A Grande era dos Piratas



 
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 [MINI - Bill Curly] - Meu Ódio Será Tua Herança

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Galaxy Dante
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MensagemAssunto: Re: [MINI - Bill Curly] - Meu Ódio Será Tua Herança   Dom 06 Jan 2019, 21:28

O atirador se virava lentamente enquanto encostava sua mão no coldre, seus olhos contemplariam um rosto que não havia visto nunca antes, mas tinha certeza do que aquele olhar significava, e certamente, não era um com boas intenções. – É, você mesmo hahaha. – Ele abria um sorriso ganancioso no rosto, como quem havia encontrado o pote de ouro no final do arco-íris. – Tenho assuntos a resolver com você, espero que entenda. Poderíamos fazer isso lá fora? Não quero acabar com a diversão dos cavalheiros aqui... – Ele sorria de olhos fechados simpaticamente, mas no fundo, Curly tinha certeza que era apenas um semblante falso. Era alguém que de fato não conhecia, mas este alguém talvez o conhecesse ou tivesse ouvido falar dele, quem sabe.

O homem esperaria que ele se retirasse do local, e se isso não ocorresse, prontamente iria colocar a mão no seu coldre sacando sua arma e mudando totalmente seu semblante. O barman iria se esconder atrás do balcão no mesmo instante, enquanto que os bêbados sequer ligariam para aquilo e continuariam a desfrutar do próprio delírio alcoólico. – Então vai ser do jeito dificil? Hahahahaha, prefiro assim também! – Enfim ele dava um sorriso verdadeiro, mas não tinha a melhor das intenções de toda forma. Aqueles dentes amarelados, em conjunto do grande cavanhaque eram destacados no seu rosto, junto do chapéus de cowboy.

Se Bill escolhesse sair, por outro lado, ele daria dez passos de distância sem dar as costas, e enfim parando em posição para sacar a arma. O ruído do vento seria a única coisa que ambos ouviriam naquele momento, até que um dos dois resolvesse ter a iniciativa de disparar. As mãos do inimigo tremiam suavemente, mas ele parecia confiante e concentrado. – Escolheu o jeito mais fácil então? Não esperava isso de você, se bem que estou julgando o livro pela capa... -
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MensagemAssunto: Re: [MINI - Bill Curly] - Meu Ódio Será Tua Herança   Seg 07 Jan 2019, 21:31

Os olhos se cruzaram e mesmo com todo o esforço mental para recuperar a imagem do homem em sua mente, Curly foi incapaz de resgatar qualquer coisa relacionada ao sujeito do emaranhado ninho que constituíam suas lembranças. A partir do momento que concluiu não conhecer aquele homem todas as hipóteses surgiram, das mais loucas às mais viáveis. Homens são assim, e por dizer homens o termo se expande para ser humano. A extrema necessidade de compreender, rotular e conceituar algo para que este tenha valor é a tarefa incansável que fazemos, fora isso não há sentido em algo e isto simplesmente o deixa de ser. Infelizmente, Bill já atestara que nunca tinha visto a figura em sua vida, mas o fato de saber seu nome e aquele sorriso de satisfação que este exibira assim que confirmou sua identidade afirmava que este não viria com boas intenções.

Relaxou um pouco, o homem parecia do tipo que não atiraria em alguém pelas costas, isto pois, se fosse, Bill não teria tempo para fazer tantas reflexões mentais e, certamente, já estaria na terra dos “pés-junto”. Inevitavelmente, o nível de interesse em saber do que aquilo se tratava era maior que a vontade de sacar a arma e atirar quando o sujeito estivesse de guarda baixa. É a velha máxima sobre não esperar honra e boa moral de criminosos, porém naquele momento Bill estava confortável.

A quem devo o prazer? Não me leve a mal parceiro, mas não me recordo de ter assuntos pendentes com você. – comentaria pouco depois do homem sugerir para irem lá fora.

Terminaria sua cerveja antes de sair, era importante não deixar muitos assuntos pendentes para trás e precisava de uma boa dose de algo gelado para curar o âmago de suas ações. Finalmente, sem pressa, ele entenderia o braço com a mão aberta para a saída do bar, sugerindo que a rua talvez fosse o melhor lugar para resolverem seus assuntos. Apesar de não ter pestanejado ele xingava livremente em sua cabeça, preferia não ter problemas ali, mas os problemas eventualmente o encontravam.

Já do lado de fora a indignação não mudava, mesmo que externamente Curly Bill permanecesse com sua autêntica expressão apática e olhos de peixe morto como a última garota com quem se relacionou costumava dizer. Quem diria que um bagre poderia ter cachos loiros e portar um revólver.

Enfim, que nome devo pedir para colocarem na lápide? – a quem interessasse aquilo não era apenas prepotência com pitadas de muita confiança. Era parte de um jogo perigoso que Bill costumava fazer quando tinha a oportunidade, tudo para procurar desestabilizar mesmo que um pouco a pessoa em quem acabaria trocando balas ou socos.

Tudo aquilo indicava que seria um duelo, daqueles bem informais onde não há a necessidade de um desafio romantizado, digno dos livros que as madames gostam de ler nas tardes ensolaradas acompanhadas de um chá leve. Bill estava sereno, os pensamentos em sua mente já haviam sido afastados, mas era hora de trocar a serenidade pela seriedade. Iria se afastar da mesma maneira que o sujeito. Dez passos, o que iria conferir a distância de o que? Uns vinte metros, ou menos, entre os dois? Duelos sempre eram coisas simples, apenas consideravam 2 estatísticas, sua agilidade e sua mira: não adianta sacar a arma feito fogos de artifício se a mira não ajuda, da mesma forma que não adianta acertar uma lata à quilômetros de distância se você demora trinta minutos para isso.

Respirou fundo. Deixou o ar preencher seus pulmões e depois o liberou, a única coisa boa é que nesse tipo de coisa havia tempo para pensar. Tentaria ler seu adversário, de fato, encarar seu olhar e tentar descobrir onde ele pretendia mirar, observar se era destro ou canhoto, se tremia ou não, se sua respiração estava agitada e qualquer outro fator que pudesse lhe conferir qualquer ganho a mais. Ao mesmo tempo, ele também mantinha a tentativa de livrar a mente de quaisquer pensamentos que lhe roubassem a atenção.

Quando finalmente a hora chegasse e ambos parassem de se analisar, Bill não iria pensar duas vezes em sacar o revólver. Vamos incluir aqui, ele não tinha o menor problema em ser quem tem a iniciativa. Iria sacar o revolver, mas fazendo uma aposta ousada. Prenderia a respiração e, ao invés de erguer o braço completamente ele manteria o cotovelo levemente dobrado para cima – mantendo um ângulo entre 70 à 80 graus – inclinaria o corpo para a direita afim de sair ao menos parcialmente na trajetória das balas e usaria a mão esquerda para puxar rapidamente o cão depois do disparo, podendo assim fazê-lo muito mais rapidamente e levemente, diminuindo a força necessária sobre o dedo indicador da mão do revolver. Dessa forma dispararia três vezes, e só o futuro poderia dizer quem iria perecer ali.
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MensagemAssunto: Re: [MINI - Bill Curly] - Meu Ódio Será Tua Herança   Sab 12 Jan 2019, 11:54

- Existem lápides no inferno? Bom, essa é nova HAHAHA - Retrucava o homem com confiança e integridade no próprio orgulho. Ambos se afastavam, dando uma certa distância naquele duelo de saque rápido e pontaria. O vento voltava a soprar forte e a cantarolar no ouvido de ambos, enquanto a neve caia branca e gélida do céu, calmamente. Seus olhos estavam centrados, mal poderiam notar aquela neve de tanto foco. O atirador inimigo por sua vez, parecia calmo e completamente despreocupado com o duelo, ele inclusive, retirava um cartaz do bolso e o largava, deixando-o voar com o vento enquanto esboçava um sorriso provocativo. - Não sou ninguém de importante... Quer dizer, talvez não para você. - A mesma mão que soltava o cartaz era posta ao lado do coldre, segurando o punho da arma em uma postura de alerta. Essa era a mão direita, era um homem destro.

Mesmo analisando aquele homem, não notaria nada além de sua mão predominante. Ele estava o tempo todo com o mesmo semblante calmo e despreocupado, como quem nada queria senão ver o circo pegar fogo, imóvel e observador. Convicto de que tomaria a iniciativa, Bill sacava sua arma agilmente e ganhava a vantagem no movimento, sendo o primeiro a disparar. Um, dois, três disparos, um acerto. Parcial. Das três balas, só uma acertava e pegava na cintura do atirador de raspão, fazendo-o se contorcer de dor, mas não sem antes disparar também. A leva de tiros era bastante parecida, errando também dois disparos e acertando de raspão no terceiro, no braço o qual Bill não segurava a arma, sentindo sua pele arder daquele lado. Pender para o lado havia lhe ajudado a não sofrer mais danos, mas ainda não o fizera sair ileso. O indivíduo continuava a puxar o gatilho, mas por algum motivo, sua arma não disparava. - Eh, travou, seu dia de sorte rapaz. Espere só um momentinho... - Ele tentava bater e fuçar a arma de várias formas, até que finalmente se ouvia um click, e um sorriso era dado. Bastava agora ambos voltarem e terminarem aquele confronto.

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Bill Curly] - Meu Ódio Será Tua Herança   Ontem à(s) 23:53

Errou. Fato consumado e consolido. Os três tiros não foram os bastantes para por fim naquela disputa irracional. Mesmo quando queria ficar tranquilo e sem confusões elas pareciam alcança-lo. Talvez aquilo fosse uma espécie de estigma ou doença que se arrastava consumindo sua derme. No entanto, o outro também havia atirado e, mesmo errando seus tentos, Bill havia sido marcado, lembrando que quando dois homens possuem armas, a diferença entre vida e morte cabe apenas à mira e à velocidade que puxam o gatilho.

O corte em seu braço esquerdo servia de recordação. Não queria morrer ali e nem tinha planos de fazê-lo. Sorriu inevitavelmente sentindo a sensação de dor e queimação em seu membro. Já havia tomado tiros antes na vida, um deles quase o matou por sinal, mas ali estava ele, desacreditado pela medicina.

Sorte? A sorte é toda sua por ainda está vivo. Uma segunda oportunidade para escolher seu epitáfio. – comentara com um semblante sorridente, mas levemente preocupado no rosto.

Recarregaria a arma, usando de um de seus tiques para fechá-la. Nada além de passar o indicador sobre o tambor fazendo-o rodar para enfim empurrá-lo para dentro. Iria esperar o homem estar pronto de novo, não gostava de jogar pelas regras e nem fazia questão, mas a partir do momento que assumia algo ia até o fim com aquilo. Infelizmente, nem todo caçador de recompensa em seu caminho tinha tamanha ética.

Estava pronto novamente. Respirava e aspirava em ritmo brando, seus olhos focados no alvo: o torso. E dessa vez era melhor acertar do que contar a bendita sorte de antes, ser um pistoleiro implicava em ter uma boa mira. Não conseguira, anteriormente, identificava nenhuma aflição em seu adversário, nenhuma perturbação, nervosismo ou insegurança, o que só forçava Curly Bill a tratar as coisas com mais seriedade e era por isso que buscava a concentração e o foco com todo o ímpeto e pudesse, usando do clássico artifício de controlar a respiração na tentativa de facilitar a concentração.

Quando a hora chegasse faria o mesmo. Sacaria o revólver rapidamente, inclinando o corpo de leve para a direita e mantendo um ângulo em torno dos 70 graus entre o pulso e o ombro. Usaria a mão esquerda para deslizar sobre o cão do revólver, deslizando sobre essa parte e assim facilitando muito mais os disparos em sequência e diminuindo a força necessária no indicador para apertar o gatilho. Um, dois, três, quatro disparos era o que pretendia, todos mirados na região entre a cintura e os ombros do homem à sua frente.
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MensagemAssunto: Re: [MINI - Bill Curly] - Meu Ódio Será Tua Herança   

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