A Grande era dos Piratas



 
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 Mini Aventura

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Hisoka Kurayami
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura   Seg 11 Fev 2019, 06:01



Mini-Aventura




Os fúlgidos raios solares iluminavam toda Shells Town sem receberem a intervenção de nuvens. Sobre as casas da cidade, volitou uma revoada de pássaros que abandonou um acervo de penas alvas, as quais paulatinamente ruíram pelo céu. Uma delas foi levada pelo zéfiro matinal, aterrissando numa rua ladrilhada qualquer do burgo segundos antes de ser pisada pelos passos resolutos de um rapaz sonhador. Era um garoto determinado a dar prosseguimento à história iniciada pelo seu pai. Para isso, precisava saciar a necessidade de obter uma lança e, claro, nenhum local melhor para adquiri-la que uma loja de armas.

A Thompson's Weapons é, de longe, uma das mais renomadas de Shells Town nesse quesito, estando localizada no extremo norte da ilha próxima à Awa's Shells. Trata-se de uma cabana de dois andares, construída majoritariamente à base de madeira, com uma dupla de janelas de vidro no pavimento inferior e uma central no superior. Há uma grande placa informativa em formato retangular entre os pisos, indicando, num letreiro pintado a mão em tinta preta, o nome do estabelecimento.

Chegando lá, Feared passou pela entrada principal, uma porta singela atrelada a um mecanismo trivial de campainha, de modo que, ao abri-la, um pequeno sino dourado badalou, prenunciando a entrada de um novo cliente. O interior do estabelecimento é bem mais sofisticado que sua fachada. Seus quatro cantos são dotados de adornos e ornamentos, como tapetes sofisticados estendidos, quadros artesanais, vasos de porcelana e, até mesmo, peças de ouro e prata. No teto, há um grande lustre medial, cuja iluminação, partindo de cinco lâmpadas em anel, é suficiente para aclarar todo o recinto. Ao fundo, dois degraus separam um tablado onde está localizado o balcão do vendedor. O acesso é único, somente por uma pequena porta dupla à direita. Atrás, há uma série de armas presas à parede, as quais estão protegidas por uma vidraça resistente encadeada. Espadas, soqueiras, pistolas e, claro, lanças. Ali estavam as mais belas, mas não representavam as únicas à venda, uma vez que uma porta à esquerda revela um depósito em que as demais poderiam ser encontradas.

– Bem-vindo! – Comentou alacremente Thompson assim que notou a chegada de Feared. Ele é um homem negro alto, dotado de um físico bastante avantajado. Possui um lustrado crânio careca, senão por um cavanhaque marcante. Devido o balcão, apenas é possível vislumbrá-lo do estômago para cima, ainda que o bastante para contemplar seus músculos proeminentes e acentuados na blusa branca de malha fina. Apesar da aparência intimidadora, ele recebeu Feared com um sorriso no rosto, empolgado com a possibilidade de mais uma venda. – Claro, claro. Tenho todo o tipo de armas. Vejamos... – Após assentir com um meneio positivo com sua cabeça, o homem caminhou até o armazém do fundo. De lá, o garoto era capaz de ouvir os ruídos de metais abalroando e caixotes sendo remexidos. – Para o seu tamanho... Creio que esta deve servir. – A voz do homem estava bochornosa em decorrência da distância, mas ainda era audível. Ele parecia dispor de muito empenho e dedicação em assegurar a arma perfeita ao cliente.

Pouco depois de seu último comentário, Thompson retornou da sala penumbrosa, trazendo consigo algumas nódoas de poeira na camisa nívea, principalmente na região dos ombros. Ele, entretanto, não pareceu ligar, mostrando muito mais interesse no equipamento que trouxe na mão direita. Era uma lança não tão longa, com cerca de dois metros de altura, realmente consentânea com a estatura de Feared. Seu cabo, embora amadeirado, detinha um brilho ébano apolínico, contrastando detalhes negroides por todo seu esqueleto. A ponta era de uma liga férrea, não muito brilhante como aço, mas aparentava ter um gume muito afiado, não apenas no vértice, como no fio. Ela detinha um mero atavio na extremidade oposta, constituído por cordéis rubros, similar à crista equina.

– Que tal? São trinta mil berries. – Alçou as sobrancelhas em tom sugestivo, entregando-a a Feared para que ele pudesse ver suas nuances. A vistoria não durou muito tempo, sendo sucedida por uma dúvida quanto a uma espécie de suporte para a arma. – Nossa... Agora que disse... Eu particularmente não possuo. Você foi o primeiro a solicitar uma na verdade. – Com a mão no mento, o homem ergueu o olhar pensativo, como se estivesse analisando a possibilidade de implementar o utensílio para venda.

Feared parecia convicto que iria comprá-la após examinar os detalhes da lança. Ela não era a melhor possível, evidentemente, mas certamente eficiente para que ele pudesse começar a trilhar os seus passos. O menino, então, enfiou as mãos nos bolsos e, subitamente, levou-a até o balcão, provocando um baque surdo concomitante a um estampido metálico. Assim que tirou a palma, entretanto, para a sua surpresa - e o desencanto de Thompson, não havia dinheiro algum ali, mas sim duas tampinhas de refresco amassadas.

– O-O que!? – O vendedor teve um sobressalto, combalindo o maxilar incrédulo com a situação. Os braços, outrora cruzados, se ergueram antes de abalroarem contra o balcão de madeira, fazendo ambas as tampinha saltarem. Uma, inclusive, foi direto ao chão, próxima ao pé de Feared. – Está de sacanagem comigo, garoto!? – De glabela crispada, Thompson encarou severamente o menino, desacreditando em sua ousadia em enganá-lo. Então, num rápido movimento, pegou a lança e a puxou da mão de Feared, reavendo-a. – Saia daqui já! – Ordenou colericamente, apontando para a saída com o indicador da mão livre.

O que tinha acontecido afinal? Feared perdeu seu dinheiro no caminho, foi roubado ou simplesmente o esqueceu em casa? Independentemente da resposta para essa dúvida bastante pertinente, ele certamente não conseguiria se explicar para Thompson. Expulso da melhor loja de armas da cidade, o que o garoto faria para que pudesse arranjar uma lança?

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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura   Seg 11 Fev 2019, 21:58

Depois de Feared passar por esse mal entendido estaria de volta as ruas na parte da frente da loja de Thompson, ele não saberia oque fazer e como explicar pois tinha certeza que estaria com seu dinheiro em seus bolsos. Com isso o jovem começaria a ficar desesperado, assim procurando tentar voltar por todo o caminho que tinha feito até o momento em que chegou a loja de Thompson. Não é possível, como isso pode ter acontecido, eu não senti ninguém ou nada mexer em meu bolso, eu tenho que ter deixado cair no caminho, por favor que ninguém tenha o pego.

Enquanto Feared tentaria procurar de todo o jeito se dinheiro pelo caminho que passou, pensava em sua casa, mas logo viria em sua cabeça, oque tinha acontecido em seu passado, então nisso ele voltaria a realidade pra tentar achar seu dinheiro. Com isso, caso achasse o dinheiro, por algum lugar, tentaria correr até ele, querendo pegá-lo, tentaria contar todo o dinheiro que tinha, e caso fosse o tanto certo ou um pouco mais do que o necessário para comprar tal lança que eu queria, procuraria o caminho que eu teria vindo e logo tentaria correr até a loja para tentar comprar tal arma que eu queria tanto e também me explicar com Thompson.

No entanto, se quando estava tentando procurar meu dinheiro, visse alguém pegando algum dinheiro no chão ou até mesmo com algum na mão, tentaria reconhecer, pois sabia bem como era o dinheiro que eu estava, logo se fosse o meu mesmo, tentaria correr, procuraria o caminho por onde teria o maior acesso ao homem ou mulher que tinha pego, nisso eu de todo o jeito tentava ver a melhor opção para tentar pegar tal pessoa que teria roubado meu dinheiro, eu era bem ágil desde de pequeno com essas coisas, então tentaria persegui-lo já no embalo, caso me aproximasse muito, tentaria pular nele(a) tentando o agarrar também, caso consiga, o seguraria e procuraria pegar meu dinheiro, e tentava ficar em cima dele botando meu peso para que ele não escape. - Seu filho da mãe, acha que pode roubar o dinheiro dos outros assim tão fácil?!- Nisso tentava chamar algumas pessoas e guardas para levá-lo dali, tentando manter total controle sobre ele.

Com isso tudo, se caso eu não achasse meu dinheiro, tentava ver um banco ou algum muro, para que me sentasse ou ao banco caso encontre um, ou no chão encontrasse um muro, nisso me encostaria na parede ou parte de trás no banco e com os olhos cheios de lagrimas. ~Isso não pode ter acontecido, meu pai teve tanto esforço pra conseguir juntar o dinheiro que iria me dar de aniversário, mas no mesmo dia por ter "sujado" o casaco de um dos marinheiros, nisso ele foi voltando pra casa com a marinha o seguindo, ao ele abrira porta de casa, uma espada foi enfiada ao seu estômago por trás, minha mãe foi ate ele fazendo carinho em sua cabeça, ela pegou uma toalha para estancar o sangue mas não dava, então disse suas ultimas  palavras antes de sua morte.~  _"Meu filho, por favor, pegue esse meu saco de dinheiro, será meu presente para você, agora corra daqui, siga sua vida como quiser e não deixe que nada ou ninguém fale oque você tem que fazer!"_  ~Depois de tais falas dele, não conseguia mais não pensar em meu pai, após ver oque tais guardas da marinha tinha feito, não conseguia sentir mais nada deles a não ser ódio, acho que isso serviu para meu amadurecimento, mas hoje fico com raiva de mim mesmo, por ter deixado o dinheiro que meu pai juntou com tanto esforço, pra agora eu o perde-lo, sou muito burro mesmo.

Depois de refletir tanto sobre meu passado, ficaria onde eu estaria, vendo minha estupidez de perder algo tão valioso, com lagrimas saindo de meus olhos não teria mais nada a fazer a não ser me lamentar.
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Hisoka Kurayami
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura   Qua 13 Fev 2019, 01:33



Mini-Aventura




Tudo parecia ser um maldito pesadelo. O dinheiro que seu pai guardara por tanto tempo, reunido em vários meses de labuta e entregue na trágica cena de sua morte. Ele foi dado quase como num voto de confiança, significando a fé depositada no futuro de seu filho, o qual esperava se tornar um prestigioso pirata que ele não fora capaz de ser, dado o sonho interrompido por um assassinato torpe. Às vezes a marinha extrapola os limites e, num desses casos, um garoto perdeu seu pai.

Feared saiu do estabelecimento às pressas. Não que estivesse temendo alguma represália de Thompson. Ele estava desesperado a procura das moedas que acreditava ter perdido. Mas quem perde algo tão importante? Afinal, não havia apenas um valor financeiro ali. O suor de seu póstumo pai fazia parte daquele ouro tão quanto o seu precioso material. Ainda assim, não importava o quanto vasculhasse com os olhos agitados e explorasse as nuances dos últimos locais que havia visitado, nada era encontrado.

Rua após rua, Feared estava refletindo taciturno na relevância daquele dinheiro, já cogitando a desistência e as severas punições que deveria aplicar a si mesmo. Sua mente, então, o torturou ao relembrar os últimos momentos de seu pai agonizando no próprio sangue e sucumbindo nos braços de sua mãe. Justamente nesse instante, em que os olhos profundos e desatentos imergiram no mundo das lembranças, a parte de sua consciência que relutava em permanecer na realidade vislumbrou um achatado saco marrom no chão alguns metros a sua frente. Além do objeto, um corpo se curvando na expectativa de agarrá-lo com a ponta dos dedos. Ele sequer refletiu se tratava-se do mesmo punhado de moedas, tampouco se havia passado por ali em sua ida à loja. A irracionalidade e a culpa dominaram seu espírito e, antes mesmo que percebesse, saltara sobre o garoto. Os olhos do menino se arregalaram ao ver o vulto em sua direção e seu corpo pareceu congelar. Não tinha tempo algum para reação. Então, num segundo ambos estavam no chão, rodeados por uma nuvem de poeira que ascendeu com o impacto da queda. Parte dos indivíduos ao redor simplesmente pararam suas atividades e fitaram a dupla confusos, buscando entender o que estava acontecendo.

– Ei! Ei! O que está fazendo, idiota!? – Com um semblante entesado em virtude da dor e do esforço, o rapaz empurrava a cabeça de Feared com a mão esquerda enquanto a direita, cujo braço estava esticado, negava a captura do saco de pano por parte do menino que, independentemente do quanto se esticava e se debatia, não conseguia alcançá-la. – Roubar de quem, seu idiota!? Isso aqui é meu! Acabei de deixar cair sem querer! – Retrucou em tom austero, finalmente se livrando de Feared ao chutar o seu tronco. Então, após rastejar alguns centímetros em recuo, pôs-se de pé. – Veja o que fez, idiota! – Comentou mostrando uma escoriação no antebraço canhoto com uma feição denotando dor. O sangue contrastava com a areia do chão, gerando uma cena nem um pouco agradável.

Agora que a poeira havia abaixado, literalmente, Feared poderia pensar um pouco melhor nas atitudes que tomara. Levando em conta a entonação usada pelo garoto e a sua irritação, aliado as circunstâncias do acontecido, era pouco provável que aquele saco de moedas em sua mão fosse o mesmo que seu pai o deu. Ainda assim, seria necessário que ele tentasse resolver aquela algazarra, porque o menino continuava encarando-o de uma maneira nada contente.

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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura   Qua 13 Fev 2019, 19:11


Feared passa por muitas coisas em sua cabeça, então quando fez tal ação ele não estaria em sã consciência, após perceber oque tinha feito, ele tentava se levantar do chão, ficando sentado com tal saco de dinheiro na mão, ouviria oque o garoto teria falado e em uma ignorância responderia. -Se você quer ser mesmo um homem, não pode ficar reclamando por um simples arranhão que seja, mas pelo o visto, parece ser só um garoto mimado.- Como estava com o saco de dinheiros em minha mão, tentaria me levantar e ficar de pé, caso consiga, veria atentamente o saco e tentaria abri-lo, nisso ficaria prestando atenção nas ações do garoto também, para se caso ele venha tentar pegar o saco de dinheiro, eu tentaria de qualquer forma não deixar ele pegar ate que eu tenha certeza que possa ser meu dinheiro, se ele ficasse de boa, eu só tentaria olhar o saco para ver se era ou não o saco de dinheiro que teria recebido de meu pai.

Caso fosse mesmo a meu dinheiro, olharia nos olhos do moleque e diria. -Acha isso engraçado? Pegar o dinheiro dos outros sem mais nem menos, você precisa de mais educação garoto!- Agora se aquele dinheiro não fosse o meu, pediria mil desculpas, e devolveria o saco para ele, após devolver, viraria as costas e iria andando para qualquer lugar, tentando achar algum lugar quieto, e se caso ele falasse algo sobre aquilo, continuaria andando, pois não queria brigas. ~Puta merda, oque eu fiz, perdi o dinheiro que meu pai conquistou com tanto suor para pegar, quase me envolvi em uma briga que poderia acabar dando mal pra mim, e ainda não posso nem pagar uma diária em algum lugar. Agora vou ter que achar alguma coisa pra eu conseguir dinheiro, não posso ficar com os bolsos vazios ~ Depois de refletir tanto sobre minha vida, caso tenha achado algum lugar vazio e quieto, tentaria ,e sentar no chão, ou em um banco caso tivesse, e nisso ficaria por ali pensando em oque fazer.

Após ficar pensando bastante tempo, decido ir procurar onde meu pai ficava, para que eu possa ver se consigo algum trabalho por lá, logo assim me levantaria de onde estaria e logo iria andando até minha casa, caso eu chegasse lá, olharia por volta, prestaria atenção em minha casa que passei tanto tempo, depois de a observa-la tentaria identificar o caminho por onde meu pai sempre ia, caso eu achasse o caminho certo, iria o seguindo até achar algum lugar que possa talvez ser onde ele ia, primeiro eu tentava procurar todos os lugares que poderiam ser com oque ele iria, nisso caso ache mais de um, visitaria todos, e em cada um perguntaria se conheceria meu pai, caso eles falassem que sim, ficaria por ali mesmo e tentaria ver se eles me aceitavam e me dariam alguma coisa pra eu fazer e tentar ganhar algum dinheiro, agora se depois de ir em todas e eles nem conhecesse, eu só tentaria me retirar e ir vendo se teria outras. Mas se caso só tivesse um lugar, respirava fundo e logo iria andando até ele.

Ao chegar a sua frente tentaria abrir sua porta, se não conseguisse bateria nela até que a abrissem pra mim, caso consiga entrar, chegaria no meio de todo o estabelecimento e falaria. -EU FEARED, QUERO SABER  SE YAGAMI, FREQUENTAVA ESSE LUGAR!- Depois de minha fala, caso eles respondessem que sim, e não soubesse o porque ele parou de frequentar, me sentaria em um banco, cadeira ou até mesmo no chão, caso não tivesse bancos ou cadeiras, nisso contaria tudo oque aconteceu e porque estaria procurando esse lugar, caso acreditassem em mim, perguntaria para eles se teriam algo para que eu ganhe dinheiro, se não acreditassem me retiraria de onde estava, onde logo eu já iria em direção a saída falando. _"Você precisa aceitar os seus defeitos, porquê assim vai poder ver o brilho das suas qualidades"_  Depois de falar tal palavras pararia pois saberia que eles agora poderiam acreditar  em mim, pois era a palavra que meu pai mas usava e isso marcou ele.

Então depois de provavelmente ter falado a frase de meu pai, caso eles realmente acreditassem ficaria por ali e pediria a eles algo para ganhar dinheiro, mas se eles ainda não acreditarem, eu só tentaria sair dali normalmente, caso consiga, como estaria nas ruas começaria a andar a procura de gangues por toda a ilha onde estava, procuraria por todos os lados, tentando achar a primeira gangue eu visse, iria até eles e falaria. -Ou, vocês estão procurando alguém para sua gangue? Porque eu quero entrar em uma, pois preciso de dinheiro.- Se eles me ouvissem e prestassem atenção em mim, chegaria mais perto e os deixaria falar.
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura   Sex 15 Fev 2019, 02:25



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Ao contrário do garoto, Feared não teve nenhuma escoriação em seu corpo, uma vez que caiu sobre o seu alvo quando se atracou com ele. Assim que se levantou, quase que concomitantemente à vítima, podia jurar que segurava o saco de dinheiro em sua mão, mas tratava-se apenas de um punhado de areia que ele havia pego do chão durante a queda. Talvez a sua vontade e devoção fossem tantas que estariam fazendo-no ter alucinações.

– Como é que é? Você pula em cima de mim, me derruba, me machuca e ainda quer me dar algum tipo de sermão!? Ora seu... – Resmungou de dentes cerrados, aglutinando as sobrancelhas na glabela crispada numa clara postura colérica.

– Tudo bem, tudo bem, Peter, foi somente um acidente. – Um dos homens que rondava o local se intrometeu afrente do menino, abanando as mãos no ar como quem quisesse apaziguar a situação.

– Tudo bem o cacete! – Falou bravamente, descendo a mão livre violentamente junto a um forte pisão no chão num sinal de fúria. – Você quer brigar, garoto!? É isso que quer!? – Apontou o dedo indicador para Feared, mostrando-lhe os dentes numa feição encarquilhada.

O homem que outrora havia se intrometido na cena suspirou e deu de ombros, recuando de volta a sua tenda ao aceitar que seu esforço em conter a situação tinha sido em vão. Era provável que já se conhecessem e, sabendo como o rapaz era bem esquentado, preferiu por deixá-lo tentar resolver as coisas ao seu próprio modo, ainda que as circunstâncias pudessem sair de controle.

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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura   Sab 16 Fev 2019, 13:33


Após escutar tal palavras do garoto, pensaria, mesmo que eu o deixasse falando no nada, ele iria tentar implicar comigo, então pra tentar encurtar as coisa responderia. -Tudo bem garoto, se quer brigar vamos lá, só quero que saiba, tudo que acontecer nessa luta não será minha responsabilidade, com isso ainda lhe dou uma chance de pensar.- Quando terminaria  minha fala, só tentava ficar normal, não demonstraria nenhuma expressão facial.

Caso ele quisesse mesmo lutar, começaria a me alongar, lembraria de todas as lutas que tive em emu passado e ficaria em minha cabeça que de 3 lutas ao meu total, 1 eu teria conseguido ganhar, eu não seria muito de lutar pois queria ficar mais na minha. Nessa ocasião agora eu não saberia o porque aceitei, já que só mostraria que eu seria mais uma "criança" fazendo besteiras, como não levaria nada muito a sério tirando oque realmente me importe, faria aquilo para tentar não ouvir que sou fraco, cagão entre outras coisa que muitos poderiam chamar, mesmo que eu tentasse não  ligar, não gosto de que me chamem do que não sou, logo assim que teria me aquecido, esperaria sua ação.

Caso ele tivesse desistido de uma luta olharia para seus olhos e falaria. -Você não pode ficar tomando decisões precipitadas, pense um pouco antes de agir. Devo te falar que sou bastante precipitado também, isso já me causou muitos problemas. Após minha fala daria umas risadas e botaria minha mão esquerda atrás de minha cabeça, logo tentava me virar e prosseguir meu caminho. Então logo, procurava por lugares onde teria vagas para empregos, mesmo que fosse o pior de todos, queria tentar entrar.

Como estaria andando pelas ruas a procura de um estabelecimento, veria muitas coisas que antes não prestava atenção. -Nossa, as pessoas são muito brutas, só aqui já consigo ver varias pessoas que não pede licença, por favor, um obrigo. Não, esse cara que chega e acha que pode tudo, deveriam pagar pelo oque eles fazem, não vejo a hora de ter o meu bando ou até mesmo me juntar a um, pois navegando pelo mar, sei que posso descobrir varias coisas, e que posso me tornar muito mais forte! - Depois de refletir sobre o mundo, continuaria a procura de um trabalho, podendo ser qualquer um.

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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura   Seg 18 Fev 2019, 02:00



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Feared já estava cansado das insinuações do menino que apenas mostrava cada vez mais sua cólera. Talvez a melhor forma de resolver aquilo fosse realmente dando-lhe as devidas lições, no entanto, ele estava desarmado. Pode ter esquecido desse fato, levado pelo calor das circunstâncias, ou apenas estava com a confiança subindo a mente, mas uma luta corpórea não era, nem de longe, uma situação em que ele gostaria de estar, pois enfrentaria seu oponente com uma completa desvantagem. Ainda assim, ele começou um breve aquecimento, situado em alguns pequenos saltos e estiramento de seus membros.

– Tsc, é isso, então! Vai apanhar tanto que vai engolir os dentes! – Ameaçou de feição sulcada, jogando o saco de dinheiro contra o chão, provocando um breve alçar de poeira junto a um ruído metálico pelo abalroamento das moedas. – Se me ganhar pode levar essa merda aí! – Fez um brusco movimento com o braço direito insinuando que, naquele momento, estava muito mais interessado em agredir Feared que manter o dinheiro em sua posse.

Ele imitou os saltos de Feared, embora suas pernas parecessem dispor de maior potência, já que ele era capaz de pairar por um segundo a mais no ar. Em seguida, ele flexionou o joelho direito, esticando a perna esquerda ao máximo com o auxílio do cotovelo correspondente. Fez o mesmo com a perna oposta, mostrando que as utilizaria em demasia no duelo. Por outro lado, não trabalhou muito com seus braços, exceto por um rápido giro dos ombros.

– Venha! Me mostre do que é capaz! – Falou inclinando o pescoço para a direita e para a esquerda, culminando numa sequência de estralos em decorrência do deslocamento de líquido sinovial. Logo depois, vergou o tronco ao espichar a perna esquerda enquanto a direita seria flexionada, servindo de base.

Apesar de não dispor de uma lança, como aquele maravilhoso venábulo apresentado pelo vendedor, Feared vislumbrou, de canto de olho, um utensílio que poderia ser útil a alguns metros a sua esquerda. Era uma fasquia de madeira encostada na barraca do homem de antes. Não era tão comprida, mas nem tão grossa, o que permitia que fosse segura com ambas as mãos. As extremidades eram quadriculares, e não pontiagudas, como uma lança convencional, contudo, dada a situação em que estava, empunhá-la certamente poderia ser melhor do que lutar desnudo.

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