A Grande era dos Piratas



 
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 Caesar Crassus

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AutorMensagem
ADM.Bowel
Administrador
Administrador
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Créditos : 62
Warn :
Data de inscrição : 13/09/2015
Idade : 28

MensagemAssunto: Caesar Crassus   Ter 01 Maio 2018, 05:02

~ PESSOAL ~


Nome: Caesar Crassus
Idade: 23 anos
Altura: 1,95m
Peso: 79 kg
Mão predominante: destra
Sexo: masculino
Raça: humano
Tamanho/Espécie: normal
Origem: Dio Island
Localização: Centaurea Island
Grupo: Civil


~ ATRIBUTOS ~


(Começa com 10 pontos, BÔNUS RACIAL EM AZUL E BÔNUS DE EDC EM VERMELHO)

LEVEL: 1
EXP: 10/25
BERRIES: 50.000

HP: 44
SP: 62

DANO: 0 +  2 = 2
ACERTO:0 = 0
PONTARIA:2 +  2 + 3 = 7
ESQUIVA: 0 + 2 + 3 = 5
BLOQUEIO: 0 = 0
RESISTÊNCIA: 1 = 1
PERCEPÇÃO: 3 +  2 = 5
MANIPULAÇÃO: 4 + 2 = 6
VELOCIDADE DE ATAQUE: 3 = 3


KENBUN-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050
BUSOU-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

~ ESTILOS DE COMBATE ~

Citação :
• Estilo de Combate: Atirador
LEVEL DE COMBATE: 1
EXP DE ESTILO: ~PRIMÁRIO NÃO POSSUI EXP~

~ Perícias ~
Citação :

• História
• Lábia
• Engenharia

~ Ofícios ~
Citação :
• -

~ FAMA & REPUTAÇÃO ~

Photoplayer:
Spoiler:
 
Alcunha: -
Recompensa: -
Citação :
LINK DOS JORNAIS:
~ AKUMA NO MI ~

Citação :
Nome: -
Tipo:
Energia:
Bonificação:
~ EQUIPAMENTOS ~


• ARMA(S)
-Nome:
Bônus:
Dano:
Requerimentos:
Custo:

• CABEÇA
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• TRONCO
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• BRAÇOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• MÃOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PERNAS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PÉS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

~ INVENTÁRIO~

(MÁXIMO DE 10W)
-


~ EMBARCAÇÕES ~

Nome:
Tipo:
Descrição:
Velocidade:
Número de tripulantes máximos acomodados:
Lotação máxima no transporte:
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:
Canhões:

~ TÉCNICAS ~

• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ TÉCNICAS SUPREMAS~

• -X-
• -X-
• -X-


~ EXTRAS ~


APARÊNCIA: Alto e magro, o ex-nobre não consegue desapegar da altivez de seu andar, movendo-se como um nobre. Seu rosto, fino e comprido, é coberto por uma máscara alva, com uma fina brecha em sua boca, assemelhando-se a um sorriso (mais macabro do que alegre) e nos olhos, que permitem ver apenas, em algumas ocasiões, um brilho amarelado do que deve ser seus olhos. Ela cobre suas finas sobrancelhas, sua boca levemente torta e o formato de seus olhos amarelados. Suas vestes mantém o estilo da nobreza do mundo, com uma jaqueta com o colarinho dobrado para fora, com as costas alongadas e bifurcadas. Sob ela, uma camisa branca com uma gravata-borboleta no pescoço. Nas pernas, uma calça risca de giz escura. Traz nas mãos um par de luvas brancas e, sobre a cabeça, cobrindo os fios loiros, uma cartola.

PERSONALIDADE: Bastante simpático e bajulador, Hiruko sempre busca conquistar seus ouvintes com uma fala elogiosa e inteligente. É calmo na maioria das ocasiões, raramente perdendo o controle sobre seus pensamentos e ações – no entanto, é distraído. Sua atenção se prende apenas às coisas que muito lhe interessam. Tende a gesticular bastante enquanto fala. Superficialmente, essas são suas características de destaque. No entanto, há outras mais internas e ocasionais:
- Não termina um confronto até que seu adversário ou morra ou admita abertamente a derrota e o fracasso;
- Crê que todos que têm conquistas, fama, fortuna e etc. devem merecê-la. Os que não as merecem, devem ser executados; os que não as têm, deve receber o poder para buscá-las ou falhar miseravelmente;
- A tarefa de Caesar é dar aos miseráveis, injustiçados ou simplesmente a quem lhe pagar melhor os meios para obter suas conquistas, que não podem ser hereditárias;
- Sua noção de justiça e injustiça, bem e mal, é turva, adotando uma posição bastante relativista com relação a essas questões;
- Tem certo prazer em fazer alusões a causos históricos que ouvira falar ou lera (sem qualquer garantia de veracidade, desde que se adapte à ilustração que deseja);
- Ideal revolucionário deturpado, combatendo a nobreza e a tirania através do empoderamento bélico para os mais fracos, objetivando dar ao fraco uma oportunidade de tornar-se forte. Eventualmente, o fraco que se torna forte pode vir a oprimir ou quem o oprimia ou outros oprimidos, o que dá um novo início ao ciclo e torna a “missão” de Caesar sem fim, como uma manutenção de sua própria revolução que nunca termina de revolucionar.


HISTÓRIA:
Quem nasce sobre o berço dourado da fortuna provavelmente adorará manter-se cômodo, esbanjando privilégios e repousando sua exaurida fronte sobre o travesseiro feito da mais rara pluma, da mais rara ave, com toda sua história repleta de sangue e suor dos pobres. Não é? Bem, não necessariamente. Conhecemos ao menos um homem que, embora desejasse a riqueza, desejava tão somente a sua riqueza. A ele batizaram Caesar Crassus, o herdeiro legítimo dos negócios da família Crassus, dona de uma grande mineradora de matérias-primas, que fornece materiais ao Governo há décadas (quiçá séculos). Mas a natureza é sábia em suas ações, e tudo que sobe, cai: foi assim com os Crassus.
Um nascimento conturbado, repleto de riscos de morte para mãe e filho tornou o evento um grande espetáculo dramático, pois por nove meses ninguém tinha coragem de afirmar com certeza que a criança nasceria e alimentar a possibilidade de um grande e frustrante fracasso, ou que ela não sobreviveria, e tornar doloroso todo o período de gravidez. Mas toda a história é feliz, quer queiramos ou não – mas ela é feliz apenas para um dos lados. Aos olhos desavisados que querem ajuizar toda uma vida, todo um evento, apenas pelos fenômenos restritos e momentâneos a que tem acesso direto, aquele futuro papai era um homem excelente. Sem pestanejar, ao primeiro sinal de dor de sua amada mulher, ele a levava, tão ligeiro quanto o dinheiro pode pagar, para o maior especialista da região e, se precisasse, importava-os, chamando de regiões mais distantes médicos, comprando aparatos; enfim, não havia dinheiro a ser poupado por sua família. Certo? Mas é evidente que não. Repete-se: quem não conhece todo o evento, não deve julgar seu todo pelas partes. Infelizmente eles não viam os raros momentos de privacidade dos dois. As lágrimas que escorriam os olhos daquela singela nobre, que naquele momento sentia o desprazer que, provavelmente, várias famílias que a serviam também sofreram, e sem tanto dinheiro e, consequentemente, sem tanta perspectiva, não eram das dores, ou do medo da morte. Na verdade, a situação tornava sua morte melhor do que perder a criança. Ela era a herdeira da família, talvez a única devido a idade dos dois, que demoraram a conseguir sucesso em conceber um filho. E o grande homem de família fazia questão de lembrá-la disso. Afinal, se “ela deixasse” a criança morrer, “a família Crassus morreria junto”, “toda nossa conquista seria jogada no lixo”, além de que “se isso acontecer, você vai voltar a ser aquela camponesa nojenta que era antes de eu te conhecer”, ou “os Tenryuubitos ficarão tão irritados que vou ser obrigado a te entregar a eles como pagamento por tão grande perda (o patrimônio dos Crassus), e talvez tenha que entregar a minha vida também! Ou pior, os negócios vão ser vendidos à outra família!” Com certeza, era uma família sensata e equilibrada, como tantas que vemos entre os altos e inacessíveis degraus da sociedade.
Eis que, com um largo sorriso no rosto, o pai Crassus chora (homem que nunca se vira chorando, afinal, foi educado como um devido varão), enquanto acariciava o rosto de sua esposa. “Eu sabia que podia contar com você, querida... Eu estou tão feliz!” diria, enquanto seu filho, esperneando e respirando por conta própria, era levado pelos médicos para os devidos tratos. Ela com certeza estava felicíssima pelo sucesso do parto. Não é? Talvez nunca saibamos, pois o rosto que tão apaixonadamente e orgulhosamente era acariciado já estava oco de qualquer sopro de vida. O parto foi o ápice do drama, e a mulher depositou em seu filho a vida que lhe saia do corpo. Felizmente o fim sempre é feliz para alguém. Se não foi para ela, o foi para o pai Crassus.
Sob mordomia, luxos, riqueza e escravos, mas também sob rigor, violência, impaciência e expectativa, Caesar viveu. Obrigado a aprender tudo sobre os assuntos referentes à mineração e à administração, em pouco tempo seu corpo era inteiramente outro, pois a quantidade de sangue e pele que perdia em suas punições com certeza dariam para formar outros vinte Caesares. Aquele assunto desinteressante, aquela informação que para ele se resumia a pedras e barros e o tanto de números e operações simplesmente não marcavam sua mente. Esquecia tão logo seus olhos terminavam de ler. Nem mesmo os maiores professores de ciências e matemáticas foram capazes de colocar-lhe na cabeça as questões mais importantes para o mantimento dos negócios dos Crassus. Sua situação, no quesito punição, não era diferente dos humildes funcionários da família, embora se diferenciasse radicalmente em todos os outros aspectos.
Certo dia, porém, perambulando pela biblioteca de sua cidade em busca de um livro indicado por seu tutor (pelo menos o nome o decorou, embora abaixo de chibatadas), acabou perdendo algum tempo olhando as sessões que aquele lugar tinha a oferecer. Lá conheceu os assuntos menos científicos e mais humanos. Não tardou que se apaixonasse pelos livros de história, embora também percebesse certa admiração por filosofias e psicologias. Tanto se interessou que sua mente memorizou o nome de dezenas de obras. Pegou algumas de história, seu livro de qualquer coisa que já não se lembrava mais do que se tratava, mas lembrava pelo menos a ordem das letras e isso lhe bastava, e voltou para casa. Com uma vela, nos aposentos de seus servos, lia sobre os eventos que já passaram, suas descrições, motivos, conclusões, e tudo lhe interessava. Mesmo os testemunhos mais fantásticos e absurdos pareciam ter-lhe algum sentido. Aprendeu, durante alguns anos, sobre a história do mundo, também descobrindo que há histórias que se perderam e, infelizmente, sobram apenas fragmentos ou nada. Tinha, então, sete anos (foi letrado o quanto antes, embora aprendendo as línguas mais demoradamente que as outras crianças, o que o fez apanhar por envergonhar seu pai).
Até seus 19 anos, agora já tomando parte de alguns setores dos negócios familiares (seu quarto, agora, era repleto de anotações para não se esquecer dos pontos mais importantes de sua profissão, pois depender somente de sua memória não era o bastante, visto que aquilo continuava desinteressante), permaneceu com seus estudos às escuras. Tornou-se, apesar de seu desconhecimento das ciências, tão fluido e certeiro em suas palavras, sabendo quando e com quem empregá-las, que mesmo sua ignorância não foi párea contra sua sedução (não em sentido sexual), o que lhe rendeu grandes frutos. Para sua infelicidade, foi nessa idade que seu pai descobriu seu terrível desvio de conduta: o estudo. Ele devia, claro, ser um gênio, mas apenas no que cabe a um nobre: um gênio sobre seus negócios e sobre as letras e artes (claro que as mais abstratas e menos críticas), sobre as coisas do mundo, não da vida, da sociedade e, principalmente, do que passou. Mas para Caesar isso não fazia sentido. Por que deveria desapegar do passado ao mesmo tempo em que dá continuidade a um negócio passado? Essa e outras incongruências de sua família faziam-no perceber, de pouco em pouco, que sua família e a grandessíssima maioria que os rodeavam eram inchados do mais puro e límpido nada. Suas palavras, suas maneiras, seus estudos, eram nada menos do que um grande compilado de reproduções do que queriam que eles pensassem. Afinal, por mais nobre que seja, nunca se está no topo da pirâmide: há três grandes poderes no mundo e a nobreza não está sobre nenhuma delas. O governo, os piratas e os revolucionários são inalcançáveis a seus toques frágeis de realidade, e eles não são nada além dos pilares dos primeiros. Meras colunas construídas para sustentar algo maior e mais elevado, uma abóbada que, apesar de desejarem, atingem seu limite antes mesmo de seu começo real.
Então, ele se tornou um grande crítico da nobreza e desejou unir-se aos revolucionários, ou desiludiu-se com o mundo e optou por adentrar no mundo livre dos piratas, correto? Claro que não – era estudado demais para querer ser um bárbaro como os piratas, bem como para querer espalhar a liberdade de que tanto se orgulha mesmo estando preso aos grilhões da responsabilidade dos revolucionários. Ambos veem a frente sem ver suas laterais: são como cavalos. Mas eles não se gostam, na verdade se odeiam, e nisso cada um puxa a carroça do mundo em uma direção, tornando-a, diferentemente do que dizem, instável, desequilibrada e em constante risco de ruptura. Quando ela se romper, qual será o mundo que cada um deles vai regrar? Ou vão dividi-la em três e cada um comandar um pedaço? Caesar queria ir mais além. Não queria ser um livre sem rumo, nem ceder a sua liberdade enquanto prega a liberdade. Obviamente também não queria ser um nobre. Não recusaria o título se o merecesse, mas não seria como aqueles cascos ocos e frágeis. E o mais importante: seu título devia se dar no presente, não no passado. Sua vida deveria ser pautada por suas conquistas, não pela herança de conquistas que nunca sequer teria a capacidade de reproduzir. É muito fácil dar seguimento ao que já está estável, mas não criar a estabilidade. Esse seria seu norte, e ele se desenvolveria radicalmente ao longo dos próximos quatro anos.
Já com vinte e três anos, participou de uma reunião de negócios entre os sócios e os gerentes dos negócios Crassus. Sua maneira de falar não demorou a encantar seus ouvintes durante esses três anos, logo sendo cotado para representá-los para outros grandes nomes e, principalmente, para os Tenryuubitos. Seu pai, contudo, não sabia se sentia medo ou orgulho. Por um lado ele estava comandando, praticamente, a empresa; por outro, o pai Crassus ainda estava vivo e, portanto, ainda não era hora de Caesar o fazê-lo. Mas era inegável que ele era o melhor discursador da mesa.
Às vésperas de sua reunião com um nobre do East Blue, que provavelmente expandiria o alcance dos negócios, uma importantíssima reunião foi feita. Ela ditaria os novos rumos da empresa sob a representação de Caesar Crassus. Contudo, seu discurso levantou ódio e fez os ânimos se exaltarem. Não demorou para que ameaças de morte fossem lançadas contra o jovem rapaz. Mas o que um homem tão bom nas palavras poderia dizer para criar uma revolta generalizada na sala de reunião? Talvez fosse suas críticas duras à herança hereditária de riquezas dos nobres, ou os trechos onde falava que os negócios Crassus já estavam em tempo de acabarem e cederem seu espaço para a ascensão e mérito de outra família. Ou porque disse que todos ali eram tão sábios quanto a cadeira onde ele colocava sua bunda. Enfim, algo os incomodou, apesar de não sabermos exatamente o que.
A porta da sala foi arrombada. Gritos desesperados chamando por toda a sorte de autoridade e segurança se espalharam pela torre. Pai Crassus reconheceu os invasores: eram todos seus criados, e eles carregavam metralhadoras. Com ódio, sua cabeça rechonchuda e já rubra com suas veias a ponto de explodirem em sua testa, ele ordenou que aqueles meros capachos colocassem-se em seus devidos lugares. “Eles o estão, papai. Como eu disse, apenas os que merecem devem realizar seus desejos. Eu os dei poder para merecerem, e o desejo deles é a liberdade.” A fumaça logo exalou dos canos, as balas perfurando desordenadamente os corpos dos executivos, as paredes, a mesa, tudo – exceto Caesar. A partir desse fatídico evento, os cofres e as contas ligadas à Mineradora Caesar foram zeradas, e um êxodo de famílias para os outros blues foi, talvez, um dos maiores eventos imigratórios daquele tempo. Talvez ninguém tenha certeza do porquê de tantas pessoas cheias de dinheiro irem para outros blues: eles não eram ricos, apenas estavam. Se conseguiram manter sua fortuna ou não, pouco importa. O poder lhes foi dado, e o que fizeram com ele define se o mereceram ou não. Mas quem eram eles, afinal? Apenas os escravos da casa Crassus e suas famílias.
O que aconteceu com Caesar? Ninguém de sua cidade natal sabe ao certo, mas acreditam que ele participou do êxodo. Para onde foi, como ou o que pretende, nenhum deles sabem. Sabem apenas uma coisa: ele levou consigo um de seus itens mais valiosos, que é uma máscara que usava sem motivo algum. Mas, naquela ilha, sua cabeça certamente está a prêmio. Mas é evidente que as outras grandes famílias das redondezas não compactuam com essa caça, visto que ele abriu o mercado de minérios para vários outros.

~ VANTAGENS E DESVANTAGENS ~

(MÁXIMO DE 6 PONTOS GASTOS. TODOS COMEÇAM COM 2)

Vantagens:
• Temperamento calmo
• Genialidade
• -X-

Desvantagens:
• Distraído
• -X-
• -X-


~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Link da Mini Aventura concluída ou da ficha antiga cancelada: http://www.onepiecerpg.com/t40031-mini-angest-vernunft-a-angustia-da-luz-o-prazer-da-sombra

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Ficha | Aventura





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