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 A minha vida com Robbin Williams (1996 - 2014)

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AutorMensagem
Jeff Lebowski
Estagiário Narrador
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Créditos : Zero
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Masculino Data de inscrição : 29/06/2014
Idade : 28
Localização : Curitiba-PR

MensagemAssunto: A minha vida com Robbin Williams (1996 - 2014)   Ter 12 Ago 2014, 13:52



Nunca irei esquecer o dia em que assisti a um filme de Robin Williams pela primeira vez: Era meu aniversário, 12 de Setembro de 1996, eu fazia 7 anos. Lembro-me de que era um dia chuvoso e eu estava de bobeira em casa, deitado no sofá e mudando de canal com freqüência, as 19:00 começaria a festa do meu aniversário em um salão qualquer na minha cidade natal, Santa Marina, mas era cedo de mais para isso, era 14:00.

Em meio a propagandas, programas e clipes aleatórios rolando na MTV, eu parei na globo onde se passava um comercial de TV, ou também chamada, para o filme "Jumanji", fiquei fascinado, tanto é que mudei de posição no sofá. Esperei ali, parado, sem sair do sofá até as 15:15, momento em que o filme começava, e começou.
Foram as melhores e mais divertidas horas que eu tive, neste dia, o filme me fascinou por seus aspectos inovadores e ingênuos. Contava a história de um casal de crianças que jogava um board-game e as coisas aconteciam, e isso me chamou a atenção, por que eu tinha vários board-games.
“Se eu jogar banco imobiliário ficarei rico?” Pensei empolgado. Logo minha mãe me chamou para tomar banho e me arrumar para o meu aniversário, e lá fui eu todo empolgado.

Já no meu aniversário, eu fiquei eufórico e histérico, contei a todos os meus amigos sobre o filme, todos eles também viram, talvez nem todos, e ficamos lá conversando horas a fio sobre o filme, tanto é que no dia seguinte fomos jogar Dungeons & Dragons para ver se acontecia... deu-se início a uma grande decepção, nada aconteceu, mas o filme ficou em minha mente.

O filme fez tanto sucesso, que durante o espaço-tempo de 3 mêses, a Globo passou na Sessão da Tarde 5 filmes de Robin Williams: Alladin, "A revolta dos brinquedos", "Uma babá quase perfeita", "Gaiola das Loucas" e o super clássico de Robbin Williams: "Bom dia Vietnã"; Enquanto o SBT passou "Tempo de despertar", que conta com a participação do mestre Robert de Niro.
Ahhh, que tempo bom que não volta nunca mais. Robin Williams virou o queridinho de todos, seu rosto “cuti-cuti” e seu carisma humilde e inigualável deixavam todos felizes. Tinha uma maneira própria de entreter a gregos e troianos, tanto com sua comédia ou drama singelo.

Robin Williams sempre escolheu muito bem os papéis que fazia no cinema, todos os seus filmes foram excelentes, as vezes um erro aqui e outro ali, mas todos tinham a sua importância, a partir de Jumanji, eu me tornei seu fã brasileiro número #1. De 1996 à 2001, Jumanji passava repetidamente na Sessão da tarde, repetidamente que digo seria de um em um ano. E todo o ano, eu me emocionava e me divertia com Robin Williams.
Minha mãe sempre gostou de filmes, talvez por isso eu tenha um verdadeiro apreço por tais, tanto é, que em 1998 eu assisti pela primeira vez ao Oscar, e adivinhem quem estava lá concorrendo? Sim, Sr. Williams.
Fiquei maluco.
Jumanji vai ganhar, falei para minha mãe, eu não sabia o nome de Robin Williams na época. Ele concorria ao Oscar pelo filme “Gênio Indomável”. Fiquei na torcida: VAI JUMANJI, e de fato ganhou. A década de 90 marcou muito Robin Williams e a mim, digo até hoje que foi o melhor tempo de minha vida.

Passaram-se anos, na verdade quase uma década, 8 anos se passaram. Eu já tinha 17 anos, estava no Cinemark ou no Cinesystem, não lembro ao certo, estava com minha namorada da época procurando filmes para ver, mulheres... sempre preferem as comédias, escolhemos um filme qualquer: "Uma noite no museu", nunca havia ouvido falar neste filme, particularmente não gostei de Bem Stiller como ator, como pessoa é um cara legal. Mas lá estava ele, Robin Williams no papel de Theodore “Teddy” Roosevelt, o vigésimo quart... sexto Presidente dos EUA. Meu corpo caiu em nostalgia, lembrei-me do tempo em que era um garoto ingênuo e feliz que faltava as aulas para ver filmes de Robin Williams, não só deles mas como filmes de comédia de John Hughes também, como "Curtindo a vida adoidado”, “Garota de Rosa-Shocking”, “Clube dos Cinco” e afins.

O filme não me agradou muito, mas só de ver o Sr. Williams com sua carinha “cuti-cuti” me deixou feliz.

No ano de 2010, já com meus 21 anos, estava em uma viagem nos EUA, buscava alguma forma de estudar em Los Angeles, Orlando, Nova Yorque, San Diego e San Francisco, não achei, mas achei algo melhor, um DVD: "Robin Williams - Weapons of Self Destruction". Um DVD de um show Stand-Up que Robin fez para a HBO, paguei os 10 dólares e trouxe para casa.

Em 2013 até este ano, Robin estrelou seu próprio seriado: "The Crazy Ones", ÓTIMO seriado de comédia, mas infelizmente foi cancelado pela baixa audiência. No dia 10 de agosto de 2014, no domingo a noite, assisti com alguns amigos meus à um filme que não via a mais de 10 anos: Gênio Indomável no Netflix, me senti nostálgico e vivo novamente, o filme me emociono tanto por sua história, tanto pelos momentos que vivi com Robin Williams.
Ontem ao meio-dia foi noticiado que Robin Williams havia falecido asfixiado, talvez um suicídio, algo lhe atormentava, já que vinha passando por uma grande e profunda depressão. Eu recebi a noticia a noite quando vagava pelo campus com alguns amigos e um deles no celular me deu a notícia.
Se lembra do cara de barba do filme de ontem? Morreu hoje de manhã falou ‘Dois filhos’ – Apelido para Francisco –, eu parei e meus olhos se encheram de lágrimas, não acreditava, na verdade se encheram agora enquanto escrevo esse post.

Robin Williams conquistou o mundo inteiro que assistiu aos seus filmes. Ele os fez chorar com comédias normais, como “Uma babá quase perfeita”, nos fez nos aventurar com “Jumanji”, nos emocionou com "O Homem Bicentenário”, nos deu uma lição de vida de vida com "Patch Adams - O Amor é Contagiante” e também de pós morte com "Amor além da vida” e nos fez imergirmos em animações como “Alladin” e “Robôs”. Robin Williams não marcou o mundo apenas por causa de seu trabalho como ator ou comediante, mas sim por causa da sua simplicidade e humildade como pessoa, sempre atento aos seus fãs, não medindo palavras para criticar aquilo que merecia ser criticado, vide seu xingamento ao Brasil sediar as olimpíadas. Robin Williams foi mais do que um ator e pessoa, foi, não, ainda é um exemplo de homem a ser seguido, e espero que assim seja. Nunca pensei que fosse chorar por alguém não conhecia. Vocês devem estar falando:
"Puft, chorar por alguém que não conhece, que ridículo." Talvez seja ridículo mesmo, eu não acho, mas esse cara me marcou, marcou minha vida, marcou minha infância e adolescência, nunca vi ele pessoalmente, nunca toquei em sua pele, mas sempre me emocionava e ria quando ele aparecia. Que seu trabalho seja lembrado pela eternidade.



OFF:
 

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