A Grande era dos Piratas



 
FAQCalendárioInícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [MINI-*Shark D. Davy*] *Mundança...*
por Fanalis B. Ria Hoje à(s) 1:55

» [MINI-Shark D. Lee] A Primeira de Muitas
por Fanalis B. Ria Hoje à(s) 1:55

» [MINI-Ulricheisen] O Sopro Inicial
por ulricheisen Hoje à(s) 1:41

» [Mini - Hou Yi] Capítulo 0.5
por Hou Yi Hoje à(s) 1:07

» Olar Marilene
por Curly Bill Ontem à(s) 23:50

» [M.E.P] Curly Bill
por Curly Bill Ontem à(s) 23:30

» Me apresentando aqui, tá okay?
por Reinhardt Ontem à(s) 23:27

» [MINI - Bill Curly] - Meu Ódio Será Tua Herança
por Curly Bill Ontem à(s) 23:25

» [MINI-Kurokami] Alvorada
por Rimuru Ontem à(s) 19:51

» [M.E.P] Towetz
por Towetz Ontem à(s) 19:00

» [MINI-*Towetz*] O Fanfarrão de Shells Town
por Towetz Ontem à(s) 18:47

» [MINI-*Lion King*] *Bandidos Malvados*
por Fanalis B. Ria Ontem à(s) 14:42

» Jimmy, o atirador vermelho
por Fanalis B. Ria Ontem à(s) 14:40

» [MINI-Sr. Gomes] Teste
por Fanalis B. Ria Ontem à(s) 14:36

» [MINI-TheUndead] Faço-os lembrarem.
por Fanalis B. Ria Ontem à(s) 14:36

» [MINI-*Slayer-Sama*] *Dragon Slayer*
por Fanalis B. Ria Ontem à(s) 14:36

» [M.E.P] - TRIPZAP
por TripZap Ontem à(s) 13:25

» MINI-TRIPZAP
por TripZap Ontem à(s) 13:24

» Masimos Titã Howker
por Marciano Ontem à(s) 8:13

» Aaron DeWitt
por GM.Yami Ontem à(s) 2:57

Facebook

------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG


Conheça o Fórum NS


Compartilhe | 
 

 [Mini-Jean-Claude] Prólogo

Ir em baixo 
AutorMensagem
Jean-Claude Strauss
Membro
Membro
avatar

Créditos : Zero
Warn :
Data de inscrição : 24/11/2018

MensagemAssunto: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Sab 24 Nov - 15:40

Nome: Jean-Claude Strauss
Idade: 40
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho: Normal
Estilo de Combate: Atirador
Localização: Fernand Ice Island, North Blue
Grupo: Civil
Vantagens: Ambidestro
Desvantagens: Vício (Charutos)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Rimuru
Membro
Membro
avatar

Créditos : 0
Warn :
Data de inscrição : 20/03/2018
Idade : 20

MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Seg 26 Nov - 7:10

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: http://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Observações:
 

____________________________________________________








Legenda:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Jean-Claude Strauss
Membro
Membro
avatar

Créditos : Zero
Warn :
Data de inscrição : 24/11/2018

MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Seg 26 Nov - 8:57

Acordaria com enjoo e irritação nos olhos, me sentiria um pouco cansado e se quer lembraria do que havia acontecido na noite passada. Poderia ter sido uma festança com muitas bebidas? Será que mais uma vez me envolvi com muitas mulheres lindas? Ou será que dessa vez eu tentei entrar em uma briga, apanhei, e fui largado neste lugar. Que aliás... Onde estou?

Olharia ao redor pouco perplexo, não me lembraria do quê realmente aconteceu, e o motivo do qual eu estaria ali. Procuraria saber onde eu estava, sentaria em algum lugar que pudesse repousar para colocar a palma, sobre o joelho, segurando meu no rosto, fecharia os olhos e sentiria uma enxaqueca fodida . — Ah, meu Deus, de novo não, sivuple Balbuciaria no intuito de dispersar um pouco daquele sentimento agonizante que estaria sentindo.

Respiraria fundo o ar ao redor, olharia as partes do meu corpo para me certificar que não havia acontecido nada de ruim, ou, se eu não havia esquecido nada. Bom, se eu tiver tido algo para esquecer, né?

Quem sou eu? sivuple Me questionaria levantando a cabeça e olhando para frente, indagaria segurando uma tosse bruta. Sentiria um pouco apavorado, mas logo me confortaria segurando minha barba robusta e bem moldurada.

Caminharia pelo lugar ao meu redor, procuraria pistas e respostas para saber quem sou eu, e se havia um lugar para onde possivelmente eu poderia estar um dia antes,  que com certeza! Aquele lugar era o bar, minha segunda casa. Caminharia a busca desse glorioso local, para conseguir uma boa e geladinha cerve.... Resposta!
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Rimuru
Membro
Membro
avatar

Créditos : 0
Warn :
Data de inscrição : 20/03/2018
Idade : 20

MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Qua 28 Nov - 20:08


O frio era uma das características principais de Fernand Ice Island, o vento gélido podia ser sentido em cada canto e músculo exposto conforme a neve caia quase como uma benção,dançando sobre os céus e deslizando com elegância.Para forasteiros era um território totalmente hostil onde as pessoas haveriam de ter dificuldades de sobreviver devido ao piso pouco estável e condições adversas, mas para aqueles que a viam como lar, acabaram se por adaptando seus costumes em meio ao dia a dia tornando se um ambiente pacífico e afastado dos conflitos do mundo afora.

Em meio a esse cenário contagioso,mas precisamente dentro de um entre os poucos Iglus espalhados pelas redondezas se encontrava Jean deitado de bruços sobre a superfície macia de uma cama quente.O motivo que o fizeram chegar até ali era algo pouco comentado e quem sabe seria respondido com uma pequena investigação ou busca.Seus olhos começavam se a abrir revelando todo o acomodamento.Não havia muitos móveis além das camas e outras pessoas pareciam dividir o quarto em seus próprios colchões.Havia alguns tapetes felpudos de pele  sobre o chão e as iluminações eram dadas através de pequenas velas isoladas sobre um recipiente de vidro evitando assim que derretesse a estrutura com sua pequena chama ardente.

Inúmeras dúvidas abençoaram sua mente e com o intuito de dissipá-las por completo Jean se levantará fazendo menção de sair.Ninguém aparentava tentar impedi-lo então era evidente que ele não estava ali como um prisioneiro.Abrindo a portinhola que levava para o exterior,podia se notar um forte vendaval congelante.Suas escolhas eram mínimas desde que ele almejava ir até o bar local era necessário passar por esse clima hostil e arrebatador, por sorte suas vestes eram adequadas para o serviço.Suas roupas eram quentes feitas de peles de urso polar,confortáveis pela sua consistência,as botas eram grandes e pesadas,fechadas em ambos os cantos impedido a retirada do calor interno.

A viagem não demorou muito e após atravessar o que seria uma caminhada deslizante sobre o gelo logo Jean chegava a seu destino. “Desfiladeiro do Pinguim” como era chamado.O único e completo bar de toda ilha.A movimentação era grande quase como se a maior parte da população estivesse lá dentro.Música ecoava solenemente encantando os residentes que cantavam de volta seus versos em pleno ritmo.Ao todo haviam apenas três funcionários,mas como a quantidade de pessoas nunca seria algo pra lá de grandioso era o suficiente para tudo.O barman colocava os barris sobre o estoque todos entreguem pela manhã e as belas garçonetes desfilam em meio aos fregueses anotando seus pedidos e até mesmo recordando o nome de cada um deles.

A mais nova meio que espantada olhava para Jean cobrindo a boca,oferecendo a sua bandeja para a mais velha que apenas levantava a cabeça de maneira esnobe não gostando em nada do que estava para acontecer.Em sua expressão a garota nova esbanjava preocupação:

-Então você está bem?Fiquei apavorada,tivemos que pedir para alguns dos visitantes levá-lo até a residência mais próxima,não é todo dia que alguém desafia a irmazona para um braço de ferro e acaba sendo jogado para dentro do mar sobre o gelo.Foi necessário inúmeras reformas para que o lugar não fosse fechado. Seu corpo parecia se mexer de um lado para o outro de maneira inquieta mas por fim um sorriso se revelava com uma pergunta mais do que importante.Mas então,deseja pedir alguma coisa?
Dicas e Orientações:
 

____________________________________________________








Legenda:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Jean-Claude Strauss
Membro
Membro
avatar

Créditos : Zero
Warn :
Data de inscrição : 24/11/2018

MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Sex 30 Nov - 9:12

Ficaria abismado por estar naquele local mais uma vez. De fato, uma estranha e confortável sensação de tranquilidade tomaria meu corpo ao adentrar naquele botequim.

Olharia ao meu redor franzino a testa e semicerrando os olhos, passaria a mão por volta de meu bigode que se conectava com minhas costeletas, acariciava-o pensando no que de fato eu podia ter feito naquele local. Que doideira, eu sinto como se já tivesse vindo aqui antes, mas assim, não é como se eu lembrasse de tudo que eu tinha feito, será que a bebida que tomei nesse lugar era tão forte assim? Ou será que eu sai em uma briga tão feia que a pancadaria me fez perder a memória? Mas como um bom gentleman eu sou um péssimo brigão.

Aquele tipo de pessoas não eram comum, conseguem ficar tão tranquilo naquele frio intenso, realmente se não fosse por essas roupas tão fashions que estava usando, eu morreria de frio.

Ajeitaria minhas vestes feitas de ursos polares, bateria minha botas pesadas no chão para retirar um pouco de neve, caso houvesse, e como haviam várias funcionárias no local, lógico que jogaria meu charme.

Ficaria um pouco abismado pela reação e a fala daquela garçonete, torceria para que no fundo aquela tal de "irmãzona" fosse maior de idade, por quê sinceramente, garotas novas brigando para se deitar comigo era o cúmulo, na minha juventude aquilo era legal, hoje apanhar de mulher para fazer amor já era meio pesado.

Continuaria franzindo a testa e semicerrando os olhos, mas agora, para garçonete. Enquanto ela falava, faria uma inspeção por todo seu corpo, da cabeça aos pés e manteria uma pose de pessoa muito séria e rígida, sem expressões faciais e semblante de homem maduro e robusto. — Então minha jovem... — Olharia fundo nos olhos dela e cruzaria os braços — Você é maior de idade, sivuple?— Logo cairia na real e e balançaria minha cabeça para o lado e para o outro tentando disfarçar o quê eu haveria dito — Na verdade.... É... Eu quis dizer, eu gostaria de um belo copo servido de rum! Por favor! — Diria com um sorriso constrangido na face.

Caso a garota fosse me servir, procuraria um lugar confortável e que não ficasse no centro do lugar para não ser um alvo fácil, por mais que eu não me reconhece por essa perda de memória recente, eu sentia um instintos estranhos, de não chamar muita atenção e ser objetivo, quase como se eu fizesse algo antes que eu precisasse de tomar cuidado. Se ela chegasse com a bebida que lhe pedi, sorriria assentindo com a cabeça em sinal de formalidade, e a chamaria antes dela partir — Ah... Senhorita, sivuple, eu sei que isso não faz parte do seu trabalho, mas por gentileza, poderia me dizer o quê aconteceu na noite passada e mais sobre a irmãzona? — indagaria um pouco no meio das falas, e prenderia uma tosse repentina, tomaria um gole de rum para poder aliviar minha garganta possivelmente seca. — Não que eu não lembre, não! Eu só queria saber detalhes... É porque foi muito incrível, de fato! Poderi

Caso a garota não fosse me servir, apenas procuraria um lugar onde pudesse ficar quieto, para ser mais sincero iria direto ao barman, onde eu cogitaria uma possibilidade maior de tirar mais informações, já que, talvez ele ficasse naquela função desde a abertura do bar até o encerramento, e possivelmente tenha visto o quê havia acontecido na noite passada. Me dirigiria ao barman se ele estivesse em seu posto, e com um gesto com as mãos sinalizaria para que ele me service um pequeno gole de rum, ou a cachaça mais braba que ele teria naquele bar. Se eu fosse service, tomaria um shot para clarear a mente. — Amigo, tudo bom? Sivuple, não sei se você pode me dar essa informação mas poderia me dizer se você me viu ontem? Ou o quê aconteceu ontem?

Independente de quaisquer situações, eu sempre me manteria calmo e de bom humor, quase como se eu não levasse nada a sério, ou se eu era tático demais para temer qualquer tipo de coisa, e por incrível que pareça, tudo era muito normal e eu não temia nada, a não ser belas moças jovens maiores de idade, sivuple.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Rimuru
Membro
Membro
avatar

Créditos : 0
Warn :
Data de inscrição : 20/03/2018
Idade : 20

MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Dom 2 Dez - 12:57


O bar por si só trazia inúmeras lembranças que eram recebidas como um dejavu momentâneo, olhando ao seu redor era possível ter uma noção precisa daquele ambiente que o cercava, ao todo eram posicionadas umas vinte mesas feitas de gelo com acomodações de madeira de diversos tamanhos,para aqueles que não possuíam cadeiras os próprio barris de antigas safras era utilizado como banco e isso de longe não incomodava ninguém desde que todos os fregueses pareciam se aproveitar mais do néctar percorrendo suas gargantas do que suas condições adversas, logo a frente havia o galpão de gelo perfeitamente esculpido de tal maneira que o reflexo de todas as bebidas por trás dele eram mostradas como se em uma vitrine.O barman ilustrava os copos com um pano limpo com satisfação em seu olhar vendo seus clientes contentes com a boa administração, bebida não era a única coisa que ali possuíam e a outra funcionária trazia de uma porta dos fundos travessas de comida, desde porções de batata,torresmo e aperitivos para degustação.

A dúvida percorria sua cabeça, não havia traços de conflito ou qualquer coisa adversa que poderia dar uma imagem do que ocorrerá no dia anterior, sabendo que ficar apenas questionando em meio a pensamentos não o levaria a lugar nenhum Jean ajeitava sua vestimenta de maneira condizente fazendo com que a neve acumulada fosse jogada ao chão, essa ação ocasionará em um evento chamativo,todos pareciam parar o que estavam fazendo visto o que havia se desenrolando:

-Eu não me canso de ver isso.Comentava um dos bêbados olhando para Jean é logo então para a neve sobre o solo, como se a deixa tivesse sido dada uma pequena portinhola se abria logo ao lado da sala dos fundos e um pinguim de lacinho andava com gingado, vendo a sujeira posta ao piso o mesmo deslizava de um lado para o outro limpando o estabelecimento com sua própria barriga como se fosse um esfregão, até que por fim terminava seu trabalho indo até a garota que conversava com o forasteiro ocultando suas vestes conforme ela o pegava e acariciava sua cabeça:

-Minha idade?Seria em torno de uns dezenove anos senhor, você pode ficar naquela mesa ali logo irei trazer o seu pedido sem demoras. Sua mão apontava na direção mencionada e logo então soltava o pinguim com delicadeza indo até o balcão destinado.Sem questionar Jean caminhava tranquilamente até onde havia sido solicitado uma mesa um pouco afastada dos demais com uma vista para o cenário congelante afora, não demorou muito e uma garrafa de rum era posta sobre o gelo com um copo de vidro onde era virado o líquido contagioso, assim como espetinhos de bolinhos de batata e petiscos de provolone a milanesa:

-São por conta da casa parece que o cozinheiro gostou de você pelo incidente de ontem a noite.

Antes mesmo de ela se retirar o questionamento era feito e com ambos os dedos da mão esquerda próximo a cabeça ela refletia sobre a melhor maneira de expressar o ocorrido andando de um lado para o outro e observando os arredores como se perguntando a si mesma se outro alguém estaria os fitando.Não percebendo nada fora do comum a garota sentava do outro lado da mesa e pegava um dos petiscos direcionando o para sua boca,mastigando com suavidade e paciência por fim revelando a informação:


-Foi uma noite indiferente e sem igual,nunca vi o pessoal tão agitado,ao que parece estavam todos querendo uma chance de se aproximar da irmãzona devido a sua beleza e estatura sem igual,mais como era uma concorrência muito grande você e os outros homens optaram por um pequeno torneio de braço de ferro para estipular quem seria qualificado o bastante para tomar a iniciativa.Sua risada parecia suave e ela pegava um copo para si deslizando o indicador sobre as beiradas antes de tomar um gole breve comentando como se estivesse diante de um conhecido de longa data.Ao final você saiu vitorioso e estava prestes a tomar a dianteira no entanto ela acabou descobrindo tudo e o desafiou para um braço de ferro concorrendo a alguns serviços adicionais, sem nem mesmo questionar acabou aceitando e bom...tão pouco começou e ela virou seu corpo no ar e com uma súbita alavancada foi de encontro com o solo atravessando a superfície e se afundando nas águas.Foi bem difícil te tirar de lá mas com a ajuda de alguns homens iniciamos o tratamento e o alojamos na casa mais próxima para recuperação,até que foi bem rápido,com certeza deve ter uma resistência de ferro.

A garota se levantava e piscava com o olho direito conforme ia se afastando deixando Jean sozinho diante de seu pedido,era chegado a hora de satisfazer a sua fome. Se não fosse é claro pela agitação que se dava início, a porta da frente recebia inúmeros solavancos como se estivesse sendo pressionada com todas as forças a abrir,até que por fim ela cedia sendo quebrada em inúmeros pedaços e uma figura ruiva de cabelos longos e vermelhos caia de frente.Suas costas estavam todas ensanguentadas e ela parecia se forçar a deslizar se para frente.Aquela que atenderá Jean chegava com um kit de primeiros socorros se preparando para o tratamento mas antes mesmo que pudesse fazer qualquer coisa a ruiva pegava seu pulso e falava com a voz fraca e quase sem tonalidade alguma:

-Co..cooo..corram.Sua preocupação era consequente de seu último suspiro e não se dava para saber se ela ainda estava viva.As paredes eram quebradas e um grupo de três ursos polares invadiam com fúria.O barman pegava suas funcionárias e as levava para os fundos,os homens pareciam se reunir pegando armas e as distribuindo entre si embora alguns não tivessem a disposição tão alta assim como fonte de vontade e corriam de pavor diante do cenário caótico.Disparos eram ouvidos e um dos urso parecia gravemente ferido e não gostando nada da agressão sua pata batia com força em um grupo os arremessando para longe e sua boca grudava sobre a cabeça de um terceiro.

Uma caixa com diversas armas de fogo era chutada para perto de Jean, dentro dela havia desde revólveres,pistolas,arcos e rifles para serem utilizados, era necessário que ele agisse depressa ou quem sabe os mal lençóis que poderia se meter.

Dicas e Orientações:
 
.

____________________________________________________








Legenda:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Jean-Claude Strauss
Membro
Membro
avatar

Créditos : Zero
Warn :
Data de inscrição : 24/11/2018

MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Dom 2 Dez - 16:44

A memória daquele pinguim limpando o chão com a própria barriga não saia de minha cabeça, e por uma fração de tempo seguraria minha risada quando a jovem moça prolongava sua oratória, não queria ser rude, mas por uma fração de tempo eu perdi o raciocínio em meio a explicações e flertes, que com certeza, aquela garota estava flertando comigo e eu não entendia absolutamente nada do quê ela falava, me perdendo naquela beleza fenomenal.

Ao ver toda aquela situação, uma figura ruiva voando de fora do estabelecimento e caindo próximo a mim e a minha futura namorada, certamente como qualquer pessoa comum eu arregalaria os olhos e quase cagaria nas calças, mas devido aos meus instintos, eu estava completamente puto com aquela situação, semicerrava os dentes e franzia a testa por aquele incidente atrapalhar meus planos de flerte e, oculto, recolhimento de informações.

PORRA! — Gritaria muito irritado procurando abaixado qualquer tipo de abrigo ou proteção. Procuraria não ficar afastado daquela caixa que algo me dizia que continha armas, o interior do meu estômago borbulharia ao ver aquele item, parecia como se meu corpo necessitasse do que estava ali, quase como memórias corporais, que era algo tão comum que quando não estava com aquilo me sentia incompleto e indefeso — Mas que porra é essa.... — Eu mesmo estava confuso com toda aquela situação, não entendia o porque de tudo que estava acontecendo, qual era meu propósito ali, e por quê raios atrapalharam meu flerte, até que eu tive uma luz e realmente entendi tudo. — NÃO FUI EU QUE COMPREI ESSAS ROUPAS DE URSO POLAR, FORAM ELES SIVUPLE! — Gritaria um pouco assustado tentando resolver a situação, mas, talvez piorasse por outro lado.

É... Com certeza eu estava vestindo um dos irmãos desses ursos, e foi tudo um jogo para me pegar, deve ter sido a irmãzona já que mentiu para todo mundo que ganhou de mim na queda de braço, o quê claramente não poderia ter acontecido, me iludiu com essa bela moça maior de idade e mandou esses capangas para me pegar, e agora eu estou aqui... Perdido.

Respiraria fundo e tentaria acalmar meus nervos, faria uma varredura visual pelo local, onde meu alcance chegaria, viria as pessoas mais próximas e as mais distantes e caso fosse fora da linha de tiro, tentaria pegar aquela caixa. Olharia o conteúdo dela, que me pareceria familiar, eram armas! Por incrível que pareça não me pareceram estranhas, rapidamente peguei duas pistolas nas mãos e me sentiria totalmente confortável, abriria os compartimentos e liberando os carregadores fazendo a checagem das quantidades de balas — Tudo bem... É... Pistolas, hmm... — Respiraria fundo e olharia fixamente para aquelas pistolas — ...Vamos lá então, sivuple.

Visando uma ofensiva, procuraria alguma mesa de gelo próxima, que refletisse diretamente para porta, me localizaria na sala em relação a meus adversários, que por sinal, faria a contagem de quantos estavam contra mim. Após ter uma rasa informação do local, colocaria uma das pistolas no colo e pegaria algum item ao meu redor, como um copo se o encontrasse. Lembraria da posição do urso polar mais próximo e sozinho, então começaria meu avanço para igualar os números, esquecendo totalmente o apoio militar que tinha dentro do bar. Ainda abaixado jogaria o copo em direção contrária a minha em um local vazio e longe, para dispersar a atenção dos ursos, logo depois recolhendo a pistola no colo. Usando o possível reflexo da mesa se tivesse ao meu alcance ver a direção da face dos ursos, se não fosse focada em mim, usaria aquele chão deslizante, o mesmo usando pelo pinguim antes, para locomover rapidamente meu corpo para trás de algum outro lugar próximo e protegido, assim enquanto deslizava, me concentraria para poder mirar em direção a cabeça do urso polar alvo, sozinho, disparando dois projéteis visando matá-lo.

Visando uma defensiva, procuraria um lugar para me proteger, atrás de balcões, cadeiras, mesas ou algo sólido o suficiente para segurar uma bala. Ficaria com os ouvidos em pé, forcaria a memória para fazer um mapa mental, quase como uma fotografia da posição de cada coisa, onde cada um estava, e o quê estava segurando ou em sua posse. Para conter o máximo de informações possíveis somaria o mapa mental e concentração na audição, para tentar antecipar quaisquer passos dos ursos, e utilizaria a tática de armadilha jogando um objeto em um lugar para prender a atenção e conseguir deslizar para o outro lado e fugir do possível perigo. Não seria o primeiro a atacar, esperaria o avanço do apoio dos homens armados no bar ou se não os passos dos ursos, focando sempre na esquiva e agilidade.

Independente de tudo, ainda sim buscaria estabilidade emocional, mesmo sendo um pouco enigmático sempre manteria minha mente em calma e meu corpo atento para quaisquer tipo de mudanças bruscas, atenção redobrada e boca fechada.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Rimuru
Membro
Membro
avatar

Créditos : 0
Warn :
Data de inscrição : 20/03/2018
Idade : 20

MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Dom 2 Dez - 19:57


A multidão se aglomerou diante da invasão inesperada, homens corriam de um lado para outro a maioria armada com rifles ou lanças evitando  se aproximar de seus agressores mantendo a distância o máximo que seus pés permitiam.Disparos eram consequentes e arremessos  eram efetuados em sequência, alguns pareciam ser efetivos outros passavam longe de seus alvos e as falhas eram consequentes de suas vidas. A cada fracasso um entre os envolvidos era dilacerado por garras ou jogado para longe com uma forte patada, o conflito parecia estar desequilibrado até que finalmente um corajoso sujeito abrirá mão dos batimentos de seu coração em uma jogada arriscada, aproximando se o suficiente de uma da bestas gélidas e atravessando seu olho com a lança. A fera urrava e mordia mas de nada ele cedia e cravava cada vez mais a ponta de metal no interior do animal quadrúpede.Ambos tombavam de lado restando uma quantidade reduzida para ambos os lados, seu sacrifício parecia revigorar a coragem e força de vontade de seus compatriotas que berravam a plenos pulmões com orgulho.

Jean não se deixava de fora, sua mente era astuta e dedicada embora suas palavras fossem cômicas e sem sentido criavam as condições perfeitas de humor e estabilidade enquanto se protegia por trás de uma das mesas.Graças a seu material era possível ver o que estava acontecendo mas por infelicidade o mesmo poderia ser usado contra ele, contudo os polares estavam ocupados demais com os outros dando o tempo necessário para que averiguasse o conteúdo da caixa e pegasse aquilo que mais lhe parecia de serventia.Duas pistolas de aparência similar em seu pente era alojado 24 balas em cada uma delas e a coloração era escura como a noite com pinturas rupestres em detalhes brancos, provavelmente um símbolo dos nativos.

Para que seu plano fosse realizado com sucesso era preciso o auxílio de um outro objeto como chamariz, mas a única coisa que podia ser usada para isso era a garrafa de rum visto que a garota havia levado os copos sem querer.Não tendo outra escolha senão essa o recipiente era jogado para longe se partindo em fragmentos distintos.Um dos ursos devido a sua audição avançava até onde ocorrerá o barulho machucando se com os cacos e escorregando pelo líquido em meio ao piso volátil.Jean observava a tudo através de sua pequena base de operações e vendo que nenhum deles parecia saber onde estava aproveitava se e deslizava rumo a glória disparando duas vezes contra a cabeça do animal.

Sua satisfação podia ser dada com a queda evidente da besta,restando apenas uma única ameaça para ser confrontada.Diferente dos outros esse parecia ter ficado mais esperto,seja pela morte de seus semelhantes ou as devidas pancadas e agressões em seu corpo esperando atento,até que um dos homens vacilara e escorregara.O mesmo era puxado e em menos de um minuto deixava de existir tendo se dividido em partes para todo o lado.Ao todo contado com Jean havia apenas cinco sobreviventes e um deles surpreendentemente era a garota ruiva que parecia voltar a consciência.

Dicas e Orientações:
 

____________________________________________________








Legenda:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Jean-Claude Strauss
Membro
Membro
avatar

Créditos : Zero
Warn :
Data de inscrição : 24/11/2018

MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Ter 4 Dez - 8:09

Ficaria abismado caso conseguisse ouvir o som do grande animal felpudo se desmontar no chão, era um tanto satisfatório e incomum que a estrategia que eu havia montado tinha dado certo, não que eu não confiasse em minhas habilidades, só quê, porra! Eu matei um urso polar gigante e atirador né gente?! Isso é foda pra caralho! Funcionou? — Sussurraria caso ouvisse o som do animal indo ao chão, e confirmasse a pequena vitória — Puta merd... Sivuple, não é que deu certo mesmo? — Ficaria boquiaberto e com um sorriso acompanhado de bochechas coradas e olhos arregalados, a surpresa e felicidade pela recompensa de minhas habilidades era gratificantes.

Havia voltado meu semblante anterior, me concentrei unicamente na batalha e poderia sentir meu coração ameaçando a palpitar, devido a adrenalina e dopamina que alimentavam o frenesi da batalha. A situação agora era outra, deduzi que o último urso polar estaria com sua atenção redobrada, logicamente, ocupando mais suas ações em táticas defensivas. Com os números a favor de nós, os beberrões, e com dois aliados dele no chão, acredito eu que o propaganda-da-coca-cola não seria maluco o suficiente de nos atacar naquelas circunstâncias.

Ficaria alguns segundos parado com as armas em punho, respiraria minimamente ofegante, regulando a respiração e os batimentos cardíacos, passaria um flash da memória do tiro certeiro no crânio do polar, e aqueles sons de disparos com uma arma branca sendo cravada na carne entre eles, eu não sei direito o quê poderia ser, mas eu deduziria que seria uma lança — E pensar que isso tudo só está acontecendo por quê eu levantei da cama hoje pela manhã, o ser humano é uma raça medíocre não é?! Ele pode evitar qualquer tipo de problema na cama, MAS NÃO... — Pensaria em voz alta enquanto olharia para as pistolas em meus punhos — Na cama.... — Seguraria a risada, mesmo dentro daquele cenário caótico que estava, talvez, minha paz se encontra no centro do caós, quando tudo está perdido e acabado, eu acho que finalmente encontro um novo sentido para seguir em frente, observando ele em estado cômico, por quê a vida não é nada mais que uma grande piada, da morte.

Neste jogo de xadrez, minha primeira tática seria um tanto quanto suicida. Já que o rum que minha namorada havia me servido tinha um alto teor alcoólico, claro, para um homem grande como eu... Ele logicamente seria altamente inflamável, poderia exibir o local onde o urso estava, mas isso também dificultaria a rota de fuga para todos os outros, ajudaria a expor o inimigo mas porém também poderia matar a todos nós... O quê fazer?... Hmm... — Murmuraria. Já que, não havia muitas opções plausíveis naquele instante, optaria por essa. Olharia pelas laterias do lugar onde estaria me protegendo, tentando localizar o rum esparramado no chão, caso achasse, com máximo cuidado dispararia no líquido para que a fagulha da bala no chão iniciasse um fogaréu. Me viraria para o pessoal do bar e usaria gestos com a mão em sinal de aviso, levando a gola da minha espécia de jaqueta até o nariz e a boca, para que eles não respirassem a fumaça que iria subir — Porra... Mas aqui tá cheio de gelo, será que vai pegar fogo mesmo? — Pensaria em voz alta mais uma vez, agora coçando a lateral da cabeça com a ponta da arma — Não tenho muitas opções mesmo... Sivuple. Esperaria o fogo se tornar intenso e a fumaça incomodarem, assim, resultando em uma ação inesperada do urso polar dando sua localização, ao vê-lo, faria um sinal de ataque para que todos atirassem de apenas uma só vez, e dispararia com as duas armas contra o animal e sempre procurando cobertura, aumentando as chances de acertos e evitando que o mesmo se escondesse, seria fatal se conseguisse.

Meu segundo passo seria realmente tático. Caso os homens do bar me ouvissem e me dessem o devido respeito e liderança, chamaria com sinais para três deles viessem de encontro a mim, sussurraria com eles um esquema, também dando oportunidade para o urso se movimentar como um rato atrás do queijo em uma ratoeira. O esquema era o seguinte: cada homem pelas laterais, e um vai pelo meio, eu ficaria dando rajadas para que o mesmo não pudesse contra-atacar, cada homem evitaria o avanço pelas laterais e o do meio seria crítico, atirando para matar. Se os homens houvessem entendido logo começaríamos o ataque. Após cada atirador fosse para sua função, dispararia nos possíveis locais onde o urso estivesse, mas não seria tiros sem alvo, apenas não deixaria-o ter, se quer, chances de mirar, ao ver pontos brancos do pelo do urso dispararia projéteis até o fim do meu carregador. Daria três chances do animal morrer, ou pelos lados, ou pelo centro, ou levantando a cabeça para mirar. Como um gentleman que sou, dei oportunidades para meu inimigo perder com classe.

E por fim, como defesa, meus passos seriam únicos e simples. Agacharia ou andaria por trás de possíveis obstáculos que trouxessem proteção, desta vez, não realizaria ataque e simplesmente me juntaria onde haviam mais gente para não ser um alvo desgarrado, não criaria oportunidades para o inimigo e seria cauteloso o suficiente.

Aquela parte do tiroteio, realmente era tático, o mais forte seria o mais inteligente em batalha. Mesmo que meu adversário fosse um animal, eu nunca o daria oportunidades para vencer, e nunca seria descuidado o suficiente para subestimar o inimigo. Não faço ideia por quê tinha aqueles sentidos, mas eles me diziam que era o certo a fazer, como se fosse algo interior, algo tão normal para o meu corpo como andar, comer ou cagar... Matar estava nos meus genes, só agora conseguiria ver isso.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Rimuru
Membro
Membro
avatar

Créditos : 0
Warn :
Data de inscrição : 20/03/2018
Idade : 20

MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   Sab 8 Dez - 11:01


Ninguém queria ter acordado pela manhã e em meio a seu lazer cotidiano se deparar com mutilações e batimentos cardíacos decorrentes de adrenalina, mas como todos sabem eram os riscos estabelecidos para aqueles que ousavam desafiar o ambiente gélido conhecido como Fernand Ice Island.Cada um deles parecia aflito e seus olhos não ousavam se afastar de sua pressa, hora ou outra intimidando a com a lança como medida de fazê-la recuar ao invés de avançar contra todos os demais, o urso todavia estava com um completo mal humor retribuindo a todas as atitudes postas contra ele com um grunhido estrondoso que podia ser sentido na vibração do gelo, um  sinal de que as coisas não poderiam se desenrolar muito mais ou todos ali dormiram em sacos funerários  e jogados ao mar.

Jean havia tido uma ideia em meio a toda essa confusão, se ela fosse boa ou não era necessário descobrir em prática mas seus riscos e perigos se faziam claros como o sol antes mesmo de ser efetuada. Não tendo muitas outras escolhas sem ao menos tentar para resgatar suas próprias vidas o jovem disparava contra o líquido inflamável buscando saber sua reação.Era evidente que fogo não seria proporcionado, ao menos não é longa escala, o frio era estupidamente forte e as labaredas decorrentes eram fracas o suficiente para queimar o animal que apenas se afastava um pouco contra a parede com medo das chamas.Quando as mesmas se encerravam um alívio podia ser presenciado na expressão do polar que decidirá se por avançar rumo aos sobreviventes fazendo o cérebro de Jean disparar  em um segundo esquema envolvente.

Um que acabara não sendo necessário,tão pouco suas patas haviam se apoiado contra o solo,o mesmo trincava e estalava até que partia em milhares de pedaços,como o urso era muito pesado logo a gravidade o puxava para baixo caindo sobre a água gelada de um abismo profundo.Os homens cientes da oportunidade começavam a atacá-lo impedindo que ele saísse do local, as pontas das lanças se alojaram por toda sua plumagem e disparos eram feitos em direção da sua cabeça,até que a besta não tivesse forças em seus músculos e cedia ao banho eterno se afundando nas profundezas.Todos pareciam olhar entre si como se duvidando de tamanha realização até que por fim um grito de vitória ecoava da boca de um dos indivíduos,sendo acompanhado pelos demais que se deixavam se jogar ao chão,sentando se ofegantes diante de uma tremenda conquista, a sobrevivência dos mais fortes.

A comemoração era precedente e cheia de entusiasmo,embora feridos e com sangue escorrendo pelo corpo,todos pareciam animados com a resolução dos fatos, um deles até mesmo ia até o galpão e abria um dos Barris despejando o líquido espumante em diversos copos para todos os presentes,erguendo seu recipiente de vidro bem alto acima de sua cabeça como se brindando por mais um dia que se era permitido viver:

-Saúde o irmãos e irmãs por aqueles que desafiaram o demônio de branco e reinaram sobre as terras congeladas sem fim.Ergam se em seu triunfo e compartilhem do néctar dos deuses ao meu lado!

Muitos pareciam concorda e pegavam seus respectivos copos saudando um aos outros e virando o conteúdo em apenas um ou dois goles prontos para repetirem a dose.Assim que os estômagos estivessem satisfeitos o menos ferido com exceção de Jean fora encarregado de chamar pelo socorro e em menos de uma hora uma equipe médica bem trajada com roupas de leão marinho adentravam recinto,abrindo suas maletas e realizando os primeiros socorros.A maior parte deles focados na garota ruiva deitada sobre o chão que começava agora a recobrar as consciências por completo :

-Onde estou? O que aconteceu? Cadê meus amigos? Perguntava a garota assustada,tendo como resposta apenas um carinho moderado em seus ombros que a fazia chorar em mágoas.

Um gesto que era repetido no corpo de Jean mas apenas para chamar lhe a atenção,sendo sua fonte um homem barbudo e com uma cicatriz no canto no olho, musculoso e firme com os cabelos completamente raspados,em baixo de seus braços estava a caixa onde se encontravam as armas que lhe foram utilizadas:

-Um grande espetáculo foi aquele, até parece que você e um exterminador de ursos profissional, riororiorororororo.Quem sabe podemos contar contigo para nos proteger dessas pragas ao lado de nossa jovem garotinha.Talvez ela tenha se descuidado sem querer e um deles passou despercebido,então seria bom ter homens qualificados como medidas preventivas. Suas mãos batiam na caixa e a abria revelando mais uma vez seu conteúdo assim como um espaço vazio.Mas independente de sua escolha eu quero o que é meu de volta,se eu tivesse caído em combate poderia muito bem ficar com elas mas como não foi esse o caso gostaria de recuperar meus pertences se não for de incômodo.

Antes mesmo que pudesse responder a garota que o atenderá retornava ao bar,junto do pinguim de estimação,que parecia não entender nada da situação mas vendo o sangue e sujeira esparramado pelo chão começava a deslizar para limpar tudo aquilo, até que o chão estivesse completamente reluzente com exceção de alguns destroços que o fizeram desistir do método tradicional,obrigando o a se levantar e varrer a tudo com uma vassoura personalizada escrita “Minha outra ferramenta e minha própria auto estima”.A garota por outro lado dirigia se até Jean o abraçando de maneira calorosa em seguida dê um tapa direcionado em seu rosto:

-Porque não fugiu como os outros e se algo tivesse acontecido com você? Francamente eu fiquei preocupada.Seu rosto se virava para o lado por breves momentos até que retornavam a fitá-lo diretamente em seus olhos.Então o que vai fazer agora?
Dicas e Orientações:
 

~FEEDBACK~

Visando uma maior qualidade nas orientações, a Staff gostaria de saber a opinião do que achou do orientador em que teve a responsabilidade de narrar. É uma pergunta básica que deve ser respondida com sinceridade, ajudando bastante a qualidade de orientação dos orientadores, afinal os mesmos saberão onde estão indo bem, pecando e assim melhorando gradativamente. Então a questão é a seguinte: "O orientador demonstrou um regular/bom/ótimo trabalho? Desde a parte de tirar dúvidas, as dicas, o carisma do orientador com você (principalmente a atenção que foi dada durante a mini-aventura), o desenrolar dela e por fim se reconheceu uma maior clareza do sistema narrativo."
Opinião:

____________________________________________________








Legenda:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: [Mini-Jean-Claude] Prólogo   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
[Mini-Jean-Claude] Prólogo
Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» Jean Wyllys se irrita com oração de padre e diz que católico deve orar para se livrar do inferno
» MANUAL COM ESQUEMA MINI SISTEM PHILCO MOD. PH400 VERSION A.pdf
» Mini pizza e brotinho semi-pronta.
» quanto tempo dura a mini pizza na geladeira
» AJUDA: Montando um carrinho ambulante de mini pizza

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
A Grande era dos Piratas :: Personagem e Mundo :: Mini-Aventura-
Ir para: