A Grande era dos Piratas



 
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 [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução

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Flame Spearrow
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MensagemAssunto: [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução    Sex 02 Nov 2018, 00:00

Nome: Allen Dorrus
Idade: 19
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho: Normal
Estilo de Combate: Boxeador
Localização: Briss Kingdom
Grupo: Civil
Vantagens: Aceleração
Desvantagens:Código dos Heróis (Código de Honra)
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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução    Sab 03 Nov 2018, 23:37

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: http://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Algumas considerações antes que você possa começar:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução    Dom 04 Nov 2018, 18:29

Estaria mais uma vez relembrando meu passado, onde a marinha fez falsas acusações de traição a minha família e no final a matou, após isso cresci na rua. Depois de me relembrar finalmente decidiria qual o meu motivo de viver, que é destruir a marinha, e a forma mais fácil seria me alistar aos revolucionários.

Logo iria caminhar pelas ruas de Briss Kingdom levando somente minhas soqueiras, e procuraria vendedores de informação, obviamente prestando atenção em tudo ao meu redor.

Caso encontrasse algum informante o perguntaria: “ Bom dia, você têm informações de onde posso encontrar os revolucionários para me alistar ?” –Apenas demonstrando uma cara de sério-.


Se não encontrasse nenhum vendedor de informações, prestaria mais atenção a conversa das pessoas ao meu redor esperando que alguém esteja falando sobre os revolucionários. E caso alguém estivesse falando algo relevante deles, perguntaria: “ Ei amigo, você sabe onde posso encontrar os revolucionários” –Falando da forma mais simpática e alegra possível-.


Se por ventura eu não conseguisse nenhuma informação eu simplesmente sairia correndo pelas ruas  gritando: “Revolucionários !!! , onde vocês estão !!!, eu quero me juntar a vocês!!!” –Falando com uma grande quantidade de animação-.




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MensagemAssunto: Re: [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução    Seg 05 Nov 2018, 19:01


Mistérios,segredos, informações ocultas para as massas conhecidas como população,detalhes que mesmo presentes em seu dia a dia,passam despercebidos ou são silenciados para que não haja complicação.

Entre todas essas ocorrências, Allen era um dos interessados em descobrir a verdade.Vindo de uma família condenada pelas mentiras e seguindo uma vida repleta de traições,o jovem caminhava pelas ruas de Briss que representava em cada avenida e ponto sua característica mais marcante.

Roupas, dos mais diversos padrões,desde simples modelos até bordadas com renda,costuradas com materiais ricos como a seda ou até mesmo com fios de ouro e prata sobre suas vestes cintilantes.

Todos os moradores presentes  pareciam caminhar pela cidade,conversando e discutindo sobre seus dias agradáveis.

Uma paz momentânea, quebrada por um súbito movimento.Era Allen que dê tudo questionava o momento:

-Revolucionários? Há! como se eu soubesse das atividades desse grupo,são todos pessoas estranhas, vê se não incomoda os moradores garoto temos mais com que se preocupar do que algumas rebeliões ridículas.Comentava um idoso indignado com a interrupção do seu lazer.

É parecia que ele não era o único que se sentia insatisfeito com o ato, independente de quem viesse a perguntar todos pareciam irritados com sua ação,vendo o como um louco,provando se certos quando subitamente,começava a gritar pelas ruas,exclamando em alto e bom som para todos os ouvintes seu desejo.

Clientes de uma cafeteria provavam seu desfeito e em respeito a sua fonte de renda e dando função a sua tarefa estabelecida, seguranças avançavam retirando revólveres dos bolsos para espantar los males.

Foi então que inesperado  como um lampejo Allen era agarrado por uma figura misteriosa que o abraçava com força:

-Irmãozão! O que você está fazendo aqui fora? A médica disse que você não deveria sair da ala hospitalar,venha vamos sair daqui.

Um pouco constrangido os guardas ajeitavam seus chapéus abaixando a cabeça e fingindo que nada havia acontecido.

A figura encapuzada levava o rapaz para um beco e tão pouco ele adentrava recebia um chute em seu estômago o empurrando contra a parede:

-O que é você um tipo de idiota?Tentando adquirir uma informação tão complicada de maneira  tão indiferente. A garota revela seu rosto demonstrando belos olhos verdes como esmeraldas e cabelos vermelhos como rubis suspirando desanimada:

-Tanto faz...Hey porque está tão empenhado em encontrá-los?

A dúvida se pendia no ar deixando um campo aberto para nosso aventureiro percorrer.

Dicas e Orientações:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução    Seg 05 Nov 2018, 20:52

Após eu quase ser morto em frente a uma cafeteria, uma garota acaba me salvando e me levando a um beco, logo assim que entro já recebe um chute em minha barriga, com um olhar de desanimo ela me pergunta o porquê eu quero encontrar os revolucionários.

Eu inspiraria profundamente para me acalmar e a diria:“acho que é melhor eu te explicar desde o início”. -diria calmamente-.

E continuaria: “Minha família foi morta pela marinha, desde então adquiri um ódio por eles, há pouco tempo decidi que a destruiria, e a maneira mais rápida seria me tornar um revolucionário. mas como não sei onde eles estão acabei me desesperando.”. –continuo falando calmamente, mesmo sentindo um leve dor devido ao chute anterior-.

E para terminar a perguntaria: “já que você me salvou, deve saber onde posso encontra-los certo?” – continuaria calmo-.

No caso da garota afirma-se a pergunta a diria: “então, por favor, me leve até eles” - diria com um leve desespero-.

No caso da garota nega-se a pergunta a diria:: “Bem..., acho que não posso te forçar a dizer nada” - diria bem desanimado-.

Se a garota revela-se que é uma revolucionaria: “Por Favor, eu lhe imploro, me deixe lutar ao lado de vocês” - diria enquanto me ajoelho, demonstrando uma cara extremamente séria-.

Se a garota revela-se que é membra do governo eu imediatamente sairia correndo o mais rápido que pudesse.

Se ela me leva-se até os revolucionários ou me deixa-se lutar ao seu lado, eu a diria: “Obrigado!” - enquanto demonstro uma expressão de felicidade-.

E por fim se ela não me deixa-se lutar ao seu lado eu diria:“não importa o que diga, eu irei te seguir e falarei com os revolucionários” – enquanto demostro uma cara séria-.


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MensagemAssunto: Re: [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução    Sab 10 Nov 2018, 20:48


A garota parecia preocupada com seus arredores, sempre analisando o ambiente a volta como se estivessem sendo observados.A razão por trás dessa ação era difícil de ser entendida ou talvez até mesmo explicada. Sua dúvida no entanto passava a ser sanada conforme o jovem Allen se manifestava.

Cada palavra era ouvida com cuidado, com alguns acenos de cabeça seguidos de  outros a cada final de sentença para indicar que seus ideais estavam sendo recebidos e compreendidos conforme o desenrolar da conversa.Tendo por fim terminado sua explicação e dado início a uma nova questão a garota finalmente retornava a total atenção para sua companhia coçando a parte de trás de sua cabeça para aliviar suas emoções:

-Olha, não sei de onde tirou essa ideia,eu apenas te ajudei por que você estava se metendo em confusões maiores do que podia encarar.Veja isso como um pequeno investimento, quem sabe algum dia seja eu em apuros?Nessa ocasião você pode pagar seu débito comigo.

A garota olhava canto a canto as direções que levavam a saída do beco por onde entraram, dizendo algo que podia ser interpretado tanto como um adeus assim como uma orientação passageira:

-Desejo lhe sorte em sua busca, no entanto acredito que mesmo entre aqueles que almejam se vingar da marinha,os revolucionários não tem em seus objetivos a total aniquilação de seus membros.Apenas manterem a população a salva e serem as vozes dos oprimidos perante as desavenças do dia a dia.

Seus pés almejavam o solo e sua partida era rápida sem dar tempo necessário para Allen contra argumentar ou proferir seu tom de voz.Os passos ecoavam cada vez mais distante deixando o jovem sozinho novamente.

Sua solidão durará apenas alguns segundos,pois novamente as batidas das botas em contraste ao chão se faziam sonoras,em uma intensidade ainda maior do que de partida. A garota retornou até o beco  correndo em disparada agarrando o garoto com seus braços forçando a correr na mesma direção:

-Rápido,eles estão se aproximando!

Sem saber a quem ela se referia  apenas mantendo o ritmo esperado, conforme a distância era estabelecida,alguns jaquetas brancas eram notórios logo atrás, um esquadrão armado e preparado para o confronto, uma reunião de seis homens e duas mulheres bem dispostos e uniformizados seguindo os passos de seu líder:

-A infratora passou por aqui,vamos tartarugas,não podemos deixá-la escapar novamente.

Percebendo o perigo iminente e aproveitando o espaço percorrido até então, a primeira curva a garota puxava Allen ao seu lado se escondendo atrás de um amontoado de caixas de madeira razoavelmente grandes destinadas a grandes cargas,seu braço se apoiava em meio ao tórax do rapaz com sua mão tampando sua boca momentâneamente impedindo que o mesmo transmitisse barulhos indesejados

Os oficiais passavam batidos sem nem ao menos perceberem suas localizações,indo em linha reta,buscando localizar a posição de sua vítima:

-Continue em frente seus molengas de fracassarmos em nossa busca jogarei a culpa em suas faltas de stamina.

Quando tudo parecia se tranquilizar a ruiva se levantava fitando os olhos de Allen, ela retirava uma adaga de seu bolso observando o de cima a baixo:

-Agora que percebeu que estão atrás de mim não posso deixá-lo assim.

Ela avançava deliberadamente em sua direção como se estivesse a ponto de atravessar seu crânio.

A lâmina ficará ao lado de sua cabeça rente à madeira,uma soqueira era jogada em seu colo:

-Se está assustado melhor deixar esse lugar imediatamente,do contrário melhor colocar isso,vai precisar se desejar me seguir.

O metal era retirado da estrutura voltando ao controle de sua portadora que não tinha nenhuma intenção de lutar com o garoto,observando novamente os arredores, deixando aberto uma decisão que poderia mudar o rumo de uma vida dependendo de sua escolha.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução    Dom 11 Nov 2018, 15:56

A garota ruiva nega completamente que ela tenha contato com os revolucionários, logo após isso, vários jaquetas brancas aparecem, assim que eles passam a garota pede para que eu decida entre fugir ou segui-la.

Eu calmamente a diria: “parece que você precisa de ajuda” e colocaria a soqueira em minha mão, e completaria: ”já que vamos lutar juntos é melhor esclarecer umas coisas” e logo começaria a encara-la:

Levantaria minha mão direita na direção dela e ergueria meu dedo indicador para representar o número 1: “Primeiro eu só estou te ajudando porque você me salvou antes”.

Imediatamente levantaria meu dedo do meio para deixar os dois levantados (indicador, e dedo do meio) para demonstrar o número 2: : “Segundo, eu apenas acho que os revolucionários são a forma mais fácil para que eu possa encontrar pessoas importantes da marinha e derrota-las, não me importo com os objetivos dos revolucionários”. Faria uma pequena pausa, respiraria fundo e voltaria dizendo com uma grande determinação: “Mas se por acaso eles estiverem tão sujos quanto à marinha ou entrarem no meu caminho eu imediatamente deixarei de ser um revolucionário”.  

E me acalmaria depois levantaria o meu anelar para ser o terceiro dedo e representar o número 3: “já que eu disse meus motivos acho que você deve dizer o seu, caso você negue eu não poderei confiar em você” e então baixaria minha mão e meus dedos e a diria simpaticamente: “a propósito eu me chamo Allen Dorrus e você?” e esboçaria um pequeno sorriso.

Depois me viraria para a saída do beco e observaria como está o movimento das pessoas.

No caso da rua estar deserta ou com uma pequena quantidade de pessoas eu calmamente a diria: “se você já estiver preparada acho melhor começarmos a andar antes que eles voltem”.

Se a rua estivesse cheia de gente eu calmamente diria a ruiva: ”vamos aproveitar a multidão para nos disfarçamos”.

Se todos os jaquetas estivessem a procurando do lado de fora: “é melhor que você se prepare, pois talvez nós tenhamos que lutar”.

Se algum jaqueta me percebesse eu a diria: “se prepare imediatamente” e logo sairia do beco da forma mais pacifica que pudesse, esconderia a soqueira e perguntaria a pessoa que me percebeu: “com licença, vocês viram uma garota ruiva por aqui, ela acabou de me roubar, e quando a segui ela desapareceu nessa rua”.


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MensagemAssunto: Re: [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução    Qui 15 Nov 2018, 21:44


Uma escolha havia sido imposta, o garoto tinha duas opções para refletir,dois caminhos a seguir.Porém isso não foi ao todo difícil, nem ao mesmo se levou tempo para pensar.Em sua mente já estava definido, uma coragem e determinação flamejante, que pulsava em seu coração dando a forma final de sua decisão.Uma que o levará a ter que esclarecer algumas explicações.

Conforme suas palavras iam saindo, era visível pela expressão da garota ruiva que algumas atitudes eram recebidas com ânimo e outras com desconforto porém passando de maneira a ser aceitável devido às terríveis condições propostas ao momento.

Terminando todo seu dialeto e dando uma leve pausa para uma mudança de atitudes,a menina fitava o com seus olhos encantados, ajeitando a arma em suas mãos, ora passando para a esquerda, ora para a direita mais sem perder seu foco na pessoa diante de si:

-Está bem,está bem não é como se minhas mãos ficaram atadas por isso.Acontece que sou uma criminosa, bem reconhecida por sinal.Nao a nada que eu não seja capaz de furtar e possuir,com alguns movimentos astutos ou outros.

Suas vestes eram ajustadas e ela observava os telhados como se estivesse receosa analisando o infinito  céu azul perdida nas incertezas desse mundo:

-Tudo estava tranquilo,mas um dia enquanto dormia eu fui pega por um desses marinheiros.A sentença foi grande.Eu passaria inúmeros anos na prisão.

Seu fôlego se recuperava e sua respiração ficava mais forte,seu corpo parecia pesado e algumas pequenas gotas de suor escorriam sobre seu rosto destacando o quão sigilosa deveria ser tamanha informação prestes a ser revelada:

-Um grupo de indivíduos me resgatará,assim como os demais que estavam no mesmo transporte que o meu.Eles me acolheram,aceitaram e até mesmo me treinaram.Como maneira de retribuir o favor eu perguntei se podia de alguma maneira ser útil.

Revirando seus pertences uma carta era retirada de seus bolsos.O pedaço de papel não era tão incomum mas seu carimbo e identificação poderia ser reconhecido de longe, o semblante da marinha,simbolizando toda sua imagem e esplendor:

-Aqui estão todas as informações sobre trocas de turnos,armazenamentos e transportes de bens e demais finalidades do quartel general das ilhas situadas no South Blue.Com isso acredito que estarei representando bem todo o apoio que me deram até então.

Guardando o objeto com tremendo carinho e atenção ela logo voltava a compostura olhando a rota de fuga e vendo suas possibilidades assim como o garoto.A rota parecia vazia e sem uma mínima alma perambulando à solta:

-Tem razão nós devemos sair logo daqui.

Seus passos eram rápidos e ligeiros passando com certa euforia por todo o percurso de maneira astuta e precisa.Porém independente de todo o cuidado e das precauções tomadas pelo caminho ao tentar sair pelo caminho uma jovem marinheira bem uniformizada bloqueia o caminho a frente. Visto o ocorrido a garota ruiva tentava recuar voltando para trás.Mas vendo a retaguarda outro marinheiro no caso um homem com um porrete em suas mãos batia o equipamento sobre sua palma de maneira intimidadora:

-Então você realmente estava pelas redondezas?O capitão pediu para ficarmos para caso você aparecesse,vejo que ele não e tão imbecil afinal horohoro.Agora porque você não se entrega de maneira simplória?Dessa maneira ficará mais fácil para mim ser reconhecido e ninguém sai ferido o que me diz.

A ruiva se colocava em frente ao opositor cuspindo o acúmulo de saliva sobre seu lábios tudo para fora atingindo o chão perto dos calçados do marinheiro:

-Como se eu fosse me render para alguém tão esnobe quanto o senhor.Vamos Allen, me empreste um pouco de sua força, deixe me ver o quão revoltando com os marinheiros está suas emoções.A propósito meu nome é Felícia.Não tenho um sobrenome mais os íntimos me chamam de Félix.
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MensagemAssunto: Re: [MINI-Flame Spearrow] Os punhos da revolução    Ontem à(s) 17:12

Logo assim que saio do beco com Félix, uma marinheira impede de continuar nosso caminho, e imediatamente um marinheiro aparece atrás de nos demonstrando um porrete.

Logo no inicio eu diria calmamente a Felícia: “Estou contando com você para cobrir minha costa Felícia”, enquanto isso estaria com os olhos presos na mulher para me assegurar de que ele não faria nada.

Assim que terminasse de falar

Eu imediatamente correria em forma de zigue-zague indo da direita para esquerda e da esquerda para direita assim sucessivamente até ficar a uma pequena distancia da mulher. Assim que chegasse perto estaria preparado para um ataque da mulher.

Caso ela tirasse uma arma de longa distancia e disparasse, ou tirasse uma arma de curta distancia e desferisse um golpe diagonal ou horizontal:

Eu me agacharia com o joelho esquerdo no chão e o outro joelho estaria dobrado para que somente meu pé direito estivesse em contato com o chão (como um ‘ajoelho de cavalheiro’)), imediatamente me levantaria com o apoio de meus pés e assim que estivesse levantando dobraria meu cotovelo e executaria um ataque em direção do queixo da mulher (esse golpe seria semelhante a um uppercut utilizado no boxe). Imediatamente posicionaria meu pé esquerdo na direção da mulher e executaria dois golpes consecutivos um com meu braço esquerdo que seria um simples soco na região do abdômen, já o outro seria com o meu braço direito onde tentaria acertar seu tórax e ao mesmo tempo levantaria meu pé direito para aumentar o peso do golpe e consecutivamente sua força.

Caso a mulher sacasse uma arma de longa distancia e tentasse me acertar sem disparar, ou se ela tentasse executar um golpe vertical com uma arma de curta distancia:

Eu utilizaria minhas duas mãos para agarrar a arma, logo após soltaria minha mão direita firmaria meus pés no chão e atacaria seu cotovelo para tentar quebrar seu braço, assim que atacasse soltaria a arma completamente e atacaria sua região torácica com meu punho esquerdo e por fim desferiria um golpe em sua bochecha com meu punho direito enquanto giro meu tronco em sentido anti-horário.  

Se a mulher não tentasse me atacar eu posicionaria meu pé esquerdo na direção dela giraria meu tronco no sentido anti-horário e a golpearia com um soco de direita na direção de sua bochecha, rapidamente giraria meu tronco para sentido horário e executaria um golpe de esquerda em sua outra bochecha, e para terminar giraria meu tronco ao mesmo tempo em que rotacionaria meu braço direito e tentaria acertar o golpe novamente em sua bochecha.

Se conseguisse derrotar a mulher imediatamente correria em direção do homem enquanto digo rapidamente a Félix: “Ei!!, se afaste um pouco pra eu acabar com esse babaca!!!”

Se a mulher não fosse derrotada eu diria calmamente: “Félix, não acho que ela vai durar muito, tome conta dela e eu acabo com esse cara”. Imediatamente correria em direção do cara enquanto demonstro uma cara séria.

Se Felícia derrotasse o homem eu esboçaria um sorriso e a diria: : “Você é bem forte hein”.

Se Felícia fosse derrotada eu ignoraria a mulher e partiria para cima do cara com um olhar cheio de raiva e diria: “Pode descansar Felícia, eu acabo com esse desgraçado” enquanto estralo meus dedos.

Se eu fosse derrotado tentaria me levantar já que estaria lembrando meu passado.

Assim que chegasse ao homem eu rolaria no chão no sentido de diagonal esquerda para ficar posicionado atrás do homem, imediatamente usaria meus dois pés para me impulsionar na direção dele enquanto esticaria meu braço esquerdo para atacar as costas do homem.

Se o homem se virasse e tentasse me atacar eu bloquearia o golpe com meu braço esquerdo, posicionaria meu pé esquerdo na direção do homem, giraria meu tronco e rotacionaria meu braço direito e desferiria um golpe em sua bochecha com toda força que pudesse, antes que ele pudesse pensar iria usar minha mão esquerda para agarrar sua cara e jogaria o homem na direção do chão.

Se o homem se virasse, mas não atacasse eu posicionaria meu pé esquerdo e atacaria se abdômen com um soco de direita, logo atacaria seu tórax com meu punho esquerdo enquanto giro meu tronco em sentido horário, e para finalizar daria um golpe em seu queixo (uppercut) e rapidamente acertaria seu nariz com meu punho esquerdo para fazer o homem ir em direção ao chão.

Se eu conseguisse derrotar o homem o diria com uma séria expressão: “Você deveria calar a boca antes de achar que vai ganhar a merda de uma promoção”.

Se nenhum marinheiro fosse derrotado iria me aproximar de Félix e dize-la calmamente em uma altura que somente ela possa ouvir: ”Por mais que essas caras não sinalizaram, sinto que logo o chefe dele vai chegar, se isso acontecer nós estaremos em maus lençóis”. Logo tentaria procurar por rotas de fuga e se achasse sairia correndo enquanto seguro a mão de Félix para sairmos do local.

Se somente um marinheiro estivesse de pé eu diria com um tom ameaçador: “fomos legais até agora, se você não quiser morrer sugiro que saia agora”.

 Se os marinheiros fossem derrotados eu diria com um sorriso: “Vamos logo, e a propósito achei seu nome e apelido muito grande, vou te chamar de Fel a partir de agora tudo bem?”.



legenda:
-narração
-falas do personagem
-'ações da luta'
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