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 [JOGO] Disputa Mutante II

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Oni
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MensagemAssunto: Re: [JOGO] Disputa Mutante II   Sab 09 Fev 2019, 22:24

Primeito Ato - Capítulo 1: Como eu vim parar aqui? 




- Bom... Vocês devem estar se perguntando... O que viemos fazer do outro lado do mundo? - O herói de codinome Outkast havia reunido todos no convés do navio, e estava prestes a revelar-lhes os primeiros passos da missão que havia mantido em segredo até o momento. A missão dos heróis havia sido escolhida pelo governo Japonês, e fora a primeira vez que eles haviam sido selecionados para uma missão secreta. Ficaram presos durante meses aprendendo sobre a geografia do Novo Império Espanhol, além de sua língua e alguns fatos da História. A única coisa que foi testada em seus conhecimentos foi o aprendizado da língua, a única coisa em que todos se garantiam. - E talvez até se perguntando o que fez vocês não terem a menor ideia do que acontecerá na missão e sequer do que é a missão até o determinado momento...

Os heróis recém-formados já estavam acostumados com a forma de Outkast de contar as histórias. Sempre esperando até o último minuto para fazer as revelações e aumentando a tensão; Isso poderia ser bastante irritante, principalmente quando se tratava de uma missão. Mas a forma prolífica e um tanto quanto retórica de contar as histórias, sempre elevando a tensão até o último instante para explicar as situações e os confundindo ao máximo com perguntas de forma teatral antes de entregar-lhes os pontos chave da história era algo que empolgava bastante o herói veterano.

- Bom... É o seguinte: Vocês foram selecionados pelo governo japonês para uma missão secreta. Que missão secreta, vocês se perguntam? Por que nós, vocês se perguntam?? Ótima pergunta! Mas.. Para respondê-la, tenho que explicar o quadro geral... Outkast ajeitou o dread atrás da cabeça, e fez uma pausa antes de começar a falar, demonstrando um olhar intenso de empolgação. Ele parecia adorar contar histórias - O governo japonês precisava de heróis desconhecidos e com pouca visibilidade na mídia, mas, ao mesmo tempo, muito talentosos. Ao observar esse perfil, acabaram acreditando que vocês eram os mais apropriados para essa missão. Vocês passaram os últimos meses escondidos e estudando e treinando, eu sei... E provavelmente foi angustiante não saber de nada até agora... Bom.. Faz parte da vida de herói! Vocês não puderam saber até agora pois existem malditos espiões entre nós! E tivemos medo de afetar o resultado final da missão pois.... -Em mais uma pausa dramática, Outkast encarou os olhos de cada um dos heróis presentes no navio. - ...Uma falha nesta missão pode causar uma nova guerra mundial.

Esperou as reações dos alunos, em segundos de tensão contida conforme as dúvidas surgiam. Um dos dreads caiu sobre o seu olho e ele fez uma careta que destruiu seu olhar de determinação. Agora, mais desanimado, continuou a história com um suspiro.

- O Imperador do Novo Império Espanhol encontrou em um de seus calabouços com tecnologia antiga uma tecnologia capaz de teletransportar grandes quantidades de pessoas para diversos lugares do mundo em questão de segundos, usando poucas gramas de ouro como combustível. Foi descoberto por nossos espiões que ele pretende expandir o seu território usando essa tecnologia para mover grandes exércitos diretamente para o centro dos locais que pretende invadir, e levar o caos aos seus reinos. Provavelmente o primeiro local que irá invadir é a América do Sul, para se abastecer de ouro o suficiente para controlar o mundo inteiro, criando diversas novas colônias.. - Parou mais uma vez e encarou os rostos deles, desta vez, como forma de intimidação, mas, ao mesmo tempo, como se os medisse. - A essa altura da história, eu teria de matar vocês se vocês recusassem a missão. Então espero que estejam certos do que irão fazer pois...

A costa espanhola se prostrava no horizonte na frente do barco em que estavam. Eles haviam aprendido sobre o continente europeu e sobre como na crise das Individualidades o caos foi tão grande que eles voltaram para um estágio que parecia bastante o estágio medieval, onde a monarquia de Filipe VIII comandava o Império e defendia as fronteiras do Estado, mas assistir a disparidade entre as classes era aterrorizante: No próprio porto que se estendia ainda a centenas de metros de distância era possível ver o contraste entre a pobreza profunda de alguns com roupas surradas e a arquitetura belíssima do porto. Uma prova disto eram os casebres em torno do castelo que era erigido sobre pedras de montanha.

- ...A missão de vocês é invadir aquele castelo, onde dominaremos um calabouço que nos levará à tecnologia que nos teletransportará da Costa de Barcelona até o Castelo de los Mendonza, em Madrid, onde vocês irão assassinar o Imperador da Espanha.

Era possível ver no porto diversos navios bastante armados. Um numero grande o suficiente para uma guerra mundial.

- E a minha missão é matar vocês e limpar a bagunça caso vocês falhem. Para evitar uma guerra mundial. - Um sorriso de excitação surgiu no rosto de Outkast, como se amasse desafios impossíveis.

                                                                                                         

Scriptto encarava o mar do alto de uma torre do principal castelo na costa de Barcelona. Como guarda, devia estar sempre atento. Mas, em alguns momentos, perdido em suas reflexões, acabava rememorando como havia chegado até aquele lugar.

Vagou por toda a Itália, em uma viagem que tinha muito a ver com conhecer e explorar os locais mas mais ainda com saber sobre si mesmo, entender como se relacionar com o mundo e sobre ser um corpo sintético-espiritual. Saber o máximo sobre os humanos e entender como se relacionar com eles.

Vagou por toda a Itália, até que se tornou insuficiente. Ainda não se compreendia. E muito menos aos outros.

Acabou chegando à Itália, onde seu Tanden Engine não parava de apontar um sistema corrompido e distorcido, que obrigava os mais pobres a trabalharem em engenhos ou virarem soldados violentos para servir a uma nobreza avarenta e perversa. A única coisa justa a se fazer naquela situação seria salvá-los (embora eles sequer soubessem que precisavam ser salvos e apenas sofressem).

Começou destruindo os castelos dos nobres. Seu poder de teletransporte pegou diversos Cavaleiros de surpresa, assim como sua habilidade de recuperação e flutuar. Nem mesmo as individualidades poderosas (embora que muitas vezes mal treinadas) dos nobres foram capazes de suportar o herói.

Investiu em sua cruzada melhorando a vida de diversos plebeus por onde passava, os ensinando que não precisavam dos engenhos e que poderiam ter terras, ou serem donos dos seus próprios engenhos.

Viajou até chegar ao Rei da Espanha, Filipe VIII, da descendência do próprio Luis VIX da França, O Deus Sol, e teve uma revelação que destruiu sua concepção sobre o mundo.

Ao encarar as intenções do rei Filipe VIII, Imperador do Novo Império Espanhol, apenas conseguiu sentir uma profunda depressão. Nenhuma vontade de prejudicar ninguém. Nenhuma intenção de oprimir os plebeus. Ele apenas nunca havia pensado na forma como o mundo funcionava e vivia da forma que ele já estava. Mas não tinha maldade, ou nada de maligno. Apenas o mais profundo vazio. Um sofrimento profundo e inexplicável.

Foi quando Scripto percebeu que o bem e o mal são relativos, e que atitudes boas podem causar um mal incidental, assim como atitudes ruins podem causar um bem incidental, e sobre como até mesmo não agir pode causar os dois. Intrigado com o poder de Filipe VIII, com o amor que os plebeus sentiam por ele apesar de tudo e com a ausência de maldade no Rei, resolveu segui-lo e defender a Espanha em busca do aprendizado que aquilo poderia trazê-lo. O Rei até mesmo concordou em ajudar a vida dos plebeus de Barcelona, e disse que tinha planos para o futuro do Reino e para o resto do mundo que fariam com que o reino fosse ainda mais próspero e melhor para todos.

E ali estava Scripto. Foi assim que chegou até aquele momento. E sua missão era simples: Comandar todos os 30 cavaleiros naquele castelo para prevenir invasões e, principalmente, defender o calabouço com a tecnologia de teletransporte de invasões, liberando apenas os autorizados a utilizá-los.



Outkast:
 

Castelo de Barcelona:
 

Explicações:
 
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MensagemAssunto: Re: [JOGO] Disputa Mutante II   Sab 09 Fev 2019, 23:27


A tristeza torturava o coração daquele jovem que normalmente tinha uma serenidade invejável... Sua vida era marcada por desastres contra aqueles que os seguiam e para chegar até onde ele está nesse presente momento não foi diferente: Pessoas importantes que salvaram ele de sua solidão tinham sido capturados e mesmo que sua força de vontade para agarrar a liberdade seja sua melhor característica, ele não pôde bater de frente com a crueldade da realidade. Hoje, ele não sabe nem ao menos se aquele que ele tanto admira ainda está vivo.

O garoto de cabelos alvos refletia sobre tudo isso encolhido no canto da embarcação, deixando todos esses filmes passarem pela sua mente enquanto ele brincava com sua imaginação ao desenhar coisas invisíveis no piso do convés. - Será que eles acataram meu pedido por que sou facilmente manipulável? - Ele tinha a opção de fugir ou de voltar e tentar barganhar a liberdade de seus amigos. E mesmo sem saber se eles estavam vivos, ainda assim escolheu a segunda opção. Foi assim que ele entrou nessa.

A medida que Outkast ia revelando detalhes da missão, Mael podia sentir o medo batalhar com sua frieza. Mas ele conseguia se manter firme... Ele tinha plena noção de no que havia se metido e de que aqueles que ele ama dependiam de seu sucesso.

Porém a compostura do jovem foi quebrada quando ele percebeu o quão poderoso era o inimigo e não só isso: Eles estavam se aproximando despreocupadamente daquele porto! - Vamos chegar assim sem mais nem menos na ilha? Tem certeza que nosso anonimato não será comprometido dessa forma? - O telepata chamaria a atenção deles para esse fato. A forma despretensiosa a qual o "herói veterano" agia fazia Mael questionar se estava tudo bem confiar que aquilo estava sobre controle.

De qualquer forma, o rapaz tomaria a iniciativa de passar a capa telepática em mim e em meus outros parceiros de missão. Já em relação ao Outkast, antes de qualquer coisa ele tentaria entender melhor a participação desse sujeito na missão - Você vai vir conosco? Se não, recomendo que saia para não atrapalhar. - Caso ele tivesse que continuar presente, não teria outra opção a não ser gastar um pouco mais de seu poder para também apagar a presença dele para os inimigos.

Depois disso, Mael aguardaria a chegada agachado atrás da amurada da embarcação. Para desembarcar, o telepata lideraria os outros chamando eles para se esgueirar para fora do navio, seja com um desembarque pacifico ou se aproveitando da vantagem da capa telepática para passar despercebido por vigilantes. Depois de pular para fora do navio e finalmente estar em território inimigo, era hora de planejar os próximos passos.

- Alguma ideia de como proceder daqui em diante? - E então daria a oportunidade para eles se pronunciarem - Eu sugiro que a gente comece nocauteando furtivamente algum guarda ou alguém importante da cidade, talvez um membro nobreza. Com isso eu poderei extrair informações essenciais para a missão com meus poderes... - O garoto diria isso calmamente, coçando o queixo enquanto contemplava o cenário. - Mas talvez seja melhor explorarmos melhor o lugar, ouvindo boatos e investigando para tentar saber quem é a pessoa perfeita para nocautearmos.

Nesse momento, o pequeno cavaleiro mental buscaria em sua memória alguma informação que ele já tivesse obtido em seus estudos na organização que tinha o preparado para essa missão.

De qualquer forma, se algum de seus parceiros tentasse executar alguma tarefa Mael continuaria concentrado em manter sua capa telepática sobre eles e também estaria de prontidão para reagir caso seu suporte fosse requisitado por algum deles. - Só espero que saiba o que está fazendo.

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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

Ficha | Sexta Aventura |Bando

RIP:
 

Titulo Internacional:
 

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MensagemAssunto: Re: [JOGO] Disputa Mutante II   Dom 10 Fev 2019, 00:30




- Bom... Vocês devem estar se perguntando... O que viemos fazer do outro lado do mundo? - Outkast começou de novo com aquele jeito chato de explicar as coisas. Sério mesmo que a gente devia estar se perguntando? Depois de todos aqueles meses treinando e estudando pra uma suposta missão ultra-secreta e hiper-importante, nos jogaram naquele navio rumo a deus-sabe-onde, onde a missão finalmente iria começar. Diabos, mas é claro que a gente queria saber! Eu respirei fundo, olhando praquele céu azul, quase sem nuvens, que nos recebia conforme a embarcação ia se aproximando da costa. Parando pra pensar, tinha deixado muita coisa pra trás pra aceitar fazer parte disso tudo - meus amigos, meu velho, minha irmã. Mas de certa forma, era por eles que eu estava ali também.

O nosso "supervisor" de pele azulada continuou contando a história com a bunda, enrolando até o último momento...até que ele falou em outra guerra mundial. Eu quase dei um salto de surpresa, meus óculos escuros escorregando e revelando meus olhos azuis, quase assustados, enquanto um suor frio descia pela minha testa. Imediatamente, eu os ajeitei, voltando a cobrir os olhos e limpando a garganta como que pra fingir que nada tinha acontecido. - Guerra mundial...tá de sacanagem? Porra, é sério isso? - eu olhei em volta, para os outros dois, na esperança daquilo tudo ser uma pegadinha. Tudo bem que era uma missão secreta do governo, mas aquilo não era responsabilidade demais não? Outkast continuou, explicando o motivo de toda a gravidade da situação, mas pra ser sincero, aquilo não me tranquilizava nem um pouco.

- A gente tem que matar um cara, então? E um figurão desses, ainda... - acho que eu ia precisar de um tempinho pra engolir toda aquela informação. Levei a mão aos bolsos, procurando a caixa de cigarros e um isqueiro, ansioso...mas nenhum dos dois estava ali. Com um suspiro, eu me lembrei dos olhos decepcionados da Shiori quando me via durante meus anos como delinquente. Eu parei de fumar e de arranjar briga por ela, mas ainda era difícil de me livrar do hábito quando a situação ficava tensa assim. Respirando fundo mais uma vez, eu me recompus, me levantando e colocando um sorriso confiante no rosto outra vez. - Tá legal, independentemente do que seja, vamos fazer isso. Não passamos todo esse tempo treinando por nada, e não é como se falhar fosse uma opção também. Né, Outkast? - me virei sorrindo para o homem, quase zombeteiro, e então voltei a olhar para a costa. Nova Espanha, é? Isso ia ser interessante.

Antes de chegarmos, eu chamaria a atenção dos outros dois, agindo com toda a intimidade do mundo - estávamos juntos já fazia alguns meses, afinal, então eles já deviam estar mais do que acostumados ao meu jeito de tratar todo mundo como a porra de um amigo de infância. - Aí Mael, Sebástian, tragam suas bundas aqui! - gritaria, fazendo um movimento com a mão para sinalizar que se aproximassem. Da palma da minha mão, faria saírem 6 bonecos de papel, um de cada vez, e então entregaria 3 a cada um. - Mantenham um com vocês, assim eu consigo achá-los se acontecer alguma coisa. Os outros vocês usam pra prender em alguém ou qualquer outra merda que queiram, sei lá, talvez sejam úteis. - e então daria um tapinha amigável nas costas de cada um - sem medir a força, é claro - e então me prepararia para o desembarque, um sorriso discreto no rosto.

Lá, porém, eu contaria com os poderes do pirralho pra nos manter em segurança. Eu não conhecia ninguém que fosse melhor em manipular pessoas e informações, e ter aqueles seus poderes telepáticos ao nosso lado era um alívio e tanto. E pelo visto, ele parecia querer partir pra ação logo de cara. - Opa, calma lá. Eu concordo que não tem jeito melhor de descobrirmos mais, mas é melhor não arriscar logo de cara. Vamos dar uma volta por enquanto, conversar um poucos, ouvir uns boatos. É mais seguro. - sorriria, afagando e bagunçando os cabelos do mais novo. Por hora, podíamos ir devagar. Afinal de contas, qualquer erro era arriscado demais quando falhar custaria as nossas vidas, não é mesmo?

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MensagemAssunto: Re: [JOGO] Disputa Mutante II   Dom 10 Fev 2019, 13:12

Em meio a tanto “blá blá blá” e explicação naquela embarcação, eu me via sentado mais ao fundo, recostado contra a parede e com o chapéu tampando a cara como se estivesse dormindo. Quase sempre sou justo o oposto disso, normalmente estou gritando e interagindo de forma exagerada e invasiva com os demais, mas se tratando de Outkast, eu sabia que teria de ouvir bastante antes de ter a vez de falar. Os ouvidos se mantinham atentos às explicações apesar da falta de interesse que fazia questão de demonstrar, só pra debochar um pouco do azulão mesmo, sabe?

Ah, quando ele fez a pausa confesso que o coração palpitou. Uma caralha de uma Guerra Mundial. Fazia bem o perfil do sujeito, mas ainda era digno questionar a sanidade dele quanto aquilo. — VOCÊ É DOIDO, OUTTIE?! — vociferei, saltando de onde estava sentado, fazendo o chapéu cair contra o chão. Olhos arregalados e mãos puxando as madeixas loiras como se estivesse prestes a enlouquecer. — Maluco, namoral. NINGUÉM com um pingo de sanidade confiaria isso aos doidos que estão aqui. — complementei, olhando os outros dois integrantes que estavam ali. Respirei fundo e me acalmei aos poucos conforme percebia o papel de idiota que fazia. A expressão de pânico se transformou em um sorriso nojento e convencido. — Ah… mas pensando bem… acho justo confiar em mim sim. Te garanto que vai dar tudo certo. Melzinho na chupeta. Mamão com açúcar. Morô? — ia falando e falando conforme checava o chão ao meu redor até finalmente encontrar o que procurava, o chapéu, abaixei-me e agarrei o acessório,vestindo-o na cabeça novamente.

A partir dali, nada me preocupou muito. Tirando o fato de exigirem que eu fosse discreto, o que para ser sincero é uma loucura. Mas fazer o que né? Eu teria que dar meus pulos se quisesse sair vivo dali. Admirava a mente de ferro de Mael, nada parecia abalar aquele pivete, nunca, sempre sereno apesar de um pouco distante por conta disso. Kenji era outro que não se abalava por completo, tipo eu até, as vezes estourava mas logo estava 100% mais uma vez como se estivesse tudo numa boa. A cabeça de ambos já trabalhava e pensava em planos pelo que parecia, cada um com as próprias ideias engenhosas e maneira de lidar com a situação, só eu ainda meio perdido naquela droga, tudo que sei fazer é bater… e apanhar.

Mal sabia eu que o primeiro sujeito a ser alvejado por um golpe meu seria um aliado. Em específico o garoto de cabelo branco. Levaria minha palma a beijar a nuca do pirralho, de forma a chamar sua atenção, o advertir. — Calma lá. Eu sei que você é o bicho quando se trata desse assunto, mas vamos fazer como o camarada falou aí e dar uma “lida” no local primeiro capiche? — me dirigiria a Mael antes que tomássemos nossas próximas ações.

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MensagemAssunto: Re: [JOGO] Disputa Mutante II   Seg 11 Fev 2019, 18:00



Tanden


Céu, vento, sol, terra, batimentos cardíacos e passos em diversos ritmos. Coisas da natureza... Ficar parado por alguns minutos sentindo a influência de qualquer uma dessas coisas, antes pra mim era normal, hoje... Um luxo que nunca mais terei. Envolto por um corpo metálico, eu sentiria a Tanden Engine fazendo seus habituais giros, enquanto eu entrava em um devaneio da minha trajetória até este castelo, também pensando um pouco sobre as palavras do Rei Filipe. Deixando pensamentos triviais de lado, o trabalho de proteger aquele castelo, e mais importante, o trabalho de proteger aquelas almas, não seria feito sozinho.

-COMANDO #001: POTERE. -Eu levitaria, enquanto a áurea brilhante do motor Tanden começaria a emanar por todo o meu corpo, mostrando estar ativo. Era necessário fazer uma analise do local, conhecer cada canto daquela área através de um ângulo panorâmico. Certificar-me que todas as almas a mim encarregadas de proteger estavam em seus devidos postos. Verificar qualquer anomalia ou adversidade que poderia estar acontecendo. E assim faria, voando através da força espiritual. Pararia caso visse alguma das almas tentando se comunicar comigo, e iria até o seu local, pronto para ouvir o que quer que fosse a mim comunicado.

 >>>Aberto a sugestões do que colocar nesse espaço<<<<

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MensagemAssunto: Re: [JOGO] Disputa Mutante II   Sab 16 Fev 2019, 15:01

Primeito Ato - Capítulo 2: Fantasmas. 




Conforme se aproximavam cada vez mais, o clima do barco era de crescente tensão.

Mael possuía pensamentos extremamente pessimistas sobre suas razões para estar ali, sobre os motivos para ter sido escolhido. Kenji tinha uma tensão crescente que se configurava em uma ansiedade acabando - a de saber o motivo de estarem ali - e outra ansiedade começando - a de resolver as questões concernentes a estarem na ilha.

Quando tudo foi explicado, foi de Sebástian que veio a reação que representava todos os outros:

-  VOCÊ É DOIDO, OUTTIE?! - exclamou de supetão — Maluco, namoral. NINGUÉM com um pingo de sanidade confiaria isso aos doidos que estão aqui.

- Guerra mundial...tá de sacanagem? Porra, é sério isso? - Dojima olhava em volta para perceber as reações dos companheiros. Todos pareciam apreensivos, exceto por Mael, que transparecia calmo para pessoas que o conheciam pouco mas que no fundo lutava para manter sua compostura. - A gente tem que matar um cara, então? E um figurão desses, ainda...

Outkast encarava todos eles com um olhar perspicaz, como se estudasse as reações deles, desde aquele momento vendo se os assassinaria e abortaria a missão naquele ponto ou não.

- Vamos chegar assim sem mais nem menos na ilha? Tem certeza que nosso anonimato não será comprometido dessa forma? - Dizia Mael, o único que conseguia manter a compostura perante a situação. - Você vai vir conosco? Se não, recomendo que saia para não atrapalhar.

- Sua calma é... Impressionante, Mael. Imagino que você soube aproveitar bem o curso de Heróis, diferente dos seus companheiros. Ainda bem que isso não é uma missão de resgate, ou as vítimas prefeririam morrer do que ser salvas por vocês..

A capa telepática cobria os companheiros, que nem sequer percebiam a vantagem que recebiam, enquanto que Outkast continuava a retrucar-lhes.

- A minha missão é permanecer longe e frio, observar as suas atitudes e não me envolver a não ser se para evitar uma guerra mundial. Eu não posso ajudá-los, apenas torcer para que não estraguem tudo e consertar ao máximo o que vocês estragarem... Temos duas missões completamente diferentes aqui. Eu permanecerei no navio para ajudá-los na fuga caso sobrevivam.

Virando de costas pra Outkast, o telepata mantinha sua postura firme e frieza e voltava a focar na missão junto com os companheiros.

- Alguma ideia de como proceder daqui em diante?

- Tá legal, independentemente do que seja, vamos fazer isso. Não passamos todo esse tempo treinando por nada, e não é como se falhar fosse uma opção também. Né, Outkast? - Dizia Dojima, com sua aura acolhedora de irmão mais velho.

— Ah… mas pensando bem… acho justo confiar em mim sim. Te garanto que vai dar tudo certo. Melzinho na chupeta. Mamão com açúcar. Morô? - Sebástian concordava com o parceiro, sempre com o seu jeito excêntrico.

- Não falem comigo. - Respondeu Outkast em tom sarcástico. - Não podemos nos apegar. - Um sorrisinho de canto de boca.

- Aí Mael, Sebástian, tragam suas bundas aqui! - Os três se aproximaram e finalmente começaram a engendrar o plano - Mantenham um com vocês, assim eu consigo achá-los se acontecer alguma coisa. Os outros vocês usam pra prender em alguém ou qualquer outra merda que queiram, sei lá, talvez sejam úteis. - Anunciou para os companheiros na primeira atitude de cuidado para com eles. Parece que Outkast tinha errado sobre as atitudes de herói de Dojima serem falhas.

- Eu sugiro que a gente comece nocauteando furtivamente algum guarda ou alguém importante da cidade, talvez um membro nobreza. Com isso eu poderei extrair informações essenciais para a missão com meus poderes... - Aceitou os presentes do companheiro e falou com sua frieza típica.

- Opa, calma lá. Eu concordo que não tem jeito melhor de descobrirmos mais, mas é melhor não arriscar logo de cara. Vamos dar uma volta por enquanto, conversar um poucos, ouvir uns boatos. É mais seguro.

— Calma lá. Eu sei que você é o bicho quando se trata desse assunto, mas vamos fazer como o camarada falou aí e dar uma “lida” no local primeiro capiche?

Todos assentiram com o plano, e, usando da capa telepática, aportaram em Madrid e começaram a passear pelas suas ruas.

Outkast se manteve no barco, em um disfarce de comerciante trazendo iguarias internacionais em seu navio de madeira.

Transitaram nas ruas de Madrid, notando que o castelo colossal era bem próximo ao porto, ao ponto de eles poderem ir até lá caminhando caso quisessem. Mas os rochedos e as árvores ao redor do castelo fariam com que eles tivessem de pegar uma trilha para chegar até lá. Caminharam através do comércio da cidade, que se dava em várias pequenas tendas oferecendo diversos tipos de frutas, ervas, plantas no geral, animais abatidos, metais preciosos e também produtos manufaturados como espadas, armaduras e o trabalho de bons artesões. Caminharam pelas ruas de pedra e por entre os casebres e as pequenas barracas na rua, onde diversos comércios se instalavam naquela cidade que aparentava ser bastante próspera.

Muito embora eles tenham se esbarrado em algumas pessoas e cada um dos três tivesse os seus perfumes característicos além dos sons de seus passos e aparências chamativas, nenhuma das pessoas que passavam por eles vestidas com cotas ou vestidos de lã e sequer os soldados vestidos com malhas de ferro e fortemente armados os notou. Nem mesmo o minotauro que passou por eles, com seu olfato apurado. Nem mesmo a mulher que revelou para uma amiga com a qual andava de braços dados que possuía um poder de visão infra-vermelha. De forma alguma. Era além de uma invisibilidade, era uma imunidade à interpretação cerebral das suas existências, como se fossem fantasmas. Durante alguns instantes os companheiros sentiram-se na pele de Mael, que seguia frio à frente de todos.

Em seus passeios pela cidade notaram que estavam correndo bastante risco com suas aparências, e que no momento em que Mael desligasse seu poder psíquico seriam expostos como estrangeiros. Além disso, embora tivessem notado diversos comércios prósperos, também notaram as crianças que roubavam comida e os mendigos definhando, em contraste com o quão opulentes eram os prostíbulos com estátuas de ouro maciço e chamativa que os nobres frequentavam, e as diversas mansões nas montanhas um tanto quanto afastadas da cidade, que provavelmente era onde os mesmos nobres ficavam.

Dentre os boatos, eles puderam perceber que o que corria na cidade era que os bandidos estrangeiros que atacavam em barcos foram afastados e o porto voltou a ser próspero graças ao castelo, que abrigava diversos soldados. Mas a virada para o engrandecimento dos comércios da cidade fora Scriptto, o que as pessoas definiam como uma espécie de fantasma que comandava todos os cavaleiros e guardava o castelo com um esmero acima do normal.

Os paralelepípedos os levariam para diversas direções através das ruas sinuosas da cidade, que só se alargavam nas ruas em que haviam comércios para que os transeuntes passassem e no caminho para a estrada por onde as carroças voltavam para o campo para descansar e trazer produtos no dia seguinte.

O dia está quente e ensolarado, e o ar é muito mais fresco do que o que estavam acostumados no Japão. Para onde os paralelepípedos os levariam?

                                                                                                         

Scriptto, o fantasma do castelo de Madrid, flutuava sobre sua própria sombra e encarava o mar. Os mesmos olhos perspicazes que devolveram a notoriedade ao comércio de Madrid e que enriqueceu a tantos, medicando a miséria daquela cidade e devolvendo a diversos deles a vontade de se esforçar e trabalhar. Os mesmos olhos perspicazes que carregavam consigo uma vontade enorme de proteger que havia inspirado toda uma geração de soldados. O olhar encarava o horizonte de uma forma que só um herói poderia encarar.

Em seu ritual matinal, flutuou por todos os cinco andares do castelo enquanto cumprimentava cada um de seus trinta homens. Conferiu a estrutura das muralhas em torno do castelo, feitas de concreto maciço e com diversas marcas de reconstrução que eram as cicatrizes delas de diversos ataques malsucedidos. Conferiu as torres em torno do castelo, muito bem construídas no chão que fora aplanado mesmo no alto da montanha para assegurar a dificuldade da invasão. Conferiu o único portão de madeira para a muralha e todos os seus cinco metros de altura, e a estrutura engenhoas que faria o portão se abrir para visitantes, além dos caldeirões de óleo pronto para ser fervido afim de evitar inimigos e dos arqueiros em suas posições.

Tudo em perfeito estado.

Caminhou de volta para o topo do castelo, onde conferiu cada um de seus cavaleiros e as suas armaduras. Encontrou dois com elas irregulares no caminho.

Ao voltar para o quinto andar do castelo, onde uma estrutura quadrangular feita com uma joia cor de rosa, diversas runas azuis encrustadas e o espaço de um paralelepípedo vazio em seu centro se encontrava, fez a última e mais importante parte do seu ritual matinal.

Sentiu a energia dos possíveis inimigos ao seu redor, e pôde notar apenas quatro intenções maléficas: Uma estava no porto, em um barco à distância. As outras três eram figuras com suas existências quase apagadas, imperceptíveis, das quais ele só conseguia distinguir o espírito. Eles não possuíam exatamente intenções maléficas, apenas apreensões e inseguranças associadas a uma vontade de fazer o bem que poderia ser mal entendida. O quão suspeitos poderiam ser?




Outkast:
 

Castelo de Barcelona:
 

Explicações:
 

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''O risco que eu tomei foi calculado... Mas cara, eu sou ruim em matemática.''

- Juan Cuervo  



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