A Grande era dos Piratas



 
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 [Mini - Niak] O flagelo da marinha.

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Niak Kureen
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MensagemAssunto: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    Qui 20 Dez 2018, 09:09

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    Qui 20 Dez 2018, 12:47

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: http://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Observações:
 

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Niak Kureen
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    Qui 20 Dez 2018, 20:20

— Hora de arrumar um emprego. — dizia, assim que iria levantar do chão da rua onde se encontrava. Pretendia encontrar um barril com água para lavar o rosto, retirar as secreções dos olhos e lavar os cabelos. Caso não encontrasse, iria da mesma forma em direção à base mais próxima da marinha, se alistar.

Niak é um homem de poucos princípios e muitas ações. Flagelo das ruas, nascido e crescido no buraco, conhece a crueldade e brutalidade tanto dos piratas quanto dos caçadores de recompensa e, não caía, nas palavras proferidas pelos revolucionários, que tanto diziam lutar pelo direito dos povos. Tão pouco se esquecia, que estes mesmos, não eram muito diferentes de seus arqui-inimigos, visto que, a morte de marinheiros que apenas fazem o seu papel e não são adeptos à selvageria e a falta de misericórdia, poderia ser obra dos mesmos. Também, não se importava com estas coisas, concomitantemente à isto, tratava todos os lados, como apenas uma parte de um jogo de tabuleiro, cujo outro lado, que pretende conquistar tudo, é ele.

Via na marinha a oportunidade ideal de conseguir dinheiro e agir da forma como bem entendesse. Tinha como objetivo principal, alcançar o topo. Muitos dos que entram na pirataria, é pelo desejo incansável pela anarquia. Outros, pela oportunidade ímpar de estarem devotos à um sonho e outros — estes, os protagonistas deste mundo — com a audácia e estima necessária para lutarem pelo trono vazio; o trono do rei dos piratas. Os que entram na marinha, poderiam ser pela estabilidade financeira, pela oportunidade de “embuste” entre os cidadãos comuns e, assim como os que anseiam pelo trono de rei dos piratas, a força de vontade para alcançar e se tornar parte da elite; os almirantes. Niak não deseja nada disso, acha uma boa perca de tempo. Desde criança, quando ainda não era miserável, tinha o desejo de possuir uma embarcação e comandar homens. Não gostava dos ideais da pirataria, achava anarquia uma perca de tempo e um mundo sem leis governo não era algo agradável.

É estudioso, por incrível que pareça, para um sem teto. Sempre que podia, ia e conseguia roubar algum livro, seja este sobre a física, ou as constelações. Caso não conseguisse, fugia, como um relâmpago, pois era rápido, desde que era um guri. Seu pai, bom moço, homem de boa índole, era um faroleiro. Ensinou ao filho tudo o que podia até os seis anos, quando o mesmo morreu pela peste. A mãe, coitada, nunca fora nada além de uma serva de um antigo barão, que por conta de balbúrdias, perdera o título e fora expulso de seu ciclo social. E quem diz que o amor não existe, deveria ter conhecido estes dois. A coitada morreu dois anos depois, deixando o garoto aos cuidados do mundo. Inteligente e sagaz, se adaptou rápido à vida nos becos e vielas. A malandragem correndo pelo sangue marítimo que possui. Quando fez doze anos, passou a procurar pequenos conflitos entre outros de mesma idade. Uma briga aqui e outra ali, o fizeram conhecido. Péssima reputação. Mudou de atitudes logo depois, ao ver uma grande corveta que trazia consigo um vice-almirantes, alguns oficiais subalternos e outros marinheiros. Todos, em perfeita sincronia, alinhamento e postura. Sim, a postura.

Eretos, perfeitos; não havia nenhuma falha naqueles homens. O uniforme azul e branco; as capas, que se sobressaíam com o vento, trazendo em sua costa, o nome da justiça. Nesse dia, ele sorriu. Também, vira o outro lado da marinha, quando percebeu a corrupção que, outros de menor oportunidade dentro da força armada, realizavam, pelo dinheiro. Piratas de baixo escalão. Marinheiros sem honestidade e força de vontade. Estes, nem deveriam receber os nomes e alcunhas. É um rapaz raivoso. Muito, raivoso. A fúria queima em suas veias. Não sabe de onde e nem quando ela veio, mas sempre que tocam em alguma ferida profunda, ou têm alguma vantagem na briga, o gatilho perfeito para um serial em questão se libertar. Um dia, enquanto estudava um livro, viu o nome flagelos e isso, lhe chamou a atenção. “ — Flagelos? O que são?” não possuía a resposta.

Pesquisou à fundo e descobriu que eles nada mais são do que chicotes. Melhor: um flagelo, significa castigo. Sim, esta seria sua alcunha. Tinha raiva o suficiente de marinheiros desonestos e piratas sem o mínimo de senso que por conta de suas atitudes impensáveis, causam o caos à população. “ — Se fosse mais organizados e inteligentes como os antigos que dominavam os mares..” — pensava para si mesmo. Revolucionários, também faziam parte de sua lista negra. Mas estes, era por conta das mentiras e promessas ao povo pobre. A mesma didática utilizada por fascistas que, através de suas mentiras disfarçadas, continuam influenciando direta e indiretamente, na miséria. Se fosse para mudar as coisas, seria diretamente na fonte: a marinha desse mundo.

Se dirigia agora, em direção à base da marinha. Passou por ruas e mais ruas, ainda cedo, para evitar a movimentação e o grande fluxo de pessoas, sejam estas comprando e vendendo. Assim que chegaria à base, procuraria a sessão de relações públicas para falar com o oficial responsável pelo alistamento. Caso conseguisse acesso ao mesmo, diria que “ — Tenho o desejo de ingressar nas forças da marinha. “ Caso não conseguisse, o rapaz daria meia volta e voltaria outro dia, para mais uma tentativa.
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    Dom 23 Dez 2018, 15:43


A rua podia ser uma simples área de passagem mas também era o lar de inúmeros seres oprimidos pela sociedade, pessoas abandonadas pelo mundo tendo que vivenciar seus dias do cotidiano em meio a sarjeta de um lugar esquecido por todos, muitos se entregavam ao leito de morte, abalados pela pressão emocional e as condições físicas precárias suportadas pelo corpo, no entanto em meio a essas iguarias sempre há uma jóia rara se destacando além das outras, com seu brilho reluzente e peculiar como uma chama de esperança. Seu nome era Niak, não que ele tenha vivenciado uma vida completamente diferente dos demais deixando de ser um garoto ingênuo e se tornando uma mente sensata com inúmeros conhecimentos adquiridos de maneiras alternativas aos padrões comuns.

E nesse dia algo especial estava para acontecer, um feito planejado que se deu início desde a muito tempo atrás e o motivo que o trazia a passos leves e bem posicionados para o estabelecimento a sua frente, o belíssima seja a marinha com seus portões de ferro colossais, suas estruturas rígidas simbolizando a segurança e as bandeiras de azul e branco tremeluzindo transmitindo a paz, inúmeras pessoas pareciam entrar e sair conversando alegremente com seus companheiros de viagem, desde marinheiros propriamente ditos a meros civis de inúmeras idades e gêneros diversos, sem tempo a perder logo apertava o passo, de nada lhe serviria ficar parado afetando sobre o edifício até a sala de recepção com inúmeros estardantes com o brasão da justiças e mesas e galpões repletos de papéis organizados com inúmeras garotas e garotos agrupados esperando para atenderem os necessitados.Em meio a essa disciplina havia um mural com uma seta indicando o local exato com os dizeres “fila de alistamento” onde apenas duas pessoas pareciam estar a sua frente:

-Hey Félix, estou um pouco nervosa, acha mesmo que seremos capazes de nos tornamos recrutas.Questionava a garota para com seu amigo que tentava acalmá-la de todos os jeitos enquanto apoiava suas mãos sobre o ombro da inquirida.

-Detalhes são apenas detalhe, dizem que o exame de admissão e difícil e possui inúmeros testes para provar sua utilidade mas garanto a você que iremos nos dar bem.

Ambos pareciam conversar com a recepcionista e após um diálogo passageiro se deslocaram para uma acomodação ao lado, a autoridade dava sinal para que Niak se aproximar que sem nem ao menos excitar expressava suas intenções em palavras perfeitamente audíveis que criavam um leve sorriso em meio aos cabelos loiros e olhos azuis da jovem:

-Acredito que sim, fico lisonjeada com sua força de vontade ultimamente temos recebidos muitos relatos de piratas recém formados é células revolucionárias se deslocando, com toda essa comoção acontecendo está sendo bem difícil controlar a ordem em inúmeros lugares, qualquer ajuda que pudermos e bem vida, mas é claro após algumas medidas cautelosas.

Um formulário era empurrado para perto de Niak podia se ver que pedia coisas simples desde seu nome completo,idade,gênero,mão predominante e outras informações adversas apenas para se ter um registro do interessado e além desse pedaço de papel a garota voltava com pequenos questionamentos buscando saber mais sobre o rapaz:

-Quais são seus interesses para entrar nessas instituição? Conhece alguém ou possui algum familiar alistado? Se as coisas não forem como tem planejado pensa na possibilidade de deserção?

Seus olhares focavam com intensidade e seriedade como lâminas cravando suas costas mas afinal o que ele viria a responder?
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Niak Kureen
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    Dom 23 Dez 2018, 17:56

Enfim, de frente para os portões da marinha. Estes, feitos de ferro e de tamanho colossal, parecia mais a defesa principal de um forte, mas lembrou-se de que, era para garantir a segurança não só dos marinheiros mas também dos civis que ali iam e vinham. E por falar em civis, era o que não faltava naquele dia. Niak não sabia se prestava atenção em toda aquela multidão, ou nas bandeiras que vibravam. Não sabia também, se o que estava sentindo era emoção ou empolgação. Um aperto no peito; um sonho de menino, prestes à se realizar — ou não. A conversação era grande; o rapaz não estava acostumado a tanto barulho e começou a pensar se as coisas seriam daquele jeito durante todos os dias. Viu também, marinheiros que pareciam ocupados em suas tarefas, pois estes, iam de um lado para o outro também. O rapaz, já se imaginava, vestindo o uniforme branco. Pôs as mãos no rosto, esquecendo por uma fração de segundo que deveria andar.

Então, andou. Viu que haviam diversos estandartes da marinha e o que mais lhe chamava a atenção, era o brasão da justiça. “ — Justiça. Que bela palavra..” pensou, consigo mesmo. Até então, não colocava muito crédito em tudo aquilo que era pregado e precisava atestar por si mesmo, se eram tudo o que pregavam. Sabia, que existiam oficiais preguiçosos, desleixados e sem o sentimento de missão; sem o prazer de saber, o que é o sentimento de dever cumprido. Cerrou o punho direito, erguendo dez centímetros, inclinando, frente ao queixo. Suas feições faciais, se engessaram por alguns segundos. Fez um arco com os lábios, negativando todos os marinheiros que não exerciam direito a sua função. Mas, ao se lembrar daquela corveta, daqueles marinheiros e daquele oficial, o semblante, que era de decepção, se fez ameno. Fechou os olhos e deixou escapar dos lábios um sorriso que, embora simples — este, sem deixar escapar a aparição de seus dentes — trazia o ar de um falso heroísmo e sim, o desejo pela carnificina para com a pirataria.
Os galpões e mesas da base também lhe chamaram a atenção, por conta de tanta papelada. “ — Um marinheiro trabalha tanto assim? Bom.. ainda bem que sei ler e escrever.” — pensou. Também, prestou bastante atenção nos homens e mulheres que estavam à espera, provavelmente e possivelmente, para atender quem estivesse precisando de ajuda da marinha. Fez um giro no horizonte — olhou em trezentos e sessenta graus — e seus olhos se dirigiram diretamente para seu objetivo: fila de alistamento. Haviam apenas duas pessoas frente à si e por isso, não teve pressa. Usou o momento para julgar e analisar aqueles dois. Por fora, calmo como a água. Por dentro, a vontade que tinha, era de pôr logo o uniforme e sair à caça de marginais, piratas e criminosos.
Prestou atenção na conversa, percebendo que o rapaz se chamava Félix. Provavelmente, aquilo lhe daria alguma vantagem no futuro, talvez se.. não importa, guardou este pensamento. A garota parecia preocupada e um tanto inquieta. “ — Por que esse tipo de pessoa tenta ingressar nas forças armadas? Deveriam ficar em casa. Aqui é para quem tem sede de sangue. “ pensou. Dessa vez, franziu negativamente a sobrancelha, em uma expressão de desaprovação para com aquela dupla. Quem eles pensavam que eram? “ Nos dar bem?” O que eles achavam que era a marinha? Um passeio no parque? Realmente, estava com uma pulga atrás da orelha. E era uma pulga bem grande. Então, eles pareciam ser mandados para outro lugar. Niak foi chamado com um sinal e este seguiu. Ao tentar ao menos entreabrir a boca para pronunciar algo, a atendente, que era uma loira de olhos azuis, falava por si.

Sequer teve tempo de falar algo, pois a mulher, empurrava para si um formulário. Não estava muito habituado com eles, pois a última vez que preencheu um, foi para ingressar em uma escola de renome. Porém, ao perceber que os outros estudantes eram tão inteligentes quanto neandertais ou os antigos homo-erectus, rasgou o papel na frente do diretor. Preferiu então, estudar na biblioteca, pois era mais acessível e não precisava lidar com outros tipos de animais — se referindo, às pessoas.
— Ah..obrigado, eu acho. — responderia, em sinal de educação, coisa que aquela mulher parecia não ter. O olhar de Niak, era de desinteresse, visto que para uma atendente da marinha, ela não demonstrava ser tão respeitosa assim. Para essa ação, ele agiria da forma como desejaria.
Viu que no formulário pedia nome completo, idade, gênero, mão predominante e outras informações que com certeza serviriam para eles. Aquilo parecia mais uma pesquisa de campo ou coleta de dados, mas se era necessário, ele o faria, afinal, seu desejo era entrar para a marinha. A mulher então, volta a falar com ele, querendo saber um pouco mais sobre si. Não gostava de explanar sua vida para os outros e aquilo afetaria em seu tom de voz, que se tornaria mais rígido, áspero e suas palavras, um pouco mais curtas do que o habitual.
— Respondendo tua primeira pergunta. Justiça. O crime não pode ser tolerado. Criminosos prosperam na satisfação do não entendimento da sociedade perante suas ações. Respondendo tua segunda pergunta. Não, nenhum. E para a tua terceira pergunta. NÃO! — dessa vez, falou ainda mais firme. Por um momento elevou o tom de voz, não gostava da possibilidade de fracasso. Aquilo, despertava sua ira.
— Perdão, caham. — fez pigarro por alguns instantes. — Não existe apenas uma forma de execução de planos. Para isso, existe a saída B, C, D.. e assim vai. Concomitantemente à isto, um marinheiro deveria se matar, ao pensar em desertar. — dessa vez, seus olhos eram cheios de fogo de vida. Com aquela forma de olhar, procuraria fazer com que a mulher entendesse exatamente o que ele estava tentando passar.

Após isto, seguiria para algum local para que suas habilidades fosse testadas, caso este local existisse ou se fosse pedido pela atendente.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    Sex 28 Dez 2018, 21:30


A garota não parecia se incomodar com as respostas diretas e retas do caro jovem, pelo contrário ela apenas concordava com total indiferença conforme fazia alguns leves registros em um caderninho a parte,pegando o formulário brevemente preenchido e carimbando-o com o símbolo lustroso da marinha em toda sua magnitude e poder, talvez ela estivesse acostumada a isso devido às inúmeras pessoas que vinham e voltavam a se registrar diariamente em todo o seu expediente ou apenas perderá a vontade de dar a elas um crédito especial, no entanto como se respondendo de maneira padronizada e harmoniosa ajeitando em uma papelada posta sobre uma pasta junta as demais inscrições apontava para a entrada ao lado:

-Acredito que não teremos nenhum problema então, vejo que é uma pessoa de corpo quente e determinação flamejante.Pessoas em constante compulsão como a sua com certeza são frutos a serem colhidos e apreciados com moderação.Por favor dirija se a área sinalizada por favor para dar se continuidade ao exame,tenha em mente que falhar é uma possibilidade então não se reprima.Rejeitados ainda podem tentar o exame anualmente.

Seu sorriso era cativante conforme ela virava a cabeça de lado jogando seus cabelos para o canto realçando um pouco de sua beleza, sem querer se preocupar com isso e se atentando ao ambiente que propulsionara o melhor de suas habilidades, adverso a questionamentos  adentrava o recinto sendo recebido pela escuridão passageira.A acomodação era obscura é de pouca iluminação levando o inquilino em meio aos outros participantes iluminados pela luz fraca de uma vela quase a se apagar, muitos pareciam nervosos e até mesmo ansiosos com a pele a tremer de calafrios.Tão pouco se juntava aos demais a claridade logo se extinguiu dando se origem a uma nova.O responsável por ela era um homem alto e musculoso trajando o uniforme da marinha, sua compostura era tão firme e rígida que em meio a sua saudação transpirava autoridade máxima.Sua pisada era estrondosa e fazia todos recuarem alguns passos para trás e sua batida ao peito emitia um vendaval assim como suas palavras pareciam lâminas perfurando os ouvidos de tão altas:

-Sentido pirralhos!Demonstrem educação perante um superior!

Vencidos pelo medo ou simplesmente obedecendo ao comando cada um respondia mesmo que a contragosto perante a ordem estabelecida, um clarão era repentino revelando finalmente toda a arena em sua magnitude.Sim aquilo era uma arena de combate com duas bandeiras de cada lado, uma branca e outra azul em suas extremidades, envolta sobre um terreno vantajoso cheio de diversidades desde obstáculos simples como pneus atirados contra o chão, terrenos elevados, cordas posicionadas sobre mini desfiladeiros, pontos de escaladas e pequenos córregos, havia um total de dezesseis participantes cada qual distanciados dos demais com exceção do casal visto primeiramente:

-Pois bem seus molengas vamos as instruções do exame de hoje.Geralmente reunimos os participantes para uma pequena demonstração de combate e potencial, mas como houve inúmeros casos de infiltrados e desertores optamos por uma tática mais hostil e batalhadora visando uma melhor análise dos membros aqui postos à nossa frente.Como podem ver ao redor da arena inúmeros soldados,sargentos e até mesmo o próprio capitão designado a esse quartel general estarão assistido e opinando a respeito de seus avanços.

Como se encenado, os membros mencionados levantavam suas armas demonstrando sua colocação, o capitão por si só mantinha se silencioso apenas encarando a situação com seus olhos firmes e centrados em meio ao palco:

-Todos serão divididos em duas equipes,cada uma delas com seu correspectivo líder.A vitória será dada para aqueles que capturarem a bandeira inimiga e levarem a de volta ao seu território, se a sua bandeira propriamente dita estiver fora da zona de controle,mesmo que esteja com a bandeira inimiga não será contado vitória até que os mesmos a recuperem.Existem armas de diversos padrões e tamanhos próximos a suas bases improvisadas,sintam se a vontade de utilizá-las como bem pretender, todas são verdadeiras então podem vir a criar sangramentos problemáticos mais a equipe médica estará em posição então sintam se livres e não se preocupem em se segurar, apenas garanta que não mataram ninguém!Seu dedo indicador gordo e robusto apontava para Niak. Garoto você será o responsável pelo esquadrão branco, transmita sua estratégia para o bando e traga a vitória para os demais no campo de batalha!

Após ser atingido por tamanho dever, os times eram devidamente divididos sendo transferido oito para cada lado.Junto de Niak se encontrava o casal, cada membro possuía sua afinidade a um determinado equipamento, tirando o líder havia três atiradores,dois espadachins, um lanceiro e gatuno:

-Será dado um intervalo de dois minutos para que se preparem, passado isso ao sinal do gongo começará a disputa!

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Niak Kureen
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    Qua 02 Jan 2019, 11:57

Niak não sabia o que era pior: a mulher não demonstrar interesse no que falava, ou aquele maldito sorriso falso que ela mantinha naquele rosto plástico e caracterizado. Aquilo lhe deu ânsia e uma vontade imensa de quebrar aqueles dois braços de porcelana, só para que ela parasse de agir daquela maneira. Não gostava deste tipo de pessoa, muito menos, os que tem como responsabilidade e dever, participar do recrutamento de possíveis jovens marinheiros. Apenas isso, já o deixou com uma nova pulga atrás da orelha. “— Será que é assim durante todos os dias? Essa piranha sequer se importou com o que eu disse. Realmente, a marinha está corrompida até o último soldado.” Pensou.

Não era um homem que media suas palavras quando achava necessário falar. Mas àquela altura do campeonato, estava valendo tudo e suportando tudo para ir logo ao tão objetivado recrutamento da marinha. Ignorou a maior parte do que a mulher disse e atentou-se apenas ao que era necessário; ir para a sala indicada por ela. “— Falhar é uma possibilidade?
Que depreciável da parte desta mulher. “
Pensou.

Não gostava mais daquele sorriso. Não se importava com aquela beleza. A fúria era tamanha, que uma aura de perversão e sadismo preenchia de forma invisível o eu exterior de Niak. Tratou de se acalmar e logo voltou ao seu Eu de sempre. Entrou onde ela havia ordenado e não negava que aquela escuridão incomodou um pouco, tendo em vista que havia acabado de passar por uma área bastante iluminada. Percebeu que ali, haviam outras pessoas e mais parecia como uma cela carcerária do que alguma ala de espera. Ao menos, a luz fraca de uma vela, favoreciam-nos a não se entregarem totalmente ao escuro.

Não demorou muito tempo e uma nova luz invadiu o cômodo, dando fim à luz da vela. Então, ele viu quem trazia aquela luz para todos eles. Um homem alto e musculoso que vestia o uniforme da marinha. Sentiu-se empolgado, porém conteve-se. Suas passadas eram fortes, vibrantes. A ordem que o marinheiro deu, fez com que todos fizessem posição de sentido. Niak sabia muito bem como era, visto que, deveria permanecer com o corpo colado, mãos espalmadas, dedos unidos, calcanhares colados e uma abertura em cerca de 15 graus entre os pés. Olhar altivo, pensamentos nobres e peito estufado. A ordem era passada e ele, ouvia atentamente. Não era hora para ser orgulhoso ou fazer comentários desagradáveis.

Prestou ainda mais atenção, ao saber que praças e oficiais estavam observando. Era sua hora de brilhar, ou de ofuscar o que tanto deseja? Dependeria apenas dele. Sua cabeça girava, não sabia como focar ou onde focar; estava nervoso, pela segunda vez em toda sua vida. Ouvia todas as instruções e principalmente as que seriam necessárias. Uma disputa entre dois times não seria tão problemática assim, ou ao menos, era o que ele esperava. Mas a surpresa maior para si, foi quando o marinheiro designou-o como líder de equipe. Aí, sim, o sanhaço bateu forte. Não esperava por aquilo; não esperava mesmo. Teve de vestir a carapuça, ou tudo iria por água abaixo. Certo, esquadrão branco, transmitir estratégia, vencer. Niak olhou para os seus subordinados temporários e percebeu que seria bem difícil, em dois minutos, convencê-los a seguir suas ordens. Mas era disso que um oficial da marinha era feito; da confiança de seus pares e subordinados nos momentos mais inoportunos.

— Certo, todos olhem para mim. — disse, distanciando-se um pouco do grupo.
Niak se posicionou de forma que, caso a luz forte fosse solar, ele ficaria de frente para o sol, enquanto seus companheiros ficariam de costas para a estrela celeste. Desta forma, eles não perderiam o foco em suas palavras, tentando esquivar-se da visão, tendo em vista que os raios solares realmente atrapalham os olhos humanos. Esta era um atitude aprendida logo cedo, por seu pai, que o ensinou. Niak, havia conseguido parcialmente a atenção dos rapazes e moça.
— Façamos uma coisa rápida, coisa simples; coisa de soldado. Vocês não me conhecem, eu não conheço vocês. Não vos darei um discurso motivacional, só direi a realidade. Eu quero entrar para a marinha, vocês também querem. Olhem para o outro esquadrão e vejam, que eles estão com o mesmo objetivo que o nosso. Qual a diferença de nós, para eles? Nenhuma, afinal, não somos nada aqui. Não importa, não deixemos que nossa moral se abale, por isto aqui parecer mais um circo ou um coliseu. — fez pigarro, ainda tinha um minuto e meio.

— Olhem para cima, ergam a cabeça, estufem esse peito. Estamos todos na merda e na marinha vai ser ainda pior. Querem que o nome de vocês seja lembrado? Então que me acompanhem e sigam as minhas instruções. Provavelmente, eu sou o único aqui que já esteve em combate real e sabe alguma coisa sobre estratégias. — eles permaneciam ouvindo, mesmo que com expressão de receio em seus rostos. — Olhem para o que cerca vocês. SEMPRE! Sejam como água; leves, tranquilos e transparentes. A vitória é dada ao exército que entra exalando o sentimento de vitória nos campos de batalha. Marcialidade, poder; força. Lembrem-se dos romanos e suas legiões. Neste momento, vocês não são cidadãos que querem entrar na marinha; vocês são uma legião.
— Nada será fácil para nós; só precisamos acreditar. No início, eu disse que não havia diferença alguma entre eles e nós. Agora eu pergunto mais uma vez — neste momento, os olhos dele brilhavam, em raiva, fúria e ódio — existe alguma diferença deles para nós?
.
— Esse é o sentimento, homens! — gritaria, caso respondessem positivamente — Vocês tomem vergonha em suas caras e não demonstrem alguma vontade, assim como ela, seus vermes desgraçados! Agora, abram bem os olhos, pois estas estratégias dependerão exclusivamente da vontade de vocês.
— Como sou eu a dar os comandos durante o combate, vamos iniciar com a formação justaposta modificada. Ela é simples e fácil. Nós dividiremos o nosso grupo em quatro à frente quatro atrás. Eu, fico no meio, pois vou estar dando os comandos. Primeiro, vamos prosseguir. — ainda havia um minuto para falar.
— Os três atiradores, ficarão posicionados de forma diferenciada. Dois na ponta esquerda e direita logo à frente e um ficará com o segundo grupo, fazendo a segurança para a retaguarda, caso algum deles venha a tentar nos atacar por trás. Aí, VOCÊ METE O CHUMBO GROSSO. — Niak gritou, dando ênfase ao objetivo. Os três, concordaram.
— O lanceiro vai fazer a proteção dos dois atiradores, ficando à frente deles. O espaço entre os homens deverá ser de dez metros, para não haver fogo cruzado. O primeiro espadachim; é, você mesmo, vagabundo. Preste atenção no que eu estou falando, do contrário eu vou matar você quando acabar esta merda. — precisava puxar a orelha, pois o rapaz não estava se concentrando. — Você, vai fazer a segurança do lanceiro e do atirador à esquerda. Está me ouvindo? É bom que esteja.
— Continuando, temos quarenta segundos. O outro espadachim ficará à retaguarda, fazendo a segurança pelo lado direito, flanqueando os inimigos, impedindo que cheguem à nossa formação. O gatuno ficará comigo, pois ele é peça essencial nesta operação. Não que todos não sejam, mas ele age na surdina e ele será o homem que trará a bandeira para nós. Esperem, e irão ver. — todos concordaram.
— Enquanto estivermos na formação, não vamos andar mais do que cinco metros a cada dois segundos, para não nos cansarmos. O lanceiro fará certo avanço e os atiradores lhe darão cobertura. Estes, tem total liberdade para atirar contra quem quiserem, mirando os pontos principais, como joelhos e mãos. Vou dizer uma vez e repetir! NÃO DESFAÇAM A FORMAÇÃO, NÃO SEM MINHAS ORDENS. NÃO DESFAÇAM A FORMAÇÃO, NÃO SEM MINHAS ORDENS! — aumentou o tom de voz, para que ficasse dito o que deveriam fazer. Todos concordaram.
— Enquanto estivermos avançando, manteremos uma distância de dez metros entre os grupos. Eu, ficarei no meio, logo atrás do lanceiro, informando para ele onde deverá atacar. E onde deverá manter a posição de defesa. Nesta posição, justaposta modificada, temos tanto ataque, quanto defesa pelos flancos, pela retaguarda e pelo fronte do combate. Durante a batalha pela bandeira inimiga, preciso que criem uma distração para que o gatuno e eu, saiamos despercebidos para o combate. Vou criar uma abertura e você, vai capturar a bandeira. Eu só quero a carnificina; não me importo em desmembrar um ou dois deles. — disse e seu tom era sério. Todos deixaram a respiração o mais baixo possível, pois acabaram tendo medo naquele instante.
— Temos vinte segundos. Os comandos serão dados durante o combate, mas já adianto que, confio em todos vocês para essa missão. Somos todos iguais aqui, eu só estou no comando por um detalhe. Prestem atenção no que eu fizer, pois podem ser vocês comandando a mim, mais tarde, ou amanhã. Durante o combate, darei ordens para trocarmos as formações. Não importa o que aconteça, não entrem em pânico! Eles podem usar isto contra nós, para desfazermos a posição. Última coisa: quando eu comandar “assaltar!” vocês desfazem a formação e entram em combate próprio. Todos tem total autoridade e força para abater o inimigo. É isso mesmo, abater. Batam até que eles desmaiem, porque infelizmente não podemos matar. Durante o “assalto”, vamos concentrar  forças na bandeira. Provavelmente, eles vão deixar no mínimo três caras para proteger a bandeira. Vamos ao ataque, levando a nossa própria bandeira. Essa função ficará comigo. Caso eu falhe, a culpa será exclusivamente minha.
— Últimos dez segundos. Confio em vocês. VAMOS LOGO, MEXAM SEUS RABOS E PEGUEM SUAS ARMAS, EU QUERO ESSA FORMAÇÃO PRONTA EM CINCO SEGUNDOS, SE NÃO, VOU COMEÇAR A CHUTAR ESSA BUNDA GORDA DE VOCÊS ATÉ ESTAREM PRONTOS! — Gritava, enquanto todos provavelmente correriam para pegarem seu armamentos. Niak pegava a katana e sua bainha. Amarrava a katana na cintura, utilizando parte de suas roupas como fiador. Pus a bandeira presa de forma fixa em minhas costas, passando o objeto por dentro de minha camisa. Era visível para o esquadrão inimigo e seria uma tática para que eles pensassem que o nosso esquadrão, é fraco e burro.
Niak pôs a Katana na bainha. O seu grupamento, entrou na formação. Aguardavam o soar do gongo. Niak segurou firme no cabo da katana.
Caso o gongo soasse, iria desembainhar a lâmina fazendo um movimento em trezentos e sessenta graus para logo após, manter a lâmina perpendicular ao solo, um pouco afastada da perna direita. Começaria então, a ditar as ordens para a linha de frente de seu grupo, para que começassem os disparos, de advertência. Diria também, para que o lanceiro avançasse cerca de dez metros em certa velocidade de corrida.

Todo o esquadrão deveria correr ao mesmo tempo. Logo em seguida, daria um comando para que o lanceiro parasse de correr, assim não se cansaria muito por ser o nosso protetor e, daria outro comando, para que os atiradores da linha de frente, efetuassem novos disparos, mandando que focassem especificamente os joelhos e mãos, para impossibilitar permanentemente aqueles fracassados. Niak é o tipo de homem que não tem misericórdia nem para com seus pares; o fracasso, não é uma opção. Para isso, ele precisava de credibilidade e ser o melhor, sempre. Começaria por ali, guiando aqueles rapazes e moça. Logo em seguida, continuaria a ordenar o avanço, para se aproximarem ainda mais da base inimiga. Mudaria se fosse o caso, a formação de combate, para uma que não havia explicado antes; a formação em cunha. Iria mandar que todos os seus comandados, fizessem uma posição em “V” invertido, deixando um atirador à retaguarda, o gatuno e um espadachim, para realizarem sua proteção. Dessa forma, ele previa que o inimigo não saberia como reagir à este tipo de ataque.

Continuaria o avanço, enquanto os atiradores frontais continuariam os disparos. Logo, daria o comando de assaltar, para que o grupo se dispersasse, cada um para combater o máximo de oponentes que conseguissem. Manteria consigo, o gatuno e um atirador. Daria um comando rápido, para que ao menos um atirador ficasse ao lado do lanceiro, para cobri-lo pelos flancos.  Iria então, com o atirador e o gatuno, atrás da bandeira do inimigo. Não saberia quantos inimigos estariam fazendo a proteção, mas iria para um ataque frontal, para acabar logo com aquela situação toda. Caso se deparasse contra um inimigo que quisesse tomar sua bandeira, ordenaria para que o gatuno e o atirador continuassem no combate em direção à bandeira dos oponentes e tomaria o duelo para si. Daria inicio as provocações principais e, com a katana já para fora da bainha, mudaria sua postura de combate. Iria por seu pé direito para trás, agacharia alguns centímetros para manter uma postura tanto de ataque quanto de defesa. Iria por a katana em frente ao próprio rosto, em posição vertical. Caso o inimigo viesse ataca-lo, mudaria de posição rapidamente, pois sua alta velocidade permitia tal coisa.

Desviaria caso o oponente tentasse atacar e iria desferir um golpe de baixo para cima em posição vertical, pendendo mais da direita para a esquerda e logo mais, outro de cima para baixo na posição vertical pendendo mais da esquerda para a direita , cortando em um X. Caso o oponente atacasse, iria desviar a todo momento, pois sua aceleração permitia tal coisa. Era rápido, abusaria da velocidade para também fazer fintas de um lado para o outro, em ziguezague, visando desarmar o oponente. Caso o oponente tentasse ataca-lo, por ter a capacidade de aceleração, visaria defender e fazer um riposte no ataque do inimigo, não só para causar um acerto fatal e desarmá-lo, quanto para mostrar que aquilo não era brincadeira de criança. Caso o oponente conseguisse se proteger bem, iria afastar-se um pouco e logo em seguida, contra-atacar, desferindo um golpe para atingi-lo na mão, para desarmá-lo caso estivesse armado, ou incapacita-lo caso o inimigo não precisasse de armas para combater.

Seria veloz. Veloz o suficiente para também, cansar o inimigo e enfraquecer seus ataques através desta estratégia. Caso este estivesse cansado o suficiente, desferiria alguns golpes aleatórios, para confundi-lo e lhe retalhar a carne e, esquivar-se de qualquer outra tentativa ou investida. Caso conseguisse tudo isto, daria por fim àquela contenda, indo para trás do inimigo, com sua velocidade superior e daria com o cabo da katana em sua nuca, para desmaia-lo. Tudo dando certo, prosseguiria com os outros dois, indo de encontro à bandeira.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    Seg 07 Jan 2019, 23:37

~Post NEGADO~


** Olá Niak Kureen, eu irei te orientar durante a mini-aventura, qualquer dúvida que tiver, pode me enviar MP ou chamar pelo discord: Fanalis B. Ria#8212. Mas agora vamos ao post.

Então, achei seu post super legal e bem detalhado, já que o rimuru chegou no combate com você, vamos continuar trabalhando a partir daqui mesmo, mas tive que negar seu por algumas questões, a primeira foi o GOD mode, ele foi MUITO presente em grande parte de seu post, a segunda foi a falta de descrição em algumas partes importantes do post.

Primeiro, vamos ao GOD mode, Rimuru provavelmente já explicou, mas GOD mode é quando você cria algo ou narra como se uma ação ocorresse sem quem o narrador diga que ocorreu, lembre-se que você não faz as coisas, você TENTA fazer as coisas, então deve sempre utilizar o futuro do pretérito (VERBPO+IA. EX: andaria, correria, amaria, cortaria, etc.) para realizar qualquer coisa. Além disso, você não controla ninguém além de você mesmo, cenário, NPCs, clima, todas essas coisas, quem controla é o narrador, é claro que você pode tentar interagir com tudo isso, mas não pode controlar os NPCs ou o tempo sem mais nem menos, como você fez durante seu discurso várias vezes:


“fez pigarro, ainda tinha um minuto e meio. “

“Niak gritou, dando ênfase ao objetivo. Os três, concordaram. “

“ — precisava puxar a orelha, pois o rapaz não estava se concentrando. —”

“aumentou o tom de voz, para que ficasse dito o que deveriam fazer. Todos concordaram. “

“— disse e seu tom era sério. Todos deixaram a respiração o mais baixo possível, pois acabaram tendo medo naquele instante. “


Percebe que em diversos momentos, você controlou os NPCs? Se eles concordam ou vão te dar uma surra por você não estar falando nada com nada, quem vai dizer isso é o narrador, sem falar no tempo, você não tem a vantagem noção exata do tempo e mesmo se tivesse, não saberia sempre tudo de como o tempo está passando, até com um cronômetro, você teria que colocar um caso para isso, pois quem controla o tempo é o narrador, quem diz se se passou 10 segundos ou 1 hora durante seu discurso é o narrador, por mais que tenha aquele tempo que o NPC falou, eu podia colocar por exemplo que todo mundo morreu envenenado em pé e você nem percebeu, ficando uma hora falando com o nada, entende por que você não pode afirmar nada? Você não tem poder para restringir o que o narrador pode fazer, ele tem para te dar desafios coerentes com o que estiver acontecendo. O mesmo acontece em várias frases onde você não usa o futuro do pretérito, afirmando ações, como:

“disse, distanciando-se um pouco do grupo.”

“Niak se posicionou de forma que,”

“— Gritava, enquanto todos provavelmente correriam para pegarem seu armamentos. Niak pegava a katana e sua bainha.”


Nesses exemplos, você usou “disse”, “posicionou”, “gritava” e “pegava”, quando deveria usar “diria”, posicionaria”, “gritaria” e “pegaria”. Desse modo, as ações seriam tentativas e não realizadas, dando margem para o narrador dizer se ocorreram ou não, vai que algo acontece e te impossibilita de realizar elas. Por isso você deve se ater a usar sempre o futuro do pretérito, como eu já disse, tudo que você tentar fazer pode ou não acontecer. Não apontei todos os erros aqui, até porque seu texto é gigante e quero que você entenda por si só, revise ele e concerte esses GOD modes, de modo que se adeque às regras do fórum.

Com relação ao segundo problema de seu texto, é a falta de descrição de algumas coisas:

“Logo em seguida, daria um comando para que o lanceiro parasse de corer”

“Logo, daria o comando de assaltar, para que o grupo se dispersasse,”

“Iria mandar que todos os seus comandados, fizessem uma posição em “V” invertido”

“Caso o oponente atacasse, iria desviar a todo momento, pois sua aceleração permitia tal coisa.”


Que sinais são esses que você está dando? Um gesto com a mão? Um assobio? Você se joga de cara no chão? Dá um soco na própria cara? Fala alguma coisa? O quê? E essa aceleração? Por que ela permite que você desvie a todo momento? Se seu oponente for mais rápido, ele vai te acertar, não tem nada que te deixa mais rápido que todo mundo kkkk. Esse tipo de ação deve ser bem explicadinho, se você dá um sinal ou fala algo, deve colocar como vai ser feito esse sinal e o que será dito, não cabe ao narrador adivinhar o que você vai fazer.

Por fim, queria falar sobre a estrutura do seu texto, uma hora você usa azul claro, outra azul escuro, aí depois pinta de azul ações, tome cuidado nessa hora, por o texto pode ficar bem confuso, ainda mais para quem escreve bastante igual você. Outra coisa, vi que está usando justify, o que ja ajuda bastante a não deixar tão cansativa a leitura, mas outra coisa que pode fazer é usar o blockquote para que as linhas fiquem menores e seu texto fique mais fácil de ser lido, vou deixar o código aqui para que você use:

Código:
<blockquote>[justify]INSIRA SEU TEXTO AQUI[/justify]</blockquote>

Por enquanto é isso, no aguardo.*

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    Dom 13 Jan 2019, 10:15

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Niak] O flagelo da marinha.    

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[Mini - Niak] O flagelo da marinha.
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