A Grande era dos Piratas



 
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 Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo

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Hitsujikumo
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MensagemAssunto: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Ter 20 Nov 2018, 00:12

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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Qui 22 Nov 2018, 05:26

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: http://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

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ERROU ALI MANE
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Qui 22 Nov 2018, 14:59


Do átomo, o elemento. Do elemento, a molécula. Da molécula, o agrupamento. Do agrupamento, a água. Da água, o vapor. Do vapor, a nuvem. A nuvem. O herói imaginava onde ele estaria. Observando, talvez, alguma nuvem. Se é que existisse mesmo alguma nuvem. Se ele que ele realmente estivesse observando algo. O herói. Que herói? Hitsujikumo. Hitsujikumo.
"Hitsujikumo."
Estava ali, observando. O herói observava. Imaginava onde ele estaria. Hitsujikumo carregava uma expressão um tanto quanto solene em sua face. Não era nem feliz, nem triste, nem raivosa. Era apenas uma expressão. O nada, talvez. Talvez o nada fosse sua expressão. Exprimia, em sua face, a expressão do nada. Ou seja, não expressava necessariamente nada. Mas o que o herói estaria fazendo? Observando ele estava, realmente. Contudo, não observava fisicamente. Talvez observasse o interior de sua alma. Será mesmo que ele observa o interior de sua alma? Até que estado contemplativo ele consegue atingir? Por quanto tempo?
Tempo.

Hitsujikumo, provavelmente sentado. Estava realmente sentado? O que estaria fazendo? Observava algo, e talvez estivesse sentado. Deveria realmente estar sentado? E se estivesse de pé, parado, apenas imaginando que estivesse sentado? A mente o fazendo acreditar que estivesse vivendo o momento de ficar sentado. Pior, e se estivesse deitado? Deitado. Por que se deitaria? Haveria um motivo? Facilitaria a observação? Hitsujikumo observava. Carregava em sua face expressão alguma. Definitivamente não estava sentado.

Não estava caminhando também. Provavelmente estivesse de pé. De pé. As pernas do herói sustentavam o fardo de seu corpo. O fardo. Os fardos. Quantos fardos uma nuvem pode carregar? Qual o fardo que uma nuvem carrega com si? Hitsujikumo, observava. Observava os fardos, agora? Não sabia. Não sabia. Saber. Não sabia. Hitsujikumo não sabia onde estava. Mas não estava perdido. Ou estaria perdido? Talvez. Mas era certo de que não estava perdido. Precisava, somente, encontrar-se onde estava. E onde estaria, então? Não sabia, realmente. Não sabia se queria se encontrar, também. Estava bom ali. Talvez estivesse um pouco frio, mas estava bom ali. Hitsujikumo, então, começa a refletir. "Deveria realmente continuar aqui?". Era uma alternativa. Contudo, permanecer-se ali significaria continuar no mesmo. Na mesma posição. Durante o tempo que transcorresse enquanto estivesse plantado ali. Com os pés no chão. Plantado, durante o tempo que durasse a sua parada ali.

Acreditava que não queria isso. Certamente. Não era isso que o herói gostaria. Mas ele deveria realmente influenciar seus gostos em algo? O que deveria fazer, agora que pensou nesse motivo? Deveria, de alguma forma, influenciar nas tomadas das decisões do curso natural das nuvens? Uma nuvem, afinal, pode tomar decisões? Não são as nuvens, somente, massas de água e ar condensadas que se espalham pela superfície do globo? E como elas se espalham? Caminham e se deslizam solitárias, sem ajuda alguma, nenhuma auxílio? Certamente que não. Afinal, provavelmente não possuem nem mesmo uma consciência. Que consciência. Por que uma nuvem pensaria sobre uma consciência? Afinal, nuvens não eram feitas somente para serem empurradas pelo vento? "Sim." Hitsujikumo pensava. Agora provavelmente sabia que as nuvens eram empurradas pelo vento. Será que realmente sabia?

E, como uma nuvem é empurrada pelo vento, nada mais justo que seguir o vento, não é mesmo? E, será que, de fato, existe mesmo algum vento? Algo que empurre? Deveria se perguntar se existe realmente algum vento? Não seria melhor que deixasse se levar? O herói, então, observaria bem a si mesmo. Logo em seguida, começaria a seguir o vento. Se é que existisse, de fato, algum vento. Tendo consciência disso, começaria a caminhar, em direção a algum lugar. Precisava pelo menos deixar que o vento lhe levasse, e, assim, começaria a se encontrar. Talvez isso fizesse com que o herói ficasse perdido.
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Dom 25 Nov 2018, 08:56

Sobre a fria grama de um campo na ilha sagrada, estava deitado aquele que se denominava como herói, sob a fresca sombra de uma árvore não muito maior que ele. O vento soprava com força por sobre seus ombros, apontando para o horizonte logo a frente dos seus olhos. Ele sentava-se e continuava a pensar, e o tempo continuava a percorrer. Levantava-se agora, e de pé perdurava ali. Na sua frente via poucas pessoas transitando para lá e para cá, enquanto ele era o único que ficava parado ali observando e pensando. Aquela ilha vezes verde vezes marrom, mas sempre preenchida pela mais branca neve que dançava no ar e caia em terra. Talvez fosse essa a coisa mais bonita que presenciaria em Fernand Ice, afinal, era uma ilha conhecida justamente pelo clima extremamente frio.

Logo a frente de sua árvore e da grama em que estava, o caminho que seguia em frente junto do vento que lhe acompanhava era uma grande plantação que parecia não ter fim. Não eram muitas as pessoas trabalhando ali, mas todas estavam determinadas a plantar e colher, visto que as plantações pareciam muito bem cuidadas e preenchidas no terreno qualidade mostrava-se maior que quantidade. Sem rumo, ele seguia como uma nuvem sendo empurrado pelo vento. Seus olhos guiavam-no por toda aquela plantação, e em alguns momentos até via grandes ursos polares caminhando aos arredores, só que, estes, acompanhados de humanos, alguns até ajudando a arar a terra carregando carrinho agrícola.  Sem dúvidas eram domesticados, e não se preocuparia com eles, talvez.

- AE MENINO! OLHA POR ONDE PISA, PELO AMOR DE DEUS TA ESTRAGANDO TODO O ARROZ. – Gritava uma voz bem ao seu lado, até que assustando-o um pouco com a quebra repentina da calmaria. Sua voz desesperada, com um misto de raiva e impaciência – VAMOS VAMOS, SAIA DAÍ ANTES QUE TERMINE DE ESTRAGAR O QUE NÃO ESTRAGOU AINDA! – A jovem baixinha e trabalhadora o empurrava sem botar tanta força, mas o suficiente para tirá-lo de cima das plantações aos poucos. Aquela voz feminina, mesmo que estivesse carregada de emoções um pouco hostis, acabavam por encantá-lo de certa forma, visto que era bastante aguda e meiga por mais braba que ela estivesse.  – Desculpa se fui muito agressiva... Só tome cuidado da próxima, nós estamos dando duro aqui. – Ela revelava suas feições tristes, era um belo rosto. Seu cabelo negro como a noite balançou com o avento assim que ela decidiu levantar a face para perguntar algo com a sobrancelha empinada, revelando dúvida – É uma ilha pequena, mas acho que nunca vi você aqui antes, vi? - Por fim, ao saírem da plantação, ele notava que estava em uma área próxima ao bote que tinha deixado da última vez para chegar na ilha sagrada em Fernand, talvez o igloo que tivera ficado nos últimos dias estivesse mais para dentro da ilha pegando o bote, se contornasse a borda certamente o encontraria.
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Seg 26 Nov 2018, 17:01


Assim como a nuvem é empurrada pelo vento, o herói deixou ser empurrado. O herói era empurrado pelo vento. Caminhava lentamente, sendo levado pela leve brisa daquele local. Houve, finalmente, o momento em que observou o local onde estava. Saiu de um estado contemplativo, e, então, começou a contemplar. Assim que parou de se contemplar, começou a contemplar o que estava em volta de si. O que seria esse estado de contemplação? Observava? Ou somente contemplava? Contemplava, então, o ambiente. Agora assim, lembrava-se de onde estava. Era uma ilha, ou ao menos se parecia, aos olhos do herói, que contemplava os seus arredores. Sua visão era partida pela linha do horizonte, que, certamente, foi o que fez deduzir que estivesse em uma ilha. Contemplava, então, a ilha. O herói, Hitsujikumo, com uma expressão solene, contemplava a neve que descia dos céus, em uma delicada partitura de movimentos. Talvez fossem realmente os movimentos destas partituras que o fizessem contemplar melhor. Seriam os movimentos da neve, em suma, todos coordenados? Haveria alguma força que houvesse de coordená-los? Hitsujikumo, o herói, agora contemplava os seus arredores. A terra onde estava era fria. Contemplava, então, o frio. Os cristais de gelo, agrupados ao chão, criavam grossas massas brancas, nuvens de neve. Vez ou outra, as nuvens de neve pareciam ser outra coisa. Eram verdes, outras vezes marrom. “Grama, terra...” pensou Hitsujikumo. Raciocinava o momento, e contemplava, mas não parecia ter necessidade de pensar.

Caminhou, então, pelas alvas nuvens de neve, espalhadas pelo chão. As densas nuvens de neve haviam descido dos céus, e se juntavam para serem nuvens abaixo dos pés, e não acima das cabeças. Ao longo do piso de nuvens de neve, o herói então via alguns animais. Ursos polares, em sua maioria, junto dos humanos que os carregavam. Não havia deixado de ter uma expressão solene, mas pareceu interessado nos ursos. “Que interessante estes ursos” pensou Hitsujikumo. Imaginava, então, o motivo dos brancos ursos estarem ali. Pareciam feitos das mesmas nuvens de neve abaixo de seus pés. Seus pelos, albinos, pareciam tão macios, tão macios quanto as nuvens de neve. “Curioso, as pessoas aqui utilizam ursos polares. A cultura e as relações ecossistêmicas desta ilha são adaptadas para o extremo frio em que vivem. Como não podem criar equinos, por não suportarem o frio, resolveram domesticar ursos polares, animais carnívoros e predadores naturais de regiões polares. Quão abrangente e complexo devem ser estas relações, onde humanos simplesmente conseguiram conviver domesticamente com ursos polares e os utilizarem em suas atividades domésticas. Hei de parabeniza-los, pois, em toda minha cultura de existência, nunca havia conhecido tal modelo de sociedade. Certamente, o mundo tem suas maneiras de elucidar e surpreender.”, pensou Hitsujikumo, divagando por seus pensamentos, enquanto caminhava e imaginava sobre os ursos polares domesticados naquela ilha polar. O intenso frio da ilha já fazia suas bochechas rosarem. Não temia, contudo, que fosse um real problema ficar com suas bochechas rosadas, ou mesmo que os ursos polares estivessem caminhando em suas quatro patas, pelos terrenos daquela ilha. Talvez justamente por serem domesticados, afinal, transmitiam a sensação de serem domesticados. Logo, como é um animal domesticado, este simplesmente perde a maior parte de seus instintos predatórios. “A domesticação das espécies se resume, basicamente, nestas situações. Como é um animal domesticado, logo, tem suas necessidades supridas por uma força maior, então não tem necessidade algum de predar” era o que pensava o herói. Hitsujikumo continuava a contemplar, mesmo que pensasse, eventualmente. Não parecia ser tão necessário pensar. Contudo, pensamentos em meio ao contemplar pareciam ser tão efetivos, auxiliavam no ato da contemplação.

O herói, sem que quisesse, por conta de sua distração ao contemplar, acabou com contemplar e observar demais, caminhando como uma nuvem. Tendo esquecido, talvez, de que não era uma nuvem, e sim, talvez, um bípede, acabou por pisotear algumas plantações. Plantações de arroz, essas. Brancos grãos de arroz, tão brancos quanto a nuvem de neve que se formava abaixo de seus pés, e tão brancos como os pelos dos ursos polares, que caminhavam deliberadamente pelos terrenos da ilha. Contudo, notou que havia pisoteado os grãos de arroz somente por ter quem avisasse. Uma moça, de estatura menor que a do herói, parecia bastante irritada ao vê-lo pisotear as plantações de arroz. Pedia, ou melhor, parecia ordenar que o herói saísse de cima da plantação, para não as pisotear ainda mais. “Quão tolo fui, ao não prestar atenção a este gigantesco detalhe. Estou ferindo a agricultura de subsistência desta jovem moça, que deve trabalhar tanto, todos os dias, em meio a estas plantações de arroz, somente para ter o que comer. É de se esperar. O clima polar é árduo e impiedoso quando se trata de culturas agrícolas”. O herói, porém, não parecia estar muito aberto para responder a jovem moça, de pequena estatura, ao menos em comparação com si mesmo. Ao ver que o herói não respondia, ela tentava trata-lo de maneira mais branda. Talvez estivesse arrependida de ter ficado tão nervosa. Hitsujikumo, então, finalmente parece ter algum impulso pela fala.

Perdão pela minha distração, não era meu objetivo pisar em tua plantação, senhorita — Diria o herói, observando-a, com expressão alguma no rosto — Não sou nativo deste território. Com sua licença.

E, dizendo isso, simplesmente se viraria e começaria a caminha novamente. Hitsujikumo, contemplando a neve, as nuvens, os ursos, as plantações, e o horizonte da gélida ilha, havia finalmente avistado um pequeno bote. Lembrou-se, então, do bote. Como haveria de ter esquecido sobre ele? Era o bote que havia utilizado para chegar até a ilha. Com que propósito ele havia ido até ali, nem mesmo ele sabia. Somente sabia contemplar. Contemplava, com expressão solene, o bote. Havia mais alguma coisa a se considerar, considerando que havia um bote ali, parado, inteiro. Haveria realmente algo a mais para se pensar? Queria continuar contemplando. E, então, contemplava, mas continuava a pensar sobre o bote. “Ah”, pensou ele, rapidamente, “Lembrei-me, cheguei aqui de bote, então, provavelmente estive ficando em algum lugar, desde então.” Pensava, então, onde estaria o local onde ficou durante todo aquele tempo. Hitsujikumo, leve como a nuvem, carregando seu próprio fardo com suas próprias pernas, como o bípede que haveria de ser — ou ao menos imaginava que fosse realmente isso —, parecia ter considerado ir até onde estava de estadia.

A questão era, estaria ele mesmo em estadia? Logo gélida ilha? Hitsujikumo pensava, enquanto contemplava aquele bote, onde haveria ele de estar. “Então, por que eu deveria utilizar este bote?”. Ele parecia um tanto quanto intrigado. Sua expressão, contudo, continuava solene. As questões cotidianas se passavam somente em sua mente. E, sua mente, como um todo, contemplava, ao mesmo tempo que pensava. Hitsujikumo, observando aquela pequena canoa de madeira, decidiu então o que deveria finalmente fazer. “Bem,” pensou ele, “se o bote está ali, inalterado, e se estou aqui, e, se estive em estadia aqui, provavelmente saberei chegar até onde devo estar.” Ao menos era o que ele pensava. Porém, ao contemplar, realmente pensava se deveria estar em algum lugar. Não era apenas uma nuvem? Contemplava, então, o sublime. As nuvens possuíam algum lugar para retornarem? Haveria um lugar para onde as nuvens deveriam ir, ou melhor, haveria um lugar onde devessem estar? Hitsujikumo, sentindo o gélido vento da alva ilha polar, resolveu então deixar que se levasse. Ignorando o bote, começaria a caminhar pela extensão da ilha, até que pudesse vir a achar o local onde deveria estar utilizando para passar um tempo naquela ilha. Afinal, haveria mesmo este local, ou poderia apenas ser o vento o levando para qualquer outro lugar, que não fosse um local em específico, mas sim um local? O herói continuava a contemplar.
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Qui 29 Nov 2018, 06:31

O andarilho permanecia sua jornada após desculpar-se com a garota, que simplesmente dava de ombros e respondia com um “acontece”. Ela voltava a plantar arroz enquanto os outros aravam a terra com a ajuda dos ursos, era de fato algo estranho. Plantar arroz na neve? Talvez fosse por isso que aquela pequena ilha fosse chamada de sagrada, talvez tivesse algo de sobrenatural nela, afinal. Deixando isso de lado, e o bote também, Hitsujikumo continuava a andar pela ilha sem um rumo certo, procurando por sua morada que talvez sequer existisse. Seus olhos não paravam de observar a ilha toda, que por sua vez permanecia com a mesma aparência por boa parte da caminhada, até que, por um momento, adentrava uma floresta embranquecida pela neve, e escura por sua sombra. As luzes do sol não chegavam até aquele local, e rugidos estranhos poderiam ser ouvidos. Nenhum sinal de vida humana ali, a não ser do próprio Herói que contemplava a contemplação. Algumas árvores eram pequenas, quase do seu tamanho, outras normais e até mesmo outras gigantes que fariam um urso ser considerado um cachorro. Sim, ursos, na verdade, um dos rugidos era provindo de um, e esse não parecia ser nem um pouco domesticado ou gentil.

Por entre as árvores e aquela escuridão, esgueirava-se esse tal urso. Podia ver apenas a cabeça dele, e mesmo assim, era bastante distinto das árvores por conta do seu focinho negro em meio ao branco. Ele encarava Hitsujikumo e se aproximava lentamente, até que ele levantava-se ficando sobre duas patas, bem próximo do chutador medindo 2m3cm. Talvez fosse meio pequeno para um urso, mas aquilo com certeza não era um gesto amigável, visto que ele levantava sua pata direita mostrando suas garras, estava prestes a atacá-lo.
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Sex 30 Nov 2018, 14:37


O herói já havia se despedido e caminhava pela ilha de gelo. Caminha, pois era a única coisa que podia fazer. Não havia outra solução se não caminhar. Seria mesmo essa uma solução? Solução para que problema? Havia algum problema? Hitsujikumo, o herói, apenas continuava caminhando, sendo levado pelo vento, como uma nuvem. Não se importava se era uma pequena massa de água e ar, vagando por uma terra quase inóspita, em razão de suas baixas temperaturas. Ainda estava pensativo sobre os humanos que moravam lá, mas não parecia se importar muito com eles. Ficava remoendo em seus neurônios as possibilidades que tornaram aquele ecossistema possível. Por isso, caminhava. Haveria de caminhar, pois era a única coisa que poderia fazer. Com o caminhar, também observava. O ato de caminhar levava, também, ao ato de observar. Observava, portanto, a paisagem, já que era a única coisa a ser observada naquele momento. Contemplava o horizonte que circulava seu corpo, e continuava sempre vendo o mesmo. Contudo, sempre contemplava de maneira diferente, embora estivesse vendo a mesma paisagem, não importava os lados que observasse. “Curioso” era o que pensava.

Caminhou tanto que chegou até um pedaço de terra. O vento havia levado para onde haveria de ter plantações sensatas, e não grãos plantados em neve. “Embora isso não signifique que plantar arroz na neve não seria uma atitude sensata.” Estava agora de pé em um local diferente. A paisagem mudou, tornando-se uma floresta branca, com árvores de troncos rígidos, enrijecidos pelo clima polar da região. Contudo, não havia mudado o fato de que, para qualquer lugar de observasse, observaria sempre a mesmíssima coisa. Em contrapartida, a maneira como contemplava também havia mudado. Se antes via a gélida linha que cruzava o horizonte, agora poderia se dizer que estava em um ambiente fechado. As árvores o circulavam, estáticas, ornamentando aquele espaço em branco. Também eram brancas as árvores, o que também influenciava no contemplar do herói. Havia algo branco também, que não parecia ser nem a neve que cobria a terra e as árvores, nem as árvores que estavam cobertas pela neve, resistindo com seus grossos troncos. Era uma criatura, mais dinâmica, parecia ser feroz. Hitsujikumo contemplava também a criatura. Era a mesma que havia visto a alguns instantes atrás, domesticado. Este urso polar, contudo, não transmitia nenhum sentimento de domesticidade. “Finalmente, uma criatura que não está incumbida a servir outra pelo resto da vida. Não tem seus instintos reprimidos, mantém suas tendências predatórias, tornando-se um carnívoro e tanto.”, pensava o herói, tranquilo e inexpressivo, enquanto o urso polar com quase o dobro de sua altura começava a se levantar.

As garras do predador estavam prontas para serem utilizadas, assim como seus grandes dentes. Hitsujikumo, inexpressivo, observava a atitude ofensiva do predador.  Agressivo, o predador parecia se aproximar, ferozmente. Talvez estivesse com intenção de utilizar o herói como seu próximo alimento. O herói, contudo, não culpava o predador. Era o curso da lei natural, era necessário que comida fosse ingerida, e hei de existir animais carnívoros, que se alimentam da matéria mortal que compõe os animais que habitam este mundo. Carne suculenta, que alimentaria e daria o necessário para a sobrevivência. Tudo apenas uma questão de curso da lei natural da vida. O herói, porém, não estava tão interessado em ser devorado por um urso. Apesar de calmo e inexpressivo, não lhe cabia na cabeça deixar que fosse meramente utilizado como um recurso da natureza, para uma outra natureza. Não parecia se importar se tal coisa acontecesse, afinal, também era parte da natureza, e, naturalmente, deveria seguir também a lei natural da vida. Algum dia, em algum momento, será utilizado como uma natureza de recurso, por uma outra natureza, para que esta continue suprindo alguma necessidade, algum fato. Porém, não poderia deixar que se entregasse tão fácil também, justamente por ser produto da natureza, e estar presente na lei natural. Mas também não se sentiria à vontade ferindo o urso.

Tenho noção de seus deveres para consigo mesmo, criatura — Diria o herói, observando — Contudo, recuso-me a executar qualquer ato que venha a por um fim em sua vida.

E, adotando esta postura, Hitsujikumo aguardaria o inevitável momento em que o urso viesse em direção a ele. Estando preparado para este momento, e, utilizando suas fortes pernas, saltaria para a direção onde pudesse ter um campo mais amplo para movimentar. Tendo observado e contemplado anteriormente a paisagem, certamente saberia a direção correta, mas daria a uma prioridade maior para a esquerda. Era apenas uma tentativa de esquiva, um salto amplo o suficiente para aterrissar de pé e não ser atingido pelas garras do urso. Esperaria por outro ataque, relaxado, não fazendo esforço algum para que viesse a derrubar o urso com força bruta. Observava o seu corpo, sua anatomia, seu posicionamento. A maneira como mexia seu corpo, o mecanismo por trás de sua figura como um urso polar. Assim que o urso viesse novamente, o herói haveria de tentar escapar mais uma vez das garras, desta vez dando preferência para a direção oposta a qual havia vindo, e tentando rapidamente chegar às costas do urso. Caso o urso tentasse se virar para procurar pelo rapaz, ele haveria simplesmente de aplicar um chute em sua pata traseira, considerando que a pata escolhida seria adjacente em relação ao movimento que o fez chegar até as costas do urso. Considerando um exemplo, pegue a linha onde poderia ir pela esquerda, depois pela direita novamente, atingindo as costas também pela direita e, em seguida, chutando a perna direita do urso. O chute, contudo, não tinha intuito de ferir, mas sim de desequilibrar a fera para que a mesma viesse ao chão.
Se antes de tentar chegar atrás da criatura ocorrer um imprevisto, como uma movimentação não esperada (elucidada, talvez, por um rápido balanço do corpo para tentar acompanhar o corpo do herói), Hitsujikumo daria um salto para trás, tentando sempre se aproximar da retaguarda do urso, no intuito de utilizar seus chutes para desestabilizar o urso e fazer com que caísse por terra por conta própria. Tentaria, então, novamente aplicar uma rasteira de perna única para que o urso se desequilibrasse e viesse a cair. Sempre tentaria fazer com que ele mesmo caísse, e percebesse que, em algum momento, não valeria a pena continuar com o ataque. Perceberia por conta própria que continua a se desequilibrar e a cair pateticamente, que hora ou outra haveria de parar. Hitsujikumo estava extremamente calmo quanto a tal fator. Mesmo que o urso não viesse a perceber que era patético o que poderia vir a acontecer, o herói pouco se importava se precisaria continuar com as tentativas de desequilíbrio. Recusava-se, acima de tudo, ferir o animal que estava em sua frente. Preferia dar-lhe lições do que puni-lo por crime algum que não havia acometido, pois a concepção de leis sociais vinha do ser humano. Se, em determinado momento, precisasse agredir aquele urso para que não fosse devorado, preferiria deixar que o mesmo o devorasse por inteiro. Afinal, havia perdido junto de seus próprios movimentos e crenças, então por que mudaria no fim de tudo? Para seguir instintos? Sobreviver? E, continuando vivo, o que significaria isso? Continuar vivo para continuar a caminhar, simplesmente ser levado pelo vento?

No fim, a nuvem parecia estar se movimentando mais. Mas por que motivos uma nuvem viria a entrar em combate?
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Seg 03 Dez 2018, 01:47

O combate mostrava-se por ser um último recurso para aquele que outrora soubera usar seus pés para bater, mas não para ferir sem causa. Eram estas os verdadeiros princípios de um herói então? Nada poderia ser absolutamente certo nesse mundo, nem a morte para algumas raras exceções. Afinal, existiam coisas que eram eternas, como a própria honra de um homem. A neve caia lentamente naquela floresta, talvez com menor intensidade que no campo aberto em que ele estava antes, mas caia... O vento murmurava carinhosamente sobre seu ouvido, dando-lhe boa sorte para com a fera.

— Contudo, recuso-me a executar qualquer ato que venha a por um fim em sua vida. - O urso parecia fazer uma expressão humana por algum momento, como se estivesse surpreendido. Ele não tinha certeza dessa expressão, mas imaginava ter visto algo do tipo, ou poderia estar alucinando com todo aquele frio. Silêncio... O barulho de patas se movimentando quebrava ele, pulverizando-o por último em um grande rugido da fera que baixava sua mão para atacar o chutador, que por sua vez, saltava numa direção segura evitando o golpe com extrema facilidade.

Não contente, movimentava-se novamente para as costas da grande bola de pelo, ele chutava sua perna de apoio e acabava por desestabilizá-lo, mas não o derrubava. O urso por sua vez cambaleava sobre as duas patas, e dava dois passos para frente quase caindo de barriga, mas hesitando com sua própria força de vontade e peso. Parecia um humano(de dois metros e com muito mais pelo que o normal), usando um pouco de bom-senso para manter-se de pé equilibrando seu peso como numa prancha para não cair. Mas ai chegava outro golpe, e esta rasteira em especifico fazia aquele grande corpo cair de costas contra o chão, deixando-o sem muito o que fazer senão, cair, de fato. A criatura parecia adquirir um olhar neutro também desta vez, olhando-o diretamente nos olhos sem que aparentasse que no fundo, queria devorá-lo. Era apenas um olhar. Um olhar de alguém que, mesmo ao chão, havia se sentido sossegado com o acontecimento, estranhamente...

- Suas palavras eram verdade então. Você é transparente, suas palavras carregam a vontade do seu coração. – Dizia com uma expressão meio vazia e ao mesmo tempo calma, ainda deitado. Estava quase sobre os pés do dito herói, que de fato mostrava-se justo em suas ações. – Humanos são muito traiçoeiros, eu tenho filhotes para cuidar. – Ele se levantava, junto de sua voz bastante semelhante à um trovão, imponente e estrondosa. – Difícil acreditar. Peço-te que perdoe-me pela agressão, e dar-te-ei passe livre em meu território como compensação. – Aquele grande corpo branco se curvava em um gesto de desculpa, baixando sua cabeça. Ele de fato, se assemelhava a um humano, talvez não fosse um urso qualquer, talvez fosse um mink, mas quem sabe, Hitsujikumo conhecia tais criaturas?

Off:
 


~FEEDBACK~

Visando uma maior qualidade nas orientações, a Staff gostaria de saber a opinião do que achou do orientador em que teve a responsabilidade de narrar. É uma pergunta básica que deve ser respondida com sinceridade, ajudando bastante a qualidade de orientação dos orientadores, afinal os mesmos saberão onde estão indo bem, pecando e assim melhorando gradativamente. Então a questão é a seguinte: "O orientador demonstrou um regular/bom/ótimo trabalho? Desde a parte de tirar dúvidas, as dicas, o carisma do orientador com você (principalmente a atenção que foi dada durante a mini-aventura), o desenrolar dela e por fim se reconheceu uma maior clareza do sistema narrativo."
Opinião:

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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Qui 06 Dez 2018, 10:41



A nuvem parecia estar passando por um trajeto com muitas ventanias. O herói, antes imóvel, fluido e inerte, agora estava em movimento. Em razão de agora haver uma ameaça contra si, provavelmente. Estava ali, ainda calmo e fluido, mas agora precisava entrar em um padrão de determinados movimentos, para que pudesse sobressair-se em relação ao animal que avançava ferozmente contra seu corpo. O animal, parecendo agressivo e faminto, atacava sem piedade alguma. Suas grandes garras pareciam ser o suficiente para dilacerar o corpo de um homem. Contudo, ao avançar, não atingia nada menos do que o movimento do ar naquele ambiente. Pegava apenas um suspiro deixado pelo rápido movimento da nuvem. O herói, então, aplicava um bom chute desestabilizador, mas o mesmo não fazia mais do que atrapalhar um pouco o movimento. “Corpo forte. O próximo deve ser o suficiente.”
E pareceu que foi realmente o suficiente. Após mais alguns movimentos pelo ar, Hitsujikumo acabou por aplicar uma rasteira, por fim, fazendo com que seu enorme adversário finalmente caísse na alva neve que circulava a dupla de dançarinos. Embora um deles parecesse meio lesado, e o outro, nem mesmo pudesse ser realmente conhecido como dançarino, ainda assim pareceu que o pequeno embate vinha a cessar. O urso, então, por incrível que parecesse, levantou-se e começou a conversar com Hitsujikumo. O humano não lhe respondia. Estava curioso observando sua própria estatura e sua habilidade em se comunicar com um ser vivo racional. Porém, não é como se ele fosse um ser vivo irracional, já que sabia falar. E, como sabia falar, por que não poderia vir a ser um bom dançarino? Hitsujikumo divagava em seus pensamentos, enquanto observava o urso, que reconhecia sua própria derrota e a pacificidade da nuvem, desculpava-se abertamente com o herói. O mesmo o contemplava, ao mesmo tempo que o observava.

Não se importando mais com o próprio curso do tempo, voltava, então, a contemplar. Quem sabe em algum momento poderia encontrar algo a ser feito novamente?



Feedback: O orientador fez o seu trabalho e agiu como deveria agir. Contudo, creio eu que esse sistema seja um tanto quanto inflexível, apesar de parecer ser uma "seleção natural" e ajudar a filtrar jogadores novos que simplesmente não fariam tanta diferença e somente causariam um congestionamento no fluxo de narrações. Aguardo pela próxima aventura.
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MensagemAssunto: Re: Mini Aventura - Hitsujikumo, Vivo   Sab 08 Dez 2018, 21:05

~Mini-Aventura ENCERRADA~


Observações:
-É uma personalidade bastante curiosa a do seu personagem, e a forma como você narra é bastante única. É um ponto muito positivo, se isso te diverte, não hesite em manter essa narrativa. Olha, na ficha, pense bem nas coisas que irá colocar no seu char, pois depois que fizer e for aprovado, só há volta depois de 6 meses para resetar. E que graça há em resetar afinal, não é mesmo? Perder XP e tudo o mais... Então pense bem em tudo para não se arrepender de nada depois. Leve sempre em consideração sua diversão ao escrever, seja na personalidade, narrativa, EdC, oficio... Etc. Leve em consideração tudo e um tempo para fazer esse tudo. Lembre-se de colocar como seu personagem adquiriu as pericias, vantagens e desvantagens na história para ser aprovado. Boa sorte nesse mundo novo

O que fazer agora que terminei minha Mini-Aventura?
- 1º passo: Agora que encerrou sua mini-aventura basta criar a sua ficha na Criação de Personagens usando o Modelo de Ficha.
- 2º passo: Corra e crie sua aventura. Onde? Há um tópico chamado Crie sua Aventura, lembre-se de que você somente pode criar uma aventura se sua ficha for aprovada e dentro do limite de pedidos de criação de aventura pendentes. Caso haja alguma pendência espere alguém aprovar a aventura anterior, para postar a sua.
- 3º passo: Aventura aceita? Então procure um narrador, onde? Em T.N.D crie um tópico para solicitar seu narrador, e aguarde o ADM responsável pela área escolher um narrador para você.
- AH! Leia as regras para que você não venha a tomar punições.
- Lembre-se você tem 30 dias para pedir os 6 créditos da conclusão da mini-aventura neste link.

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