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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura   [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura EmptySeg 19 Nov 2018, 09:34

Nome: Ayanokoji Kiyotaka [Ayano]
Idade: 23
Sexo: Masculino
Raça: Humano [Normal]
Tamanho: 1,80m [Normal]
Estilo de Combate: Gatuno
Localização: Ilha Dawn - East Blue
Grupo: Civil
Vantagens: Ambidestro
Desvantagens: -

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"Não importa o que precisa ser feito. Não importa o que precisa ser sacrificado. Neste mundo, se trata apenas de vencer. Desde que eu saia vitorioso no fim... É só isso que importa."
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MensagemAssunto: Re: [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura   [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura EmptySeg 19 Nov 2018, 17:47

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: http://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Observações:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura   [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura EmptySeg 19 Nov 2018, 20:02

Os gênios vivem apenas uma história de loucura




"Talvez, um dos momentos mais calmos da vida viesse durante as noites. Era quase como uma linguagem universal de mansidão e descanso. Mesmo em pontos completamente distintos do mundo, todos sempre compartilhavam o sono sob a luz da lua. No entanto, algumas noites são bem menos silenciosas do que as outras.
Uma grande batalha acontecia, tiros de canhões eram disparados, espadas reluziam diante do luar da densa noite com grandes cortinas de fumaça e fogo saindo das embarcações, gritos de dor eram ouvidos de todos os lados. E lá estava eu. Inúmeras pessoas à minha frente e cada uma delas iam caindo uma a uma. Uma imensa vontade de parar aquela luta! Em meio a todos, aparecia o meu pior inimigo do qual eu já enfrentei até hoje: O meu passado.
Um jovem garoto se encontrava ali em minha frente no meio daquela batalha que ocorria no velho Queens Gale, um navio cujo os raios de beleza um dia já alcançaram, hoje servia de local para um confronto entre piratas e marinheiros que parecia estar longe do fim. O som da colisão dos metais das espadas e os tiros de canhões se distanciavam, os movimentos das pessoas que ali se encontravam aparentavam estar em câmera lenta. “Estou morto?” essa pergunta aparecia instantaneamente em meus pensamentos, mas, logo se esvaia e um novo pensamento se formava “Esse garoto, ele me é familiar” indago a mim mesmo enquanto fixo meu olhar naquele garoto de cabelos negros como a noite que nós cobria. Seu olhar profundo e vazio parecia me engolir por completo, mas, aquele sorriso despreocupado e inocente que estava a me chamar a atenção - como aquele garoto conseguia esbanjar um sorriso daqueles em meio aquele lugar lúgubre que se formava envolta. – subitamente o sorriso desaparece de seus lábios e uma expressão triste ocupa o seu lugar, enquanto as lágrimas começam a escorrer em seu rosto e seus olhos fixados em suas mãos, desvio meu olhar que antes estavam fixados em seu rosto para as suas mãos e percebo o que parecia assustar aquele pequeno garoto. Suas mãos estavam cobertas de sangue, todas as partes do meu corpo parecia não obedecer meus comandos, simplesmente impossibilitado de fazer qualquer movimento ou de pronunciar qualquer palavra, quando parecia estar me livrando daquela “prisão” uma grande explosão atinge o navio o transformando em vários pedaços de madeiras espalhados por aquele grande oceano - aparentemente sem fim – o impacto arremessa meu corpo de encontro a aquele vasto oceano.  
Despertar, em todos os sentidos que essa palavra pode ser aplicada, nunca é fácil. Despertar de um sonho e voltar para a realidade só não é pior que despertar de uma ilusão criada pela própria mente. Havia me desvanecido das mentiras contadas pela própria mente através de profunda reflexão e foco. Tentava sempre me manter lúcido pra não enganar a mim mesmo e consequentemente cuspir a verdade – que fora tão difícil de digerir."



_


- Respire fundo, Ayano. – diria enquanto despertava e tragava do amargo presente, após ter tragado do terrível passado que até hoje assombra minha mente ao adormecer. – Onde diabos eu estou? – indago enquanto navegava pelo local com meus olhos.
Em primeiro momento iria averiguar o local de onde estivesse, após isso, procuraria um local onde conseguisse avistar o céu para ter uma ideia melhor sobre a minha atual situação e por ventura iria descobrir se aquela estrela flamejante já estava visível no céu para me agraciar com seus raios solares ou seria a sua companheira brilhante que iria me agraciar acompanhado das estrelas, conseguindo tal informação será fácil supor um determinado horário. O segundo passo era averiguar as minhas vestimentas, se eu ainda estaria vestindo as mesmas roupas de quando me recordo. – um casaco branco, o qual cobria grande parte de uma camiseta preta, complementando com uma calça igualmente preta, mas, com um tom mais profundo que a camiseta e por último me recordo de ter calçado uma sandália marrom escura em meus pés. – Mas que merda que eu fiz para não conseguir me recordar de mais nada? – questiono após ter verificado se estava com as mesmas vestimentas que me recordava ou pelo menos se estava vestindo algo decente. Aproveitando a atual situação procuraria por vestígios de dinheiro a minha volta ou em minhas vestimentas. Por fim, conseguindo essas informações, mesmo que alguma delas não venha a me agradar eu iria à procura de uma rua ou um meio de chegar ao encontro de uma, para dar seguimento aos meus planos.

- Primeiramente e mais importante de tudo eu preciso conseguir duas adagas com urgência, em seguida não tão importante eu preciso de algum alimento antes que a fome venha percorrer meu estômago e acabe atrapalhando meus planos e por fim tenho que conseguir a localização de um Quartel da Marinha. – classificaria passo a passo em minha mente. Após ter organizado passo a passo eu decidiria então que era o momento de ir à procura de informações.

Caso eu tenha conseguido chegar até uma rua eu então começaria a observar o cenário a minha volta, primeiro iria contar quantas pessoas estavam ali perto, depois quantos e quais estabelecimentos estavam abertos e facilmente visíveis e por fim iria confirmar se entre os locais ali próximos não teria uma loja onde conseguiria adquirir minhas adagas e concluir meu primeiro objetivo rapidamente. Se por maldade dos céus não tiver nenhuma loja ali próximo que venda tais objetos eu então recorreria à segunda forma de conseguir informação - por sinal era a forma que eu mais odiava – precisaria perguntar as pessoas que encontrasse pelo caminho, mesmo que tal coisa não me agrade poderia dizer que é o meio mais rápido de conseguir uma informação.

- Oi senhor(a), sabe me dizer onde tem uma loja de armas aberta nessa ilha? – perguntaria a primeira pessoa que visse ali perto, e tentando a todo momento manter uma voz gentil e calma ao perguntar.

Mesmo que aquilo seja algo desagradável para mim eu tinha em mente que deveria agir com calma e educação para conseguir alguma informação de outra pessoa, agir com agressividade ou raiva não iria me levar a nenhum lugar. Caso a primeira pessoa que eu perguntar não tiver uma resposta concreta sobre minha pergunta eu continuaria a caminhar até a próxima pessoa que estivesse por perto.

- Muito obrigado. – responderia como agradecimento caso alguma das pessoas que eu venha a perguntar consiga me dar uma informação concreta sobre a localização de uma loja de armas ali próximo.

Se conseguir tal informação eu ficaria repetindo o caminho em minha mente até chegar a loja de armas, fazendo o possível para não deixar nada me distrair e eu acabar esquecendo o caminho até a loja.
Caso eu tenha sorte – algo raro de acontecer por sinal – e encontre a tão desejada loja de armas, me aproximo de sua entrada e verifico se a porta está aberta e caso a mesma esteja aberta eu adentro o estabelecimento.

- Licença. – digo enquanto navego com meus olhos pelo interior daquela loja, focado nos equipamentos que ali se encontraria e principalmente tentando encontrar a parte onde possivelmente ficava as adagas.

Se por sorte eu tiver avistado a área de adagas na loja eu iria em direção a elas, simplesmente ignorando qualquer outra coisa a minha volta, ignorando até se alguém ali tivesse falado comigo, minha mente e meus olhos estariam fixados nas adagas e somente nelas. Mas, se não conseguir encontrar nenhuma adaga somente com meus olhos eu optaria por ir até um balcão onde estivesse um atendente.

- Oi senhor(a), você teria adagas para vender? Dei uma leve olhada e não consegui encontrar. – perguntaria ao atendente que ali estivesse presente.

Se ele me apontar a direção onde fica as adagas eu seguiria em direção a mesma, mas, caso ele venha me mostrar algumas adagas ali mesmo sob o balcão eu esbanjaria um sorriso em meu rosto e então perguntaria se teria permissão para pegar elas e sentir elas em minhas mãos. Se ele permitir eu iria segurar uma com a minha mão esquerda e a levantar para o alto, em seguida fixaria meus olhos em sua lâmina, mas, caso ele não me deixe ter tal felicidade eu respeitaria do mesmo modo. Independente da situação eu perguntaria ao responsável da loja quanto estaria custando as suas adagas e na opinião do mesmo qual seria as duas melhores adagas que ele teria disponível para venda. Se os Deuses estiverem ao meu favor e eu ter sorte de ter dinheiro suficiente para comprar as duas melhores adagas disponível, eu não pensaria duas vezes, iria colocar a quantia informada sob o balcão e pegaria as tais adagas.

- Queria muito essas adagas, mas não podemos ter tudo que queremos né. – diria com uma expressão triste em meu rosto. – Bom, quais outras duas adagas que você tem aí que eu consiga pagar com essa quantia de dinheiro. – falaria após alguns segundos e ao mesmo tempo colocaria toda a quantia que eu tinha de dinheiro sobre o balcão.

- Sério? Não pensei que as adagas estaria com um valor tão alto assim. – diria caso aquela quantia de dinheiro não seja suficiente para comprar as adagas.

- Muito obrigado pelas adagas. – responderia caso eu consiga comprar minhas tão desejáveis adagas– Ei, você saberia me informar onde fica o Quartel da Marinha dessa ilha? – perguntaria logo em seguida ao atendente.

Se ele souber me informar a localização do Quartel eu então partiria em direção ao mesmo. No caminho até o Quartel eu olharia em volta a procura de algum vendedor ambulante ou uma loja de comida para eu comprar algo comestível e principalmente que esteja dentro de meu orçamento, isso claro se tiver sobrado algum dinheiro depois de comprar as adagas. Se eu acabar encontrando um local que venda algum tipo de alimento eu iria parar e comprar algo que eu consiga comer enquanto caminho até o Quartel. Se por todo o caminho não tiver nenhum tipo de comida a venda eu só continuaria meu caminho até o Quartel.

- Com licença, você sabe me informar onde eu consigo me alistar para a marinha? – perguntaria ao primeiro marinheiro que eu avistasse quando chegasse na entrada do Quartel. Após a sua resposta eu bateria continência para tal, olhando diretamente em seus olhos e em seguida caminharia rapidamente até o local informado pelo marinheiro.

- Sério? Sabe me dizer quando que vai estar disponível o alistamento? – perguntaria caso o marinheiro me informe que no momento não estão recebendo alistamentos. Mesmo que não seja uma resposta que me agrade eu iria me despedir batendo continência aos marinheiros.

Se por ventura eu não tiver encontrado nenhuma quantia de dinheiro em minha posse, então o último plano que era encontrar um Quartel da Marinha passaria a ser o primeiro e mais importante. Antes de perguntar as pessoas ali próximo eu tentaria localizar o Quartel da Marinha com meus próprios olhos, observaria novamente a minha volta, procurando algum prédio grande que aparentasse ser um Quartel da Marinha, normalmente todos os prédios da Marinha se destacavam no meio de uma ilha. Se mesmo assim eu não conseguir localizar o Quartel eu então teria que perguntar as pessoas que estivessem por ali.

- Oi senhor(a), sabe me dizer onde fica o Quartel da Marinha dessa ilha? – perguntaria a primeira pessoa que visse ali perto, e tentando a todo momento manter uma voz gentil e calma ao perguntar.

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura   [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura EmptyQui 22 Nov 2018, 21:17


Dizem que os sonhos podem vir de duas maneiras distintas a primeira sendo uma reação instintiva do próprio corpo que revive acontecimentos passados de nosso dia a dia é a segunda meras ilusões criadas pela própria mente com a finalidade de passar mensagens pouco compreendidas.Para Ayano, era chegada a hora de descobrir um novo significado para essa palavra.Conforme acordava seu corpo sentia o toque macio e confortável de um colchão almofadado,as cobertas embora presentes estavam jogadas ao cantos como se tivessem sido atiradas para fora da cama, provavelmente devido às inquietudes proporcionadas em meio a seus pesadelos noturnos.Sua curiosidade era avivada por tamanha inconveniência,pois percebia logo de cara que aquele não era seu lar, nem de perto um ambiente reconhecível.

As paredes eram brancas e esbeltas repletas dos mais diversificados adornos, desde quadros perfeitamente moldados a esculturas de mármore de animais exóticos e chamativos.O lugar ao que estava deitado era um box de casal, a cama era grande e desenhos de raposas estavam gravados sobre sua cabeceira.Em meio a todas essas coisas chiques não se faltavam os móveis.Armários enfileirados com maçanetas douradas e cintilantes,duas cadeiras posicionadas ao redor de uma pequena mesa onde um livro volumoso recidia.Se a atenção fosse redobrada era possível ler em suas extremidades da capa “Como sequestrar pretendentes”.

Em pequenos movimentos,logo se encontrava de pé caminhando a passos lentos em direção da varanda, onde um guarda sol perfeitamente posicionado cobria os feixes de luz transmitidos pela claridade.Um calor tranquilo vindo com a brisa gentil dos ventos circulava pelas aberturas de suas vestes enquanto observava todo o cenário  à sua volta.Porto Branco é de fato uma cidade notória, a maior é  mais elegante da ilha o palácio não estava muito distante com toda sua  sobrepotência destacável em ambos os ângulos em que fosse ser visto,um território comandado pelas mentes mais importantes da região.Se ele estava perto de um lugar tão reconhecido,não havia dúvidas também sobre onde se encontrava é essa era a Alta Cidade lar dos nobres e aristocratas que viviam ao luxo separados da plebe com seus ritos cotidianos sobre as ruas perfeitamente planas,cada um deles portava se como cavalheiros, curvando se para cumprimentar os demais pedestres a caminhar em seu desfecho,inúmeros comércios pareciam funcionar,desde armas,vestes e até mesmo comida para se empanturrar.Seja para averiguar a diferença de aparência com os demais ou  por mera satisfação  própria olhando para baixo criava se o espanto.Suas roupas embora parecidas eram diferentes tendo apenas a tonalidade semelhante às anteriores.Seu tecido parecia mais versátil facilitando sua movimentação tendo sido perfeitamente moldados para seu uso particular.

Aquela era uma situação estranha,qualquer um com o mínimo de senso saberia que não tinha algo bom para vir, com tantos agrados e mistérios o melhor seria partir.Ayano era um entre as porcentagens que sabiam e tratavam se da própria segurança.Procurando primeiro por uma maneira de se sustentar antes da lambança.Em seus bolsos nenhuma quantia nem ao menos modesta se fazia presente, uma busca fora necessária e conforme revistava ali dava uns retoques aqui conseguirá não apenas um mas cinco sacos repletos de Berries.Foi difícil para se organizar,porém todos foram guardados em seus devidos lugares rente ao seu corpo seja na calça,embaixo de calçados ou pendurado por um ganchinho a camisa.

Partir fora difícil e quase impossível,a porta estava fechada e não importava o quanto forçasse ela jamais se abriria,não tendo outras escolhas senão sair pela varanda.A altura até o solo dava uns perfeitos dois cômodos de distância.A sorte pelo visto gostava ou até mesmo o apreciava  é com o auxílio de uma árvore próxima ele descia usando os galhos como apoio.

Finalmente em meio a rua era ainda mais fácil de se analisar, contando com pequenos números podia se perceber, cinco homens,seis mulheres e quatro cachorros com duas crianças a brincar.Cada um deles em seu próprio canto ou finalidade para avivar.Entre as lojas abertas,a maioria parecia ser convencional,tinha tanto alfaiates esperando por freguesia,cozinheiros com as portas abertas com o aroma salivando suas narinas.Embora em um algum momentos todos temos que nos beneficiar com uma razoável refeição os interesses de Ayano eram outros senão as devidas proteções.

É lá estava ela, com a placa chamando sua aproximação.”Loja de armas do Zezinho” com todo seu astral e esplendor.Havia duas garotas do lado de fora cada uma delas com uma estante as suas costas com inúmeras espadas como mostruário para envolver suas presas com o encanto de sua fabricação.As bainhas eram todas de ótima qualidade e a lâmina por si só parecia refletir como um espelho de tão polida e bem tratada.Conforme se aproximava ambas o cumprimentavam com certa honra,referenciando se com o auxílio dos vestidos para demonstrar certo encanto abrindo as portas para permitir sua passagem:

-Seja bem vindo a loja do Zezinho,se precisar de ajuda é só levantar a mão,temos atendentes trabalhando de prontidão prontos para operar com o mínimo sinal de solicitação.

Após a bela recepção,adentrando recinto com educação podia se ver todo o edifício de cima para baixo.Cada tipo de arma era separado por padrão e depositadas sobre alojamentos de vidro permitindo sua visualização e impedindo furtos ou atividades ilícitas contra seus bens.Havia dois guardas trajando ternos pretos e óculos escuros observando cada um de seus movimentos conforme deslizava pelo saguão.

Suas adagas estavam ali logo a sua frente,de inúmeros padrões e estilos.Mas o par que mais lhe chamava a atenção e sem sombra de dúvidas o mais caro entre seus irmãos e irmãs,era um conjunto apelidado de dentes de dragão com o metal tão translúcido e firme que apenas com a visão proporcionada se dava impressão de ter sido cortado.Sua bainha era referência ao tesouro guardado em suas cavernas em tempos antigos,com uma única jóia verde(par esquerdo) vermelha(direito) alojada ao centro, com bordas de ouro sobre  madeira de qualidade.

O lojista parecia perceber o interesse em seus olhos e logo se aproximava como quem não quisesse nada com nada esfregando ambas as mãos uma nas outras.Ele era baixo e corcunda com a velhice exposta seus dentes eram brancos mesmo existindo apenas um terço da quantia que deveria ter em tempos de juventude:

-Hora hora vejo que está interessado em minhas armas de luxo.Essas em particular tem uma história única.Dizem que o pirata que a possuía foi amaldiçoado por um fruto maléfico e se transformou no animal que mais deslumbrava em contos antigos.Um dragão capaz de conceder qualquer desejo ao seu portador.Mas isso lhe subiu a cabeça e em poucos dias ele foi traído pela sua própria ganância.Seu desejo por riquezas apenas se manifestava junto às atrocidades e não tendo outra escolha sua esposa banhada com as armas que um dia foram suas.O matara em um combate honrado.

Sua cabeça parecia se vangloriar e demonstrar imenso encanto como se estivesse no local durante toda a situação:

-Após sua morte as adagas haviam sido danificadas e querendo manter sua alma presa ao mundo físico a mulher pediu a ajuda a um ferreiro, que utilizou seus ossos para reparar o metal e todo seu tesouro para fortalecer a liga de sua base.Dizem que se o novo usuário sucumbir aos mesmos desejos do portador original.Uma garota aparecerá para matá-lo com sua própria arma e dar continuidade a linhagem histórica até que finalmente alguém de honra seja capaz de manuseá-la.Será que esse alguém seria você?


Ayano apenas depositava o dinheiro sobre o vidro,sem demoras o vendedor retirava uma pequena chave de seus pertences abrindo uma portinhola de vidro e retirando as duas armas e entregando para o rapaz com cuidado redobrado e um sorriso banguela e vencedor como se finalmente tivesse se livrado  de um peso.O jovem agradecia e perguntava sobre a marinha mas infelizmente toda sorte algum dia está fadada ao azar e seus momentos de vantagem haviam sucumbido com uma breve resposta:

-Marinheiros?Em Dawn Island? há não me faça rir hiorohiorohioro.Aqui somos protegidos por uma organização exclusiva de policiais comandados pela Bethos.A deuses como essa senhora e  bela com seus cabelos ruivos.Se está interessado em fazer parte da justiça porque não se junta a um de seus esquadrões tenho certeza que encontrará um deles rondando pela cidade.

Sem saber se esse era de fato o desejo do garoto ele saia em busca do seu segundo objetivo por enquanto.Apesar de comida não ser o primeiro de seus planos.Porém uma incrível comoção se manifestava ao lado de fora e as garotas que até então estavam apenas trabalhando parecia tentar acalmar um terceiro indivíduo:

-Fique calma isso não vai acabar bem largue essa espada e devolva a para nós.

A jovem responsável pelo assalto vestia roupas todas surradas e escassas,seus pés descalços pareciam empoeirados mas apesar de todo o descuido seus cabelos loiros e expressão cansada deixava a bonita apesar de mal cuidada.Uma de suas mãos segurava a espada e a outra uma sacola de pães.Ela apontava a arma em direção de um padeiro que a todos os custos tentava recuperar seus produtos sendo impedido apenas pelo medo:

-Eu não posso deixar você pegar isso de volta eu preciso levar isso para meus irmãos ele então morrendo de fome lá embaixo.

Como se esperando por isso todos os cidadãos paravam,não por estarem curiosos mas sim ansiosos,pois era sempre um grande espetáculo quando isso acontecia.Afinal delitos requisitavam policiamento.E tais funcionários operantes da lei apareciam em meio a multidão.Ao todo eram dois homens armados com porretes e armas de fogo que falavam sobre puxando todas as conversas com seu tom ameaçador:

-Parado,largue a arma e devolva os pertences.Se demonstrar resistência não iremos nos segurar.

Tremendo e com o corpo todo em choque a garota parecia pensativa mas havia razões maiores que a impedia de desistir:

-Eu...Eu não posso me deixar por vencida.

O disparo era breve e solene e logo seu ombro era fluido com gotas de sangue.O desespero batia mais forte e vendo seu corpo avariado e preenchida pela adrenalina ela avançava contra seu agressor apunhalando o sobre o peito.O homem caia de bruços para o lado conforme ela se afastava refletindo sobre o que vez.Seu companheiro no entanto parecia irado apontando a arma para ela mais uma vez:

-Você irá pagar por isso,cidadãos me ajudem a capturar essa infratora.

A garota percebia a situação desesperadora e não tendo outras escolhas senão sucumbir as lágrimas ela segurava a espada com mais firmeza:

-Não por favor,me ajudem eu preciso disso para minha família.

O cenário estava estabelecido e os fatos não eram bons para nenhum dos lados,será que Ayano tomaria partido ou apenas observaria o incidente até se dar por finalizado?

Dicas e Orientações:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura   [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura EmptySex 23 Nov 2018, 19:46



A loucura é como a gravidade, só precisa de um empurrão para virar realidade. Após anos o significado dessa tal frase estava ali diante os meus olhos.
Despertar sob um colchão macio e confortável em torno de riquezas que tais olhos nunca haviam visto. Todas aquelas riquezas eram limitadas por paredes brancas como as nuvens que cobriam o céu em seu dia mais belo e claro, todo aquele lugar era um tanto quanto misterioso, mas, deixando toda aquela beleza e mistério de lado, o quanto uma pessoa precisa beber para acordar em um lugar como esse? Acho que nem todo o álcool existente neste mundo conseguiria tornar um sonho desses em realidade. Sorte ou azar? Homens fracos acreditam na sorte. Homens fortes acreditam em causa e efeito e por toda a minha existência acreditei nessas palavras que meu pai havia recitado em uma de suas visitas, mesmo que tais palavras saiam de sua boca quando estava bêbado.

Acredito que o verdadeiro significado de riqueza e beleza está na natureza e continuo acreditando nisso quando coloco meus pés em uma varanda que havia naquele lugar, onde encontro um guarda sol posicionado de uma forma perfeita, cobrindo os feixes de luz transmitidos pela claridade e todo aquele cenário perfeito era escoltado por um calor junto a uma leve brisa. Realmente as riquezas existentes dentro daquele quarto não se comparava a riqueza que a natureza conseguia transmitir nos pequenos detalhes. Minhas dúvidas sobre onde eu poderia estar são respondidas quando observo mais atentamente o cenário entorno de onde eu estava. Um palácio ao fundo se destacava em meio aquele cenário e estando tão próximo do palácio eu só poderia estar no lar dos nobres, tal lugar onde nenhum plebeu ousaria ou sonharia em residir. "Como eu vim parar aqui?" essa dúvida permanecia em minha cabeça e continuavam sem uma resposta, minhas lembranças sobre o que tenha vindo a acontecer para eu parar em tal lugar não era nada mais que uma neblina em minha mente. Forçar tais lembranças não iria ter nenhum resultado, existem outros meios de conseguir respostas e um deles é observar. Inúmeros comércios estavam funcionando naquela manhã e várias pessoas caminhavam sobre as ruas planas logo abaixo, algumas delas se curvavam como um modo de cumprimentar os outros pedestres, tudo aquilo era estranho aos meus olhos e até um pouco desconfortável, mas, havia algo que conseguiu me deixar mais desconfortável, minhas vestimentas, percebo que as únicas coisas parecidas com minhas antigas vestimentas eram a sua tonalidade de resto era tudo diferente, seu tecido aparentava ser mais versátil, conseguindo até sentir uma agradável facilidade em me movimentar com aquela roupa que aparentemente havia sido feita sob medida e especificamente para o meu uso.

Coisas boas não acontecem em minha vida, nunca aconteceu e não acredito que agora venha acontecer, provavelmente algo de ruim viria de toda aquela riqueza, minha única opção e decisão mais óbvia a ser tomada era desaparecer dali o mais rápido possível, antes de desaparecer procuro por dinheiro, mas não portava nenhuma quantia comigo, com uma busca aprofundada em meio àquela riqueza de móveis consigo encontrar cinco sacos cheio de Berries colocando-os rentes a minha calça. “Nossa, a sorte está ao lado desse jovem garoto” provavelmente é isso em que está pensando, só que preferia não acreditar em sorte, mesmo que tudo a minha volta tente me fazer acreditar.
Em uma tentativa frívola de sair dali encontro à porta trancada, muitos ficariam enfurecidos e até tentaria forçar a saída, mas esse era um sinal de que eu não estava com a tal sorte que imaginei desde o início, com isso um leve sorriso aparece em meu rosto diante aquela situação ruim, acho que se tivesse alguém ali iria me chamar de louco por sorrir com algo assim.  A segunda saída daquele lugar era pela varanda, mas não podia simplesmente saltar em direção ao solo, à distância da varanda ao solo iria conseguir quebrar alguns de meus ossos no impacto direto, pelo acaso havia uma árvore próxima à varanda e seus galhos se formavam como um caminho seguro até o chão que aproveito e utilizo como apoio para a minha descida. Cinco homens, seis mulheres e duas crianças estavam visíveis e aparentemente nenhuma dessas pessoas percebeu a minha fuga daquele quarto.  Em meio aqueles vários comercio o veio a me interessar foi a “Loja de armas do Zezinho” esse era o nome da loja, segundo uma placa que à identificava, que em minha opinião aquele nome não era adequado a qualidade dos equipamentos que duas garotas exibiam em estantes na frente da loja. Quando me aproximei da loja as duas garotas me cumprimentou como se eu fosse um nobre ou alguém a ser respeitado, acho que minhas atuais vestimentas transmitiam isso naquela cidade. Após uma bela recepção adentro na loja com passos suaves e educados, precisava manter uma postura decente naquela cidade e continuar a seguir o fluxo para não levantar suspeitas, não enquanto eu não achar informações sobre o que tinha acontecido comigo. Em primeiro momento reparo na forte segurança que a loja tinha contra furtos ou coisas erradas caso viessem a ocorrer em algum momento, além dos vidros que protegia as armas havia dois guardas vestidos com um terno preto e óculos escuros observando atentamente a todas as movimentações das pessoas que viesse a decidir adentrar na loja, qualquer pessoa em sã consciência compreenderia que tentar roubar algo ali sem ser percebido era impossível, mas eu não precisava chegar a um nível tão baixo para conseguir minhas adagas, pois tinha encontrado uma grande quantia de Berries naquele quarto. No segundo momento de minha observação da loja acabo encontrando o paraíso ali mesmo em minha frente, inúmeras adagas em seu ápice da beleza, todas visíveis e a poucos passos de mim, entre elas, havia um par de adagas que conseguiu roubar toda a minha atenção, não pelo seu preso exuberante, mas sim pela beleza que elas portavam em si. Sentia o metal de aquelas adagas me cortarem ao olhar para ela, pareciam firmes e no melhor estado possível. Cada bainha portava em seu centro uma joia que se diferenciava pela cor, uma verde a outra vermelha – a joia verde estava no par esquerdo, enquanto o par direito portava uma joia vermelha. – As bordas de ouro transmitiam mais ainda a beleza e riqueza da bainha.
O possível dono daquela loja começa a se aproximar de mim como se fosse uma resposta a minha fixação naquelas duas belas adagas. Em primeiro momento ele responde a minha dedução sobre o motivo de sua aproximação, depois começou a contar uma longa e chata história sobre as duas adagas, em meio àquela história chata uma parte dela conseguiu me chamar à atenção “Dizem que se o novo usuário sucumbir aos mesmos desejos do portador original. Uma garota aparecerá para matá-lo com sua própria arma e dar continuidade a linhagem histórica até que finalmente alguém de honra seja capaz de manuseá-la” essa pequena parte foi o suficiente para transbordar dentro de mim a vontade de comprá-las.  Antes que o lojista continuasse a falar eu deposito a quantia referente ao valor das adagas sob o vidro que as protegia, aquele ato foi o suficiente para fazer o vendedor rapidamente retirar uma pequena chave de seus pertences e abrir uma pequena porta de vidro, possibilitando assim a retirada das duas adagas. Com um sorriso em seu rosto ele entrega as duas adagas para mim que sem hesitar as seguro firme em minhas mãos e sinto uma felicidade acompanhada de alívio se formar dentro de mim. “Finalmente encontrei duas perfeitas adagas para me acompanhar.” Aquele momento agradável foi simplesmente destruído quando decidi perguntar para o lojista sobre a marinha, sua resposta em meio a risadas foi um pouco inesperada para mim. Parecia que eu estava em Dawn Island, onde aparentemente a marinha não tinha controle e tal ilha segundo o velho senhor era protegida por uma organização de policiais comandados por uma senhora de cabelos ruivos chamada Bethos. Uma organização um tanto quanto curiosa, não gostaria de me envolver com uma organização que eu possuía poucas informações, decidido a dar continuidade a meus planos me retiro da loja após agradecer e despedir formalmente do lojista.
Uma comoção se criava ali próximo a loja, as duas garotas que antes estavam em frente a porta de entrada da loja, agora pareciam estar próximas à aquela comoção que havia se formado ali e aparentemente tentavam acalmar uma jovem com vestimentas deploráveis comparadas ao nível de vestimenta daquele lugar, mas apesar de sua atual situação deplorável seus cabelos loiros e sua expressão exausta em seu rosto conseguiu me prender a atenção, fazendo com que eu ficasse ali, prestando atenção no que estava acontecendo. Parecia portar uma espada em uma de suas mãos, provavelmente ela furtou das garotas que estavam em frente à loja, pelo menos assim explicaria o porquê das garotas pedirem para ela devolver a espada, em sua outra mão estava segurando uma sacola de pães que parecia ser o motivo da tal confusão, pelo menos o padeiro que estava ali a todo custo tentando recuperar essa sacola demonstrava isso, mas talvez pelo medo de ter uma espada apontada em sua direção ele não conseguia recuperar aquela sacola que a jovem protegia. As palavras da jovem conseguiram me comover, aparentemente aqueles pães que estava com ela eram para seus irmãos que morriam de fome em algum lugar, até o momento tudo que aparentava era que ela havia furtado aqueles alimentos do padeiro e tentou fugir com eles, mas foi parada e como meio de defesa pegou uma das espadas para se proteger. “Eu realmente deveria me intrometer nisso e ajudar essa jovem desesperada ou só continuar em frente com minha vida?” Antes que eu viesse a tomar qualquer decisão dois homens aparecem em meio à multidão que havia parado para observar o que estava acontecendo ali, os dois homens pareciam estar armados com porretes e armas de fogo, talvez esses seriam os policiais da tal organização que comandava Dawn Island. De repente um estampido de tiro era escutado, um dos homens havia disparado em direção a mulher eventualmente acertando o seu ombro, em um ato de desespero ela avançou em direção ao homem apunhalando o mesmo sobre o peito, enquanto o seu parceiro parecia estar furioso com a reação da jovem. Tudo estava se tornando em uma situação realmente crítica, eu realmente deveria me intrometer naquela confusão? Poderia simplesmente seguir o meu caminho em diante, mas presenciar aquele absurdo e abuso de poder contra um jovem ocorrendo em minha frente fez um ódio e raiva transbordar dentro de mim, então sair sem fazer nada seria um peso muito grande para levar em minha consciência e acho que esse era o momento certo para eu conseguir intervir naquilo tudo.

~~ ~~

“Meus possíveis oponentes seriam dois homens armados com porretes e armas de fogo, um deles parecia estar levemente atordoado com o ataque desferido pela jovem, já o outro parecia firme de si e preparado para matar a jovem a qualquer momento, nessa atual situação um diálogo não conseguiria resolver, minha única opção era matar esses dois homens e talvez o padeiro se ele tentar interferir, então preciso fazer isso rápido antes que venha aparecer mais policiais ou algum dos curiosos decida interferir.” Em primeiro instante seguraria uma adaga em cada mão e ocultaria a lâmina das adagas por debaixo da manga de meu casaco e aproximaria meus braços de forma ereta próximos ao meu corpo, deste modo possivelmente minhas adagas jamais chamariam atenção e talvez conseguisse me aproximar do policial como se fosse alguém inocente disposto a ajudá-lo.
- Opa, você está precisando de uma ajuda contra essa jovem? – diria em um tom de voz alto o bastante para conseguir roubar a atenção do policial enquanto caminhava calmamente em direção a ele, desviando calmamente de possíveis pessoas que poderia estar em meu caminho até o homem. – Se quiserem eu ajudo vocês a capturar essa jovem. – Concluiria minha fala logo em seguida, tentando não dar abertura para o policial pensar ou falar algo sobre a minha aproximação. Se o homem não notasse ou viesse a interpretar minha aproximação como uma ameaça aproveitaria aquele elemento surpresa.
- Olha essa jovem, ela está amedrontada, não tem mais forças para lutar. – Diria de forma inocente e apontando para a jovem, como uma tentativa de fazer com que o policial focasse seus olhos nela. Se eu obter sucesso nessa pequena atuação e conseguisse direcionar a atenção do policial para a jovem eu quando estivesse em uma distância considerável a ele, rapidamente faria a adaga escorrer de minha manga, pegando-a firme com minha mão e em uma tentativa de investida rápida, fincasse a lâmina em suas costas ou tórax, no mesmo instante tentaria aprofundar o corte, depois desse ataque me afastaria dois passos para trás.
Ele poderia vir a tentar uma investida ou se defender no momento de meu ataque, ou até mesmo o seu companheiro que estaria ali poderia vir a defende-lo , caso ele tente efetuar uma cotovelada ou soco em minha direção como um tentativa de defesa eu tentaria abaixar e efetuar outro estocada com a adaga em seus tendões, tentando assim desestabilizar a sua postura, se assim eu conseguir desestabilizar ele eu continuaria minha investida, mas dessa vez tentaria efetuar uma estocada com a adaga em seu pescoço.
Se ele decidir se defender utilizando suas pernas eu tentaria dar um salto para trás, mas em seguida faria uma investida em sua direção e tentaria efetuar mais uma estocada em suas costas, mas, caso algum de seus ataques consiga me acertar eu viria a me arrastar ou saltar a uma distância considerável dele, tentando assim recuperar meu fôlego. Em todo momento eu tentaria lutar em uma posição onde conseguiria deixar o homem na frente do outro, de forma que se seu amigo viesse a atirar em minha direção ele iria acertar o seu parceiro, se eu não conseguir manter essa posição e acabasse ficando visível par algum disparo eu então começaria a me movimentar de um lado ao outro, tentando não ficar parado em nenhum momento, mas mesmo assim se eu acabar sendo atingido por algum tiro, tentaria ao máximo segurar a possível dor e iria em direção a eles e tentaria efetuar estocadas e cortes com as minhas adagas, sempre tentando focar a parte superior de seus corpos. Caso ele venha a conseguir se esquivar de meus ataques e investidas eu tentaria não parar minha investida, tentando ao máximo não dar espaço a eles para respirarem ou pensarem, sempre tentaria controlar minha respiração em meus ataques e defesas.
Se eu vier a conseguir a finalizar um deles e seu parceiro vier a disparar em minha direção, tentaria usar o corpo do homem que consegui finalizar como um escudo, depois dos disparos parar eu avançaria rapidamente em direção a ele em zig-zag e quando estivesse próximo o bastante buscaria fincar as adagas no corpo do mesmo. Se ele vier a desviar eu continuaria o pressionando e sempre buscando a acertá-lo com minhas adagas na parte superior de seu corpo.
Tudo dependia de minha aproximação, pretendia acabar com aquilo rápido, de modo que a pequena jovem não viesse a entrar no meio de uma longa luta, tudo que eu possuía ali era o possível elemento surpresa, tinha pouco conhecimento sobre a forma de luta dos dois homens, então, buscaria sempre atentar-me com seus movimentos e manter uma pequena distância deles de forma que não daria tempo de reação. A intenção desde do início era mata-los, qualquer oportunidade eu os executaria sem pensar duas vezes, não tinha necessidade de eles continuarem vivos e meu único objetivo era manter a jovem viva.
Depois de todas as minhas investidas e defesas, buscaria me afastar de forma que conseguisse analisar como estaria a atual situação. Como as pessoas que ainda estavam ali, meus possíveis ferimentos, qual era a situação da jovem e quantos inimigos ainda tinha para eu derrotar e o estado dos mesmos. Não tinha motivos para eu responder a provocações ou dialogar em meio aos meus ataques, por todo instante eu me manteria em silêncio e focado em meus oponentes.
- Pegue e suma se não desejar ser o próximo é melhor desaparece de minha frente. - diria ao padeiro caso eu consiga finalizar os dois homens com sucesso.

Legenda:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura   [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura EmptyDom 25 Nov 2018, 17:02


Agraciados pelo calor do momento, vários telespectadores se reuniam perante o acontecimento, o policial acertado pela garota jazia se morto,incapaz de resistir aos ferimentos, seu sangue  escorria completamente pelas ruas deixando seu parceiro morbidamente nervoso e atento , às solicitações por apoio ecoavam de ambos os lados conforme sua fúria requisitava por aliados e as palavras francas e desesperadas da garota alcançaram seus ouvidos assim como as reclamações e oposições do funcionário da justiça, mas embora motivados, ninguém parecia à vontade para realizar sequer um único passo. Parecia ser uma situação delicada e tomar um partido era mais arriscado e prejudicial para sua própria imagem do que abrir caminho em meio a todos brandindo uma arma pronunciando palavras bonitas.Entretanto entre todos os presentes um deles não se incomodava consigo,pelo contrário ele se preocupava com um dos envolvidos.Ayano se aproximava do policial,suas adagas símbolos de uma antiga traição estavam prestes a se recordar de momento semelhante conforme o garoto de maneira astuta e genial havia elaborado um plano e dava início a sua performance:

-Hohohoho parece que um entre as formigas têm um cérebro mais desenvolvido.Sim garoto eu apreciaria a ajuda,eu cuido do lado direito e você vai pelo esquerdo mesmo que elas nos machuque ela não tem coordenação o suficiente para evitar ser capturada.

A menina por si só apenas escutava a tudo com os olhos vibrando, o pavor era destacável em sua expressão e parecia para ela que seu destino havia se traçado por um caminho sem esperanças.O padeiro por outro lado que analisava toda a situação por si só batia algumas vezes em sua própria pança rindo de alegria acreditando ter seus devidos bens de volta.Para a surpresa de todos, as coisas foram bem diferentes do que estava sendo imaginado a ser conforme o estrategista manipulava sua vítima com dóceis pronúncias distraindo o em direção da medrosa delinquente, uma brecha que poderia fazer muitos se arrependerem durante a noite.Uma abertura que por si só fora bem aproveitada, sem nem ao menos adivinhar o que havia acontecido o metal rasgava seu tecido atravessando suas costas permitindo escutar o som da carne macia sendo perfurada e os ossos estalando como se estivessem trincando.Não esperando por possíveis reações com dois pulos para trás Ayano o responsável pelo golpe surpresa se afastava reposicionando se para uma nova investida assim que evidentemente necessária.Sem saber como reagir e ainda dominado pela fúria o policial retirava o revólver mais uma vez disparando frequentemente até que todas as balas do tambor fossem repelidas para fora em pequenos intervalos dados pelo recuo.

Esperando por isso como uma pena ao vento Ayano ia de direção a outra como se em ziguezague buscando ao máximo evitar as trajetórias das balas ao mesmo tempo que retornava a se aproximar de seu oponente, algo que indicava a morte,mas não a sua própria.Compreendendo a difícil e inevitável passagem só de ida, o policial olhava mais uma vez para seu parceiro com um relance breve e abaixava a cabeça como se aceitando seu desfecho. Em um último golpe certeiro e avassalador, sua garganta era perfurada e cortada da esquerda para a direita decapitando o sujeito fazendo seu pescoço estourar,grandes rios de puro vermelho pulsavam para fora em proporções inimagináveis conforme sua cabeça atingia o piso e saia rolando sem rumo.Coberto de impurezas e banhado pela sua vítima Ayano não media esforços e com certa intimidação encarava o padeiro que suava a frio, nem mesmo ele terminava e suas intenções já eram recebidas fazendo o coitado e a maioria dos observadores correrem aos espantos como se pudessem ser os próximos de tamanho destino brutal:

-Precisamos correr,ele é um monstro, alguém chame a comandante Bethos!

Recuperando se do choque momentâneo a garota largava a arma ao chão e segurava os pães com firmeza seus pés faziam menção de dar meia volta e seguir em frente, mas lá do fundo algo a fazia se manter no local,até que finalmente ela reuniu a coragem para aquilo que agitava seu coração,correndo até Ayano e segurando suas mãos:

-Rápido não podemos ficar aqui por muito tempo logo eles estarão ao nosso escasso.

Sem conseguir evitar ser arrastado ele era forçado a acompanhar seu ritmo agitado,ela corria para baixo rumo aos territórios humildes longe de todas essa hierarquia e glória dedicada aos de grande poder.Seus pés pareciam de machucar muito conforme o terreno se mostrava mais desregular e apesar da dor sua determinação se recusava a soltar ambas as coisas que vinha a segura, a comida que alimentaria sua família e seu salvador inesperado e confuso.As vezes algumas bifurcações eram realizadas talvez para despistar batedores  que viessem aos seus escassos. Diferente de muitas situações não se pode dizer que foi algo breve,podendo até mesmo ter sido considerado uma longa viagem,o sol que estava reluzindo aos céus pela manhã agora havia se substituído pelos feixes de luz da glamorosa lua radiando em toda sua proporção dando a iluminação suficiente para a conclusão. O destino parecia ter sido alcançado, para alguém que estava originalmente no lugar bem melhor arquitetado saber que na mesma ilha construções desproporcionais envoltas de inúmeros buracos sobre suas paredes, alojamentos destruídos e pessoas vivendo a pleno relevo parecia ser algo difícil de engolir, aquela era a vida dos desafortunados, havia se passado muito tempo desde a última vez mas novamente a garota olhava Ayano nos olhos ela o olhava de baixo para cima como se verifica do suas condições e então levantava uma pequena lona revelando uma passagem oculta em meio a um aglomerado repleto de caixas:

-Irmazona!Gritava uma cambada de pirralhos se aproximando com alegria, todos pareciam contentes e animados com suas chegada como se fosse uma entre as melhores coisas do dia.

-Você está atrasada Alex não parava de implicar comigo.Reclamava o mais baixo e provavelmente o mais novo.Vendo que estava sendo incriminado o dito cujo não se fazia por silenciado e logo o empurava a contra gosto expressando suas próprias opiniões:

-Foi você que começou! Sua mão se levantava como se prestes a dar um murro mais a garota se ajoelhava e puxava ambos para um abraço familiar,seu sorriso era grande de um canto ao outro da boca e fazia menção de acalmá-los  como se de bom grato:

-O que já conversamos sobre brigarem,somos uma família e a família deve se manter unida,agora porque não procuram se sentar,tenho certeza que devem estar com fome.Essa era as únicas palavras que precisavam ouvir e sem nem ao menos pensar duas vezes ambos corriam para se sentar em seus devidos lugares como se esperando por isso a muitos de estômago vazio.A garota olhava novamente para Ayano e dessa vez se curvava diante dele,não como as atendentes haviam feito diante de sua chegada mas como se estivesse profundamente agradecida a tudo que ele havia proporcionado:

-Muito obrigada por ter me salvado,eu não quero nem pensar no destino que teria enfrentado se não fosse por sua ajuda.Normalmente eu reviro as caçambas por ser uma maneira mais segura mas como era aniversário do Alex queria dar a ele uma refeição mais saudável.Sua lágrimas escorriam pelos seus olhos conforme ela limpava com as palmas das mãos. Com isso teremos refeições por bastante dias, o suficiente até podermos partir daqui,um grupo de aventureiros parecem estar se organizando para uma ilha mais farta.Pegarei meus irmãos e buscarei um trabalho e um lar para que possamos nos estabilizar de novo.

Ela recuperava a compostura e tratava de se arrumar e mais uma vez sua beleza parecia brilhar:

-Sei que não é muito.Mas gostaria de passar a noite conosco?Você pode partir logo pela manhã se assim desejar,ou quem sabe ficar por mais tempo.
Dicas e Orientações:
 

~FEEDBACK~

Visando uma maior qualidade nas orientações, a Staff gostaria de saber a opinião do que achou do orientador em que teve a responsabilidade de narrar. É uma pergunta básica que deve ser respondida com sinceridade, ajudando bastante a qualidade de orientação dos orientadores, afinal os mesmos saberão onde estão indo bem, pecando e assim melhorando gradativamente. Então a questão é a seguinte: "O orientador demonstrou um regular/bom/ótimo trabalho? Desde a parte de tirar dúvidas, as dicas, o carisma do orientador com você (principalmente a atenção que foi dada durante a mini-aventura), o desenrolar dela e por fim se reconheceu uma maior clareza do sistema narrativo."
Opinião:

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura   [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura EmptySeg 26 Nov 2018, 20:09




  Ali estava eu coberto de vermelho carmesim, um sangue impuro que jorrava do homem após tê-lo decapitado, tudo aquilo fazia uma adrenalina pulsar dentro de mim e recordações sobre aquele garoto com sangue em suas mãos invadem minha mente. “Agora eu sei de onde eu conheço aquele garoto, sim... aquele garoto era eu”.
  Mãos quentes e uma voz doce me retira de meu devaneio em minhas lembranças, aquela jovem que antes estava a segurar uma espada e a derramar rios de lagrimas, agora estava ali em minha frente, segurando as minhas mãos e me convidando para fugir com ela. Não conseguia pronunciar nem sequer uma palavra, mas também não era necessário, ela simplesmente me forçava a acompanhar seu ritmo acelerado, enquanto era arrastado por ela a um destino desconhecido para mim eu tentava organizar os meus pensamentos. “Eu... realmente matei alguém...”
  O sol já não estava mais no céu, agora era dominado pela graciosa lua em seu estado mais radiante. Paramos de repente, nem consigo perceber o quanto que realmente havíamos corrido até onde estávamos, um lugar diferente de toda aquela riqueza, agora estamos rodeados de pobreza e destruição, então, realmente ali era a moradia dos plebeus e o local de esconderijo daqueles que fugiam das autoridades. Aqueles olhos da garota se encontravam com o meu e logo navegava por meu corpo e logo uma lona era levantada e varias crianças apareciam entre as caixas que havia por baixo da lona. “Será que essas crianças são as tais irmãs que ela falou antes?” penso comigo mesmo enquanto observo aquelas crianças discutindo entre si.
  - Ei.. não – digo quando vejo a garota se curva diante de mim, mas antes que eu consiga terminar de falar algo ela começa me agradecer e a contar um pouco sobre o que tem que passar para conseguir um alimento. Fico escutando atentamente suas palavras até que ela me oferece uma moradia ali com eles.
  – Você não precisava agradecer, quando eu vi todo aquele seu esforço eu fiquei comovido e decidi que iria ajudá-la. – Expressaria um leve sorriso em meu rosto. – Sempre sobrevivi sozinho e não tenho um lugar para ir, mas quando cheguei aqui e vi o seu amor que você tem por seus irmãos, me lembrou da infância que eu nunca tive, então aceitarei seu convite e se permitir, gostaria de te acompanhar para a tal ilha mais farta que você vai. – Concluiria minhas palavras com um pouco de vergonha e medo de talvez ser dispensado.
  Para quem imaginou passar o resto de sua vida sozinho, ter alguém ao seu lado não seria tão ruim afinal, talvez ela consiga trazer uma luz a escuridão que me acompanha desde do meu nascimento e quem sabe no fim realmente exista sorte e eu fui agraciado com ela, isso é engraçado, acho que acabei me tornando um homem fraco que agora acredita em sorte.



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MensagemAssunto: Re: [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura   [MINI - Ayanokoji Kiyotaka] Os gênios vivem apenas uma história de loucura EmptyQui 29 Nov 2018, 21:30

A verdade lhe caia de bruços como um pano em plena queda livre conforme o quebra cabeça se encaixava em sua mente com a realidade dolorosa em sem vida.Uma amarga situação que embora deixará de ser uma entre as melhores poderia e sem sombra de dúvidas deveria ser deixada aos cantos para que uma nova trajetória fosse seguida.Retornando a consciência a garota parecia contente com a resposta de Ayano e logo o puxava com suas mãos macias para próximo de seus irmãos.A refeição era repartida de maneira igual em meio a inúmeros sorrisos e comentários animadores, até que por fim se dava por anoitecer se por completo e a luz da lua finalmente reinava ao topo do mundo.

Vendo que seria melhor repousarem a grande irmã depositava seus meninos em suas acomodações e logo admirava seu mais recente visitante dando umas risadinhas bobas e contente conforme o aproximava para si.Aquele acabava por sendo um fim de um arco interessante na vida do jovem rapaz mas estava longe de ser seus momentos finais e muitas outras aventuras estavam o aguardando sobre a espreita ansioso para encurrala-lo com seus acontecimentos diferenciados e trajetórias divergentes.Sem saber o que o destino ainda lhe aguardava por enquanto nada mais lhe restava senão continuar a viver seu dia a dia em meio a companhia daquela jovem garota a quem suas palavras e ações cativaram o coração externamente.

~Mini-Aventura ENCERRADA~


Observações:
-

O que fazer agora que terminei minha Mini-Aventura?
- 1º passo: Agora que encerrou sua mini-aventura basta criar a sua ficha na Criação de Personagens usando o Modelo de Ficha.
- 2º passo: Corra e crie sua aventura. Onde? Há um tópico chamado Crie sua Aventura, lembre-se de que você somente pode criar uma aventura se sua ficha for aprovada e dentro do limite de pedidos de criação de aventura pendentes. Caso haja alguma pendência espere alguém aprovar a aventura anterior, para postar a sua.
- 3º passo: Aventura aceita? Então procure um narrador, onde? Em T.N.D crie um tópico para solicitar seu narrador, e aguarde o ADM responsável pela área escolher um narrador para você.
- AH! Leia as regras para que você não venha a tomar punições.
- Lembre-se você tem 30 dias para pedir os 6 créditos da conclusão da mini-aventura neste link.

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