A Grande era dos Piratas



 
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 Sophia Aldebaran Rockfeller

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ADM.Bowel
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Idade : 28

MensagemAssunto: Sophia Aldebaran Rockfeller   Ter 05 Jun 2018, 03:13

~ PESSOAL ~


Nome: Sophia Aldebaran Rockfeller (Senshi Akuma Yundi)
Idade: 24
Altura: 1,65m
Peso: 53 kg
Mão predominante: Ambidestra
Sexo: F
Raça: Humano
Tamanho/Espécie: Normal
Origem: Fernand Ice Island - North Blue
Localização: Loguetown - East Blue
Grupo: Caçador de Recompensas


~ ATRIBUTOS ~


(Começa com 10 pontos, BÔNUS RACIAL EM AZUL E BÔNUS DE EDC EM VERMELHO)

LEVEL: 1
EXP: 18/25
BERRIES: 2.475.000

HP: 60
SP: 72

DANO: 2 +2 (EDC) + 2 (Arma) = 6 [Normal]
ACERTO:  +3 (Racial) +2 (EDC)=  5 [Normal]
PONTARIA: 0 = 0 [Inábil]
ESQUIVA:  +3 (Racial) +2 (EDC)= 5 [Normal]
BLOQUEIO: 0= 0 [Inábil]
RESISTÊNCIA: 16 = 16 [Habilidoso]
PERSISTÊNCIA: +2 (Racial) [Normal]
MANIPULAÇÃO: +2 (Racial)[Normal]
VELOCIDADE DE ATAQUE: 3



KENBUN-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050
BUSOU-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

~ ESTILOS DE COMBATE ~

Citação :
• Estilo de Combate: Boxeadora
LEVEL DE COMBATE: 1
EXP DE ESTILO: ~PRIMÁRIO NÃO POSSUI EXP~

~ Perícias ~
Citação :

• Luta de Rua
• Acrobacia
• Anatomia Humana
• Fisica
• Estrategia

~ Ofícios ~
Citação :
• (ofício)
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ FAMA & REPUTAÇÃO ~

Photoplayer:
Photoplayer:
 
Alcunha:
Recompensa:
Citação :
LINK DOS JORNAIS:

~ AKUMA NO MI ~

Citação :
Nome:
Tipo:
Energia:
Bonificação:

~ EQUIPAMENTOS ~


• ARMA(S)
Spoiler:
 
-Nome: Luva de Combate
Bônus:
Dano: 2
Requerimentos: ~X~
Custo: 30.000

• CABEÇA
Spoiler:
 
-Nome: Quepe Branco
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• TRONCO
Spoiler:
 
-Nome: Jaqueta
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• BRAÇOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• MÃOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PERNAS
Spoiler:
 
-Nome: Calça
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PÉS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

~ INVENTÁRIO~

Capacidade Máxima: 10W (+ 20W Mochila)

• Mochila Grande
• Luvas de combate
• Vara de Pescar
• Iscas
• 5 x Tintas (preto, branco, azul, verde e vermelho)
• Caderno
• Lápis


~ EMBARCAÇÕES ~


Nome:
Tipo:
Descrição:
Velocidade:
Número de tripulantes máximos acomodados:
Lotação máxima no transporte:
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:
Canhões:


~ TÉCNICAS ~


• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-


~ TÉCNICAS SUPREMAS~


• -X-
• -X-
• -X-



~ EXTRAS ~



APARÊNCIA:


Senshi possui um corpo bem desenvolvido, seios medianos, quadris igualmente, uma pele um tanto pálida, mas que combina bem consigo, seus cabelos, assim como a pele transpassam a mesma visão de albinismo, sendo esses de uma tonalidade esbranquiçada, estes são um tanto curtos descendo pouco abaixo do pescoço. Seus olhos são de uma tonalidade azul claro, e fazem um contraste bonito com o rosto de uma maneira geral. Mas a característica mais marcante talvez sejam suas cicatrizes proveniente  dos maus tratos que sofreu na infância, ela possui algumas espalhadas por áreas variadas do corpo, algumas bem pequenas e quase invisíveis nos quadris, e outras um pouco mais aparentes nas costas, ela não liga para a maioria dela, exceto para a que tem nas mãos, em um ato de crueldade o pai dela a fez enfiar as mãos em uma bacia de cacos de vidro uma das vezes, para que ela não esquecesse de ter obediência, os dedos foram completamente desfigurados e cortados, assim como toda a extensão das mãos, muitos dos cacos de vidros tiveram de ser removidos de forma cirúrgica, o que fez com que a mão fosse completamente aberta, costurada e costurada, esse tipo de punição se repetiu por diversas vezes deixando marcas de costura por todo lugar.  Além disso tem marcas graves de queimaduras espalhadas por estas até certo ponto dos braços, o que aconteceu devido ao seu pai “Brincar” com ela, usando um isqueiro em seus braços e até mesmo em outras regiões.

Essas cicatrizes nas mãos são as únicas das quais ela carrega vergonha, não gostando que ninguém as veja usando luvas o tempo todo pra esconder, tanto que preferia estar nua de luvas, a sair vestida sem usar elas. Apesar de ela não ligar tanto suas pernas também possuem certas marcas de queimaduras e maus tratos, assim como em sua pele na barriga tem algumas marcas, já que seu pai atirava dardos nela, pra testar a pontaria quando estava bêbado.

Suas vestimentas são sempre mais desleixadas, não se preocupa tanto com o que vai vestir, sua prioridade é o conforto, então não seria estranho ver ela usando uma camisa longa demais para o corpo, desde que ela se sentisse bem enquanto veste.
[color=#00ff00]

PERSONALIDADE:


Se fosse descrever a garota em uma única palavra seria: Indiferente. Em outros tempos Senshi já foi o que se poderia chamar de normal, mas os maus tratos e o isolamento do resto do mundo, derrubaram sua mente pouco a pouco, deixando ela um pouco perturbada, já que seu pai a proibia de sair de casa ou mesmo ter contato com muitas pessoas lá fora, por conta disso, ela se escondeu em um mundo particular, onde tudo que ela conhecia vinha diretamente dos livros, assim assimilando quase tudo que via e apenas tendo um vislumbre do que era o mundo real, se tornou uma pessoa um pouco caricata.

Ela gosta de conversar e falar sobre suas ideias e pensamentos, principalmente de definições que ela compreende como “bem e mal”, ao longo do tempo desenvolveu uma certa habilidade para a persuasão,  apesar de sua maneira estranha de se comportar e falar as vezes, mas sabe como se portar bem diante das pessoas. É uma pessoa cheia de idiossincrasias, e crenças pessoais, que gosta de praticar com frequência, desde as vezes parar para escrever um pouco do seu dia dia, do qual ela acha um exercício importante, até às constantes visitas a livros que possa ter consigo, costumando ler trechos deles vez ou outra mesmo que já os tenha decorado.

É um tanto quanto desbocada, e acaba sendo sincera demais as vezes, o que pode eventualmente ser desagradável, apesar de não tentar ser engraçada a maioria das vezes, sua maneira de ser por si só as vezes pode gerar a graça, mas seu humor pessoal é no mínimo estranho, ela ri mais de coisas que são aparentemente bobas, e de fato, as piadas que tendem a fazer vão por um caminho terrível. Quanto a sua paciência ela apesar da feição tranquila, se diria que é alguém “Sem saco” pra coisas que ela não gosta, principalmente de certa forma “preconceitos” com seu estilo, ou diretamente com suas ações, costumeiramente demonstrando isso na forma como enxerga o mundo, não chega a ser de fato mal humorada, na verdade até é bastante feliz quando está fazendo algo que goste que gosta, apesar de algumas coisas às vezes levarem ela para um estado que possa ser assimilado.

Senshi é alguém que desenvolveu seu próprio senso de justiça, por mais que cace piratas ou bandidos de maneira geral, ela não compreende que o mundo não é preto no branco e confia muito mais no seu próprio instinto de julgamento do que em coisas que alguém possa lhe falar, normalmente não costuma também se guiar por informações chulas, tende a adquirir por conta própria um rumo mental dos fatos, e ligar os pontos de acordo com sua percepção de mundo que é de fato distorcida. Não tende a temer as coisas, devido a grande pressão que sofreu na infância costuma encarar as coisas de frente, e raramente se importa de acabar se machucando durante seus combates. Ela não possuía experiências amorosas até encontrar Alexis, o que torna ela um pouco excêntrica nessa parte, já que tudo que ela conhece disso vem de Diego, que era uma pessoa sem muita noção (morava em bordeis), e falava muitas coisas absurdas sobre, e por ter passado a vida trancada, somou tudo que ele falava aos livros que leu, desse modo seus comportamentos relacionados a isso as vezes são exagerados, principalmente por Alexis em si, incentivar esse lado mais "animado" das coisas. Mas seu primeiro contato foi com ela, por Senshi crer que aquele tipo de aproximação era normal, apesar de depois por si só ter estranhado pós as reações estranhas.

HISTÓRIA:  



One More Soul to the Call


Sophia Aldebaran Rockfeller, filha de um magnata das drogas, a garota nasceu com um único propósito na visão de seu pai, se tornar uma versão até mesmo mais perigosa dele mesmo no futuro. O problema era que para isso, ele queria que ela fosse forjada, na mais dura linha de obediência e disciplina, mesmo que vários sacrifícios tivessem de ser feitos, mesmo que sua própria mente e alma tivessem que ser roídos até o último pedaço, ela era uma garota muito gentil quando pequena, ela amava e abraçava o mundo como se ele fosse um grande bicho de pelúcia. Mas aquilo precisava ser morto, esse tipo de gentileza… faria com que o mundo a esmagasse, ele sabia disso, e planejava começar o mais rápido seus treinos em artes que ele achava que lhe poderiam ser úteis, inicialmente o principal era entender como o negócio funcionava, então desde cedo ele começou a falar sobre o que ele fazia, não sua fachada como alguém que fazia importações entre a GL e os Blues, com uma empresa de transporte, mas o verdadeiro negócio que ele tinha.

Inicialmente muito nova, pra ela toda a ideia era fascinante ela aprendia um pouco de cada coisas, mas o que mais valia era outra coisa, ela precisava saber se defender, então ele tinha a ideia do que deveria fazer isolar ela em um lugar que tudo pudesse ser mais difícil, voltar ao lugar onde ela foi concebida, a ilha inóspita de Fernand Ice Island. Não contente apenas com a ideia de a ilha não ter população ele decidira isolar a sua casa de tudo que pudesse estar por perto, deixando ela completamente a parte do mundo ali, e começava seu treinamento, inicialmente ele começava a lhe ensinar a lutar boxe, os socos básicos as posturas, apesar de sua ideia final ser diferente, já que ele repassava também todos os golpes sujos, e onde chutar, onde socar, e quando, assim como ensinava como um corpo humano funcionava, assim quando precisasse lutar não só saberia chutar e socar mas onde bater. Além disso saltos eram importantes, para talvez uma futura fuga, o que acabou a treinando em habilidades acrobáticas também.

Esse início era fácil a garota não demorava a entender as coisas, e gostava de fato de aprender, apesar de que não existia uma relação de carinho entre eles, apenas parecia… uma transação de negócios. Ela estava indo bem, não era o suficiente pra isso, precisava que a crueldade e coragem de matar vivesse em seu peito. Para que tudo funcionasse, o homem trazia um coelho colocando ele numa bancada enquanto trancava a porta do quarto com a menina. -Se tem uma coisa que a história nos ensina, é que se pode matar qualquer um.- Falava o homem com a voz calma mas forte com toda a sua presença. - E pessoas como nós, precisam entender que completar um ato como esse, é parte normal da vida, assim como ele pode salvar a nossa.- Pegando uma cadeira, ele simplesmente acendeu seu charuto enquanto olhava seriamente para ela. -Sophia, eu preciso que mate o coelho, e eu entendo que possa demorar, mas eu trouxe um incentivo, eu te darei 2 minutos, se você não o fizer receberá uma punição para cada vez que falhar.-  e debaixo do balcão ele puxava uma bacia ela estava cheia de cacos de vidros quebrados em vários tamanhos diferentes. A garota não entendia o que estava acontecendo ali, o medo estava corroendo ela.

Olhar para a criatura indefesa apenas a fazia não querer machucar ela, não querer nem mesmo que qualquer mal pudesse atingir tal, ela não entendendo do que se tratava simplesmente abraçava o coelho e olhava para seu pai sorrindo. Olhar de raiva e desaprovação era claro, ele queria uma mulher poderosa e imponente, não o que ela realmente era. Pegando a mão direita dela ele a levava para o balcão, as mãozinhas pequenas estavam quentinhas, depois de afagar o coelho, e a mente da pequenina, acreditava que as coisas iam ficar bem, entretanto estava completamente errada. O homem sem nenhuma hesitação pegando a mão direita dela e levantando, com toda a brutalidade, a descia fazendo o impacto no vidro, e a arrastando dentro deles, fazendo com que fosse cortando e furando, e depois forçando com sua mão a fazer com que ela pegasse o vidro o apertando.

Sophia gritava e o medo tomava conta de seu coração, as lágrimas escorriam, seu corpo passava a tremer,  puxava o braço tentando sair dali, mas infelizmente o homem era forte demais, ela não tinha qualquer chance de competir. Por quase 2 minutos ele destruía as mãos dela dentro do vidro, e a soltava novamente. Os olhos dela cheios de lágrimas e desespero, demonstrava sua confusão, o que tinha o levado aquilo? Ela simplesmente não conseguia entender. Mate o coelho, você tem dois minutos.- A garota tremia, incapaz de se mover as mãos doíam, e seu corpo paralisava, até mesmo muda ela estava. Ela era incapaz de tentar machucar aquele animal, mas nessa hora nem nisso pensava, e o velho homem apenas começava a ferver água em um dos fogões que tinha ali, e vendo que o coelho estava vivo no fim, pegava as duas mãos já extremamente feridas, e enfiava elas dentro da água fervendo, os pequenos gritos eram simplesmente horríveis, era uma sinfonia desesperadora.  

Aquilo se repetia por horas todos os dias, a garota ia crescendo e cada dia ela se sentia mais e mais pressionada, mas o que de fato ela precisava fazer ela sempre fazia, aliviar sua mente, uma biblioteca que havia na casa, era simplesmente seu único refúgio, ler histórias fantásticas de deuses, criaturas míticas, príncipes e finais felizes, ela de fato tinha isso como método de escape, onde podia confiar horas de seu tempo para viver pensando nisso. Outro dos seus pequenos momentos de felicidade era quando podia ver sua mãe, mas eram tão curtos… ela mal podia esperar para sua mãe um dia lhe tirar dali. Seu pai não parava, ele cada dia tinha castigos diferentes que aos poucos foram a moldando, até que um dia, o sangue inocente correu pelas suas mãos deformadas, ela não aguentava mais aquilo, e precisava fazer aquela dor parar, e naquele dia, ela simplesmente não aguentou mais.

O velho estava orgulhoso, mas ela estava em pedaços, não acreditava no que tinha feito, e as vozes surgiram a primeira vez na sua cabeça, eles diziam pra ela quem ela era. Ela não era a princesa daquelas histórias que lia, era era uma heroína, era de alguém assim que o mundo precisava, aquela que conheceu o pecado, e conheceu a dor de pagar por sua própria bondade. As coisas rumavam sempre as mesmas, sempre forçada a executar o que seriam animais, para aliviar sua própria dor, ela ainda hesitava nem sempre conseguia fazer isso, as “brincadeiras” que seu pai fazia não tinham limites, ontem, queimaduras, hoje dardos, amanhã mais queimaduras e dessa vez com um maçarico, estava completamente calejada pelo tempo, mas ainda queria se recuperar e crescer, ela sonhava em ser alguém maior, como as pessoas dos livros, que fizesse a diferença onde estivesse, e as vozes? elas apenas atormentavam mais e mais. A garota contava os segundos e as horas que isso durava, se tornando quase que uma mania, até que chegará um ponto que ela não só sabia o tempo que duravam aqueles momentos com exatidão, mas o tempo que a preparação de cada coisa durava.

Mas o dia da última gota que transbordaria o copo estava chegando. Sua mãe era uma pessoa gentil, e de certo modo Vito a amava de todo o coração. Mas por algum motivo do qual Sophia não faz a mínima ideia, ela em um momento ameaçava entregar os segredos daquela casa, e daquela família, e forjando uma falsa morte por overdose de drogas, Vito aprisionou a mulher em um navio prisão mandando ela pra a mansão que eles tinham em algum ponto da Grand Line, nesse mesmo escândalo, a propina com a marinha não existia mais, Vito tinha se tornado um homem procurado, e sua vida adentrava completamente na escuridão do submundo do crime.

O Rosto desse homem e o de sua filha passavam a aparecer em todos os jornais por quase 2 anos, onde a menina agora completava seus 22 anos, era uma moça caricata, com milhares de livros de contos na sua cabeça, e naquele tempo ela havia cedido as vozes, aqueles dois anos sem sua mãe a destruíram por completo, não havia uma base firme que a sustentasse, as vozes a dominaram, e sua decisão era clara, abandonar aquela casa o mais rápido possível. Naquele momento ela dizia “Aceito” as vozes na sua cabeça falaram em uníssono, elas diziam “Nós somos o destino, e você é a balança que vai equilibrar os pesos dos dois lados, a Juíza, o carrasco e o Júri, a vida e a morte daqueles que a desafiarem está em suas mãos, o poder de julgar, decidir condenar, ou absolver,  esse é seu propósito nesse mundo. Homens como seu pai, sua família, eles uma hora precisam ter um fim, e você saberá quando a hora chegar.” e naquele momento ela não entendia perfeitamente apenas com as primeiras palavras, mas era como nos livros que havia tanto se afeiçoado nesses tempos, é a mutação do herói, era o que ela pensava.

As vozes prosseguiram, com toda aquela imponência, que faziam a garota agarrar a cabeça que doía no momento que elas falavam “Você terá de abandonar seu nome, a podridão dos Rockfeller lhe perseguirá para todo o sempre, e ela é a sua sentença, para que seu poder não suba a cabeça, não deve esquecer seu passado, tem de lembrar que você já foi parte da escória, e é uma humana acima de tudo, seu propósito é maior que você mesma, a partir daqui, Sophia Aldebaran Rockfeller, deixa de ser seu nome, nasce nesse momento Senshi Akuma Yundi” De onde vinha aquele nome? sua mente perturbada havia juntado palavras e nomes que corriqueiramente acabou lendo dentro dos livros, o que a mente daquela garota tinha se tornado poderia assustar ate ela mesma se ela pudesse ver de fora tudo aquilo.

Naquele momento ela enxergava uma espada que saía do chão era gigante e essa se alojava sozinha nas suas costas se acorrentando, e enquanto isso as vozes explicavam “Essa é a prova do que aconteceu aqui hoje, essa espada te dá os direitos, concedidos por nós e essa outra” enquanto uma segunda espada surgia na sua cintura “ essa é a espada do julgamento, que deve ser usada quando definir o destino das vítimas, agora vá criança, faça seu trabalho e nos deixe orgulhosos, estaremos sempre a olhando do infinito”, e naquele dia, a mulher chamada Senshi, abandonou aquela mansão, derrubando todos os guardas em uma fuga desesperada saia dali, levando também o único barco, que não sabia dirigir.

Ela acaba por naufragar em uma região, e sendo obrigada a nadar por algumas horas até chegar a próxima ilha, ela estava livre finalmente, e teria de aprender a se virar em um mundo completamente desconhecidos. Por dois anos ela vagou pelo North Blue, aprendendo coisas novas, conhecendo pessoas, e claro, descobrindo cada dia mais o impacto que o nome dela tinha, as pessoas sempre a olhavam com uma indignação, ou despreso as vezes, sempre que a reconheciam. Aos poucos ela aprendia agora o que seriam as manhas das ruas, e começava a entender o mundo lá fora com seu olhar distorcido.

Sua vida corria normal até conhecer o homem que seria seu primeiro parceiro na busca pelo mal, era um homem chamado Diego Puerto Delavega, um lutador de estilo peculiar, que participava de algumas competições profissionais de luta livre, os dois se conheceram no meio de um incidente, onde um homem tentava assaltar Diego com uma arma de fogo, mas vendo a cena Senshi avançou pra cima do indigente que fora nocauteado por ela em segundos, e vendo isso o homem queria que ela aprendesse a lutar em um estilo profissional, e ela queria um parceiro pra combater o crime.

No fim das contas os dois viviam bem mais em tavernas do que em qualquer um dos dois lugares, mas aos poucos Diego passava a viajar junto com a garota capturar procurados era o que eles de fato faziam, mas, Senshi nunca os entregava, ela preferia evitar os olhos julgadores da marinha sobre ela de início, se mantendo oculta, e o lutador ganhava toda a fama pelas capturas, ele era a coisa mais próxima de real afeto que ela tinha tido em todo esse tempo, ele conhecia a verdadeira identidade da garota (O que não é difícil) mas nunca a questionava sobre, fingia nunca ter visto ela em qualquer um dos jornais, e suas relação estava se tornando algo além de uma amizade boa.

A garota começava a de fato se apaixonar por ele, mas o mundo nunca é bem como nós gostaríamos, um dia ela pensava em se “declarar” ela não tinha muita noção de quando fazer, havia escolhido o pior de todos, chegando na taverna onde o homem havia dito ir, ele estava rodeado de meretrizes e esfregando o rosto nos airbags de uma delas, bebidas a fole, e cigarros fumados a rodo, era o que estava ali com o homem, isso não abalava Yundi, em nenhum momento. Apesar de saber que ele era assim, ela sabia que era tudo algo que ela podia contornar, e nunca havia dito nada de amoroso, as coisas tinham mudado. Mas sua expressão mudou… quando uma das meretrizes aproximava a adaga envenenada do pescoço de Diego, um grito de aviso saia da sua boca mas antes mesmo que o rosto dele saísse do meio dos seios. A faca estava em sua garganta.

Naquele momento a dor da perda corroeu a menina, ela não sabia por que mas parecia que parte dela morreu junto do homem que com a cara deslizando no corpo da meretriz que gritava, ainda tinha um sorriso no rosto e apontando pra ela enquanto caia, piscava o olho, tarado ate o fim, ele desceu até o chão, mas com a mão aproveitando pra fazer um tour completo, era o pior homem, mas também o melhor que ela tinha conhecido. E as últimas palavras dele quando já tinha a cabeça no chão eram: “Obrigado, você me fez feliz, vivi bem como eu quis, e morri do melhor jeito” dando uma última piscadela pra Senshi, que de joelhos no chão despertava um momento de frieza absurdo, levantando de onde estava, simplesmente avançava pra a meretriz que havia o ferido mortalmente com a adaga.

Ela não sentia ódio, por mais que quisesse bater nela uma coisa estava na sua mente, uma frase do seu pai “Não odeie seus inimigos. O ódio atrapalha o raciocínio”, ela não gostava de admitir mas o velho estava certo. Ela socava aquela mulher com toda a sua vontade, mas não com ódio, era uma punição pelos seus crimes e por fim jogando ela sobre o corpo do homem morto ao chão ela simplesmente decidia não a matar, mas esfregava seu rosto no chão e no sangue, e mandava que ela limpasse tudo aquilo com a língua. Seu rosto mostrava a indignação que carregava, seus olhos mostravam a tristeza, e as mãos trêmulas mostravam a raiva contida, que se transformava em uma espécie de imponência, e de fato um pouco de maldade.

Quando se dava por satisfeita chutava a mulher de cima do seu amado, e aproximando o rosto do dela apenas a olhava olho no olho, as mãos iam em seu pescoço mas simplesmente levantava e deixava no estado que estava, espancada e humilhada, simplesmente não achava que a morte fosse a punição suficiente, ela precisava viver, e conviver com o que tinha feito. Mas aquilo fez Senshi se perder de seu caminho, e as tavernas viraram um lar, onde ela convive consigo mesma e sua perda, todo o dinheiro que ela ganhou junto de Diego, foi gasto da forma que ele mais gostaria, até que fazendo o último brinde, ela apagou. Lembrava de toda a festa e que estava na ilha dos vinhos, mas… não estava mais nela, aquela era Shells Town? o lugar onde Diego sempre quis visitar, ela já havia superado a morte dele completamente, mas estranhava estar bem naquele lugar. De toda forma ela tinha um destino a seguir, voltar a fazer seu divino trabalho.

A Ilha de Shells foi gentil com Senshi, no início o seu primeiro dia no lugar ela conheceu a taverna mais louca que poderia, procurando por cartazes de procurado, até achar um interessante, uma garota que não parecia criminosa, Alexis, uma garotinha fofinha de cabelos rosas, que aparenta ser muito mais nova do que realmente é, um tanto quanto “Animada demais” a boxeadora acabou a atacando no meio da taverna achando que ela era uma inimiga perigosa, entretanto as coisas saíram fora do controle, e não foi bem uma luta, desde o ponto que a juíza decidiu por beijar ela antes de prender, como se aquilo fosse um ato correto diante de uma leve felicidade antes da punição, longas histórias que Diego a contava, mas no fim o que devia ser uma luta parecia mais um jogada de sedução estranha… mas no fim as duas ficaram próximas (até demais) depois de Senshi aplicar uma leve punição na jovem pelos seus crimes aos quais não geraram o cartaz, era apenas uma brincadeira do bar com seus clientes mais vorazes. Punição essa que para Alexis foi mais uma delícia, do que uma punição em si. Agora ela se fazia como a nova parceira de Senshi para o caminho que ia ter de trilhar.


~ VANTAGENS E DESVANTAGENS ~


(MÁXIMO DE 6 PONTOS GASTOS. TODOS COMEÇAM COM 2)

Vantagens:
• Genialidade
• Aceleração
• Ambidestria
• Noção Exata do Tempo

Desvantagens:
• Má Fama
Especificações:
 


• Fantasia
Especificações:
 


• -X-


~CAÇADOR DE RECOMPENSA~

Organização: -/-
Rank de caçador: Caçador de Recompensas
Número de cabeças capturadas: 1
Recompensas totais: 6.000.000


~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~

PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Link da Mini Aventura concluída ou da ficha antiga cancelada: <3

____________________________________________________

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MensagemAssunto: Re: Sophia Aldebaran Rockfeller   Ter 05 Jun 2018, 09:38

Bem, na verdade, eu lendo vi que tenho direito a 3 mudanças antes da aventura começar, não são muitas coisas que quero pedir pra corrigir, mas vamos por parte.

Primeiro preferiria que fosse usado dessa forma na imagem:

Código:
[img(400px,571px)]https://i.imgur.com/ytU983v.png[/img]

Ao invés de trocar o size completo, isso porque ficou pixelada e quando eu vi meu toc ativou de maneiras inimagináveis.

E segundo adicionar um pedacinho na personalidade que ficou muito em aberto em uma parte nesse trecho aqui:

Spoiler:
 

____________________________________________________



I never wanted to ever bring you down
All that I need are some simple loving words
You touched my body once, it burns me still softly
Never forgets, never again will be, I cry
Out of my head and I don't know what I found
Over and over I feel it break me down

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MensagemAssunto: Re: Sophia Aldebaran Rockfeller   Ter 05 Jun 2018, 09:49

~Atualizado~

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MensagemAssunto: Re: Sophia Aldebaran Rockfeller   Qui 20 Set 2018, 17:31

@Avaliador de Aventuras escreveu:
Avaliação Senshi

Perdas:



Ganhos:
• Dinheiro total Considerando ganhos e perdas: 2.475.000 Alterado, mais explicações no feedback.
• Recompensas Totais: 6.000.000 B$ - 1 cabeça capturada Alterado, mais explicações no feedback.
• Mudança de Grupo: Caçador de RecompensasOK
•JaquetaOK
• CalçaOK
• Quepe BrancoOK
• Mochila GrandeOK
• Luvas de combateOK
• Vara de PescarOK
• IscasOK
• 5 x Tintas (preto, branco, azul, verde e vermelho) OK
• CadernoOK
• LápisOK
• Perícia EstratégiaOK
• Perícia FísicaOK


Relação de personagens:
●  Player faz

Exp:8 XP
EdC:8 XP

Localização: Loguetown-East BlueOK

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): Achilles 20 posts OK

Feedback narrador:
 


Feedback Player:
 

Geral:
 


Provas: http://www.onepiecerpg.com/t41944p40-i-for-whom-the-bell-tolls#379455

Joga 8 em res aí

Os itens pode equipar todos, e mais tarde eu venho aqui e peço direitinho relação de personagens, e mostro a imagem do navio e nome dele :3

Desde já agradecida <3

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I never wanted to ever bring you down
All that I need are some simple loving words
You touched my body once, it burns me still softly
Never forgets, never again will be, I cry
Out of my head and I don't know what I found
Over and over I feel it break me down

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ADM.Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Sophia Aldebaran Rockfeller   Sex 21 Set 2018, 04:50

~Atualizado~

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MensagemAssunto: Re: Sophia Aldebaran Rockfeller   

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