A Grande era dos Piratas



 
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 [JOGO] HDB - Ato 2 - A paz encontra a Ira

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Magma
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Créditos : Zero
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Data de inscrição : 20/09/2014

MensagemAssunto: [JOGO] HDB - Ato 2 - A paz encontra a Ira   Seg 14 Maio 2018, 13:30

HERÓIS DO BRASIL. ACT II - A Paz encontra a Ira






HISTÓRIA:



Aquele, um fatídico dia na Amazonia, não é que um maldito de um caçador, conseguiu capturar um Saci? ou melhor, uma Saciá.

O único Saci fêmea de todos, foi capturado em um momento de fraqueza, ela tinha invadido o acampamento de alguns caçadores ilegais que vendiam animais no mercado negro, enfurecida, tinha matado já metade do bando, mas foi surpreendida por um deles, nativo do Amazonas, o cabra macho sabia as manha, e prendeu ela numa garrafa, não importava o quanto que tentasse a malvada não conseguia escapar da garrafa.

Acabou que os marmanjos levaram ela pro Rio Grande do Norte, de carro, durante a viagem, o Amazonense, num momento de descuido, deixou a rolha da garrafa cair, ai que a coisa ficou preta, literalmente pra falar a verdade.

Os Bacuri tomaram uma peia da Saciá, ela saiu da garrafa puta, e com uma ventania, separou o carro e os homens em cinco pedacinhos cada, só não comeu por que não come merda. Ela tava meio perdida, mesmo assim, saiu irritada pela estrada, até conhecer o mar pela primeira vez.

Mesmo sendo uma matadora, maravilhada, caminhou pela praia com toda a vontade que lhe tinha no corpo, mesmo com uma perna só, ela tinha a ajuda de um tornadinho que fazia ela se movimentar numa velocidade muito boa.

Até, que ela viu um castelo, também o primeiro que tinha visto na vida e por isso a malvada foi explorar o local.

Ficou pasma com o quão bonito e antigo era o castelo, mas viu um monte de pessoas tirando todos do lugar e só em ver toda aquela gente ela usou seu tornado e saiu fugaz, matou um por um, até ter derrubado  300 pessoas.

Depois daquilo, só bastou a risadinha dela pra deixar as coisinhas mais legais.

Legais pra ela né caralho.

Choris, o herói do povo, tinha acabado de sair de um show na hora, ele tava meio cansado e tinha levado sua banda pra ir até o Forte dos Reis Magos, eles estavam assustados quando viram a Saciá agindo, os membros da banda eram céticos e não acreditavam em Lendas.

Mas Choris muito pelo contrário, ele era um espirito da paz que vivia no coração dos bons, como o do vocalista da Banda Charlie Brow Junior, o Chorão.

Ele sabia as coisas ruins que existiam no mundo e de todos da banda, deu um passo a frente para enfrentar a criatura maligna, conhecida como. SACI PERERÊ.

FIGHT!



COMPETIDORES:



Saciá:
@Fanalis B. Ria escreveu:
Nome do Personagem: Saci Pererê
Nome de Herói/Vilão: Saciá (Vilã)
PP:
PP:
 
Personalidade: Saciá é uma Saci cruel e impiedosa, ainda mais que os outros de sua espécie, por ser a única Saci fêmea que já existiu, acabou ficando desgostosa com tudo e todos, suas brincadeiras de Saci não eram simples brincadeiras, ela matava animais e pessoas que achava na floresta por mera diversão, possuindo tendências malignas e caóticas, além de matar, suas únicas alegrias na vida são fumar tabaco em seu cachimbo o tempo todo e se divertir com as pessoas que pretende matar, quanto mais fraca é a pessoa, mais se diverte ao acabar com sua vida, se recebe algum dano, simplesmente ignora e parte para cima com tudo que tem, deixando de se divertir e causando o caos ao seu redor, a única coisa que odeia mais do que ser golpeada são outros Sacis que ficavam fazendo pegadinhas de Saci com ela quando era mais nova, mas acabou que Saciá matou todos eles e sempre que percebe um Saci na região, caça ele até o matar.
Origem: Norte Do Brasil
HP: 200
Poderes:
Invisibilidade: Saciá pode ficar invisível até que use alguma de suas outras habilidades, sendo que enquanto está invisível, seus passos não deixam marca no solo, fazendo apenas um barulho mínimo.
Controle Dos Ventos: Por ser uma Saci, consegue fazer leves tornados com força para se locomover a altas velocidades ou jogar inimigos longe causando um certo dano.
Transformação: Pode se transformar em animais brasileiros conforme queira, ganhando as habilidades do animal.
Império dos Sacis: Cria até 5 clones de força igual ao original, mas que desaparecem com 1 golpe.


História: Como qualquer outro Saci, descende do primeiro Saci que foi um garoto lutador de capoeira que perdeu sua perna durante uma luta, sendo que possui algumas das tendencias desse garoto, como fazer travessuras, usar roupas vermelhas e fumar cachimbo, basicamente a mesma coisa. Assim como os outros Sacis, nasceu de um broto de bambu, dando forma à seu corpo, o que mudou na fórmula foi que ao invés de um Saci macho, nasceu um Saci fêmea, fazendo toda a diferença em sua programação de Saci de um garotinho travesso.

Agora Saciá vaga por ai fazendo brincadeiras que extrapolam o normal de um Saci, ela é feliz fazendo suas traquinagens que geralmente levam à morte dos animais e pessoas, não deixando sobreviventes para contar histórias, tudo que Saciá quer é ver a morte e o caos a sua volta, mas gosta da floresta, não se expondo normalmente em cidades e vilas à fora, se encontrar alguém vagando pela mata, pode ter certeza que será morte certa.




Choris:
@Johnny Bear escreveu:
Nome do Personagem: Alexandre Magno Abrão / Chorão
Nome de Herói/Vilão: Choris
PP:
Spoiler:
 
Personalidade: Um homem humilde e vencedor, Chorão luta pela liberdade dos jovens e da a voz a essa geração que é tanto ignorada pelo governo, conhecido como "A Voz Juvenil", reúne fãs pelo espírito e através do Rock e seus gostos por esportes radicais. Atualmente Chorão vive dentro do coração dos jovens que mantém seu espírito vivo, portanto, tudo indica que é um homem de bem e de caráter, sempre visando ao bem do próximo e buscando emitir sua opinião ao povo sem medo de ser feliz do seu jeito, sempre estando preparado, sabe se precaver em situações difíceis improvisando rimas.
Origem: São Paulo.
HP: 150
Poderes:

Tic Pra tic Prey: Com o dom da música, Choris é dotado de uma rima e dicção fora do comum, podendo improvisar versos e discursos que são capazes de enfraquecerem até o mais maléfico dos espíritos, dando voz ao povo e carregando o espírito juvenil consigo, na presença de sua melodia ele torna os espíritos malignos e negativos em energias boas e de espírito bom.

Carai eh o Choris: A presença de Choris causa comoção aonde passa, sendo uma habilidade usada para amedrontar aqueles que se opõem ao seu poder, Chorão utiliza esse poder como uma segunda alternativa caso a primeira habilidade falhe, assim, ele é capaz de comover o povo ao seu redor e, além disso, intimidar o alvo com sua influência.

Astro Radical: Chorão é dotado de um espírito jovem e radical que o permite ter o acesso a quase todos os instrumentos do Rock, sabe a linguagem das ruas e andar de Skate, essa habilidade serve como um Buff para seus discursos e melodias, podendo ganhar mais afeto do público e de seus alvos com suas manobras de skate ou com suas habilidades com os instrumentos que se manifestam no campo com seu comando.

Meu Novo Mundo: Utilizada como último suspiro, Chorão é capaz de manifestar um desejo para mudar o mundo, ou seja, mudando o destino para poder reescrever a história para que ela siga em paz livre de determinado perigo. Essa habilidade esgota o espírito bondoso de seu usuário, o matando no processo.

Champignon: Através da bondade dos justos, Chorão é capaz de renascer no coração de uma alma pura que ele tenha influenciado com suas melodias, apesar de viver no coração de todos os jovens, somente aquele de bondade extrema é capaz de renascer o espírito de Chorão e mantê-lo vivo para que seja passado para mais futuras gerações.

História: Sendo de origem humilde e sonhador, Chorão foi um garoto de periferia que desde a infância vem sendo apresentado a dura realidade Brasileira, no entanto, as dificuldades sociais não impediram o garoto de seguir seu sonho no caminho da música que ganhou logo o afeto do público.

Sendo sempre de coração bom e justo, Chorão despertou em seu ser uma capacidade nata de reunir os espíritos jovens em um grupo que se tornassem totalmente iguais e tivessem voz frente a sociedade, foi capaz de dar a esse público um seguidor e salvador que fosse capaz de plantar em seus corações a bondade e a humildade.

Seu rápido sucesso não se deu pela voz, mas sim pelo que a música trazia em seu interior, os versos feitos inteiramente voltado para um público específico que até mesmo cativava aos mais velhos, Chorão agrupa uma grande quantidade de fãs e influenciou jovens os tirando de situações ruins para que dessem reviravoltas em suas vidas.





REGRAS


1º - Não existe ordem de postagem.
2º - Limite de tempo é 48 Horas, passou, será pulado.
3º - 2 vezes sem postar gera desclassificação e morte do seu tão amado personagem.
4º - As lutas acabam quando um dos dois ficar incapacitado, e se "render" ao enredo, sendo preso/morto etc.
5º - Qualquer tipo de dano é aplicado através da Lógica. Ex: Seu soco não machuca o Hulk, mas se você derrubar um prédio em cima dele machuca. Dat Beard





____________________________________________________


"Cada caso que eu pego encerro, oras, é elementar"


Citação :

- Minha fala.
- Fala Npcs/Players.
"Pensamento"
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Fanalis B. Ria
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MensagemAssunto: Re: [JOGO] HDB - Ato 2 - A paz encontra a Ira   Seg 14 Maio 2018, 17:44


Matando Adoidado?! A Saciá Pererê!



Não havia visto de onde aquele maldito caçador havia pulado, o importante é que eu fugi e o idiota agora está morto, eu sei mais ou menos para qual direção fica minha casa, mas não sei à que distância está. Bem, embora eu queira voltar, esse lugar não me parece tão ruim assim, acho que posso explorar um pouco esse rio gigante de água salgada, ou seja lá o que for isso, acho que ouvi falar uma vez, se não me engano se chama mar ou algo assim, talvez tenha algumas pessoas para atormentar por aqui, pensava enquanto dava uma tragada em meu cachimbo e solva minha risada casual.

“Só mais algumas pessoas para matar minha vontade. Não deve ser muito difícil encontrar mais algumas...”

- Cicicicici... -


Após passear um pouco invisível em meu tufão, me deparo com algum tipo de construção estranha, me perguntaria quem perderia tempo fazendo algo assim, parece bem mais detalhada que as casas dos fazendeiros que costumo matar, até que de certa forma é bonita, mas não chega nem perto das belas paisagens naturais da minha terra. Via várias pessoas naquele lugar, não sabia o que estavam fazendo, mas era perfeito, já fazia tempo que eu não matava ninguém, soltava um tufão no lugar e aqueles fracotes começavam a sair voando e morrer um a um, apenas tentavam fugir e não conseguiam, era hilário se comparado aos índios que eu geralmente mato, esses idiotas sequer reagem, apenas saem voando por ai e morrem, muito engraçado, ficava pensando enquanto ria histericamente sem parar tanto em falas quanto em pensamentos e as pessoas morriam aos poucos.

- Cicicicici... Cicicicici... Cicicicici... -


“Morram idiotas, morram. Cicicicici.”


Eu estaria me divertindo muito matando aquelas pessoas, talvez nem percebesse a aproximação de ninguém em meio a minha diversão, mas se visse alguém sem fugir de mim, ficaria pasma, quer dizer, o que tem de diferente nessa pessoa em relação as outras que estão aqui? Bem, não deve ter nada, apenas deve ter ficado em choque e seu corpo não responde mais para fugir, mas pode ser que... Bem, não vou arriscar ser atacada... Se ele tiver mesmo coragem, talvez eu possa brincar com ele mais ainda do que causar uma simples morte, vamos ver do que ele é capaz, cessaria meu tufão que usara para matar centenas de pessoas até alguns momentos atrás, olharia para ele, daria uma bela tragada em meu cachimbo para dar um tempo em minhas risadas e recuperar meu fôlego para falar, soltaria toda a fumaça e no que fizesse isso, falaria empolgada por já ter matado todas aquelas pessoas de uma vez só, mesmo que ele não me ouvisse pela distância, afinal, não me importo com ninguém além de mim mesma.

- Então você tem coragem para me desafiar? Preferia continuar com aqueles fracassados covardes, mas se acha que é tudo isso, vamos ver então. Cicicicici. -

Daria mais uma tragada prolongada em meu cachimbo, soltaria a fumaça provida pela queima do tabaco e no que soltasse, conforme a fumaça desaparecesse, uma fumaça branca e espessa surgiria em meu pé e subiria cobrindo meu corpo, não demoraria até que me cobrisse completamente e se dissipasse assim como àquela criada pelo meu cachimbo, mas quando ela se dissipasse, algo estranho ocorreria, eu ficaria invisível, isso mesmo, ficaria invisível para atazanar um pouco meu desafiante, sequer me importaria que ele visse minha habilidade, não esperaria muito dele. Assim que ficasse invisível, me aproximaria pulando para perto dele não tão rápido, tentando não fazer barulho para que ele não percebesse minha aproximação, não o atacaria se ele não me atacasse, quando me aproximasse, colocaria minha mão direita em seu ombro e rapidamente a tiraria, me afastaria um pouco segurando a risada, mas rindo internamente igual uma Cuca cozinhando crianças em um caldeirão, depois, me aproximaria novamente e passaria minha mão direita em sua panturrilha para pirraçar mais aquela pessoa antes de matá-la, logo que fizesse isso, me levantaria dando um sopro em seu ouvido e novamente pularia, dessa vez para trás nos dando algum espaço logo depois de brincar um pouco, agora era a hora da verdadeira diversão.

Acharia que já havia feito bastante das minhas traquinagens de Saci, matar ele seria ainda mais divertido. Me mantendo invisível, sairia pulando com minha única perna com toda velocidade que tinha para cima daquele homem, assim que me aproximasse suficientemente, daria um pulo em sua direção com mais impulso que os usados para me locomover, girando meu corpo no ar e dando um chute na cara daquela pessoa com toda minha força tentando o jogar para longe já morto com o impacto, logo que desse o chute, se ele não fosse lançado para longe, me afastaria dele usando o próprio impacto para saltar para trás dando alguns mortais mesmo que ninguém pudesse me ver e cairia em pé, se ele fosse jogado longe, ficaria onde antes ele estava. Caso ele não voasse, assim que me afastasse, ficaria o encarando impressionada com sua força, fazia tempo que não enfrentava um oponente que aguentasse um chute desses, pensaria já falando enquanto estava abismada por dentro, mas com a voz normal e com meu tom natural brincalhão de Saci de sempre.

“Ele é mais forte que um humano comum, não gosto de gente forte, que ódio.”

- Nada mal para um simples humano, mas nem se compara a mim... -


Caso começasse a falar algo que começasse a me afetar de maneira negativa em relação à minha verdadeira natureza de Saci, antes, durante ou depois que eu fizesse meu ataque, simplesmente me transformaria em uma cascavel, como as cobras são surdas e têm uma visão ruim, ficaria imune à escutar palavras que causassem qualquer efeito negativo à mim, utilizaria minha língua como sensor para me mover, além de vê-lo e senti-lo pelo calor. Logo depois utilizaria meu truque de Saci chamada Império dos Sacis, permitindo criar cinco clones e como eu estaria na forma de cascavel, todos meus clones também ficariam, os clones surgiriam acima de mim como se saíssem de um ninho de cobras, antes de nos separar e deixar que o homem contasse o número de cascavéis que haviam surgido, deixaria os clones por cima de mim e ficaria invisível. Então mandaria os clones em um ataque conjunto, enquanto nos aproximássemos, o cercando e dando botes por todos os lados, nesse tempo, eu que estaria invisível deslizaria para pegar proximidade dele. Assim que me aproximasse o bastante daria um bote em seu pescoço na tentativa de um golpe fatal somado com todo o veneno que eu e meus clones espalharíamos em seu corpo.

Se em algum momento, o homem tentasse me atacar com alguma arma, dando um chute ou soco, eu me esquivaria da melhor forma possível no momento, retirando o corpo da direção do ataque caso conseguisse, me agachando ou dando um salto para trás em ultimo caso, se percebesse que não conseguiria me esquivar, colocaria meus braços na frente para pelo menos reduzir o dano. Caso me acertasse, eu ficaria furiosa e persistiria no golpe que havia planejado, sendo que se tentasse me afetar com sua voz enquanto eu não estivesse transformada em cobra, assim que percebesse a verdadeira natureza de suas falas, colocaria os dedos nos ouvidos para não escutá-lo enquanto fizesse minhas molecagens de Saci.


OFF:
 

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