A Grande era dos Piratas



 
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 [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial

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MensagemAssunto: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Seg 03 Dez 2018, 00:14

Nome: Yamamoto Kazemaru
Idade: 17 anos
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho: 1.86 metros
Estilo de Combate: Espadachim
Localização: Baterilla
Grupo: Civil
Vantagens: Visão na penumbra
Desvantagens: Trapalhão

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Seg 03 Dez 2018, 01:09

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: http://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Seg 03 Dez 2018, 01:46

Um dia bastante diferente em minha pacata vida, eu diria... acordo mais uma vez, a sensação de exaustão me pede para ficar mais um tempo na cama, mas já está claro, e ontem, após meu treino, considerei muito sobre o que estava prestes a fazer. Busco por um balde para encher de água na fonte mais próxima, e me encarar no reflexo, e ver mais uma vez a cicatriz na minha testa, que me remete ao momento mais trágico que já passei, não sei se serei capaz de segurar minhas lágrimas. Além disso o reflexo mostraria minhas feições, que hoje já não lembram tanto as dele... me considero um rapaz até que alto, costumo usar  uma camisa de algodão branca e uma calça de linho marrom e uma sandália japonesa rústica. Meu cabelo é preto e curto, só que já perdendo o corte e ganhando um pouco de volume, ondulado, mas como não está grande, parece liso. Meu tom de pele lembra muito o da etnia árabe, além disso meus olhos tem cor castanho-escuros e grandes, nariz afilado, sobrancelhas grossas, e lábios um pouco carnudos, além dos dois dentes centrais de cima terem uma leve separação.

  Se possível, após sair, provavelmente levando minha espada de madeira observarei o movimento no lugar em que trabalhei durante os últimos seis anos, mas a chance de me despedir de meu antigo patrão é quase zero, não sou bom com isso. A sensação de frio na barriga começa a me alcançar, mas então me lembro do que prometi a meu irmão naquele fatídico dia. -Você era muito melhor que eu em tudo... a única semelhança que carrego de ti, é nossa aparência- Paro para respirar fundo, só de começar a pensar na barbaridade que aconteceu, já começo a ficar atormentado, como se aquele momento estivesse se repetindo nesse exato segundo, na minha frente.

  Desde aquele dia, nunca mais vi o tal marinheiro que fez aquilo, e não pretendo, não agora... devo seguir o meu sonho, e para isso eu precisarei alcançar o one piece. Tenho um plano de ação, tentar achar alguém no farol disposto a me vender uma pequena e velha embarcação, mas caso falhe, tentarei pegar carona em troca de algum dinheiro, para viajar e adquirir experiência no mar. Caso tudo dê errado e eu não consiga alcançar meu plano, precisarei improvisar em alguma variante, nunca se sabe o que pode acontecer na cidade.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Seg 03 Dez 2018, 13:27

~Post NEGADO~


* Olá ulricheisen, eu irei te orientar durante a mini-aventura, qualquer dúvida que tiver, pode me enviar MP ou chamar pelo discord. Mas agora vamos ao post.

Primeiro, saiba que levar alguns negados é normal, ainda mais para quem está começando ou se ausentou por muito tempo. Sua escrita já está boa em relação ao português, então vamos trabalhar mais com a parte da narração. Você cometeu alguns GOD modes, que queria destacar, ou seja, você narrou coisas no presente ou no futuro, sem usar o futuro do pretérito (VERBO+IA. EX: Comeria, andaria, nadaria, mataria, etc.), é ok falar de coisas que já ocorreram no passado, como falando um pouco sobre a sua história, mas para coisas que ainda não ocorreram, você deve usar de TENTATIVAS, vou deixar destacados aqui os lugares onde você cometeu GOD mode, em vermelho e uma das formas que poderia ser escrito do jeito correto, em seguida, de verde, com comentários em seguida.

Você escreveu:

“acordo mais uma vez, a sensação de exaustão me pede para ficar mais um tempo na cama”

Uma forma correta poderia ser:

“Acordaria mais uma vez, a sensação de exaustão poderia me pedir para ficar mais um tempo na cama, caso estivesse em uma.”

Como não tem cenário definido no primeiro post, você não pode usar uma cama ou afirmar que vai acordar, no meio da noite alguém poderia ter te drogado e levado para uma caverna, onde você acordaria no chão, por exemplo kkkk.

Você escreveu:

“Busco por um balde para encher de água na fonte mais próxima, e me encarar no reflexo,”

Uma forma correta poderia ser:

“Buscaria um um balde para encher de água na fonte mais próxima, se soubesse onde houvesse alguma, com isso, me encararia no reflexo, caso houvesse, vendo mais uma vez a cicatriz na minha testa, que me remete ao momento mais trágico que já passei, nesse caso, não saberia se seria capaz de segurar minhas lágrimas.”

Voltando no exemplo de que te levaram para uma caverna no meio da noite, talvez você não soubesse nem onde está ou onde teria um balde ou o balde poderia ter sumido, então você não pode afirmar que vai conseguir pegar o balde ou achar uma fonte para ver seu reflexo, você deve TENTAR fazer essas coisas, muitas coisas podem acontecer para impedir que elas ocorram, no caso, infinitas coisas podem ser colocadas pelo narrador.

Você escreveu:

“provavelmente levando minha espada de madeira observarei o movimento no lugar em que trabalhei durante os últimos seis anos,”

Uma forma correta poderia ser:

“provavelmente levando minha espada de madeira, observaria o movimento no lugar em que trabalhei durante os últimos seis anos,”

Mais uma vez, coisas podem ocorrer para que impeçam essa observação, então deve ser uma tentativa.

Você escreveu:

“A sensação de frio na barriga começa a me alcançar, mas então me lembro do que prometi a meu irmão naquele fatídico dia.”

Uma forma correta poderia ser:

“A sensação de frio na barriga começaria a me alcançar, mas então me lembro do que prometi a meu irmão naquele fatídico dia.”

Algo poderia te impedir de chegar no momento onde você saísse da onde estava, dai a sensação jamais ocorreria, por isso também deve ser uma tentativa.

Você escreveu:

“Paro para respirar fundo, só de começar a pensar na barbaridade que aconteceu, já começo a ficar atormentado, como se aquele momento estivesse se repetindo nesse exato segundo, na minha frente.”


Uma forma correta poderia ser:

“Pararia para respirar fundo, só de começar a pensar na barbaridade que aconteceu, já começaria a ficar atormentado, como se aquele momento estivesse se repetindo nesse exato segundo, na minha frente.”

Mais uma vez, talvez esse momento onde você está saindo e pensando nas coisas, jamais ocorra, então também deve estar no futuro do pretérito.

Aí vem esse parágrafo:

“Desde aquele dia, nunca mais vi o tal marinheiro que fez aquilo, e não pretendo, não agora... devo seguir o meu sonho, e para isso eu precisarei alcançar o one piece. Tenho um plano de ação, tentar achar alguém no farol disposto a me vender uma pequena e velha embarcação, mas caso falhe, tentarei pegar carona em troca de algum dinheiro, para viajar e adquirir experiência no mar. Caso tudo dê errado e eu não consiga alcançar meu plano, precisarei improvisar em alguma variante, nunca se sabe o que pode acontecer na cidade.”

Não tem como eu afirmar se é um pensamento com seus planos para o futuro ou uma tentativa de ação, se forem ações que você queria tentar, está incorreto, se for um pensamento, ok, mas seria bom destacar com uma cor.

Agora em relação a estrutura de seu texto, pelo jeito você vai colocar uma cor para falas e uma para pensamentos, o que é muito bom, outra coisa que pode e deve fazer, para que fique um texto menos cansativo e de fácil leitura é fazer uso do blockquote e do justify, usando o seguinte código:

Código:
<blockquote>[justify]INSIRA SEU TEXTO AQUI[/justify]</blockquote>

Outra coisa, mas agora sobre sua narração, você pode descrever melhor as coisas, suas ações, colocar como seu personagem se sente em cada uma, descrevendo posicionamentos, sentimentos, expressões faciais, tons de fala, essas coisas são o que enriquecem o post e farão com que essa mini seja rápida para que possa começar logo o jogo.

Por fim, coloque ações em seu post, MUITO bem descritas, se você quer ir para a cidade coloque isso, utilizando do futuro do pretérito e descrevendo bem como faria isso, seja andando por aí, pedindo informações, seguindo placas caso encontrasse alguma, andando aleatoriamente torcendo para que encontre. Tudo isso, com o máximo de detalhes possível, é o ideal.

Vou deixar alguns posts aqui para que leia e possa entender melhor o sistema do fórum e se inspirar no próximo que for fazer:

POST 1:
 

POST 2:
 

POST 3:
 

Vlws e no aguardo*


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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Seg 03 Dez 2018, 19:52


Acordaria com o peso da consciência, mas bem motivado, seria hoje o dia de finalmente tomar o rumo que tanto esperava, observaria com calma ao meu redor, tentaria perceber se estou no lugar que costumava dormir, se houve luz, pelos meus olhos castanho claros, se possível. Após algumas piscadelas eu respiraria fundo e passaria a mão em meus cabelos negros e  que já estão sem corte, com parte da franja tampando um pouco da minha visão, tentaria entender a situação e como teria parado ali, provavelmente buscaria em minha memória. Bocejaria em alto e bom som, em uma situação mais confortável, e então me espreguiçaria ainda sentado, somente levantando os braços, então tentaria levantar e caso não conseguisse, tentaria me livrar do que me impediria de sair, assumiria minha usual postura, com a coluna ereta, e não faria o meu treino diário, não hoje, estaria decidido a ir avisar a meu patrão que largaria o emprego, para tal primeiro passaria a me vestir, se não estivesse com roupas, torceria para não bater em nada, mas me conhecendo, seria bem provável.

Mas antes buscaria sair e ir atrás de alguma fonte d'água, se houvesse e eu soubesse onde encontrar e me lavaria, caso isso ocorresse, encararia meu reflexo na água e não sei se seria capaz de conter minhas lágrimas ao ver a cicatriz horizontal de lâmina que passa por quase toda a parte frontal de minha testa. Essa lembrança é forte, mas é a única coisa que restou do meu rosto desde aquele dia, a seis anos atrás, pois eu mudei bastante. Iria direto para o lugar em que trabalhei, daria bom dia a quem reconhecesse na rua, com meu sorriso cordial, que costuma mostrar pouco dos dentes, não costumo abrir a boca ao sorrir, e com minha voz, que é grave e imponente, normalmente em um tom um pouco acima do que se considera normal.

Tentaria não tropeçar no meio do caminho, prestaria bastante atenção onde piso, para evitar parecer mais atrapalhado que minha fama já aponta que sou. Estaria decidido, depois de tanto ouvir sobre o one piece, que teria que dar um jeito de sair de Baterilla, me apegaria a qualquer chance disso, e tentaria evitar qualquer perigo nas ruas da cidade, e se não fosse possível, tentaria observar a situação e me preparar. Se tudo desse certo, me aproximaria do senhor que me contratou, sentiria a vergonha ruborizar um pouco meu rosto e também um frio na barriga.

—Bom dia... — Diria eu, com a voz bem em tom bem mais baixo que o normal e encarando o chão e respiraria fundo   — Vim apenas agradecer por toda a oportunidade que tive aqui, mas estou de saída — E finalmente tentaria fazer contato visual e sorriria. —Espero que nossos caminhos ainda se cruzem

Após tal reunião, iria com minhas poucas finanças procurar alguma carona para fora desse lugar, esse seria meu objetivo

"Irmão, você pretendia ser um grande marinheiro, era melhor que eu em tudo que fazia, até mesmo na luta com espadas... e agora tudo o que posso fazer é manter minha promessa de sair dessa vida pacata para seguir meu sonho de liberdade, como te prometi, mesmo depois de ter constituido algo aqui em Baterilla"

Estaria decidido, mas nunca se sabe o que pode acontecer,e se seria possível realizar meu plano, se não fosse, ainda sim minha determinação me faria tentar com tudo que posso uma outra solução para sair desse lugar... seria o sopro inicial do vento para minha jornada, para que eu pudesse seguir algum caminho. Me agarraria a outras oportunidades de mudança também, só não poderia aceitar ficar aqui, de forma pacata.


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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Qui 06 Dez 2018, 17:59


Era mais um belo dia que começava em Baterilla, o Sol começava a nascer, pássaros começavam a cantar, pessoas se levantavam e iam trabalhar tanto no campo, quanto na cidade, todos viviam com mais um dia de suas rotinas enraizadas, na verdade, quase todos, havia um rapaz, seu nome era Yamato Kazemaru e ele tinha outros objetivos em mente, uma mudança repentina no que fazia todo santo dia, qual era essa mudança? Se tornar um pirata e ir em busca do tão sonhado One Piece, o tesouro que poderia mudar tudo com em um piscar de olhos, desde que fosse encontrado.

Ele acordou no quarto onde dormia todos os dias, buscando em sua memória, se lembrou de que havia trabalhado normalmente no dia anterior e se deitado, embora tivesse tomado uma decisão para o dia de hoje. Se levantou, já se espreguiçando e se preparando, foi até o guarda-roupas, pegando seus trajes usuais e se vestindo, teve alguma dificuldade para colocar as roupas, batendo até mesmo seu mindinho na quina da cama, mas de uma forma ou de outra, conseguiu.

Feito isso, andou até um rio que se localizava ao lado da casa onde morava, esse rio possuía uma água muito limpa e transparente, se ajoelhando e passando água em seu rosto, o rapaz viu sua cicatriz e com isso começou a se lembrar de seu passado, o que fez com que ele chorasse um pouco, já que havia sido traumatizando o ocorrido. Com isso, ele se levantou e foi na direção do homem que havia o contratado, sempre prestando bastante atenção, por ser um trapalhado e acabar se mantendo em confusão, ao se aproximar do homem, ficando vermelho, disse algumas palavras de maneira discreta, mas logo foi respondido por um sorriso pelo homem de meia idade que colocava a mão direita sobre a cabeça do rapaz, falando de maneira orgulhosa, como um pai que conversava com seu filho.

- Não se preocupe, eu sabia que mais cedo ou mais tarde você iria, tenha boas aventuras por mim, Yamamoto. –

Com isso, o rapaz saiu andando e deixando seu antigo chefe que acenava enquanto ele ia para trás, ele sabia o caminho até a cidade, não demorando para que encontrasse uma carroça passando pela estrada que o levaria até ela. Tudo que o jovem tinha, eram B$ 50.000 no bolso e suas vestes, se ele conseguiria o que queria, já era outra história.

DICAS E CONSIDERAÇÕES:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Sab 08 Dez 2018, 01:59


Ouvir aquilo não era algo que eu esperava do homem que me deu um emprego a seis anos atrás, e me causou um impacto positivo, a sensação de estar fazendo aquilo que eu estava destinado me fez me sentir empolgado novamente. Enquanto estava na carroça com quem aceitou me dar carona, começaria a sentir o vento em meu rosto, o que tornaria minha sensação de liberdade ainda maior, mas caso não estivesse ventando, ainda sim o sentimento de dever cumprido estaria deixando meu coração palpitar um pouco mais forte e então, a lembrança do que acabou de acontecer me faria refletir sobre meu comportamento.

"Para ele ter dito aquilo... Deve ser porque meu comportamento realmente se destoava de quem aqui vive... E pensando bem, eu sempre fui mais quieto, de poucas palavras, não sou muito de me entrosar na verdade, apesar que gostaria bastante de ser mais sociável, eu costumo conversar sobre poucas coisas e com poucas pessoas, e de fato eu nunca vi Baterilla como um lugar para passar o resto da minha vida, isso já estava decidido desde que sai do lugar que morava, escondido. Outra coisa que talvez o tenha feito perceber, foram meus treinos, sempre treinava com uma larga espada de madeira após terminar meus serviços, muito provavelmente ele deve ter visto... No fim, eu só gostaria de o ter agradecido direito, quem sabe com um bom abraço, ele foi uma das pessoas que mais me ajudou."

Brotaria então um leve sorriso em meu rosto enquanto eu observava o caminho, para prevenir que não houvesse nenhum problema, e caso houvesse, eu tentaria agir rápido, para impedir quem me deu carona de ter algum problema, seja na carroça, no cavalo ou até no risco a própria vida. Se chegássemos no na cidade em segurança, agradeceria.— Muito obrigado pela carona, se houver algo que eu possa fazer para lhe ajudar, é só dizer — Falaria em um tom mais leve e baixo, apesar de minha voz permanecer um pouco imponente, um leve sorriso puxado para a esquerda, enquanto o encaro com meus globos oculares castanhos. Se ocorresse algum imprevisto no caminho, provavelmente, independente da gravidade, eu tentaria ajudar se conseguíssemos terminar a jornada, eu agradeceria também, mas sentindo culpa, com uma voz mais desanimada e uma certa seriedade, talvez até franzindo as sobrancelhas, e tentaria sair da vista da pessoa, para evitar causar-lhe mais problemas.

Na cidade, tentaria encontrar o porto, me guiando por minha memória e quando me perdesse, perguntaria a algum transeunte informações, mesmo sendo um pouco tímido, em momentos de necessidade, eu venço essa barreira, então observaria qual pessoa se parece mais adequada para isso, priorizaria os senhores e senhoras, pois demonstram ter mais sabedoria, eu considero — C-com licença... — Falaria envergonhado, em tom baixo e com a mão esquerda na parte de trás da cabeça, esperando alguma resposta, que se não me fosse dada, me faria aumentar um pouco meu tom, talvez até com alguns pigarros, e se mesmo assim não conseguisse resposta, partiria para um próximo candidato ou candidata. — Er... Eu estou um pouco perdido e gostaria de saber onde fica o porto... — Diria isso com um sorriso "amarelo" de quem não está nada orgulhoso de ter se perdido. Sempre tentaria me manter alerta para evitar maiores problemas ao redor, e se causasse algum, tentaria me evadir, logo hoje não seria bom chamar atenção, seguiria a mesma estratégia em direção ao porto.

Caso conseguisse alcançar o porto, tentaria primeiro observar quais barcos estão atracados, e então se aproximaria, com calma, das menores, que parecem mais baratas, talvez até a mais suja, mas que ele percebesse que seria possível navegar, então me aproximaria da pessoa mais próxima dela — Olá... Eu gostaria de saber quem é o dono dessa embarcação — falaria com firmeza, mantendo meu tom grave e imponente, e com meus olhos fixos com quem estivesse falando, e se fosse ele o dono ou ele me guiasse a pessoa eu ofereceria, após anunciar que desejo comprar o barco —Dou B$ 20.000 pela sua promissora embarcação... O que me diz? — Tentaria parecer que considero realmente que o barco valesse aquilo, mas estaria disposto a negociar melhor. Caso não houvesse nenhuma embarcação, eu perguntaria para alguém que parecesse amigável sobre as embarcações — E-ei, desculpe incomodar, mas você sabe quando as embarcações virão, ou se há alguma aqui em Baterilla?—.

Se caso só houvessem embarcações grandes, que sei que não sou capaz de arcar com os custos e preço, além de manejar elas, eu conversaria com alguém próximo de alguma das grandes, que não fosse da marinha  — Opa! Tudo certo? Eu gostaria de saber de quem é essa tripulação — Caso fosse levado ao dono dela, eu o cumprimentaria e com um sorriso em meu rosto, me ofereceria — Eu estou atrás de me juntar a sua tripulação temporariamente. Sou um rapaz forte e consigo carregar bastante peso, além sou bom com espadas e posso aprender algum ofício, se assim desejar, tudo que eu quero é sair desse lugar— Falaria pausadamente, parando para respirar um pouco e para garantir que estava sendo o mais claro possível e esperaria uma resposta. Se não fosse levado ao dono, recebendo perguntas que poderia me comprometer, eu desconversaria e começaria a sair levemente. — N-não é por nada... Só estava curioso, sou aficionado por embarcações desde pequeno

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Dom 09 Dez 2018, 14:36


Pegando sua carona, o jovem sentia o vento, mergulhado em seus pensamentos e sentado ao lado do silencioso homem velho que o ofereceu uma carona sem dizer sequer uma palavra ou receber um pedido, sendo que não demorou muito até que chegassem na cidade. O jovem sorriu enquanto agradecia ao homem, que como sempre, sorriu de volta e sem dizer nada deu com as rédeas em seu cavalo e foi embora com sua carroça, seguindo pela estrada, mas sem entrar na cidade.

Como o jovem já havia estado lá antes, se lembrava exatamente do caminho que precisava fazer para chegar no porto, sendo o que fez andando, não demorou muito para chegar, o dia estava bonito e pessoas passavam pelas ruas vivendo suas vidas, com seus trabalhos e outros afazeres. De toda forma, quando chegou no porto, não viu pequenas embarcações que parecessem ter o valor acessível, então optou por ir até uma embarcação grande atrás de trabalho, sendo que se aproximou de um grande navio, onde viu uma mulher com longos cabelos negros e olhos amarelados, usando um vestido vermelho levando algumas caixas, caixas estas que pareciam ser bastante pesadas, de toda forma, quando questionada sobre de quem era a tripulação, ela sorriu e falou algumas palavras com sua doce voz.

- Ah, sim, é aquela garota ali em cima olhando para cá, aquela com o cabelo rosa e preto, quer falar com ela? Pode subir, eu já vou também... –

O jovem subiu e pediu para se juntar a tripulação, de modo que a garota sorriu de volta e concordou com a cabeça, não demorando para que a jovem de cabelos pretos de antes dissesse algumas palavras, isso logo após aquela que aparentava ser sua capitã fazer alguns gestos com as mãos, a garota falou com sua doce e gentil voz respondendo sua capitão e logo depois passando as informações para o jovem, enquanto apontava para as caixas e logo depois para uma casa marrom que ficava bem próxima de onde o navio estava atracado, de modo que ao final das falas, as duas ficaram o olhando, esperando para ver sua decisão.

- Entendi. Escuta rapaz, meu nome é Cinder e o nome dela é Neo, ela é muda, mas quer ver se você pode realmente ser útil, estamos trazendo aquelas caixas aqui para cima, acha que pode descer e ajudar a subir com elas? Também precisamos que vá até aquela casa marrom ali e cobre o dono, ele está nos devendo 1.000.000 de berries e não quer pagar... –

Neo:
 

Cinder:
 

DICAS E ORIENTAÇÕES:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Seg 10 Dez 2018, 01:41



Um navio grande e com pessoas decididas, era o destino sorrido para mim, eu tinha que me apegar a essa chance.

"É ótimo ver o quão receptivas elas são, e que surpresa ver alguém que se comunica através de sinais, é simplesmente genial ver como o que inicialmente parecia um problema, foi contornado de maneira a ela ter até uma companheira capaz de entende-la e transmitir para os outros, quem sabe eu não aprenda um pouco a entender a linguagem dela também? Minha oportunidade para sair desse lugar é essa, ajuda-las com as caixas não me parece ser nenhum problema, o que me deixa um pouco assustado é a questão de cobrar o rapaz, será que vou conseguir..? Primeiro de tudo, preciso me apresentar!"

Respiraria fundo se o clima parecesse um pouco tenso enquanto elas esperavam minha resposta e falaria de maneira mais calma, demonstrando mais seriedade, caso percebesse que o clima não estava desconfortável, responderia imediatamente e com ânimo, demonstraria também um sorriso enorme em meu rosto e falaria de maneira um pouco mais descontraída. De qualquer forma olharia para Cinder e depois para Neo e assentiria com a cabeça.

—É um prazer conhece-las, me chamo Yamamoto e com certeza irei ajuda-las! Mas há uma coisa que eu gostaria de pedir...— Esperaria um tempo e talvez olhasse para o chão, para então continuar. —Eu gostaria de aprender a entender um pouco os sinais que a senhorita Neo usa— Esperaria mais uma vez, e tomaria um pouco de fôlego, para que talvez as encarasse novamente, mostraria um leve sorriso no canto esquerdo da boca, e talvez minhas bochechas ruborizassem um pouco, então ouviria as considerações e respostas delas, em caso de uma reposta positiva, tenderia a ficar ainda mais animado —Vocês não vão se arrepender!—. Caso a resposta fosse negativa e ainda viesse a causar algum tipo de desconforto, eu simplesmente tentaria disfarçar e mudaria de assunto —Er... As caixas me esperam!— E desceria para poder começar o trabalho.

Carregaria com bastante cuidado, sabendo que costumo ser desastrado, levaria uma por vez, ainda que aguentasse levar mais, seria muito ruim se algo acontecesse com alguma delas. Mas se caso ainda sim algum problema em relação a elas viesse a ocorrer, como derruba-las, primeiro me culparia e levaria as mãos a cabeça, e tentaria observar os danos que causasse em relação ao material, e se seria possível recuperar, se sim tentaria o fazer, fosse pegando as coisas no chão e apanhando ou qualquer outra forma possível.

"Droga! Eu sempre faço besteira! Logo hoje... Que merda! Tenho que tentar reparar isso rápido, mas primeiro tenho que manter a calma, agora já aconteceu, preciso encarar as consequências e conversar com elas"

Se tudo ocorresse sem maiores problemas, e eu conseguisse terminar de ajudar com as caixas, me aproximaria de Cinder. Caso houvessem maiores problemas e ainda sim elas não me mandassem embora, também me aproximaria dela, falaria de maneira calma, e em um tom mais baixo que o meu normal, demonstraria um pouco mais de seriedade.

—Senhorita Cinder... Eu gostaria de saber como esse homem é e se ele é perigoso— Caso a resposta fosse positiva em relação ao perigo, assentiria com a cabeça e perguntaria —Então eu poderia ter acesso a alguma espada?— Independente se a resposta fosse negativa ou positiva, eu iria para a casa marrom apontada, e em caso dele ser pacífico, também seguiria até lá, mas minha abordagem seria diferente, provavelmente fosse mais gentil ao invés de firme e mais confiante.

Se alcançasse a casa, observaria se a porta estivesse aberta ou fechada, se estivesse aberta, tentaria notar se haveria alguém lá dentro e se bateria com a informação que me foi dada, se a senhorita Cinder tivesse dado alguma, para então me anunciar. — Com licença. Estou aqui em nome de Neo, o senhor deve uma quantia para ela, e eu gostaria de recebe-la— minha voz estaria ainda mais alta e grave que o normal. Caso não fosse quem esperava, eu perguntaria —Er... Olá, onde se encontra o dono deste lugar? — E se não obtivesse nenhuma resposta, assumiria que a pessoa é o dono ou que ele está se escondendo.

Caso não houvesse ninguém, esperaria lá dentro até que alguém chegasse. Se a porta estivesse fechada, bateria nela e esperaria alguém abrir também.

"Espero resolver isso da forma mais pacífica possível... mas são 1.000.000 beries, não acho que será tão simples assim, preciso me manter alerta, espero que eu não esteja cometendo um equívoco... Mas o quê estou pensando?! Não posso hesitar logo agora! Minha liberdade me aguarda! "

Me manteria alerta a partir do momento em que me aproximasse da casa. E caso percebesse algum movimento de fuga, tentaria ir checar.



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MensagemAssunto: Re: [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial   Ter 11 Dez 2018, 16:36


O rapaz sorriu e respondeu as garotas demonstrando sua calma, não queria causar uma má impressão na primeira vista e até que parecia estar conseguindo. Perguntou sobre a língua que Neo usava, de modo que a garota fechou seu punho e balançou para cima e para baixo, juntamente com sua cabeça, parecia que tinha aceitado a presença do rapaz, além de concordar com sua pergunta.

Yamamoto desceu do navio e foi pegando de caixa em caixa e levando até o navio, elas não tinham um tamanho nem tão grande e nem tão pequeno, além de não serem tão pesadas, o que facilitava para que fossem deixadas junto às outras que já estavam na embarcação. Quando o rapaz começou, já não faltava tantas, teve apenas um caso onde ele deixou que uma delas caísse por ser um pouco atrapalhado, mas não teve grandes danos, ela estava com limões e tudo que aconteceu foi que um dos limões saltou para fora e rolou para o mar, ninguém sequer pareceu ter se importado, apesar de alguns dos tripulantes terem visto.

Com isso, o rapaz foi perguntar para Cinder sobre o dono da loja, o que fez com que ela olhasse para cima, colocando a mão no queixo e pensando um pouco, dando um sorriso logo em seguida e o respondendo calmamente, sem demonstrar nenhuma hesitação ou que estivesse tentando enganar o jovem ao falar algo que não era realmente a verdade para a situação em relação à pessoa que trabalhava naquele lugar.

- Bem, ele é um cara legal, vai ser bem fácil de você pegar o dinheiro, o problema é que ele é tão legal que ninguém aqui quer ir importunar ele com isso... Hahaha. –

- Mas aqui, é melhor pegar essa espada para caso haja algum problema futuramente, acho que a Neo vai querer testar sua força também daqui a pouco. –

A garota entregou uma grande espada negra para o rapaz, que ficando feliz ou não com ela, andou imediatamente na direção do lugar indicado, chegando lá, percebeu que se tratava de uma ferraria e loja de armas e lá havia um grande homem martelando em uma espada sobre uma bigorna, ao ser questionado, o homem deu um sorriso e retirou de seu bolso algumas notas, eram dez notas de cem mil berries cada, sendo a quantia exata solicitada pela pirata, ele apenas disse algumas palavras parecendo um pouco ofegante, provavelmente pelo seu árduo serviço.

- Aqui está, pode levar para ela, eu ia levar, mas estou muito ocupado, me fizeram um pedido grande até o final de semana... –

Escutando isso, o rapaz pegou o dinheiro e voltou até o navio, lá viu as pessoas que faziam parte da tripulação de Neo formando um espécie de amontoado, eram cerca de quinze pessoas, pareciam estar querendo ver algo interessante, pela formação na qual se situavam, estando todas olhando na direção do jovem que andava com o dinheiro em mãos, mais a frete, também o olhando, estava Neo, ela segurava uma espécie de guarda-chuva rosa em suas mãos, então fez um sinal, apontando com o guarda-chuva para sua arma, com isso Cinder, que estava junto das outras pessoas falou em voz alta de modo que o jovem escutasse.

- Neo quer testar sua força agora, não se preocupe, ela não vai te matar, mas lute sério se quiser ter alguma chance... –

Neo:
 

Cinder:
 

DICAS E ORIENTAÇÕES:
 

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