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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 10th Chronicle - The Becoming

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Van
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MensagemAssunto: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyDom 1 Mar - 10:50

Relembrando a primeira mensagem :

10th Chronicle - The Becoming

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marine Claire Silverburgh. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyQui 30 Abr - 0:54

Nunca havia visto alguém tão abalado e enfermo quanto aquele moleque. Ainda assim, ele usava de um esforço tremendo para disfarçar seu estado quase mórbido para continuar conversando comigo, no fundo achava aquilo realmente impressionante. O pirralho devia ter mais bolas que muitos marinheiros que eu conheci.

Ouvia tudo que ele dizia atentamente, segurando o cigarro com a palma da mão apontada para mim, liberando a fumaça em longas baforadas para baixo. À medida em que o escutava, tinha mais certeza de que o garoto era verdadeiramente incomum, recusava qualquer recompensa. "Será que é só por estar... morrendo?" - duvidava disso, ele deveria ser ridiculamente altruísta e não pediria nada em troca em qualquer ocasião.

O alívio era imediato quando descobria que Norio sequer havia embarcado, mas em seguida me irritava o fato de que o cabeça-oca nem se deu ao trabalho de se despedir ou justificar. "Aposto que é coisa da loirinha, dois imbecis, nasceram feitos um para o outro." - disfarçava a raiva com mais uma tragada, dando pequenos toques no cigarro para que a cinza se espalhasse pelo chão mesmo. De qualquer maneira, o alívio se sobressaía sobre a raiva, não aguentaria mais alguma perda.

O pedido de Lucius era um tanto quanto peculiar, chegava a me causar certo estranhando. Eu ouvia tudo atentamente, apenas sorrindo, não demonstraria qualquer sentimento de pena ou infelicidade, o desgraçado merecia a dignidade que estava exigindo, e muito mais até. Ainda sentada, e com o pulso que segurava o cigarro repousado sobre meu joelho, eu daria a ele tal pedido, conforme prometido.

- Lucius, você fez um ótimo trabalho. - diria firmemente, talvez não com o tom formal que um capitão daria ao seu subalterno, pois estava sorrindo, e logo levava o cigarro novamente até a boca. Não sabia mais o que dizer, mas aparentemente não adiantaria de nada, já que o soldado apagava bem na minha frente.

Eu não tinha certeza de como estavam meus reflexos, mas faria um esforço considerável para que eu conseguisse o alcançar pouco antes de atingir o chão, segurando-o com o braço direito. Não ligaria de sacrificar meu cigarro para isso, não parecia certo deixar o infeliz cair feito uma jaca podre. A partir disso, não tinha a menor ideia do que fazer, o fitaria com cara de idiota durante alguns segundos. "Alguém cuidou dos meus ferimentos enquanto eu estava desmaiada, eu preciso encontrar o desgraçado." - com o outro braço, seguraria-o abaixo dos joelhos e o colocaria na cama, ignorando toda a dor ou fadiga que eu pudesse sentir, se ele fez tudo aquilo com uma faca fincada na barriga, seria uma vergonha se eu não fosse capaz disso. E em seguida, caminharia até a porta, abrindo-a para ver se alguém estava por perto.

- Rápido, idiota! Traz um médico pra cá, agora! Seria ainda melhor se fosse o mesmo que cuidou de mim, anda! - ameaçaria o primeiro marinheiro que visse no corredor, ignorando sua patente. Apoiaria-me na batente da porta, se fosse necessário para me manter em pé e faria gestos para que ele se apressasse e não questionasse.

"Não quero que esse pirralho morra." - pensava, com determinação e sem saber ao certo o motivo disso. "Eu teria feito o mesmo anos atrás?" - a reflexão vinha naturalmente, tendo quase certeza que não. Sentimentos de altruísmo eram absolutamente raros da minha parte, fazia sempre apenas o que achava certo. Algo que também era escasso, até pouco tempo atrás eu quase não tinha esse conceito entre o certo e errado, apenas fazia o que queria. "E ainda faço, de certa maneira." - Certamente, estava fazendo tudo aquilo porque eu queria, simplesmente isso e nada mais.

Olhava para trás, vendo se ele ainda parecia vivo. "Como alguém parece estar vivo?" - não tinha a mínima ideia, meus conhecimentos com coisas de médico eram uma bosta, apenas sabia diferenciar alguém atraente e sexy de alguém desfigurado de um espancamento, eu só sabia que alguém estava mal pra caralho se eu conseguia arrancar alguns dentes na porrada. Meus diagnósticos não saíam destes critérios, não que eu estivesse frustrada por isso. Impacientemente esperaria que alguém aparecesse, ouvindo o que a pessoa tinha a dizer.
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Volker
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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyQui 30 Abr - 12:49

- Questions -




A repreensão do médico por mais que justificável e muito mais do que compreensível não era exatamente bem recebida por mim, no entanto, sabia que diante daquela situação o ato de ‘bater o pé’ e insistir naquilo seria prejudicial, sentia sede era verdade, mas tentaria pelo menos por hora fazer um esforço para ignorá-la. Felizmente, o fumo ainda era algo no qual eles não podiam evitar, apesar dos malefícios de tais hábitos, os mesmos eram reconfortantes para mim e o simples ato de fazê-los era a mais simples forma de prazer que podia obter em meio a todo aquele caos e sofrimento.

Hmm, é medicinal para mim. – respondia calmamente a indagação de Aaron, enquanto puxava um longo trago e soltava a fumaça em curtos e leves intervalos, buscando relaxar o corpo e a mente. – Essas pessoas sobreviveram a uma explosão que devastou a ilha e também, a um assassino que chacinou todos aqueles que gritavam após a explosão, não irei questionar se foi sorte ou puramente frieza, mas não será uma fumaça de cigarro que os matará agora. – dizia aquilo que pensava em voz tranqüila e olhando o Capitão fixamente, não haveria pressa alguma para consumir todo o fumo do cachimbo e como tal o faria de forma que fosse prazerosa para mim, bem lentamente.

Os números daquele ataque não se mostravam animadores e muito menos confortavam, se eu me sentia incomodado com tamanhas perdas, quem dirá Aaron que pelo menos até aquele momento aparentava ser o tipo de pessoa que se importa com todos ao seu redor. Sem titubear o mesmo avisava que não se importaria de tomar a responsabilidade de toda a burocracia que se seguiria após o ocorrido, uma vez que Holem estava morto. Enquanto isso eu apenas observava o quadro já estável de Jenny a medida que tragava a fumaça para o interior de minha boca, soltando-a calmamente.

O pedido do capitão para chamar a criança que ele havia salvado era justificável, a mesma não aparentava ser uma real ameaça, tanto que fora protegida o tempo todo por ele, talvez ela estivesse com boas informações, porém ainda seria necessário obter mais dados com os prisioneiros, isso se eles já não tivessem dito tudo a Claire. – E nesse caso eu aposto que não falaram nada. – apostava comigo mesmo, enquanto observava a enfermaria.

Se Claire surgisse, perguntaria após um curto trago. – Conseguiu o que queria com nossos convidados? – diria em voz tranqüila, ainda observando Jenny enquanto soltava a fumaça pelos lábios e mudando o olhar até a Comodoro. Se a resposta dela fosse positiva, sorriria. – Ok, eu perdi, cinco berries para mim mesmo. – pensaria antes de falar. – Então não se importa de compartilhar-las conosco? – pediria educadamente, porém com mais seriedade na voz, enquanto aguardaria uma resposta da Comodoro.

Caso a resposta fosse negativa, sorriria, porém não era algo debochado, afinal de contas seria muito mais fácil se tivessem nos dado toda a informação e de que no final, minhas expectativas se mostrassem erradas. – Como o esperado. – seguraria o cachimbo com uma das mãos e o descansaria sobre a coxa, longe do ferimento tratado. – Bom, então acho que a abordagem física não fará efeito. Vamos precisar partir para algo mais psicológico. Não se importa se eu assumir o interrogatório? – Havia muitas formas de se torturar e muitas sem nem mesmo precisar ir diretamente ao local, embora estivesse totalmente disposto a assumir independente do aval dos demais no local, senti que talvez não fosse o momento para tal e nem o certo.

Se a criança que Aaron chamou viesse até nós, observaria a conversa inicialmente e então após algumas perguntas, faria as minhas. – Há mais deles? Não creio ter visto todo os membros do bando e se a resposta for sim, porque o real foco deles eram os Comodoros? – faria uma pausa esperando a resposta para então voltar a questionar. – Quem é Toshi? – olharia fixamente para a criança, mas logo mudaria meu olhar para Claire caso ela estivesse, enquanto finalizaria a pergunta, para ambas. – E quem é Hyemi?

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Aventura|Ficha

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~The winds of winter approaching
Blood calls for what cannot be denied
The viper remains alive and their children join the hunt
They want to hunt, they must hunt
Their own dreams, their own pain, no going back
Blood calls and only vipers can feel it!~


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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptySeg 4 Maio - 20:29

As palavras da tenente foram as ultimas coisas que Lucius escutou, caindo como um boneco que já não tinha sustento. Audrey se esforçou para chegar até o seu salvador, impedindo que este fosse diretamente à madeira, mas pouco adiantou, pois sentiu a pele já frágil, o corpo gélido e mole do soldado em seus braços. Com mais esforço ainda, levou-o até a cama onde repousava anteriormente, vendo que ele já não apresentava muita vida, talvez já estivesse morto, mas o seu último pedido tinha sido atendido e mesmo com o sorriso forçado, ele pareceu feliz com tudo que tinha feito. A porta aberta e nenhum ser vivo passava por alguns minutos, o tempo era tão curto para aquele soldado, que não parecia ter solução mesmo que alguém viesse até ali para ajuda-lo. Escorada na lateral da porta, viu um marinheiro passar correndo, parou-o com suas ameaças e não recebeu o melhor dos olhares. – Isso.... – Hesitava ao falar, só que apenas o observando daria para entender que não havia como. – Não há médico que consiga fazer o que fizeram em você, pois quem fez isto... Foi ele. – Apontou para Lucius, que permanecia parado até que subitamente seu corpo tremia, dentes rangiam e ele parecia um pouco acordado, ou talvez fosse apenas a sua consciência lhe dizendo para acordar, mas com isto ele conseguia ao menos deixar breves palavras no ar. – F-f-rio.... – Murmurou. – Frio... – Inconscientemente ele se abraçava, encolhendo o corpo ao máximo para poder se proteger de um frio que não existia. – Ele usou todos os medicamentos necessários para fazer um antidoto, mas ele só foi o suficiente para tratar você, Tenente.. Havia outro remédio, ele me disse. Só que este servia apenas para aguentar um pouco mais os efeitos do veneno. E-eu não tenho quem chamar, não há como resolver isso, não tem um único toxicólogo vivo nessa ilha. – Abaixou a cabeça e seguiu seu caminho, ignorando o fato de ter recebido aquela ordem, pois não conseguiria cumpri-la. Um pouco de sangue sujava a cama, os curativos que Lucius usava já estavam também banhados por aquela cor, provavelmente tinha sido aberto mais uma vez com os movimentos feitos por ele, mas sua situação piorava a cada instante. Somente o frio sentido por ele revelava que a morte estava próxima, não havia nada para Audrey fazer, sem conhecimentos um tratamento errado podia leva-lo à morte mais cedo, só que ela permaneceu na porta observando ele. De algum modo a pessoa que se mostrava forte já não tinha como fazer isto, pálido demais, fraco demais e frio demais.

Minha flor, não chore.. Fizemos muito mal à vocês, mas as ordens de um superior nunca são negadas. Posso não ser um ótimo homem, sei bem que fiz diversas coisas imperdoáveis, e tudo isto pela minha capitã. Sofrer dor é tão normal para nós que você nem precisa preocupar-se. – Deu o sorriso mais sincero que poderia ter, olhou-a nos olhos e voltou a falar. – Eu não posso mudar, já é tarde. Devo apodrecer em Impel Down e pagar por meus crimes, mas antes disso... – Hesitou por um instante, olhou o chão, depois Huka e novamente Claire. – Antes disso eu te direi ao menos uma coisa. – Respirou fundo e antes mesmo de continuar, o pequeno loiro tentou se mover enquanto falava ao seu companheiro, que talvez nem fosse mais. – Contar algo?! Haha.. Você é meio idiota caindo nessa conversa dela, olhe bem para esse rostinho bonito. Ela não é legal, se fazer de legal não muda nada agora. Eu não sou uma pessoa boa, você não é e ela também não! Vamos ser presos? Ótimo, mas você não precisa dar informações aos inimigos, não é hora para isso! – Gritava com uma raiva profunda.  – E quem é o nosso inimigo? – Indagou.  – Ela? – Fez um gesto com a cabeça, indicando Claire.  – Quantas vezes você teve que saciar os desejos da capitã? Você nem deve se lembrar, heh.. Eu sei que ela nos fortaleceu fazendo isto, mas quem é o real inimigo?... Ela não parece pensar em destruir alguém, tudo o que faz é seguir as ordens daquele cara, e você sabe me dizer uma razão para isso? – Riu baixo antes de voltar ao seu falatório.  – Somos todos bonecos nas mãos daquele garoto. Você sabe disso, todos da tripulação sabem disso, mas eu esperava pelo dia em que a capitã fosse perceber isso. Só que não chegou, ela nos abandonou, estamos presos e não há como escapar. Eles não vão voltar por nós, pois somos bonecos, simples bonecos que perderam a utilidade depois de serem derrotados. Brinquedos, como ela nos chamava, hah.. Você é só uma criança e já se acha tão forte, tem tanta coisa para dizer, quer destruir tudo e todos, mas você não pensa que foi tudo por causa dela. – Olhou o chão sem muito o que falar, parecia querer fugir, só que voltou à sua pose firme, olhando fixamente seu companheiro pirata.  – Brinquedos, Huka, apenas brinquedos. Esqueça essas suas ideias, seja um bom garoto e não haverá problemas. Vamos ser presos por tudo isto, mas ela precisa saber. – Olhou novamente a Comodoro e falou.  – Não é só por causa da sua história, de suas perdas ou coisa do tipo, mas sim porque eu te amo do fundo do meu coração. Sou um pirata, nunca teria uma chance com a grande Comodoro Claire Silverburgh, só que meus sentimentos não vão mudar, eu não deixarei. Agora falando sobre o que acontecendo.. Bem... O seu namorado não está morto, nem sua melhor amiga, isto se ela for quem eu penso. Não posso garantir o restante, mas ele está vivo. – Um sorriso surgia novamente em seu rosto, estava aliviado por esclarecer isto e triste por ter dito que o namorado dela estava vivo, só que uma pessoa que realmente ama outra não a deixaria sofrer.  – Treine. A força deles é bem maior do que isto. – E com isto ele se calou, abaixando o rosto para fitar o chão enquanto escutava os passos de sua amada indo para longe das celas. Huka não falou nada, seu olhar era fixo no teto, mas parecia ter perdido qualquer vontade de viver, olhos vazios e o coração dele talvez tenha se quebrado com tudo aquilo.

Till não atendia ao pedido de Aaron, pois parecia gostar de fumar e sua justificativa era que aquilo seria medicinal para ele, para os outros talvez não, mas de que importava? Depois de tudo o que havia acontecido, uma simples fumaça do fumo dele não faria mal, ou poderia sim fazer e ele seria o culpado algumas mortes. A criança ainda não tinha surgido, nem mesmo algum companheiro conhecido dos dois capitães. O Dragão Branco fazia seu pedido, querendo que aquela pequena criança escrava viesse ao encontro deles para esclarecer tudo, pois fora ela que estava no meio de tantos piratas e saberia explicar melhor tudo o que tinha acontecido. – Eu aceitaria, mas não sou eu que decido, sinto muito. – Olhou em volta e caminhou até onde Aaron repousava. – Aquela criança sumiu. Não sei a razão, mas ela desapareceu depois de todos serem trazidos até a enfermaria. Se está ou não viva, você poderá saber com outras pessoas, eu não tenho informações certas sobre isto. – Aaron entendia aquilo e se encostava na cama para dormir novamente, mas Claire surgia na porta da enfermaria antes disto, questionando ambos sobre o que gostariam. Till tinha perguntas prontas, mas o dragão parecia mais quieto. Simplesmente do nada, aquela criança que todos procuravam apareceu. Skyblazer não teve tempo para reagir, apenas sentiu o sangue quente daquela frágil vida cair sobre seu corpo, pois ela havia aparecido em cima do capitão. Havia um corte do peito até o abdome, era profundo e sangrava muito, mas aquele pequeno ser não ficou muito tempo ali, saltou de cima do seu salvador e respirou fundo. – Quase.... Eu quase peguei! – Falou e sumiu antes que qualquer um pudesse para-lo. Seu ferimento era grave, havia perdido muito sangue, mas parecia estar fazendo algo importante e depois de seu ultimo teleporte a criança não voltou mais.


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Última edição por ADM.Ryoma em Seg 4 Maio - 23:17, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptySeg 4 Maio - 22:51

Hope



10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEA notícia era o combustível suficiente para iniciar uma pequena chama em sua mente. "Kyu-kun... Ame-chan..." Um suspiro de alívio podia tranquilamente ser escutado de dentro da cela, enquanto Claire, recostada sobre o lado de fora da porta do calabouço, sorria. Ela não havia mentido, sobre nenhuma parte do seu passado. Sua sinceridade havia sido transparente como um puro cristal. Não guardava rancores incalculáveis - e agora com seu amado vivo, tinha uma nova oportunidade de recuperar o seu futuro. - Que bom... Que bom!! - Uma única lágrima era o que se permitia desfrutar, o tempo não aguardava para seu sofrimento ceder. Enxugava gentilmente o rosto e avançava em passos tranquilos em direção à enfermaria, procurando concatenar seus pensamentos.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEMal aparecia à porta e uma pergunta já era lançada na direção dela. Não tinha pressa. Caminhava tranquilamente até a cadeira mais confortável que estivesse ao redor dos capitães. Seus cabelos se moviam com o balanço do corpo, acompanhado do vestido e da capa. Seus olhos singulares tinham um brilho misterioso e puro de algo um tanto indistinguível. Ao se sentar, ajeitava os cabelos, cruzando as pernas elegantemente e passava os olhos pelos capitães, respondendo a pergunta de Till. - Sim. - Um sorriso magnífico surgia em seu rosto. Finalmente a luz que pairava sobre sua aura fazia sentido. A esperança.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslE- O Comodoro Kyusei e a Tenente Amethyst ainda estão vivos. - Falava aquilo com um preciosismo inacreditável. Como se aquela informação realmente fosse a coisa mais valiosa que pudesse adquirir. - Ai... Calma lá... Uma coisa de cada vez... - Revirava os olhos para o capitão, desdenhando de sua impulsividade para recolher informações. - Esse bando se chama Kortsalgumacoisa e tem relação com o Tsubasa no kanmuri. A última vez que eles foram vistos foi em Great Cave, a próxima ilha. - Erguia a sobrancelha. Não era uma pergunta que ela mesma já não havia feito algumas vezes. Só que, como ele, permanecia sem a resposta.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslE- Queria saber... - Dava de ombros com um sorriso melancólico. Não era a primeira ou segunda vez que vinham atrás dela, especificamente. Isso realmente não fazia sentido. Claire não tinha absolutamente nada de especial que pudesse valer tamanho esforço. - Toshi é o líder desse bando, enquanto que Hyemi é minha amiga e agente do governo que enfrentou esse bando e falhou na missão... - Quando cansava de falar, via um vulto surgindo diante dela. Se levantava em um solavanco, já em posição de luta e só quando percebia o garotinho ensanguentado que relaxava. Quando estava para ir na direção dele para ajudá-lo que o mesmo desapareceu.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslESentava-se novamente, sem entender muito bem o que estava acontecendo, só que continuava a falar como se aquilo não tivesse acontecido. - Vou esperar a ajuda de Grand Ranch chegar e vou para Great Cave atrás do Toshi, se quiserem me acompanhar. Qualquer força é bem-vinda. Preciso treinar também... Eles resgataram a capitã, então o número de inimigos vai ser formidável. Na condição que estou não vou conseguir fazer muita coisa... - Aguardaria eles falarem o que mais tivessem para conversar, responderia suas perguntas e partiria com um último aviso. - Vou ver como está a ilha. Agora descansem, é uma ordem. Vocês não me servem de nada sem forças. - Deixava o recinto movimentando a mão direita em uma despedida sucinta.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslESaltaria do barco para a ilha e começaria a caminhar, vendo, finalmente, o resultado daquilo tudo. Precisava confirmar também se alguém estava se abrigando no subterrâneo. E ainda queria confirmar se Hyemi estava entre os corpos que foram recolhidos. Quem sabe, se utilizasse essa nova capacidade de sentir as pessoas, pudesse encontrar algum sobrevivente pela ilha. Caso aquilo não desse em nada, voltaria até Audrey, no barco.



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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyTer 5 Maio - 0:43


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Elite Squad!



10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEPodia-se dizer que um novo sopro de vida finalmente voltava a vaguear pelo corpo cibernético de Aaron. Não apenas sentia sua capacidade de utilizar seus poderes demoníacos voltar paulatinamente, mas também quase podia vislumbrar parte das várias dores que sentia levantar-se e caminhar para fora da região de suas costas e pernas. Aquele descanso parecia estar rendendo frutos, finalmente.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEPara completar, tinha seu pedido atendido. Não, não de uma maneira convencional; mas quase como se o universo respondesse à sua vontade, o garoto aparecia ali. Aaron, sobressaltado, erguei seu corpo um pouco para tentar entender o que estava acontecendo – Não, espere! – Gritou, apenas para ver o pequeno aliado sumir novamente; longe de qualquer suporte que o Dragão Branco pudesse lhe oferecer. Atônito, responderia a Comodoro, caso tivesse tido a oportunidade de realizar tal proeza:

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEEu entendo que os inimigos serão muitos, Claire. E entendo mais ainda a dificuldade que é lutar contra pessoas nesse nível de poder... Acho que nunca tive de fato noção de como a pirataria contava com inimigos formidáveis, mas olhe em volta – Faria um gesto plácido com a mão, como se mostrasse os arredores imaginativos da ilha que não podiam ser vistos dentro daquela cabine – Alguém precisa ficar para consertar isso. O Holem... O Regente... Todos se foram sob o efeito da explosão. Eu quero honrá-los, quero continuar de onde pararam. Quero poder fazer com que o legado de Toxic persevere mesmo frente à catástrofe que vivemos. De nenhuma outra forma conseguiríamos enviar um postulado tão forte ao mundo. De nenhuma outra forma poderíamos gritar tão abertamente que a Justiça é invencível! – Tinha um brilho sincero no olhar, assumindo todo o peso da responsabilidade que trazia para si.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEEu vou ficar. Eu vou treinar. Eu vou aprimorar todos os meus poderes – Ergueria um punho fechado, tentando concentrar-se em manifestar nele o mesmo "poder negro" que tinha sentido outrora, no evento da explosão, como uma forma de demonstrar sua força de vontade – Vou organizar a chegada de suprimentos, e vou ajudar de todas as formas possíveis na reconstrução de Toxic. Sinto que esse é o caminho que devo trilhar, por hora. Irei fazer desta terra uma fortaleza aonde todos os Marinheiros do mundo poderão buscar refúgio e reabastecer suas forças. Um bastião de igualdade e harmonia. Um lugar aonde vocês mesmos poderão visitar em dias vindouros e utilizar como suporte estratégico em missões, depois poderemos brindar a nossa vitória e capacidade de reerguimento. Do olho do furacão surgirá a brisa leve, e o sopro gentil que traz a vida – Sua voz seria quase como a de um poeta, sonhadora e transparente.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEAo terminar de falar o que tinha para dizer, prosseguiria com a idéia que lhe acometia a mente – Você e o Capitão Till, no entanto, precisam dar prosseguimento à essa contenda. Vocês dois têm esse perfil. Comodoro, você deveria criar uma força tarefa especialmente voltada para esse objetivo. Os bandos piratas, sejam quais forem, não podem mais agir como bem entendem. Alguém precisa para-los, enquanto eu reparo os danos por eles causados. Vocês, Claire e Till, deveriam unir forças sob esse objetivo em comum. Algo como uma... Frota. Sim, uma frota. Um esquadrão que traz nas costas a justiça, e nas veias um desejo de retificação pelo fogo da honra e da bondade. Um grupo. E, como todo bom grupo, vocês deveriam dar um nome a isso. Meu mestre sempre falou que nomes ajudavam a dar propósito às coisas – Deixava a ideia no ar; pois realmente sentia que aquilo estava escrito. Que aquilo “era pra ser”.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEMais uma vez, sua atenção voltava-se ao pouco que poderia fazer. Vagarosamente se colocaria de pé, dando pausa a um descanso total, mas ainda movendo-se lenta e calmamente – Doutor... Eu já posso ser útil... Por favor, me direcione a alguns dos feridos. Eu posso apaziguar suas dores... – Murmurava, lutando para manter a voz firme.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEEm seguida, deixaria ser guiado para algum enfermo que o médico julgasse precisar de atendimento. Ao aproximar-se colocaria lentamente as duas palmas de dragão na área do tórax do aliado e então começaria a repelir toda a dor que fosse possível; criando a já conhecida esfera vermelha, e jogando-a fora por alguma janela ou orifício maior que pudesse haver. Se fosse o caso, pediria para que abrisse alguma escotilha da embarcação para que pudesse repelir a dor acumulada para o centro do mar, aonde estouraria sem afetar ninguém.




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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyTer 5 Maio - 16:01

- Então vai se foder. - respondia com absoluta naturalidade, parecia o mais correto a se dizer quando não há nada que se possa fazer, independente se o marinheiro ainda estivesse ali para me escutar ou não.

"Então o pirralho fez tudo isso... quantos teriam feito o mesmo?" - eu o olhava da porta, fechando-a. Eu mantinha a mão na maçaneta, inconscientemente aplicando cada vez mais força nela, enquanto pensava em tudo que ele havia feito ou dito. Eu não queria que ele morresse, e tal momento repentino de revolta talvez fosse aliviado se a maçaneta esmagasse entre meus dedos, seria uma ótima maneira de descontar aquela raiva e frustração. Lembrar de Katt não ajudava, mas era inevitável, assassinada feito um porco indefeso para o abate, tanto quanto o resto da tripulação. "A culpa é minha?" - esse pensamento horrível passava pela minha cabeça pela primeira vez, havia sim a culpa de não poder fazer nada, da impotência de apenas ficar ali em pé, assistindo todos caírem por um maldito assassino quase invisível e covarde. Mas fui eu que havia levado o navio até Toxic? Se Claire não tivesse ligado para mim e ordenado que Modafoca seguisse até aquela ilha, todos ainda estariam vivos...? Tal ideia caía feito uma bomba, criando um desconfortável e incomum frio na barriga, e até mesmo um passageiro nó na garganta. Não me surpreenderia se a maçaneta tivesse virado pó naquele instante.

E havia Lucius, ele poderia ter ficado escondido, calado e sem fazer nada. "Como eu." E não estaria ali morrendo naquela cama, mas decidiu entregar a própria vida para salvar a minha. - Por que? - perguntava em vão, já que ele dificilmente escutaria e na verdade ele já havia respondido algo como minha vida ser mais importante. - Seu idiota, como você poderia saber disso? - o cansaço me fazia escorar as costas contra a porta, enquanto o olhava. A questão do veneno deixava isso ainda mais evidente, não era puro heroísmo barato, ele só queria fazer um maldito bom trabalho.

Andaria até a cama, sentando na beira dela, próxima do soldado. Aparentemente tudo que eu podia fazer era esperar que ele morresse para que o colocasse com os outros mortos, ao lado de todos que me acompanharam até aqui. "Menos o cabeça-oca e sua namoradinha de merda." - era meu único conforto saber que estes ainda estavam vivos, e Claire... Somente sua breve presença foi um consolo inigualável, apesar de todas as atrocidades que nos cercavam.

Era terrível saber que Lucius fez o impossível para me salvar, enquanto eu não poderia fazer nada. Meu conhecimento com medicina é nulo, e segundo o outro marinheiro, ninguém além do próprio moribundo poderia fazer algo a respeito. Se fosse uma maldita espada quebrada, eu poderia consertar, mas como ajudar um soldado envenenado? Como devolver a vida para um homem?

Então eu tive uma ideia. Absurda, mas era uma ideia.

O único remédio que poderia tirar um homem de seu leito de morte. "Não, isso é ridículo." - eu me convencia, mas a necessidade de ao menor tentar salvar Lucius me obrigava a tomar qualquer decisão que fosse. Aproximava-me do rapaz, colocando um braço atrás de seu pescoço e levando seu rosto entre meus seios, apertando-o bem e contando mentalmente até cinco. Colocaria-o de volta até o travesseiro, esperando que ele tivesse a consciência de volta, e quem sabe, a vida.

Caso alguém entrasse, bem no momento em que eu estivesse realizando meu ressuscitamento peculiar, apenas diria, dando de ombros, com uma expressão fingindo desentendimento, defendendo-me:

- Comigo funcionaria.

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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyTer 5 Maio - 16:36

- A Team? -



Cada minuto naquela cama parecia uma eternidade de angustia, não suportava me ver ali parado com a sensação de ser um completo inútil. Milhares haviam morrido em Toxic e os poucos sobreviventes estavam no navio, às dores que me angustiavam nem poderiam ser aliviadas com o álcool, o mesmo havia sido negado a mim pelo médico e pelo que parecia meus hábitos eram de longe os menos apreciados no local. – E isso é de amargar qualquer fumo. – de repente aquele ato de fumar se tornava até menos prazeroso, porém não era a primeira vez e provavelmente estaria longe de ser a última vez que sentia isso. Ainda mantendo o cachimbo entre os lábios ouvia a Comodoro Claire falar sobre as informações que havia obtido.

Embora a animação da mesma com as informações que havia obtido, as mesmas pouco significavam, não negava o fato de que saber que uma tenente e um comodoro estavam vivos era sem dúvida uma boa notícia, mas todo o resto pouco valia. – E foi só isso? – gesticulava com uma das mãos. – Fora a informação dos oficiais capturados de que adianta saber do resto? Great Cave? Alguém aqui conhece a ilha? Eles de fato foram pra lá? – puxava um pouco mais do fumo, um trago bem curto para não ter de soltar tanta fumaça pelo ambiente. – Ainda que da mesma forma que eles atacaram, eles podem esperar por uma retaliação e preparar uma emboscada. – fazia uma pausa antes de continuar. – Não estou dizendo para que fiquemos aqui, mas que muitos aqui morreram hoje por causa de dois comodoros, eles só levaram um o que nos obriga a tomar cuidado a cada passo que dermos, do contrário só teremos mais mortes desnecessárias.

Soltava a fumaça que mantinha presa a boca quando o garoto que Aaron havia salvado apareceu. Virava o rosto na direção do garoto com tranqüilidade, observando tudo aquilo até o mesmo desaparecer. – E agora isso. – respondia ironicamente após a criança sumir da presença de todos ali, tão rápida quanto havia surgido. Quando Aaron tomou a palavra, permaneci atento a mesma e embora concordasse que as pessoas de Toxic precisavam de uma nova liderança a idéia dele permanecer ali não me pareceu a melhor naquele momento, porém permaneci em silêncio, não iria interrompe-lo. Quando o mesmo comentou sobre a frota, não evitei lembrar de loguetown e então o respondi.

Antes de partir de loguetown fui chamado para uma iniciativa, chamava-se Dark Side of Justice e embora o nome sombrio seu objetivo era a manutenção da justiça, buscando aplicar as leis onde a mesma fosse necessária, não importando quem seja. – passava a mão pelo cabelo enquanto abafava o cachimbo com a outra para que terminasse a queima do tabaco e então pudesse descansar o cachimbo sobre qualquer superfície próxima de mim. – No dia seguinte parti para Grand Line, talvez aqui fosse o local certo para iniciar algo do tipo. – cruzava os braços enquanto olhava para Claire e então para Aaron. – É algo a se pensar de fato, talvez seja o que a marinha precise no momento.

Aguardaria Claire se retirar para então, relaxando o corpo sobre a cama falar com Aaron. – Eu entendo suas razões, tanto que nem penso em questionar sua decisão de ficar, mas ela precisa ser agora? – gostaria de ter rido um pouco do quão contraditório havia sido minhas palavras naquele instante. – É óbvio que não sairemos daqui tão cedo, ainda teremos que treinar, do contrário só iremos caminhar novamente para a morte. – movia o olhar para frente, observando o vazio. – Se vamos buscar justiça, terá de ser com todas as forças, e isso inclui você. – apontaria para o capitão.

Não estou dizendo para que abandone a idéia de ficar em Toxic, apesar de achar que alguém como você não deveria ficar parado em uma ilha para sempre, talvez seja o melhor para Toxic nesse momento. Eu questiono essa necessidade de ficar agora. – gesticulava. - Venha conosco até Grand Cave, vamos por um ponto final nesta história e depois disso você retorna para cá e reconstrói o QG, eu posso até ajudar na reconstrução. Não tenho muito no banco, mas acho que posso ajudar com algo. – fazia um breve silêncio. – Não peço para que vá por glória ou vingança, mas sim por justiça. Não precisa me responder agora, apenas pense ok? – olharia para Jenny com um semblante mais calmo e menos preocupado com seu estado. – Se não estivesse aqui, certamente gostaria de estar no leme do navio, até lá... – sorriria para a agente. – Vou tentar melhorar o mais rápido possível, espero que faça o mesmo.

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Blood calls for what cannot be denied
The viper remains alive and their children join the hunt
They want to hunt, they must hunt
Their own dreams, their own pain, no going back
Blood calls and only vipers can feel it!~


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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyTer 5 Maio - 20:15

As respostas que Claire tinha obtido não pareciam agradar Till, pois eram tão vagas que nem mesmo se dava para ter uma noção de tudo. Os Comodoros eram os alvos, mas só um fora levado, talvez estejam em Great Cave, talvez fossem até outra ilha. Não havia respostas concretas, a não ser o fato de Amethyst e Kyusei estarem vivos, algo que animava muito a jovem fênix. Ir atrás de algum marinheiro de patente elevada não era estranho, mas por qual motivo estavam à perseguindo tanto? Nada fora dito pelos dois prisioneiros. A aparição da criança fez todos reagirem de imediato, mas não tiveram tempo algum para fazer algo, vendo-a sumir com aquele ferimento, que aparentava ser grave. As ideias de cada um iam sendo lançadas, claro que havia coisas que um não concordaria com o outro, mas Till tentava forçar uma vinda de Aaron, que por sua vez preferia ficar na destruída Toxic Town para reconstruir e organizar uma grande ilha para a marinha, algo que serviria para tantas coisas que não daria para listar. No momento atual um real líder era essencial, mas ainda havia os dois misteriosos marinheiros que haviam auxiliado o trio. Estes podiam ser os superiores, ordens deles teriam que ser escutadas e antes de tudo ser decidido, cada um teria de se recuperar. O dragão branco tinha algumas de suas dores recuperadas, mas não estava completamente bem, precisando de algum esforço para fazer aquilo que buscava. Havia apenas um ferido que ainda tinha dores incomodas, e com apenas um toque o capitão livrou o marinheiro de tudo aquilo, jogando a esfera vermelha pela janela, na direção do mar. Jenny ainda dormia tranquilamente, fazia movimentos enquanto descansava, dando a impressão de que acordaria, mas não acontecia isto. Cada um tinha seus afazeres, e Claire não tinha muito que fazer ali. Ordenou para que ambos descansassem e partiu para fora do barco, sozinha. Enquanto isto o dragão branco novamente foi levado para a cama, sendo sentado pelo médico. – Certo, todos estão tratados. Descansem! Vou dar uma olhada nos que estão lá fora. – Comentou sem olhar diretamente para os dois capitães, saindo do local alguns minutos após a Comodoro.

Do lado de fora só se via a destruição. Não tinha restado nada de bom para contar história naquela ilha, a não ser o lugar onde Claire uma vez treinou. Aquele local ainda não havia sido explorado, e com uma breve andada pelos mortos pode ver que Hyemi não estava entre os já encontrados. Alguns ainda respiravam e eram rapidamente tratados, subindo ao barco, ou mesmo tendo os devidos tratamentos por ali para que não fosse tarde demais. Nenhum civil estava entre estes sobreviventes, somente marinheiros aguentaram a força da explosão, provavelmente pelo treinamento para se tornar um bom protetor da justiça. O subterrâneo ainda era inexplorado. Nenhum marinheiro tentou alcançar aquela área, somente Claire, que tinha ainda o objetivo de encontrar a agente que estava sob seus cuidados. Desceu com passos suaves, sem escutar som qualquer durante a descida, mas fora quase no fim da escadaria que certos gritos surgiam além da porta aberta revelar a jovem que ela estava à procura. Não tinha encontrado Hyemi da melhor forma possível, pois a garota estava no chão, nua, enquanto um homem de cabelos negros, pele escura e corpo bem musculoso, mas o que chamava mesmo a atenção era uma tatuagem em seu braço direito, esta era a bandeira do bando que havia invadido e explodido Toxic Town, revelando claramente ser um pirata. Os olhos dele estavam fascinados pelo frágil corpo da agente, que tentava resistir aos avanços do pirata, mas sua força não permitia isto. A horrível cicatriz que não gostava de mostrar, os olhos cheios de lágrimas e seu corpo todo a mostra. Nada podia ser pior para Hyemi. Claire pode ver o homem abrir sua calça e abaixa-la, pronto para algo que ela já conhecia, mas havia tempo, pois ele não tinha percebido a Comodoro na porta e tentava calar os gritos da frágil agente. – Soco-.. Socorro! – Tentava gritar, só que sua voz era tão fraca que nem mesmo se escutaria de tão longe. O desespero dela fez o homem se irritar, dando um forte tapa no rosto dela, lançando um dente para longe, além de fazê-la cuspir sangue. Os pulsos iam sendo segurados e ele forçava ao ponto dela gemer com a dor, talvez tivesse quebrado algo, pois o corpo dele pousava sobre o dela, mas ainda faltava domina-la para começar o ataque. Claire tinha tempo, talvez até demais, só faltava a iniciativa de avançar contra o último pirata livre naquela ilha.

O marinheiro escutou as palavras de Audrey e quase respondeu, mas lembrou-se de sua patente, curvou-se e seguiu o caminho que já devia ter seguido. Salvar Lucius já se tornara algo impossível para ela, que sem nenhum conhecimento médico só podia ficar ao lado do soldado até sua morte. As perguntas não tinham resposta, apenas o frio que ele sentia parecia ser algo que deixava ele vivo, ou talvez não. Aquilo podia ser apenas o ultimo passo antes de sua morte, e entre seus delírios, nada mais era dito, por um breve momento tudo ficou tão quieto e tristonho, mas a tenente foi até a cama, sentando-se para ficar com ele enquanto tinha tempo. Ele não era ninguém importante, um simples soldado que salvou sua superior. Provavelmente seria honrado depois de sua morte, mas por qual razão arriscaria sua vida por uma simples tenente que nunca viu em sua vida? Era difícil de saber com ele naquela situação. O frio era absurdo demais, podia ser sentido até mesmo de longe, mas Audrey já estava quente, seu corpo quase havia se recuperado do veneno e não tinha problemas com a temperatura corporal. A última tentativa. Um ato desesperado e insensato que levou o rosto de Lucius aos seios da mulher, apertando ele ao mesmo tempo em que o corpo de ambos se tocavam de leve. A sensação quente e acolhedora da dama de ferro o fez ter alguma reação, talvez seus últimos momentos ainda acordado. Os olhos encararam-na tristemente, ele não queria aquilo, estava evidente que sua morte não era algo que o mesmo gostaria que outras pessoas vissem, mas do que reclamar? Uma bela mulher estava ali, apoiando e tentando fazê-lo resistir por mais algum tempo. Somente isto bastou. Mais nada era necessário. A porta enfim se abriu e a mesma criança que Audrey já tinha visto anteriormente surgiu com um frasco transparente contendo um liquido preto, nada era dito, mas apenas de olhar o estado em que a pequena criança se encontrava dava para dizer os riscos que tinha tomado para fazer algo. Lucius não esboçou reação, fechou os olhos já aceitando seu destino e neste instante aquele pequeno ser lhe fez abrir a boca, erguendo levemente a cabeça para que bebesse o liquido preto. O chão estava repleto de sangue trazido pelo novo visitante, um corte do peito até o abdome liberava aquele mar vermelho, além do braço direito ter sido cortado desde a mão até o ombro, quase sendo aberto ao meio, mas aquela criança estava ali, firme e forte salvando a vida de alguém que nem mesmo conhecia. – Pronto.... E-eu consegui! – Sorria tão feliz, parecia ter concluído a tarefa de sua vida e antes mesmo de alguém dizer algo, deixou o local com um sumiço repentino. Lucius ainda estava fraco, permanecia gélido, mas sua situação ia melhorando aos poucos, lentamente o soldado ia se recuperando com a ajuda do remédio que aquela criança tinha lhe dado.

A pequena criança que eles tanto queriam ver aparecia. Till e Aaron conseguiam ver ele surgir no meio da enfermaria, sangrando bem mais do que antes, pois havia um novo ferimento da mão direita ao ombro, quase abrindo o braço ao meio. Por um segundo as coisas não pareciam certas, mas o sorriso no rosto do antigo escravo passou certo sucesso em algo, alguma coisa que aquela criança fez tinha dado certo e agora nada pareceu importar. Com muito esforço caminhou até um canto, encostou-se na madeira e fitou o braço extremamente ferido enquanto o sangue escorria continuamente. O médico havia saído e não havia mais ninguém cuidando dos pacientes, pois todos só precisavam descansar.


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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyTer 5 Maio - 22:05

Unfairness



10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslESequer teve tempo para racionalizar tamanho o choque que teve ao ver o pequeno corpo de Hyemi sendo mantido no chão por um pirata. Por um momento, sua mente pareceu esvaziar-se em um mundo completamente branco. Seus pensamentos eram impedidos de fluir normalmente. Um mundo tingido de vermelho. De onde estava, lançava um único Rankyaku feito cuidadosa e carinhosamente para aquele indivíduo. O objetivo era simples: amputar ambas as mãos que seguravam a agente. É claro que essa precisava ser a primeira atitude. Pois assim que o lançou, já havia desaparecido por completo ao utilizar um Geppou para ganhar impulso, seguido de um Soru para aproximar-se do homem o mais rápido que conseguia.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEAterrissaria ao lado dele com a morte sendo refletida em seus olhos. Uma expressão impassível e aterradora. Antes mesmo que os cabelos rosa pudessem acompanhar o movimento da Comodoro, já apoiava a perna esquerda no chão, erguendo a direita o mais alto que conseguia - já a recobrindo com aquela armadura negra. E porque queria amputar o pobre pirata? Para que quando desferisse o chute com toda a sua força enquanto se transformasse na forma hibrida e mais poderosa da fênix Tsubasa no Tenshi, apenas o corpo do inimigo fosse lançado para o longe e para cima. E o da garota permanecesse imóvel e intocado.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEÉ claro que não pararia por aí. Como apenas uma sombra deixaria a capa sobre o corpo da jovem. Seu movimento rápido, desfigurando completamente a sua imagem, deixaria apenas uma mensagem. - Já volto. Emi-chan... - E antes que pudesse permitir que a jovem terminasse de perceber quem estava diante dela, já desapareceria novamente utilizando da maior velocidade que era capaz para avançar sobre seu inimigo voando e utilizando Geppous para acelerar. Não queria permitir que ele morresse com apenas aquilo. O chute tinha que ser poderoso o suficiente para mandá-lo voando para longe, ao mesmo tempo que ele permanecesse vivo.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEFaria o possível para alcançá-lo, já que sua velocidade superava em muito a força. Colocando um pé adiante apenas para impedi-lo de progredir o trajeto e se chocar contra alguma superfície, permitindo-o cair no chão. Não demoraria para deixar a gravidade atuar sobre seu próprio corpo ao cair mirando especificamente no lado direito do escroto para destroçar um de seus testículos. - Ahhh... Mas é uma pena! Não me chamou para a diversão! - Seus olhos cintilavam a fúria da injustiça e da desgraça que havia sofrido e não permitiria que outros sofressem. - Sugiro que comece a falar tudo que sabe, antes que eu passe para o outro lado e suba. Quem sabe. - Dava um sorriso malicioso enquanto apoiava o pé no lado direito do escroto, apertando ligeiramente contra o chão.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslECaso ele fosse tentar fazer qualquer coisa suspeita, chutaria sua virilha, mas faria o possível para mantê-lo vivo. Caso continuasse vivo depois daquilo, faria o necessário para deixá-lo impossível de se mover. Fosse deslocando ou quebrando os seus ossos - não se importava. Pegaria-o pelo pescoço e arrastaria até onde Hyemi estava. Caso estivesse morto, deixaria seu corpo lá. "Droga... nem parece que eu acabei de ter uma epifania..." Iria na direção de Hyemi, de qualquer forma. Envolvendo-a em sua capa. Segurando o homem com as garras e a jovem agente nos braços, voaria de volta para o navio, para levá-la em segurança para a enfermaria. - Me perdoa Emi-chan... Demorei muito pra vir te procurar... - Sorria para ela, apertando-a gentilmente contra o seu colo em um abraço quente e carinhoso.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEConforme fosse a necessidade e o homem conseguisse esquivar-se de qualquer golpe de Claire, ou ainda tentasse contra-atacar. Iria movimentar-se para a direção perpendicular contrária à do movimento que estivesse sendo feito contra ela. Ataques de longa distância seriam esquivados com o mínimo de movimento possível. Mas se fosse necessário, utilizaria seu Rokushiki para auxiliar na movimentação. Se fosse necessário, utilizaria seu Haki para recobrir seu corpo de armadura e bloquear qualquer ataque desferido e não fosse possível esquivar. E além disso, a prioridade era a segurança de Hyemi. Utilizaria seu corpo para defender algum ataque que pudesse ser danoso à jovem. Caso chegasse ao navio, prestaria socorro para ela, bem como para qualquer outro que precisasse de sua ajuda imediatamente. Quanto ao preso, deixaria no convés e ordenaria que fosse para o calabouço.



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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyQua 6 Maio - 0:46


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10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEMaldição, esse descanso nunca termina! – Retrucava frente às recomendações médicas, mas não ia de encontro ao que lhe fora dito. Sabia, no fundo, que não tinha tempo a perder, e que já tinha passado um período demasiadamente grande simplesmente parado – Chega – Pensou, convicto, começando a juntar seus pertences na sala, aproveitando que o médico tinha saído. Vestiria tudo lentamente, para não abrir nenhum corte, ou coisa do gênero.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEEu vou... – Começaria a falar, mas do nada o menino aparecia novamente, roubando qualquer frase que pudesse estar construindo naquele instante – ...Por mil Dragões, o que aconteceu com você, garoto!? Aonde estava!? O que estava fazendo!? – Caminharia na direção do corpo da criança, envolvendo-o calmamente em seus braços e levando-o ao leito que o próprio Skyblazer usara momentos antes. Podia não ter nenhum conhecimento médico, mas sabia que qualquer doente e qualquer ferido ficava melhor deitado numa “confortável” cama, do que jogado num canto de uma saleta – Volker, por favor, chame o doutor! Temos uma emergência aqui!

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEEnquanto isso, Skyblazer já iria concentrando-se novamente na função de cura dos seus poderes. De certa forma, gostava muito mais de utilizar sua Akuma para trazer sensações boas do que para causar dor, mas sabia muito bem que a regalia de ser um curandeiro de plantão estava com os dias contados. Caso o outro Capitão tivesse atendido ao seu pedido, Aaron deixaria o médico trabalhar no resto do corpo do menino, enquanto auxiliava tocando o garoto apenas na região dos ombros, expelindo o máximo de dor possível daquela pequena anatomia.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslECaso o médico não viesse, pararia o processo regenerativo e iria ele próprio em busca de ajuda. Sairia pela porta quase que pisando forte no chão, demonstrando raiva e pressa – Doutor, doutor, temos uma emergência! – E aproveitaria então para deixar que o médico fosse na frente, para puxar o Capitão Volker num canto e poder falar livre de recomendações chatas – Nós estamos perdendo tempo aqui. Lembra daqueles dois? O do escudo e a mulher cor de rosa? Eles definitivamente devem ter uma ligação muito clara com tudo isso. O Aparecimento deles não foi ocasional. Por favor, Till, procure-os e faça com que expliquem melhor tudo isso. Se eles forem mesmo da marinha, se forem nossos superiores, precisamos de ordens mais específicas imediatamente, bem como saber a quantas andam as medidas para reconstrução de Toxic... – Impetrava força e determinação na própria voz.

10th Chronicle - The Becoming - Página 10 ImjslEVoltaria então à saleta, enchendo o menino de perguntas, mas tentando não pressioná-lo demais – Ei, ei, ei, com um golpe desse tamanho não vale se teleportar. Deixe que cuidemos de você! Eu estou aqui pra te ajudar, lembra? Não precisa ficar arisco! Vamos, enquanto o doutor trabalha, que tal você me explicar um pouco mais sobre esse estratagema todo que fizeram para pegar a Comodoro?! Eu sei que ela é famosa e forte, mas... Existe alguma outra razão ulterior? Qual seria o próximo passo, agora que falharam? Aonde poderíamos encontrá-los?!




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MensagemAssunto: Re: 10th Chronicle - The Becoming   10th Chronicle - The Becoming - Página 10 EmptyQua 6 Maio - 11:20

Aparentemente eu era um gênio da medicina e o remédio mais eficiente do mundo estava bem ali no meu busto. Lucius não parecia muito melhor do que antes, mas ao menos demonstrava algum sinal de vida. Antes que eu repetisse o procedimento, esperando que aquilo talvez pudesse o salvar eventualmente, uma garota entrava correndo no quarto sem dizer uma única palavra, mostrando que privacidade não significava porra nenhuma para as pessoas daquele navio.

Eu a reconhecia de antes, foi a mesma pirralha... ou pirralho? Que me impediu de morrer anteriormente, assim como o soldado. A criança enfiava alguma coisa goela abaixo do moribundo, talvez fosse suco de uva ou efetivamente algum antídoto, o que eu achava difícil se o que o marinheiro de antes tivesse me contado a verdade. Para variar, estavam tingindo aquele quarto de sangue, e o visitante tinha alguns cortes assustadores. - Qual o problema de vocês? - perguntava, referindo-me ao fato de eles estarem sempre à beira da morte, sangrando e estropiados, e ainda assim fazendo o impossível para salvar pessoas que nem conheciam. E a criança sequer parecia fazer parte da Marinha.

Ela deixava o quarto após anunciar que havia conseguido algo, e pela aparência menos mórbida de Lucius eu podia concluir que este era o objetivo dela. Novamente era tomada pelo alívio, aparentemente ele iria sobreviver e não ia fazer parte da coleção de cadáveres do lado de fora. O aliviamento permitia abrir espaço para a raiva, direcionada por ele estar ocupando a minha cama, ignorando que eu mesma o tenha colocado ali.

- Você precisa descansar. "Eu não." - levantava-me da beira da cama, sem saber ao certo o que fazer. Ainda sentia o peso da exaustão dos ferimentos e talvez até mesmo do veneno, embora eu mal o sentia no momento e estava convicta de que em pouco tempo eu já poderia arrebentar algumas fuças. Agora que estava tudo relativamente bem, ocorria-me do quão chato estava permanecer naquele quarto de merda sem ter o que fazer, e ainda por cima meus cigarros estavam acabando. Certificava-me disso abrindo a caixa e deixando um cigarro levantado.

Voltava até a cama, sentando-me onde estava anteriormente. Na realidade eu queria mesmo era deitar, mas não achava adequado fazer isso com Lucius ali, pegaria muito mal e seria estranho, além de que ele já tinha tido um contato bem mais íntimo comigo do que a maioria das outras pessoas. Também não diria nada, agora que estava tudo se estabilizando eu pouco tinha a dizer ou fazer, descansaria ao meu modo.

Caso sentisse que estava melhor e capaz de sair do quarto, e Lucius não dissesse mais nada ou não fizesse questão da minha presença, eu deixaria o quarto e arriscaria uma volta pelo convés, certificando-me que eu pudesse ser útil para algo. Caso encontrasse a mesma marinheira que havia me entregue o uniforme sem graça, eu exigiria o meu original.
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