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 [Mini - Munin] Hematomas na alma

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MensagemAssunto: [Mini - Munin] Hematomas na alma   Qua 14 Nov 2018, 00:55

Nome:  Munin
Idade:  26 anos
Sexo:  Masculino
Raça:  Humano
Tamanho:  2,06m
Estilo de Combate:  Lanceiro
Localização:  Toroa Island, West Blue
Grupo:  Civil
Vantagens:  Ambidestro
Você possui um elevado nível de destreza manual, podendo executar tarefas com as duas mãos sem sofrer penalidades.

Desvantagens:  Mau humor
Algumas pessoas sempre parecem que levantam da cama com o pé errado, e você é uma delas, sempre de mau humor, você é muitas vezes grosso e nada educado, e isso sem nem ao menos perceber. Muitas vezes pode ser contornada com uma vitória, consumo de algo agradável ou saciando um vício, mas não demora muito até que o mau humor volte a dominar.
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Munin] Hematomas na alma   Qui 15 Nov 2018, 01:24

~Mini-Aventura REPROVADA~

* Opa seja bem-vindo ao nosso forum! Eu serei seu orientador... por favor poste a ficha corrigindo o campo "Tamanho", que para humano pode ser Normal, Gigante, Braços Longos ou Pernas Longas. *

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Munin] Hematomas na alma   Qui 15 Nov 2018, 02:19

Nome:  Munin
Idade:  26 anos
Sexo:  Masculino
Raça:  Humano
Tamanho:  Normal
Estilo de Combate:  Lanceiro
Localização:  Toroa Island, West Blue
Grupo:  Civil
Vantagens:  Ambidestro
Você possui um elevado nível de destreza manual, podendo executar tarefas com as duas mãos sem sofrer penalidades.

Desvantagens:  Mau humor
Algumas pessoas sempre parecem que levantam da cama com o pé errado, e você é uma delas, sempre de mau humor, você é muitas vezes grosso e nada educado, e isso sem nem ao menos perceber. Muitas vezes pode ser contornada com uma vitória, consumo de algo agradável ou saciando um vício, mas não demora muito até que o mau humor volte a dominar.
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Munin] Hematomas na alma   Qui 15 Nov 2018, 13:21

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: http://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Munin] Hematomas na alma   Qui 15 Nov 2018, 23:15

Legenda:
- Pensamento
- Fala


“Você precisa ser forte e se impor, garoto. Não quer ser um marinheiro como o seu velho algum dia? Quer dizer, aqui de fato é muito tranquilo e é fácil se sentir entediado, mas não é um mau jeito de se levar a vida.” – Munin ainda conseguia se lembrar das últimas palavras direcionadas a ele pela figura que, um dia, ele conheceu como seu progenitor. Seu pai e toda sua ignorância em acreditar que era realmente a Marina que impedia os ataques a ilha por parte de piratas, a verdade era que simplesmente não havia algo que chamasse atenção naquela pequena extensão territorial isolada por uma imensidão azul. Talvez os piratas realmente temessem aquele lugar, não gostariam de morrer entediados antes mesmo de conseguirem sair da floresta, parte que ocupava a grande maioria do espaço.
Após um incidente traumático envolvendo seus pais doze anos atrás, sua vida nunca mais foi a mesma; a começar pelo abandono da mulher e filho por seu pai. Não que uma pessoa convencida, violenta e, quase sempre, embriagada fosse fazer alguma falta para alguém. Desde os seus 13 ou 14 anos, fora criado por sua mãe e por um vizinho, este que acabou por ajudá-los durante o incidente anteriormente mencionado. O homem, chamado Umbhar, o ensinou quase tudo que sabia e era, quase em sua integridade, responsável por moldar Munin no adulto que havia se tornado; desde o básico – como cozinhar, por exemplo – até como manejar uma lança para sua autodefesa, foi ensinado a ele por Umbhar. Não demorou muito para que seu mestre notasse a facilidade de Munin em executar tarefas com ambas as mãos sem que houvesse perda de maestria na realização destas.  

Tal qual seu amigo e mestre, Munin tinha como fonte de renda o corte e posterior venda de lenha para algumas pessoas da cidade, sua renda se esvaia com os poucos gastos que tinha mas, para seu alívio, quase não precisava gastar dinheiro com comida, benefícios que morar perto da floresta proporciona. Há cerca de seis anos, uma doença contra qual sua mãe havia travado uma batalha pela última década finalmente a permitiu se desvencilhar de seu estado de saúde debilitado. Depois da perda de sua mãe, Munin vivia quase todo o tempo de mau humor, sorrisos eram raramente vistos em seu rosto. Agora, a única família que lhe restava era Umbhar.

O homem estava angustiado e havia um bom motivo para isso, ao completar 22 anos foi-lhe dado por seu mestre uma lança que, segundo o mesmo, foi usada por ele quando tinha essa mesma idade. Os treinos para aperfeiçoar o manuseio da ferramenta, entretanto, se limitavam ao tempo que tivesse de folga do trabalho e, trabalhando sete dias por semana, isso não acontecia com tanta frequência. Munin tinha uma rotina bem definida que se mantinha imutável desde os seus 16 anos: pela manhã e na companhia de Umbhar, eles iam à floresta para selecionar alguma árvore. Com a escolha feita, era hora de pensar em toda uma logística – escolher a direção na qual pretendiam derrubá-la, de modo a tentar minimizar o dano sofrido pela floresta àquela árvore somente – e, finalmente, trazer aquele gigante tronco de madeira ao chão. Após isso, havia uma pausa para comer e descansar um pouco antes de retomarem o serviço; a árvore era rapidamente transformada em vários e vários pedaços menores, estes que eram levados para a casa de Umbhar e esteticamente cortados para que pudessem ser levados a cidade e vendidos, já durante o crepúsculo. A situação financeira de Munin podia contradizer todo esse esforço, mas seu corpo não; o homem havia crescido até incríveis dois metros e seis, sendo consideravelmente maior que sua mãe e seu pai, além de ostentar músculos distribuídos por todo o corpo, conquistados no decorrer dos dez anos trabalhando arduamente. Em seu rosto, além de olhos claros e barba escura, havia a presença de algumas cicatrizes, uma diagonal em seu nariz e uma maior do lado esquerdo, pegando desde o supercílio até um pouco abaixo de seu zigomático. Umbhar, por não ser nativo, possuía um aspecto diferente, possuía cerca de um metro e noventa e era consideravelmente mais denso que Munin, cultivava uma barba razoavelmente grande e branca que, em conjunto com sua sobrancelha e cabelos, tornava unânime a cor de seus pelos faciais.

O real motivo de sua inquietude se devia ao fato de que, dois dias atrás, alguém havia invadido sua casa e levado algumas coisas, incluindo a lança que havia ganho anos atrás. Não havia qualquer pista sobre quem pudesse ser responsável pelo ato e isso estava tirando sua paz; ele precisava dar um jeito naquela situação, seu treinamento com a lança era o que mantinha mente ocupada quando não estava trabalhando. Agora, sem sua lança e na impossibilidade de continuar com seu treino, finalmente estava notando o quão insatisfeito com sua vida ele estava e o quão parecido com seu pai ele estava se tornando, este que, após conseguir entrar para a Marinha quando jovem, deixou de lado suas ambições e ficava feliz em viver sua vida medíocre.

- “Eu não quero parecer com você em nada” – pensou, decidindo que era hora de resolver a situação.

Como não iria trabalhar naquele dia, ir para a cidade era a melhor opção. Quando chegasse à cidade, talvez fosse visitar o banco e alguma loja de armas visto que a pessoa na posse de sua lança poderia ter se utilizado desses lugares para tentar quitar alguma dívida ou vendê-la, respectivamente. Ainda estava em dúvida sobre tentar recuperar sua arma ou buscar comprar uma nova, deixaria essa decisão para ser tomada quando chegasse em seu destino.          

- Deixando as coisas à mercê do universo, hum? Talvez ele saiba melhor do que eu o que fazer – diria, enquanto, involuntariamente, seus lábios se moviam e originavam um sutil e breve sorriso.
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Munin] Hematomas na alma   Seg 19 Nov 2018, 20:57

~Post NEGADO~


* Oi Munin tudo bom? Primeiro de tudo assim como pedi desculpas pela demora em postar por MP, peço novamente por aqui... tava viajando e doente (ainda estou um pouco) e por isso demorei para postar com pouco acesso à um notebook. Eu não costumo demorar tanto assim...

Eu imagino que vc deva estar se sentindo chateado por conta do "Post Negado" mas não fique! Sua escrita é muito boa e dá pra perceber que vc leva jeito para coisa além de não ter preguiça de jogar (o que é um ponto muito positivo hahehehe)

Porém, eu tive que acabar negando para explicar alguns errinhos de regras que foram cometidos e, para darmos continuidade no tutorial, seus posts tem que estar 100% dentro das regras até que comece uma aventura oficial.

Então vamos lá... você começou certinho colocando uma legenda para falas e pensamentos porém dentro do seu post tem um trecho que não se encaixa em narração ou pensamento ou fala do seu personagem que é logo no começo do seu post com a fala de seu pai. Recomendo que coloque uma fala colorida para esse trecho e adicione na sua legenda.

Outro detalhe importante é que você deixou claro na sua narrativa que jogaria toda a decisão do destino de seu personagem para o narrador, e não é bem assim que funciona por aqui. O correto é deixar bem explícito quais são seus objetivos e como irá conseguí-los. Concorda comigo que recuperar sua arma (que é uma específica e vc não sabe nem onde está) é bem mais complexo e algo completamente diferente do que ir em qualquer loja e simplesmente comprar uma nova comum e sem valor sentimental?

Outra dica que te dou é para escolher um objetivo bem determinado e relativamente grandioso. Os seus objetivos por enquanto se limitam em "conseguir uma lança nova" e "não entrar na marinha"... convenhamos que isso é bem simples de se conseguir... e quando você conseguir esses objetivos menores, o que será do seu personagem?

Poste novamente por favor atentando à essas dicas que mencionei e boa mini-aventura para nós =) *

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Munin] Hematomas na alma   Ter 20 Nov 2018, 09:10

Legenda:
- Pensamento
- Fala

“Você precisa ser forte e se impor, garoto. Não quer ser um marinheiro como o seu velho algum dia? Quer dizer, aqui de fato é muito tranquilo e é fácil se sentir entediado, mas não é um mau jeito de se levar a vida.” – Munin ainda conseguia se lembrar das últimas palavras direcionadas a ele pela figura que, um dia, ele conheceu como seu progenitor. Seu pai e toda sua ignorância em acreditar que era realmente a Marina que impedia os ataques a ilha por parte de piratas, a verdade era que simplesmente não havia algo que chamasse atenção naquela pequena extensão territorial isolada por uma imensidão azul. Talvez os piratas realmente temessem aquele lugar, não gostariam de morrer entediados antes mesmo de conseguirem sair da floresta, parte que ocupava a grande maioria do espaço. Após um incidente traumático envolvendo seus pais doze anos atrás, sua vida nunca mais foi a mesma; a começar pelo abandono da mulher e filho por seu pai. Não que uma pessoa convencida, violenta e, quase sempre, embriagada fosse fazer alguma falta para alguém. Desde os seus 13 ou 14 anos, fora criado por sua mãe e por um vizinho, este que acabou por ajudá-los durante o incidente anteriormente mencionado. O homem, chamado Umbhar, o ensinou quase tudo que sabia e era, quase em sua integridade, responsável por moldar Munin no adulto que havia se tornado; desde o básico – como cozinhar, por exemplo – até como manejar uma lança para sua autodefesa, foi ensinado a ele por Umbhar. Não demorou muito para que seu mestre notasse a facilidade de Munin em executar tarefas com ambas as mãos sem que houvesse perda de maestria na realização desta.  

Tal qual seu amigo e mestre, Munin tinha como fonte de renda o corte e posterior venda de lenha para algumas pessoas da cidade, sua renda se esvaia com os poucos gastos que tinha mas, para seu alívio, quase não precisava gastar dinheiro com comida, benefícios que morar perto da floresta proporciona. Cerca de seis anos, uma doença contra qual sua mãe havia travado uma batalha pela última década, finalmente a permitiu se desvencilhar de seu estado de saúde debilitado. Depois da perda de sua mãe, Munin ficava constantemente de mau humor, sorrisos eram raramente vistos em seu rosto. Agora, a única família que lhe restava era Umbhar.

O homem estava angustiado e havia um bom motivo para isso, ao completar 22 anos foi-lhe dado por seu mestre uma lança que, segundo o mesmo, foi usada por ele quando tinha essa mesma idade. Os treinos para aperfeiçoar o manuseio da ferramenta, entretanto, se limitavam ao tempo que tivesse de folga do trabalho e, trabalhando sete dias por semana, isso não acontecia com tanta frequência. Munin tinha uma rotina bem definida que se mantinha imutável desde os seus 16 anos: pela manhã e na companhia de Umbhar, eles iam à floresta para selecionar alguma árvore. Com a escolha feita, era hora de pensar em toda uma logística – escolher a direção na qual pretendiam derrubá-la, de modo a tentar minimizar o dano sofrido pela floresta àquela árvore somente – e, finalmente, trazer aquele gigante tronco de madeira ao chão. Após isso, havia uma pausa para comer e descansar um pouco antes de retomarem o serviço; a árvore era rapidamente transformada em vários e vários pedaços menores, estes que eram levados para a casa de Umbhar e esteticamente cortados para que pudessem ser levados a cidade e vendidos, já durante o crepúsculo. A situação financeira de Munin podia contradizer todo esse esforço, mas seu corpo não; o homem havia crescido até incríveis dois metros e seis, sendo consideravelmente maior que sua mãe e seu pai, além de ostentar músculos distribuídos por todo o corpo, conquistados no decorrer dos dez anos trabalhando arduamente. Em seu rosto, além de olhos claros e cabelo azul, havia a presença de algumas cicatrizes, uma diagonal em seu nariz e uma maior do lado esquerdo, pegando desde o supercílio até um pouco abaixo de seu zigomático. Umbhar, por não ser nativo, possuía um aspecto diferente, possuía cerca de um metro e noventa e era consideravelmente mais denso que Munin, cultivava uma barba razoavelmente grande e branca que, em conjunto com sua sobrancelha e cabelos, tornava unânime a cor de seus pelos faciais.

O real motivo de sua inquietude se devia ao fato de que, dois dias atrás, alguém havia invadido sua casa e levado algumas coisas, incluindo a lança que havia ganho anos atrás. Não havia qualquer pista sobre quem pudesse ser responsável pelo ato e isso estava tirando sua paz; ele precisava dar um jeito naquela situação, seu treinamento com a lança era o que mantinha mente ocupada quando não estava trabalhando. Agora, sem sua lança e na impossibilidade de continuar com seu treino, finalmente estava notando o quão insatisfeito com sua vida ele estava e o quão parecido com seu pai ele estava se tornando, este que, após conseguir entrar para a Marinha quando jovem, deixou de lado suas ambições e ficava feliz em viver sua vida medíocre.

- “Eu não quero parecer com você em nada” – pensou, decidindo que era hora de resolver a situação.

Como não iria trabalhar naquele dia, ir para a cidade era a melhor opção. Quando chegasse à cidade, precisaria visitar alguns lugares como o banco e a loja de armas, caso obtivesse êxito e recebesse alguma pista sobre o ladrão, seria hora de pedir informações aos comerciantes, visto que conhecem muitas pessoas e ficam quase o dia todo observando o movimento destas, se alguém suspeito tivesse passado por ali, eles saberiam. Para não parecer um mercenário ou um assassino, precisaria ser cauteloso e, na medida do possível, educado na hora de pedir informações, de modo a tentar não levantar suspeitas ou parecer intimidador e, consequentemente, tornar tranquila a interação.

Mas havia algo que, até o momento, havia passado despercebido por Munin: havia, sob o batente de sua porta da sala, uma marca de sangue no formato de uma mão. Ele já tinha notado isso antes mas não havia pensado no que aquilo poderia significar. Pensando sobre aquilo ele notou que o modo como a marca estava (com a palma tocando diretamente o batente enquanto os dedos tocavam o começo da parede acima da porta) mostrava que o invasor provavelmente havia se utilizado da estrutura da porta como apoio para se abaixar e conseguir sair. Ou seja, a pessoa que havia invadido a sua casa era maior do que a altura da porta (esta deveria ter por volta de uns 2,5 metros) e, devido a alguns objetos de vidro quebrados que havia encontrado em sua casa somados ao sangue que marcava a mão do ladrão em sua porta, deixava claro que o mesmo havia, de algum modo, ferido sua mão durante a invasão. Embora ainda fosse desconhecida a identidade do autor do crime, Munin sabia que era alguém com mais de dois metros e meio e que carregava, em uma das mãos, uma ferida. Sua casa havia deixado uma marca em seu invasor e agora era responsabilidade de Munin encontra-lo.

Mas e depois? O que faria depois de, no melhor dos cenários, reaver sua lança? A verdade era que ele não queria mais continuar vivendo aquela vida. Diferentemente do que pensava, o ódio que sentia por seu pai não havia diminuído com o passar dos anos então continuar a ignorá-lo não era uma boa opção. Era hora de moldar aquele ódio em algo. Tempos atrás, Umbhar havia o contado sobre o Exército Revolucionário, um grupo de resistência que tinha como inimigo declarado o Governo Mundial. Ainda segundo Umbhar, os revolucionários viviam sob seu próprio senso de justiça e abominavam qualquer tipo de violência contra civis.

Desde então, vez ou outra o homem se pegava pensando sobre o tal grupo e, inconscientemente, nutrindo desejo em se juntar aos mesmos. Queria por um fim no tipo de organização que permitia que pessoas como seu pai pudessem exercer qualquer poder sobre os demais; mas não queria ser apenas mais um número no Exército Revolucionário, queria ter impacto, queria agir ativamente em prol da utopia buscada por estes. Desejava, algum dia, poder encarar o líder responsável por todo aquele movimento e fazer-lhe algumas perguntas. Queria tornar-se um dos pilares de toda aquela revolução. Tinha um grande caminho a percorrer até conseguir realizar seu objetivo mas acreditava ser uma causa pela qual valia a pena viver. Quanto ao seu ingresso no Exército Revolucionário, como diabos faria isso? Seu conhecimento sobre os mesmos tinha início e fim no que Umbhar lhe dissera. Diferentemente da situação de sua lança, não podia simplesmente sair por aí perguntando sobre os revolucionários sem parecer suspeito e potencialmente perigoso. Ou podia? Se ele se passasse por algum tipo de jornalista que estivesse fazendo uma matéria sobre a organização ele teria um bom pretexto para fazer as perguntas que realmente desejava fazer sem levantar suspeitas. Era o suficiente.      

Com suas metas finalmente traçadas, era hora de agir. Tinha que ir embora e deixar tudo que conhecia para trás...tudo mesmo.      

- Se cuide até eu voltar...  -  diria e se afastaria de sua casa, um passo de cada vez, em direção a cidade - ...pai.
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Munin] Hematomas na alma   Qui 22 Nov 2018, 23:48

~Post NEGADO~


* PS1: Hmmm na verdade eu tinha recomendado adicionar uma nova cor justamente por ser uma lembrança/flashback, mas como vc usou a mesma do pensamento por ora deixemos assim kkkkk.

PS2: Pode definir o que achar melhor para seu personagem... o que não pode é não definir se vai comprar ou se vai encontrar uma kkkkk

PS3: Tranquilo!

PlayStation4: Pois é =(

Bom... vamos agora comentar sobre o post. É muito difícil para mim negar sua narração que é muito boa e sua criatividade que vai longe, mas nós ainda estamos trombando em alguns itens que fogem à regra do que o fórum exige para as postagens de narrativas que acontecem por aqui.

Primeiramente vamos nos atentar para o mais grave dos problemas. Ele é o que chamamos aqui no fórum de "God Mode", ou seja, como um "Deus" você acaba costurando alguns personagens e cenários por conta própria sem que seu narrador tenha colocado aqueles eventos lá em algo que irá influenciar nas suas ações futuras.

Explicando de forma mais simples, quando você cria personagens ou cenários (digamos seu pai por exemplo no começo do post) ele foi criado por vc apenas como história para apresentar seu personagem... quando vc diz que sua lança foi roubada e que um dos seus objetivos é conquistá-la de volta, isso também é permitido pois foi desenhado na sua história como objetivo de narrativa... porém quando você diz que o ladrão deixou uma marca de mão e estabelece inclusive a estimativa de altura dele, você está criando pelo mestre um NPC que deveria ser de inteira responsabilidade dele e isso não é permitido.

Com relação às suas ações, vc traça todo um plano de onde ir (apesar de ainda estar indefinido entre banco ou loja de armas), com que tipo de pessoas falar (comerciantes e mercenários), mas faltou justamente a interação... simule uma conversa de como seu personagem se aproximaria de alguém para pedir informações e não simplesmente diga "pegaria informações" pois ninguém consegue nada que dependa de outra pessoa sem algum meio de comunicação (geralmente fala... a não ser para meu personagem que é mudo e precisa se comunicar escrevendo em um papelzinho Norio)

Outra coisa que me soou estranho foi que você no meio do post disse que iria para a cidade e fazer algumas ações por lá, mas no final do post vc narra saindo da sua casa... percebe como a linha temporal do seu post ficou desconexa? É totalmente permitido vc utilizar de lembranças/flashbacks para voltar e resgatar memórias do seu personagem por efeito narrativo, mas vc narrar algumas ações e depois logo embaixo narrar ações anteriores à essa quebra a fluência do post.

Por favor, atente nesses pontos importantes de narrativa... vc está mandando bem! É que apesar de sua mente ser livre e criativa te trazer benefícios na qualidade de narração, elas também fazem com que vc escreva mais e, portanto, cometa mais erros nesse estado inicial de aprendizado hehehe. Bola pra frente e vamos lá! *

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Munin] Hematomas na alma   Ter 27 Nov 2018, 21:25

Mini-Aventura CANCELADA...


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