A Grande era dos Piratas



 
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 Projeto - Livro - Dimensões Ireais.

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MensagemAssunto: Projeto - Livro - Dimensões Ireais.   Dom 08 Maio 2016, 19:03

Estou escrevendo, então gostaria que me dessem dicas e criticas, e sugestões sobre. Bem aqui vai:

A chuva não parava, era mais provável que o telhado cedesse à chuva terminar. Os grunhidos do homem amarrado me irritavam, as algemas se debatiam na madeira da cadeira, eu novamente o acertava com a coronha da arma, o maldito comunista voltava a dormir. Era cansativo esperar, era difícil saber se algo se aproximaria, o som estava tampado pela chuva, a escuridão de uma noite sem luz, um apagão que já durava dias, iluminado apenas por uma lamparina fraca, que logo parecia que ia se apagar. O cheiro da chuva, da terra molhada se misturava ao fedor, ao meu fedor, mas esse nada se comparava ao comunista, que sua camisa ainda estava verde pelo vomito já tinha saído mais cedo, o cheiro continuava mesmo depois de um balde de água fria. Tanto eu, quanto o homem amarrado estávamos feridos, mas não era o ferimento em meu braço esquerdo que me enchia de agonia, eram as noites que não dormia, que ia e vinha com esse traste, mas agora receberia minha recompensa.

Duas batidas na porta, e uma terceira um pouco mais apressada, parecia que meu contato havia chegado. Guardava minha pistola Luger presa na parte de trás da minha calça, eu abria a porta, e dois homens entravam na casa. Militares, é claro. O do guarda-chuva era baixinho, 1,60 no maximo, cara fechada, e fedia a cigarro barato. O outro, estava com a roupa muito bem arrumada, os sapatos nem pareciam ter tocado a lama, 1,80, olhos azuis, seu cabelo castanho era nojento de tão arrumadinho, e ele estava com um sorriso no rosto, mostrando dentes brilhantes de tão brancos. O baixinho fechava o guarda-chuva e o colocava ao lado da porta, o outro já se virava para mim. - Desculpe a demora, a chuva nos atrasou. Agora se me permite estou levando o senhor Carlos Segueira para a festa, ele precisa ser interrogado. - Ele falava de forma amigável, e quando se referia ao homem preso na sala, logo a nossa frente, mesmo sendo um inimigo do governo, ele não mudava seu tom de respeito. Eu tirava a arma e apontava para o seu rosto, pelas roupas, era um capitão. - Primeiro os papeis e o dinheiro. - Minhas palavras frias haviam ligado o alarme do acompanhante dele, o baixinho de cara fechada, podia ver que ela roupa era um tenente, mas não podia manter o foco nisso, pois o mesmo apontava sua arma por um instante para mim, mas a tirava logo em seguida depois do seu superior fazer um leve movimento com as mãos. - Desculpe os modos do meu tenente, ele não sabe muito sobre o que sabemos, ele é novo nisso. E nem a quem ele deve honrar ter a presença. - Seu tom de voz não se alterava, nem mesmo sua expressão mudava nem um pouco sequer. Ele tinha conhecimento daquilo que iria me entregar, e de mim, e continuava a agir de forma tão calma, ele já era experiente.

Ele tirava um maço de dinheiro e um mapa e me entregava, eu abaixava a arma, guardava a minha pistola de novo e tirava a chave da algema. Os objetos da troca em si, o que eu havia recebido era uma enorme barganha, mas para ele, um líder comunista tinha mais valor do que um mapa velho. Eu já tinha deixado aquele homem no limite da sanidade, ele não agüentaria mais cinco minutos com os militares antes de entregar tudo. - Bem, boa sorte com tudo isso de vencer os rebeldes comunistas. - O tenente tirava o prisioneiro da cadeira e o arrastava para fora da casa. O capitão estava de saída também, mas eu fala-lhe uma ultima coisa antes dele sair pela porta. - Você também tem um artefato? - O homem dava uma risada, tampando-a com a mão para não rir alto. - Não sou tão afortunado quanto o senhor, tudo que tenho é uma gema. Talvez se eu tiver sorte, consiga um artefato junto a promoção. - Ele se virava e fazia uma reverencia formal. - Boa sorte em sua jornada, Senhor Aquisitor. Sempre que tiver informações ficarei feliz em negociar contigo novamente. - Então ele se virava, ia embora, deixando a porta fechar atrás de si.
Eu sentava em uma das cadeiras ao redor da mesa de madeira, forçava meus pés levantando um pouco as pernas frontais da cadeira, deixando-a apoiada na mesa. Eu suspirava e abria o mapa, parecia que a localização ficava no meio do nada, em uma floresta na Amazônia, iria ser perigoso, e estúpido ir se eu não conseguisse um guia, podia saber muitas coisas, mas nunca tinha entrado na floresta amazônica. Em poucos minutos olhando bem o mapa eu já o tinha decorado com facilidade. Então eu desapoiava a cadeira, pegava um lápis e minha bola de bilhar numero 8 da mochila. Eu mudava o mapa, fazendo um novo caminho que não levaria a onde deveria, não mudava muito, mas o suficiente para ir parar em um lugar diferente, e assim não parecia que tinha sido alterado. Agora eu poderia vende-lo para alguém, e tirar da jogada alguém que procurasse o mesmo que eu. Era provável que existisse outro mapa desses, mas com esse, haveria uma chance de alguém pegar o mapa falso e ir parar se encontrando com uma tribo de índios não muito amigáveis qualquer, ou algo do gênero.

Eu guardava tudo depois de fazer um trabalho bem feito. Eu pegava minha bola de bilhar, que na verdade, aquele oito não era oito, era o símbolo do infinito, mas de outro angulo parecia o numero oito, mas aquela bola de bilhar era apenas o modo de ativação seguro, acontece dela ser totalmente oca, e dentro tem um dado de vinte lados, os números não são revelados ate dado ser jogado, quanto maior o numero melhor, se for muito baixo, nada bom vira, é um artefato poderoso, mas perigoso para mim também. Meu pai falou uma vez que poderia tirar infinito, mas a possibilidade é tão baixa que eu mesmo nunca tirei esse numero, mas dizem que algo muito bom acontece, bem, de acordo com a situação.

Não existem apenas artefatos, mas armas mágicas, ou amaldiçoadas, ou divinas. Existem muitas outros tipos de objetos poderosos que não vale a pena mencionar agora. Eu mencionei esse outro grupo por um simples fato, assim como a bola de bilhar, minha Pistola Luger também era uma arma mágica, uma arma amaldiçoada para ser mais exato. Essa pistola foi a que o próprio Hitler usou para seu suicídio, tornou-se uma arma que devora a alma daqueles que são mortos com ela, mas eu não a usaria se ela fosse apenas isso, perto de sua coronha, ao lado da arma, existe um pequeno cursor que posso mudar usando apenas um dedo, mudando o tipo de disparo entre : Perfuração, explosivo, estilhaço, impacto, para todos os modos é gasto a mesma quantidade de energia, não tendo que usar balas para a arma, e no final a alma daqueles que forem mortos pela arma são absorvidas por ela, tornando-a mais forte. Acho que colocando desse jeito, além de uma arma bastante útil em batalha, também tem um efeito moral bem alto. Só o som que era feito pela alma quando arrancada faria uma pessoa normal fugir de medo.

Eu tirava tudo da mochila. Olhava para tudo que tinha, havia comida, pouco, só mais algumas alguns biscoitos salgados, eu comia como se fosse algo realmente delicioso, mesmo que não estivesse, a fome era mesmo o melhor tempero. Amanhã teria que comprar comida. No fundo eu encontrava uma livro de piadas, quando isso foi parar ai?Eu guardava tudo com exceção da Luger e o livro. Eu ouvia a porta bater, e por reflexo muscular eu apontava a arma para a porta, eu quase atirava, parecia que só era o vento. Eu respirava aliviado, eu deveria aproveitar para relaxar, talvez ler esse livro. Eu pegava um dos tijolos do quarto em construção. Tinha esquecido de dizer, essa casa esta em construção, é o melhor lugar para me esconder, mas os trabalhadores não vem faz uma semana, também só faltava um quarto para ficar pronto. Por algum motivo colocaram uma mesa ali, talvez esqueceram de tirar, ou talvez estivessem mudando de lugar, ou ate usando para descansarem e tomarem café, realmente não tinha parado para pensar nisso. Eu arrastava o tijolo com o pé, estava com muito sono, se me abaixasse tanto poderia cair e dormir. Quando eu colocava o tijolo contra a porta eu sentia uma primeira pontada, e um piscar de olhos depois eu era arremessado contra uma parede passando pelo corredor como se estivesse voando. Eu piscava, não, eu ficava com os olhos fechados por um tempo, ate ouvir a porta abrir, o sono me consumia, acho que o impacto fez eu bater a cabeça na parede, dava para sentir o tijolo sem reboco quebrado atrás de mim, e mais importante, uma fecha de energia atravessada. Eu a tocava e absorvia, era fácil absorver energia pura, era o suficiente para fechar o ferimento causado pela mesma, mas isso só melhorava uma parte do dano causado, eu estava em maus lençóis.

Quando olhava para a porta tinha um homem segurando um facão, ele era negro e tinha uma barba longa, deveria ter 1,75 e parecia bem maltrapilho, semelhante a um mendigo, ou um bêbado. Outro entrava logo depois, com uma besta em mãos, esse estava feliz, com um sorriso na cara, não dava para ver os olhos, mas ele usava óculos redondos, cabelo preto, mais baixo que seu amigo e sua pele também era mais clara, mas não era branco, ele era um indígena? Não dava para saber, a luz não ajudava. Eu pulava para de trás da mesa, pegava a mochila e jogava. Eu não consegui ver ele, mas sua arma, não era artefato ou arma mágica, era uma arma de aura, feito com sua própria energia e alma solidificada, ele era bem principiante, balas de energia pura não são tão boas, causam um bom dano e só podem ser rastreadas por pessoas com poderes específicos, mas nessa situação uma flecha física com aquela potência teria me deixado preso, muita energia e baixa habilidade, e bem pouco controle. Havia duas alternativas, ou eles estavam atrás de mim ou do mapa, se fosse atrás de mim eu estaria na pior. - Terceiro príncipe, seria melhor se fosse conosco da forma fácil, não queremos que você chegue todo ensanguentado em casa. - Malditas palavras do barbudo, sem sorte, então estava na hora de conseguir alguma, nem que eu tivesse que obrigar o destino a me dar.

Eu puxava a bola oito e balançava, eu sentia mais uma flecha atravessando a mesa, não me acertava, mas foi por pouco, passou centímetros da minha coluna. Eu me jogava no chão, e abria a bola oito, sem sorte, numero um. Eu teria cinco minutos antes da má sorte ativar sozinha, teria que jogar com as palavras. - Espere um minuto, acho que podemos conversar. - Eu falava apenas para ganhar tempo. Eu estava muito cansado para usar energia, pelo menos naquela forma. Então só tinha uma saída. -Transformação demoníaca, primeiro estagio. - Cresciam cauda, garras e um pequeno par de chifres, minha pele se avermelhava um pouco, não sei se conseguiria manter-me naquele estado por muito tempo, já estava sem energia e sem comer antes dessa luta. Eu tocava o chão e o arrancava, mas o que arrancava não era o chão, e rasgava o próprio tecido dimensional, todo o tecido dimensional daquela casa.

As criaturas assombrosas dos pesadelos ali não precisariam conter, elas se debatiam, uma fina camada de energia nos separava. As paredes pareciam sangrar um liquido negro enquanto elas se chocavam e como se chocavam, pareciam atiçadas pelas nossas almas, mesmo ali seria perigoso, não teria muito tempo. Em um segundo passávamos do chão empoeirado a um chão vulcânico e uma sensação de calor e frio que viam ao mesmo tempo, não estávamos no inferno ainda, aquilo era a dimensão das sombras, mas se eu perdesse o controle cairíamos no primeiro inferno. Eu me levantava, com a Luger em uma mão e a bola em outra. - Acho melhor não fazerem nada, vocês ainda podem fugir, hoje eu estou com sorte. Isso é uma bola da sorte, com números quanto menor o numero, melhor para mim, e eu tirei um, então tenho como vencer os dois. E se vocês pensam que podem me vencer mesmo assim, se eu desmaiar, nós três cairíamos no primeiro inferno, e bem, nessa forma eu não seria atacado, no entanto vocês seriam jantar das bestas. - Eu falava eram mentiras misturadas com verdades, era verdade que se deslizássemos no inferno, essa forma me protegeria, mas não tinha como manter essa forma com a pouca energia que me resta, e nem tenho que falar que o fato da bola oito era uma mentira.

- Então por que não nós mata? - Falava o baixinho arrogante. Ainda bem que a forma não deixava transparecer o que sentia, ou meu blefe seria entregue. Tinha que usar alguma desculpa. - Por que quero que voltem ao buraco de onde saíram e digam para pararem de me procurar ou irei mandar todos para o inferno, dêem isso para meu pai, um premio de consolação já que não vou voltar, ele lhes recompensará. - Ao terminar as palavras, eu jogava o mapa que havia mudado. O acordo não parecia nem ruim para negarem e lutarem uma luta em desvantagem territorial e nem boa o suficiente para parecer uma mentira descarada. O baixinho desfazia a arma, que sumia, e o barbudo guardava o facão. Como o terceiro principe, eu tinha uma regra, contrato. Agora que o acordo havia sido feito, eu estava salvo. - De acordo, isso já esta bom. Tenho só uma pergunta...O que faria você um aquisitor, e nobre de Rank A largar seu lugar assim? - Realmente o que tinha feito era impossível para eles entenderem, eles matariam para estar no meu lugar, mais para mim não era tão importante. - Aquilo que todos querem mais do que tudo, mas nem todos conseguem em sua plenitude, liberdade. - Eu o respondia, não sabia se era uma resposta satisfatória. Eu desfazia a conjuração e a casa voltava ao normal, e eles iam em direção a porta.
Logo que o barbudo chegava a porta, eu desfazia a barreira para eles saírem, mas eu não poderia terminar bem com aquele dado que tirei. No mesmo momento que eu desfazia a barreira, o indígena materializava seu arco, e atirava contra mim, sua flecha voava em minha direção, ia acertar meu pulmão, mas eu fui mais rápido. - Quebra de contrato! - Eu caia ao chão, energia estava zerada, só que ainda na forma de demônio, a flecha dele sumia, e ele também caia ao chão. Esse idiota fez a pior coisa, eu podia ver sua alma saindo do corpo e vindo para mim, eu absorvia toda sua energia com minhas mãos e voltava a me levantar. Conseguia ver o barbudo com a arma empunhada, com o contrato ele não teria nenhuma chance. - Melhor ir embora, ele morreu porque quebrou o contrato. Você ainda pode viver. - Eu retornava a forma humana. O homem me olhava nos olhos, e andava ainda me olhando para saída, e depois só podia ver o barulho abafado dele correndo na lama.

Eu tive sorte, era só caçadores Rank D, se eu estivesse em forma, bem alimentado e dormido, eu teria vencido facilmente. Naquela forma, se eu tomasse mais dois ou três disparos daquela arma eu poderia ter morrido, no mínimo desmaiado. Eu descansava na cadeira, dura e fria. Ouvia o apito da bola oito, ela ativou sozinha depois dos cinco minutos, merda, não deveria ter usado ela, hora de pagar o preço por entrar em panico, pelo menos fiz por minha vontade. Tudo que percebia era o estalo de uma das pernas da cadeira, eu caia duro no chão. Cansado demais para me levantar decidia dormir ali mesmo, o chão empoeirado, e frio, eu apenas puxava a mochila e a usava de travesseiro. Eu dormia, ou talvez desmaiasse, não fazia diferença. O sentimento era parecido, nenhum sonho ou pesadelo passava pela minha cabeça, tudo que sentia é a noção de que tinha desmaiado.

Eu forçava meus músculos tentando se mover e batia a cabeça na perna da mesa, minha cabeça começava a doer, ao menos eu estava vivo e livre, e sozinho também, aqueles que a muito abandonaram essa construção não pareciam que iriam voltar hoje. Eu me apoiava na mesa e levantava, ainda cambaleando, as pernas tremiam, e então meu estomago roncava, um respirava pesado, pelo menos agora poderia ir para um lugar melhor em vez de ficar em uma casa abandonada como um mendigo. Eu abria a bolsa e bebia os últimos goles do meu cantil, me levantava para a saída, finalmente minha situação estava para melhorar. Eu abria a porta e ia embora daquele lugar asqueroso sem olhar para trás, o chão de terra batida apenas tinha os rastros deixados pelo carro dos militares, pouca gente na rua, via um ou outro indo para o trabalho. Parecia que todas me olhavam como se eu fosse um vagabundo ou bêbado, bem, pela aparência que estava era a única conclusão, ou que eu tinha sido surrado pelo militares, que para eles significava o mesmo de ser vagabundo ou bêbado.

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MensagemAssunto: Re: Projeto - Livro - Dimensões Ireais.   Dom 08 Maio 2016, 19:24

Gostei da história , vai continuar?

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MensagemAssunto: Re: Projeto - Livro - Dimensões Ireais.   Dom 08 Maio 2016, 19:46

yap

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MensagemAssunto: Re: Projeto - Livro - Dimensões Ireais.   

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Projeto - Livro - Dimensões Ireais.
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