A Grande era dos Piratas



 
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 Ellen Venturi

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AutorMensagem
ADM.Bowel
Administrador
Administrador
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Créditos : 62
Warn :
Data de inscrição : 13/09/2015
Idade : 28

MensagemAssunto: Ellen Venturi   Seg 23 Abr 2018 - 16:34

~ PESSOAL ~


Nome: Ellen Venturi
Idade: 17 Anos
Altura: 172 cm
Peso: 58 Kg
Mão predominante: Direita
Sexo: Feminino
Raça: Humano
Tamanho/Espécie: Normal
Origem: Grand Line
Localização: Conomi Island - East Blue
Grupo: Civil


~ ATRIBUTOS ~

LEVEL: 1
EXP: 10/25
BERRIES: 50.000

HP: 44
SP: 62

DANO: 1 +2
ACERTO: 0 +3 +2
PONTARIA: 0
ESQUIVA: 8 +3 +2
BLOQUEIO: 0 +5
RESISTÊNCIA: 1
PERCEPÇÃO: 0 +2
MANIPULAÇÃO: 0 +2
VELOCIDADE DE ATAQUE: 3


KENBUN-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050
BUSOU-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

~ ESTILOS DE COMBATE ~

Citação :
• Estilo de Combate: Taekwondo
LEVEL DE COMBATE: 1
EXP DE ESTILO: -X-

~ Perícias ~
Citação :

• Anatomia Humana
• Acrobacia
• Lógica
• -X-
• -X-

~ Ofícios ~
Citação :
• (ofício)
• -X-
• -X-

~ FAMA & REPUTAÇÃO ~

Photoplayer: Aeolian
Spoiler:
 
Alcunha: Aurora Escarlate
Recompensa:
Citação :
LINK DOS JORNAIS:

~ AKUMA NO MI ~

Citação :
Nome:
Tipo:
Energia:
Bonificação:

~ EQUIPAMENTOS ~

• ARMA(S)
-Nome:
Bônus:
Dano:
Requerimentos:
Custo:

• CABEÇA
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• TRONCO
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• BRAÇOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• MÃOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PERNAS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PÉS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

~ INVENTÁRIO~

(MÁXIMO DE 10W)

~ EMBARCAÇÕES ~

Nome:
Tipo:
Descrição:
Velocidade:
Número de tripulantes máximos acomodados:
Lotação máxima no transporte:
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:
Canhões:

~ TÉCNICAS ~

• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ TÉCNICAS SUPREMAS~

• -X-
• -X-
• -X-


~ EXTRAS ~


APARÊNCIA:

Ellen tem a pele pálida, as maçãs do rosto salientes e com algumas sardas que herdou da linhagem real do seu pai, bem como cabelos negros como a noite e levemente ondulados, e o rosto fino e delicado que veio de sua mãe. Seus olhos inesquecíveis são cor verde esmeralda salpicados de azul e avelã, sugerindo uma origem exótica. As curvas de seu corpo já são bem delimitadas devido aos anos de treino, sem excessos, além de apresentar uma estatura muito próxima do ideal. Seu corpo é esguio e bem estabelecido, chegando a ser atlética sem o excesso de músculos. Veste roupas simples e desprovidas de glamour, buscando reforçar a ideia de independência e liberdade - de superação do passado. Sua aparência definitivamente é uma capaz de capturar muito mais do que apenas olhares, exalando uma graça e elegância de forma natural - sedutora, porém não é vulgar.

PERSONALIDADE:

Ellen tem a disposição para fazer o que for necessário. Implacável, incansável, incorrigível, verdadeira consigo mesma e por isso sabe muito bem onde quer chegar. Repulsa injustiças massacrantes de rebeldes, governos ou indivíduos, não se importando em colorir o oceano no carmim mais profundo para alcançar seus objetivos. Ao mesmo tempo tem seu lado adolescente, gosta de se divertir, conhecer coisas novas, fazer amizades e desbravar o mundo. Devido aos maus tratos que recebeu durante o período que estava em cárcere, toda vez que vê outras meninas com menos de dez anos sendo torturadas, não consegue manter a calma e seu racional é bloqueado, se tornando apenas uma máquina que irá trazer justiça. Tem uma facilidade enorme em fazer amigos pelo seu jeito meigo e pela inocência que foi obrigada a cultivar para não enlouquecer. Trata seus amigos como verdadeiras jóias e luta por eles até o fim, enquanto seus inimigos são alvo de sua fúria desinibida.

HISTÓRIA:

Quando eu olho para trás e lembro de tudo que passei, tudo que vivenciei - as vezes penso que tive sorte em não enlouquecer. Não sou daquelas que gosta de ficar se lamentando da minha vida, cuspindo meus problemas nos ombros dos outros e esperando que as coisas se resolvam sozinhas. Que um príncipe em um cavalo branco vai aparecer e salvar o dia. Não, nada disso. Já que você está interessado em quem eu sou, acho que nada mais justo que entenda tudo que aconteceu, desde o começo. Muita coisa eu não lembro, afinal - nem havia nascido. Então as informações de segunda mão não são exatamente confiáveis, mas de resto, acredite em mim, é tudo um relato verdadeiro.

Astra Venturi, meu estimado e desaparecido pai, Regente de um reino qualquer - que agora são destroços - no meio desse oceano colossal que chamamos de Grand Line, era benevolente com seu povo. Amava artes, poesia, cultura e liberdade. Lutava para que tudo corresse da melhor maneira possível para seus súditos e era amado por isso. Esse foi o começo da tragédia. Tiranos e déspotas raramente gostam dos cochichos em seus domínios que há um lugar melhor onde seus escravos poderiam se refugiar. Onde poderiam encontrar o descanso e a libertação que tanto sonhavam. Então um clima tenso se estabelecia insidiosamente nos arredores do reino, a animosidade que já existia criou um tênue equilíbrio bélico que poderia ser rompido a qualquer momento. Não preciso dizer que ele era um homem muito bonito, elegante, charmoso e carismático - afinal, metade de minha herança veio dele! Por conta disso conseguiu alianças próximas e armou seus soldados, fortalecendo as defesas - queria no mínimo garantir que pensassem duas vezes antes da invasão - e conseguiu manter a situação nessa suposta paz por muitos anos por conta disso.

Em meio à essa tensão, em uma de suas rondas pela cidade. É, eu sei o que você está pensando. Quando ele me contou isso, também não acreditei! O que um Rei estaria fazendo no meio da rua em um período de guerra em que ele poderia ser assassinado a qualquer momento? Pura estupidez. Enfim, assim são os heróis? Não posso julgá-lo pois esse era um dos motivos que mais me faziam amá-lo do fundo do coração. Er! Desculpe, voltando. Em uma dessas rondas foi quando ele viu uma moça meio desajeitada passando um pano no que parecia um pedaço de pedra. Seus cabelos negros como a noite e um rosto que era capaz de causar guerras entre cidades capturou o coração mole do idiota do meu pai. Pois é, em uma caminhada aleatória encontrou a mulher que se tornaria minha mãe - Sofia Venturi. Adoraria dizer qual o sobrenome original dela, mas até hoje não descobri! É um dos grandes mistérios que tenho a resolver nessa minha irônica vida. Acho que podemos acelerar a parte em que viram pombinhos, se casam e uma doce e adorável menina nasce como primogênita. A joia do reino a qual beleza ofuscava qualquer tesouro. Uma dádiva divina que trazia luz e esperança para uma vida melhor para todos do reino. Um símbolo que a vida era incrível e o reino seguia de pé, contra as adversidades. Não é preciso dizer que essa menina maravilhosa, inteligente, habilidosa e, por modéstia parte, mais bonita da face da terra, era euzinha né? Ahem!

Minha mãe tinha uma habilidade incrível de encontrar tesouros escondidos e ruínas abandonadas repletas de riquezas e conhecimento. Aventurava-se pela ilha comigo enquanto encontrava minas de ouro, baús de jóias e tudo mais. Acabou deixando escapar que era uma arqueóloga vinda de uma ilha que já não existia há muitos séculos e seu objetivo na vida era descobrir o que aconteceu tantos anos atrás. Acabou ensinando Ellen o ofício, guiando seu intelecto genial a formar pensamentos lógicos e despertou nela a vontade de viajar pelo mundo conhecendo coisas novas. Aprendeu com seu pai também a se defender, incluindo pontos fracos no corpo humano, detalhando cada parte da anatomia e a se movimentar com graça e leveza, realizando acrobacias. O reino apresentou um crescimento econômico, militar e social vertiginoso! Então podemos dizer que minha mamãe Sofia foi a causa da destruição desse reino esquecido. Os antigos aliados que mantinham o equilíbrio regional foram tomados por inveja se viraram contra meu pai. O próspero reino foi invadido por uma nova coalição que era composto desses mesmos amigos que juraram cobrir as costas um dos outros nem que isso custasse a vida do último cidadão sob seus cuidados. Interesses. Né? Pessoas são inescrupulosas, falsas, inverdadeiras, interesseiras, calculistas e f... Uhm, desculpe, perdi o rumo da história! Onde eu estava? Ah!... Ei! Está ouvindo? Preste atenção!... Agora é a parte principal! Então o que aconteceu foi a coisa mais incrível! Meu pai e minha mãe se juntaram à linha de defesa e, praticamente sozinhos contiveram o ataque dos países vizinhos. Jamais tinha visto coisa parecida! Pareciam fogos que explodiam nos céus! Cada golpe criava tremores no chão e fazia as nuvens se afastarem! Aí que você vê quem é homem... er, e mulher, de verdade!

Foi então que tudo desabou repentinamente. Aquela bruxa ridícula da minha madrinha, irmã do meu pai, aquela falsa, cobra ridícula, traiu o reino e me entregou para a coalição inimiga. Acreditam?! Eu demorei pra aceitar que ela tinha feito isso!! Até hoje não perdoei o pobre espírito dela. É claro que mataram a infeliz assim que colocaram as mãos em mim. Quando meus pais perceberam onde eu estava, já era tarde demais. Me utilizaram como forma de ameaça, e contra a minha vontade, meus pais desapareceram da face da terra e deixaram o reino ser invadido. Não satisfeitos, me colocaram em um camarote, uma criança inocente e indefesa, e fui forçada a assistir a destruição do país que eu tanto amei. De um amuleto de prosperidade, transformada em um agouro - a causa da morte de milhões de pessoas. Quem ainda lembrava a sua prévia extravagância, a opulência ofuscante e sua prosperidade inigualável? Quem ainda lembrava que esse local uma vez foi ocupado por inúmeros arranha-céus e monumentos de arte? As inovações, as ciências, os gênios, formas de transporte e melhorias de vida? Quem lembrava que esse deserto sem fim, que agora se tornou nessa gigantesca mina de metais preciosos, era um reino no auge do seu desenvolvimento? E quem lembraria que esse lugar tinha um nome? Um antigo e verdadeiro nome que acabou sendo enterrado pelas maquinarias do tempo, um nome que havia sido completamente esquecido.

Eu. Eu lembro muito bem do Reino de Aeolian. Lembro de cada tirano responsável pela destruição da minha pátria. Lembro do den den mushi dourado, das centenas de navios da marinha que se juntaram e bombardearam minhas praias. Da coalização de nobres e tenryuubitos para destruir aquilo que jamais conseguiriam obter. E por isso que jamais passou em minha mente tirar a própria vida. O peso que carrego nas minhas costas é maior do que uma criatura ignóbil como você pode compreender! Depois disso, como meus pais ainda estavam vivos em algum lugar, os nobres idiotas ficaram com tanto medo que não ousaram tocar em mim. Me mantinham alimentada em uma cela, expondo a minha pessoa de ilha em ilha - como se fosse um prêmio de consolação pela vitória. A minha sorte é que não caí na mão de um pedófilo desvirtuado, talvez estavam esperando só que eu envelhecesse um pouco mais para se aproveitarem. Antes acabasse por aí. Só que o sadismo dessas pessoas não tinha limites! Colocavam diversas meninas mais ou menos da minha idade, sete - nove anos, talvez? E engajavam nas mais diversas atitudes grotescas imagináveis. Desde pedofilia até tortura. Por mais irônico que seja, cada grito de dor, cada choro desolado, cada risada pervertida e cada vez que o corpo frio de uma das meninas era jogado ao mar, isso só servia para fortalecer mais e mais a minha decisão de matar todos esses animais. Bárbaros! Pederastas!

Fui me tornando cada vez mais indiferente, controlada. Comecei a treinar o meu corpo, fazendo exercícios e fortalecendo os músculos e meu espírito. O tempo foi passando e planos foram sendo formados em minha mente. Em uma dessas exposições, um dos guardas tentou me tocar e não percebeu que a chave das minhas algemas não estavam mais com ele. Homens são definitivamente estúpidos. Não conseguem ver um rostinho bonito que se perdem em desejos e fantasias. Ué, não foi o seu caso? Porque está fazendo essa cara pra mim? Não vai falar nada? Ah! Esqueci que está sem língua... Erm, acho que agora não tem mais volta, certo? Você é o... trigésimo-alguma-coisa? Pressionava a adaga lentamente no pescoço do homem, enquanto sentia suas tentativas fúteis de luta diminuindo e seu sangue quente escorrendo em suas mãos. Abaixava-se por trás do homem, se dependurando sobre o tronco que via sua vitalidade se esvaindo. Sussurrava no ouvido dele uma canção de ninar, pois mais um de seus inimigos fechava os olhos para o sono eterno. Limpava as mãos, deixando no local uma bagunça escarlate. Jamais conseguiram conectá-la aos assassinatos, mas a sua presença em todas as cenas de crime, junto com sua beleza estonteante acabaram nomeando-a de Ellen, a Aurora Escarlate.

~ VANTAGENS E DESVANTAGENS ~

Vantagens:
• Temperamento Calmo
• Aceleração
• Genialidade
• Boa Aparência

Desvantagens:
• Má Fama (Aurora Escarlate)
Spoiler:
 
• Trauma Profundo (Meninas sendo torturadas)
Spoiler:
 

~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Link da Mini Aventura concluída ou da ficha antiga cancelada: Link da Mini-Aventura

____________________________________________________

Ficha | Aventura





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