A Grande era dos Piratas



 
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 Kaizaki Nine

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Raizen
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Créditos : 50
Warn :
Masculino Data de inscrição : 18/04/2011
Localização : Grand Line – 6ª Rota – Alabasta

MensagemAssunto: Kaizaki Nine   Qui 18 Jan 2018, 22:31

~ PESSOAL ~


Nome: Kaizaki Nine
Idade: 19 anos
Altura: 1,86 m
Peso: 77kg
Mão predominante: Ambidestro
Sexo: Masculino
Raça: Humanos
Tamanho/Espécie: Normal
Origem: East Blue
Localização: East Blue - Dawn Island
Grupo: Civil


~ ATRIBUTOS ~

(Começa com 10 pontos, BÔNUS RACIAL EM AZUL E BÔNUS DE EDC EM VERMELHO)

LEVEL: 1
EXP: 10/25
BERRIES: 50.000

HP: 44
SP: 62

DANO: 5 + 2 = 7 ~Normal~
ACERTO: 0 + 2 + 2 = 5 ~Normal~
PONTARIA: 0 = 0 ~Inábil~
ESQUIVA: 3 + 3 = 4 ~Normal~
BLOQUEIO: 1 + 2 = 3 ~Normal~
RESISTÊNCIA: 1 = 1 ~Normal~
PERCEPÇÃO: 0 + 2 = 2 ~Normal~
MANIPULAÇÃO: 0 + 2 = 2 ~Normal~
VELOCIDADE DE ATAQUE: 3 = 3 ~Normal~


KENBUN-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050
BUSOU-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

~ ESTILOS DE COMBATE ~

Citação :
• Estilo de Combate:
-Espadachim: Os Espadachins são guerreiros especialistas em espadas e utilizam o combate de pequena distância, utilizadores de Espadas.
LEVEL DE COMBATE: 1
EXP DE ESTILO: ~PRIMÁRIO NÃO POSSUI EXP~

~ Perícias ~
Citação :

• Primeiros Socorros
• Anatomia Humana
• Acrobacia
• -X-
• -X-

~ Ofícios ~
Citação :
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ FAMA & REPUTAÇÃO ~

Photoplayer:
Spoiler:
 
Alcunha:
Recompensa:
Citação :
LINK DOS JORNAIS:
~ AKUMA NO MI ~

Citação :
Nome:
Tipo:
Energia:
Bonificação:
~ EQUIPAMENTOS ~


• ARMA(S)
-Nome:
Bônus:
Dano:
Requerimentos:
Custo:

• CABEÇA
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• TRONCO
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• BRAÇOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• MÃOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PERNAS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PÉS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

~ INVENTÁRIO~

(MÁXIMO DE 10W)

~ EMBARCAÇÕES ~

Nome:
Tipo:
Descrição:
Velocidade:
Número de tripulantes máximos acomodados:
Lotação máxima no transporte:
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:
Canhões:

~ TÉCNICAS ~

• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ TÉCNICAS SUPREMAS~

• -X-
• -X-
• -X-


~ EXTRAS ~


APARÊNCIA: Franzino, sem os músculos tão bem definidos. Branco chegando perto de ser pálido, daquele tom de pele que muito exposta ao sol logo começa a avermelhar devagarinho. Alto, só de olhar dá para perceber que beira os 1,90. Cabelos negros e lisos sempre meio bagunçado, e olhos que partilham dessa mesma cor. Costumeiro sempre estar com uma camisa branco de manga curta e botões por dentro da calça. Um cinto cinza, que prende a sua calça preta na altura da cintura. Por sua vez, a calça se estende até os seus sapatos. Os sapatos são simples, de cadarço e cinza. Além disso, como acessórios tem um óculos de grau preto.
EXEMPLO:
 

PERSONALIDADE: Sou calmo, acho difícil alguém me ver estressado. Acho desnecessário se estressar atoa, como outras coisas que eu também acho desnecessário serem feitas e não faço. Não sou a pessoa mais animada, alguns falam até que sou meio depressivo e, talvez eu seja. Tenho momentos que oscilam, ora estou bem, ora tenho uma depressão. Quando tenho uma crise normalmente acendo meu cigarro, isso me acalma e me consola de alguma forma. Odeio pessoas falastronas demais, que falam coisas que não perguntei, acho elas irritantes, mas não falo para elas. Se falasse acho que me achariam mais chato que sou, perceberiam que sou meio rabugento. Então apenas faço comentários na minha cabeça sobre, é mais um dos meus devaneios. Por isso não gosto tanto de socializar, mas quando necessário eu o faço. Não sou muito devoto a muitos objetivos, mas ao que tenho busco tentar concluí-lo.

HISTÓRIA:

Sentado numa mesa de um bar, pude reparar uma mulher bonita andando até mim. Ela sentou-se à mesa junto comigo e começamos a conversar. Perguntas daqui e dali, até que ela perguntou sobre minha história, de como tinha sido a vida de um jovem como eu até agora.

— Minha história é um pouco complicada, mesmo eu sendo tão novo. – disse para uma moça que havia puxado conversa comigo, enquanto acendia meu cigarro. Colocava o maço sobre a mesa, dava uma tragada e bafejava a fumaça lentamente.

— Bem não lembro de muita coisa de quando era criança, acho que pouco de nós lembramos, não é? – indagava meio retoricamente, apenas para dar um espaço de tempo e voltar a tragar o meu cigarro. Em seguida, voltava a falar. – Acho que começo a lembrar de mim quando tinha lá pelos meus três anos, quase quatro. Eu era de um orfanato, mas sabia que não tinha nascido lá, nenhuma criança nasce em um orfanato, elas são abandonadas por alguém e vão parar lá. Não porque querem, quando criança nem sabemos o que queremos. – tornara a tragar meu cigarro que já queimara pela metade. – Isso é bem chato quando tomamos essa consciência. Mal nascemos e fomos abandonados, nossos pais nem a cara-de-pau de se mostrar direito para a gente, tiveram. Mas esse não é o caso, isso seria um pouco pessoal demais. – não me restaria mais o que fazer, a não ser dar uma pausa no meu “discurso” por assim dizer. Aquele tema me incomoda um pouco. Minha história me incomoda um pouco. – No orfanato tinha vários jovens, e não tínhamos nomes, éramos chamados por números de ordem que havíamos chegado. Eu era o Nine. Mas odiava esse codinome, e um dia li em uma revista um nome de algum sujeito, Kaizaki, e gostei do som que aquele nome fazia quando eu falava, e tomei-o como meu. Então, comecei a brigar com todos que me chamavam de Nine, era uma criança aos 4 anos que dava soco e chutes, gritos e berros, com qualquer um que me chamasse de Nine. Passei a deixar só alguns me chamarem assim. – dei o ultimo trago no meu cigarro, e apaguei-o na mesa amassando sua ponta e deixando-o ali por enquanto. Peguei um copo preenchido de café pela metade que estava na mesa, e dei um gole. É do meu gosto tomar café depois de fumar um pouco.

— As crianças estão no orfanato para serem adotadas. Mas nem todas que são adotadas deveriam ter sido adotadas por pais como os que as adotam. Entende? Vou te explicar com a minha história de adoções que tive. – cocei minha bochecha e olhei para a moça, deu para perceber que ela tinha sentido o ar que as coisas não haviam sido tão legais comigo. – A primeira eu tinha 4 anos, quando se está novo assim até que é fácil de ser adotado. Mas essa não teve grandes estripulias e desentendimentos quanto a próxima. Basicamente, uma mulher meio gorda, com cara de velha, corpo de velha, voz de velha e chatice de velha me adotou. Era sozinha na vida, deve ter pensado que uma criança era um gato ou algum outro bichinho de estimação, que saco. Fomos para casa dela, era uma casa grande e cheia das coisas, dava para perceber que ela tinha muito dinheiro e conforto, queria um herdeiro adotando alguém, mas faria mais sentido se tivesse pego um bichinho de estimação para ela. – dei uma pause, a saliva já me enchia a boca e iria começar me atrapalhar a falar se não a engolisse. – Ela queria que ficasse dando carinho a ela, me dava de comida, mandava alguém me dar banho e cuidar de mim. Era isso, não tínhamos tanto afeto. Só a via quando ela estava carente ou quando queria me mostrar para suas amigas, que velha chata, e ainda me enchia de ordens sobre coisas idiotas que eu não queria fazer. Me fazia estudar o dia todo, e a noite compartilhar uma ou duas horinhas para matar a carência dela. Eu não gostava da mulher, e quando ela me abraçava e roçava aquele rosto velho em mim me irritava, até o dia que falei que ela era um pé no saco, e ela me levou de volta ao orfanato e pegou outra criança. Era bem mecânica a nossa relação. – ascendia outro cigarro, o vício me chamara ao pé do ouvido e não podia deixa-lo esperar.

— Voltei ao orfanato já com meus cinco anos. E fiquei lá por um tempo. Até ser adotado de novo, demorou uns dois anos. Costuma ser difícil uma criança ser adotada depois dos cinco, mas até que dei “sorte”. – enfatizei a palavra sorte com tom de ironia, e soltei um sorriso seguido de mais uma tragada em meu cigarro. – Agora foi uma família que segue à risca o papel. Um pai, uma mãe e um filho. Me adotaram pois queriam um irmão para o filho que já tinham, e não conseguiam mais ter filhos por problemas de infertilidade. Ao menos alegavam isso. Fui com eles, de começo me pareceu que finalmente seria amado, sentiria carinho, que alguém iria gostar de mim e me tratar bem, me senti parte daquela família nos primeiros dias. A mãe era realmente uma mãe, o pai realmente um pai, mas meu irmão era meio quieto, não entendia, eles falavam que ele estava se adaptando com o novo, ele sempre tinha sido filho único, e com 11 anos mudar as coisas teria de ir se acostumando aos poucos. – dessa vez não quis continuar fumando, apaguei o cigarro pela metade e fitei as cinzas dele se espalhando pela mesa. – Se tudo estivesse continuado como estava sendo, talvez eu fosse diferente... – murmurei algumas palavras. – Bem, voltando, esse meu “irmão mais velho” era calado, até o dia que me mostrou o porquê era calado. Ou a noite para ser mais exato. Ele veio até o meu quarto, e usando do seu vigor físico já que era mais velho, me deu uma surra a ponto de me pôr a nocaute. Quando eu estava para desmaiar, disse algo assim: “Se contar a mamãe e o papai eles irão te devolver, melhor não fazer isso!” – cerrei meus dentes e não tirei os olhos das cinzas do cigarro antes espalhadas pela mesa, e agora sendo sopradas por leves brisas. – Não tinha o que eu fazer, não pude contar. Apenas me restava dar alguma desculpa aos ferimentos, e tentar fazer os primeiros socorros por eu mesmo. E não foi só aquele dia, ele tornou a me surrar toda noite depois daquilo. Era uma espécie de tortura que uma criança de sete anos passava na mão de uma de onze, e eu não entendi o porquê disso. – tornei a olhar a mulher sentada a minha frente, e esbocei um leve sorriso. – Até o dia que decidi que aquilo não valia pena. Os pais eram bons, mas a vida era ruim, e aquele garoto me enchia o saco. Então um dia dei-lhe o troco. Ele veio me surrar, mas eu tinha guardado uma faca debaixo do meu travesseiro. Quando ele chegou e veio me puxando, eu puxei a faca e talhei o seu braço. E o menino? Berrou, chorou, gritou sua mãe, eu só fiz sorrir da minha vingança. Mas fui devolvido ao orfanato, os pais nunca descobriram que o filho deles que tinha procurado aquilo. E se ele procurou, não teria como eu deixa-lo sem punição, oras porra.

— Com isso voltei para o orfanato, novamente. Agora já não queria mais ser adotado, ao inferno ser rejeitado e viver nessas famílias loucas. Então, fugi. – ajeitei o óculos, e olhei para as nuvens que estavam vivendo livres naquele céu azulado. – Resolvi viver a vida livremente, ditar minhas regras e meus afazeres. No começo foi difícil, tinha 8 anos quando fugi. Tive que me virar para conseguir as coisas. Tinha um amigo que morava comigo na rua, era o Carlos, ele sempre me ajudava. Hoje em dia nem sei mais onde ele está, mas agíamos assim: eu distraía as pessoas e ele as roubava para podermos comer mais tarde. Quando descobriam, fugíamos acrobaticamente saltando pelos lugares e telhados, para que ninguém nos pegasse. Era perigoso, mas levei essa parte com bastante diversão. – engoli o pouco de saliva que acumulara na minha boca, e com um semblante mais animado tornei a olhar a moça a minha frente. Juntei os filtros do cigarro para jogá-los fora e não deixar ali na mesa, enquanto isso decidi concluir a história. – Isso me amadureceu bastante essas coisas, não posso negar que vez ou outra fico triste quando lembro, ou quando percebo que as pessoas podem ser ruins umas com as outras. Mas, eu vou mudar um pouco disso no mundo. Não gosto tanto do jeito que as coisas estão agora, nem como as pessoas são. – com isso dito, levantei e fui jogar os filtros dos dois últimos cigarros do meu maço fora. Deixei a moça lá sentada, não tinha mais tempo. Falar minha história tinha me feito lembrar que há coisas que eu devia fazer, e precisaria começar a me mover.

~ VANTAGENS E DESVANTAGENS ~

(MÁXIMO DE 6 PONTOS GASTOS. TODOS COMEÇAM COM 2)

Vantagens: (5 pontos)
• Ambidestro (Gasta 1 ponto)
• Adaptador (Gasta 2 pontos)
• Aceleração (Gasta 2 pontos)


Desvantagens: (3 pontos)
• Vício (Ganha 1 ponto - 15 posts) [Cigarros]: Sempre quando se sente depressivo, Kaizaki puxa um cigarro do seu maço para distraí-lo e esquecer os problemas.
• Depressivo (2 pontos) - vez ou outra se sente para baixo e, totalmente triste e desmotivado de algumas coisas.



~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Link da Mini Aventura concluída ou da ficha antiga cancelada: http://www.onepiecerpg.com/t40619-mini-twelve-um-espadachim-distraido

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Ficha l Aventura





Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: Regras | Mudanças Importantes | Crie seu Personagem | Mini-Aventuras



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MensagemAssunto: Re: Kaizaki Nine   Dom 21 Jan 2018, 01:43

Opa, olá... estava relendo minha personalidade e vi que havia uma palavra que esqueci de colocar, desculpa, então lendo de novo teve até algumas coisas que mudei, e já que ainda não fiz o primeiro post na minha aventura, poderia mudar minha personalidade e colocar dessa forma:

Citação :
Sou calmo, acho difícil alguém me ver estressado. Acho desnecessário se estressar atoa, como outras coisas que eu também acho desnecessário serem feitas e não faço. Não sou a pessoa mais animada, alguns falam até que sou meio depressivo e, talvez eu seja. Tenho momentos que oscilam, ora estou bem, ora tenho uma depressão. Quando tenho uma crise normalmente acendo meu cigarro, isso me acalma e me consola de alguma forma. Odeio pessoas falastronas demais, que falam coisas que não perguntei, acho elas irritantes, mas não falo para elas. Se falasse acho que me achariam mais chato que sou, perceberiam que sou meio rabugento. Então apenas faço comentários na minha cabeça sobre, é mais um dos meus devaneios. Por isso não gosto tanto de socializar, mas quando necessário eu o faço. Não sou muito devoto a muitos objetivos, mas ao que tenho busco tentar concluí-lo.

Obrigado.

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MensagemAssunto: Re: Kaizaki Nine   Dom 21 Jan 2018, 01:53

~Atualizado~

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MensagemAssunto: Re: Kaizaki Nine   

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