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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Pronto para começar! A formação da Red Legion!

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Kekzy
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Data de inscrição : 06/11/2013

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySex 8 Jan - 5:04

Página 1 ⁞ Post 01 ⁞ Land: Conomi


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The Red Legion

"
Há alguns anos atrás...
Uma grande embarcação atracava na ilha. Era o navio dos tritões. Os temidos tritões.


Corram! Piratas! Eles estão a destruir tudo! Levem as crianças para um lugar seguro e protejam os mais velhos!

Essa ilha agora está sobre o nosso comando! — gritava com uma voz estridente o líder dos invasores. Seu anúncio percorreu quilômetros, até se perder no mar. Todos da ilha estavam avisados.

Sua chegada súbita trouxe o caos para a ilha. Nem mulheres e crianças escaparam. Tamanhas incontáveis vítimas. Tudo estava sob o seu controle. Foram tempos de terror. Uma época escura. Pelo menos, até ele aparecer. O salvador.

Carregando as esperanças de milhares ele lutou tanto quanto podia, e a vitória veio a custo de seu braço contra o horripilante tritão, o pirata Mamoru. O triunfo lhe rendeu fama, poder, riquezas, mas o melhor de tudo estava longe de algo material. Seus ideais, eles percorreram os quatro cantos dos mares e lhe trouxeram jovens prontos para lutar pelo que ele acreditava, uma revolução. Assim surgiu a Aurors, inspirando milhares de injustiçados que procuravam juntar-se ao novo exército formado com base em seus ideais. O exercito revolucionário.

Esse foi o início de uma longa história. Um pequeno fragmento de realidades perdidas e esquecidas. Uma história mal contada. Uma história inacabada.

Tão mal contada que todos esqueceram. A promessa que foi apagada daquele dia, ofuscada pela glória da vitória.

Ele voltaria.

Dessa vez, ainda mais forte.


O Rei Vermelho


Seus passos erravam pelas ruas da ilha. Ele vagava com um destino em mente, e continuava a vagar, sem saber onde encontrar o que desejava.

Distante de onde saíra finalmente alguma luz surgia para Raymond. Uma taverna. Não havia outro local para comprar uma garrafa de saquê. Não uma boa. Era cedo da tarde, o sol estava forte. Tão forte que esquentava a cabeleira vermelha do homem, dando um verdadeiro toque de fogo para ela. Em sua frente, as portas do estabelecimento o separavam de boas doses de álcool.

E talvez, de grandes informações. Aliás, nas tavernas é onde todos os boatos convergem. Além do mais, onde pessoas interessantes se encontram, como algumas que passavam a sua frente.


O Duque Azul

Axell Belmont


Os dois irmãos, até então fadados a sempre alterar seus rumos de ilha em ilha, em busca de algo que lhes fizesse e desse sentido, botavam suas esperanças em Conomi, mais conhecida como a linha da revolução.

Como de costume, os dois discutiam por um péssimo hábito, o fumo. Mas era inútil, Axell sabia disso. Tidus já estava morrendo por dentro, lento e silenciosamente. Uma morte horrível. Mas tudo ao seu tempo. Ele ainda tinha muita vida pela frente. Muitas histórias para escrever.

Ambos andaram pelas ruas de Conomi, ruas calmas, pacíficas, de onde nem se pensava que um dia o sangue já cobriu cada pedra que a formava. Tempos sombrios. Tidus tomava a dianteira, e seu irmão cuidava de sua retaguarda. A dupla azul não demorou muito para encontrar uma tabacaria. Sem dúvidas, ele possuía um dom para achar seus preciosos maços de cigarro. A entrada era bastante convidativa, com diversos cânceres empacotados.

Era um lugar estranho. Um lugar sem nome. Mas o cheiro que lhe foi companheiro por tanto tempo não lhe fugia. Era ali.

Mais estranho que isso, um homem. Um velho conhecido? Talvez. Suas costas não o deixavam ser identificado, mas sua aparência era inevitavelmente nostálgica. Seus cabelos de fogo lembravam algo, mas o por que dele estar parado em frente a porta, um mistério.

Do lado de ambos, discreta, uma linda garota fez diferente, entrou na tavena.


Fury DonoVan

Uma viagem longa. Uma distância superada que agora o separava de sua terra natal. Uma ilha nova. Uma vida nova. Um fragmento da história de homem conturbado, pronto para emprestar suas forças para a... Não. A revolução lhe emprestaria forças. Não ao contrário. Assim que eles faziam, diferente do normal, diferente das leis que regiam o mundo atual.

Como devia ser feito, Fury andou em busca das respostas que procurava. As respostas de todas as suas perguntas. Mesmo assim, as necessidades gritavam mais alto, e o levaram até uma loja. Uma loja sem nome, mas sua experiência de noites em tavernas não o enganavam. Ali estava o que precisava.

Não mais entranho, um homem parava na entrada, seus cabelos ardiam como o sol. Engano. Mais estanho ainda, dois homens o encaravam por trás, seus cabelos lembravam o mar e o céu. Fury entrou, passando pelo lado dos três.

A fumaça atrapalhava a vista. Doce ar de fumo. Uma verdadeira toca de fumo. E com vinte mil berries o homem já fazia sua contribuição para aumentar o nevoeiro tóxico. Com mais meio milhar de dinheiro e ele compartilhava uma caneca de rum com a solidão. Como queria, notou que a maioria das personalidades ali eram viciados nos mais diversos tipos de fumo, e uma conversa ou outra podia ser escutada com algum esforço.

Na verdade, uma velha história que remonta a anos atrás. Uma história de detalhes já perdidos. Porém, era atrapalhado pela beleza e a voz aguda de uma garota de cabelos de cerejeira.

Sentou na mesa atrás de Fury.



Hanna


Garota dócil. Era o que se dava a pensar. Pelo menos, de primeira vista. Uma garota com tamanhos segredos dentro de si, tão ocultos que mal os podia notar. Um segredo com um nome. Um nome devastador. Lavínia, filha da revolução.

A pessoa certa. No lugar certo. Pelos ideais certos. A combinação perfeita. Tão simpática como poderia ser, espalhando alegria pelas ruas que passava. Não demorou para achar a taverna sem nome, tão estranha como os homens do lado de fora, mas ela entrou com a mesma graciosidade que vinha. Pediu uma água, por conta da casa, e sentou. Longe de muitos, isolada. Observadora.

Viu o pouco que se podia, além do homem sentado atrás de si. Alguém rodeado de mistérios.


Aisha & Hizy

Laços de sangue. Dois irmãos. Uma história trágica. Lá estavam eles, inseparáveis, prontos para explorar tudo que aquela ilha tinha a oferecer. Aisha e Hizy acabavam de sair das docas, e o dia já lhe reservava algum constrangimento após um grito do garoto que atraiu olhares e sussurros.

Uma boa recepção para os viajantes era o que não faltava. Na costa, diversos restaurantes. Tentados, ambos caminharam até lá. A fome já lhes entregava um rumo, diferente de muitos que vagavam sem destino por aí. Com alguma comunicação um cardápio lhes era servido. Interessantemente todos pratos estavam esgotados, com uma única exceção. O prato principal e aparentemente delicioso, o Peixe Elefante dos Corais do Sul.

Um peixe que não vinha desses mares.


Õtsuka Haru


D]e terras distantes, tão distantes que poucos conhecem seu nome ele vinha. Atravessando mares e águas infinitas para um único objetivo, chegar em Conomi Island.

Sua chegada nas docas foi bem recebia com um grande e alto bom dia de um garotinho. E sua timidez lhe fez aborda-lo mais tarde. Talvez o mico o tivesse deixado mais confortável, e logo os três estavam próximos, no mesmo restaurante, com a incrível velocidade que os acontecimentos fluem e te proporcionam. E um aviso especial do garçom, parecia coisa do destino, o prato era para três. E assim ele tentava convencê-los.


Spoiler:
 



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Razard
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySex 8 Jan - 13:04


Logo que Haru colocava seus pés nas docas de Conomi, ele era recebido por um garoto desconhecido que simplesmente gritava “Bom dia” para todos que estivessem ali por perto. – Nossinhora! - A principio Haru tivera tomado um susto, saltando um pouco para o lado oposto do jovem que gritou, e arregalando seus olhos na direção do mesmo, mas logo em seguida ele percebia que algumas pessoas tinham virado seus olhares na direção deles, deixando-o um pouco corado logo de inicio. – Bom... – Como era um homem reservado e de poucas palavras a resposta era feita em tom baixo e rápida para evitar mais contato com aquele garoto.

Sem pensar duas vezes Haru acelerava seus passos e saia de perto daquele jovem, continuado seu caminho, agora tentando se disfarçar no meio da multidão, apesar de suas roupas serem bastante chamativas. – Tenho que arrumar roupas menos chamativas. Estou com essas roupas desde que fui capturado pelos marinheiros. Tudo bem que estão limpas, mas ainda sim, não tem muita utilidade para mim aqui... – Caminhando por alguns segundos, procurando um lugar para matar sua fome, o jovem de olhos escarlate acabava por entrar em um restaurante qualquer. Ele tinha levado mais tempo do que pensava para chegar no restaurante por que ficou tentando se disfarçar, sem motivos, no meio da multidão, e quando entrava no restaurante dava de cara com o garoto de cabelos azuis que tinha lhe dado um susto assim que tinha chegado na ilha. – Serio!? – Quais seriam as possibilidades daquilo acontecer, poucas com certeza, mas mesmo assim Haru ia ate o interior do restaurante e se sentava num dos poucos lugares que tinham restado, próximo do garoto e de uma garota que estava ao lado dele.

Haru não era muito bom com detalhes, mas quando se sentou e olhou para o garoto e a garota próximos ele finalmente percebeu que eles estavam juntos quando tinham chegado. – Droga! Então não tem so um, são dois! Espero que eles não gritem tanto para chamar a atenção de novo. – Definitivamente Haru não queria muito contato com aqueles dois, mas nem sempre o que as pessoas querem acontece. Quando o atirador perguntava sobre o que tinha para comer naquele local ele era surpreendido que só restava um prato e que era servido para três pessoas. Haru fechava os olhos, colocando as palmas de suas mãos a frente de seu rosto para esconder sua frustração e em seguida olhava rapidamente na direção dos dois. – Bem... parece que eu vou ter que dividir... – Ele não estava triste, mas também não estava feliz. Haru não tinha nenhum problema com aqueles dois, mas tinha um receio de que eles pudesse chamar mais atenção do que ele queria, o que não seria uma coisa boa, mas sua fome superava todos os limites da capacidade humana e por isso ele não se importaria de esquecer o que aconteceu para poder comer e finalmente saciar sua vontade.

O jovem respirava fundo, tomando fôlego e coragem, e em seguida virava seu rosto na direção dos dois exibindo seu sorriso típico. – É... Olá... Meu nome é Haru... – Suas palavras saiam sem jeito no começo. – Será que vocês não teriam o interesse de dividir esse prato? Ele deve ser caro de mais para uma pessoa só pagar e comer, o que vocês acham. – Mantendo a calma durante a fala ele conseguia fazer a pergunta de um jeito que não fosse estranho o suficiente para que eles aceitassem dividir um prato. Esperaria a resposta dos dois e se fosse positiva iria dar a ordem para o garçom servir o prato para os três e quando a comida chegasse ele iria rapidamente começar dividir a comida em três partes iguais para em seguida começar a comer sua parte.

Assim que terminasse de comer seu prato, Haru perguntaria ao garçom quanto tinha custado e assim faria o calculo em sua cabeça para dividir o valor para três pessoas. Com o calculo feito, ele deixaria o dinheiro em cima do balcão, próximo dos outros dois, e se levantaria da mesa fazendo um cumprimento de agradecimento. – Muito obrigado pela comida! Agora eu tenho que ir... Até... – Assim que terminasse de falar ele se viraria e se dirigiria até o exterior da taverna, voltando para a rua e agora com um novo objetivo em mente, conseguir uma arma.

Já do lado de fora, se tivesse conseguido sair, Haru contaria quanto tivera sobrado de seu dinheiro e se achasse que ainda tinha o suficiente ele iria se dirigir até uma loja de armas.
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySex 8 Jan - 14:43

Como sempre Axell me repreendia por conta do meu vicio que estava nos deixando cada vez mais pobres, não que ele estivesse errado, tínhamos saído de casa a algum tempo e nosso dinheiro estava acabando mesmo que não parecesse, e sem um emprego estávamos fadados a um destino terrível, destino que me fazia lembrar do passado quando roubávamos como mendigos junto de Ray, mas não era hora de ficar lembrando do passado.

Que egoísta, pode ficar com o seu dinheiro. – Emburrado me virei para frente e comecei a caminhar. – Não se preocupe, tenho a impressão que Conomi será diferente. – Em pouco tempo um leve sorriso se abriu em meu rosto, estava confiante sobre aquele lugar, um lugar conhecido como a ilha da revolução soava exatamente como o tipo de lugar que procurava.

As ruas da cidade eram bem calmas e pacatas, vez e outra voltava meu olhar de um lado para o outro como se não quisesse nada, a calmaria daquela cidade me deixava um pouco inquieto, certo que meu objetivo era passar despercebido, mas lugares tão calmo acabavam sempre sendo os piores. De qualquer forma após algum tempo caminhando parecia que finalmente havia chegado onde queria, ao menos o aroma que o lugar exalava me dizia isso.

Parece que estamos com sorte. – Voltei meu olhar na direção de Axell com um largo sorriso no rosto, no fundo não era nem por ter encontrado o lugar, mas sim por saber que sua reação seria exatamente contrária.

Porém antes de adentrar o estabelecimento outro coisa chamou minha atenção, uma silhueta estranhamente familiar estava na frente do mesmo edifício, aquilo era estranho pois eu não conhecia muitas pessoas, mas o tom vermelho de seus cabelos chegava a ser nostálgico, pareciam como os daquele homem. Parei de caminhar e fiquei encarando o sujeito com um olhar curioso.

Ei, Axell, aquela pessoa não te parece familiar? – Continuei parado olhando na direção do sujeito. Mesmo que minha intenção fosse de passar despercebido naquele momento eu tinha de faze exatamente o oposto, precisa ter certeza se aquele homem era ou não quem eu achava que poderia ser. Me aproximei mais um pouco, coloquei um sorriso amigável no rosto e comecei a acenar com minha mão direita. – Ei, Ray, é você? – Se ele se virasse e eu conseguisse notar que era o jovem com quem costumava brincar na infância minha reação não poderia ser a outra a não ser a de espanto e ao mesmo tempo de alegria. – Ha ha ha! – Voltaria meu olhar para atrás, na direção do meu irmão. – Olha, é ele mesmo! O temido "Rei Vermelho”. – Diria as ultimas palavras em voz baixa, uma vez que tal tomo poderia nos trazer problemas. Ainda com um sorriso no rosto me aproximaria de Ray, com intuito de cumprimenta-lo. – Você se lembra de nós, não é mesmo? Sou eu, Tidus e aquele é o Axell. – Apontaria em sua direção. – Nós costumávamos fazer parte do seu “grupo” em Karate Island quando jovens, hahaha, quem diria que nos encontraríamos aqui. – Ergueria minha mão esquerda e assim que estivesse próximo o bastante bateria de leve em seu ombro, um ato amigável. – Mas diga, o que você esta fazendo por aqui? O que andou fazendo todo esse tempo?

Ouviria o que Raymond tinha para dizer, se no fim ele retribuísse com a mesma pergunta eu coçaria minha cabeça com a mão direita, um pouco sem jeito, tomaria um pouco de ar e lhe contaria minha história.

Bem, é uma longa história mas vou tentar resumir. Depois que nossos nomes ficaram famosos em Karate Island nosso pai não ficou parado, afinal ele é um vice-almirante da marinha, já pode imaginar quão feliz ele ficou ou descobrir que seus filhos estavam causando problemas ao moradores, não é? – Um leve sorriso constrangido se abriu em meu rosto, mas logo deu lugar a uma expressão mais séria. – Com isso fomos proibidos de sair de casa por um longo período, tivemos sorte de não ter acontecido nada mais sério, porém naquele tempo também decidi que não queria seguir os passos do meu pai, mas sim que queria proteger as pessoas de verdade, do meu jeito, mas a marinha não parecia ser o melhor caminho, sabe? Pelo contrário, as ultimas palavras de meu pai deixaram isso bem claro, eles estavam ocupados demais para cuidar dos problemas de pessoas como aquelas que viviam em nossa vila... – Fecharia os punhos com firmeza, frustrado. – Foi nessa época que decidi que faria algo com minhas próprias mãos, nem que tivesse de ir contra o meu pai. Mas... – Um pouco mais calmo, levei minha mão direita até a cabeça e com uma expressão bem diferente, sem jeito para ser mais exato, continuei. – Até então temos vagado pelo mundo procurando uma maneira de fazer isso, he he. – Aguardaria uma reação ou pronunciamento por parte de Raymond.

Não esperava encontrar aquele homem naquele lugar e naquele exato momento, seria o destino? Não que acreditasse em tais coisas, mas sentia que aquele encontro mudaria nossas vidas, no passado já fomos um time que lutou para sobreviver e deixamos nossa marca, será uniríamos força mais uma vez ao lado do Rei Vermelho? Bem, isso dependeria de seus planos e intenções.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySex 8 Jan - 16:04

Raymond realmente estava muito perdido. Ele vagava pelas ruas da cidade olhando para todos os lados para encontrar algum lugar onde ele pudesse beber algo e obter informações sobre o exército revolucionário que ouviu dizer que estava por aqui. O Rei Vermelho estava evitando a ter contato com pessoas desconhecidas para obter informações, pois não sabia da reação das mesmas. Já estava no começo da tarde e o rapaz sentia a sua cabeça ficar mais quente e algumas gotas de suor já escorriam pela sua testa, o que era bastante desagradável.

Depois de muito caminhar e observar parecia que Ray via a luz no fim do túnel, pois finalmente havia encontrado uma taverna e até podia sentir um cheiro de álcool sair do estabelecimento. O lutador ficava alguns minutos encarando o local um pouco pensativo, pois em lugares como esse costumam reunir todo o tipo de pessoa, e devido a sua fama ele não sabia bem o que esperar de um lugar como aquele. Enquanto refletia, duas figuras que passaram chamavam a sua atenção, primeiro era um rapaz alto com o cabelo cor azul que chamou a sua atenção por algum motivo que Ray desconhecia, podia ser o seu tamanho que era a mesma que a dele ou simplesmente a cor azul de seu cabelo. Logo depois passava uma bela mulher, ela parecia ser bastante simpática e se vestia muito bem, era realmente muito linda e aquilo chamou a atenção do rapaz, que ficava a observando caminhar e adentrar onde o rapaz de cabelo azul havia entrado; a taverna. Logo em seguida o ruivo ouvia uma voz familiar o chamar e se virava rapidamente.

- Ei, Ray, é você? Ha ha ha! Olha, é ele mesmo! O temido "Rei Vermelho”... - dizia a figura misteriosa. Logo que o rapaz bateu os olhos no homem atrás dele, o reconheceu na hora.

- Tidus?! Nossa, a quanto tempo! - dizia com um tom de alegria e logo um sorriso moldava os seus lábios, e logo olhava para Axell que estava um pouco atrás. - Axell! Se aproxime... - depois que os três estivessem próximos, Ray cumprimentaria cada um deles com um forte aperto de mão e diria ainda com o mesmo tom alegre. - Mas é claro que eu lembro de vocês! O meu braço direito, Duque Azul, e o seu irmãozinho bom de briga, Axell! - dizia sorrindo e assim que era questionado sobre o que estava fazendo naquele local e o que tinha feito durante todo o tempo que eles estavam separados, Ray ficava mais sério para responder. - Bom... Desde que nos separamos, eu viajei por todos os blues... Vi muitas coisas e lutei contra muita gente poderosa, afinal... com essa fama que temos né, haha... Mas eu estou aqui porque ouvi dizer durante uma de minhas viagens que tem um núcleo revolucionário nessa ilha, por isso vim para cá! Mas e vocês? - após responder a pergunta, ele fez a sua própria.

Tidus e Axell eram velhos amigos de Raymond desde sua infância, o rapaz de cabelos azuis inclusive também adquiriu uma alcunha por ter sido um dos membros mais fortes daquela gangue. Ambos eram bem queridos por Ray. O Rei Vermelho ouvia atentamente toda a história que Tidus contava dele junto com o irmão, e enquanto ouvia, uma ideia surgiu em sua cabeça mas ele esperou até que o Duque Azul terminasse de contar. Após terminar, Ray ficava um pouco mais sério novamente e assim abria o jogo com os dois em sua frente.

- Tidus, Axell... Eu não vou mentir para vocês. Eu estou nessa ilha porque eu desejo me aliar ao exército Revolucionário e vim até este local para recolher informações. Em minhas viagens eu vi coisas horríveis acontecerem por culpa do Governo Mundial, os nobres e até mesmo a marinha que se diz protetora... Toda a história tem dois lados e até hoje apenas um lado foi contado, e eu quero contar o outro lado... - dava uma pausa e apertava as duas mãos, olhando para os dois irmãos com um olhar bem sério e determinado. - Eu pretendo um dia me tornar o líder da revolução e assim acabar com a opressão que os poderosos fazer com todos, eu quero... Não... Eu VOU mudar o mundo. - novamente dava uma pequena pausa e dessa vez não estava mais tão sério, estava com um sorriso confiante e os olhos cerrados e logo continuava. - Eu pretendo montar uma legião de homens e mulheres dispostos a lutar por uma única causa; a de mudar o mundo. E eu não acho que tenha sido uma mera coincidência nós nos encontrarmos aqui nessa situação, eu acho que foi o destino. E eu queria do fundo do meu coração que vocês se unissem a mim e me emprestassem o poder de vocês mais uma vez... - dava uma parada novamente e estendia o braço com a mão cerrada, apontando para os dois irmãos. - E então, o que me dizem? Querem mudar o mundo comigo? - mantinha o braço estendido para ambos com a mão cerrada esperando uma resposta positiva e que os dois tocassem os punhos no dele.

Se a resposta dos irmãos fosse positiva, Ray daria um sorriso e logo adentraria no estabelecimento com os seus dois novos reforços. O Rei Vermelho já havia conversado com o Duque Azul e Axell sobre o que pretendia fazer, então a próxima ação agora seria simples: reunir informações sobre o exército revolucionário. Raymond caminharia lentamente com uma expressão facial bem séria olhando para os dois lados com o canto dos olhos, estando bem atento para qualquer reação estranha e assim se aproximaria do balcão e sentaria em uma das cadeiras, olharia para o garçom e tiraria 20.000 do bolso.

- Me dê a garrafa de saquê que valer isso aqui... - dizia enquanto colocava o dinheiro em cima da mesa, olhando para o responsável.

Raymond era um homem muito rápido e também muito desconfiado. Desde o momento em que ele adentrou no estabelecimento, estava com a guarda totalmente fechada, o rapaz estava pronto para reagir a qualquer tipo de reação suspeita contra ele, pronto para desviar de qualquer investida da melhor maneira possível.



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Última edição por Raizen em Dom 10 Jan - 17:48, editado 1 vez(es)
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Mizushiro Hizumy
Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySex 8 Jan - 16:47



~ Peixe Elefante dos Corais do Sul ~

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Era com enorme carinho que o pequeno varão aceitava aquelas mãos que desde sempre estivera ao seu lado. Sorrindo, caminhava lado a lado, de mãos dadas com sua preciosa irmã. E era da mão dela que podia jurar sentir o irrequieto coração bater. Provavelmente era apenas a sua fértil imaginação, não havia como ele sentir a pulsação de sua irmão apenas por segurar-lhe na mão, haveria?! Se realmente houvesse maneira, queria aquilo disser que aquele pobre e doce coração ruivo ainda sofria com o recente passado?! Tentando disfarçar, perguntava-se o que poderia ele fazer para voltar a trazer felicidade aquele coração tão só?! Novamente baloiçava sua cabeça, espantando seus pensamentos de tristeza para longe. Sabia que se ficasse desanimado, Aisha logo o notaria.

 Então, comandando o caminho que trilhavam, recomeçava a sentir-se deveras agitado com a grande quantidade de estabelecimentos, e casas e a diversidade de pessoas que os recebia nas ruelas de Conomi. Seu coração alegrava-se ao ver que a cidade sobrevivia sem confusões e com a típica agitação comercial.

 O restaurante que escolhera entusiasmadamente estava cheio, obrigando-os a sentarem-se nas últimas mesas, afastados do centro do bar, escondidos no canto. Isso aborrecia-o imensamente. Ali do fundo não poderia assistir as encenações que os restaurantes costumavam ter, como cantares trovadorescos, recitação de poemas ou mesmo alguma novidade cultural invulgar local.  - Pode pedir o que quiser. - Sussurrava-lhe Aisha, porém, segundo o empregado, tudo o que restava era aquilo que seria o prato principal do menu:  "Peixe Elefante dos Corais do Sul"... - Peixe?! hummm... Será que só isso é o suficiente?! Sinto-me capaz de comer um elefante... - Murmurava baixinho, com o queixo apoiado na mesa, aborrecidamente desanimado com a ideia de comer peixe. O que realmente desejava saborear era um prato colossal de bife, daqueles que eram maiores do que o próprio prato que vinham, mas se peixe era o que tinha, então, peixe seria...

  – É... Olá... Meu nome é Haru... Será que vocês não teriam o interesse de dividir esse prato? Ele deve ser caro de mais para uma pessoa só pagar e comer, o que vocês acham. – Seus olhos brilharam instantaneamente, acompanhado do avermelhar intenso de suas rechonchudas bochechas infantis e um grandioso sorriso inocente. Ergueria todo o seu braço e sua pequena mão até o estranho de cabelos de um azul profundo tal como as profundezas do mar, demonstrando não só espanto, mas prazer ao conhecê-lo - OLÁ! HI!HI!HI! - Riria após um "Olá!" gritado com todo o ar de seu peito, fazendo aquela infantil voz ecoar por todo o estabelecimento. - Eu sou Hizy! - Totalmente descuidado, dizia o seu nome para um estranho que acabara de conhecer e sem pensar em qualquer tipo de consequências que sua acção poderia ter - Esta é Aisha, minha nee-chan! - Apresentaria sua irmã. - Isso seria uma grande ideia, Haru-san! apesar de preferir carne ... - Murmuraria um pouco mais sério. - Por favor, sente-se aqui, ao meu lado! Não tenha medo! Ha! Ha! - Gracejaria, apontando alegremente para um lugar próximo de si se houvesse.

Sentado, baloiçando suas perninhas, chutando uma e outra vez, de forma alternada, o ar por debaixo da mesa, com seus braços deitados sob a mesa e seus dedos esbeltos batucando incessantemente, troteava com a cabeça, como se ouvisse alguma melodia alegre, rindo sem parar, animoso e jubiloso por ter Haru ao seu lado. - HARU-SAN! - Chamaria pelo nome num grito eufórico, batendo as mãos na mesa e pondo-se de pé num impulso, aproximando a face do companheiro ao seu lado - você é daqui, de Conomi? Nós somos do distante reino de Alabasta! - Extrovertidamente, a criança intentava começar um diálogo com o estranho. Se a resposta fosse negativa, curioso, perguntaria de onde havia vindo aquele estranho - HÃ!... E como é a sua terra natal, Haru-san?? Apesar de ter saído a muito tempo de lá, lembro-me de Alabasta como um lugar onde o deserto não tem fim; as noites são frescas, com o céu repleto de estrelas e galáxias! - Contaria animado. Se decidisse contar sobre sua terra natal, o garotinho ouviria atentamente, excitando-se ao ouvir sobre as magnificências da terra natal de Haru. No caso dele decidir não revelar sobre sua origem, Hizy faria um biquinho com os lábios, bufando de desânimo.

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Chegado o peixe, seu semblante fecharia por uns instantes, como se estivesse enjoado. - Peixe... isso recorda-me dos dias que passamos em pleno oceano ... - No entanto, assim que sentisse o saboroso e suculento aroma do animal, toda a sua expressão se derreteria. De água na boca, babando pelos olhos, mudaria de opinião sem sequer provar um pedaço ainda, só o cheiro o convencera. - Aqui vai! - O peixe que lhe era atribuído seria posto na boca e mastigado com prazer enquanto umas finas lágrimas escorriam por seus olhos humidamente felizes. - GHOSTOZO! - Opinava de boca cheia. - Nee-chan, acho que nunca comemos um peixe assim antes!? -

 Já de barriga evidentemente cheia, o garotito encostar-se-ia na cadeira, quase se deitando relaxadamente. - Jamais pensei que um peixe pudesse ser tão delicioso! - Talvez, na verdade, o prato sequer fora assim tão bom, entretanto, a fome que tinha era tanta, sem dizer das péssimas refeições que fizera durante a viagem até ali. Provavelmente havia perdido o paladar, por isso suas papilas degustaram daquele prato. Ou, talvez, o cozinheiro que o preparasse fosse realmente um génio da culinário, preparando um peixe que o deixara satisfeito. - E agora, nee-chan?! O que faremos? - Perguntaria ansioso. Ao notar que Haru já se ia levantando, tentaria impedi-lo - Hèee?! Haru-san, já vai embora? - Apesar de ter acabado de conhecer-lo, era a primeira pessoa com quem falava a muito tempo sem ser Aisha e Adair, sentia-se feliz por poder conversar com outras pessoas, e ser amigo delas, mesmo que fossem muito mais velhas do que ele. Em seu rosto um pouco de melancolia e desânimo imploravam ao rapaz para que ficasse só mais um pouquinho com eles. Ficaria ele?!


   
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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySex 8 Jan - 21:03



Smiles and Disbelief...



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Aisha se sentia bem sabendo que o seu irmão mais novo parecia animado com todas aquelas novidades, mas por mais que tentasse esboçar um sorriso e fingir estar bem com tudo aquilo...por dentro, ainda doía muito. A morte de seus pais. A repentina mudança drástica em seu estilo de vida. O fato de que agora estavam sozinhos, sem ninguém para os proteger como acontecera da última vez...se ela falhasse em defender a si mesma e ao irmão mais novo, ninguém mais viria salvá-los. "Não...eu vou protegê-lo. Eu tenho que protegê-lo." Ela se forçou a pensar. Tinha que tirar aqueles pensamentos negativos de sua mente, parar de pensar na morte de seus pais e olhar apenas para o futuro, para o que estava por vir. Aisha sentia que se fizesse isso, se parasse de chorar pelo que já havia passado...só então é que seus pais poderiam descansar em paz, vendo que seus filhos estão felizes e prontos para continuar vivendo as próprias vidas, sem olhar para trás.

O restaurante no qual os dois irmãos haviam entrado estava bastante cheio, o que dificultava um pouco as coisas tanto em questão de espaço, quanto na parte das opções do cardápio: a garota sinceramente esperava conseguir algo um pouco melhor do que peixe, uma vez que as terríveis refeições que fazia no navio geralmente se baseavam nisso, mas aquilo era melhor do que nada. O nome do animal, no entanto, conseguiu arrancar-lhe um pequeno sorriso; o que diabos deveria ser um Peixe Elefante? De repente, aquele ar estranho a rodeando e a dor que Aisha sentia no peito tinham diminuído bastante. O sorriso que deu a seguir foi singelo, e a menina pensou que talvez aquela recomeço em Conomi Island não fosse ser a pior coisa do mundo. Demoraria um pouco para que eles pudessem se ajeitar, sim, ela sabia disso. Mas, talvez, se os dois se esforçassem um pouco...talvez eles pudessem fazer o mesmo que seus pais, e passar a viajar pelo mundo. Experiências pequenas mas agradáveis, como essas, talvez pudessem ser surpreendentemente acolhedoras...

Porém, é fato que Aisha não confia em absolutamente nenhum estranho, graças ao trauma com os malditos comerciantes de escravos. E foi exatamente por este motivo que ela ficou bastante incomodada com a presença de um homem que apareceu de repente, apresentando-se como Haru. - É... Olá... Meu nome é Haru...Será que vocês não teriam o interesse de dividir esse prato? Ele deve ser caro de mais para uma pessoa só pagar e comer, o que vocês acham. - ele dizia. Ele era bem diferente de qualquer outra pessoa que a garota já tinha visto: alto e com longos cabelos azuis, mais escuros que o de Hizy, ele usava uma espécie de kimono e alguns acessórios. Instantaneamente, a garota ficou em estado de alerta, pronta para reagir se fosse necessário, e os seus olhos devem ter transmitido muito bem essa mensagem. Se ele olhasse bem dentro deles, veria uma espécie de animal encurralado, mas pronto para lutar até a morte se necessário. Bem, isto é, até Hizy cumprimentá-lo como se fosse um velho amigo que não via há anos, é lógico.

- OLÁ! HI!HI!HI! - ele dizia, em altíssima voz. Toda aquela agressividade nos olhos de Aisha simplesmente foi ao chão, pois eles agora eram tomados por um olhar de surpresa incrédula. Como é que ele conseguia falar com estranhos daquele jeito, mesmo depois de tudo...? Bem, pensando melhor, aquilo fazia sentido, no final das contas; Hizy era daquele jeito, e era normal para ele simplesmente sair fazendo amizade com qualquer pessoa que encontrasse pela frente. Tudo o que a irmã mais velha pôde fazer foi suspirar e dar um sorriso cansado, desistindo enfim. Por hora, ficaria apenas de olho no homem mais velho, e estaria pronta para reagir caso qualquer coisa acontecesse. Isto é, se ele fizesse algum movimento suspeito demais, não pensaria duas vezes antes de acertá-lo com um forte chute entre as pernas, pegar Hizy pelo braço e correr para o mais longe que pudesse daquele lugar.

Hizy não demorou muito para se apresentar (e, consequentemente, apresentar Aisha também), e logo convidou Haru para se sentar ao seu lado. Isso deixou Aisha um pouco preocupada, mas ela tentou permanecer tranquila; desde que ficasse de olho nele, o homem provavelmente não tentaria nada, e se ele tentasse, ela estaria pronta. No desenrolar da conversa, quando Hizy falasse sobre Alabasta, ela deixaria a cautela excessiva de lado por um momento, e complementaria a sua descrição: - Sim. - ela começaria num tom um pouco baixo, assentindo - Alabasta era uma terra linda. Tudo bem, tínhamos desertos demais, mas nada superava assistir ao céu estrelado, à noite. - ela diria, e daria uma pequena risada. Se dando conta, então, de que talvez tivesse baixado a guarda demais, ela lançaria outro olhar desconfiado para Haru, e depois, voltaria a olhar para a mesa. Não podia ficar se sentindo confortável perto de um estranho...não é? Alguma coisa a dizia que ele não faria nada com eles, mas ela não podia simplesmente relaxar. E se acontecesse a mesma coisa de antes...?

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Vou pegar a imagem emprestada. Ela ficou muito legal, sem brincar xD.

Uma vez que a comida chegasse, Aisha engoliria em seco. Ainda não tinha notado com quanta fome estava desde que deixaram a embarcação, apesar de que um peixe não lhe parecia uma refeição tão convidativa. No entanto, ela teria pago por aquilo, assim como Hizy e Haru, então ela não podia simplesmente deixar a comida mofar no prato. Porém, assim que desse a primeira mordida, arregalaria os olhos, sem saber o que dizer. Olharia para o prato. Olharia para o irmão. Olharia para o estranho. Olharia para o prato de novo. - I-isso é...bom... - ela engoliria o peixe, admirada com o sabor. Talvez fosse por causa da fome, ou talvez pelo fato de cada uma das refeições daquele navio terem sido horríveis, mas aquele prato estava realmente delicioso. - Nee-chan, acho que nunca comemos um peixe assim antes!? - Hizy diria, e ela apenas assentiria, de boca cheia e comendo vorazmente. Agradecer pela refeição ficava para depois.

- Muito obrigado pela comida! Agora eu tenho que ir... Até... - Haru diria, uma vez que tivesse terminado de comer. De definitivo, Hizy não ficaria muito agradado com a ideia, uma vez que ele gosta muito de conhecer novas pessoas e de aprender mais sobre e com elas. Aisha, por sua vez, ainda estava um pouco desconfiada dele; não era para menos, claro, depois de tudo pelo que ela tinha passado. No entanto, alguma coisa no homem fazia com que ela simplesmente relaxasse. Talvez fosse o fato de que, assim como ela, ele estivesse praticamente o tempo todo evitando se aproximar demais, sabe-se lá porque. Aisha não pediria para ele ficar, mas, sendo sincera, também não se importaria muito se ele o fizesse. Talvez, no final das contas, realmente houvessem muitos tipos diferentes de pessoas, e julgar a todos só por uma experiência passada fosse errado? Bem, ela ainda não podia ter certeza. Mas isso, o tempo explicaria com certeza...


SO FAR AWAY...
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@Lilah


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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySab 9 Jan - 0:54

Conhecendo um estranho

E pensar que muitas pessoas perdem suas vidas bebendo bebidas alcoólicas é de se arrepiar, e o pior, é que elas continuam fazendo isso sem o menor medo do que poderá acontecer com seus corpos. Por isso como uma pessoa que zela pela própria vida e saúde não tomo estas coisas, prefiro continuar com uma boa e limpa água potável. ~ Pra quem tem isso, não precisa mais de nada.. Olhava para aquele copo de água que deixei sobre a mesa e rodeava com meu dedo indicador direito aquele objeto, já com meus dedos da outra mão acalentava os cabelos rosados. Meus olhos perseguiam os espaços daquela taverna, de pessoa a pessoa procurando achar alguma que interessasse ou pudesse ser suspeita para tirar minhas dúvidas, o incrível é que a sensação foi totalmente diferente disso.

Em vez de pelo menos alguns deles estarem aparentemente suspeitos, a maioria parece estar me admirando. Eu até compreendo que isso é pela minha beleza esbelta. ~ Quem não apreciaria uma visão como essa? Perdia-me nos pensamentos alargando um sorriso e sem querer permitindo minhas bochechas ficarem coradas. Talvez seja pelo fato do constrangimento, entretanto é isso que torna um sinal de vergonha. Na verdade, é uma das coisas que mais odeio. Afinal quando alguém nota essa vergonha começam a tirar sarro e brincar com essas minhas preciosidades, que na verdade deveriam ser admiradas.

Mas o que poderia fazer daqui em diante? Continuar parada e observando esses marmanjos "aproveitando" as bebidas não me agradam, pelo contrário, causa uma estranhez em minhas sensações. ~ Sem falar do fato que ficam me observando, que saco!! Fechava meu punho direito em volta do copo e assim remetia ele para minha boca, engolindo toda água num gole só e colocando de volta na mesa. - Bem, deixe-me ver o que posso fazer .. Assim virava minha cabeça para os lados até deparar com o homem de cabelos azuis, uma pessoa que passa um semblante totalmente de mistério e ao mesmo tempo intrigador. ~ Ele nem sequer está olhando para mim, primeira pessoa que não fica "secando". Nossa, quem será ser essa pessoa? Indagava nos meus pensamentos, remexendo todos os neurônios do cérebro.

Mas essa era a hora de esclarecer e até mesmo tirar o foco das pessoas sobre minha beleza, acredito que seria mais fácil de escapar dessa vergonha. Levantaria da cadeira e iria para a mesa daquele homem, com uma serenidade e tranquilidade na voz indagaria. - Olá moço, pelo que vi está sozinho assim como eu nessa taverna. Será que eu poderia sentar para não ficar sozinha nesse lugar triste? Remexeria meu olhar de um lado para o outro, procurando não parecer ser rude com ele. Caso ele aceitasse puxaria uma cadeira e encostaria minhas costas numa posição ereta, colocando a perna direita sobre a esquerda e assim sorriria para ele.

- Quase esqueço de me apresentar. Pausaria com uma leve gargalhada. - Bem, meu nome é Hanna e estou aqui nessa taverna procurando algumas coisas antes que me julgue como uma alcoólatra. Interromperia minha fala para colocar as mãos sobre minhas pernas. Notava a forma de seus cabelos azuis transpassando a cor do céu, era uma verdadeira cena linda. Não podia negar que esse rapaz tem uma beleza exorbitante, ainda mais quando se destaca com esses cabelos, coisa que eu faço com os meus também. ~ Foco no que você vai falar garota!! Meu subconsciente chamava minha atenção e recobrava a pergunta. - Mas e você, quem é e o que está fazendo aqui afastado da maioria?

Histórico de Hanna:
 

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySab 9 Jan - 3:37

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New Day
Post: 02 | Vício: 01/05 | Localização: Conomi Island | Aparência: Roupa social azul

A nova vida começava com prazeres antigos. Fury nutria esse vício desde a adolescência, aonde exerceu o hábito como uma maneira de acompanhar seus colegas, porém com o estresse do trabalho, o que antes era um hábito, tornou-se vício e agora ele o utiliza como um mecanismo anti-estresse. Sempre que precisa relaxar, desestressar, comemorar e até mesmo quando não tem nada para fazer, ele procura pelo cigarro, seja ele em suas mais variadas formas, inclusive chicletes de nicotina. O importante era sentir a química bater no corpo e fazer sua parte. O dinheiro saía de suas mãos sem que percebesse, pois na ânsia pelo vício, sequer percebia o que ocorria ao seu redor e dessa forma não fora capaz de notar uma presença estonteante atrás de si. Na terceira tragada, quando o mundo voltou ao normal, imediatamente após saciar o desejo inconsciente e incontrolável, ele conseguia observar o que acontecia no salão e foi nesse momento que percebeu. Era bela e ele precisaria de todo seu auto-controle para não gaguejar e simplesmente ficar boquiaberto, era fácil afirmar que tal aparência não era comum.

- Olá moço, pelo que vi está sozinho assim como eu nessa taverna. Será que eu poderia sentar para não ficar sozinha nesse lugar triste?

- Uhum…

Um simples mumurro saiu de sua boca. Fury já fora casado e tivera uma filha, logo, estava acostumado com presenças femininas e não seria impressionado tão facilmente, entretanto o lado físico não possuía o mesmo controle e os batimentos cardíacos aceleravam, fazendo com que sentisse um calor inexplicável. Era como se algo dentro de si estivesse agitado, querendo sair, mas por hora estava sob controle; nada que uma nova tragada não resolvesse. Entretanto, não bastava o choque da iniciativa, a jovem aplicava uma segunda descarga elétrica em seus sentimentos ao puxar assunto, apresentando-se e puxando assunto. Dessa vez Donovan não conseguiria manter a postura, porém se esforçaria o quanto fosse possível até que suspirasse pela jovem.

- Quase esqueço de me apresentar. Bem, meu nome é Hanna e estou aqui nessa taverna procurando algumas coisas antes que me julgue como uma alcoólatra.

- É um prazer, Hanna-chan… Fury Donovan… Mas me chame de Don ou como preferir… - Tentaria não corar, mas seria improvável. - Eu não julgo, isso cabe à outras pessoas… Digamos que meu julgamento não seja… errr… Saudável…

Uma tragada no cigarro e muito mais que fumaça adentrava seu pulmão. Engolia a dor da escolha, da confiança na pessoa errada e acima de tudo a culpa que insistia em carregar, mesmo quando em seu coração sabia não ter sido sua. Ele havia feito apenas o que qualquer pessoa boa faria. Estava ele errado por ser uma boa pessoa!? Não importava, continuaria engolindo até que o remédio chamado “tempo” aliviasse e sumisse com os sintomas de seu sofrimento. Todavia, antes que ficasse perdido em pensamentos melancólicos, a jovem voltava a falar.

- Mas e você, quem é e o que está fazendo aqui afastado da maioria?

- Eu sou um cara á procura de uma “revolução”... E ti, Hanna-chan… O que procura aqui, já que não possui vícios aparentes?

Apesar de estar focado na jovem, afinal seu encanto o hipnotizava naturalmente, tentaria observar também o que ocorria ao seu redor, afinal estava ali para um objetivo apenas: Encontrar integrantes do Exército Revolucionário. Se saísse do foco com apenas uma garota, como poderia ajudar o maior grupo anti-governamentista? No mínimo atrapalharia com suas atitudes libidinosas. Caso notasse algo suspeito, manteria a guarda ativa, pronto para desviar de um possível golpe e proteger a recém-conhecida junto. Havia a possibilidade dela ser uma ameaça, mas ele estava encantado demais para considerar essa hipótese.

Histórico:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySab 9 Jan - 16:04

- Parece que estamos com sorte. - Depois de algum tempo andando pelas ruas mornas de Conomi Island, Tidus rompia o silêncio. Virei meu olhar para ele e me surpreendi com sua cara de bobo. Demorou um pouco mas a sequência do cheiro de fumo mas o o rosto de meu irmão indicavam que tínhamos chegado. - Sorte seria se tivéssemos dinheiro a toa assim pra gastar com isso. - Dizia enquanto tirava as notas amassadas de meu casaco, era triste ver aquelas últimas indo embora, nem tanto pelo valor do dinheiro, mas sim pelo fato de que nossa última reserva estava acabando, e mais do que nunca precisávamos encontrar algum modo de sobreviver.

Ao mesmo tempo eu e Tidus paramos,como quem vê uma assombração passando. Um homem de cabelos ruivos estava parado de costas olhando para mesma loja. Eu não sei, talvez comprar cigarros fosse algum ponto de encontro nesse ilha. - Ei, Axell, aquela pessoa não te parece familiar? - Meus olhos se estreitavam e mediam a pessoa, reconhecer alguém não significava ser necessariamente bom, e quando se deve tantas pessoas quanto eu por tantas ilhas é inteligente ficar com um pé atrás. - Talvez a gente só devesse ignorar... - Tarde de mais, Tidus já estava caminhando com um sorriso amigável. Batia minha palma contra o meu rosto enquanto torcia pra não ser nenhuma divida de bar.

De longe eu observava o diálogo entre os dois. Logo de cara o nome Ray era citado e imediatamente diversas memórias passavam em minha mente como um sonho acordado. Ray foi peça fundamental no que eu havia me tornado hoje, me influenciou diretamente com seus ideais e querendo foi o que me motivou a sair de casa. Seja isso bom ou ruim. - Você se lembra de nós, não é mesmo? Sou eu, Tidus e aquele é o Axell. - Assim que virasse pra mim me encontraria com um sorriso do tamanho do mundo e os dois braços abertos em saudação. Ray me chamava mais perto mas nem precisaria, partia em direção aos dois, e com meu braço direito abraçaria o ruivo e com o esquerdo o azulado. - ESTAMOS DE VOLTA!!! - Ergueria os dois pro alto, não me importaria se eu chamasse atenção de alguém, era muita felicidade.

Ray contava sobre como andava sua vida, no geral seguiu por todo esse tempo por um caminho parecido com o nosso, mas o que me surpreendeu foi o fato de existir um célula revolucionaria nessa ilha e ainda mais por ele querer entrar em uma. ~ Talvez a causa revolucionária seja o que nos andamos procurando... Mesmo que isso seja me declarar como inimigo direto de meu pai. ~  Em seguida ouvia todo o discurso de Tidus sobre nossa história até aqui. É engraçado você ouvir a visão de uma pessoa sobre tudo o que passaram, havia muito sentimento ali, muita importância. Não tínhamos saído a toa e queríamos sim fazer a diferença de modo significativo. O sorriso escrachado que antes estava em minha boca dava um lugar a um semblante mais sério e emotivo, se eu fosse mais mole as palavras de Tidus teriam trazido alguma lágrima aos meus olhos. Quando senti a emoção abaixei a cabeça discretamente joguei meus cabelos para frente, respirei fundo e me ergui novamente com um sorriso no rosto. Assim que Tidus terminou eu complementei: - Não é tão fácil mudar o mundo quanto nós pensávamos. - Dizia enquanto completava um coque nos cabelos azuis.

Ray iniciava um novo discurso. Abriu o jogo sobre toda a sua ambição e seu propósito, a cada palavra eu me sentia mais envolvido, a cada palavra tudo parecia fazer mais sentido.  A adrenalina e minha vontade subiam pelo meu corpo como uma onda, graças ao desejo de fazer algo tão grande e com tanta identificação a minha causa. Seu discurso foi o mapa que nós procuramos por tanto tempo e essa sensação era sensacional. Ray erguia seu punho e nos esperava.

Estralava os dedos de minhas mão direita dando um leve soco sobre a palma da outra. Com o peito estufado e uma boa dose de convicção, dizia: - Se nós queremos mudar o mundo? Ray, se você for o meu mapa, eu serei a ponta de sua lança. A partir de agora compartilhamos o mesmo desejo e futuro. - O punho rígido encontrava o do irmão e do antigo amigo. Um caminho havia sido escolhido.

Era estranho perseguir por tanto tempo algo e da maneira mais simples encontrar isso. Eu não sabia como me comportar, queria festejar, entrar em uma briga, ou só relaxar. Era uma confusão de sentimentos. Tentando evitar um pouco de tudo isso adentraria finalmente ao estabelecimento, ainda tínhamos que saciar alguns vícios. Aquele bar tinha mais pessoas peculiares do que o comum, poderia não ser nada, mas pareciam ser mais importantes do que simples civis.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySeg 11 Jan - 4:53

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Haru. Hizy & Aisha


Como se fosse invisível Haru sumia no meio da multidão. Estava constrangido, o que ia de encontro com sua personalidade tímida. A atenção indesejável que havia atraído para si era demais para suportar. Ele tentou se distanciar, mas parecia que o destino tinha algo a mais planejado.

Para a sua surpresa, sua fuga o levou direto para o encontro do garoto de alguns minutos atrás. E não era só um garoto. Era um menino e uma menina. Duas pessoas. Para o seu claro desconforto. Como se não bastasse, a notícia que estragaria qualquer plano de se isolar deles, ele teria que comer junto a eles. Isso se não quisesse passar fome, pois as docas estavam cheias e os restaurantes lotados. Não seria difícil esperar horas para poder desfrutar de alguma refeição.

A mera presença do estranho fazia Aisha emitir uma aura ameaçadora, e apenas um leve contato no olhar fez o homem perceber suas intenções. Ela não estava ali para bobagens. Não até há pouco. Seu olhar passou de uma fuziladora ameaça para algo mais dócil. A diferença era que suas intenções agora estavam bem escondidas, mas prontas para virem como uma erupção se assim fosse necessário.

Mesmo assim, acima de tudo, superando seus medos, ele tomou coragem e se fez falar mais palavras do que havia dito em dias, provavelmente. O resultado, uma recepção tão calorosa de não se imaginar, algo que só podia ser feito por alguém como ele, o garotinho chamado Hizy, acompanhado de sua irmã, Aisha.

Sua personalidade extravagante era o oposto da do atirador, e ele não se incomodava em demonstrar toda a sua felicidade contagiante, mesmo que significasse constranger seu novo conhecido. Apesar de que disso ele não sabia. Assim, ele conversou tão abertamente como poderia, mostrando toda emoção e bem estar que o homem se fez privar ao longo de sua vida.

Ademais, a conversa fluiu enquanto o trio compartilhava a mesma mesa, apenas esperando o prato ao qual haviam pedido. Demorou alguns minutos, o suficiente para terem bastante assunto para se conhecerem melhor. E, finalmente, o momento tão esperado.

Com escamas que reluziam a luz com um brilho intenso, e com uma cor tão notável - um jogo de azul em pelo menos doze cores diferentes que ficavam mais claras a medida que se alcançava a cauda - o peixe emitia um odor tão agradável que era de se fazer babar. Grandes chifres, como os de elefantes, se projetavam da sua cabeça, explicando o nome. E como se não bastasse, um conjunto inteiro de corais crescia em suas costas, corais vermelhos e verdes, temperados e comestíveis, a parte mais saborosa do prato, como disse o garçom.

Antes que pudessem acabar a refeição o cozinheiro se deu o trabalho de se apresentar e perguntar sobre a comida, o que foi uma pergunta vaga, dada as suas expressões claramente satisfeitas. Ele retribui com um sorriso. Não só isso, ele tinha mais um pouco a oferecer, uma informação. Útil ou não, o tempo iria dizer.

"Essa foi uma raridade única no nosso cardápio. Como sabem, estamos no mar do leste e esse peixe não é típico aqui. Na verdade, ele se quer é típico nos mares do sul, foi um achado e tanto. Aliás, é um animal de águas profundas.

É como se as correntes tivessem mudado e algo o tivesse espantado das profundezas para trazer tal animal até a superfície. Algo assustador.... Mas isso são só histórias de marinheiro...
"

Após isso, Haru anunciava sua partida, ainda com alguma timidez. Mas não antes de quitar sua parte, o que foram cerca de cinco mil berries. E assim Hizy e Aisha o copiaram. Era um peixe caro, como era de se esperar. Caro até demais. Mas havia algo a mais, algo especial, o qual só souberam ao quase deixar as instalações, e antes que pudessem sair. Tal como era incomum, ele também era dotado de qualidades e benefícios incomuns, tais como os corais ingeridos agiam contra intoxicações de qualquer tipo de uma forma extraordinária por pelo menos uma onzena, com sua eficiência decaindo gradativamente, sendo usada até na área medicinal, assim como sustentavam a demanda por nutrientes por pelo menos dois dias para uma pessoa comum. Ou seja, sem fome por dois dias.

Como se eles fossem ter dias normais.

Os recém conhecidos se separam e tomaram rumos diferentes. Haru segui para uma loja de armas ainda nas docas, uma de armas simples para navegantes que pretendiam se proteger contra a pirataria com preços em conta e qualidade em falta.


O Rei Vermelho. O Duque Azul & Axell Belmont
Os dois irmãos continuavam a encara-lo, com uma extrema nostalgia, aliás, não é todo dia que se encontra alguém com cabelos tão chamativos quanto os dele. Mas a questão era uma: seria mesmo ele? Bem, não custava arriscar. Pelo menos era assim que Tidus pensava.

Uma última dúvida para seu irmão e a surpresa seguida da pergunta que fez. Era ele. Seu amigo te tantos anos atrás, de tantas memórias compartilhadas, e de tantas histórias para se contar. Como não podia ser diferente, os três tinham muito para se conversar, incontáveis horas de conversa para se jogar fora. E não podia ser diferente. Não com um reencontro tão inesperado. Pelo menos, não por eles, mas como alguns dizem, não existem coincidências. Eles estavam juntos mais uma vez, na ilha da revolução, com ideais a flor da pela. O destino não engana.

Os dois irmãos podiam não saber, não tanto quanto achavam, mas estavam parados em frente de um grande homem, com grandes ideais. Um homem com pujança e com uma determinação inabalável. Um líder como nunca foi antes, como eles podiam ver. Ele havia crescido, e estava pronto para mudar o mundo. Isso era claramente sentido em seu discurso por qualquer coração que escutasse tais palavras.

Seus punhos estendidos esperavam a resposta de uma vida, a mudança, a esperança. Os punhos se tocaram, dos três amigos, formando um laço duro como o ferro mais resistível. Correntes inquebráveis que nem o tempo apagaria. E como bons homens faziam para comemorar, nada melhor que compartilhar uma bebida.

Com o Rei Vermelho na frente e os dois companheiros atrás, o trio se fez notar na caverna, emitiam um vigor tão grande que seus desejos antes oprimidos podiam ser sentidos de certa forma, pessoas interessantes e especiais. Ray notou vários olhares, como era esperado após chamar tanta atenção. Botou vinte mil berries na mesa e recebeu uma garrafa de saquê em troca.

Era o início de um grande marco. Mas isso é uma história ainda para se contar.


Fury DonoVan& Hanna

Hanna atraía alguns olhares, como era de se esperar de uma garota tão jovem em um lugar tão inapropriado para uma dama, cheio de velhos rabugentos e pessoas estranhas. Mas o que esperar de um lugar sem nome? Na verdade, não eram alguns olhares, eram todos. Com uma única e intrigante exceção. Pelo menos, para a garota.

Com toda atitude que tinha ela se levantou, acompanhada dos olhares que seguiam cada movimento de seu corpo. Aquele homem a intrigava e ela tiraria isso a limpo. Pessoas diferentes, pessoas interessantes, era assim que as coisas funcionavam. Chegando em sua mesa, na verdade o balcão, no canto mais afastado, ela se sentou, com a devida permissão - em tom meio rude e pouco interessado - e fez o que estava ali para fazer.

As apresentações foram feitas e ambos já partilhavam dos nomes dos próprios. Fury sentia uma leve inquietação que crescia a cada palavra dócil que saia da boca de Hanna. Ele corou, apesar das tentativas. O nervosismo crescia. Enquanto isso o garçom oferecia mais um copo de água para a beldade, o que sem querer derrubou por falta de cuidado - ou não - e acabou por molhar os seios da mulher. Não olhar era inevitável. Algo dentro de si o incomodaria muito, algo que implorava para sair. Fury quase perdia o controle. Quase.

As portas se abriram com força e um trio de homens fortes e chamativos entravam na taverna, iluminados com a luz do sol atrás de si. O vigor era claro no grupo. Eles roubaram a cena. Assim como salvaram Fury da tentação momentânea. Eles falavam abertamente, eles falavam da revolução.

Off:
 



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MensagemAssunto: Re: Pronto para começar! A formação da Red Legion!   Pronto para começar! A formação da Red Legion! - Página 2 EmptySeg 11 Jan - 13:41


Por alguns instantes foi possível ver o tamanho da vergonha que Haru estava simplesmente pela cor de sua pele. Talvez nem se ele ficasse o dia inteiro sem roupa em baixo do sol ele ficasse tão vermelho como ficou depois do grito de introdução que o garoto de cabelos azuis claros deu. Ele entrou em choque. Ficou estático por alguns segundos e olhando rapidamente para todos os lados, checando se todas as pessoas do bar tinham olhado para ele. – Por que!? Por que comigo!? – Ele choramingava em sua cabeça enquanto escutava a chuva de palavras que o garotinho mandava em sua direção.

Assim que as pessoas do bar começavam a retomar suas atividades e a ignorar os três, Haru começava a se acalmar e a diminuir a vergonha que estava sentido no momento. Assim ele poderia finalmente receber as informações que Hizy, que era como se chamava o garoto de cabelos azuis, dizia. Ele começava a se apresentar e em seguida apresentava a garota que estava ao seu lado. Ela era a irmã dele e era completamente diferente dele, tanto em aparência como em atitude. Quando Haru olhava para a mesma para cumprimenta-la, ele tomava um susto pela presença ameaçadora que ela emanava e pela forma de como seus olhos fuzilavam os dele.
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Haru poderia ser alto, ter um corpo forte e ter olhos de um tom ameaçador, mas por dentro ele é tão tímido que chega a ser um pouco covarde, principalmente com mulheres. Definitivamente aqueles dois não eram normais.

Apesar de todo constrangimento, Haru foi forçado a sentar próximo de Hizy. O garotinho insistiu para que o homem de olhos vermelhos sentasse ao seu lado e sem muita relutância ele assim o fez. Hizy fez questão de mostrar o quão insistente ele poderia ser. Aproximando seu rosto do de Haru e indagando-o com muitas perguntas ele fazia com que o homem se encolhesse no canto de sua cadeira. Haru não estava com medo de Hizy e sim de sua irmã que o olhava como uma tigresa olhava para o predador que quer comer o seu filhote. – Meu deus! O que essa mulher tem de errado!? – Ele se perguntava enquanto ouvi as perguntas de Hizy. - HARU-SAN! Você é daqui, de Conomi? Nós somos do distante reino de Alabasta! – Após ouvir as palavras de Hizy, Haru se ajeitava em sua cadeira, afastando-a alguns centímetros para poder respirar.

Com todas as perguntas que o garoto fez, ele escolheu logo querer saber de onde Haru tinha vindo. Fazia pouco tempo que ele tinha sido arrancado de sua terra natal e isso ainda mexia um pouco com o rapaz, que segurava para não deixar suas emoções saírem. – Bem... – Ele começava a fala ainda pensando em um jeito de contar, pois sabia que se falasse algo muito triste Hizy ia fazer um escândalo. – Eu... Digamos que minha ilha não existe mais. – Ele falava forçando um sorriso e olhando para eles como se quisesse dizer “não pergunte mais”.

Para sua sorte, a comida que eles tinham pedido finalmente chegara e assim a atenção era voltada totalmente para esta. Sem muita cerimonia todos avançavam em direção ao prato que era dissolvido. O prato tinha uma aparência única e um sabor inigualável, provavelmente a melhor comida que Haru tinha provado, já que sua alimentação era baseada em ervas e carnes de lebres e raposas. Por um momento, enquanto comida, Haru pode sentir a felicidade e esquecer-se do seu passado recente. No final, já de barriga cheia, uma visita inusitada aparecia: o cozinheiro. Ele se dirigia a mesa onde estavam e perguntava aos três o que tinham achado da comida, apesar de ele poder ver a resposta na cara dos três. Antes de sair, o mesmo também contava como tinham conseguido aquele peixe, que era mais que inusitado para Haru.

- Essa foi uma raridade única no nosso cardápio. Como sabem, estamos no mar do leste e esse peixe não é típico aqui. Na verdade, ele se quer é típico nos mares do sul, foi um achado e tanto. Aliás, é um animal de águas profundas. É como se as correntes tivessem mudado e algo o tivesse espantado das profundezas para trazer tal animal até a superfície. Algo assustador... Mas isso são só histórias de marinheiro... – De fato Haru não entendia de muita coisa que ele falou, somente que ele teve a oportunidade de comer um peixe muito exótico, deixando-o muito feliz.

De estomago cheio e sabendo que não teria mais que ficar junto daquela dupla de contrastes, Haru anunciava sua partida e rapidamente saia do local, mesmo com Hizy fazendo uma cena para que ele permanecesse com eles. – Ahh... Me desculpe, Hizy, mas sabe... Humm... Eu tenho que... Sabe, fazer algumas coisas. – Era uma desculpa esfarrapada, mas era o que ele tinha naquele momento. – Obrigado por dividirem a comida comigo. – Logo após falar ele se dirigia ao balcão com mais um pouco de dinheiro em sua mão. – Olá, eu queria um maço de cigarros e um isqueiro, por favor. – Assim que tivesse comprado o que desejava, ele pegaria os itens que tinha comprado e sairia do local. A principio Haru iria precisa de uma arma para não ficar desprotegido e por isso ele tinha ido procurar por uma loja que pudesse lhe fornecer tais armas. Ao adentrar na loja ele pode ver que as armas que tinha a venda estavam em um estado bem ruim e isso fazia com que ele saísse imediatamente do local. – Acho que não vou comprar aqui... – Ele falava para si mesmo já tirando um cigarro do maço e acendendo-o com o isqueiro, se tivesse conseguido comprar. – Acho que vou começar a procurar pelos revolucionários... – Sem mais delongas Haru começava a se dirigir para o interior da ilha, sem antes perguntar algo para algum desconhecido que estava andando próximo dele.

- Olá. – Ele tentava falar, ainda que estivesse um pouco envergonhado. – Queria saber onde posso encontrar os revolucionários da ilha. Acabei de chegar na ilha vindo de outra ilha cheia de revolucionários e queria saber como poderia me juntar a eles. – Haru sabia que era arriscado perguntar algo desse tipo e em voz alta por que eles poderiam estar observando-o nesse exato momento, mas era um risco que ele teria que correr. Caso a pessoa respondesse algo, ele iria então agradece-la com um cumprimento e em seguida iria se dirigir par o local que lhe foi indicado. Se ele não tivesse uma resposta descente, iria se dirigir a outra pessoa e faria a mesma pergunta até conseguir alguma resposta.

Se Haru tivesse conseguido chegar aonde os revolucionários poderiam estar, ele iria até o local e procuraria falar com um deles. – Olá, eu queria me juntar ao exercito revolucionário.
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