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 [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO

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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO - Página 2 EmptyDom 25 Nov - 0:50





NARRAÇÃO WILLY



MINI AVENTURA / POST 03






Willy adentrava a loja de mapas um tanto quanto mais recomposto depois do baita susto que havia levado com a vendedora do lado de dentro. Ele ainda gaguejava mas se mantinha um garoto bem educado e estava mantendo-se bem claro do que tinha ido procurar lá dentro.


A loja aparentava ser bem mais espaçosa do lado de dentro. Mapas gigantescos pregados em telas de cortiça, astrolábios, bússolas e até mesmo globos mundi estavam em exposição e com etiquetas de couros presas exibindo seus preços. A arquitetura do local era majoritariamente madeira envelhecida e estruturas de metal para guardar tudo de pé. A iluminação não era boa, mas definitivamente permitia uma visão mais ampla do lugar quando elas de fato estavam ligadas.


O que mais deveria ter surpreendido o garoto Willy não era a loja em si mas sim a vendedora, que poderia muito bem ser dona do local... a bela mulher ruiva era alta, com quase dois metros de altura e não tinha pés! Tentáculos vermelhos saíam da base de seu quadril o que provavelmente representavam que ela deveria pertencer à raríssima raça de sirenos.


- Nossa especialidade são mapas navais... mas certamente tenho um mapa da cidade! - A sirena vai atrás de um balcão e puxa um pedaço de papel velho que destacava uma mensagem que poderia ter assustado ainda mais Willy do que sua raça ou mesmo o pavor de antes pelas luzes apagadas.


- SOCORRO! TEM UM SEQUESTRADOR EMBAIXO DO BALCÃO! - Eram os dizeres daquele papel. Se observasse bem, Willy poderia ver que pés humanos, provavelmente masculinos, estavam misturados com os tentáculos da moça embaixo do balcão... a mensagem parecia ser real.




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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO - Página 2 EmptyDom 25 Nov - 13:04


Willy B.

Algo que Willy não conseguia perceber enquanto olhava pelo lado de fora, era o tamanho daquela loja por dentro, maravilhado e um tanto boquiaberto passeava rumo ao balcão admirando o glamour rústico daquele lugar. Acho que nunca vi antes mapas tão gigantescos quanto esses, essa loja é mais completa do que eu esperava, não esperava algo tão completo numa ilha como essa, talvez Centaurea Island finalmente esteja crescendo. Ao passar perto de alguma parede, passaria a mão sobre a madeira envelhecida, abria um sorriso espontâneo, aos seus olhos, de fato, aquilo era uma linda loja com uma linda estrutura.

- Essa loja é linda. – Comentava um tanto despreocupado se esquecendo que estava na presença de outra pessoa. Mas ao mesmo tempo eu queria entender porque deixar a luz tão baixa assim, isso pode mais afastar clientes do que atrair, deve ser algum gosto pessoal da-

Os pensamentos do garoto eram interrompidos pois seus olhos se surpreendiam com o que via, de fato ele reconhecia a beleza incontestável da mulher a sua frente, mas ao ver os seus tentáculos saindo da base do seu vestido, não podia acreditar, era algo que nunca havia presenciado antes. Entretanto, seu olhar era mais curioso do que inflamatório. Será que ela é um tritão? Eu nunca ouvi falar de um tritão por aqui antes... Espera, não! Eu já ouvi falar deles, sirenos acho que é o nome, será que é uma espécie de tritão? Também não Willy... Eles são metade humanos e metade peixe, acho que é isso, que curioso. É... Com certeza Centaurea Island está crescendo.

Abrindo um sorriso amarelado enquanto a moça pegava o mapa, o garoto se esforçava para causar uma boa impressão, sabia que o mundo em que havia nascido era cruel, principalmente se você era diferente, ah, como ele sabia... Então não iria ser mais uma pessoa entre tantas que provavelmente já teriam causado algum incômodo para aquela mulher.
A moça finalmente lhe entregava o mapa, ansioso, Willy rapidamente o pegaria buscando a informação que queria, finalmente estava a um passo de sair daquele lugar, mas espera... “SOCORRO! TEM UM  SEQUESTRADOR EMBAIXO DO BALCÃO!” Willy engolia seco, suas pernas se esforçavam para se manter firmes, lentamente ele direcionava seu olhar para o rosto da moça e então abaixava a cabeça direcionando seus olhos para a parte debaixo do balcão, pés humanos... Uma gota de suor escorreu pela sua cabeça.

Tá brincando, não tá? Não, não pode ser... Ou pode? É verdade… E num súbito lembranças que guardava sobre aquela raça tão rara vinham a sua mente. Se me lembro bem tritões e sirenos ainda são leiloado hoje em dia, mas quem faria isso? Alguém da cidade, não, eu conheço eles desde que nasci, ninguém faria isso. Um revolucionário? Também não, eles sempre nos protegeram, eles não fariam isso. Um pirata? Mas eu não ouvi nada sobre nenhuma tripulação chegando? De qualquer jeito, tem como eu fazer alguma coisa?

10 ANOS ATRÁS

Um garotinho com os mesmos traços físicos de Willy chorava copiosamente, sentado no chão segurava as pernas com força, um machucado havia se formado em seu joelho, que o deixou todo ralado. A mãe, uma mulher de aparência jovial e doce se ajoelhava ao lado do garoto e lhe dava um beijo na testa enquanto o envolvia em seus braços.

[Mãe] – Sabe, Willy, a mamãe precisa te dizer uma coisa, você me lembra muito o seu pai. Sempre que ele se machucava, ele abria o berreiro, força fisica nunca foi um forte dos homens Barta, mas, sempre quando se tratava das coisas que realmente importavam ele sempre foi corajoso e nunca deu um passo pra trás... Eu confesso, filho, eu ainda não sei quem você vai se tornar no futuro, mas, independente de quem seja, me prometa de que pelo menos isso você vai carregar tanto de mim, quanto do seu pai.

O garoto ainda não entendia bem o que a mãe queria dizer com aquelas palavras, a mulher, ainda abraçada com o garoto dava mais um beijo em sua testa e o abraçava mais forte, mesmo machucado, o pequeno se sentia protegido.

HOJE


Willy respirava fundo, não podia se desesperar, não quando se tratava de outras pessoas além dele, muitas eram as inseguranças que o afligiam, mas não deixaria que elas o atingissem, não naquele momento. Analisando a situação da melhor maneira que pode, finalmente pensou em algo.

- M-Moça, se possível eu também gostaria de uma bússola, acho que eu vi uma ali atrás, para os meus objetivos eu preciso estar previnido, haha. – Tentava soar otimista.

O seu plano era tentar fazer com que a moça saísse de trás do balcão, afinal, independente do que acontecesse, não queria envolve-la em qualquer perigo desnecessário dali pra frente. Caso a moça saísse do balcão, Willy respiraria fundo e então tentaria pular por cima do balcão usando suas mãos de apoio de modo que giraria o seu corpo pela parte de cima como uma manobra de um ginasta daqueles que usam barras de apoio, então, tentaria segurar com força no apoio do balcão para não perder o equilibrio, mas não pousaria no chão, o objetivo seria amortecer o giro com os pés que iriam de encontro com o homem que estaria outro lado do balcão.  Não se preocuparia em olhar para o rosto dele primeiro, nem de identifica-lo, se ele era alguém fazendo algo errado, as perguntas seriam feitas depois. Então, caso o balcão se estraçalhasse, correria rapidamente para o local onde o inimigo teria parado e caso o balcão continuasse intacto, continuaria ali e então levantando a perna faria um movimento circular com os seus pés para pegar o impulso do movimento pra tentar desferir um chute no rosto do inimigo e em seguida mais uma sequência de chutes movendo o pé que estaria desferindo os chutes de um lado para o outro. Caso o inimigo fosse revidar, tentaria recuar o mais rápido possível e usar a porta do balcão para se defender de qualquer projétil que ele pudesse atirar, caso fosse um ataque físico, levantaria os punhos na direção do rosto pra caso algum golpe o acertasse, e também tentaria se defender desviando de possíveis golpes se movendo de um lado pro outro da maneira mais hábil que conseguisse.

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Objetivos escreveu:
Primários:
( ) Aprender ilusionismo.
( ) Aprender hipnose.
( ) Aprender o ofício "Artista".
( ) Chegar em Las Camp.
( ) Encontrar uma motivação para seguir em frente.

Longo Prazo:
( ) Comprar botas.
( ) Conseguir uma recompensa.
( ) Conseguir uma Akuma no Mi.
( ) Adquirir Vantagem: Aparência Inofensiva.
( ) Adquirir Vantagem: Adaptador.
( ) Adquirir Vantagem: Liderança.
( ) Aprender o ofício "Gatuno".
( ) Aprender a usar os Haki's.
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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO - Página 2 EmptyTer 27 Nov - 20:36





NARRAÇÃO WILLY



MINI AVENTURA / POST 04






Willy engolia em seco após o aviso da sirena e seu raciocínio era correto. A raça dela era perseguida e vendida deliberadamente como escrava no mercado negro e inclusive com o aval do Governo Mundial quando os compradores eram Tenryuubitos.


A sereia ruiva com cauda de tentáculos meneia a cabeça afirmativamente quando Willy pede para adicionar uma bússola ao seu pedido e se distancia do balcão para a porta dos fundos como se nada estivesse acontecendo, e é nesse exato instante que sem pensar duas vezes o garoto prontamente executa um salto acrobático de um modo plasticamente bonito e chutando quem quer que fosse que estava do lado oposto do balcão.


Sua reação foi tão bem pensada e bem executada que o homem (que deveria ser um pirata escravagista provavelmente) não teve tempo nem sequer de desviar ou bloquear o chute que veio diretamente em seu rosto. Para finalizar o combate, Willy ainda dá alguns chutes que incapacitavam o pirata e o faziam desmaiar quase que instantaneamente.


Seria Willy muito habilidoso e esperto para derrotar um inimigo tão facilmente? Ou será que um espírito salvador havia baixado nele naquele exato instante? Seja como for, a sirena dona da loja de mapas estava salva... pelo menos por enquanto...




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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO - Página 2 EmptyQui 29 Nov - 11:35


Willy B.

As engrenagens de seu plano começavam a se mexer, conforme a sirena saia para adicionar a bússola ao pedido de Willy, o garoto lhe dava um olhar que dizia “vai ficar tudo bem” e balançava a cabeça positivamente. Neste momento, tomado de uma coragem que nunca achou que teria em sua vida, sua ideia era bem bonita e funcionava na sua cabeça, mas a incerteza de saber se seria bem sucedido ou não fazia todo o seu corpo tremer.

O salto acontecia extremamente rápido, o garoto fechava os olhos instintivamente, mas logo abria lembrando que precisava focar em seja lá quem estivesse na sua frente, ainda, talvez tomado pelo desespero, continuava a desferir uma sequência de chutes que incapacitavam o seu inimigo instantaneamante.

Uma mistura de adrenalina, surpresa e temor era o que Willy sentia naquele momento, com o coração palpitante, ofegava enquanto encarava o corpo de seu inimigo inimigo caído no chão, sua mão repousava sobre o próprio peito enquanto o garoto buscava o ar que havia perdido.

Eu consegui? De verdade? Mas...

Ele não acreditava nos seus olhos, enquanto esfregava seus olhos , lembrava da vítima que havia fugido do seu campo de visão no meio de toda a ação. Virava seu torço e a cabeça pra trás procurando-a, se a encontrasse, sorriria tímido.

- Você está bem? Se machucou? É perigoso ficar num lugar como esse desprotegida. – Falava enquanto esquecia-se de que era outra pessoa e que ainda era muito tímido, então ficaria acanhado. – Desculpe... Quem sou eu pra falar essas coisas.

Se não a encontrasse (caso ela fugisse ou sumisse) apenas faria uma feição triste, queria saber se a mulher estava bem ou o que tinha acontecido com ela. No fim, tentaria ir atrás de coisas que pudesse usar para amarrar o corpo e coisas do gênero para leva-lo as devidas autoridades.

Mal havia começado a história de Willy e já havia passado por tudo aquilo, ele não sabia o que vinha pela frente, que inimigos encontraria e nem quais amigos faria, mas, independente de qualquer coisa sentia-se realizado, estava no caminho certo.

Finalmente, Willy sentia-se preparado para continuar a sua jornada.

~FEEDBACK~

Visando uma maior qualidade nas orientações, a Staff gostaria de saber a opinião do que achou do orientador em que teve a responsabilidade de narrar. É uma pergunta básica que deve ser respondida com sinceridade, ajudando bastante a qualidade de orientação dos orientadores, afinal os mesmos saberão onde estão indo bem, pecando e assim melhorando gradativamente. Então a questão é a seguinte: "O orientador demonstrou um regular/bom/ótimo trabalho? Desde a parte de tirar dúvidas, as dicas, o carisma do orientador com você (principalmente a atenção que foi dada durante a mini-aventura), o desenrolar dela e por fim se reconheceu uma maior clareza do sistema narrativo."
Opinião: O orientador demonstrou um ótimo trabalho, tirou todas as minhas dúvidas, tanto pela mini quanto pelas MP's (e olha que foram muitas haha), as dicas também me ajudaram bastante a pegar o ritmo de como as coisas funcionam por aqui. O carisma foi normal, nada especial, eu acho... O desenrolar foi satisfatório e eu tô feliz com o resultado final.

No mais, obrigado bread pela atenção e pela ótima mini. ^-^




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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO - Página 2 EmptyQui 29 Nov - 22:29

~Mini-Aventura ENCERRADA~


Observações:
- O menino aprende rápido e tem muito futuro! Muito gente boa e interessado em aprender sobre o fórum... mereceu terminar a mini rápido.

O que fazer agora que terminei minha Mini-Aventura?
- 1º passo: Agora que encerrou sua mini-aventura basta criar a sua ficha na Criação de Personagens usando o Modelo de Ficha.
- 2º passo: Corra e crie sua aventura. Onde? Há um tópico chamado Crie sua Aventura, lembre-se de que você somente pode criar uma aventura se sua ficha for aprovada e dentro do limite de pedidos de criação de aventura pendentes. Caso haja alguma pendência espere alguém aprovar a aventura anterior, para postar a sua.
- 3º passo: Aventura aceita? Então procure um narrador, onde? Em T.N.D crie um tópico para solicitar seu narrador, e aguarde o ADM responsável pela área escolher um narrador para você.
- AH! Leia as regras para que você não venha a tomar punições.
- Lembre-se você tem 30 dias para pedir os 6 créditos da conclusão da mini-aventura neste link.

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