suturas, onde as extremidades dos ossos têm interdigitações ou sulcos, que os mantêm íntima e firmemente unidos. Conseqüentemente, as fibras de conexão são muito curtas preenchendo uma pequena fenda entre os ossos. Este tipo de articulação é encontrado somente entre os ossos planos do crânio. Na maturidade, as fibras da sutura começam a ser substituídas completamente, os de ambos os lados da sutura tornam-se firmemente unidos/fundidos. Esta condição é chamada de sinostose.

Exemplo de Sutura Craniana:
 

Exemplo de Sinostose (Sacro):
 

SUTURAS CRANIANAS:
 

O segundo tipo é o Sindesmoses, nestas suturas o tecido interposto é também o conjuntivo fibroso, mas não ocorre nos ossos do crânio. Na verdade, a Nomenclatura Anatômica só registra dois exemplos: sindesmose tíbio-fibular e sindesmose radio-ulnar. – O médico voltava a apontar para um cartaz com uma figura.

Spoiler:
 

O terceiro e ultimo se chama Gonfoses, também chamada de articulação em cavilha, é uma articulação fibrosa especializada à fixação dos dentes nas cavidades alveolares na mandíbula e maxilas. O colágeno do periodonto une o cemento dentário com o osso alveolar.

Gonfoses:
 

Todos aqueles nomes e funções pareciam tão complexos, porém a aquela altura já estava me acostumando a tantos nomes diferentes, além disso estava anotando tudo no caderno para me ajudar a memorizar, mesmo que se em algum momento não me lembrasse das palavras do medico ainda teria chances de me lembrar daquilo que havia escrito.

Com isso nós cobrimos o sistema de articulações, vamos para o seu teste e depois damos continuidade com os demais sistemas. – Mais uma vez o médico apanhou meu caderno e me entregou uma folha com algumas questões.

Assim como a folha anterior esse possuía algumas questões referentes com que havia acabado de estudar com o médico, perguntas objetivas e bem claras. Fui respondendo aos poucos, dessa vez havia sido mais fácil, talvez estivesse me acostumando com todos aqueles nomes e nomenclaturas estranhas, porém com algumas questões ainda tinha certa dificuldade, principalmente para lembrar de todos aqueles nomes estranhos que nunca havia ouvido falar antes, Gonfoses, Sindesmoses, Suturas, era cada nome mais estranho do que o outro, porém todos possuíam sua importância.

“Esse método de ensino parece realmente eficiente, se ele deixasse para fazer este teste após explicar todos os sistemas certamente eu já teria esquecido tudo que ele havia dito no inicio, mas exercitando assim logo após ensinar ajuda a gravar todos esses nomes e funções.” – Terminava meu teste e mais uma vez levava até a mesa do médico.

Tal processo foi repetido mais algumas vezes, uma vez mais para cada tipo de sistema, com alguns tinha mais dificuldade e com outros já me saia melhor, eram nomes diversos e funções bem especificar, porém se fosse ver no final todos tinham certa ligação, um sempre complementava o outro de certa forma, aquilo era o corpo humano, funções que trabalhavam juntas para que o corpo funcionasse de forma correta, se uma dessas funções desse problema tudo desandava. Assim que terminamos de estudar todos os sistemas voltamos ao corredor onde estávamos anteriormente.


~Fim do aprendizado - Anatomia Humana~


A área da medicina era realmente fascinante, o corpo humano possui diversas particularidades interessantes e complexas, aprender sobre a anatomia humana me mostrou o quão frágeis e fortes somos ao mesmo tempo, pequenos detalhes que podem fazer uma enorme diferença. Continuaria alugando o médico por mais um tempo, a oportunidade de absorver o conhecimento e experiencia de outras pessoas era realmente rara e devia ser aproveitada ao máximo.


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Última edição por GM.Tidus em Sex 18 Mar 2016, 18:44, editado 6 vez(es) (Razão : Editando pericia infinitamente, coisa chata e.e)
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptyTer 15 Mar 2016, 16:03

O que precisava ser feito havia sido. O nome daquele lugar nunca mais teria o mesmo significado, toda a história ocorrida na praia de Conomi Island assombraria nosso passado para sempre. Era fato  de que minha vida de agora em diante seria sempre com altos e baixos, e que momento angustiantes como aqueles seriam cada vez mais comuns. ~ Espero aprender a lidar com eles na mesma proporção… ~

Meus olhos varriam toda a sala, toda menos a cama aonde o garoto estava, doía olhar para Hizy deitado naquela cama, e ver sua testa vermelha pelo meu golpe me fazia prender o fôlego. Ouvia as palavras do doutor, me aconselhava que o pequeno precisava de um amigo e eu prontamente assentia. - Ele com certeza precisa de uma voz mais responsável agora. - Passava minha mão dos meus olhos até a ponta da trança dos cabelos azulados, lentamente. - Mas acho que alguém mais… - Ray entrava no quarto. - Vermelho. - Era minha deixa.

Antes de abrir a porta e ainda de costas ouvia o discurso desnecessário do doutor. Por respeito aos serviços prestados eu tomaria cuidado com meu tom de voz. - Arrogante e grosseiro nós percebemos, o resto ainda vamos descobrir. - Viraria apenas o rosto e olharia no fundo de seus olhos. - Doutor.

O médico continuava a falar sem parar como uma velha chata, ninguém queria saber daquela merda toda agora.  - Ray, se puder dizer para o Hizy que eu sinto muito pela sua perda, eu ficaria agradecido. O bastão dele está ao lado da cama. - Sairia do quarto, e mesmo com vontade não bateria a porta pelo garoto.

Andaria pelo navio sem saber o que fazer, sentia raiva e frustração, meus músculos ainda estavam ativos pelo trabalho com os corpos na praia, a adrenalina ainda não havia abaixado. E eu não queria que ela abaixasse. Eu precisava ocupar minha mente com mais esforço, eu precisava suar, de um treino novo. Qualquer desculpa pra não pensar em tantas possibilidades que poderiam ser tomadas e em como tudo aquilo tinha acabado. Por algum motivo socar Otoboshi se tornava um objetivo em minha mente, como se tudo a culpa daquela guerra, toda aquela equação de acontecimentos tivesse como um único resultado = ele. Mas não, eu sabia que não. E mesmo se fosse, aquele não era o momento. E isso me irritava ainda mais.

Os passos lentos se tornavam rápido, e sem perceber estava correndo para o convés do navio. Chegaria ofegante e olharia em volta. Sentiria o balanço calmo do mar e isso me irritaria. - EU QUERO A PORRA DE UMA TEMPESTADE! - Socaria o primeiro objeto que visse a minha frente, seja qual for. Se tivesse alguém perto de mim eu daria apenas uma olhada, um fuzilamento com meus olhos que seria mais efetivo que um golpe de espada. Precisava de espaço, mais do que aquele oceano calmo poderia me dar. Eu queria conflito e não a paz dos mortos, enquanto lutava na guerra tudo era tão mais fácil… e agora, essa maldita reflexão. Maldito Hizy e sua irmã. Desgraçados sejam Haru e o doente do Fury. - Porra. - Parava de uma vez.

Olharia para o céu, era curioso como antes dele os mastros pareciam escadas.

Eu subiria aquela merda e daria um soco em deus. Sim, era isso que precisava no momento.





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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptyTer 15 Mar 2016, 23:51


Enquanto observava os corpos sendo cremados, Ray estava em uma intensa batalha em seu interior, estava acontecendo uma coisa que ele nunca pensou que um dia sentiria; a dúvida de si. Nos seus olhos sérios e frios era refletido as chamas naquele momento e as imagens da guerra não paravam de passar pela sua cabeça. O Rei Vermelho estava de braços cruzados observando e pensando a todo momento, no fundo do seu coração ele sabia que ele não podia ter feito nada, nem sempre temos o controle no meio de uma guerra. Enquanto pensava naquelas imagens, ele era surpreendido por um pequeno puxão em sua veste, aquilo quebrava a sua linha de raciocínio e o ruivo imediatamente desviava o seu olhar para baixo e percebia que era o Frisk. O garoto não estava com uma expressão feliz, e não era de se espantar já que eles estavam em um velório. O garotinho encarava os olhos do ruivo com enorme tristeza, Ray percebia isso nele.

- Eu sei que eu sou pequeno, que eu ainda sou uma criança. Mas eu quero ajudar essas pessoas, Ray-san. Eu quero ajudá-las sem que isso custe a vida de ninguém. Mas eu não sei se eu sou forte o bastante pra fazer isso... Se eu for com vocês...você acha que eu posso conseguir? - fazia um pequeno desabafo.

Raymond ficava o encarando nos olhos calado, ele não sabia o que responder naquele momento, seu olhar também era triste e ele estava confuso. Mas enquanto olhava para Frisk, o Rei Vermelho havia notado uma coisa que ele não tinha notado antes talvez porque estivesse ocupado demais sentindo pena de si mesmo. Mesmo tendo falhado, nem tudo estava perdido porque nem todos haviam morrido. Ray arregalava seus olhos levemente enquanto observava aquele pequeno garoto do seu lado que estava querendo "se apoiar" nele, naquele momento ele havia percebido que não podia ficar ali sentindo pena de si mesmo porque haviam outras pessoas que dependiam dele, ele não podia ser egoísta ao ponto de desistir e deixar as pessoas que ainda acreditam nele. Depois de se tocar nisso, o revolucionário descruzava os braços e segurava um dos ombros de Frisk, seus olhos apertavam um pouco e ele dava um pequeno sorriso.

- Vamos mudar o mundo juntos. Eu tenho certeza que vamos conseguir! - dizia em um tom de voz firme e um olhar determinado. Depois de suas breves palavras, o ruivo voltava a encarar as chamas por mais alguns momentos até finalmente decidir subir até o navio. Depois de adentrar no meio de transporte, o Rei Vermelho tinha uma breve conversa com o médico, falavam sobre Hizy.

- Hóh, você está bem? Está ferido em algum lugar, Oto-sama pediu para eu ajudar vocês ao máximo, ele é arrogante e grosseiro, mas é um homem de palavra e bem determinado! - dizia o médico.

- Está certo, obrigado por cuidar de meus companheiros. - Ray respondia com a mesma expressão séria e centrada de sempre, até perceber uma outra voz.

- Hey, Ray! Que bom que esta bem, onde estamos e o que aconteceu? Quem eram aqueles tritões na praia? Eu não me lembro de mais nada do que aconteceu após aquela tsunami... Na verdade só lembro de ter encontrado Hizy, depois fui em sua direção e então puff, apaguei com uma luz misteriosa. - dizia Tidus, havia acabado de acordar e parecia muito confuso. Raymond o olhava da cabeça aos pés devagar observando bem o seu estado e logo respondia.

- Bom... Até onde eu fiquei sabendo, aqueles dois tritões também são revolucionários. O verde com um olho só se chama Otoboshi e ele aparentemente tem uma alta patente militar no exército revolucionário, e o azul se chama Aghor, é um tipo de segurança de Otoboshi... - o ruivo respondia a pergunta e sanava um pouco das dúvidas que o seu amigo tinha. - Aproposito... Otoboshi não parece gostar muito de brincadeiras... - dava uma pausa e logo seguida abria um leve sorriso. - Então pegue leve... - logo em seguida adentrava no quarto onde estava Hizy e Axell. Quando adentrava no quarto, ele podia ouvir apenas uma palavra.

- Vermelho. - era a voz de Axell e ele parecia já esperar o ruivo. - Ray, se puder dizer para o Hizy que eu sinto muito pela sua perda, eu ficaria agradecido. O bastão dele está ao lado da cama. - ele dizia enquanto se retirava do quarto.

A única coisa que o ruivo fez como reação ao que Axell havia dito foi balançar a cabeça apenas uma vez de forma positiva, ele havia entendido o recado. Raymond agora estava a sós com Hizy, mas o garoto parecia ainda estar dormindo, então ele puxou uma cadeira e ficou ali sentado do lado do garoto enquanto o aguardava despertar. Enquanto aguardava, Ray ficava olhando para a parede e via alguns flashbacks de sua batalha contra o o tritão tubarão-baleia de 8 metros de altura, aquela tinha sido uma das batalhas mais difíceis que ele já teve e ficou se perguntando o que teria acontecido se Aghor não tivesse interrompido a batalha daquele jeito. Ele ficaria sentado na cadeira e esperaria o tempo que fosse até que finalmente o garoto despertasse, quando isso acontecesse ele imediatamente olharia para o garoto com uma expressão séria.

- Como você se sente...? - perguntaria e ficaria alguns segundos em silêncio esperando a resposta do garoto, depois de ouvir o que o mesmo tinha a dizer, ele voltaria a falar. - Sabe, Hizy... Eu nunca tive irmãos... Mas eu sei como você se sente. - em seguida desviava o olhar e fitava o chão. - Eu perdi os meus pais quando eu tinha 8 anos... Eles eram humildes pescadores e estavam fazendo apenas o que eles sabiam fazer: pescar. Era um dia normal como qualquer outro e ninguém esperava o que vinha a seguir... - dava mais uma pausa e ficava alguns segundos em silêncio. - Uma enorme tempestade se formou enquanto eles estavam no mar... A única coisa que eu fazia era ficar na janela de casa rezando para que eles voltassem logo, mas eles não voltaram... - dava mais uma pequena pausa e cerrava os punhos, ainda encarando o chão. - Eu nem tive a chance de me despedir... Eu sei que dói... Eu sei que parece que a gente agora está sozinho no mundo e que ninguém nunca vai entender a dor que sentimos... - dava mais uma pausa e desviava o olhar para Hizy. - Mas nessas horas a gente deve se lembrar que nunca estamos sozinhos, que sempre tem alguém para nos ajudar... Sei que nesse momento a única coisa que você quer é tirar a sua própria vida, porque vai doer menos... Eu senti isso... - dava mais uma pequena pausa e encarava o garoto nos olhos. - Mas, sabe... Você não consegue escolher como ou quando você vai morrer. Você consegue apenas decidir como você vai viver... E eu decidi viver lutando pelo o que eu acredito sempre, e você sabe no que eu acredito agora? - daria uma pequena pausa ainda o encarando. - Eu acredito que você é um bom garoto e que vai consegui superar essa dificuldade. Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. - finalizava e se levantava devagar. - Agora descanse um pouco... Axell me pediu para lhe dizer que ele sente muito pela sua perda... mas tenho certeza que ele mesmo vem conversar com você depois. Seu bastão está do lado da cama. - logo em seguida o ruivo se retiraria do quarto. Se em algum momento Hizy perguntasse sobre o que havia acontecido com Aisha, Raymond responderia. - Eu mesmo a enterrei na ilha... Tenho certeza que agora ela está descansando em paz... - finalizaria saindo do quarto.

Após se retirar do quarto, o ruivo procuraria um médico para cuidar de seus machucados, ele não estava muito machucado, apenas o seu cotovelo e os seus pés estavam ralados. Ele precisava apenas de um leve remédio e uns curativos. Após se cuidado por um médico, o Rei Vermelho iria caminhando até a proa do navio para tomar ar fresco e ficaria em pé com os braços cruzados e uma expressão bem séria enquanto olhava para o horizonte, sentindo a briza do mar com um olhar distante.




Histórico:
 

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptyQua 16 Mar 2016, 05:03



~ Aceitação ~

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Vagarosamente seus azuis olhos iam se abrindo ao terem os fortes raios solares a baterem-lhe na face. Era um dia soalheiro. O céu nunca estivera tão azul assim, e em pleno oceano, as ondas nunca tão serenas. À sua volta podia ver centenas de botes-salva-vidas emadeirados a mercê da calmaria oceânica. Ele mesmo estava dentro de um, agora que reparava. De relance ergueu-se na pequena embarcação e olhou em volta. Estava estupefacto. Quer olhasse para os lados, frente ou trás, centenas e centenas daquelas embarcações, não havia um fim, assim como o mar e o céu, cada uma diferente, umas velhas e outras novas.

- Pareces confuso! - Uma voz calma e suave surgia naquela solidão imensa. Rapidamente virou-se a ver. Era um homem de longas tranças azuis e umas vestes incomuns. - S-Sim! - Hesitou em responder. - Aqui é onde vivem os que já não vivem. O lugar para onde vão todas as pessoas que amas... - Interrompeu agitado o garoto - Isto é o céu?! - Seus olhinhos brilhavam em esperança. A última coisa que recordava era de ter, bem, perdido a sua preciosa irmã e implorado para que o matassem. Depois, Axell surgira e o fizera?! Estava realmente morto?! Poderia ver novamente Aisha e seus pais, poderia por fim sentir-se enroscado nos seguros braços que tão desesperadamente ansiava? - NÃO! AhHAHAHA! Aqui é o teu coração! - Gargalhou gentilmente o jovem homem, como que se divertisse. A expressão do garoto derretera levemente. Suas pequeninas e brancas mãos subiram até a cabeça, segurando-a com força, seus olhos se transmutaram em duas esferas sem cor, totalmente lívidas e seus lábios tremeram. Todo o desapontamento caia-lhe por cima naquele momento e segurando o choro e fingindo não estar surpreso culpabilizava quem o salvara- Maldito Axell-nii-san... - Murmurou baixinho, culpando o companheiro por não ser forte o suficiente para fazê-lo, e, no fundo, grato por estar vivo.

 - Pequeno, como te disse, este é o lugar onde a memória dos que amas descansarão para todo o sempre... - Explicou o estranho. - Sim.. Entendi.. Então.. onde eles ... - - Ali na frente! - Adiantou o mais velho, apontando com todo o braço esticado e poisado no ar.

 Era um bote pequeno, muito surrado e com alguns buracos. Contudo, para Hizy era o mais precioso entre todos os que ali estavam. Um pequeno e singelo sorriso formou-se-lhe no canto dos lábios e quase que as lágrimas voltaram a cair-lhe pela face. Estava estático a olhar-lhes. - Vai lá! Eu sei que os queres abraçar! - Encorajou-o o rapaz. Abanando a cabeça para um lado e para o outro, o garotito recusou-se. - Não preciso... Só iria doer mais... E eles não são verdadeiros.. Estão mortos e ninguém mais os trará até mim... - Lentamente, ergueu o braço num aceno e sorriu numa triste despedida.

- Bem, está na hora de despertares... - Afirmou o adolescente olhando num relógio de bolso prateado. - hum... AH! Quem és tu, nii-san?! Se este é o meu coração, então... quem és tu?! - O pequeno Mayan apressava-se em perguntar antes de que despertasse, em seu rosto estava evidente a preocupação do esquecimento. Tinha medo de ter se esquecido não só do nome daquele estranho, mas do seu aroma e de suas memórias juntos. Um riso melancólico esboçou-se no semblante do rapaz. - Um dos vários tu no futuro. Quando pediste por morrer, mataste-me... Não te preocupes, apesar de que nunca farei parte de ti, tu fazes parte de mim! - O noviço arqueou as sobrancelhas penoso, mesmo não entendo muito bem aquelas palavras, havia matado alguém. - Nii-san, desculpa-me... - Novamente o mais velho ria-se. - Não precisas de te desculpar! Bem, sabes o caminho, certo? - O pequeno infante assentiu devagar. De certa forma, conseguia sentir por onde tinha que ir. Bastava cerrar os olhos, como quem dormi, muito delicadamente, e desejar voltar para o mundo onde as coisas não eram tão calmas e azuis como seu coração era. Um mundo onde ainda há quem se preocupasse com ele, mesmo não tendo laços de sangue.


**
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Novamente, abria os tão surrados e frágeis olhos. Por baixo deles um vermelhidão negro lacrimoso fora pintado, e no semblante todo um traço subtil rosa marcava onde as lágrimas haviam passado. Até mesmo a pontinha do seu nariz fora cruelmente marcada de um ligeiro vermelho. Três vezes os olhos piscara pausadamente, admirando aquele tecto que não conhecia. Estava no mar. Podia ouvi-lo, ou imaginar que era ele. Seus ouvidos tímidos pareciam escutar o ondular das ondas, e o desfazer lamurioso da nívea espuma, o cantar estridente e melódico das gaivotas, o sussurrar fresco da leve brisa marítima. Sim, podia jurar que estava no mar.

Não era apenas o som do mar que jurava sentir, também o respirar de Ray estava ali naquele quarto. Olhava-lhe seriamente. Sem muita presa, o garoto sentar-se-ia, desastradamente, apoiando-se nas mãos para fazê-lo, parecendo estar ferido, apesar da única ferida que tinha ser no coração. Evitava olhar para Raymond. Sentia-se envergonhado e humilhado. Fitava apenas a brancura (?) dos lençóis, cabisbaixo. Ainda não conseguia acreditar. Não podia. Recusava-se à. Toda a angustia e tristeza dentro de si voltava desde o seu âmago e implorava para ser solta, para esquecer o mundo assim como ele o esquecera. Porém, depois daquele sonho, mesmo sendo apenas um sonho, entendera por fim que não havia nada a ser feito. Os mortos não voltam à vida e tinha que aceitar-lo. Tudo que podia fazer era aceitar-lo. Mas dói tanto.. a morte.

- Como você se sente...? - A criança tremera ao ouvir a voz do homem, levando inconscientemente as mãos à cabeça, escondendo o rosto corado por de trás dos braços, forçando-se a não chorar. Mas era difícil. - Dói.. Dói muito... Maldito Axell-nii-san... Bateu com muita força! Sniff! - A dor que sentia nada tinha que ver com a física, todavia, mesmo sendo criança, mesmo estando de luto, sabia que não poderia chorar para sempre, muito menos na presença dos outros. - Sabe, Hizy... Eu nunca tive irmãos... Mas eu sei como você se sente. Eu perdi os meus pais quando eu tinha 8 anos... Eles eram humildes pescadores e estavam fazendo apenas o que eles sabiam fazer: pescar. Era um dia normal como qualquer outro e ninguém esperava o que vinha a seguir... Uma enorme tempestade se formou enquanto eles estavam no mar... A única coisa que eu fazia era ficar na janela de casa rezando para que eles voltassem logo, mas eles não voltaram... Eu nem tive a chance de me despedir... Eu sei que dói... Eu sei que parece que a gente agora está sozinho no mundo e que ninguém nunca vai entender a dor que sentimos... Mas nessas horas a gente deve se lembrar que nunca estamos sozinhos, que sempre tem alguém para nos ajudar... Sei que nesse momento a única coisa que você quer é tirar a sua própria vida, porque vai doer menos... Eu senti isso... - O garoto estava surpreendido. Ray era no fundo um estranho, mas abria-se corajosamente, contando-lhe o seu triste passado. Além disso, chocava-o o facto daquele homem ter conseguido adivinhar o que lhe ia no coração. Pela primeira vez, desde o momento em que o rei vermelho adentrara no quarto, fitava-o, hesitante ainda, evitando olhar-lhe nos olhos. - Mas, sabe... Você não consegue escolher como ou quando você vai morrer. Você consegue apenas decidir como você vai viver... E eu decidi viver lutando pelo o que eu acredito sempre, e você sabe no que eu acredito agora? - O noviço chacoalharia muito vagarosamente os fios azulados em negação e dúvida curiosidade, onde em seus olhos um certo brilho parecia voltar a nascer, muito miudinho. - Eu acredito que você é um bom garoto e que vai consegui superar essa dificuldade. Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. - Finalmente erguia a cabeça, sem medo ou vergonha, seus olhos tremiam, não de choro ou vontade, mas de felicidade. Aceitava as doces e amigas palavras de Ray olhando-o nos olhos, com um tremendo respeito. - Agora descanse um pouco... Axell me pediu para lhe dizer que ele sente muito pela sua perda... mas tenho certeza que ele mesmo vem conversar com você depois. Seu bastão está do lado da cama. -

- S-Sim... - Responderia um pouco rouco num tom de voz mais baixo do que o habitual. - R-Ray-nii-san... o que aconteceu com a ... o corpo da nee-chan?! -

- Eu mesmo a enterrei na ilha... Tenho certeza que agora ela está descansando em paz... - Virando o olhar para o outro lado, baloiçando levemente a cabeça e entoando um triste e quase choro "Hum!" o garotito agradecia ao ruivo pelo favor. Assim que Raymond deixasse a habitação, Hizy se levantaria. Depois de ouvir todo aquele discurso emocional da voz daquele que assemelhava-se a um Herói, como poder-se-ia deixar ficar deitado, abatido ainda?! Não podia! Tinha muita coisa que fazer, pessoas à agradecer e a se desculpar. Tiraria os pés da cama e os pousaria no soalho da embarcação, agarrando no seu bastão e caminhando até a porta. Tinha que encontrar Axell e agradecê-lo por tudo que fizera.

Saindo da habitação, Hizy procuraria por Axell, indo de quarto em quarto. Não perguntaria a ninguém ou sequer falaria com estranhos se os encontrasse. Encontrando o homem, aproximar-se-ia, tentaria um sorriso e agradeceria - Axell-nii-san, muito obrigado por tudo! E desculpa pela confusão que ia causando... - Coçaria a cabeça e sorriria, apesar de não ter vontade nenhuma de o fazer.

Observando o mar, toda aquela embarcação e relembrando das palavras do ruivo, o menino perguntava-se como poderia fazer-se útil. Foi então que pensou que, talvez, se soubesse como pilotar um navio, todos o poderiam aceitar como um membro e vê-lo como tal, e não como mais uma criança chorona, como a que tinha sido até agora. Procuraria pela cabine do Capitão, ou por onde estivesse o dito cujo timão e se houvesse alguém ali ao pé perguntaria meio tímido e com medo de estar a ser incómodo. - Olá!... Você acha que... Pode me.. poderia ensinar-me a pilotar o navio?! - Começando meio sem graça nas palavras, logo se soltaria e falaria como costumava.



 
Histórico escreveu:

Post: 17
Ganhos: Bastão de Ferro |
Perdas: - 35 mil berries |
Bónus: Fome saciada por 2 dias. | Resistência à Intoxicação por uma onzena
Players: Aisha | Haru | Hanna | Raymond | Tidus | Axell
HP: 117/120
Vantagens:• Ambidestro|• Aparência Inofensiva|• Audição Aguçada
Desvantagens:• Coração Mole|•
Trauma Profundo escreveu:
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar afincadamente, que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontadamente devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões a voarem o deixam ligeiramente incomodado e nervoso.
Extras: Missão 1: Evacuação de civis, Missão 2: Protecção da cidade.


Objectivos escreveu:

[ ] Comprar uma flauta "árabe" dourada;
[ ] Comprar uma roupa/veste de mago toda negra (igual a do Aladdin mesmo);
[ ] Conseguir um eevee (raposa/cão?) como pet u.u;
[ ] Aprender/ Comprar as perícias: Pilotagem e Geografia;
[ ] Tornar-se amigo de alguns tritões;
[ ] Criar uma relação diplomática entre os Tritões e Conomi Island;
[ ] Não matar mais ninguém;


[X] Comer;
[X] Comprar um bastão;
[X] Enterrar o Cadáver da Aisha;
[X] Enterrar todos os corpos;
[FAILED] Ficar com a Aisha como NPC;

OFF escreveu:
Postei, mas ainda tenho umas coisas mais a acrescentar, como caso de interacções u.u Peço desculpa pelo post de sonho, foi o primeiro que fiz u.u é isso!

Thanks Panda

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[ ] Ganhar uma Meitou; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Haki; (╯✧∇✧)╯
[ ] Caçar 10 Recompensas; ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Caçar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptyQua 16 Mar 2016, 23:22

"Determination"




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*You and your friends will fight to change the world. You are filled with determination.


Eu estava verdadeiramente feliz com o que tinha acontecido durante a minha conversa com o Ray-san. Pra ser sincero, eu tinha ficado com um pouco de medo por não saber o que exatamente ele ia responder, o nervosismo tomando conta de mim só de pensar em ter meus "ideais" completamente rejeitados pelo Rei Vermelho. Felizmente, no entanto, ele pareceu tomar uma decisão convicta após pensar por alguns momentos e escolher as palavras certas: - Vamos mudar o mundo juntos. Eu tenho certeza que vamos conseguir! - ele respondeu à minha pergunta. Foram poucas palavras, mas com significado suficiente pra me encher com toda a determinação do mundo. Eu ainda era pequeno e fraco, mas isso não significava que eu não podia me tornar forte o suficiente para proteger as pessoas à minha volta. Se eu seguisse em frente com determinação, nada poderia me impedir! "E se houver algum problema...eu sei que tenho pessoas com quem posso contar!" Um sorriso tomou conta da minha face, mesmo diante da tristeza da situação. Muitas pessoas tinham morrido ali, mas nós não podíamos ficar chorando pra sempre, não é mesmo? Eu tenho certeza de que as pessoas que morreram ali lutavam porque acreditavam que podiam mudar o mundo. O mínimo que podíamos fazer era levar conosco os seus sonhos, as suas esperanças...a sua determinação.

Já no navio, eu fiquei olhando para a praia de Conomi, e para a cidade um pouco mais ao longe. Quantos anos será que já tinham se passado desde que eu comecei a morar ali? Sair daquela ilha trazia à tona uma mistura de sentimentos estranha, que parecia juntar melancolia com realização - era triste deixar um lugar no qual você viveu por tanto tempo, mas isso também significava que aquele era o meu primeiro passo rumo ao restante do mundo. - Eu vou sentir saudades, pessoal. - disse, com um sorriso de melancolia estampado no rosto, enquanto lembrava de minha família. Depois de respirar fundo o ar salgado do oceano, cerrei os punhos determinado, erguendo os ombros e olhando para as estrelas no céu, que já deviam ter começado a aparecer. - Eu também sou um Dreemurr, não sou? Eu vou mudar o mundo no lugar de vocês. Eu prometo! - eu disse, como que me despedindo dos meus familiares. Eles podiam não ter mais essa chance, mas eu carregaria o seu legado - o legado dos Dreemurr - comigo, por onde quer que eu fosse. Eu peguei a faca de cozinha que estava guardada em minhas roupas e olhei fixamente para a lâmina, dentro de meus olhos. Suspirei, aliviado. Não havia arrependimento algum neles. - Ótimo. - sorri, feliz.

Agora que eu tinha um pouco mais de tempo livre, já que só estávamos esperando para partir para Loguetown, eu sentaria-me próximo à proa da embarcação, a faca em mãos, fitando-a com uma mistura de cautela e familiaridade. - Parece que você vai ser uma companheira constante, agora. - comentaria, falando sozinho. Eu não queria admitir, mas tinha percebido do pior jeito o que acontecia se você se recusasse a lutar em uma guerra. - Eu quase virei espetinho...Uuh... - a lembrança de quase ter sido empalado por um dos homens peixe, pouco antes de ser salvo por Hanna, ainda me trazia lágrimas aos olhos. Eu tinha tentado fazê-lo parar de lutar de todo jeito, mas ele simplesmente se recusava a me dar ouvidos...se algo assim acontecesse de novo, será que eu realmente seria forçado a lutar? Será que não havia nenhuma outra opção se não machucar os outros? - Eu queria muito evitar isso, mas nem todo mundo pensa assim. Se eu não lutar... - minha voz soaria um pouco trêmula - ...eu posso acabar morrendo. E eu não posso deixar isso acontecer. Não antes de cumprir minha promessa! - decidiria, convicto. Por mais que eu odiasse ter que lutar, eu não podia colocar os sonhos e a esperança de toda a minha família a perder por conta disso. Se fosse tão fácil assim alcançar a paz, o mundo não precisaria de uma revolução, afinal. Mas talvez...

...talvez houvesse um jeito um pouquinho mais indireto. Talvez não se tratasse de convencer o meu inimigo de que lutar era errado, e de que poderíamos resolver aquele tipo de coisa com uma conversa mais amigável. - E seu eu... - uma ideia começaria a se formar em minha mente. - ...e se eu soubesse de um jeito de convencê-los de uma coisa diferente? Como...que lutar não é a melhor ideia!? - levantaria-me de abrupto, iluminado por sabe-se lá o quê. E se em vez de tentar fazê-los achar que tudo pode ser resolvido na conversa, eu conseguisse fazê-los achar que lutar não era a melhor das ideias? Que, se a luta continuasse, as coisas podiam não ir tão bem quando se ele tentasse resolver aquilo de um jeito diferente? - Isso resolveria tudo! - eu diria, orgulhoso de mim mesmo. Se aquilo desse certo, eu poderia evitar, ao menos um pouco, ter de usar aquela faca outra vez. - Mas...eu não sei se eu saberia o que dizer. Será que tem algum jeito fácil de convencer as pessoas assim? - perguntaria a mim mesmo, como se pensando em voz alta. Talvez naquele navio houvesse alguma pessoa que pudesse me ajudar com aquilo!

Agora, eu só precisava encontrá-la.



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Ganhos: Faca de Cozinha; 2 Missões Completas (Evacuação da Cidade + Proteção da mesma)
Perdas: -X-
Extra: Gostaria de pedir ao avaliador para que permitisse leves mudanças na personalidade do meu personagem ao fim da aventura. Isso incluiria adicionar o nome da segunda personalidade, especificar um pouco mais a sua relação para com o Frisk e adicionar a ela o que a guerra mudou dentro do garoto. Foi uma evolução bem mais rápida do que eu esperava, sinceramente, então eu realmente gostaria de poder usar isso na construção dele e-e...

OFF: Queria uma oportunidade pra aprender Lábia. Se tu achar que consegue jogar algo aí, nem que tenha de usar esse "pensamento em voz alta" do Frisk, eu agradeço muito <3.

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptyQui 17 Mar 2016, 13:06

Reencontrando o pessoal

Ao acordar faixas estavam cobrindo algumas parte do meu corpo, era estranho isso pelo fato de não entender o motivo daquilo, embora sentir uma dor incômoda percorrer as entranhas do corpo. - Ahhhh .. Tocava com meus punhos suavemente estas faixas, percebendo que minha situação anteriormente não era das melhores. ~ O que será que aconteceu depois de apagar naquela praia? Pensava continuando com os toques naquelas faixas e ao mesmo tempo tentando de lembrar de algo que pudesse me ajudar. Incrivelmente algumas imagens vinham a memória mas não explicitamente, eram cenas aleatórias, ora ajudando o garotinho com asinhas, ora desferindo uma machadada no peito de um tritão. - Eu fiz isso?! Tremia todo o corpo e sentia a intensidade daquela raiva quando estava em combate, trazendo ao mesmo tempo desgosto e desprezo alheio. Por que faria isso? É verdade que num lugar como aquele, naquelas circunstâncias o mais sensato seria se defender, todavia, qual o motivo daquele sentimento apossador e destruidor? De todas as incertezas e falta de informações que tinha sobre isso, uma coisa era certa. Não era eu que estava no controle, e seria nisso que me apoiaria.

E para piorar esse lugar que mais parece uma ala hospitalar me dava a sensação de estar em uma situação entre a vida e a morte, sem ninguém como acompanhante ao lado e muito menos a pessoa a qual me tratara. ~ Onde será que está todo mundo? Calmamente levantava e soltava os acessórios dos pés, para assim caminhar descalça até a porta daquela sala em busca de alguma pessoa. - Nossa senhora, como foi que pude ser tão descuidada em se ferir desse jeito? Murmurava grunhindo num tom baixo contendo a dor, enquanto perambularia por aquele espaço que parecia ser um navio, a julgar pelo som das águas batendo e o balançar do chão. - Alguém ai?! Exclamaria com firmeza e esperança que possa esbarrar com um companheiro, afinal isso quem sabe pudesse me confortar do que sentira antes. No caso de se encontrar com um estranho, perguntaria com certa timidez. - Olá, é ... Por acaso viu algumas pessoas? Tipo, um ruivo alto, um garotinho com cabelinhos até o ombro e asinhas nas costas ... Pausaria tentando se lembrar de mais pessoas. - Ahhh, de um garotinho com cabelos azulados.

Após ouvir o paradeiro destes, iria ao encontro deles observando um a um para não dizer qualquer bobagem. Sabe se lá qual fora o resultado daquela guerra na praia de Conomi, pode ser que muitos dos que vi não estão mais nesse mundo. ~ Pera, que pensamento horrível é esse? Otimismo menina!!!! Encorajava o meu espírito e coragem até se deparar com eles. Então assim primeiramente focaria em Raymond, e com dificuldades nos passos e mantendo a dor oculta pelo encorajamento galgaria a ele. - Heyy, Ray. Quando o mesmo me visse continuaria. - O que tá havendo por aqui? E o pensamento daquela mudança de atitudes vinha de encontro com o meu consciente. - Euuu ... Se embolaria um pouco pelo fato de estar constrangida com essa atitude. - Não tenho como justificar o que fiz. Me desculpa? Aguardaria tentando não encontrar com seus olhos penetrantes e sérios, mas certamente com as bochechas corando. Contudo se a resposta for positiva, nada como um abraço apertado no ruivo.

- Oi, oi? Quebraria aquele abraço fingindo estar com dor, apertando as mãos e cerrando os olhos. - Foi você que cuidou de mim? Prestaria atenção a suas mãos buscando achar sangue e confirmar essa minha questão. Na possibilidade de não ter sido, pediria a ele que agradeça por mim e acrescentaria. - Depois quero falar contigo. Da última vez que conversamos estava querendo bater um papo com ele, no entanto a hora não era propícia. Posteriormente levaria o olhar para os lados e procuraria pelo pequenino Hizy, há quanto tempo não falava com ele. Quem diria que eu sentiria saudade daquele menino mesmo não o conhecendo tanto. Provavelmente pelo seu jeito extrovertido e fofo. E quando achasse o mesmo iria até ele com um sorriso e diria. - Hizyyy!!!!! Abriria os braços. - Quanto tempoo!! Será que posso ganhar um abraço? Esperaria por isso e depois indagaria. - Como o senhorzinho está? Se por acaso notasse alguma diferença no seu modo de falar ou mesmo tristeza no olhar, procuraria por ali algum espaço para sentar e pediria para me acompanhar. - Sabe ... Nem todos os dias estamos felizes. Mas são nestes que podemos contar com aqueles que se preocupam. Diria com empatia nas palavras, e por fim, finalizaria. - Saiba que pode contar comigo para o que precisar né? Agora será difícil largar de mim. Abriria um largo sorriso.
Histórico de Hanna/Lavínia:
 

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Marciano
Emissário da Morte
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Marciano

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 14 EmptySex 18 Mar 2016, 16:45

~~ Narração ~~


O jovem Duque estava confuso de sua localização algo relativamente obvio, pois, suas últimas lembranças eram a praia e o olho grotesco do tritão real. Enquanto trocava algumas ideias com Ray, Tidus mostrava para o médico seus ferimentos, o homem começava a trata-lo imediatamente. Tidus ficava pasmo com as habilidades medicinais do homem que pedia por ensina-lo sobre a arte da anatomia, de bom grado o homem aceita e ensina na sequência.

Raymond adentava no quarto e percebia a face entristecida de Axell, o jovem dialogava com o Rei vermelho e logo em seguida saia do quarto sem qualquer direção a seguir, pelo menos por agora. Axell estava na parte inferior do navio, tinha saído para fora do convés, nem se lembrava como tinha parado lá, mas percebia a raiva que acumulava em si. Ao esbravejar em som alto, socava a parte da borda do navio, ainda pode perceber que havia algumas escadas, algumas cordas dependuradas, algo realmente estranho, porém como o navio era de tritões, talvez fosse o jeito de eles escalarem a enorme embarcação. O mar parecia se agitar, Axell rogava aos céus para que viesse uma tempestade, dito e feito, o céu era escuro, as ondas eram turbulentas e as gotas gélidas caiam sobre o navio, mar e face do espadachim. Eram como uma chuva para lavar as almas dos seres vivos, o navio começava a entrar num balanço forte e de fato uma boa tempestade estava por vir.

Enquanto Axell desafiava Deus em plena fúria, Ray estava com Hizy no quarto, estava dando uma de papai no momento. Ray falava sobre tempestade e sentia as ondas baterem no casco a sua lateral, parecia que almejavam uma tempestade mesmo, talvez para lavar suas almas. Raymond e Hizy ficavam um bom tempo dialogando, mas as falas predominavam do ruivo. Após uma proza entre os tripulantes, Ray decidi sair do quarto e Hizy parecia já estar melhor, percebia na pequena janela redonda a escuridão que o céu estava formando, a forte chuva que ia começando e as ondas turbulentas. Frisk estava em meio a chuva, suas falas eram tão empolgantes, tão intensas que se quer percebeu as gotas atingirem constantemente ele e o navio. O navegador parecia empolgado, talvez gostasse da emoção no dirigível, mas Frisk estava convicto em convencer seus companheiros a não lutarem... sua voz sem querer sai mais alto, mas poucos conseguem ouvir. Mas antes que o garotinho ficasse totalmente encharcado, uma enorme sombra cobre seu corpo e mais uma região em formato de esfera. – Lutar não é ruim... ruim é ver aqueles que se ama morrerem sem podermos lutar! Era a voz do tritão azulado, para ele a chuva era inofensiva e até agradável, mas ajudava o garotinho a se cobrir. – Nem sempre palavras são mais fortes que os punhos, mas nem sempre os punhos são mais fortes que palavras! Um sorriso carismático vinha daquele ser monstruoso.

Hanna a jovem e linda barbara, se via em um lugar desconhecido, sentia seu corpo tremer e doer constantemente, mas isso não fez a destemida mulher levantar de sua cama e caminhar descalça. Ela andava por alguns corredores, sentia a forte onda batendo nas laterais do navio, poderia presumir uma forte tempestade, caso já tenha passado por algum. Mas o estranho era que a garota não encontrava ninguém, até se deparar com uma porta a sua frente. Pensado que pudesse ser algum conhecido, ela abre e entra no lugar, estava meio escuro e sem uma forte onda faz a garota se desiquilibrar e bater com sua parte de trás na porta e fecha-la. Tudo fica escuro, mas uma luz se acende e deixa os olhos da jovem sensíveis a iluminação. – Hów... uma convidada inesperada! Bom, eu sei que sou lindo e gostoso, mas tenha calma minha jovem, não é o momento para fazermos essas coisas explicitas! Era Otoboshi que proferia ao ver a jovem de pijaminha, descaças e com as pontinhas dos mamilos duras, talvez o frio, ou a dor causa-se tal sensação corpórea. O tritão deixava pela primeira vez um sorriso sair, mas logo em seguida levantava-se de sua cadeira e pegava um livro para ler. – Fales o que desejas garota? O homem peixe falava ao virar algumas páginas. Alguns minutos antes, Raymond estava vagando pelo convés, voltou até a ala medica para achar o responsável e tratar seus ferimentos, porém sua busca era em vão, pois não achava ninguém no local nem mesmo Hanna.

Voltava a andar até achar algumas portas num corredor no final dele poderia ouvir uma voz, mas bem baixo o som. Ao caminhar até lá pode perceber que alguém estala, pois conversavam até que uma onda bate na lateral do casco e faz o ruivo andar mais rápido até entrar na porta e ver, Hanna em sua frente e Otoboshi lendo um livro. A batida na porta nem fez o tritão ver o que tinha ocorrido, talvez fosse um vício ou alguma mania de ler livros que em pedisse de fazer tal ato. A garota começava a falar diversas coisas para o ruivo, mas o rei vermelho estava tentando ficar de pés, pois tinha caído ao abrir a porta, ao se colocar de pé, percebeu Hanna fazendo algumas perguntas e tirando algumas dúvidas até avistar a jovem de pijama hospitalar, descaças e com algumas faixas sobre o corpo, mas o pijama cobria algumas partes, seus belos seios mostrarem-se com as pontinhas duras, uma cena um tanto quanto embaraçadora, mas Hanna não tinha prestado atenção até então.

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~Fala / Narração

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