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 [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante

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MensagemAssunto: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Sex 19 Out 2018, 23:25

Nome: Garruk Strongarm
Idade: 45
Sexo: Masculino
Raça: Gigante
Tamanho: 5 Metros (Gigante)
Estilo de Combate: Espadachim
Localização: Wars Island: http://www.onepiecerpg.com/f191-wars-island
Grupo: Civil
Vantagens: Temperamento Calmo
Desvantagens: Curioso
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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Sab 20 Out 2018, 14:44

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou uma Orientadora, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei te orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P, que corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: http://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso será seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, ela será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei a sua Orientadora.




Dicas e Orientações:
 

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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Seg 22 Out 2018, 01:16

Off Topic:
 

Forjado no fogo - O início




Garruk olhava para a espada recém fabricada a sua frente feliz com o resultado, sabendo que havia feito um bom trabalho. Não era muito comum receber pedidos de espadas, estava acostumado a forjar facas de cozinha e facas de caça, porém com suas mãos de gigante preferia fazer espadas. As poucas armas grandes que fazia eram encomendadas pela marinha, pois o QG da marinha de Wars Island estava há anos em segundo plano e muitas vezes com a forja parada.

Normalmente as armas encomendadas pela marinha eram sabres ou lanças, mas essa encomenda havia sido feita por um estranho, e era uma arma diferente, um Gladius, mais fino e com lâmina de ambos os lados, mais difícil de fazer porém não complicado o suficiente para os 30 anos de experiência de Garruk na forja.

O ferreiro era um gigante de cinco metros e possuía cabelos brancos e barba branca mesmo sem ser idoso para um gigante. Usava uma faixa vermelha para segurar os cabelos sem que os mesmos atrapalhassem a visão e enquanto forjava usava um avental e cinto de couro, que se tornaram sua roupa do dia-a-dia. Suas mãos enormes eram cheias de calos das ferramentas de ferreiro e os braços tinham cicatrizes de queimado.

Por ser um gigante (talvez o único da cidade), Garruk sempre sofreu um certo preconceito e apesar de forjar armas acima da média, sempre teve que vender com preços abaixo dos de mercado. Assim, não tendo muitos compradores na pacata ilha industrial e sem poder aumentar os preços, nunca teve uma qualidade de vida boa, sempre lutando para sobreviver.

Após o longo dia de trabalho ele estava feliz de poder sentar e encher o copo de cerveja barata, pensando em o que estava fazendo com a sua vida. Olhando ao seu redor, podia ver a porta para o seu quarto, de madeira como toda a casa, sabendo que atrás dela havia somente uma cama e um pequeno banheiro. A casa de dois cômodos era dividida em forja/cozinha e quarto, o que não era muito higiênico mas Garruk ficava feliz de ter uma forja de início.

A única coisa que chamava a atenção na forja era a espada presa na parede, uma claymore enorme, feita para um gigante usar com as duas mãos.

Junto com a casa (e consequentemente a forja), eram as únicas lembranças que haviam ficado do seu pai, Tenrak. A vida de seu pai não havia sido nada fácil, pois o mesmo desde criança havia sido escravizado por uma tripulação pirata chamada "King of Bones" e só na idade adulta o mesmo conseguiu fugir, quando essa tripulação parou na Wars Island.

Tenrak era utilizado para forjar armas para aquela tripulação e por isso, quando conseguiu fugir não viu outra alternativa a não ser se tornar um ferreiro. Com ajuda de alguns cidadãos construiu uma forja simples e passou a fazer facas e espadas sobre encomenda para os moradores da cidade e a marinha. Décadas depois Garruk nasceu, e com apenas três anos de vida viu sua mãe (tambem gigante) partir para nunca mais voltar. Seu pai contava que as mulheres gigantes não se sentiam obrigadas a cuidar de suas crias como as humanas, e por isso ela apesar de gostar de Garruk o deixou, e dela o filho só sabe o nome.

Próximo aos 15 anos de Garruk aconteceu um ataque pirata a cidade, com a bandeira do grupo  "King of Bones". Quando Tenrak viu a bandeira, obrigou o seu filho a correr e se esconder, enquanto o mesmo pegava a única arma que já havia feito para gigantes, a claymore chamada "Bastion of Defense", que havia sido produzida pelo mesmo. Mas a espada não foi o suficiente para proteger ele dos treinados piratas, e o mesmo foi novamente subjugado pelo bando.

Seu filho ficou muito chocado com a situação, mas para sobreviver foi obrigado a começar a trabalhar na área que havia sido treinado pelo pai há alguns anos. O inicio foi muito complicado pois Garruk ainda não era um bom ferreiro e praticamente não haviam encomendas para ele, porém depois de um tempo trabalhando quase de graça, foi possível se estabilizar no trabalho. Assim passou 30 anos trabalhando nessa função, fazendo armas muito pequenas para ele mesmo utilizar.

Durante esse tempo Garruk aprendeu a ler, uma atividade que seu pai nunca havia conseguido. Por causa disso ele passou a frequentar a biblioteca da fábrica, que funcionava como biblioteca pública da ilha, e estudou ainda mais forjaria. Em uma prateleira no canto do comodo estão colocados os três únicos livros que ele possuiu, sendo o primeiro uma velha edição do livro "Metais e suas propriedades" comprado na loja de Yagami Kuro de segunda mão.

O segundo livro é uma edição de "Os diferentes tipos de armas de lâmina", tambem comprado na loja de Yagami Kuro já usado, porém um pouco mais novo. Mas o livro mais interessante é o último, que foi trocado com um homem estranho há três anos por uma katana, a única katana já feita por Garruk. Esse homem havia dito que o livro era raro e devia ser guardado em segredo, mas o ferreiro não havia acreditado e pensava que o mesmo só havia dito isso para conseguir a troca.

O livro se chamava "Forjado no fogo - A história das espadas através dos séculos" e contava histórias de espadas lendárias, tambem citando o que as fazia tão fortes e duradouras. Garruk havia lido sobre técnicas interessantes, porém muito complicadas para serem feitas em sua pequena forja. Além disso, precisaria de muito tempo para treinar no caso de se aventurar nessas técnicas, algo que no momento ele não tinha.

A vida dele era muito corrida, sempre tentando entregar a próxima encomenda, porém esse livro havia feito Garrok re-pensar um pouco sobre sua vida. Ele queria fazer algo único, que seria lembrado após a sua morte e quem sabe estaria na próxima edição do livro da história das espadas. Desde que conseguiu o livro ele vinha tentando guardar um pouco de dinheiro para poder se dedicar a estudar novas técnicas de forja ao invés de realizar os toscos pedidos dos clientes, mas mesmo após esses anos ele não havia conseguido guardar dinheiro para muito mais que um mês sem trabalhar.

Pensando que precisava de uma nova estratégia, ele se mantinha sentado na cadeira com vergonha de pedir ajuda a seus dois únicos amigos na ilha. Krug Tenesys, um homem loiro e alto que trabalhava na parte administrativa da fábrica era seu amigo mais antigo e havia o ensinado a ler. As vezes vinha beber uma cerveja e conversar com Garrok, trazendo algo para comer que sempre deixava o mesmo muito feliz.

O segundo amigo se chamava Yasu Yamato e era um soldado da marinha. Como um dia foi encarregado de buscar uma espada com Garrok, os mesmos começaram a conversar e se tornaram amigos. Ele já havia ajudado o ferreiro em alguns momentos, por exemplo construindo alguns espantalhos de feno nos quais podia testar as novas espadas, e por isso um dia o gigante forjou um sabre bonito para ele.

Sem coragem para pedir dinheiro emprestado, a curiosidade de Garrok sobre as técnicas e espadas contidas no livro estava o matando e ele ficava pensando em como havia feito a gladius que estava em cima da mesa. Havia comprado metal na fábrica, que apesar de simples era forte o suficiente. Após esquentar o pedaço na forja a carvão, havia martelado o mesmo formando o semblante da espada e depois de deixar esfriar, lixado os dois lados para tirar a parte manchada do metal, deixando a espada reluzindo.

Depois disso foi necessário esquentar novamente a espada e quando bem quente afundar a mesma verticalmente na água, o que deixa o metal endurecido e da a vida a espada. Ao retirar, vendo que a espada estava endurecida e sem nenhuma curva ou rachadura, Garrok sabia que havia feito uma boa espada. Ela não estava muito bonita, com a ponta mais verde que o resto por causa do pedaço de metal, mas deveria ser funcional.

Depois disso foi só fazer um cabo de madeira bonito e afiar a espada, deixando a mesma pronta para o curioso cliente que iria voltar para busca-lá essa noite. O cliente era um homem baixo e que usava roupas estranhas e compridas, deixando poucas coisas além do rosto cheio de cicatrizes a vista. Contemplando mais uma vez a gladius, o gigante pegou a mesma com somente três dedos para testa-lá contra um boneco de palha. Ela cortava e provavelmente seria capaz de matar.


Colocando a espada de volta na mesa, Garruk se virou pela janela para olhar pela mesma enquanto pensava em como poderia conseguir o tempo que queria para estudar ainda mais a forja e testar as técnicas contidas no livro sem morrer de fome no meio tempo. Precisava além de tudo de uma outra forja, maior e melhor, e a possibilidade de poder errar algumas vezes para poder no futuro fazer uma arma realmente lendária.

Antes do cliente chegar o gigante como de costume nomeou a espada. Ele raramente via uma das armas que havia feito uma segunda vez e por isso não sabia se os seus donos utilizavam os nomes que ele havia dado, porém ele sempre entregava a espada nomeada, era um costume.

"Com essa ponta verde, essa espada vai ser nomeada Poison Sting. Parece bom."


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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Seg 22 Out 2018, 19:24

~Post NEGADO~

Olá, Rodolfoa! Tudo bem?

Fico feliz que tenha voltado a jogar depois de 6 anos. Mesmo que não tenha sido aqui, é um prazer ter novos e antigos jogadores retornando ao hobby e ajudando o fórum a crescer. É sempre gratificante!

Em primeiro lugar, fique tranquilo. Um post negado não é necessariamente algo tão ruim, na verdade é a oportunidade de entender melhor os seus erros e aperfeiçoar e/ou refazer o seu turno.

Bem, eu tenho que dizer que entendi a sua intenção e acho ela válida, mas não para ser explorada em uma mini-aventura. Esse tópico é o local onde você – que inclusive afirmou não se lembrar dos formatos dos posts e etc – irá seguir uma “receita de bolo” para aparar (ou não) algumas arestas que sobram e que o impedem de ter um turno perfeito e dentro do sistema do fórum. Use tudo isso que me proporcionou em sua ficha ou na primeira aventura oficial - juntamente com as ações de "gancho" - como parte do que é realmente o Garruk Strongarm, justamente por, infelizmente, não ser cabível para a mini-aventura.

Nesse sentido, pelo próprio jogador afirmar que irá cometer God Mode, que é o erro mais danoso ao narrador/orientadora, fica até difícil explicar o motivo do “negado”.

Eu gostei da sua ideia de apresentar o personagem de uma forma mais objetiva e ao mesmo tempo explorando um pouco a motivação dele para aventuras futuras, porém, é preciso que você me apresente alguma ação – no futuro do pretérito! – para que eu possa desenvolver a narração a partir dela. Ou seja, faça com que seu personagem vá para a cidade, praia ou outra parte da ilha para beber, brigar, caçar ou qualquer outro movimento. Sei que escreveu quem é o seu char, mas, além de não ter um objetivo mínimo – como os citados antes -, não está no futuro do pretérito (verbo + iria).

Ratifico que, ao não deixar suas ações na forma de TENTATIVAS, isso caracteriza God Mode – como colocastes -, afinal de contas, ao afirmar algo indubitavelmente, isto é, de forma inquestionável, meu trabalho fica podado e não tenho alternativas para ser criativa em sua história, compreende?

Vou ser mais clara:

Ex. 1) “Agora, chegando a ilha com a carta em mãos, ele vislumbra e olha a sua frente”.
       1.1) O que eu, orientadora, posso fazer aqui?
          1.2) Nada. Garruk JÁ OLHOU a sua frente.

Ex. 2) “Agora, chegando a ilha com a carta em mãos, ele vislumbraria e olharia a sua frente”.
      2.1)  O que eu, orientadora, posso fazer aqui?
        2.2) Narração: “Garruk estava prestes a encarar a paisagem a sua frente quando, de repente, uma sombra tão grande quanto o seu navio transformou o dia ensolarado em uma pequenina fração da escuridão da noite. O que pode ser isso?”
         2.3) Narração: “Garruk esperava, ao virar o rosto para frente, que veria a continuação da ilha, uma terra firme, algo com que já se desacostumara depois de tantos dias naquele navio, mas, para sua surpresa, somente viu a imensidão azul no horizonte. Como poderia o cenário ter mudado tão repentinamente em frente aos seus olhos?!”.

Sendo assim, temos dois problemas cruciais que me levaram a negar o post que é a) a ausência de ações do seu personagem e b) o seu turno ser só e simplesmente um flashback. Concordo e incentivo bastante o uso dessa ferramenta, mas da forma com que está colocada é totalmente equivocada, falando dos parâmetros usados pelo OPRPG.

Outro ponto que talvez não tenha ficado claro no box de “Dicas e Orientações” é de que a mini-aventura tem exatamente essa proposta: ser algo curto, introdutório e passageiro – mesmo os jogadores permanecendo com o mesmo personagem. Assim, tenha em mente que seus turnos não precisam ser como seriam em aventuras oficiais, mas algo mais equilibrado, simples, compreende?

Recomendo fortemente que leia as dicas e orientações com mais cuidado, ok? Deixarei aqui uma lista com mini-aventuras que podem te ajudar nesse processo:
http://www.onepiecerpg.com/t40910-mini-bjarke-temperado-com-sangue-e-determinacao
http://www.onepiecerpg.com/t41113-mini-johnny-bear-acorde-para-o-novo-mundo
http://www.onepiecerpg.com/t40037-mini-raquelmacp-pavao-misterioso
http://www.onepiecerpg.com/t40894-mini-biladeirobardo-__-o-lutador-esquecido-__
http://www.onepiecerpg.com/t40660-mini-vicort-prologo
http://www.onepiecerpg.com/t40754-mini-saffy-a-justica
http://www.onepiecerpg.com/t40728-mini-von-o-motivo-de-minha-revolta
http://www.onepiecerpg.com/t40736-mini-sugoi-escuridao-total-onde-eu-estou

Como sempre digo: não se assuste, estresse ou desanime. Dê o seu melhor e vamos em frente! Siga as dicas postadas até agora para que tenhamos uma ótima aventura e você possa se livrar de mim para seguir seu caminho aqui dentro! <3

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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Seg 22 Out 2018, 20:36

Off Topic:
 



Forjado no Fogo
O Início


Garruk estava cansado de sua vida, já estava de saco cheio de forjar armas atrás de armas para tentar conseguir alguns trocados. Ele sabia que era um ferreiro acima da média após 30 anos de trabalho e sabia que com sua longa vida de gigante tinha potencial para muito mais.

"Quero ser um grande mestre ferreiro, quero forjar espadas lendárias, mas pra isso, preciso antes conseguir um sábio mestre!"

Pensando assim, Garruk tentaria sair de casa em busca de uma ferraria maior, talvez lá houvesse um grande ferreiro ou ao menos ele poderia pedir informações. Caso encontrasse uma ferraria, Garruk iria procurar o primeiro trabalhador possível e tentar pedir:

-Boa tarde, gostaria de algumas informações. Posso falar com o mestre ferreiro?

Thanks Akacchi



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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Sex 26 Out 2018, 21:57

~Orientador Ausente~


Seu orientador esta ausente, crie uma M.E.P. para que possa voltar a ser orientado.

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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Dom 28 Out 2018, 13:48


Uma imensa fumaça exalava da movimentada empresa Kurama Factory, um lugar repleto de funcionários e que representava a economia em geral de Wars Island, era quase como se metade da população estivesse aos seus serviços,com operários circulando pelas ruas movimentadas.

Em meio a essa multidão como se perdido em seus próprios pensamentos encontrava se um único gigante,caminhando a passos curtos que para muitos de estatura normal seria o equivalente a uma corrida.

Embora chamasse bastante a atenção de olhares curiosos,repulsivos ou até mesmo gananciosos. Garruk parecia não se importar e se fosse de seu interesse estava muito disperso no momento para questionar tais atos.

Sua vida monótona de criação de armas casuais por mera renda diária já deixara de ser agradável e reconhecendo o profundo potencial que exalava assim como o imenso desenvolvimento que ainda poderia ter devido a sua longevidade, era mais do que chegado a hora de buscar novos horizontes.

Fora isso que o incentivara a deixar sua casa assim como o intuito de aprofundar sua sabedoria.É que forma melhor  para isso do que através de um honorável professor?

Não demorou muito e saindo da área empresarial, chegando por fim ao mercado, uma forja ao ar livre podia ser vista com funcionários jovens trabalhando de plantão,havia inúmeras bigornas enfileiradas lado a lado uma grande estante repleta de minérios e lingotes dos mais diferenciados materiais e ferramentas postas sobre bases de parafusos improvisadas nas paredes.

Alguns entre os jovens possuíam pequenas cicatrizes em seus corpos, camufladas pelos seus grandes entusiasmos, provavelmente provocadas durante seu serviço frequente,todos estavam  moldando através de marteladas, aquecendo e resfriando metais no momento adequado, lâminas e pontas de aço para flechas e lanças que assim que eram finalizadas eram depositadas sobre uma carruagem:

-Estamos quase terminando Alice só mais algumas e teremos o suficiente para terminar a encomenda o mestre Jenkins ficará contente com a notícia.

Garruk então manifestava sua presença sua voz era alta e audível fazendo com que os três aprendizes pulassem assustados derrubando qualquer coisa que tivessem em mãos olhando para cima visualizando a imensa figura que tapava o sol.

Alice parecia ficar pálida de tão branca como a plumagem de um coelho albino, assustada com o ser grandioso que surgia sem mais nem menos, os outros no entanto recuperaram a compostura ajeitando suas vestes limpando a fuligem com um leve abanar de suas mãos como se não fosse assim tão raro a presença de seres exóticos ou medonhos.

O primeiro rapaz parecia não ter problemas com o gigante com um sorriso bondoso e acolhedor logo abria seus lábios para trazer lhe a resposta:

-Informações?Claro nosso mestre está … Mas antes mesmo de terminá-la uma cotovelada gratuita era recebida em seu estômago pelo segundo moleque.

Como se seus olhos questionasse o motivo de tal agressão a explicação viera quase que imediatamente sem mais demoras:

-O que? Acha mesmo certo passar detalhes assim para um estranho como ele? independente de quem seja e uma atitude estúpida dar a estranhos aquilo que solicitam sem nem ao menos saber suas intenções. Sua expressão se fechava e encarava o gigante com uma coragem recém adquirida:

-Ei grande homem quais são seus interesses quanto a nosso superior e seu estabelecimento?
Npc's:
 

Dicas e Orientações:
 


Code:
 

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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Ter 30 Out 2018, 00:30

Off Topic:
 



Forjado no Fogo
O Início


Após sair da parte empresarial da cidade, Garruk se encontrava na zona do mercado, exatamente onde gostaria de estar. Facilmente o gigante vê uma forja a sua frente e sem delongas entra no local, reparando em tudo a sua volta com curiosidade.

"Era algo assim que eu queria. Olha ponta de lança que o garoto está fazendo, parece boa."

Rapidamente Garruk explicava o motivo de sua presença, assustando todos os presentes. Pela primeira vez o gigante repara na moça que se encontrava agora pálida, e que parecia estar conversando com os homens antes de sua entrada, apesar do enorme ferreiro não ter prestado tanta atenção na conversa quanto prestou nos metais.

Logo que o ruivo começa a responder a sua pergunta, o gigante está feliz com a facilidade de obter a informação e a possibilidade de logo mais encontrar um novo mestre, porém a felicidade dura pouco. Um garoto loiro interrompe o primeiro e deixa Garruk no escuro, querendo saber as suas intenções.

-Ah, prazer, eu sou o Garruk. Sou um ferreiro profissional e gostaria de encontrar um novo mestre para melhorar minhas técnicas. Trabalho há 30 anos nessa área mas agora gostaria de dar um passo adiante. Alias, que metal vocês estão usando para fazer essas pontas de lança?

O curioso gigante não conseguia se conter tentando olhar para todos os lados, sempre em busca de novos metais e técnicas para a sua arte. Sorriria para os garotos da forja caso os mesmos fossem amigáveis e não faria nenhum movimento brusco a não ser que fosse obrigado. Além de tudo gostaria de avaliar se o mestre ferreiro desse local realmente era bom, tentando olhar como seus funcionários trabalhavam e que técnicas usavam.

Thanks Akacchi



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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Qui 01 Nov 2018, 08:53


Conforme o gigante se apresentava a recepção se tornava mais agradável tanto nas expressões dos aprendizes presentes quanto em suas palavras de acolhimento e resposta:

-Um companheiro de profissão sempre é bem vindo para compartilhar as labaredas da criação. Meu nome é Franklin, ficarei mais do que disposto a indica-lo para o mestre Jenkins, ele sempre parece animado com novos discípulos. Alice mesmo está entre nós a apenas alguns dias.

Como se confirmando a história a garota dava alguns passos a frente demonstrando algumas marcas derivadas da profissão em seu corpo, de maneira discreta e quase imperceptível em comparação com seus colegas:

Eu sinto muito pelo meu comportamento, estou muito debilitada a situações como essa. Como compensação ao meus erros me encarregarei de responder a sua pergunta.

Se aproximando da carroça uma das obras primas era retirada sobre sua posse e revelada a Garruk. O brilho se fazia facilmente reconhecível sendo que mesmo com a suposta explicação da pequena o conhecimento já havia falado primeiro:

Devido a solicitação do pedido;custo benefício e maleabilidade assim como alguma técnicas de reaproveitamento optamos pela utilização do ferro para a confecção das unidades.

Porém sua infelicidade era clara como o sol e Franklin vinha ao seu consolo:

-Hey,não precisa ficar de cabeça pra baixo,sei que estão incompletas,mas assim foram exigidas, o cliente gostaria de usar suas próprias hastes para finalidades acadêmicas.

Alice concordava com a cabeça com um leve sorriso no canto da boca:

Sim,você tem razão,mas eu queria mesmo saber que tipo de material novo é esse sobre desenvolvimento da fábrica.

Como se tudo aquilo já tivesse ido longe demais o segundo rapaz se posicionou logo ao centro cortando a conversa antes que ganhasse maiores proporções:

-Isso não se remete ao nosso interesse,a curiosidade é uma maldição temos apenas que realizar o serviço a que nós e encarregado.

Seu jeito parecia ainda revoltado e seu dedo levantava ao ar apontando para o gigante:

Certo vamos fazer desse jeito você irá…

Antes mesmo de completar sua frase sua boca era tampada e uma lâmina do tamanho de uma faca era aderida rente ao seu pescoço:

Não tente nenhuma gracinha estaremos levando a mercadoria.

Inúmeros bandidos saiam de becos e esquinas, ao todo uns cinco de características similares, roupas para climas quentes e turbantes sobre os rostos para ocultar sua face. Dois deles possuíam revólveres em ambas as mãos e os demais espadas conhecidas como cimitarra:

Magnus!!!Berrava Franklin que pegava uma das espadas da carroça investido contra o agressor.

Sua sorte fora tanta que seu colega não sofrerá de ferimentos,mas a ação fora imprudente e poderia ter ocasionado muitos problemas:

Seu tolo! E se ele tivesse amputado minha cabeça? Respondia Magnus com raiva.

Resolvemos isso outra hora,rápido pegue uma arma, mestre Jenkins ainda não retornou de viagem, precisamos ganhar tempo.

Como se avaliando a situação rapidamente Magnus retirava um imenso martelo de metal de sua cintura e posicionava o adequadamente sobre sua palma.

Os dois amigos investiram contra os agressores com coragem e determinação expressa enquanto Alice corria até Garruk puxando suas vestes em desespero:

Você precisa ajudá-los eles não irão conseguir sozinho.Aqui eu tenho algo que será útil.

Voltando a oficina uma lona era retirada revelando um trabalho colossal. Uma espada gigante com o punhal revestido a ouro e prata. No entanto não importasse por quanto tempo o observasse o material utilizado sobre a lâmina era indecifrável:

Esse é de longe um dos últimos trabalhos feitos pelo Jenkins. Uma encomenda para as terras distantes de Elbaf.

Cabia agora a Garruk tomar sua decisão.
Dicas e orientações:
 

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rodolfoa
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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   Seg 05 Nov 2018, 23:25

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Forjado no Fogo
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Garruk olhava curioso para as lâminas recém saídas da forja e ouvia os ajudantes da loja conversando quando ouviu uma conversa sobre um novo material em desenvolvimento na fábrica, o que lhe chamou muito a atenção.

"Parece que eles tem materiais e informações boas. Realmente gostaria de saber sobre esse novo material."

Porém enquanto Magnus tentava explicar o que o gigante deveria fazer a partir de então, a loja era atacada e o mesmo quase era morto. Franklin se juntava ao primeiro em defesa da loja e Alice convidava Garruk a entrar em um aposento onde se encontrava um dos trabalhos mais bonitos que o gigante já havia visto. Ele tentava segurar sua curiosidade de entender de que metal era feita aquela espada, pois a sua volta acontecia uma batalha.

Instruído por Alice a deender a loja, Garruk chegou a conclusão que esse era seu primeiro dever como novo aprendiz, e assim o gigante tentava segurar com as duas mãos no lindo punhal de ouro e prata e se virar para a luta. Caso alguém o atacasse ele tentaria bloquear o golpe com a enorme espada e se aproveitar do peso da mesma para largar um grande corte de cima para baixo após o bloqueio.

Se ninguém tivesse a coragem de ir até ele, o gigante tentaria ir diretamente até o adversário mais próximo em uma carga, urrando para amedrontar o mesmo e com as duas mãos puxando a espada da direita para a esquerda tentando cortar o adversário ao meio. Caso mais de um adversários estivessem juntos, o giganate tentaria se aproximar de forma a ser atacado somente por um, tentando manter sempre um dos adversários entre ele e o segundo.

-Vocês erraram em vir aqui, hoje essa loja tem um novo defensor!

Falando isso Garruk estava tentando ganhar a confiança das pessoas da loja e somando usa habilidade utilizando a espada com seu peso e força, talvez o gigante possa ajudar bastante na defesa da loja na qual pretende trabalhar.

Thanks Akacchi



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MensagemAssunto: Re: [Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante   

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[Mini-RodolfoA] Forjado no fogo - A história do ferreiro gigante
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