A Grande era dos Piratas



 
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 Juan Cuervo

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AutorMensagem
Raizen
Administrador
Administrador
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Créditos : 50
Warn :
Masculino Data de inscrição : 18/04/2011
Localização : Grand Line – 6ª Rota – Alabasta

MensagemAssunto: Juan Cuervo   Dom 28 Jan 2018, 05:18

~ PESSOAL ~


Nome: Juan Cuervo
Idade: 16
Altura: 1,70
Peso: 68kg
Mão predominante: Direita  
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho/Espécie: Normal
Origem: Malkiham Island
Localização: Malkiham Island
Grupo: Civil


~ ATRIBUTOS ~


(Começa com 10 pontos, BÔNUS RACIAL EM AZUL E BÔNUS DE EDC EM VERMELHO)

LEVEL: 1
EXP: 10/25
BERRIES: 50.000

HP: 44
SP: 62

DANO: 1 (+2)
ACERTO: 1 (+3) (+2)
PONTARIA: 1
ESQUIVA: 1 (+3)
BLOQUEIO: 1 +2
RESISTÊNCIA: 3
PERCEPÇÃO: 1 (+2)
MANIPULAÇÃO: 1 (+2)
VELOCIDADE DE ATAQUE: 3


KENBUN-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050
BUSOU-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

~ ESTILOS DE COMBATE ~

Citação :
• Estilo de Combate: Lanceiro
LEVEL DE COMBATE: 1
EXP DE ESTILO: ~PRIMÁRIO NÃO POSSUI EXP~

~ Perícias ~
Citação :

• Acrobacia
• Arrombamento
• Furtividade
• -X-
• -X-

~ Ofícios ~
Citação :

• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ FAMA & REPUTAÇÃO ~

Photoplayer:
Spoiler:
 
Alcunha:
Recompensa:
Citação :
LINK DOS JORNAIS:
~ AKUMA NO MI ~

Citação :
Nome:
Tipo:
Energia:
Bonificação:
~ EQUIPAMENTOS ~


• ARMA(S)
-Nome:
Bônus:
Dano:
Requerimentos:
Custo:

• CABEÇA
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• TRONCO
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• BRAÇOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• MÃOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PERNAS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PÉS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

~ INVENTÁRIO~

(MÁXIMO DE 10W)

~ EMBARCAÇÕES ~

Nome:
Tipo:
Descrição:
Velocidade:
Número de tripulantes máximos acomodados:
Lotação máxima no transporte:
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:
Canhões:

~ TÉCNICAS ~

• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ TÉCNICAS SUPREMAS~

• -X-
• -X-
• -X-


~ EXTRAS ~


APARÊNCIA: Juan Cuervo possui um corpo que não é nem exatamente fora de forma, e nem exatamente forte. Seu corpo é magro, embora que seja bem definido, devido ao tempo treinando como ajudante dos caçadores de recompensas. Ele possui olhos azuis e pele morena, além de um cabelo liso que ele utiliza quase sempre em forma de coque, com as laterais e o ''pé do cabelo'' raspados. Possui uma altura mediana para a idade dele, e um peso igualmente mediano. Não possui nenhuma marca ou cicatriz ou sinais de nascença em seu corpo. É difícil descrever suas roupas, já que elas mudarão de acordo com a ilha. Porém, sua cor favorita são tons de azul, que o lembram a cor do céu.

PERSONALIDADE: A principal característica da personalidade de Juan é que ele é covarde, preguiçoso e é capaz de fugir de qualquer responsabilidade. Sempre que ele se encontra em uma situação desvantajosa ele simplesmente foge. Sua timidez também o impede até mesmo de falar muitas vezes. Entretanto, bem recentemente, uma pequena fagulha de coragem se acendeu em seu coração, e desde então ele sente a sua covardia diminuir cada vez mais, embora que ele tenha de ter esforço e motivação para lutar contra ela. Bondoso e brincalhão, Juan tenta se tornar cada vez mais sério e respeitável, além de pragmático, a fim de desenvolver o seu lado general. Recentemente seu senso de justiça também se retorceu completamente e o seu mundo virou de cabeça para baixo, o que o fez chegar a uma conclusão: O mundo é injusto e alguém deve assumir a responsabilidade de mudá-lo, sem nunca fugir dessa responsabilidade. E ele pretende ser essa pessoa. Mas antes, tem que parar de usar sarcasmo e fugir do seu pessimismo. Mas essa é a parte realmente difícil...

HISTÓRIA:  Juan tinha 3 anos de idade, e se lembra de uma estranha canção, e de um céu azul, o céu inteiro.

A música tinha o compasso marcado por tambores. Muitos tambores, e muito rápidos. Primeiro, um bumbo poderoso, e então três toques rápidos na caixa. O bumbo lento e a caixa rápida marcavam um ritmo que agia como uma batida de coração descompassada, os dois contrastando um contra o outro. Os violinos e o contrabaixo compunham a alma da música, num ritmo muito rápido e até mesmo um tanto desajeitado. O som de flautas dançava pelo céu inteiro como cobras voadoras, se contorcendo em diversas cores e preenchendo todo o navio. Mas a parte mais indispensável daquela canção era o seu vocal: Vários homens cantando em coro, diversas vozes desafinadas e poderosas, cantando todas em um mesmo ritmo bêbado e lento. Aquela era uma canção de piratas. E todos eles cantavam juntos, enquanto bebiam e festejavam um roubo. Aquele com certeza não era o ambiente ideal para uma criança. A canção continuou a espalhar alegria no convés do navio pirata, as batidas dos tambores se transformando e se acelerando conforme os violinos se mantinham rápidos como sempre, os passos dançantes se misturando à percussão e as vozes empolgadas enrouquecendo cada vez mais, o vento levando elas para todos os lados e as ondas alisando o navio como se fizesse parte da composição musical bleim

O som parou.

A corda de um dos violinos tinha se partido, e o violinista, que estava virado para a proa do navio, estava lançado ao chão, se contorcendo de dor. A corda provavelmente havia se partido e, graças ao tanto que estava esticada, havia chicoteado dentro de seu olho. Todos cercaram o homem, perguntando se estava tudo bem, e um som absurdo se deu no convés. Era o som do silêncio.

- O que aconteceu...? - Perguntou um dos homens dançantes

- Eu... Tomei um susto... - Respondeu o violinista - Um susto... Com algo que eu vi... E acabei tocando forte demais...

Nesse momento, uma bala de canhão se explodiu contra o navio, e essa foi a última e primeira lembrança de Juan Cuervo, aos três anos de idade, do bando pirata onde cresceu. A bala de canhão soltou um estrondo que se expandiu, engolindo o som do mar alisando o navio, devorando os instrumentos musicais com o seu fogo e tornando os tambores bolas de fogo inúteis. A única percussão daquele navio era a madeira chovendo no mar e os corpos de seus antigos companheiros caindo na madeira. O céu se tornava cada vez menor, conforme o Clã Anti-Bullet e os seus navios se fechavam em torno do bote salva-vidas onde Juan terminou ao tentar fugir com outros três piratas. Naquele dia, como era de costume, todos os piratas foram capturados pelo Clã.

Após isso, Juan foi criado pelos Anti-Bullet, afinal, com a idade que tinha, não tinha como ele ser um pirata ou ser culpado por qualquer um dos crimes de sua família. Ele cresceu na própria sede do clã, e foi criado por todos os Caçadores de Recompensa, basicamente, e era como se todos fossem de certa forma uma figura paterna, materna, ou ao menos fraterna e familiar para ele. Em toda a sua infância ele era treinado por aqueles ao seu redor, e era obrigado a fazer exercícios físicos. Ele ouviu coisas das pessoas ali dentro, que viajavam por todo o North Blue, e também já viajou por todo o North Blue com elas, já que muitas vezes precisavam de uma mão a mais no navio para administrá-lo.

Rapidamente, perceberam que o garoto era um prodígio, e conseguia aprender facilmente qualquer coisa que o mostrassem. Além disso, suas habilidades de acrobacia, arrombamento e furtividade desenvolvidas auxiliando eles nas caçadas eram sempre uma mão na roda. Aos poucos, ao assistir como os grupos de caçadores de recompensa se organizaram, ele desenvolveu uma capacidade ainda maior de liderança, ao ponto que ela acabou se tornando algo natural para ele, e ele, quando não está constrangido, consegue incentivar as pessoas a segui-lo e ser um ótimo líder.

- Juan... Juan... Juan!! - A voz crescia dentro de sua cabeça. Ele estava em um local estranho. Ele não conseguia distinguir muito bem, mas não era como se o local estivesse escuro nem nada do gênero. Sentia sua lança na mão, mas, ao mesmo tempo, era como se ela não estivesse lá. Ele sentia algo dentro de si, algo profundo, gigante e.. De certa forma, claustrofóbico. Ele se sentia encurralado. Era como se sentisse raiva, mas não era exatamente raiva. Era uma raiva enclausurada, prestes a explodir. Cerrou os dentes, segurou sua lança fantasmagórica ainda mais forte, e começou a atacar tudo ao seu redor. Ele possuía uma habilidade absurda, e Don Junipero, o caçador de recompensas que o havia treinado, estaria com certeza extremamente orgulhoso, pois ele possuía uma habilidade absurda com a arma. Ela girava em sua mão como uma hélice, e quando ele a lançava, era como uma bala de canhão. - Juan... Juan... Pare!!

Agora ele finalmente reconhecia a voz. Era Don Junipero, e ele odiava ele também. Correu até ele com a lança, e a enfiou com toda a força em seu peito. Conforme a raiva diminuía, ele percebia ainda mais claramente ela: Era raiva, também, mas a fonte dela não era a raiva em si. Ela não se consolidava por conta própria, mas era o efeito de algo ainda maior. A raiva enclausurada, que era a mãe da própria raiva que o garoto sentia, se tornava cada vez mais clara conforme ele enfiava a lança, em câmera lenta, cada vez mais fundo no peito de seu mestre. Conforme as gotas de sangue pingavam em seus dentes cerrados, e seu olhar selvagem era pintado de carmesim, ela revelou seu nome: Revolta. Uma raiva ajoelhada, acorrentada, e rugindo dentro do peito do garoto bondoso.

- É bom, não é? - Disse a voz de um dos piratas, com o rosto perdido no tempo, e uma silhueta incerta. - É como se o céu estivesse inteiro de novo.

- JUAN!!

O garoto acordou dentro do centro do clã Anti-Bullet, estava de pé e com a lança em mãos. Vários Caçadores de Recompensas assistiam ele, e ele se sentia constrangido. Muitas vezes, quando ele dormia, ele se tornava uma pessoa completamente diferente, e xingava os Caçadores de Recompensa ao seu redor. Diversas vezes seu sonambulismo o fazia até mesmo pegar em armas, embora que ele nunca tivesse ferido ninguém ao seu redor, pois suas habilidades com a lança diminuíam bastante.

- Juan.. Você fez isso de novo... - Disse Don Junipero, seu mestre. - Você costuma ser um garoto tão doce, mas quando começa a sonhar... É como se você nos odiasse, seu desgraçado! - E todos que estavam acordados começaram a gargalhar. Era uma piada pensar que o garoto criado por eles, que sempre fora carinhoso com todos, pudesse odiá-los. Constrangido, Juan pediu desculpas.

Como era de costume, Don e Juan foram conversar em uma praça de Malkiham, pois os dois ficavam sem conseguir dormir após um dos ataques dele.

- Desculpe, Don... Eu não pretendia fazer isso... Quando eu durmo... Eu não sei o que acontece comigo...

- Tudo bem, Juan.. Você é assim desde criancinha. E nós sabemos que você seria incapaz de machucar qualquer um de nós... Seu grande covarde! - O velho Junipero começou a gargalhar, e primeiramente, Juan se sentiu constrangido, mas então começou a rir junto com o velho. Ele era a sua principal figura paterna. - Você não deveria estar rindo, garoto... - Disse, pondo uma mão no ombro do seu jovem pupilo - Embora eu tenha dito brincando, você tem que parar de fugir. Isso afeta o seu estilo de combate com a lança, e até mesmo o seu auxílio nas caçadas... Bem... Embora seja bom ter alguém tão medroso que acaba tendo o dobro de cautela, em alguns momentos, é importante apostar, ao invés de tentar ter ideias infalíveis. Enquanto você continuar assim.. Bem.. Você nunca será Caçador de Recompensas por conta própria, como o Walter e o Harry.

Naquela noite, eles conversaram durante bastante tempo, até que Juan conseguiu pegar no sono.

______________________________________________________________________________

Ele se esgueirava atrás de um muro, e observava ao longe. Desde criança sempre teve uma visão acima do normal, como se seus olhos estivessem buscando por algo além do horizonte, a última peça do céu. Seus amigos o haviam convencido a fazer uma caça, e ele tinha aceitado graças a conversa sobre se tornar menos covarde com Don algumas semanas atrás. Mas, naquele exato momento, estava terrivelmente assustado. Sua função era bem simples: Ele deveria invadir escondido uma base da Kurama Factory, e arrombar a porta principal sem que nenhum dos guardas o visse. Ao fazer isso, o caminho estaria livre para seus dois amigos entrarem no QG e terminarem o serviço rápido o suficiente para que os guardas de ronda não os vissem. O alvo dos seus companheiros era uma dica que eles tinham recebido de que piratas estavam se encontrando com Kurama para cumprir um plano que nem mesmo eles compreendiam direito. Seus companheiros suspeitavam de Kurama havia muito tempo, e aquela seria uma oportunidade perfeita para espancá-lo e jogá-lo na cadeia, além de ganhar um bom dinheiro pela cabeça dos piratas que estavam com ele.

Mas, antes disso tudo, ele teria que se mover. Ele era extremamente importante para a missão.

Tendo consciência disso, assistiu o segurança. Viu o padrão com o qual ele se movia pela área. Da primeira vez que viu o padrão, já saberia que ele se repetiria. Mas não era o suficiente. Seu medo era tamanho que assistiu o padrão durante a próxima hora, pra saber se ele possuía alguma variação. Quando finalmente chegou de algo próximo à certeza, resolveu se aproximar. Começou a correr através da neve o mais rápido que poderia, através da noite. Seus amigos deveriam estar extremamente ansiosos, tamanha fora sua demora. Mas eles eram caçadores experientes, e sabiam exatamente o que fazer naquele tipo de situação.

Chegou próximo à cerca de dois metros, e olhou ao redor, procurando alguma forma de escalar ela sem fazer barulho. Viu uma pedra a 50 metros dele, e caminhou até ela. Pisou sobre ela, e percebeu que ela era alta o suficiente para que ele pudesse usar sua acrobacia para saltar sobre a cerca sem mexer nela e fazer barulho. Tendo feito isso, parou no meio do caminho e se esgueirou até poder ver o segurança com perfeição. Ele ainda estava no meio do seu padrão. Sendo assim, antes de fazer qualquer coisa, Juan se escondeu e esperou que ele terminasse o seu padrão, para só agir assim que ele começasse o padrão novamente, e ele pudesse ter certeza de que ele demoraria o máximo possível para agir de novo.

Seus amigos provavelmente ainda o estavam esperando. Walter era bastante calmo, e um típico pacifista. Ele nunca matava nenhum daqueles que ele caçava, e era extremamente paciente. Mas Harry... Ele era a pessoa mais impulsiva que Juan já havia conhecido. E era simplesmente impulsivo demais. Em compensação, também era uma das mais fortes em combate. Ele deveria estar em polvorosa para invadir o local e explodir em cima dos piratas.

Sendo assim, mesmo após Juan arrombar aquele portão de ferro complexo, ele esperou até o recomeço do padrão do segurança para dar o sinal para que os amigos pudessem invadir, pois queria protegê-los da forma dele, fazendo eles não se apressarem e apenas invadirem o local no ápice da segurança. E, uma vez tendo dado o sinal, e vendo os amigos invadindo o local, começou a procurar pela melhor parte do portão para invadir sem fazê-lo mexer novamente.

Quando viu os amigos cortando os arames da cerca e invadindo, ele percebeu que aquele seria a melhor forma de sair. Os amigos entraram e apenas olharam para ele, sem dar uma palavra, e correram na direção do portão aberto. Eles com certeza iriam destruir os inimigos de surpresa, e aquilo acabaria em um instante.

Enquanto encarava o buraco na cerca, ele começou a lembrar do que Don havia lhe dito. Talvez aquele fosse o momento para que ele não fugisse mais, e fosse ver seus amigos. Parou durante um instante, e olhou para trás.

- Não... Não vai ser dessa vez. - Disse enquanto caminhava para longe da base dos inimigos, onde esperaria seus amigos.

Após cerca de 20 minutos caminhando para longe do local, ele ouviu um tiro.

- A essa altura, eles já devem ter terminado o serviço. - Mas, após um instante refletindo, percebeu que nenhum dos seus dois amigos usava armas de fogo. Arregalou os olhos, e correu na direção deles.

Quando ele chegou ao local, sem pensar durante um segundo sequer no que estava fazendo, e indo de uma forma tão impulsiva que Harry sentiria inveja, entendeu tudo: A dica que haviam armado era uma farsa, e Kurama sequer estava no local. E nem mesmo piratas. Todos eram marinheiros corruptos, e, após matarem Harry, haviam arrancado as duas pernas de Walter, e gargalhavam enquanto o decepavam.

Por um momento sem pensar, e quase como se estivesse sonâmbulo, a lança veio até a mão de Juan, e ele correu a toda velocidade na direção daquele marinheiro, e, completamente de surpresa, atingiu ele com a lança nas costas.

O buraco que se abriu nas costas daquele marinheiro, era como um buraco no próprio teto, revelando uma parte do céu há muito perdida por Juan.

Após perceber o que fez, viu que era um gigantesco erro. Todos os marinheiros se viraram na direção dele, e a intenção deles era claramente a de matar o garoto. E agora, enquanto ouvia seu amigo paciente chorando em desespero, ele conseguia ouvir novamente a canção de tambores como coração parados, violinos cegos e contrabaixos mudos. O terror se apossava dele de novo, e  a claustrofobia também. A revolta, irmã prisioneira da raiva, se apossava de seu corpo, e sua mão tremia. Mas não havia nada que pudesse fazer...

- Juan... Você deveria.... pensar positivo. - A imagem do seu amigo aleijado dizendo que as coisas seriam melhores para ele foi uma das coisas mais fortes que ele já vira. Ele culpou sua própria covardia. Talvez, se tivesse apostado... Se estivesse com os amigos para prever os problemas.. Nada daquilo teria acontecido.

E foi então que ele percebeu que, mesmo contra todas as possibilidades, aquele seria um momento em que teria de ser corajoso. É o que Harry sempre falava: ''Agir pode abrir diversas possibilidades. Você deveria improvisar mais às vezes..''

Mesmo achando que fora aquilo que fez seu amigo morrer, ele deveria ao menos tentar. Por isso lutou e tentou defender o seu amigo o máximo que pode, contra todos os cinco marinheiros no recinto. Aquela era uma batalha perdida...

Ele segurou por cerca de 40 minutos, e, no fim de suas energias, como se previssem aquilo, um grupo irrompeu pelo teto, invadindo o local junto com a luz da lua, e derrotou todos os marinheiros.

Os revolucionários mataram os marinheiros corruptos, pois um dos marinheiros estava na verdade disfarçado e era um revolucionário. Ele estava apenas esperando por uma chance para acabar com aquilo.. Uma chance como Juan lutar e dar tempo para o resto da célula chegar.

Isso ocorreu há cerca de uma semana, e as pernas de Walter estão cicatrizando, embora que ele nunca mais venha voltar a andar.

Desse dia em diante, Juan começou a contestar sua vida como aprendiz de Caçador de Recompensas, a função dos revolucionários no mundo e até que ponto a marinha é realmente justa. E a cada segundo, é como se uma chave se aproximasse cada vez mais de uma jaula que prende seu sentimento mais genuíno longe do céu, e como se as coisas que sua antiga família pirata fazia em suas memórias começassem a fazer mais sentido, e a pirataria fosse cada vez mais justificável. Ou, ao menos, explicável.

Ele teria que liberá-la da jaula, e permitir que ela incinerasse as estruturas de tudo aquilo, e abrisse um gigantesco buraco naquele concreto ultrapassado. Ele precisava de um buraco gigantesco; um céu completo. E se tornaria o maior general de todos e nunca mais fugiria se fosse necessário.

~ VANTAGENS E DESVANTAGENS ~

(MÁXIMO DE 6 PONTOS GASTOS. TODOS COMEÇAM COM 2)

Vantagens:
• Liderança (-2)
• Genialidade (-2)
• Visão Aguçada (-2)

Desvantagens:
• Código de Gratidão (+2)
• Sonâmbulo (+1)
• Devoção (+1) [Se tornar um grande general revolucionário e diminuir a desigualdade do mundo]


~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Link da Mini Aventura concluída ou da ficha antiga cancelada: http://www.onepiecerpg.com/t36478-mary-ann-sundays

____________________________________________________





Ficha l Aventura





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