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 [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO

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MensagemAssunto: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Qua 14 Nov 2018, 07:20

Nome: Willy Barta
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Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho: Normal
Estilo de Combate: Taekwondo
Localização: Centaurea Island - South Blue
Grupo: Civil
Vantagens: -Boa Aparência
Desvantagens: -Timidez
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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Qui 15 Nov 2018, 01:25

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: http://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Qui 15 Nov 2018, 04:34

Willy Barta

Narração
-Falas
Pensamentos
OFF:



Wally Barta sempre foi um garoto tímido, talvez a única vez que tenha soltado a voz para falar na sua vida, foi durante o acidente que sua mãe sofreu um dia enquanto caminhavam perto do mar, a mulher havia perdido o equilíbrio, o que por sua vez quebrou o garoto, que estático observava a situação sem saber exatamente o que fazer. Depois de um minuto, o garoto havia caído em si, correu até a cidade e gritou, gritou como nunca havia gritado antes, mas quando a ajuda veio, já era tarde, o corpo havia sumido e nunca mais sido encontrado.
O golpe havia sido forte, aquilo poderia ter quebrado Willy, mas o garoto apesar de tímido, era forte, talvez a característica que mais tenha se acentuado negativamente depois do ocorrido, era o fato de que  ele havia se tornado ainda mais recluso.

Apesar de tudo, apoio e suporte de moradores e colegas de Centaurea Island não faltavam, nunca teve dificuldades de conseguir o que precisava para sobreviver, seu rosto de aparência chamativa e sedutora podem ter tido algo a ver com isso, mas era algo que o próprio Willy não tinha ciência e nem se importava.

Algo que o garoto sempre manteve consigo mesmo era algo que ninguém sabia, era o desejo de se aventurar, não pela aventura em si ou por conquistar algum prêmio, mas porque se tinha algo que era vívido em seu coração, era o desejo de conhecer o seu pai. Sua mãe nunca lhe revelou informações suficientes nem para que o garoto pudesse desenhar em sua imaginação sequer uma possível aparência (mesmo que isso nunca o impedisse), mas o que ele sabia e quem eram palavras da própria era que "ele era um homem que vivia por sua própria verdade" e que ela havia precisado deixar ele ir, pois suas obrigações nos mares eram maiores do que ela ou ele. Então, mesmo sem saber exatamente por onde começar ou pra onde ir, pelo menos sabia de uma coisa, um dia iria sair daquela ilha e com certeza iria conhecer o seu pai, custe o que custasse.

É isso, parece que meu tempo aqui está acabando, foi bom enquanto durou Centaurea Island. Obrigado por tudo.

Apesar de uma memória tão traumática vivida naquele lugar, o garoto nunca deixou ela ser maior do que a gratidão que ele sentia por aquele lugar e por aquelas pessoas que sempre o receberam e o trataram tão bem enquanto viveu ali. Porém, havia tomado uma decisão, era chegada a hora de partir, mesmo que tudo que tivesse fosse apenas um nome e sua própria determinação.

Ok, tudo o que eu preciso fazer agora é... er.

Seus planos já estavam traçados a muito tempo e no papel, de fato, tudo parecia extremamente fácil, ele conhecia pouco sobre os revolucionários que viviam naquela cidade, mas sabia que eles eram cheios de recursos e boas pessoas (ou pelo menos era o que achava). Nos seus planos constava chegar nos revolucionários, pedir ajuda (mesmo que não soubesse qual ajuda queria) e em seguida zarpar para onde a vida o levasse, mas só a IDEIA de fazer algo tão ousado daquele jeito já lhe causava dores de barriga e enjoos.

-Se controle, Wally, você consegue, você consegue, isto não é só por você, mas também pela mãe, VAI. O garoto repetia aquelas palavras para si mesmo tomando coragem suficiente para tomar a primeira atitude. -Eu consigo, não pode ser tão difícil assim. Respitou fundo e com um olhar mais decidido soube que estava pronto. Tentaria então chegar até a base do exército revolucionário que se encontra na cidade.
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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Sex 16 Nov 2018, 23:19

~Post NEGADO~


* Opa blz? Serei seu orientador durante a mini-aventura... qualquer dúvida pode mandar uma MP que estaremos ai para responder =)

Um muito bom primeiro post! Eu só achei que você pecou um pouco na sua ação principal que era "Tentaria chegar à base do exército revolucionário". Ok... mas, como faria isso? Andando? Nadando? Comprando um mapa? Perguntando para alguém que passasse na rua?

Procure sempre descrever bem suas ações pois esta é toda a alma do jogo. Coloque o máximo de detalhes possíveis nela para evitar ao máximo dar motivos para seu narrador te colocar em enrascadas ou causar danos graves no seu personagem. Dá para perceber claramente que sua narração é muito boa e que vc terá futuro aqui no fórum... é só focar melhor nesse quesito q vc vai longe!

Uma outra coisa que achei estranho foi seu desejo de sair de Centaurea e ao mesmo tempo entrar no Exército Revolucionário... a grande parte dos inscritos ficam para sempre na base local, principalmente em uma base grande como de Centaurea... gostaria que explicasse melhor isso no próximo post.

Também não entendi muito bem porque seu personagem se chamou de Wally quando o nome dele é Willy... isso é alguma forma normal dele se tratar pessoalmente ou foi um errinho de digitação mesmo? Kkkkk

Acredito que por enquanto seja só isso mesmo... vc pode aproveitar grande parte do seu post anterior, apenas acrescentando e corrigindo esses pontos que eu sugeri e estaremos prontos para prosseguir na mini *

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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Sab 17 Nov 2018, 03:04


Willy B.

Willy Barta sempre foi um garoto tímido, talvez a única vez que tenha soltado a voz para falar na sua vida, foi durante o acidente que sua mãe sofreu um dia enquanto caminhavam perto do mar, a mulher havia perdido o equilíbrio, o que por sua vez quebrou o garoto, que estático observava a situação sem saber exatamente o que fazer. Depois de um minuto, o garoto havia caído em si, correu até a cidade e gritou, gritou como nunca havia gritado antes, mas quando a ajuda veio, já era tarde, o corpo havia sumido e nunca mais sido encontrado.
O golpe havia sido forte, aquilo poderia ter quebrado Willy, mas o garoto apesar de tímido, era forte, talvez a característica que mais tenha se acentuado negativamente depois do ocorrido, era o fato de que  ele havia se tornado ainda mais recluso.

Apesar de tudo, apoio e suporte de moradores e colegas de Centaurea Island não faltavam, nunca teve dificuldades de conseguir o que precisava para sobreviver, seu rosto de aparência chamativa e sedutora podem ter tido algo a ver com isso, mas era algo que o próprio Willy não tinha ciência e nem se importava.

Algo que o garoto sempre manteve consigo mesmo era algo que ninguém sabia, era o desejo de se aventurar, não pela aventura em si ou por conquistar algum prêmio, mas porque se tinha algo que era vívido em seu coração, era o desejo de conhecer o seu pai. Sua mãe nunca lhe revelou informações suficientes nem para que o garoto pudesse desenhar em sua imaginação sequer uma possível aparência (mesmo que isso nunca o impedisse), mas o que ele sabia e quem eram palavras da própria era que "ele era um homem que vivia por sua própria verdade" e que ela havia precisado deixar ele ir, pois suas obrigações nos mares eram maiores do que ela ou ele. Então, mesmo sem saber exatamente por onde começar ou pra onde ir, pelo menos sabia de uma coisa, um dia iria sair daquela ilha e com certeza iria conhecer o seu pai, custe o que custasse.

É isso, parece que meu tempo aqui está acabando, foi bom enquanto durou Centaurea Island. Obrigado por tudo.

Apesar de uma memória tão traumática vivida naquele lugar, o garoto nunca deixou ela ser maior do que a gratidão que ele sentia por aquele lugar e por aquelas pessoas que sempre o receberam e o trataram tão bem enquanto viveu ali. Porém, havia tomado uma decisão, era chegada a hora de partir, mesmo que tudo que tivesse fosse apenas um nome e sua própria determinação.

Ok, tudo o que eu preciso fazer agora é falar com aqueles caras... er.

Seus planos já estavam traçados a muito tempo e no papel, de fato, tudo parecia extremamente fácil, ele conhecia bem pouco sobre os revolucionários que viviam naquela cidade, mas pelo que ouvira das pessoas que cuidavam dele, aquele exército era composto por pessoas legais e decentes, em sua cabeça, talvez eles fossem legais a ponto de lhe dar a ajuda que precisava para sair daquele lugar fosse com dinheiro, uma embarcação velha ou seja lá o que pudesse conseguir, afinal, ele já não tinha nada, qualquer coisa era lucro... E talvez esse fosse o maior defeito de Willy, sua inocência o levava a crer que alguém ou algo taxado de "bom" não poderia lhe decepcionar, isso tudo somado a sua falta de um conhecimento melhor sobre as pessoas que viviam ali poderiam ser sua ruína. De um jeito ou de outro, o próximo passo era só pedir a ajuda deles e em seguida zarpar para onde a vida o levasse, mas só a IDEIA de fazer algo tão ousado daquele jeito já lhe causava dores de barriga e enjoos.

- Se controle, Willy, você consegue, você consegue, isto não é só por você, mas também pela mãe, VAI. - O garoto repetia aquelas palavras para si mesmo tomando coragem suficiente para tomar a primeira atitude. - Eu consigo, não pode ser tão difícil assim. Os revolucionários são boas pessoas, eu sei que são, se eu for claro o suficiente, talvez eles me ajudem a conquistar meu objetivo. - Respirou fundo e com um olhar mais decidido soube que estava pronto. Ao sair da casa onde sempre viveu, deixaria apenas um bilhete agradecendo a todos por tudo, era tímido demais para se despedir de toda pessoa que já havia lhe ajudado, era mais fácil daquele jeito. Tentaria então chegar até o centro da cidade, especificamente a loja onde vendem mapas e coisas do gênero, caso fosse bem sucedido na ação, a próxima coisa que faria seria tentar encontrar a base revolucionária.



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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Ter 20 Nov 2018, 00:21





NARRAÇÃO WILLY



MINI AVENTURA / POST 01






Centaurea Island era certamente uma das ilhas mais charmosas de todos os Blues. Isso era devido o fato de que ela consistia em duas ilhas, sendo que uma circundava a outra. Pontes conectavam ambas as ilhas o que deixava muitos na dúvida se o cinturão que dava nome ao local era formado por um atol ou se era um riacho comprido que dava a volta na ilha toda.


Lá havia um jovem garoto inocente e extremamente tímido chamado Willy. Ele confiava piamente no poder e na bondade que o exército revolucionário exercia na ilha e, acreditava que se ingressasse com eles, teria uma grande chance de deixar o local e partir em aventuras contra o Governo Mundial.


Ainda pensando não apenas nele, de um modo onde o egoísmo passava muito longe, Willy deixa uma carta para aqueles que o haviam criado durante todo o tempo e explicando suas motivações e esperanças por estar em busca de construir um futuro melhor para ele.


O centro da cidade não era muito distante e a loja de mapas não era difícil de se encontrar. Tendo toda sua estrutura construída em vidro e madeira, uma placa enorme escrito "VENDE-SE MAPAS" jazia pendurada na porta.


Apesar disso, as luzes do interior pareciam estar apagadas como se a loja não estivesse aberta, mesmo a placa do lado de fora indicando o contrário... o que Willy faria agora?




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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Ter 20 Nov 2018, 08:00


Willy B.

Com certo pesar, o garoto deixava a carta para trás, ao fechar a porta de sua casa, sentia um misto de ansiedade e angústia, pela sua cabeça passavam um misto de possibilidades que lhe causavam uma espécie de medo de aperto no peito. A ideia de parecer ingrato, de encontrar algum de seus entes queridos enquanto partia rumo a sua aventura, a incerteza de saber se os que deixou pra trás ficariam muito magoados ou bravos, todos esses pensamentos eram algo que assolaram Willy naquele momento, porém, maior que aquilo era apenas a sua motivação para sair dali e era o que ele estava motivado a fazer.

Durante a caminha rumo a loja de mapas, os olhos de Willy passeariam por todos os cantos, sabendo que seria a última vez que veria aquele lugar, queria ter certeza de manteria a memória do lugar que um dia foi o seu lar viva em seu coração.

Ao chegar ao centro da cidade, seus olhos que já estavam atentos redobravam a atenção, o receio de encontrar qualquer vestígio de algum conhecido era grande, é claro, não tinha intenções de desistir e nem de contar pessoalmente para ninguém o que planejava, mas algo na ideia desse possível encontro o assustava, por mais que não soubesse o que.

Não demorou muito para que o garoto encontrasse a loja de mapas, a placa enorme pendurada na porta foi uma boa dica na hora de se situar. Meio receoso, se aproximaria aos poucos da loja, seus olhos percorriam todo o estabelecimento. Um design lindo para um lugar tão simples. O devaneio do garoto veio tão rápido quanto se foi, pois, quando olhou para o interior do estabelecimento, notou que ali parecia não ter ninguém, o que logo novamente lhe deixou aflito.

Será que não tem alguém lá dentro? A placa me diz que a loja está funcionando, mas está tudo escuro. E se eu entrar e não puder? E se eu acabar preso tendo que explicar pra alguém porque invadi o lugar? E se eu acabar incomodando alguém? E se eu não entrar e ficar esperando aqui fora de besta? Ah, que problemático tudo isso. O que eu faço?


A incerteza seria a melhor amiga do menino pelos próximos minutos, até que tomasse sua primeira decisão. Pelas vidraças, tentaria olhar dentro da loja buscando algum tipo de informação que indicasse se o lugar estava vazio ou não. Caso visse alguém em meio a escuridão, seguiria em direção a porta e daria algumas batidas enquanto engoliria seco e seus olhos continuariam constantemente fitando o chão enquanto esperava alguma resposta. Caso não visse ninguém, daria ouvidos aos seus temores, e permaneceria encostado ao lado da porta da loja esperando por alguém que viesse a chegar, pois talvez o dono do estacionamento pudesse ter saído e logo estivesse voltando ou também esperaria caso algum outro cliente chegasse e fosse mais corajoso que ele pra entrar em busca de informações, caso isso acontecesse, quando a pessoa entrasse, a seguiria.

Se o seu destino fosse esperar fora da loja, enquanto nada acontecesse, manteria sua atenção nas pessoas que passassem por ali e se acontecesse de ver algum conhecido por ali passar, esconderia o rosto se virando contra a parede do estabelecimento e tentaria permanecer discreto.



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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Qui 22 Nov 2018, 23:25





NARRAÇÃO WILLY



MINI AVENTURA / POST 02






Por mais difícil que fosse tomar uma decisão tão drástica para atingir o seu tão sonhado objetivo, o menino Willy partia decidido para uma loja de mapas que, infelizmente, aparentava estar fechada e sem movimentação.


O menino se debruça na vidraça para tentar peruar o que poderia estar acontecendo do lado de dentro da loja. Ela de fato estava com as luzes apagadas e mal conseguia enxergar dois palmos de distância para dentro através do espesso vidro que dividia o interior e o exterior da loja de mapas.


Quando de repente, dois olhos humanos com a íris mais vermelha que lava surgiam do lado de dentro encarando o menino colado no vidro o que provavelmente assustaria até o homem mais corajoso do mundo simplesmente pela surpresa que a atitude da pessoa causaria. Poucos instantes depois a luz interior se acenderia e revelaria uma bela moça usando um top azul marinho e com longos cabelos tão rubros quanto seus olhos.


- Pode entrar! A porta está aberta... - Dizia a moça do outro lado da vidraça, enquanto se virava de costas e se distanciava de onde estivera.




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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Sex 23 Nov 2018, 12:13


Willy B.

Willy fitava com atenção as vidraças do estabelecimento, seu rosto ingênuo se debruçava ali enquanto era esmagado pelo contato com o vidro. Os olhos do menino se estreitavam buscando entender qual era a situação lá dentro. Que situação complicada, será que não tem ninguém? Eu não enxergo nada. Será que...- e foi aí que quase morreu do coração. Se fosse possível, com certeza o seu coração sairia pela boca naquele momento.  A aparição dos misteriosos olhos era definitivamente uma surpresa, o susto era tão grande que o garoto daria um pulo pra trás caindo de bunda no chão, soltaria um grito com a voz mais esganiçada do que a de uma hiena.

- AAAAAAAAH, ai. – Apoiava a mão direita sobre o peito e respirava fundo enquanto tentava recuperar o ar perdido. - O que raios foi isso?

Não demorava para que as luz do estabelecimento acendesse revelando a aparência de uma moça ruiva, a dona dos olhares penetrantes que quase o haviam matado momentos atrás. Sua aparência era atrativa, mas o que mais intrigava Willy que ainda estava no chão estático era entender o que exatamente estava acontecendo ali.  

O que ela fazia naquele lugar no escuro e sozinha? Espera, ela estava só? AAAAAAH. Seu rosto corava a medida que sua imaginação imaginava as mais diversas situações possíveis ali dentro, saindo de seu transe apenas quando a moça o chamava para dentro.
Meio tímido Willy se levantava e limpava qualquer sujeira remanescente em seu corpo e antes entrar, olharia em volta para ver se alguém havia notado sua queda desastrosa. Todo desajeitado seguiria a mulher para dentro do estabelecimento. Assim que entrasse, Willy olharia em volta para entender o local (e talvez tentar deduzir o que a mulher fazia sozinha no escuro, então se colocaria na frente dela.

- O-o-olá moça. E-eu gostaria de-de conseguir um mapa, de preferência um que te-te-tenha a localização da base do exército Re-revolucionário que fica por aqui na ilha. Seus olhos encaravam o chão, estaria visivelmente nervoso e não conseguia controlar a gagueira. - Por favor.


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MensagemAssunto: Re: [MINI-PADRE] UM GRITO DE SOCORRO   Dom 25 Nov 2018, 01:50





NARRAÇÃO WILLY



MINI AVENTURA / POST 03






Willy adentrava a loja de mapas um tanto quanto mais recomposto depois do baita susto que havia levado com a vendedora do lado de dentro. Ele ainda gaguejava mas se mantinha um garoto bem educado e estava mantendo-se bem claro do que tinha ido procurar lá dentro.


A loja aparentava ser bem mais espaçosa do lado de dentro. Mapas gigantescos pregados em telas de cortiça, astrolábios, bússolas e até mesmo globos mundi estavam em exposição e com etiquetas de couros presas exibindo seus preços. A arquitetura do local era majoritariamente madeira envelhecida e estruturas de metal para guardar tudo de pé. A iluminação não era boa, mas definitivamente permitia uma visão mais ampla do lugar quando elas de fato estavam ligadas.


O que mais deveria ter surpreendido o garoto Willy não era a loja em si mas sim a vendedora, que poderia muito bem ser dona do local... a bela mulher ruiva era alta, com quase dois metros de altura e não tinha pés! Tentáculos vermelhos saíam da base de seu quadril o que provavelmente representavam que ela deveria pertencer à raríssima raça de sirenos.


- Nossa especialidade são mapas navais... mas certamente tenho um mapa da cidade! - A sirena vai atrás de um balcão e puxa um pedaço de papel velho que destacava uma mensagem que poderia ter assustado ainda mais Willy do que sua raça ou mesmo o pavor de antes pelas luzes apagadas.


- SOCORRO! TEM UM SEQUESTRADOR EMBAIXO DO BALCÃO! - Eram os dizeres daquele papel. Se observasse bem, Willy poderia ver que pés humanos, provavelmente masculinos, estavam misturados com os tentáculos da moça embaixo do balcão... a mensagem parecia ser real.




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