A Grande era dos Piratas



 
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 Gehard

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AutorMensagem
ADM.Bowel
Administrador
Administrador
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Créditos : 62
Warn :
Data de inscrição : 13/09/2015
Idade : 28

MensagemAssunto: Gehard   Sex 09 Nov 2018, 15:59

~ PESSOAL ~


Nome: Gehard
Idade: 34
Altura: 1,81
Peso: 76kg
Mão predominante: Ambidestro
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho/Espécie: Normal
Origem: North Blue, Micqueot Island
Localização: Wars Island
Grupo: Civil


~ ATRIBUTOS ~


(Começa com 10 pontos, BÔNUS RACIAL EM AZUL E BÔNUS DE EDC EM VERMELHO)

LEVEL: 1
EXP: 10/25
BERRIES: 50.000

HP: 44
SP: 62

DANO: 5 +2 EDC
ACERTO: 1 +3 Raça +2 EDC
PONTARIA:
ESQUIVA:
BLOQUEIO: 2 +3 Raça +2 EDC
RESISTÊNCIA: 2
PERCEPÇÃO:  +2 Raça
MANIPULAÇÃO: +2 Raça
VELOCIDADE DE ATAQUE: 3



KENBUN-SHOKU HAKI


Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

BUSOU-SHOKU HAKI


Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050


~ ESTILOS DE COMBATE ~


Citação :
• Estilo de Combate: Espadachim
LEVEL DE COMBATE: 1
EXP DE ESTILO: ~PRIMÁRIO NÃO POSSUI EXP~


~ Perícias ~

Citação :

• Intimidação
• Acrobacia
• Estratégia
• -X-
• -X-


~ Ofícios ~

Citação :
• (ofício)
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-


~ FAMA & REPUTAÇÃO ~


Photoplayer:
Spoiler:
 
Alcunha: A Peste
Recompensa:
Citação :
LINK DOS JORNAIS:

~ AKUMA NO MI ~


Citação :
Nome:
Tipo:
Energia:
Bonificação:

~ EQUIPAMENTOS ~



• ARMA(S)
-Nome:
Bônus:
Dano:
Requerimentos:
Custo:

• CABEÇA
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• TRONCO
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• BRAÇOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• MÃOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PERNAS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PÉS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-


~ INVENTÁRIO~


(MÁXIMO DE 10W)


~ EMBARCAÇÕES ~


Nome:
Tipo:
Descrição:
Velocidade:
Número de tripulantes máximos acomodados:
Lotação máxima no transporte:
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:
Canhões:


~ TÉCNICAS ~


• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-


~ TÉCNICAS SUPREMAS~


• -X-
• -X-
• -X-



~ EXTRAS ~



APARÊNCIA: Gehard tem a aparência de um homem alto, de pele clara e maçãs salientes e com cabelo e olhos castanhos. Seu cabelo é amarrado em um longo rabo de cavalo e tem uma franja longa que moldam o lado esquerdo de seu rosto, também possui ligeiros pelos faciais finos ao redor da boca e nas bochechas. É sempre acompanhado de seu chapéu de palha e sua roupagem com estampas floridas, com entretom de rosa e branco. Aparenta fisicamente ser um homem calmo e sereno, características essas que, repetem-se na tonalidade de sua voz.  Sua musculatura é bem robusta e desenvolvida, perceptível em seus membros e peito.

PERSONALIDADE: Gehard é um firme crente na Justiça Absoluta, e é implacável em sua manutenção. Ele tem um temperamento severo e cruel, em relação à defesa e manutenção deste conceito, mantendo-se insolúvel. Para Gehard, qualquer cidadão que não está disposto a lutar pela justiça, não é digno de ser chamado de ser-humano. Gehard é movido por seu espírito anti-pirata, estes associados à roubos e contínuo fluxo de quebra de regras vigentes. Através de sua genialidade, sua mente é sempre conduzida através de estratégias e pensamentos da aplicação de um mundo regido pela Justiça Absoluta, aonde não há crimes e quebras de condutas cívicas. Contudo, é um homem descontraído e extravagante, evidente em seu estilo de vestir e atitude em geral, e ele raramente é visto sem um sorriso. Até quanto se trata da manutenção da Justiça Absoluta, Gehard é excêntrico e sorridente em sua fala, apesar de ser incisivo e duro em seus atos. De fato, Gehard é um homem excêntrico levando tudo com um ânimo leve e com calma, independentemente da gravidade que à situação aparente estar. Apesar de seu ânimo calmo e descontraído, não hesita a de demonstrar seu sangue-frio quando se é necessário à defesa de seus ideais e objetivos.

HISTÓRIA:
A história de Gehard inicia-se em Micqueot Island, a ilha que nascera e crescera. Sua família, a família Belmont, era uma família abastada que circulava dentre o círculo íntimo da elite de Micqueot Island. Seu pai, Gildarth Belmont, era um homem com uma sede insaciável por poder e prestígio, aparentava para os populares ser um homem bondoso e com senso de justiça, contudo, era apenas uma farsa para conseguir atingir suas ambições. A mãe de Gehard, Matilda Belmont, era uma mulher carinhosa e afetuosa, sempre advertiu o marido por suas ações, mas para proteger o seu filho mantinha-se de olhos fechados para às ações de Gildarth. Certa vez, com apenas nove anos, Gehard presenciou uma briga entre os pais. Gehard quando criança, era um jovem com uma extrema curiosidade sobre o mundo e sobre o andamento das coisas, curiosidade esta que era alimentada por sua mãe Matilda, que sempre antes de botá-lo para dormir, contava histórias de grandes aventuras. Mas neste dia, Gehard recusou-se a dormir, apenas fechou os olhos como se soubesse que algo iria ocorrer. Com a porta entreaberta, uma voz áspera e rouca ecoou pelo quarto e Gehard a conhecia bem. - De novo, Matilda? Alimentando esse fraco com histórias de mentira, ele nunca se tornará um homem de verdade assim! - Brandou a voz áspera e rouca, após ouvi-lá, Gehard afogava às mãos com força nos lençóis, com medo. - São só histórias para ele dormir, Gildarth. Ele é só uma criança que quer conhecer o mundo, essas histórias servem para inspirá-lo a buscar correr atrás de seus sonhos. - Uma voz doce e suave respondeu o homem, era a voz de Matilda. Gehard sabia o que ocorria quanto sua mãe desafiava seu pai, continuaria a segurar com força a ponta do lençol que o cobria. - Você está doida, mulher?! Ele não irá para lugar nenhum, irá assumir os negócios da família, uma família sem nome e sem prestígio é uma família fraca, Matilda. Mas se bem que, um moleque fraco desse nível, jamais irá assumir os negócios da família! - Falou Gildarth, saindo da porta e aproximando-se da cabeceira da cama, aonde encontrava-se Matilda sentada. Ao ouvir os passos pesados do pai, Gehard começava a afogar a cabeça em seu travesseiro, aparentando um medo considerável da presença que o pai emanava. As palavras duras de Gildarth foram desprezíveis para Matilda, que levantou-se para acalorar a discussão com seu marido. - Como você tem coragem de falar coisas tão más do nosso filho, Gildarth?! - A mulher gritava e Gehard observava de relance o desenrolar da situação, de maneira rápida e sem tempo para reação, Gildarth levantava sua mão e desferia um tapa contra o rosto de Matilda, que caia no chão gelado do quarto. Gildarth suspirava, afogando ás mãos nos bolsos da calça e dirigindo-se para fora do quarto, batendo a porta com força, demonstrando uma raiva aparante. Gehard que observaria tudo de relance, afastaria o lençol que cobria seu corpo e pulava da cama para socorrer a mãe. Ao aproximar-se do rosto de Matilda, Gehard surpreendera-se com um sorriso do rosto de Matilda. - Estava acordado esse tempo todo, Gehard? A mamãe já não falou que os heróis precisam dormir cedo pare repor suas energias? - Matilda, não queria demonstrar tristeza para Gehard, o lado esquerdo de seu rosto estava avermelhado e machucado, devido ao tapa de Gildarth. Gehard não conseguiu segurar às lágrimas de ver sua mãe naquele estado. - M-Mamãe.. - Matilda aproximaria seu filho de seu peito, abraçando-o e enxugando suas lágrimas. Essa por muitos anos foi a lembrança mais dolorosa de Gehard.

No decorrer dos anos, Gehard teve uma educação rígida e de alto nível à mando do pai. Gehard sempre destacava-se na escola, suas notas eram às melhores de maneira incontestável, mas nunca agradava Gildarth. Gehard também fora treinado como um espadachim por Sun Shangkun, um mercenário à serviço de Gildarth, que sempre teve um carinho e apresso por Gehard e mantinha também, secretamente, um desprezo pela maneira de como Gildarth tratava seu filho. Mas afinal de contas, era um mercenário e a família Belmont o pagava muito bem. - É assim que se segura uma espada, moleque! - Sun, demonstrava para Gehard a maneira correta de se segurar uma espada, em um treinamento rotineiro entre os dois. - Segure ela direito, vamos duelar! Hahahaha! - O homem esboçava um sorriso no rosto e gargalhava para Gehard, firmando os dois pés no chão e apontando a ponta da lâmina para Gehard. - Grrr! Velho, não me fale como eu devo ou não segurar uma espada! Eu te derroto de qualquer jeito! - Desengonçado, Gehard partiria em uma corrida em direção à Sun e, em uma questão de segundos, a espada que estava sob a posse de Gehard rodopiava no ar. Em um movimento rápido e certeiro, Sun o desarmava, sem nenhuma dificuldade. - Hahahahaha! Você é mesmo um moleque, Gehard! - Sun gargalhava de Gehard, esboçando um largo sorriso em seu rosto. Gehard mudava sua feição, adotando um semblante sério e de raiva, partiria em direção à Sun para socá-lo, mas Sun esticaria sua mão até a cabeça de Gehard, mantendo-o afastado, por mais que Gehard tentasse se aproximar. - Velho, maldito! - Gehard murmurrava enquanto a risada de Sun ecoava pelo ambiente. Os dias eram duros fisicamente e mentalmente para Gehard, que era submetido a pesados treinos por dias e noites, aperfeiçoando sua técnica como espadachim e sua ambidestria, bem como, a sua acrobacia e flexibilidade para se adequar às mais diversas situações de combate. Também fora treinado na arte da intimidação, com intuito de travar uma batalha dentro do psicológico de seus inimigos, tendo árduos treinos com Sun, treinos esses que, aprimoraram o raciocínio estratégico de Gehard de maneira abrupta. Essa era a relação entre os dois.

Os anos passaram-se, Gehard havia tornado-se um homem e aos 26 anos, participaria dos negócios da família: a empresa Belmont Wine. Administrava os negócios de maneira limpa e justa com seus clientes, contudo, Gildarth havia tornado-se ao longo dos anos, um notório corrupto em Micqueot Island. Havia formado uma sociedade com inúmeros produtores de vinho da ilha e por muitos anos, com o desconhecimento de todos, roubou os produtores e enriqueceu os cofres da família Belmont em segredo. Gehard tinha conhecimento de tudo, mas não podia fazer nada, caso Gildarth fosse descoberto, os mercenários à mando dos produtores não teriam piedade com a família Belmont, Gehard não dava a miníma, mas Matilda, sua mãe, infelizmente era uma Belmont e ele não podia deixar nada de mal ocorrer à ela. Mas depois de anos de corrupção e desvio de cargas, os produtores enfim, desconfiaram que algo estava errado. Nesta noite, Gehard avisou seu pai da desconfiança dos produtores. - Eles desconfiam de alguém, os seus cofres estão cheios e os deles estão esvaziando. Você precisa parar. - Gehard falaria com seu pai, adotando um semblante sério e elevando a sua tonalidade de voz. - Não, não pode acabar agora. Foi acordado que nós, os produtores da sociedade, iremos mudar nosso depósito de barris de vinho. Haverá uma grande transferência de barris para o novo local. Sim! Se conseguirmos pegar essa carga nós nunca mais iremos nos preocupar com dinheiro. Você e o Sun devem roubar essa carga, será a última vez eu juro! - A ambição e apego por dinheiro e prestígio não deixavam Gildarth deixar de cometer seu último contrabando. - Não me coloque no seu jogo corrupto, não irei roubar carga alguma! - Gehard que nunca havia participado dos esquemas de corrupção de seu pai, elevou o seu tom de voz, opondo-se com vigor à ideia de participar de um dos assaltos do pai. - Você tem certeza, chefe? Acho que Gehard têm razão, é melhor nós esperarmos a poeira abaixar. Além do mais, ele nunca participou de um roubo de cargas, só iria me atrapalhar. - Sun surgiria do lado de Gildarth, aconselhando-o a não realizar esse contrabando, já que seria muito chamativo em um momento que as suspeitas estão muito altas. Sabia das capacidades que Gehard detinha, o mesmo conseguiria com facilidade cumprir o seu objetivo, mas passou uma ideia diferente para Gildarth, para proteger Gehard. - Tsc, você vai ficar do lado de Gehard de novo, Sun? Está decidido, os dois irão roubar a carga e traze-lá para mim. - Gildarth levantava-se, afastando se dos dois, mostrando que a decisão estava tomada e sua opinião seria insolúvel, antes de afastar-se soltava um sorriso breve em seu rosto. Relutante, Gehard havia de cumprir a ordem de Gildarth, seria o último contrabando executado por seu pai, sua mãe não correria mais riscos de vida, já que Gildarth não continuaria mais com sua forma corrupta de lidar com os negócios.

Partindo na madrugada, Gehard e Sun, direcionaram-se para a rota que a carga seguia. Era uma noite escura e estranha, um silêncio pairava sob o ar. Gehard nunca havia visto uma noite destas, sabia que era um mal pressentimento. Andejavam pela mata, não precisaram esperar muito, sabiam o horário exato e a rota que a carroça carregando os barris de vinho iria passar. Após avistá-la, Gehard e Sun desembainharam suas katanas e colocaram-se a frente da carroça. Sun, não perdera tempo, e em um rasante, rasgou o estômago do condutor da carroça, enquanto Gehard conferia na parte de trás da carroça os barris de vinho. Mas para a surpresa de Gehard, a carroça não estava levando carga alguma, seu sangre esfriou-se quando ouviu um grunhido e uma movimentação acalorada nas moitas. - Sun! - Murmurou Gehard, voltando para a parte de frente da carroça em que encontrava-se Sun. Para sua surpresa, Sun encontrava-se no chão ensanguentado, seu rosto estava sendo pisoteado por Gildarth. Das inúmeras moitas que feiravam a estrada de terra, inúmeras mercenários armados com espadas e armas-de-fogo saíram das moitas, e entre eles, homens engravatados e bem vestidos, homens que Gehard reconhecera. - É verdade o quê você nos disse, Gildarth. Suas suspeitas estavam certas, achei que seria uma perda de tempo nós virmos aqui. O seu filho é quem está nos roubando por todos esse tempo. - Falaria um homem com uma cartola vermelha e uma camisa social roxa, mantinha uma das mãos em seu suspensório, enquanto a outra estaria alisando o bigode. Sim, Gehard não sabia o nome de nenhum daqueles homens, mas sabiam que eram os membros da sociedade de produtores de vinho a qual Gildarth fazia parte. Gehard estava começando a entender tudo, Gildarth era um homem ambicioso e corrupto, faria tudo para aumentar os cofres da família Belmont. Contudo, não seria burro o suficiente para arriscar perder tudo que conquistara, sabia que às suspeitas estavam aumentando e que no final só restaria ele como suspeito. Logo, arquitetou para acabar com o levantamento de suspeitas que estavam envolvendo o seu nome: arquitetar um plano para acusar seu próprio filho. - E-Eram apenas suspeitas, eu não imaginava que você realmente estava me roubando, meu filho. N-Não posso acreditar! Você estava contra o seu adorável pai por todos esses anos? - Gilderth estava preparado para fazer o espetáculo que desejava, os membros da sociedade estavam todos reunidos, Gehard estava completamente sem saída. - Pobre Gildarth, o seu próprio filho estava o roubando. Ele estava usando sua posição como filho de Gildarth para ter acesso à nossas adegas e negociações, roubando todos nós por todos estes anos. Um homem é capaz de fazer tudo issopelo dinheiro? Chegar ao ponto de trair seu próprio pai? - Questionava um homem magricelo, também portava vestimentas de gifres, era um dos produtores de vinho presentes. Gehard estava sem reação, sabia dos negócios sujos do pai mas não os denunciava, temendo às retaliações contra sua família, em específico à sua mãe, à mando dos produtores da sociedade. Contudo, Gehard nunca fora corrupto e nem participava das tramóias do pai, esta fora a única vez que participara, com esperança que seria a última e nunca mais precisaria preocupar-se que o segredo sujo de Gildarth fosse revelado, já que esse seria o último golpe do pai. Em um turbilhão de segundos, Gildarth caía no chão, Sun Shangkun estava de pé com a sua katana em mãos. - Saia daqui, moleque! Não exite e não volte para trás, farei você conseguir o máximo de tempo possível. - Falaria Sun, mantendo-se em uma pose imponente, a ponta de sua lâmina estava apontada para o pescoço de Gildarth, que estava caído no chão. Gehard não tinha intenção alguma de fugir como um covarde, contudo, aos gritos os produtores de vinho ordenaram para que os mercenários derrubassem Sun. Era como uma dança, Sun derrubava cada mercenário que vinha em sua direção, a lâmina de sua espada era como um rasante de um falcão, a katana parecia ter vida própria e sede por sangue. Estava sendo um banquete para ela. Mas, nem mesmo um espadachim como Sun poderia sobreviver de tantos ataques, um projétil atravessava seu peito. Sun caía no chão. Gehard, apesar do pedido de Sun para ele fugir, ficara para lutar e enfrentava com facilidade os mercenários que vinham em sua direção. Mas, manteve-se estático após ver Sun caído no chão. - S-Sun!!!!!!!!!!! Berrou Gehard, uma lágrima descia em seu rosto. Gildarth observava tudo enquanto levantava-se do chão, esboçava um sorriso contemplando aquela cena que se sucedera. - Peguem o garoto, não deixem que escape! - O magricela gritou, chamando à atenção dos mercenários para si. Logo, os mercenários voltariam sua atenção para Gehard. Não havia tempo para lamentar, Sun não poderia morrer em vão, Gehard afastou os mercenários que estavam ainda em volta de si e partiu em disparada, entrando na mata fechada, no meio da noite. - Você não merece carregar o meu sobrenome! Você está banido da família para sempre, está ouvindo, Gehard?! Você nunca será perdoado! Gritava Gildarth, seu murmúrio ecoava pela mata em que Gehard usara para fugir.

Após inúmeras buscas na floresta, Gehard não foi encontrado. Gildarth sempre se fez de bondoso e justo para os populares da Ilha, logo, o dia amanheceu com às notícias do ocorrido. O filho de Gildarth, Gehard a Peste, estava roubando os cofres de inúmeros produtores de vinho por anos. Porém, Gildarth, bravamente após a descoberta que seu próprio filho estava o roubando se opôs aos atos escrúpulos de Gehard, e este covardemente, fugiu. As notícias estavam completamente deturpadas e Gildarth havia além de acobertado sua corrupção generalizada ao longo dos anos, conseguiu aumentar seu prestígio. Fora um dia de muito sofrimento para Matilda, ela sabia que tudo era uma invenção de Gildarth, ele havia sido capaz de voltar-se contra o seu próprio filho. Lamentando-se em seu quarto e preocupadíssima com o paradeiro de seu filho, Matilda mantinha-se em seu quarto. Ela ouvia um jarro se espatifando na sala de sua casa. Relutante, fora conferir e viu Gahard no chão, com inúmeros hematomas e ferimentos pelo corpo, a sua fuga aos mercenários havia sido penosa. - M-Meu filho! O que ele fez a você... - Matilda levou Gahard para deitar-se no sofá, prontamente fazendo o possível para ajudá-lo com seus hematomas e feridas, Gildarth não estava em casa, mas poderia voltar a qualquer momento. - Porque você não contou a verdade à eles, Garhed? Você sabe as contas secretas de seu pai, sabe tudo como ele esconde seu dinheiro sujo, porquê você não o entregou?! - Resmungava Matilda para seu filho, não podia aceitar que a reputação de Gehard agora estava arrasada e à reputação de Gildarth estava intacta, bondoso e justo. - Por você, mãe... Ninguém pode saber a verdade, esses homens da sociedade são inescrupulosos quando se trata de dinheiro, se soubessem que Gildarth que etava roubando eles, não popuariam nem mesmo à senhora.. Gehard tinha dificuldades para falar, pois todo o seu corpo estava dolorido. - A verdade deve continuar sendo esta, com Gildarth mantendo o poder dele, nada acontecerá com você.. - Falaria Gehard, ofegante, não poderia mais perder nem um segundo dentro daquela casa. Gildarth poderia chegar a qualquer momento. - Eu ainda não tenho poder o suficiente, mãe. Mas, eu me tornarei um marinheiro e irei salvá-la dessa família, eu expurgarei o mal desse mundo. Por você e pelo Sun! - Gehard abraçava forte sua mãe e partiria naquele exato momento, sabia que Matilda o convenceria a se contrapor à Gildarth e expor a verdade. Mas Gehard era egoísta, a sua vontade iria prevalecer no final. Pegou um saco com uma quantidade de berries consideráveis, dados pela mãe, seria o suficiente para ele sair da ilha e manter-se por uns meses. E assim o fez. E por oito anos Gehard peregrinou pelo North Blue, esfriando a sua história e a fama por trás da sua alcunha, não usara o nome Belmont para mais nada. Odiara aquele sobrenome, e além do mais, perdera o privilégio de usá-lo já que seu pai o deserdou e o baniu da família. Por longos oito anos, Gehard manteve-se de ilha em ilha, em constante treinamento para aprimorar suas forças. O tempo passou e a hora de Gehard entrar para a Marinha havia chegado, seu destino era Wars Island.
~ VANTAGENS E DESVANTAGENS ~


(MÁXIMO DE 6 PONTOS GASTOS. TODOS COMEÇAM COM 2)


Vantagens:
• -X- Ambidestro
• -X- Genialidade
• -X- Sentidos Aguçados (Visão)

Desvantagens:
• -X- Devoção (Devota-se ao conceito de Justiça Absoluta)
• -X- Má Fama (Acusado por seu pai de trair à família e exercer meios ilícitos e corruptos para enriquecer-se)
Spoiler:
 
• -X-



~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~



PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Link da Mini Aventura concluída ou da ficha antiga cancelada: http://www.onepiecerpg.com/t42966-mini-aventura-orfeu-bear#382571

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Ficha | Aventura





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