A Grande era dos Piratas



 
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 Baranor Vult

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ADM.Bowel
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Créditos : 62
Warn :
Data de inscrição : 13/09/2015
Idade : 28

MensagemAssunto: Baranor Vult   Qui 26 Abr 2018, 14:43

~ PESSOAL ~
Nome: Baranor Vult
Idade: 20 anos
Altura: 1,80m
Peso: 75 Kg
Mão predominante: Direita
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho/Espécie: Normal
Origem: Desconhecida
Localização: Organ Island
Grupo: Civil


~ ATRIBUTOS ~


(Começa com 10 pontos, BÔNUS RACIAL EM AZUL E BÔNUS DE EDC EM VERMELHO)

LEVEL: 1
EXP: 10/25
BERRIES: 50.000

HP: 44
SP: 62

DANO: 01+ 02 EDC = 03
ACERTO: 01 +03 R +02 EDC = 06
PONTARIA: 00
ESQUIVA: 02 +03 R +02 EDC = 07
BLOQUEIO: 01
RESISTÊNCIA: 01
PERCEPÇÃO: 02 +03 R = 05
MANIPULAÇÃO: 02 +03 R = 05
VELOCIDADE DE ATAQUE: 03


KENBUN-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050
BUSOU-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

~ ESTILOS DE COMBATE ~

Citação :
• Estilo de Combate: Ninja
LEVEL DE COMBATE: 1
EXP DE ESTILO: ~PRIMÁRIO NÃO POSSUI EXP~

~ Perícias ~
Citação :

• Arrombamento
• Furtividade
• Lábia
• -X-
• -X-

~ Ofícios ~
Citação :
• Gatuno
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ FAMA & REPUTAÇÃO ~

Photoplayer: Dengeki Daisy – Daisy
Spoiler:
 
Alcunha:
Recompensa:
Citação :
LINK DOS JORNAIS:
~ AKUMA NO MI ~

Citação :
Nome:
Tipo:
Energia:
Bonificação:
~ EQUIPAMENTOS ~


• ARMA(S)
-Nome:
Bônus:
Dano:
Requerimentos:
Custo:

• CABEÇA
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• TRONCO
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• BRAÇOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• MÃOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PERNAS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PÉS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

~ INVENTÁRIO~

(MÁXIMO DE 10W)

~ EMBARCAÇÕES ~

Nome:
Tipo:
Descrição:
Velocidade:
Número de tripulantes máximos acomodados:
Lotação máxima no transporte:
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:
Canhões:

~ TÉCNICAS ~

• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ TÉCNICAS SUPREMAS~

• -X-
• -X-
• -X-


~ EXTRAS ~


APARÊNCIA: Baranor Vult é um rapaz de cabelos brancos, talvez magro demais para sua altura, o tipo de pessoa que provavelmente passa a imagem de ser alguém que não faz mau a um inseto. Seus olhos possuem uma cor cinza muito bela, que faz com quem os olhe, tenha a impressão de que está sendo visto até o mais profundo dos seus segredos. Não possui tatuagens ou sinais de nascença visíveis, porém carrega consigo uma cicatriz que vem do meio de sua cabeça até o início da à testa e que só fica evidente quando o rapaz passa a mão na sua franja, uma coisa que evita devido ao ferimento. Seu corpo não é musculoso, mas tem um condicionamento físico muito bom, devido seus treinamentos ninja.

PERSONALIDADE: Baranor é uma pessoa gentil e com um humor afiado, ainda mais em situações tensas quando não consegue controlar seu nervosismo e faz diversas piadas, muitas vezes sem graças. Além do lado gentil, o rapaz esconde uma personalidade forte e protetora, que utiliza sempre que necessário quando seus amigos e parentes estão em perigo (esses últimos, Baranor não sem lembra muito bem devido a um fato que ocorreu em sua historia), não medindo esforços para derrotar um inimigo ou concluir uma tarefa. Por conta de sua formação ninja, o rapaz é muito centrado em relação a ordens superiores, pondo as independentes de quais sejam as suas próprias opiniões, pois sempre julga que seu mandante tem um motivo para justificar tal pedido.

HISTÓRIA:  HISTÓRIA:  Tudo o que ele se lembra são apenas flashes de algo que hoje imaginasse ser apenas um sonho ou um pesadelo. Suas memórias mais concretas são de uma velha senhora que cuidava dele todos os dias, enquanto se recuperava de seu ferimento, um imenso corte que vinha do meio de seu crânio até o começo da sua testa. Por dias, ele acordou no mesmo momento do sonho, homens de roupas pretas subiam paredes ao seu lado enquanto pessoas corriam atrás deles com tochas e espadas, não se lembrava do porque fugiam ou para onde iam, apenas de uma voz rouca e forte dizendo – Vamos Baranor, já estamos quase lá! – E em seguida uma dor dilacerante em sua cabeça, os olhos começavam a ficar turvos, o homem de roupa preta estendia a mão gritando algo e o corpo do garoto ia caindo. Acordava ensopado de suor, na cama com a velha senhora ao seu lado fazendo tricô e com um prato de sopa quente.

Quando parou de sonhar e conseguiu ter noites tranquilas, também conseguiu sair da cama e dar os primeiros passos, ao que lhe informará a senhora, havia ficado acamado por 2 semanas. Não tinha a firmeza nas pernas de outrora e muito menos conseguiria andar em paredes como em seus sonhos, mas tinha certa agilidade para alguém da sua idade. Batchan Inoe que lhe contou como ele foi encontrado, uma noite ela estava voltando para casa depois de recolher troncos no bosque e pisou em uma poça de sangue, ao seguir o rastro encontrou Baranor caído com um corte na cabeça e perdendo muito sangue rapidamente. Por sorte sua casa não estava longe e o rapaz não era tão pesado e ela conseguiu o arrastar a te lá. Tratou seus ferimentos, o corte na cabeça e as demais escoriações que ele tinha pelo corpo. O garoto ficava repetindo a mesma palavra – Vult! Vult! Vult! – E a principio a senhora achará que esse fosse o seu nome, porém quando tirou as roupas do rapa para lava-las, encontrou uma medalha com o nome Baranor escrito. Inoe então passou a chama-lo de Baranor Vult.

Baranor ajudava a velha senhora com os afazeres do dia a dia e gostava muito de sua companhia e ela da dele, porém devido a sua idade avançada, Inoe acabou ficando doente. O rapaz fez tudo o que pode e o que ela lhe mandava fazer para tentar prolongar sua vida, mas esses esforços foram em vão. Antes de morrer, a velha senhora lhe contou sobre a noite em que o encontrou, contou também que nos dias que se seguiram a marinha e outros aldeões procuraram por uma pessoa de vestes negras que fora atingida durante a fuga após um assalto a mansão de um rico homem da ilha. Diziam que se tratava dos Vultos, clã de ninjas que pareciam com sombras e haviam aportado em Organ Island há alguns dias. Ela lhe revelou que mentiu para todas as pessoas que apareceram e lhe perguntavam, mas por viver reclusa em meio ao bosque, as visitas pararam de acontecer e ela pode cuidar melhor dele. Ela pediu que abrisse um baú onde guardava suas roupas e procurasse no fundo dele, lá estava escondida a roupa que ele usava quando foi encontrado por ela e a placa com o seu nome. – Foram às únicas coisas que você trouxe consigo, leve-as. Essa casa agora é sua. Fique o tempo que quiser e quando precisar voltar ela estará aqui. Posso não estar fisicamente, mas estarei sempre espiritualmente com você, meu neto postiço. – Dizendo isso, ela apertou sua mão, fechou os olhos e partiu. Baranor chorou sua morte. O rapaz pegou o corpo da velha senhora e o enterrou numa cova que ele mesmo cavará ao lado da casa.

Passou aquela noite lá e ao adormecer teve o mesmo sonho, porém com fatos anteriores aos que os outros continham.  Esse se iniciava no meio de uma grande sala iluminada com diversos itens decorativos de aparência cara. Em sua frente estavam quatro pessoas amarradas, duas crianças bem vestidas uma de costas para outra chorando, uma senhora loira, magra e também bem vestida tentava prender o choro, mas suas lágrimas corriam por sua face. E por fim um homem em um terno branco, extremamente corpulento, esse suava ao invés de chorar enquanto gritava diversas coisas. O rapaz não conseguia ouvir tudo o que ele dizia, ou não lembrava, mas conseguiu identificar uma frase – Vocês vão morrer, a marinha está aqui! – Nesse momento, tiros foram ouvidos e as portas e janelas perfuradas pelas balas. As outras figuras de negro ao lado de Baranor pegaram os sacos com os espólios que estavam no chão e começaram a correr em movimentos tão rápidos que se o garoto também não estivesse os executando, acharia que eram impossíveis. Eles correm pelas paredes e teto, enquanto os marinheiros entravam na casa e soltavam os moradores e outros vinham atrás deles. Mais tiros. Conseguiram chegar à parte de fora da residência, provavelmente pela brecha que haviam usado para entrar. Encontraram marinheiros começando a armar um cerco, mas esses foram facilmente deixados para trás devido à agilidade do bando. Dessa parte em diante, Baranor já começava a ver onde o sonho terminaria, mas prosseguiu mesmo assim. A cena se repetia, as falas, a dor, a queda. Mas uma coisa acontecerá de novo, ele se via com a visão enegrecida caminhando por entre as arvores, enquanto ao fundo via pontos brilhantes andando de um lado pra o outro, provavelmente as patrulhas atrás dele. Sentia se corpo ser arrastado e via uma figura de cabelos brancos e pele enrugada o levará dali dizendo – Vai dar tudo certo rapaz. Irei cuidar de você. - Acordou não cheio de suor e assustado como antes, mas com um sorriso em seu rosto, Inoe o salvará.

Em todo aquele dia, o jovem ficou pensando no sonho que tivera e com isso começou a se recordar de tudo que aprendeu no templo dos Vultos. Como das duas semanas inteiras que passou trancado em uma casa no meio da floresta, para seu treinamento de arrombamento. Primeiro, foi trancado em uma jaula no meio de uma sala e fora dela estavam um prato de comida e um garrafa de água, ele teria que sair da jaula para poder se alimentar, porem a porção era para apenas uma refeição, depois teria que abrir a porta da sala e sair para o próximo cômodo para se alimentar novamente. Foi deixado com ele apenas um kit de arrombamento, caso esse se quebrasse durante as tentativas, Baranor deveria tocar um sino presente em todas as salas para dizer que desistia, não era permitido destruir as portas e mesmo que ele quisesse não conseguiria, pois as portas eram de madeira maciça. O kit se quebrou no terceiro dia na segunda sala, mas ele não desistiu e com um arame que encontrou jogado e com muito empenho foi passando pelas portas, claro que ele levou muito mais tempo, mas isso o fez se tornar um dos melhores arrombadores do clã.

Também se lembrou da vez em que ele e os outros jovens membros do clã, executaram o treino de furtividade, no qual precisavam se mover pela floresta em volta do templo sem serem notados uns pelos outros e se capturarem, ganhava quem ficasse por ultimo, não importando quantos ninjas ele tivesse pegado. O objetivo principal era evitar ao máximo ser notado, quase como uma sombra, um vulto propriamente dito. Baranor ficou em segundo nesse caso, perdeu para um oponente mais velho, porem foi reconhecido pelos lideres por ser tão jovem e ficar tanto tempo no jogo. Esse treino durou três dias inteiros.

Por ultimo, talvez a lembrança que o mais divertiu naquele dia. A vez em que seu avô o ensinou os truques de persuasão, como usar a lábia para que as pessoas acreditassem no que ele dizia. Vovô era muito bom com isso, levou o jovem garoto para a cidade a fim de ensina-lo as técnicas. Foram até o banco da cidade, os dois bem vestidos, vovô foi até o caixa e disse – Quero todo o dinheiro do banco, AGORA! – o rapaz achou que era uma brincadeira e respondeu – Senhor, isso não é um asilo, por favor, sai, não tenho tempo para brincar. – Mas o ancião continuou – Rapaz, você sabem quem eu sou? Eu sou o dono desse lugar. Milorde Chiplounden. – E fez uma cara muito séria.

O rapaz gaguejou e chamou o gerente – Senhor Lee, senhor Lee. O senhor Chiplounden está aqui. – Que veio correndo verificar o ocorrido.

- Mas o que está acontecendo aqui, quem está aqui Tommy? – E ao ver o velho senhor o gerente ficou pasmo – Esse é o senhor Chiplounden?

- Claro que sou, seu idiota, ou acha que eu não sei quem eu sou? Ande me dê meu dinheiro ou demito todos vocês – Esbravejava ele.

- Mas senhor, temos regras aqui, suas regras, aliás. Precisamos fazer algumas perguntas e o senhor precisará assinar algumas coisas. – Diziam o gerente tentando tomar o controle.

- As perguntas são o quanto eu quero e a assinatura é da sua demissão. Vamos tragam o dinheiro, meu neto está com fome e eu também. Mas que droga, não posso nem pegar 100 mil no meu próprio banco para me alimentar? Por que ainda está aqui, está demitido, rua.

O gerente, sem saber o que fazer saiu quase aos prantos do banco e as outras pessoas pareciam apavoradas. – E agora, quem mais vai ser mandado embora para eu pegar o dinheiro? – E olhou nos rostos de um por um.

- Es-tá a-aqui se-senhor – Disse o caixa, Tommy, entregando um saco com varias notas para o velho.

- Preciso contar garoto? – perguntou ele.

– Não está tudo ai, pode confiar – Respondeu o rapaz.

- Ótimo, vamos Baranor, vamos almoçar – disse ele chamando o neto – Ei Tommy, é esse seu nome?  - Perguntou ao caixa.

- É sim, senhor - disse o atendente apavorado.

- Você é o novo gerente desse lugar. – E saiu pela porta, antes mesmo de ver o rapaz desmaiar após a nomeação falsa.

Do lado de fora do banco, o velho avô deu o dinheiro todo ao garoto e lhe disse. – Lembre-se, sempre firme com as palavras, a confiança é a alma da lábia, mesmo que não tenha certeza do que está fazendo, seja confiante. A outra pessoa sempre irá duvidar dela mesma e dar a você a razão.

Já estava escuro quando o rapaz deixará a casa em que estava, deu se ao trabalho de tentar bloquear o máximo possível a entrada para que ninguém invadisse e destruísse o lugar onde foi tão bem cuidado. Pegou um pequeno saco para guardar sua vestimenta ninja e algumas coisas para comer e partiu em direção a cidade, mas agora com um objetivo. Sabia seu nome, sabia quem era e quem procurava, só precisava partir da ilha e encontrar seu clã, os Vultos. Aqui começa a aventura de nosso jovem ninja.


~ VANTAGENS E DESVANTAGENS ~
Vantagens:
• Ambidestria (+1)
• Noção Exata do Tempo (+1)
• Aceleração (+2)

Desvantagens:
• Código de Conduta (-2)
• -X-
• -X-


~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Link da Mini Aventura concluída ou da ficha antiga cancelada: http://www.onepiecerpg.com/t41604-mini-baranor-vult-uma-nova-tentativa

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Fala
Fala NPC
Ficha | Aventura



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