A Grande era dos Piratas



 
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 Agnes Glaskov

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AutorMensagem
Raizen
Administrador
Administrador
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Créditos : 50
Warn :
Masculino Data de inscrição : 18/04/2011
Localização : Grand Line – 6ª Rota – Alabasta

MensagemAssunto: Agnes Glaskov   3/12/2017, 12:48

~ PESSOAL ~


Nome: Agnes Glaskov
Idade: 24
Altura: 1,78m
Peso: 64kg
Mão predominante: Ambidestro
Sexo: Feminino
Raça: Humano
Tamanho/Espécie: Normal
Origem: Desconhecida
Localização: Dawn Island
Grupo: Civil


~ ATRIBUTOS ~


(Começa com 10 pontos, BÔNUS RACIAL EM AZUL E BÔNUS DE EDC EM VERMELHO)

LEVEL: 1
EXP: 10/25
BERRIES: 50.000

HP:  44
SP:  62

DANO: 4 (+2)
ACERTO: 1  (+2) (+3)
PONTARIA: 0
ESQUIVA: 1 (+2) (+3)
BLOQUEIO: 1
RESISTÊNCIA: 1
PERCEPÇÃO:  1 (+2)
MANIPULAÇÃO: 1 (+2)
VELOCIDADE DE ATAQUE: 3


KENBUN-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050
BUSOU-SHOKU HAKI

Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

~ ESTILOS DE COMBATE ~

Citação :
• Estilo de Combate: Boxeador
LEVEL DE COMBATE: 1
EXP DE ESTILO: ~PRIMÁRIO NÃO POSSUI EXP~

~ Perícias ~
Citação :

• Acrobacia
• Anatomia Humana
• Lábia
• -X-
• -X-

~ Ofícios ~
Citação :
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ FAMA & REPUTAÇÃO ~

Photoplayer: (imagem de um personagem DESENHADO no qual você baseou o seu)
Spoiler:
 
Alcunha:
Recompensa:
Citação :
LINK DOS JORNAIS:
~ AKUMA NO MI ~

Citação :
Nome:
Tipo:
Energia:
Bonificação:
~ EQUIPAMENTOS ~


• ARMA(S)
-Nome:
Bônus:
Dano:
Requerimentos:
Custo:

• CABEÇA
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• TRONCO
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• BRAÇOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• MÃOS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PERNAS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

• PÉS
-Nome: -x-
Bônus: -x-
Requerimento: -x-
Custo: -x-

~ INVENTÁRIO~

(MÁXIMO DE 10W)

~ EMBARCAÇÕES ~

Nome:
Tipo:
Descrição:
Velocidade:
Número de tripulantes máximos acomodados:
Lotação máxima no transporte:
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:
Canhões:

~ TÉCNICAS ~

• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ TÉCNICAS SUPREMAS~

• -X-
• -X-
• -X-


~ EXTRAS ~


APARÊNCIA: Agnes possui cabelos esverdeados curtos presos por um grampo laranja que realçam seus olhos de cor âmbar. Ela também veste um cropped branco mais um par de revestimentos de mesma cor que cobrem boa parte dos braços; também usa uma saia branca com aberturas nas laterais. Porém, Agnes sempre está vestida com a capa negra de seu antigo bando – agora com partes rasgadas e desbotado –, que serve para lembra-la dos bons momentos de sua vida. Já a máscara de Agnes está sempre guardada, desde o fim do bando nunca mais a usou.

PERSONALIDADE: Atualmente, depois de perder sua melhor amiga Cina, assim como todo o resto de seu bando, Agnes se tornou uma pessoa um tanto quanto apática, ambiciosa e astuta se tratando de seus objetivos, já que consegue trair qualquer um para alcançá-los. Com isso, ela acaba sendo arrogante e mal humorada as vezes, e tem uma falha: a frágil liderança. Diferente de Cina, Agnes não possui o dom de liderar, porém a tigresa possui uma carta em mangas, que é a lábia. Ainda assim, enquanto Agnes pensa ser ótima em praticamente tudo, ela não é, e esse pensamento age como um casulo que impede a entrada de críticas; ela simplesmente as ignora. Com isso, seus erros passam despercebidos por si própria.

HISTÓRIA:  

1

OBS: Agnes é filha de um pirata que, com seu bando, destruiu boa parte do vilarejo que a menina morou durante seus primeiros anos de vida e assassinou todas as crianças do lugar por motivos desconhecidos. O pirata conhecido como “Nikko”, assim como sua mulher que tinha acabado de parir Agnes, foram envenenados em um bar da cidade e depois, já mortos, ainda foram hostilizados pelos moradores. Seu bando era formado por homens escravizados, que eram capturados e depois acorrentados no navio, tendo que viver para trabalhar para o pirata. Caso negassem, as ameaças que Nikko fazia as suas famílias e afins os faziam continuar trabalhando. A menina nunca soube disso, e sempre viveu à margem daquela população, sem saber a razão de tanta maldade vinda dos moradores da ilha.

– IMUNDA!

Os xingamentos incessantes da população daquele lugar iam ao pouco adentrando o âmago inocente da pequena garotinha, que nada sabia sobre o mundo. Era apenas uma criança, como todas as outras, mal sabia falar, e só seguia o que seu corpo pedia: comida, cama, até mesmo carinho. Coisas que não conseguiu. O que poderia fazer? Agnes continuou seguindo as suas necessidades, mas para isso tinha de se arriscar naquele mundo dos humanos, e a única coisa que podia fazer era roubar. Foi assim que a pequena criança conseguiu manter-se viva, mas, chegou certo ponto que os padeiros não estavam mais aguentando ver seus pães sendo roubados, e nem as moças com suas tortas desaparecendo da janela. Em uma noite, enquanto dormia no telhado de uma casa, as pequenas orelhas de Agnes conseguiram captar movimentações e sons a sua volta. Num salto, pôs-se de pé, e abaixo dela, conseguiu ver dezenas dos aldeões de tochas nas mãos, indignados. Percebeu pelo semblante daquelas pessoas o ódio e repúdio que sentiam ao vê-la. Eles queriam que ela sumisse, ou melhor, queriam que ela fosse morta. Assim, antes que pudesse pensar em uma fuga, ouviu um tiro; em seguida, sentiu uma dor insuportável em seu braço esquerdo. A bala da arma havia entrado na garota e, enquanto os aldeões comemoravam, Agnes grunhia de dor, deixando lágrimas escaparem pelos seus olhos que, aos poucos, tinham sua visão ficando cada vez mais turva, cada vez mais escura... Ela sentiu o fim se aproximar, sentiu sua vida esvair por aquele buraco na sua carne. Entretanto, uma luz piscou em sua alma, algo que restaurava suas forças, que lhe dava ânimo para continuar. Rapidamente, tapou sua ferida com o palmar direito e deu início a uma corrida. Saltou entre os telhados, se distanciando do grupo de humanos, indo em direção ao mar. Ao chegar na última casa da fileira, conseguiu ver o porto, e seus inúmeros barcos. Desceu da casa que estava num salto, e continuou a correr para o lugar almejado, enquanto as luzes das tochas e os gritos de seus perseguidores indicavam o quão próximo eles estavam naquela escuridão da noite. Ao chegar no porto, avistou uma canoa, presa por uma corda no deck lúgubre. Sem pensar duas vezes, saltou no barquinho, e com seus dentes em crescimento, arrebentou a corda podre que o prendia, deixando o mar escolher seu destino.

“Ela vai ficar bem?” Agnes escutou a tímida voz infantil invadir suas orelhas. Seus olhos foram se abrindo aos poucos; a grande iluminação do ambiente deixava seus olhos doloridos. Um breve gemido de dor escapou de seus lábios enquanto se recompunha em cima daquilo que, de primeira análise, reconheceu como um colchão. Não tardou para sua visão voltar ao normal, porém, o que viu não foi o que esperava: de início, duas silhuetas, uma de um adulto e outra de uma criança, logo depois de segundos pôde perceber que se tratavam de um médico, já de cabelos grisalhos, e uma pequena garotinha de cabelos dourados. No instante, seu coração palpitou, seu corpo esquentou. Olhou para sua direita e conseguiu enxergar algo similar a uma faca, tentou pegar, mas uma imensa dor em seu ombro esquerdo coberto de curativos a fez gritar, o que tornou tudo mais difícil. Agnes saltou daquela maca, e rapidamente o médico foi ao seu encontro, abraçando-a e dizendo repetidas vezes para a pequena se acalmar, o que de certo aconteceu.

– Ei amiguinha, eu e meu papai te achamos na praia... Acho, ops. Nós achamos que o mar te trouxe. Ih, já me esquecia. Bem-Vinda à Conomi! – Depois da fala daquela criança, breves resquícios de memória surgiram, e Agnes pôde se lembrar do que havia acontecido. Aos poucos as imagens da perseguição dos aldeões, o tiro em seu ombro e sua fuga se materializavam em sua memória. Aquilo arrancara algumas lágrimas da criança, que foram enxugadas por um paninho que a menina de cabelos dourados retirara das vestes. Naquele momento, Agnes conseguiu sentir algo nunca sentido, que não sabia ao certo a denominação, mas sabia que não queria parar de sentir. Ela se sentia segura pela primeira vez.

2

A infância e o início adolescência de Agnes, em conjunto com a de Cina Glaskov, aquela que havia sido sua primeira amiga, passaram rápido, assim como todas as coisas boas na vida. Foi uma época de brincadeiras, risadas e novas amizades. A menina conheceu alguns novos amigos, como Hans, um menino baixinho e gordinho que, entre todos ali, era o mais medroso, mas também era o de melhor coração e o mais esperto. Hans podia ficar de fora de algumas “aventuras”, mas quando alguém do grupo precisava de conselho, sabia com quem falar. A outra amizade foi a de Ada, uma garota de longos cabelos negros e pele morena, que habitualmente usava um tapa-olho, mas não tinha nenhum problema de visão. Ada sempre sonhou em ser uma navegadora, e tinha como um dos principais objetivos se aventurar na temível Grand Line. O outro amigo foi Drillbit, o “destemido”. Ele sempre se mostrou ser uma pessoa forte, difícil de abalar, mas todos do grupo sabiam que o garoto sofria com alguns problemas na família, porém ninguém ousava comentar sobre. Ademais, a família de Drillbit era adepta às artes marciais, e tal estilo foi um dos quais Agnes mais gostou, o que a fez treinar boxe e outros diversos exercícios – como corrida – com o amigo. Vale ressaltar, por fim, o crescimento de Cina. A jovem sempre foi a melhor pessoa do mundo para Agnes, e também Geordy, avô de Cina, mas que tanto a garota quanto Agnes o chamavam de pai. Geordy foi o introdutor da medicina na vida de Agnes. Além disso, Cina desde criança possuía o dom de liderar, o que Agnes sabia que nunca mudaria.

Entretanto, enquanto chovia bondade na vida do grupo de amigos, algo surgiu para por um fim naquilo. Em uma noite de ventos gelados, Geordy tossiu, e depois de um tempo, repetiu a ação, até que chegou uma hora que, de sua boca, começou a sair sangue. Agnes sabia que o fim estava próximo para o velho médico, porém Cina não parecia lidar com aquilo da mesma forma. Depois das repetidas tosses, Geordy deitou em sua cama e, dali nunca mais levantou. Na manhã seguinte sua vida tinha ido embora. Depois daquilo, Agnes percebeu que Cina nunca mais seria a mesma. A garota viu sua velha amiga dos cabelos dourados sair naquele dia, sem uma palavra, em direção a densa floresta que ficava nos fundos da casa e, pôs em mente que talvez nunca veria Cina novamente, e aquilo tornou seu interior totalmente vazio, pois não sabia o que sentir. Ela não ousou persegui-la, e nem temeu por perigo, pois sabia que Cina conseguia se virar muito bem sozinha. Horas depois do incidente, seus amigos chegaram e, depois de encararem o semblante apático de Agnes, puderam ter ideia do que havia acontecido. E assim o dia passara, com poucas falas, apenas trocas de olhares de indivíduos em luto, até que a noite chegou. O grupo de amigos montou uma fogueira no quintal da residência e, assim que o fogo começara a surgir, Cina saiu de dentro das árvores, com a vestimenta pachorrenta e também rasgada; poderia apostar que a garota havia brigado com algum animal feroz. A menina se aproximou da fogueira, com o rosto sem emoções e, sem medo, pegou uma das lenhas em chamas, levando-a para o interior da casa. No instante, todos ficaram ali, parados, observando o que estava por vir, até que o som inconfundível da destruição do fogo começou a ser ouvido, assim como as chamas sendo vistas pelas janelas. Rapidamente, Drillbit levantou e correu para dentro da casa, enquanto os outros hesitaram, mas se levantaram em seguida, vendo o fogo se alastrar nos cômodos pela porta. Após isso, Drillbit apareceu agarrando Cina, trazendo-a para fora do incêndio. Ao chegar ali, Cina se ajoelhou diante da porta e deu um grito, que todos ali entenderam como um Adeus.

– Vamos sair daqui. – Agnes falou, enfim.

3

Meses depois do ocorrido, Cina voltava a ser a inocente menina dos cabelos dourados, agora com uma mancha dentro de si que ninguém se atrevia a tocar. O grupo continuou junto, mesmo depois daquilo tudo, e aos poucos iam se transformando em um bando revolucionário; ideais de uma grande revolução começavam a traçar os caminhos dos cinco jovens, e eles tinham como objetivo encontrar o One Piece para instaurar uma nova ordem mundial. Eles queriam viver em um mundo digno, em um lugar sem desigualdades e de oportunidades para todos. Todo aquele reino de ricos começaria a ruir, e assim os civis trabalhadores começariam a ter sua liberdade alcançada. A maioria dos pensamentos vinham de Hans, mas era Cina quem dava a última voz, e ninguém discordava. Durante o processo de criação do bando, Agnes, Drillbit, Ada e alguns poucos homens que se aliaram a revolução trabalharam na confecção de um navio, que logo seria o “Grande Geordy”, rubro como o sangue, com detalhes em prata que reluziam a luz solar. Dias após o fim da construção, Cina chegou com a bandeira do grupo: uma caveira no centro, e atrás desta um martelo e uma cimitarra, ambas formando um “X”. Ela fincou a bandeira no mastro do navio e, todos ali, depois daquilo, sabiam que, naquele dia, começariam a viver por um propósito maior.

– Avante! – A voz de Cina excitava os guerreiros do bando. Depois de meses de invasões, roubando dos que tinham muito e dando aos que tinham pouco, o número de pessoas no bando havia triplicado. Agora eles eram uma frota vermelha que navegava nas águas do East Blue, “Os Mascarados”, assim eram chamados. O motivo do nome? Antes de começar a aventura nos mares, Ada sugeriu que os revolucionários usassem máscaras para não serem reconhecidos pelas autoridades. A ideia foi sendo trabalhada, e agora eles também usavam uma capa negra que escondia o corpo todo, e também possuía um capuz. Aquilo impedia a descoberta dos gêneros dos indivíduos. Assim, suas alcunhas eram dadas pelas máscaras. Drillbit era “O Risonho”, uma vez que sua máscara lembrava o rosto de um palhaço, entretanto, os inumeráveis dentes presentes nesta tornava-a macabra e, consequentemente temível. Ada era “O Diabo”, pois sua máscara era a única ali que possuía chifres, e se assemelhava muito com a figura de um demônio; avermelhava com certas tonalidades escuras nas extremidades, além da presença de rugas e piercings pontiagudos. Agnes, ou “Mistério”, possuía uma máscara que, como a própria alcunha da jovem dizia, era misteriosa, pois ninguém sabia do que se tratava; parecia ser um rosto comum, mas apresentava símbolos enigmáticos, e também um sorriso causador de calafrios. O outro era Hans, chamado de “Anormal”, mas contrariando o nome, sua máscara era a mais normal do grupo, pois foi desenvolvida em cima de um rosto comum, e sua cor era branca. Por fim, “Escuridão”. A máscara de Cina não era bem uma máscara, mas sim um elmo, com cortes na região do maxilar e dois buracos para os olhos. Alguns a chamavam de “Morte Súbita”, pois Cina era sorrateira, e depois que surgia, a morte era certa.

Em um dos saques, o grupo conheceu um novo integrante, Killer Jack, assim se auto intitulava. Era um mink-urso. Killer Jack possuía grandes garras, e afiados dentes. Além disso, usava uma armadura que o deixava ainda mais forte. Ele se recusava a usar máscaras, mas isso não foi um problema. O grande urso valia como dez espadachins, e tê-lo no grupo soava como vitorioso. Torna-se importante citar a proximidade entre ele e Agnes, que batalhavam juntos. “Mistério” montava em Killer Jack e ambos trabalhavam em sintonia; eram socos, mordidas e arranhões. Uma linda dança de surra.

Todavia, a fama e a dispersão do ideal da revolução não incomodavam somente os ricos, mas também as autoridades e alguns caçadores de recompensas, já que suas cabeças significavam dinheiro.

4

As madeixas louras de Cina balançavam na aurora. As primeiras luzes do dia reluziam nos objetos metálicos do Grande Geordy, cuja grandeza de seu tamanho e o ouro que havia dentro dele ajudavam a construir a inapagável imagem de Cina, a fantástica, a futura rainha dos mares... Pelo menos era assim que Agnes via a sua velha amiga que mostrou-lhe o verdadeiro significado da vida. Ela queria, era o seu maior desejo, continuar navegando ao lado de sua ídola, mas, infelizmente, não era isso que o destino queria; dias após um furto em uma cidade costeira no East Blue, o bando dos Mascarados se viu cercado por um clã ainda maior. O líder deles, um homem de barbas ruivas, batalhou contra Cina em uma ilhota, enquanto a frota dos Mascarados era resumida em chamas. Agnes queria poder ajudar, inclusive tentou se libertar das correntes na canoa em que Killer Jack a prendeu até o último segundo, mas todo esforço foi em vão. Enquanto enxergava o massacre diante da imensidão vermelha e calorosa, as ondas do mar levavam a mulher para uma outra vida, mais uma vez.
~ VANTAGENS E DESVANTAGENS ~

(MÁXIMO DE 6 PONTOS GASTOS. TODOS COMEÇAM COM 2)

Vantagens:
• Aceleração (Gasta 2 pontos)
• Ambidestro (Gasta 1 ponto)
• Adaptador (Gasta 2 pontos)
• Voz Encantadora (Gasta 1 pontos)


Desvantagens:
• Devoção (Ganha 1 ponto) - Disseminar o ideal do bando pelo mundo
• Fúria (Ganha 2 pontos)
• Mau humor (Ganha 1 Ponto)


~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

Link da Mini Aventura concluída ou da ficha antiga cancelada: http://www.onepiecerpg.com/t40229-mini-agnes-ikov[/i]

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Ficha l Aventura





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