A Grande era dos Piratas



 
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 Primeiras paginas. - Dimitri. Viva a Vodca.

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MensagemAssunto: Primeiras paginas. - Dimitri. Viva a Vodca.   Dom 27 Set 2015, 18:53

PROLOGO

O homem sempre procura evoluir, mas o que acontece quando ele alcança o ápice da sua tecnologia? Exatamente, o declínio. No século 21 a atuação de seres como poderes sobrenaturais começaram a surgir, dando lugar a um mundo onde o sobrenatural tornava o novo, o que antes vinha com a tecnologia cada vez mais avançada, com sua estagnação, foi trocada por isso. O crescimento da quantidade desses seres na população começou a crescer com o passar das décadas, foi quando os governos viu como formas de novas armas de guerra, antigas tecnológicas nucleares já haviam sido rebatidas por defesas ainda mais poderosas, e as ``armas humanas´´ tomaram seu lugar.

Uma nova guerra mundial explodiu, durantes décadas, uma guerra total entre todos, mas nada nunca muda. A guerra acabou, não por quê um lado tinha vencido, mas por ambos estarem desgastados demais para lutarem, as super potências perderam seu poder sobre os demais. A quantidade de ``armas humanas´´ aumentava significativamente ano à pós ano, e com isso a taxa de crimes e de grupos usando as ``armas humanas´´ para ganhar poder. Mais de um século depois do primeiro super humano vir a publico, quando a quase metade da população mundial já era de super humanos, uma nova forma de categorização foi criada, ``Dog-tag´´ ou ``Marca de nível de habilidade´´ como ficou a SISH(Sistema de identificação de super humanos), uma maquina de fácil acesso que a o colocar um papel ou chapa de metal, junto com sua amostra de sangue e seu polegar categorizava sua ``habilidade´´ por Nome, Tipo e Rank. Alguns tinham poderes que melhoravam por toda vida, outros tinham poderes que haviam nascido e nunca melhoravam, poderia haver com alimentação, DNA, local onde mora, mas nada nunca foi comprovado, o que permite você usar o SISH quantas vezes quiser. Algo que não foi aceito de inicio, mas com a força de todos os governos reunidos e da mídia, com o passar dos anos, se tornou comum o uso do SISH entre os super humanos.

Com o passar de mais um século, já no meio do século 23, ser um super humano é normal, a taxa da população mundial com habilidades é de 97,3. SISH, é algo comumente usado para julgar pessoas, a grande minoria que não tem nenhuma habilidade sofre, assim como os super humanos sofriam antes, escassos, esses tentam conseguir ``Dog-Tags´´, em alguns países, esses nem ao menos tem direitos como seres humanos, podendo ser vendidos como escravos. O mundo mudou, mas o ser humano, mesmo tendo ``evoluido´´, não mudou nada. Aquilo que era sobrenatural, tornou-se natural, e aquilo que era normal, tornou-se anormal. Bem vindos ao ano de 2234, e boa sorte.

Capitulo um. Uma manhã fria.

Nesse inferno congelado, que lhes descreverei, é o local onde vivo, sempre frio, alguns dias mais do que outros, principalmente agora que o inverno chegou. Nem mais vejo criaturas por aqui, raramente quando saio para caçar. Moro em uma base militar desativada, não tenho certeza, mas acho que foi usada na terceira guerra, criada provavelmente para passagem entre os Montes Urais, que é onde fica. Não me perguntem como foi feita, e nem por quê ter sido desativada, ambas recebem a mesma resposta, não faço a mínima idéia, e para ser honesto, não ligo também.
Meu amado e odiado inferno congelado, uma base secreta, mesmo sendo um nome tão grandioso, não condiz com o local. Deitado sobre a cama de cima de um beliche estou, rasgado, sujo de algo que prefiro não tentar descobrir, cai aqui ontem a noite e só acordei agora, em minha mão ainda tinha uma garrafa quase vazia de Vodca. Estou sendo um pouco rude, talvez pela dor de cabeça, me chamo Vladimir Dimitri, lembro-me de pouco da noite passada, mas espero que ela seja boa o suficiente para essa dor de cabeça.

Erguia meu corpo, tomava um gole da minha amada bebida e pulava no chão, a minha cabeça voltava a doer, mais forte, como se tivesse um sino gigante entro dela. Minha dor era intrometida, um forte barulho, o som da grossa porta de metal abrindo, quem poderia ser? Ninguém vem a esse lugar, e ate onde sei, lobos e ursos não são muito bons em abrir portas como essas.
Eu caminhava pela casa, espero estar fazendo nenhum barulho, certamente devo ser capaz disso, eu acho. Minha perna parecia estar atrasada, efeito retardado da bebida, quantas garrafas teria secado? Talvez esteja na hora de conseguir mais. Eu batia nas paredes algumas vezes, de forma bem ``sutil´´, parava por um segundo para respirar fundo aquele ar gelado, que congelava meus pulmões, mas que me trazia uma certa sobriedade.

Quando chegava a cozinha, grande, sabe essas cozinhas de restaurante? Não, não, não era isso, sabe as cozinhas militares, que em filmes antigos mostrava os militares descascando batatas, não sei se estou ao certo, vi apenas um filme que mostrava isso, o nome não me vinha a cabeça agora. Era esse tipo, mas bem envelhecida...Estou perdendo o foco, não culpe o alcool!...E-Eu, eu tenho déficit de atenção, um medico me disse uma vez ou foi um carpinteiro? Não faço idéia. Eu vi uma pessoa na cozinha, não imagina minha surpresa nisso, uma pessoa, não via uma a dias...Bem, eu derrubei minha garrafa, perdi algumas dois ou três goles que restavam, que trágico, mas é difícil fazer isso quando seu braço vira um escopeta, é, eu posso fazer esse tipo de coisa, mas não vou parar para explicar. Eu atirei, atirei na primeira pessoa que via, o que podia fazer? Estava roubando minha geladeira, isso não é legal, mas roubar minha geladeira também não é.
Eu errei, o tiro pegou na geladeira, merda, espero não ter quebrado, o vulto branco com alguma acrobacia maluca para o teto, quase acima de mim, eu atirava de novo, atingia o teto, que sorte, não havia quebrado meu ventilador de teto que vulto tinha se prendido, e não reclame, eu sou um ótimo atirador, mas me diga, é difícil atirar bêbado, principalmente porque meu braço esta com uma mira meio torta esses dias. Aquilo caia sobre mim, e eu caia sobre o chão. Ok, essa não foi por quê estou bêbado, o chão esta todo molhado por causa da bebida, achou que dois ou três goles eram o quê? Pra mim isso é mais de um quarto da garrafa.

A primeira coisa que passava pela minha cabeça era que tinha sido morto, a segunda era que tinha bebido demais, e a terceira era que aquilo estava muito pesado. Seu rosto parecia como um anjo, não tinha como negar, ela não parecia que estava viva, não conseguia ver cor naquele corpo, era branco, igual a neve, ou a bebida, sua escolha de comparação, linda e jovem, deveria ter entre os dezoito e vinte um. Não conseguia me impedir de sorrir, eu sou homem, e essa era uma beleza estonteante, mesmo que não eu saiba o que significa essa palavra. A roupa dela era uma daquelas para manter calor, esse tipo de coisa é bem caro, mas quem usa diz que é bem confortável, pra ser sincero, nunca fiz uso disso. Era só isso, junto com as luvas e botas também brancas, ela deveria ficar invisível na neve.
Antes que pudesse falar algo, era impedido, e começava a ouvir ela gritar coisas estranhas. - PEW PEW PEW PEW POW PUFF KABOOM... - Eu tentava dizer algo, mas mesmo para mim, aquilo tudo era muito surreal, e minhas palavras eram abafadas por grandes luvas que ela carregava em suas mãos. - O que..você...esta...fazendo...aqui? - Com o fim de minhas palavras, ela continuava fazendo aquilo, era uma tipo de imitação de ``defeitos sonoros´´ de jogos de luta - PEW PEW PEW POW HADOUKEN PAHHHHHHH. - Aquilo que havia considerado um anjo antes, parecia bem irritante, mesmo tendo o rosto mais bonito que já havia visto, ficar fazendo aquilo irritaria qualquer um, principalmente alguém que já estava com dor de cabeça, e tiros de escopeta que eu tinha mal pensado o que iriam fazer em mim, fazia eu ficar com raiva para resumo de obra.
Só agora eu percebia que o rosto dela tinha uma minúscula sujeira no canto da boca, eu desviava o olhar, essa vadia tinha comido meu ultimo pedaço de pizza, pode acreditar? isso era a gota D'água, Eu a empurrava e me levantava. Ela se segurava na minha perna, mordendo e rosnando, ela mordia minha bota, pelo que via parecia tentar imitar um lobo, ou um cachorro. Para desconforto do coração, ouvia novamente a porta da base abrir, eu ainda não tinha trancado aquela caralha, outra pessoa aqui, só poderia estar com ela, ou ter seguido ela. Bem que ela não parecia ser uma real ameaça.

Eu tentava me virar para ir ao salão principal, mas a garota se prendia em minhas pernas com tudo, eu a olhava, ela parecia bem assustada, não como se você visse que o leite acabou, assustado como se tivesse visto que a ultima vaca tivesse morrido, mas que merda estou falando? Ela estava com medo pra caralho, acho que isso é o suficiente pra entender, eu tento dar uma de filosofo e fico parecendo idiota. Eu levava minha mão a cabeça, não dava pra ficar gastando tempo, iria entrar na brincadeira dela. -Senta. Levanta, agora me da a mão, e me segue, ok?- Falava, e ela soltava, parecia ser bem treinada.Tá, juro que é a ultima piada sem graça. Eu não ia deixar ela solta na base, não queria mais danos, mesmo que a maior parte quem tinha feito fui eu, pelo menos sou honesto.

Eu engolia o seco e andava pelos corredores da base, ela junto a mim. Pra ficar claro, eu não deixei a porta principal aberta, ela nem abre normalmente, precisa do código, eu sei o código, mas não lembrava ontem, então entre pelo armazém, que esta bem vazio, e ai eu esqueci de fechar a porta, como eu iria imaginar que em meio a isso tudo pessoas iam aparecer? Qual é, no maximo achei que ia aparecer um urso, iria ser só carne extra guardada.

Ela começava a fazer força quando estávamos perto do armazém, ela parecia com medo, e não queria entrar, eu a puxava a segurando pela mão. Dentro do QG eu via quatro pessoas além de mim e ela, três homens, quatro, usando ternos brancos e casacos pretos, e eu de terno roxo e casaco avermelhado. O ultimo parecia todo pomposo ao ver a mim e a garota, ele fumava um charuto tão bonito que ate me dava uma ansiedade para fumar também. Ele então soltava a fumaça e começava a falar. - Enfim te achei... Não devia ter fugido assim... Sabe como odeio quando você foge... - A garota apenas apertava minha mão e se escondia atrás de mim. - Ha... Vejo que achou um namoradinho... Pena ele ser o merdinha que vive isolado nessa base velha... Acho que seu poder é alguma transformação... Ou estou enganado? Não acredito que tem gente que cria lendas sobre o monstro dos Montes Urais. Sempre imaginei que não passava de um idiota do tipo transformação.- Ele parecia olhar intrigado para meu braço outro braço que ainda era uma escopeta ate o cotovelo. - Vejamos se você pode se transformar em uma merda... Não pera... Você já é isso normalmente... Hehehehe...Cuide dele.

Ok, eu iria explodir a cabeça dele, mas sempre deixo alguém terminar sua fala, é de mal gosto não deixa, e pode me dar mais motivo para matar ele. A garota soltava minha mão e fugia base a dentro, o babaca de roxo bateu palminhas, e um de seus homens o tocava e ambos sumiam. O outro começava a correr em minha direção, eu apontava a arma para ele, e disparava, quando percebia, ele havia sumido. Parecia que estava sozinho com um deles que ficava. Um encontro a dois, mas não iria fazer demorar muito, tinha outras pestes a tirar do meu território.

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MensagemAssunto: Re: Primeiras paginas. - Dimitri. Viva a Vodca.   Dom 27 Set 2015, 19:50

Eu gostei da iniciativa, assim como a ideia, ficou legal na minha opnião! Apenas uns erros de concordância, gramaticais e afins, normal, e nada que comprometa a leitura em si. Gostei!

Continue, amo historinhas

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